Repositório RCAAP

Da Blogosfera ao Facebook: o paradigma da comunicação nas bibliotecas portuguesas

Neste documento analisa-se a situação da presença das bibliotecas públicas e académicas portuguesas na blogosfera e no Facebook. O aparecimento e desenvolvimento de blogues produzidos por bibliotecas é um fenómeno ainda recente em Portugal, atualmente a ser ultrapassado pela rede social Facebook, que passou a dominar o palco das redes sociais e se converteu na mais utilizada em todo o mundo. A implementação de serviços 2.0 pelas bibliotecas tem como finalidade a participação, a interação e uma melhor comunicação com os seus utilizadores. Quais as estratégias que as bibliotecas utilizam para atingir uma melhor comunicação e interação na Web com os seus utilizadores, através dos blogues e das redes sociais? Que uso fazem destas tecnologias da informação e da comunicação? Neste estudo apresenta-se um levantamento da situação e das tendências atuais nestas unidades de informação.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Alvim, Luísa

Blogo agora que estão a morrer... ou não? Blogues como ferramentas de apoio às tarefas de promoção da leitura

Mais do que obter retorno dos utilizadores, ajudar-nos nas respostas as suas solicitacoes e expectativas: e esta a mais-valia do blogue – hoje – para o bibliotecario, principalmente quando, para feedback de atividades, acoes e iniciativas, o Facebook da as cartas. Ja para a partilha especializada de saberes – nomeadamente no âmbito da promocao do livro, da leitura e da literatura –, ter a mao um blogue de um livreiro, editora ou critico literário tem um valor incalculavel. Na blogosfera o conteudo e cada vez mais rei e a credibilidade dos que o produzem fundamental para validação da informacao. Munidos de uma serie de enderecos que cumprem o supracitado, redistribuiremos sugestoes de leitura – a titulo de exemplo – de forma bem mais assertiva, rapida e segura. Alias, e tambem considerando estas vantagens que se desmonta a ideia da morte anunciada destes moleskines digitais. Talvez metamorfose seja a palavra mais adequada.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Matos, Gaspar

Mundos virtuais: que vida existe no Second Life?

Os mundos virtuais tem vindo a afirmar-se no panorama da industria da educação e do entretenimento. Ao possibilitar a construção de comunidades em rede, no espirito da web 2.0, e ao dar ao utilizador a hipótese de criar objetos digitais num mundo digital persistente, alguns destes mundos virtuais tem vindo a ser explorados no domínio das ciências exatas e sociais. Neste artigo, apresenta-se uma panorâmica sobre a plataforma Second Life com uma breve historia da Info Island – um território digital construído por profissionais de informação e educadores, onde universidades, escolas e bibliotecas de diversas tipologias começam a explorar as potencialidades da utilização de ambientes imersivos.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Correia, Miguel Mimoso Eiras, Bruno Duarte

Literacias de In(Formação) 3.0 em tempos de Web 2.0: novas perspetivas

As ideias apresentadas neste artigo resultam de uma reflexão sobre o futuro da convencional formação de utilizadores, terminologia atualmente superada pelos conceitos de ≪literacia de informação≫ ou ≪aprendizagem ao longo da vida≫. Ambas as áreas evoluem a par dos avanços tecnológicos, sendo importante analisar em que medida as mudanças potenciadas pelas tecnologias de informação e comunicação alteram o comportamento dos utilizadores das bibliotecas, suscitando novas necessidades de informação e de aprendizagem. Em presença desta evidencia, as bibliotecas tem de ser inclusivas e proporcionar programas de formação e aprendizagem que, entre outros aspetos, contribuam para melhorar as condições de acesso e uso dos serviços de informação na era digital, assim como, no cumprimento da sua missão, impulsionem a infoinclusao tecnológica. A aposta no desenvolvimento de competências de informação ou dos media (acesso, seleção, avaliação, analise critica e comunicação) abrange distintos meios de comunicação que impregnam o nosso dia a dia, desde a televisão, cinema, radio, Internet ou meios impressos. Assim, em tempos de Web 2.0 e de processos de aprendizagem em rede, tudo aquilo que sabemos ou conhecemos e continuamente colocado em causa. Em prospetiva, e feita uma breve introdução ao cenário dos Serviços de Referencia e In(Formação) em ambientes Web 3.0, como preparação para aquilo que o futuro reserva as bibliotecas.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Amândio, Maria José

