Repositório RCAAP
Archivos escolares que construyen identidad: el liceo público, historia y patrimonio de los chilenos
Históricamente se ha asignado al liceo público chileno el rol de ser un espacio de aprendizaje y formación ciudadana. Si bien, desde su fundación en 1813 fue el lugar por excelencia de formación para los futuros dirigentes de la nueva república, el aumento de la cobertura y el creciente acceso de otros sectores de la sociedad transformaron el tipo de estudiantes matriculados en sus aulas, aunque no su misión original. Hoy, en pleno desarrollo de la sociedad del conocimiento, el desafío de formar sociedades integradas por personas informadas, participativas y respetuosas sigue siendo asunto prioritario de esta y de cualquier institución escolar. El presente proyecto, basado en el rescate y difusión de los archivos documentales conservados por los liceos públicos del país, nace de la necesidad de generar instancias colaborativas de investigación, participación y construcción de memoria histórica para estudiantes y profesores de educación secundaria.
2016
Sandoval Díaz, Rodrigo Esteban Lyon, María José Vial
A edificação do Centro de Educação e Memória do Atheneu Sergipense
O foco central do presente trabalho consiste em expor as diversas fases e ações da edificação do Centro de Educação e Memória do Atheneu Sergipense – CEMAS, visando responder as questões: o que um arquivo escolar produz? Que tipo de documentos e em qual local estão “guardados”? A divisão metodológica inicia pelo momento anterior à sua criação, passando pelo período de mais intensos afazeres com a identificação, limpeza e catalogação do acervo, a etapa de disseminação das ações com a produção científica, a fase atual com parte do acervo digitalizada e a produção dos guias de fontes, até a projeção futura de novas atuações. As vozes silenciadas da memória educacional sergipana começaram a falar...
“Quem vive de presente é o museu”: a dinâmica do Memorial do Colégio Farroupilha de Porto Alegre/RS
Resumo: O artigo analisa o Memorial do Colégio Farroupilha, um museu escolar, localizado no Colégio Farroupilha em Porto Alegre/RS, criado em 2002, com o objetivo de salvaguardar o patrimônio histórico-escolar da instituição e de sua mantenedora - a Associação Beneficente Educacional (ABE – 1858), fundada por imigrantes alemães há mais de 150 anos. O acervo do Memorial é composto por uniformes, cadernos, fotografias, entre outros tantos documentos. Este estudo procura apresentar a dinâmica do Memorial, entre documentos e atividades, visando descontruir a ideia de que o museu é um local estagnado, reduto de coleções, dispostas apenas à contemplação. Abordaremos as investigações históricas suscitadas a partir da problematização do acervo, bem como as atividades didáticas e de pesquisas realizadas no espaço.
2016
Jacques, Alice Rigoni Castro, Gabriela Mathias de
Apresentação da ficha de inventário e história do Museu Escolar do Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo
O objetivo do artigo é apresentar um breve histórico do patrimônio escolar, científico do Museu Escolar do Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo; registrar o atual estado das peças; expor os primeiros trabalhos com o inventário, pensando-o como ferramenta de gestão e peça chave para a produção de novos conhecimentos, dando destaque à construção do instrumento de identificação de peças ou ficha de inventário. Levando em conta que a montagem de tal ficha deve seguir critérios específicos que tem relação com a definição da coleção, diferentes modos de identificação e classificação. Levou-se em consideração às indicações dadas pelo Museu de Astronomia e Ciências afins (MAST) para a catalogação de objetos científicos associados a interesses de investigação particulares à história da educação.
2016
Braghini, Katya Zuquim Assis, Paula Maria de Pedro, Ricardo Tomasiello Piñas, Raquel Quirino
El patrimonio histórico educativo desde el acervo antiguo y los libros de pedagogía en México
El trabajo tiene como finalidad dar a conocer el patrimonio histórico educativo desde el acervo antiguo, bajo el análisis de los libros de pedagogía, que fueron textos de consulta de los estudiantes para el magisterio de fines del siglo XIX y las primeras dos décadas del siglo XX en San Luis Potosí, México. El artículo es producto de una investigación desde el campo del patrimonio histórico educativo y de la historia de la educación. El proceso analítico se enriqueció con las fuentes primarias localizadas en el Archivo Histórico de la Benemérita y Centenaria Escuela Normal del Estado de San Luis Potosí. Los textos de pedagogía localizados en el acervo antiguo, utilizados por los estudiantes normalistas, constituían la fuente de acceso a los conocimientos teóricos de la educación moderna, base esencial de los estudios para el profesorado. Los resultados arrojan información sobre la formación del magisterio durante el Porfiriato, el plan de estudios y sus asignaturas, en especial la de pedagogía, se ubica el acervo antiguo y los libros como fuentes de información para la formación de docentes en este periodo. La pedagogía, ciencia de la educación es uno de los ejes de la preparación del profesorado de esa época.
