Repositório RCAAP
Myrtaceae no Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil
Apresentamos neste trabalho o estudo taxonômico das Myrtaceae ocorrentes no Parque Estadual do Itacolomi (PEIT), uma Unidade de Conservação localizada no estado de Minas Gerais, no sul da Cadeia do Espinhaço. A vegetação da área é formada por florestas montanas tropicais e campos rupestres. Para o tratamento taxonômico foram elaboradas descrições, comentários, chaves de identificação e ilustrações. Foram realizadas coletas de setembro 2009 a dezembro de 2010 e foram revisados os herbários BHCB, OUPR, RB e VIC. A família está representada no PEIT por 11 gêneros e 44 espécies: Blepharocalyx (1 sp.), Calyptranthes (1 sp.), Campomanesia (4 spp.), Eugenia (4 spp.), Marlierea (3 spp.), Myrceugenia (2 spp.), Myrcia (20 spp.), Myrciaria (1 sp.), Plinia (1 sp.), Psidium (3 spp.) e Siphoneugena (4 spp.).
2022-12-06T13:14:21Z
Bünger,Mariana de Oliveira Scalon,Viviane Renata Sobral,Marcos Stehmann,João Renato
A família Orchidaceae no município de Morro do Chapéu, Bahia, Brasil
Este trabalho apresenta um estudo florístico das Orchidaceae de Morro do Chapéu, município pertencente à Chapada Diamantina e localizado no estado da Bahia, Brasil. Cinquenta e três espécies distribuídas em 29 gêneros foram reconhecidas no presente trabalho. Dentre os gêneros mais diversos no município destacam-se Epidendrum (cinco espécies), Gomesa (cinco), Encyclia (quatro), e Habenaria (quatro). Morro do Chapéu apresentou 25 espécies exclusivas quando comparado com outros levantamentos regionais da Chapada Diamantina, contribuindo com quatro novos registros para esta área (Galeandra beyrichii, Gomesa barbata, Habenaria josephensis e Prescottia oligantha). Quinze espécies listadas neste levantamento não ocorrem nas outras áreas do leste brasileiro comparadas, estando distribuídas apenas ao longo da Cadeia do Espinhaço. Diferenças no tipo vegetacional, extensão territorial, grau de antropização e amostragem parecem interferir na similaridade florística dessas áreas. São apresentados chave de identificação, descrições, ilustrações e comentários sobre as espécies.
2022-12-06T13:14:21Z
Bastos,Cláudia Araújo van den Berg,Cássio
Malanea revolutifolia (Guettardeae: Rubiaceae), una nueva especie del noreste de Brasil
Se describe e ilustra Malanea revolutifolia, una nueva especie proveniente del bosque atlántico de Brasil, así mismo se incluye una clave para diferenciar algunas especies de Malanea que crecen en Brasil. M. revolutifolia es similar a M. forsteronioides y M. microphylla de las cuales se distingue principalmente por presentar hojas elípticas fuertemente revolutas 2,8-7,5 × 2-3,5 cm, cáliz profundamente dividido, lóbulos 3-4 mm de largo. Frutos drupas fusiformes a elípticas, pireno 5-7 × 2-2,5 mm.
2022-12-06T13:14:21Z
Amaya,Alix Popovkin,Alex
Panicoideae (Poaceae) em remanescentes florestais do sul da Bahia: aspectos taxonômicos e ecológicos
Esse trabalho consiste no levantamento das espécies de Panicoideae (Poaceae) em remanescentes de Mata Atlântica no sul do estado da Bahia. As coletas foram realizadas entre os anos de 2007 e 2010, concentrando-se nos bordos e no interior dos três maiores remanescentes florestais da Reserva Ecológica da Michelin (Mata da Vila 5, Pancada Grande e Pacangê). Foram confirmadas 24 espécies em 11 gêneros, sendo Ichnanthus P. Beauv. e Paspalum L. os mais representativos, com cinco e oito espécies, respectivamente. Uma chave de identificação para gêneros e espécies é apresentada, assim como descrições, ilustrações e dados ecológicos, contribuindo para o conhecimento das espécies florestais de Poaceae do Brasil.