Conteúdo gerado pelos utilizadores: desafios para as bibliotecas

A democratização do acesso as tecnologias da informação e comunicação e a emergência de plataformas que privilegiam a publicação de conteúdos e a socialização dos indivíduos, fez nascer um novo tipo de consumidor de informação, agora também produtor. O resultado deste novo papel, normalmente designado por Conteúdo Gerado pelos Utilizadores e um fenómeno relativamente recente, mas que, graças a ubiquidade da tecnologia, se tem vindo a espalhar, apesar de o comportamento da maioria dos indivíduos na Web ser orientado por outras motivações, nomeadamente a da comunicação. O conteúdo produzido e multiforme, apresenta diversos níveis de granularidade, pode ser original, derivado ou resultar de uma remistura, e produzido individualmente ou de forma cooperativa em plataformas que apelam a socialização, e nas quais poucos indivíduos são grandes produtores e a grande maioria contribuintes esporádicos. A utilização destes conteúdos pela comunidade parece obedecer também a uma constante que se traduz no consumo dos mesmos, poucos, conteúdos por um grande numero e numa popularidade diminuta de muitos, o que, apesar disso, não deixa de constituir uma nova possibilidade de atingir um numero diversificado de pequenos nichos. Os problemas da originalidade, privacidade e qualidade são os que mais recorrentemente ocorrem na discussão da outra face desta moeda. As bibliotecas tem vindo timidamente a aceitar estes novos produtores, abrindo mesmo a sua participação os instrumentos de organização e recuperação de informação que, historicamente, eram só seus, mas demonstrando alguma dificuldade na assunção do papel de produtoras, em cooperação, de novos conteúdos, que não os do domínio tradicional da meta-informação. A discussão a volta de questões como da organização, recuperação e preservação destes conteúdos da os primeiros passos, bem como a da gestão destas comunidades de utilizadores/produtores. No entanto, esta e uma realidade que não e possível ignorar e espera-se que este contributo possa servir para lançar a discussão e a investigação na comunidade das bibliotecas portuguesas.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Leitão, Paulo

Catálogo 2.0: nascido na biblioteca, criado pela comunidade

Na sociedade atual em que os serviços Web 2.0 são omnipresentes, quer pelo numero e funcionalidades que oferecem, quer pela elevada adesão as mesmas (transversalmente a todos os tipos de utilizadores), já não se questiona a importância da sua adoção pelas Bibliotecas. Pode-se e deve-se contudo questionar como as promover e manter, de modo a potenciar a missão da Biblioteca como elemento enriquecedor da Comunidade que serve, explorando as sinergias resultantes das interações associadas as atividades, sejam elas pró-ativas ou passivas, junto da Comunidade (dando e recebendo da mesma). Algumas soluções, comerciais ou Open Source, oferecem já componentes Web 2.0 no cenário da descoberta de informação. Estes componentes e o ambiente participativo e colaborativo associado ao seu uso podem ajudar no enriquecimento de sistemas de pesquisa e recuperação de informação, promovendo a Inteligência Coletiva pela partilha de informação revestida de conhecimento e avaliando os recursos encontrados, de modo a que os utilizadores seguintes, ao efetuarem uma pesquisa semelhante, obtenham em primeiro lugar os resultados mais pertinentes (ciclo “Procurar > Encontrar > Avaliar > Compreender > Partilhar”). Nesta comunicação e apresentado um modelo em que não apenas o documento e elemento de referencia mas, para alem dele, devera ser também o utilizador em si e toda a sua envolvente (atividades e informação associada ao seu perfil ou comunidades a que pertença), assumindo uma dimensão crucial na geração de informação adicional pelos próprios utilizadores o sistema, com possíveis mais-valias na criação e identificação de comunidades de utilizadores com interesses comuns.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Bento, Filipe

