Repositório RCAAP

Qualidade em Arquivos e Serviços de Informação

Qualidade em Arquivos e Serviços de Informação

Ano

2003

Creators

Pinto, Leonor Gaspar Ochôa, Paula

Ética da Informação

Esta minha conferência encerra um ciclo de conferências e debates organizados pela BAD na livraria Barata sobre Ética Profissional de Profissionais de Informação. Em todas as outras estiveram quatro pessoas a falar, nesta estarei eu sozinha. Espero que tenham a paciência de me ouvir e de questionarem todas as minhas afirmações para que, em conjunto, possamos reflectir sobre este tema.Esta conferência tem quatro partes:- Uma Introdução Geral em que apresento sumariamente a distinção entre ética e moral e relaciono o Código de Ética para os profissionais de informação em Portugal com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.- Depois apresento o conceito de Privacidade. A clarificação de um conceito ajuda-nos a perceber melhor porque é que o devemos defender. Relaciono o conceito com as situações mais comuns da prática profissional e baseio o compromisso de respeito para com a Privacidade que assumimos no nosso código de ética com o artigo 12º da DUDH.- Em seguida, explico o que é Liberdade Intelectual, fundamento-a no artigo 19º da DUDH e explicito o seu conceito. Dou ao direito à livre expressão e à liberdade de acesso à informação a sua fundamentação mais humanista.- Termino apresentando o Código de Ética para os Profissionais de Informação em Portugal, digo o que ele não é, exorto à sua aplicação.Segue-se um debate, que está a vosso cargo. Se por acaso tiverem alguma dúvida sobre o que afirmei perguntem. Se tiverem algum caso bicudo que se relacione com estes dois temas: Privacidade e Liberdade Intelectual, por favor exponham-no. Procuraremos que o debate seja animado.

Ano

2003

Creators

Vigário, Antonieta

A biblioteca: um laboratório de cultura (ou memória de um bibliotecário)

Texto escrito a partir de uma conferência pronunciada em Lisboa, na Biblioteca Municipal de SãoLázaro, a convite do Pelouro da Cultura, Divisão de Bibliotecas e Documentação

Ano

2003

Creators

Lima, Tomás Machado

A arquivística europeia na sociedade do conhecimento entre as tecnologias da informação e o documento.