Um estudo no arquivo histórico documental do 1º Grupo Escolar de Campinas: rastreando profissões paternas (1928 a 1935)
O presente trabalho traz uma análise das profissões e nacionalidade dos pais dos alunos mencionadas nos Livros de Matrículas do 1º Grupo Escolar de Campinas “Francisco Glicério” entre 1928 a 1935. A forma concisa como tais profissões foram registradas nestes livros, fomentaram uma busca por subsídios em estudos já realizados sobre a temática, para elucidarem uma compreensão quanto seus pertencimentos socioeconômicos. Embora lacunar, o que a literatura ofereceu, representou importante recurso de classificação em relação ao pertencimento socioeconômico das famílias desses alunos. Diante disso, dois modos de interpretações foram possíveis. O primeiro mostrou que algumas dessas profissões poderiam ser classificadas como pertencentes a categorias de trabalho dos ferroviários e, por esta razão, foram incluídas na categoria das que geravam melhores condições econômicas. O segundo apontou para o fato de que não poderiam ser assim classificadas, devido à falta de evidências nos registros, indicando, portanto, o oposto: de serem profissões com rendas econômicas mais modestas. Assim, após uma análise geral, que englobou todas as profissões inscritas nos Livros de Matrículas, confrontada com a literatura pesquisada, verificou-se que no Primeiro Grupo Escolar de Campinas “Francisco Glicério”, estavam matriculados filhos de famílias com menores condições econômicas, e também, e em maior número, filhos de famílias com melhores condições econômicas. Legitimando a premissa de que uma clientela heterogênea era acolhida pelos Grupos Escolares.
Modelos de história natural: as imagens dos bustos raciais nos museus escolares
Em levantamento realizado em museus localizados em espaços escolares na Região Metropolitana de Porto Alegre localizou-se a presença de imagens representativas dos diferentes tipos raciais humanos no museu escolar do antigo Instituto São José – La Salle/Canoas (RS) e no Museu Metodista de Educação do Colégio Americano (RS). O objetivo deste trabalho é verificar e analisar os diferentes usos destes materiais no ensino, e suas possíveis relações com o método intuitivo. Problematizando o giro conceitual destes modelos de gesso na história da educação brasileira, evidencia-se que estes foram tendência de ensino sobre a espécie humana e suas diferentes raças, bem como aportes de teorias racialistas correntes na época. Como resultados parciais, descobriu-se que estes bustos também podem ser verificados nos acervos de escolas de grandes centros como o Rio de janeiro e Lisboa. No caso português essas peças remontam o século XIX. No Rio de Janeiro, o Colégio Pedro II, considerado um modelo a ser seguido pelas demais escolas nacionais, adquiriu peças semelhantes entre as décadas de 1920 e 1930, o que demonstra certa tendência do uso destes objetos no ensino escolar.
A produção do inventário da coleção da Profª. Maria Luiza Cardoso sobre a história do ensino militar: perspectivas e desafios
Este trabalho teve como objetivo descrever o processo de organização do acervo de documentos pessoais da Profa. Dra. Maria Luiza Cardoso sobre o ensino nas instituições militares. A referida docente trabalhou mais de 31 anos, como militar, na área educacional da Força Aérea Brasileira (FAB). A organização da Coleção envolve: 1) a viabilização do trabalho de higienização, acondicionamento e tratamento adequado dos documentos que compõem os seus subfundos arquivísticos; 2) a identificação, a descrição e a classificação do acervo histórico; 3) a digitalização dos documentos referentes aos subfundos, visando constituir um banco de dados sobre a documentação manuseada; e 4) a disponibilização para consultas e pesquisas de todo o material registrado do acervo através da elaboração de um DVD.