2022-12-06T13:14:21Z
Pimenta,Karena Mendes Dórea,Marcos da Costa Oliveira,Reyjane Patrícia de
Araceae do Parque Estadual de Ibitipoca, Minas Gerais, Brasil
O Parque Estadual de Ibitipoca está situado no sudeste do estado de Minas Gerais, entre os paralelos 21°40'15"‒21°43'30"S e os meridianos 43°52'35"‒43°54'15"W, totalizando 1.488 hectares. Apresenta diversas formações vegetacionais como a Floresta Atlântica e os campos rupestres. O presente trabalho teve como objetivo realizar o levantamento das espécies de Araceae do Parque Estadual de Ibitipoca, com uma chave de identificação, descrições, ilustrações, informações sobre habitats de ocorrência. Amostras férteis foram coletadas em 2004 e 2005 e incorporadas nos herbários RB e SPF. Foram reconhecidas 10 espécies pertencentes a três gêneros, sendo Anthurium Schott o mais representativo com cinco espécies, seguido por Philodendron Schott com quatro. Asterostigma Fisch. & C.A.Mey. foi representado por apenas uma espécie.
2022-12-06T13:14:21Z
Temponi,Lívia Godinho Poli,Letícia Peres Sakuragui,Cássia Mônica Coelho,Marcus Alberto Nadruz
Relação entre a vegetação e as propriedades do solo em áreas de campo limpo úmido no Parque Nacional de Sete Cidades, Piauí, Brasil
O objetivo desse estudo foi avaliar a estrutura da camada herbáceo-subarbustiva em comunidades de campo limpo no Parque Nacional de Sete Cidades localizado no Piauí, e a sua relação com as variáveis edáficas e espaciais das áreas. A amostragem da vegetação foi realizada no final da estação chuvosa/início da seca, através do método de interseção na linha, para determinar a composição e a cobertura linear das espécies. Dezessete linhas de 10 m, subdivididas em seções de 1 m, foram distribuídas em seis áreas distintas. Amostras de solo (0-20 cm) foram coletadas para análises químicas e texturais. Foram amostrados 71 táxons relacionados a 46 gêneros e 25 famílias. A análise de correspondência canônica (CCA) separou as linhas amostradas em três grupos, associados as propriedades texturais e químicas do solos, que coincidiram com as áreas mais similares. O procedimento de permutação com múltiplas respostas (MRPP) detectou diferenças significativas entre os grupos da CCA. As variáveis ambientais mais fortemente correlacionadas foram Cu, Fe, saturação de alumínio, silte, Zn, saturação de bases e areia, explicando 37,9% da variação dos dados. A distância espacial entre as linhas foi responsável por 16,8% da variação explicada. A distribuição dos campos úmidos no Parque parece estar determinada pelos gradientes de textura e fertilidade dos solos.
2022-12-06T13:14:21Z
Mendes,Maura Rejane de Araújo Munhoz,Cássia Beatriz Rodrigues Silva Júnior,Manoel Cláudio da Castro,Antonio Alberto Jorge Farias
Composição e estrutura arbórea em floresta estacional semidecidual no Espinhaço Meridional (Serra do Cipó, MG)
Estudos florísticos e fitossociológicos têm sido feitos em áreas de Mata Atlântica, sendo parte desses em remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual. Entretanto, no cômputo geral, as florestas na Serra do Espinhaço têm sido pouco estudadas. Este trabalho objetiva descrever e analisar a composição e estrutura de espécies arbóreas de uma área de Floresta Estacional Semidecidual na face leste da Serra do Cipó, porção meridional da Serra do Espinhaço (MG). O método de ponto-quadrante foi utilizado para estudo fitossociológico, sendo o levantamento florístico total incrementado por coletas não-sistematizadas. Foram calculados: área basal total, densidade, frequência e dominância relativas, além do índice de valor de importância. O levantamento florístico total registrou 280 espécies, número que destaca a riqueza da área, cuja maior afinidade florística é com outras áreas florestais localizadas nas bacias dos Rios Doce e Paraíba do Sul. Os parâmetros fitossociológicos destacam a predominância de espécies pioneiras e secundárias iniciais, o que, assim como os valores estruturais, caracteriza um estádio secundário inicial a intermediário de regeneração. Os dados deste trabalho realçam a importância da preservação das florestas estacionais da Mata Atlântica e, particularmente, de áreas florestais na porção leste do Espinhaço.