VIª Conferência Europeia sobre ArquivosFlorença, 30 de Maio – 2 de Junho de 2001

Ano

2003

Creators

Guimarães, Paulo

TEIXEIRA, Manuel, 1912- : entrada em aberto para um homem que não morre

TEIXEIRA, Manuel, 1912- : entrada em aberto para um homem que não morre

Ano

2003

Creators

Amaral, António Eugénio Maia

Editorial

O primeiro número impresso dos CADERNOS DE BIBLIOTECONOMIA, ARQUIVÍSTICA E DOCUMENTAÇÃO é, neste momento, uma realidade. Não é, porém, uma realidade gratuita, daquelas que nos chegam às mãos por um golpe de sorte ou um capricho do acaso. É uma realidade que acabamos de conquistar após um dispêndio de esforços que vai contar dois anos e que se traduziu na publicação de seis números policopiados (1). É a consequência lógica de uma linha de conduta que não tergiversou, que não iludiu os mais elementares princípios da honestidade e da sinceridade para connosco próprios.Na verdade, não podem hoje restar dúvidas de que, embora sem a pretensão de contentar todos, o rumo que traçámos foi um rumo certo.A valorização intelectual e profissional de que pretendemos aproximar-nos era e é ainda o primeiro passo a dar. Decerto ela não se processará de um dia para o outro, e o sacrifício que exige não se consumará sem persistência e devoção. Mas é evidente que, nos nossos postos, precisamos de estar aptos a enfrentar os problemas da nossa profissão e a responder nobremente - com a nobreza da nossa preparação técnica- às críticas falazes, à teimosa indiferença dos ignaros, à incompreensão daqueles que nos minimizam mas não dispensam o nosso trabalho. E se nos exprimimos desta forma num momento que, materialmente, está a tornar cada vez mais dura e insustentável a nossa situação, não é porque tentemos fechar os olhos à ingrata realidade das circunstâncias: é porque temos consciência de que estamos numa encruzilhada histórica e porque sabemos que só uma congregação de esforços - a abnegada congregação dos esforços de todos nós - pode abrir-nos horizontes mais largos e mais iluminados.Os CADERNOS saem agora impressos. Não queremos insistir na obra realizada anteriormente (e já historiada nas páginas de outro número) nem queremos abrir aqui um mundo de promessas. É -indispensável, no entanto, fazer notar aos nossos Colegas que a revista terá de viver da colaboração de todos, e que de todos depende a elevação do seu nível técnico.Os CADERNOS impressos constituem, sem dúvida, uma bela realização de que poderemos, se quisermos, orgulhar-nos sempre doravante - não apenas meia dúzia de privilegiados (ou sacrificados ... ) mas todos nós, Bibliotecários- Arquivistas portugueses. A linha de rumo, hoje como ontem, mantém-se inalterável. Integrados nela, empenhemo-nos, lado a lado, por ser profissionalmente dignos dos pergaminhos universitários que nos foram honrosamente concedidos - e as injustiças que se acumulam sobre nós hão-de dissipar-se. Aproxima-se outro acontecimento muito grande e talvez decisivo: 1965 será o ano do nosso I Encontro. Temos de estar todos presentes, com aprumo e dignidade. Os CADERNOS também não faltarão à chamada. ____________________ ( 1 ) Os seis números policopiados, de numeração independente, serão considerados o volume 1 da revista, podendo encadernar-se juntos. Assim, com o presente fascículo dá-se início ao volume 2, que compreenderá todos os fascículos publicados em 1965.

Ano

1965

Creators

BAD, Cadernos

O tratamento catalográfico das publicações menores

Nas bibliotecas e arquivos a falta de pessoal não permite muitas vezes que se dê tratamento catalográfico às publicações consideradas menores. Surgem também problemas técnicos de catalogação e arrumação. Depois de se responder afirmativamente à pergunta: valerá a pena procurar-se-lhes solução? tenta-se efectivamente encontrar uma, apontando-se normas muito gerais para o tratamento simplificado a dar às peças e para a sua arrumação, estabelecendo-se também um critério de selecção.

Ano

1965

Creators

Mendes, Maria Teresa Pinto

Problemas de Alfabetação

Procuram resolver-se vários problemas de alfabetação, que surgem quando se metem as fichas nos catálogos, quer em encabeçamentos onomásticos quer de matérias.A simplificação da tarefa de quem intercala impôs soluções tão mecânicas quanto possível; os interesses de quem procura, introduziram, nalguns casos, uma racionalização.