Repositório de Conteúdo Digital: uma biblioteca da história da educação matemática
Esse artigo tem o intuito de divulgar o armazenamento, preservação, difusão e usos de documentos e materiais relevantes à história da educação matemática, entre o período de 1890 e 1970, a partir do Repositório de Conteúdo Digital da História da Educação Matemática, uma biblioteca digital idealizada, produzida e mantida por integrantes do GHEMAT – Grupo de Pesquisa em História da Educação Matemática no Brasil, que desde sua criação em 2000, atua no desenvolvimento coletivo de projetos temáticos de pesquisa sobre educação matemática com a participação de pesquisadores de diversos estados e universidades brasileiras. Esse Repositório constitui-se um espaço virtual para alocação de documentos digitalizados, inserido no sítio da Universidade Federal de Santa Catarina, a manutenção atual do Repositório veicula-se pelo projeto “A constituição dos saberes elementares matemáticos: a Aritmética, a Geometria e o Desenho no curso primário em perspectiva histórico-comparativa, 1890-1970” coordenado pelo Prof. Dr. Wagner Rodrigues Valente e financiado pelo CNPq. Resultados de pesquisas realizadas a partir dos documentos postos no Repositório possibilitam debates, de nível nacional, evidenciados pelas produções obtidas de alguns Seminários Temáticos do GHEMAT, cada Seminário resultou na elaboração de um livro. Desse modo podemos inferir que os estudos por meio dos documentos do Repositório proporcionam a escrita e divulgação de características da escola primária em tempos passados, seja de elementos da sua constituição, organização, espaço, seja referente ao ensino de saberes matemáticos, métodos de ensino, orientações pedagógicas e finalidades de ensino.
2016
Ramos, Bruna Lima Frizzarini, Claudia Regina Boen Trindade, Deoclecia de Andrade
Breve Centenário: Um dia no arquivo histórico da Escola Estadual “Culto à Ciência”
Breve centenário, diferentemente dos centenários de fatos magníficos, grandes e marcantes eventos da História, este, ao qual se refere neste texto, foi breve, em sua duração de apenas algumas horas comemoradas, referentes ao período de trabalho da equipe no arquivo histórico da EE “Culto à Ciência” de Campinas. Horas, entretanto, de grande significado e emoção aos seus participantes.
2016
Góes Junior, Edson Paschoal, Matheus Rosa Cason, Silvia Regina
Educação Libertária no Brasil
Educação Libertária no Brasil é uma obra que, ao longo de suas 384 páginas, apresenta múltiplas possibilidades de usos e leituras. Trata-se, como o subtítulo afirma, de um “inventário de fontes” do Acervo João Penteado que encontra-se reunido no Centro de Memória da Educação (CME) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Notícia
Lançamento da Coleção “Patrimônio Histórico-Educativo”, sob a coordenação de Maria Cristina Menezes e Carmen Sylvia Vidigal Moraes. I Concurso Nacional de Dibujo y Pintura: “Una mirada crítica al pasado de la escuela” - plazo para el envío de las obras de arte: hasta el 10 de noviembre de 2016.
Editorial
Com alegria e satisfação apresentamos o número 03 da Revista Iberoamericana do Patrimônio Histórico-Educativo, RIDPHE_R.
2016
Menezes, Maria Cristina Pinheiro, Maria de Lourdes
Dossier: L´école et les maladies dans le monde (XIXe-XXe siècles)
Nous nous intéresserons au corps malade et aux maux du corps, à leurs prises en charge au sein du système éducatif et aux transformations induites dans les conceptions et pratiques scolaires. Au cours des XIXe et XXe siècles, différentes maladies et épidémies ont frappé les sociétés, qui, souvent démunies, ont été amenées à instaurer des stratégies préventives et curatives. Le système éducatif a été sollicité de nombreuses fois par le milieu médical pour répondre aux états d’urgence sanitaire et a dû s’adapter aux conditions et possibilités qui s’offraient à lui. L’Ecole est devenue ainsi au fur et à mesure de son développement, non seulement un lieu à fort risque de propagation des maladies, mais aussi un lieu qui crée des maladies et peut détériorer les corps.
2016
Parayre, Séverine Martínez Moctezuma, Lucia
Los profesores frente a las enfermedades de la Francia rural del siglo XIX: influencia médica, automedicación y pedagogía adaptada a los cuidados del cuerpo
Basándonos en la primera encuesta-concurso promovida entre los profesores rurales por el ministerio de Instrucción Pública en 1860, proponemos un estudio de las enfermedades en la escuela y la preocupación de los profesores por el cuerpo enfermo. La pregunta planteada a los profesores resulta general: “¿Cuáles son las necesidades de la instrucción primaria en una comunidad rural, bajo el triple punto de vista de la escuela, los alumnos y el maestro?”, y deja entrever una influencia de la medicina, la inquietud por la falta de médicos y las problemáticas de salud de los alumnos y de las poblaciones. Presentaremos aquello que revela el corpus en relación con la circulación y la influencia de las ideas médicas así como con las transformaciones en el papel y en las actividades pedagógicas del profesor.