2022-12-06T13:14:21Z
Santos,Matheus Fortes Serafim,Herbert Sano,Paulo Takeo
Leguminosae no Parque Ecológico Paulo Gorski, Cascavel, Paraná, Brasil
Este estudo apresenta um levantamento florístico da família Leguminosae no Parque Ecológico Paulo Gorski, uma reserva natural no oeste do estado do Paraná, sul do Brasil e teve como objetivo contribuir para o conhecimento da flora de leguminosas no estado. As coletas ocorreram mensalmente, entre outubro/2007 e dezembro/2008, ao longo de trilhas preexistentes. Leguminosae foi representada por 29 espécies, alocadas em 26 gêneros. Senna foi o gênero mais representativo, com três espécies, seguido por Desmodium, com duas espécies. Os demais gêneros foram representados por uma única espécie. Este trabalho inclui chave de identificação, descrições, comentários, distribuição geográfica, fenologia e ilustrações das espécies.
2022-12-06T13:14:21Z
Snak,Cristiane Temponi,Lívia Godinho Garcia,Flávia Cristina Pinto
A família Rubiaceae Juss. no Cariri Paraibano
O Cariri Paraibano, situado numa depressão do Planalto da Borborema na Paraíba, é considerado uma das áreas prioritárias para a conservação da Caatinga. O presente trabalho teve como objetivo realizar o levantamento e caracterização das espécies de Rubiaceae presentes no Cariri Paraibano, visando contribuir com a taxonomia da família e com os estudos florísticos na região. Foram identificados 15 gêneros (Borreria, Chiococca, Cordiera, Coutarea, Diodella, Guettarda, Leptoscella, Manettia, Mitracarpus, Oldenlandia, Randia, Richardia, Spermacoce, Staelia e Tocoyena,) e 21 espécies de Rubiaceae na área. Apresenta-se uma chave para identificação das espécies bem como descrições, ilustrações e comentários sobre as espécies estudadas.
2022-12-06T13:14:21Z
Pessoa,Maria do Céo Rodrigues Barbosa,Maria Regina de V.
Guatteria (Annonaceae) da Floresta Atlântica brasileira
Guatteria Ruiz et Pav. é o maior gênero de Annonaceae, com 307 espécies de distribuição neotropical. Caracteres reprodutivos constantes e vegetativos variáveis dificultam a caracterização das espécies. Como resultado do presente estudo são reconhecidas 15 espécies do gênero na Floresta Atlântica, Guatteria australis, G. campestris, G. candolleana, G. emarginata, G. ferruginea, G. latifolia, G. macropus, G. oligocarpa, G. pogonopus, G. pohliana, G. sellowiana, G. schomburgkiana, G. stenocarpa, G. tomentosa e G. villosissima. Oito nomes são sinonimizados e dois lectótipos são indicados. Chave, descrições, comentários taxonômicos, informações sobre fenologia, distribuição geográfica, hábitats de ocorrência, status de conservação e ilustrações são apresentados.
2022-12-06T13:14:21Z
Lobão,Adriana Quintella Mello-Silva,Renato de Forzza,Rafaela Campostrini
Flora fanerogâmica da Serra do Ouro Branco, Minas Gerais: Myrtaceae
Myrtaceae é uma das famílias mais representativas da flora brasileira, fato que não tem sido acompanhado por um número expressivo de trabalhos taxonômicos. O presente estudo teve como objetivo realizar o tratamento taxonômico para a família na Serra do Ouro Branco, o ponto mais ao sul da Serra do Espinhaço. Foram registrados 10 gêneros e 24 espécies para a região: Accara (1 sp.), Blepharocalyx (1 sp.), Calyptranthes (2 spp.), Campomanesia (2 spp.), Eugenia (2 spp.), Marlierea (2 spp.), Myrceugenia (2 spp.), Myrcia (10 spp.), Psidium (1 sp.), Siphoneugena (1 sp.). São apresentados chaves de identificação, descrições e comentários sobre gêneros e espécies.
2022-12-06T13:14:21Z
Santos,Matheus Fortes Sano,Paulo Takeo
Flora do Rio Grande do Norte, Brasil: Turneraceae Kunth ex DC.
Este trabalho consiste no levantamento da família Turneraceae no estado do Rio Grande do Norte, nordeste brasileiro. Foram registradas 13 espécies, distribuídas em dois gêneros: Piriqueta Aubl., com quatro espécies (P. duarteana (A. St.-Hil., A. Juss. & Cambess.) Urb., P. guianensis N.E.Br., P. racemosa (Jacq.) Sweet e P. viscosa Griseb.), e Turnera L., com nove espécies (T. blanchetiana Urb., T. calyptrocarpa Urb., T. cearensis Urb., T. chamaedrifolia Cambess., T. diffusa Willd. ex Schult., T. melochioides A. St.-Hil. & Cambess., T. pumilea L., T. scabra Millp. e T. subulata Sm.). São fornecidas chaves para separação de gêneros e espécies, descrições e ilustrações, além de comentários taxonômicos e biogeográficos para as espécies.