In Memoriam

. Figueira Mestre . Isabel Sousa

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2022-11-18T13:07:32Z

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Santos, Maria Paula Taquelim, Cristina Moura, Maria José

Editorial

O que pode interessar a um profissional da informação e documentação numa publicação da sua área, editada em Portugal? A divulgação de trabalhos de investigação? A partilha de resultados de trabalhos de campo? O acesso a artigos de opinião? A partilha de boas práticas? As recensões de novidades editoriais? Os Cadernos BAD tem sido tudo isto, desde 1963, quando ainda publicados em Coimbra, e pelo reconhecimento dessa importante função enquanto veiculo de resposta a necessidades objetivas de divulgação e de transmissão de ideias e experiencias entre os profissionais de informação que a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas continua a encarar a sua publicação como uma prioridade estratégica e como um compromisso para com os seus associados e para com a comunidade de profissionais em geral. Com o evoluir da profissão, a transdisciplinaridade impôs-se ao nível da diversidade temática e de abordagem do leque de artigos propostos em cada número. Na mesma medida, o reconhecimento internacional dos Cadernos BAD exerceu uma crescente atraccão em autores não nacionais, com evidente destaque dos falantes da língua portuguesa e, muito expressivamente, de autores brasileiros. O numero que agora apresentamos e bem elucidativo dessas dinâmicas, e esperamos que a sua leitura contribua para o objectivo ultimo de valorização cientifica, técnica e cultural que se pretende.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Oliveira, João Carlos

A aprovação do Código dos Contratos Públicos (CCP) e a sua aplicação no domínio da actividade contratual nas bibliotecas portuguesas

A publicação do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de Junho não atendeu à especificidade da realização de despesas públicas e aquisição de bens móveis e serviços, mormente nas Bibliotecas e Serviços de Documentação e Informação portuguesas. Detectado o vazio legal consubstanciado nas dificuldades impostas pelo referido diploma legal, o Decreto-Lei n.º 18/2008 de 29 de Janeiro procurou disciplinar a contratação pública e o regime substantivo dos contratos públicos que revistam a natureza de contrato administrativo. Na prática, tal não sucedeu. Neste artigo, apontamos as suas lacunas, os seus erros e as diferentes interpretações induzidas por uma suposta e esperada transparência nos actos praticados e com evidência para os procedimentos por ajuste directo.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Pereira, José Manuel Videira, Marguerita Sofia Coelho

Invisibilidade das revistas científicas brasileiras de educação física nas bases de dados

O texto discute os indicadores: escopo, missão, produtor, ano inicial de publicação e conceito Qualis das revistas científicas brasileiras da área de educação física (EF) indexadas apontando para uma situação de pouca presença nas bases de dados significativas como: SciElo, Lilacs, ISI e no Portal de Periódicos da CAPES. Reconhece que os editores e autores dessas áreas devem buscar qualificar artigos e revistas para torná-los mais competitivos em relação às revistas da área de saúde. Recomenda uma análise mais atenta e uma reavaliação dos critérios usados pelos comitês das bases de dados para publicações referentes às áreas multidisciplinares.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Job, Ivone Fraga, Alex Branco Neto, Vicente Molina

O Serviço Educativo (SE) do Arquivo Regional da Madeira (ARM): relato de uma experiência como alavanca de outras...