"Le sport c’est la santé". D’un slogan à des actions depuis le XIXe siècle
Depuis la fin du XIXe siècle, les acteurs du sport et de la santé ont entretenu des rapports ambivalents. Dans le domaine du sport santé, ces relations ont été permanentes en raison d’une définition progressive de la santé, au point de convaincre les acteurs du sport santé d’envisager une définition plurielle et multiforme de la santé. Schématiquement, les modèles explicatifs permettent de mettre en évidence le glissement progressif d’une santé biologique, organique (la santé est le silence des organes et le sport santé contribue à prolonger la vie et à se prémunir des maladies) à un santé totale, un véritable bien être physique, psychique et moral de chaque individu (la santé est considérée comme un synonyme d'épanouissement de la personne).
2016
Saint-Martin, Jean Attali, Michaël
Arrièrés Pédagogiques: naissance de l’élève capacitaire dans les dernières recherches de Binet dans les écoles parisiennes en 1908-1910
L’élève capacitaire est autant celui qui pathologiquement manifesterait des carences et des déficits neurocognitifs que Binet et Simon décrivent comme un enfant anormal mais concerne aussi avec Vaney et les commissions pédagogique de la Société Binet-Simon les classes ordinaires dans lesquelles les différences de niveau d’intelligence ne sont pas réalisés. Epistémologiquement le projet de Binet avec d’une part le psychiatre Théodore Simon et d’autre part avec le directeur d’école Victor Vaney est double: - L’éducabilité peut être comprise dans une classification psychiatrique qui, depuis Belhomme jusqu’à Bourneville, propose une graduation dans les capacités d’apprentissage en délimitant les possibilités d’apprentissage, ce que nous appelons le niveau capacitaire de lélève dès la petit école de Borneville; - Alfred Binet travaillant avec Victor Vaney au laboratoire de l’école de la Grange aux Belles mais aussi dans les autres écoles parisiennes via les autorisations obtenues auprès de l’inspecteur Belot pour enquêter comme nous le montrons dans ces archives auprès des arriérés pédagogiques des classes ordinaires.
El arte científico de la higiene escolar en México (1882-1950)
En este escrito examinamos la relación entre el discurso médico y la higiene escolar en el marco de la institucionalización de la educación primaria en México. El estudio va de 1882, año en que tiene lugar el Congreso Higiénico Pedagógico, hasta mediados del siglo XX, cuando se crea el Instituto Federal de Capacitación del Magisterio, organismo que incidió fuertemente en la profesionalización de los profesores en México. Analizamos los referentes teóricos que fundamentan los programas de higiene, como la eugenesia, el desarrollo que tuvo la higiene en las escuelas a partir de la creación de la Secretaría de Educación Pública (SEP) en 1921 y las concepciones que autoridades educativas y médicos tenían sobre la insalubridad y el origen de las enfermedades.
2016
Alcaraz, María Guadalupe García Sandoval, Luciano Oropeza
Las misiones culturales: un proyecto de educación y salud en el medio rural mexicano del siglo XX
Una vez terminado el periodo de guerra civil en México (1910-1917) se implementó una vasta campaña de educación higiénica que identificó la influencia de la escuela para difundir diferemtes ideas sobre los beneficios de la vacunación y el cuidado de la salud del ciudadano. En este trabajo, me propongo dar cuenta de la práctica de las Misiones Culturales que llegarán a las comunidades rurales para desarrollar una cultura física y educar a los ciudadanos para combatir enfermedades y proteger su salud. En este cambio se percibe una transformación del proyecto educativo mexicano, a saber, la sustitución del modelo escolar europeo que privilegia el entorno urbano desde 1880, por otro norteamericano en las primeras décadas del siglo XX, que atiende a la comunidad rural con el apoyo de un equipo de trabajo en el que participan inspectores, directores, profesores de diferentes especialidades, médicos, enfermeras, padres de familia y la comunidad rural en su conjunto.
El cuerpo juvenil sano como símbolo político. La normalización de los cuerpos a través del discurso médico del fascismo
Este articulo abordará, desde una perspectiva basada en la teoría foucaltiana de normalización corporal, el discurso médico pseucientífico que difundió el fascimo italiano, alemán y el franquismo en España con el objetivo de controlar a los jóvenes, normalizarlos según los cánones que marcaban las distintas organizaciones fascistas para conseguir una generación de muchachos sumisos, sanos, productivos y profundamente fascistas. Para el fascismo, el cuerpo pertenecía al Estado, a la Patria, con el objetivo de conseguir unos jóvenes fuertes y sanos que pudieran sostener sobre sus torsos el peso del Estado fascista y su expansión política futura. El cuerpo juvenil sano se convirtió en el símbolo político del fascismo.