Ano

1965

Creators

Gouveia, Helânia Maria Paiva

A Biblioteca Municipal de Elvas

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Ano

1965

Creators

Pereira, Joaquim Tomaz Miguel

Perspectivas da Biblioteca

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Ano

1965

Creators

Peixoto, Jorge

Editorial

Dois acontecimentos, para os bibliotecários e arquivistas portugueses, marcam para já o ano de 1965: o I Encontro neste começar de Abril e o primeiro número impresso de CADERNOS, que até aí tinham aparecido reproduzidos singelamente a stencil.A Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, apercebendo-se com perfeita consciência do que representam para a Nação os bibliotecários e arquivistas, os quais tiram os seus diplomas no Curso que aquela mantém desde 1935, quis trazer para o Plano das grandes preocupações nacionais o problema destes técnicos, das consequências imprevisíveis que podem resultar para a cultura nacional pelo facto de não os haver em número suficiente. E fê-lo no momento oportuno. Agora ainda há uma esperança de pôr cobro a uma situação que, dia a dia, vai piorando.Deixar para mais tarde a solução do caso é que não faz sentido. Bem andou, pois, a Faculdade que detém o Curso de Bibliotecário-Arquivista em promover o I Encontro dos Bibliotecários e Arquivistas. E que nos pode dar esta reunião? Muitos serão os caminhos que se antolham, muitas as vias por onde se prosseguirá. Um aspecto, porém, sobreleva todos os outros: é o de que ele virá dizer ao País, aos seus dirigentes, ao público em geral, que há um grupo de técnicos qualificados que desejam o reconhecimento social e material a que têm altíssimo jus. A temática do Encontro é vária, como era de aconselhar - o problema bibliotecário ou arquivista português não é apenas um... Para lá dos aspectos puramente técnicos há esta realidade bem gritante: sem a devida compensação material, dentro em breve não haverá bibliotecários e arquivistas no País!Os inconscientes e ignaros dirão que tudo se pode resolver com uns tantos amadores. Mas amadores existiram e foram úteis e meritórios quando não havia profissionais, quando não havia técnicos, especialistas... Essa hora, porém, passou. Hoje já não se pode dizer isso, sob pena de uma gargalhada que é muito mais dolorosa e trágica do que uma resposta dura e desabrida -, é a gargalhada que põe o ferrete indelével no dorso dos ignorantes…Quando 'os bibliotecários e arquivistas se voltam para a escola superior que lhes deu o diploma, eles esperam que esta os compreenda e os acompanhe. Mas para que o reconhecimento público e oficial venha, e, com ele, a consequente melhoria na situação económica, é igualmente necessário que os bibliotecários e arquivistas saibam mais uma vez dar o exemplo que em tantas e tantas circunstâncias eles têm sabido dar, sofrendo incompreensões, sujeitando-se até a situações bem deprimentes - e fazendo-o com dignidade e aprumo. Que a Nação saiba reconhecer o esforço dos bibliotecários e arquivistas, que estes não deixarão também de demonstrar uma vez mais a sua real capacidade e as suas inúmeras virtudes. A passagem de CADERNOS a impressos, significa que um esforço meritório atingiu o seu alvo. CADERNOS aí estão, não como obra destes ou daqueles, desta ou daquela localidade, mas apenas como obra de todos nós: bibliotecários e arquivistas portugueses. Se ainda houvesse incompreensões, elas seriam filhas da maledicência, de real e manifesta incapacidade, o que, felizmente, não é verdade. As razões dos constantes apelos à colaboração, ao envio de sugestões, de críticas positivas e não derrotistas, filiam-se num duplo desejo de permanente melhoria e de participação total.CADERNOS têm o seu caminho bem traçado e decidido - a melhoria da situação económica e técnica dos bibliotecários e arquivistas. E quem se atreverá a negar mérito e valor ao caminho que já se percorreu, à linha que se decidiu seguir? Outro problema grave é o do novo edifício da Biblioteca Nacional de Lisboa. Há a esperança de ele abrir lá para 1966. E com que pessoal?Não lhe será dado um novo quadro e suficientemente dotado? Mas haverá bibliotecários em número suficiente para preencher as vagas que o novo quadro há-de fatalmente ter?Bem sabemos que todos estes problemas só podem ter uma solução, aliás idêntica à que o Governo já adoptou para os meteorologistas dos seus serviços respectivos. Como se sabe, estes estavam a ser pessimamente pagos - e os lugares ficavam por preencher, talqualmente como sucede com as nossas bibliotecas e arquivos. Então o ministro das Comunicações, pelo seu Decreto-Lei nº 46 099, de 23 de Dezembro de 1964, equiparou os meteorologistas aos outros técnicos do Estado. Ver-se-á que agora vão acorrer os técnicos e dentro em breve já os lugares estarão preenchidos com pessoal qualificado e dedicado única e exclusivamente à sua profissão.Ora é este o caminho que se tem de adoptar para os bibliotecários e arquivistas, pois, doutra forma, é levar os nossos estabelecimentos à ruína, ao desinteresse, à inutilidade. E hoje uma das maiores riquezas do património cultural português reside nas nossas bibliotecas e arquivos. Quem o não vê? Portanto, estamos crentes que, abrindo a Biblioteca Nacional em breve, uma reforma se impõe no capítulo dos bibliotecários e arquivistas. Que esta venha depressa e dê a estes técnicos o lugar a que têm direito no quadro geral dos técnicos do Estado!