Partilhar experiências e saberes adquiridos é uma das formas possíveis de diálogo e abertura de uma instituição. O presente texto visa sobretudo alcançar a comunidade arquivística, ao abordar uma experiência de implementação e desenvolvimento de um serviço educativo num arquivo histórico. Mas as actividades aqui ensaiadas poderão ser extensíveis a outras organizações culturais, como o foram para o Arquivo Regional os exemplos bem sucedidos de serviços congéneres em vários museus.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Barros, Fátima

Competências do editor de periódicos científicos enquanto gestor da informação

O campo da gestão da informação tem crescido o suficiente para abrigar novas competências que devem ser desenvolvidas pelo gestor da informação, desafiando sua expertise. Diante disso, questiona-se: quais são as competências inerentes ao editor de periódicos científicos enquanto gestor da informação? Para responder a tal questão, são revistos aspectos relativos aos temas competência e gestão da informação; são discutidas as competências do gestor da informação e, a partir disso, identificadas as competências inerentes ao editor de periódicos científicos enquanto gestor da informação.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Bomfá, Cláudia Regina Ziliotto Trzeciak, Dorzeli Salete Neto, Manoel Agrasso

A pesquisa brasileira em ciência da informação publicada em periódicos internacionais: um estudo crítico

Apresenta pesquisa bibliométrica que identifica artigos de periódicos de autoria de pesquisadores brasileiros publicados em periódicos estrangeiros indexados em bases de dados internacionais na categoria temática Ciência da Informação de 1970 até 2007. Constata a baixa inserção internacional da pesquisa brasileira em Ciência da Informação. Conclui que é possível alcançar a visibilidade internacional através da visão estratégica ao submeter artigos para publicação e da superação da barreira linguística.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Mattos, Ana Maria Dias, Eduardo Wense

A Bibliometria e as bibliotecas: projectos de investigação

Pretende demonstrar-se que a Bibliometria é um estudo quantitativo de produção científica, disseminação e uso de informação em diversos sectores de informação: os índices bibliométricos são padrões de medida e análises da produção intelectual impressa, indispensáveis à gestão bibliotecária. O factor impacto é o subproduto da análise estatística que quantifica o ranking e outras categorias das publicações periódicas – demonstra-se e exemplifica-se o cálculo matemático do factor impacto. Sugerimos a aplicação do factor impacto às publicações monográficas, para tal damos conta de estudos pioneiros levados a cabo por Cristóval Urbano da Universitat de Barcelona.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Maximino, Pedro

Ecos publicitarios del lenguaje jurídico

No dia-a-dia as interpretações do que é o direito são muito variadas; por exemplo, entre as mais frequentes: de ordem justa e equitativa; norma ou conjunto de normas que regulam nossa conduta social; garantia ou protecção, restrição ou limite do âmbito de actuação da liberdade de cada um; sanção de uma conduta; disposição ou mandato; ordem, imposição, decisão; acordo, pacto ou consenso de vontades; resolução de conflitos e litígios; faculdade e pretensão; modelo de ordenação e organização da vida social; instituição; ciência… Mas, se focalizamos a concepção do direito na norma jurídica, é evidente que é uma entidade lógica e, desde que se transforma em efectiva, socialização de comportamentos humanos.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Sacristán Romero, Francisco

Leituras

CUNHA, Murilo Bastos da; CALVACANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira – Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília: Briquete de Lemos, 2008. ISBN 78-85-85637-35-4 SIMÕES, Maria da Graça – Classificação Decimal Universal: fundamentos e procedimentos. Coimbra: Almedina, 2007. ISBN 978-972-40-3570-3 RIBEIRO, Fernanda – Para o estudo do paradigma patrimonialista e custodial: a Inspecção das Bibliotecas e Arquivos e o contributo de António Ferrão (1887-1965). Lisboa: CETAC (Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação); Edições Afrontamento, 2008. ISBN 972-36-0948-6

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2022-11-18T13:07:32Z

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Leitão, Paulo Prates, Cristina Barata, Paulo

Repositórios de Acesso Aberto em Portugal: situação presente, alguns resultados e perspectivas futuras

Levantamento dos repositórios de Acesso Aberto portugueses, informando sobre instituições promotoras, datas de criação, volume de documentos, software usado, harvesting e recolha de dados, assim como conteúdos (matérias e tipologia documental). Tecem-se alguns comentários aos dados e apontam-se questões a requerer investigação futura.