2022-12-06T13:14:21Z
Rocha,Lamarck do Nascimento Galdino da Melo,José Iranildo Miranda de Camacho,Ramiro Gustavo Valera
Levantamento das espécies de Amasonia (Lamiaceae) para o Brasil
O presente trabalho consiste no levantamento das espécies de Amasonia L.f. para o Brasil, com base em observações de campo e estudo de espécimes de herbários, além de fotografias de tipos e de documentação bibliográfica. Amasonia é um gênero neotropical, com distribuição na América do Sul e Antilhas. Oito espécies são reconhecidas para o gênero (A. angustifolia, A. arborea, A. calycina, A. campestris, A. hirta, A. lasiocaulos, A. obovata e A. spruceana) ocorrendo principalmente nas regiões amazônica e centro-oeste do país. Chave para a identificação, ilustrações e dados de floração e frutificação são fornecidos.
2022-12-06T13:14:21Z
Santos,Juliana Silva dos França,Flávio Silva,Marcos José da Sales,Margareth Ferreira de
Alstroemeriaceae na Região Sul do Brasil
Alstroemeriaceae compreende ervas perenes eretas ou volúveis, rizomatosas de folhas geralmente ressupinadas. É encontrada em quase todos os tipos de hábitats, de florestas a brejos e até desertos. A família está representada na Região Sul do Brasil pelo gênero Alstroemeria L., incluindo 9 espécies: Alstroemeria albescens M.C.Assis, A. amabilis M.C.Assis, A. apertiflora Baker, A. cunha Vell., A. inodora Herb., A. isabelleana Herb., A. malmeana Kraenzl., A. psittacina Lehm., A. sellowiana Seub. ex Schenk, e pelo gênero Bomarea Mirb. incluindo apenas a espécie B. edulis (Tussac) Herb. Neste trabalho são apresentadas nova sinonimização, chaves de identificação, descrição das espécies, ilustrações e comentários.
2022-12-06T13:14:21Z
Assis,Marta Camargo de
Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Ochnaceae e Quinaceae
Ochnaceae s.s., Quiinaceae e Medusagynaceae são filogeneticamente relacionadas e por vezes consideradas como Ochnaceae s.l., sendo apenas as duas primeiras conhecidas para o Brasil. Ochnaceae s.s. ocorre nas regiões tropicais e subtropicais, enquanto Quiinaceae é exclusivamente neotropical e predominantemente amazônica. No nordeste do Brasil, estão registrados os gêneros Elvasia DC., Luxemburgia A.St.-Hil., Ouratea Aubl., Sauvagesia L. (Ochnaceae s.s.) e Lacunaria Ducke e Quiina Aubl. (Quinaceae). Na Usina São José (USJ), Ochnaceae está representada por Ouratea castaneifolia (DC.) Engl., O. crassa Tiegh., O. hexasperma (A.St.-Hil.) Baill. e Sauvagesia erecta L., e Quiinaceae por Q. florida Tul. O trabalho inclui chave de identificação, descrições, comentários gerais sobre distribuição geográfica e habitats, caracteres diagnósticos e ilustrações.
2022-12-06T13:14:21Z
Silva,Fernanda Oliveira Lourenço,Ana Raquel de Lima Pessoa,Maria do Céo Rodrigues Alves,Marccus Vinícius
Consumo e dispersão secundária de sementes de Mucuna urens (Fabaceae) em Floresta Atlântica no Sul do Brasil
No presente estudo foram avaliados o consumo, a remoção e a dispersão secundária de sementes de Mucuna urens (Fabaceae - Faboideae) em um fragmento de Floresta Atlântica, no Parque Municipal da Lagoa do Peri, Florianópolis, SC. O padrão biométrico e o consumo por invertebrados foram avaliados em 100 sementes. A remoção e a dispersão secundária foram avaliadas em 120 e 25 sementes, respectivamente. A média do comprimento, largura e massa das sementes foi de 2,87±0,19 cm, 2,83±0,23 cm e 5,04±1,60 g, respectivamente, e 41% estavam consumidas por besouros Curculionidae, Scolytinae. Não houve relação do comprimento e da largura das sementes consumidas e não consumidas, sendo a massa das consumidas significativamente menor do que as não consumidas, devido aos escolitíneos se alimentarem do cotilédone. As cutias (Dasyprocta azarae) removeram 74,16% (n = 89) das sementes. Esse roedor dispersou 48% e enterrou 36% das sementes, a uma distância média de 8,06 m (± 7,46 m), variando de 1,00 a 35,90 m. A dispersão secundária e o estocamento das sementes de M. urens por cutias diminui a probabilidade de predação por outros vertebrados e invertebrados e aumenta as chances de ocorrer a germinação em sítios favoráveis, ajudando na propagação da espécie.