Ano

1993

Creators

BAD, Cadernos

Os Insectos Bibliófagos. Como identificá-los e combatê-los.

Destina-se este artigo a dar conhecimento aos bibliotecários-arquivistas, e de um modo geral a todos os que têm a seu cargo bibliotecas ou arquivos, de um aspecto de que frequentemente se reveste o problema da conservação de livros e de documentos: o da luta contra os insectos bibliófagos.Dirigindo-se a pessoas cuja formação as mantém normalmente afastadas destes assuntos, procura-se neste trabalho fazer simples obra de divulgação, dando conhecimento das pragas a que estão sujeitos os livros e documentos, fornecendo elementos para uma primeira e aproximada identificação das espécies infestantes mais comuns, elucidando sobre o habitat de cada insecto, suas preferências alimentares e características das destruições que provoca e dando ainda uma ideia sumária das medidas que se podem pôr em prática para prevenir ou debelar infestações.Com estas informações pretende-se sàmente dar consciência da situação existente, e não preparar tecnicamente para a execução de uma luta para a qual o Centro de Estudos do Livro Português foi criado e que ele procura levar a cabo através do trabalho laboratorial e da assistência técnica directa às bibliotecas e arquivos.

Ano

1993

Creators

Sampaio, E.J.F.

Problemas de Alfabetação (continuação)

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Ano

1993

Creators

Gouveia, Helânia Maria Paiva

Medicina e documentação

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Ano

1993

Creators

Mendes, Maria Teresa Pinto

Comentários e Notícias

- Reunião, no Norte, dos Bibliotecários e Arquivistas portugueses - Ao serviço da cultura - O I Encontro dos Bibliotecários e Arquivistas Portugueses - Simpósio organizado pela A. I. D. - Curso sobre Normalização da Documentação - Trabalhos de catalogação na Faculdade de Letras de Coimbra - «Centro do Livro Brasileiro », em Lisboa - O caso do Instituto do Café de Angola - O livro ao serviço da Educação Popular - Actividades da Biblioteca Municipal de Elvas - A expansão de «Cadernos» - Movimento financeiro de «Cadernos» - Notícias Várias

Ano

1993

Creators

Dias, Rosa Mouta Cepeda, Isabel Vilares Almeida, João

Livros e Publicações Periódicas

BERNATÉNÉ, H. -Comment concevoir, réaliser et utiliser une Documentation. Paris, Les Éditions d'Organisation, 4.e ed., 1964, 119 p .. AMERICAN library directory, 24.a ed. Edited by Eleanor F. Steiner-Prag. New York, R. R. Bowker Company, 1964. 1 vol., 1066 p., 24,S cm. COLLEGE & RESEARCH LIBRARIES - January 1965, volume 26, nº 1. ALA BULLETIN -American Library Association: Chicago, Janeiro 1965. NOTICIAS DIVERSAS, IBBD, 2 (7): Rio de Janeiro, Julho 1964. BULLETIN DE L'UNESCO A L'INTENTION DES BIBLIOTHEQUES, 19 (1): Paris, Janeiro/Fevereiro 1965 BULLETIN DES BIBLIOTHÈQUES DE FRANCE, 9 (8): Paris, Agosto 1964 (1).

Ano

1993

Creators

Cunha, Rosalina Silva Portocarrero, António Sousa, Maria Armanda Almeida Dias, Rosa Mouta Pereira, Joaquim Tomaz Miguel

Biblioteca Municipal do Porto

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Ano

1993

Creators

Machado, Maria Teresa Pinto