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Sequeiros, Paula

Do projecto PCM – Plataforma Comum de Modernização, à Macro-estrutura de Classificação de Documentos para a Administração Pública: reflexões

O projecto PCM (Plataforma Comum de Modernização) aprovado pelo POAP envolveu diversas Secretarias-Gerais, do Ministério das Finanças e Administração Pública, da Administração Interna, do Ambiente e Desenvolvimento Rural e ainda o Instituto da Juventude, o CEGER e o Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. O projecto visou objectivos amplos de modernização, nomeadamente do ponto de vista da interoperabilidade semântica, técnica e organizacional. Visou a desmaterialização de documentos e a troca de documentos electrónicos entre diversas entidades. Dando expressão à interoperabilidade semântica foi definida uma linguagem de classificação de documentos baseada nas funções e subfunções transversais da administração pública, a que foi dado o nome de Macro estrutura Temática Áreas - Meio. Levando mais longe os objectivos do projecto, cada parceiro tinha que definir internamente as suas próprias funções e subfunções a serem aprovadas pelo Grupo de Trabalho então constituído no âmbito do projecto, para que de modo coordenado garantissem a mesma lógica da estrutura classificativa inicial. As reflexões que aqui deixamos partem do pressuposto que os grandes objectivos do projecto podem ficar comprometidos, porque limitados ao número dos parceiros intervenientes, pois só podem ser de facto atingidos caso haja continuidade e desenvolvimento da macroestrutura classificativa alargada a todos os ministérios, abrangendo todo o espectro das funções do Estado, espelhadas então na linguagem comum de classificação de documentos que o projecto apenas iniciou.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Bobone, Madalena

Organização documental: uma nova perspectiva para o Arquivo Municipal Prof. Arnoldo Beber

São inquestionáveis os avanços das tecnologias da computação e da comunicação no mundo globalizado, e com eles o profissional da informação tem o papel de ser o gestor das unidades de informação, cabendo ao mesmo tratar não só do fluxo informacional da empresa, mas dos documentos que são recebidos e produzidos por ela. Essas unidades informacionais podem constituir uma biblioteca, um centro de documentação ou um arquivo. Dentro dessa perspectiva, esta pesquisa trata da organização dos documentos do Departamento de Recursos Humanos que estão depositados no Arquivo Municipal Prof. Arnoldo Beber da Prefeitura Municipal de Rondonópolis ⁄ MT, através das normas de gestão documental, p revistas na Lei n.º 8159 de 8 de Janeiro de 1991, que dispõe sobre a gestão de documentos públicos e privados. O referencial teórico apresenta considerações e definições acerca da gestão de documentos de arquivos, das novas tecnologias e dos profissionais da informação frente à gestão da informação e mostra a relevância da informatização de uma unidade de informação. Leva-se em conta que estes requisitos vieram a dar base ao trabalho de organização documental do acervo mencionado do Departamento de Recursos Humanos.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Pinheiro, Mariza Inês da Silva Fonseca, Orlando Rodrigues da

O Mito da Biblioteca Universal

Nos últimos anos tem-se assistido a uma crescente ênfase na ideia de uma biblioteca virtual universal e na possibilidade da sua realização eminente em virtude do desenvolvimento das novas tecnologias digitais e da consolidação da infra-estrutura global de informação. As referências eufóricas à biblioteca universal online (que por vezes se crê ser a própria Internet) ou às bibliotecas digitais são recorrentes, parecendo irreversível o caminho para o acesso instantâneo e ubíquo à totalidade da informação. Contudo, os supostos atributos de uma biblioteca ideal não são nem recentes nem resultam de um novo ambiente tecnológico, pois são um sonho partilhado por todas as culturas dependentes da palavra escrita.

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2022-11-18T13:07:32Z

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Furtado, José Afonso