2022-12-06T13:14:21Z
Zimmermann,Thalita Gabriella Begnini,Romualdo Morelatto Castellani,Tânia Tarabini Lopes,Benedito Cortês Reis,Ademir
New records in Schizachyrium (Poaceae - Andropogoneae) for Rio Grande do Sul and for Brazil
The genus Schizachyrium Nees includes ca. 60 species, 15 of them previously cited for Brazil. Schizachyrium bimucronatum Roseng., B.R. Arrill. & Izag. is a new record for Brazil and S. lactiflorum (Hack.) Herter, for the State of Rio Grande do Sul. Morphological data to aid in the identification of the two species, including short descriptions and illustrations, as well as data on their geographical distribution and habitat, are provided.
2022-12-06T13:14:21Z
Welker,Cassiano Aimberê Dorneles Longhi-Wagner,Hilda Maria
Novos registros de samambaias para a Amazônia Brasileira
Novos registros de ocorrência de samambaias são apresentados: dois para o Brasil, dois para a Amazônia Brasileira e 19 para o estado do Pará.
2022-12-06T13:14:21Z
Góes-Neto,Luiz Armando de Araújo Pietrobom,Marcio Roberto
Kielmeyera aureovinosa (Calophyllaceae): a new species from the Atlantic Rainforest in highlands of Rio de Janeiro state
Kielmeyera aureovinosa M. Gomes is a tree of the Atlantic Rainforest, endemic to the highlands of Rio de Janeiro state, occurring in riverine forest. The new species is distinguished in the genus by having a wine colored stem with metallic luster, peeling, with golden bands: it differs from other species of Kielmeyera section Callodendron by having leaves with sparse resinous corpuscles and flowers with ciliate margined sepals and petals. This paper provides a description of the species, illustrations and digital images; morphological and palynological features of Kielmeyera section Callodendron species are discussed and compared.
2022-12-06T13:14:21Z
Gomes,Mario
Sobrevivência de plântulas, características fotossintéticas e crescimento de Discocarpus pedicellatus (Phyllanthaceae)
Discocarpus pedicellatus é uma espécie arbórea endêmica da Mata Atlântica que apresenta regeneração natural por meio da formação de bancos de plântulas, ocorrendo em populações com manchas de elevada densidade de árvores adultas nas florestas semidecíduas do sul da Bahia. Foram realizados dois estudos, um no campo e outro em casa de vegetação, visando analisar a sobrevivência de plântulas e os efeitos do sombreamento nas características fotossintéticas e no crescimento de plantas jovens de D. pedicellatus. No início das avaliações no campo a densidade de plântulas foi muita elevada, em torno de 700 plântulas m-2. Ao final de dois anos esses valores variavam entre 5 e 190 plântulas m-2, sendo raros os indivíduos que apresentavam folhas verdadeiras. Em casa de vegetação, os valores da taxa fotossintética líquida em saturação de radiação luminosa (Amax), da irradiância de compensação (Ic), da taxa de respiração no escuro (Rd), da taxa de crescimento relativo (TCR) e da taxa assimilatória líquida (TAL), indicam que essa espécie apresenta crescimento lento, típico de espécies que regeneram no interior de florestas com dossel fechado. Além disso, com o aumento do sombreamento observou-se uma diminuição significativa da Rd, indicando que a sobrevivência no sub-bosque está associada com baixas taxas metabólicas e de crescimento. Os resultados obtidos indicam que a estratégia de regeneração por bancos de plântulas e a capacidade de ajustar o seu metabolismo em função da radiação luminosa disponível são fatores importantes para o estabelecimento de populações de D. pedicellatus com manchas de elevada densidade populacional nas florestas semidecíduas do sul da Bahia.
2022-12-06T13:14:21Z
Mercês,Dinara de Andrade Pinheiro,Marayana Prado Oliveira Filho,Josafá Amaral de França,Solange Gomes,Fábio Pinto Fiaschi,Pedro Mielke,Marcelo Schramm