Repositório RCAAP
Poluição e doenças ocupacionais pulmonares
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2022-12-06T14:05:49Z
Algranti,Eduardo
Doenças pulmonares intersticiais
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2022-12-06T14:05:49Z
Pereira,Carlos Alberto de Castro
SDRA e ventilação
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Schettino,Guilherme P.P Borges Sobrinho,João Batista
Medicina do sono
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Viegas,Carlos Alberto Tavares,Paulo
Fisiopatologia
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2022-12-06T14:05:49Z
Barbas,Carmem Silvia Valente
Doenças pulmonares obstrutivas crônicas
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2022-12-06T14:05:49Z
Alves,Rogério Lopes Rufino
Curso de epidemiologia básica para pneumologistas: 3ª parte - estudos de intervenção
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2022-12-06T14:05:49Z
Menezes,Ana M.B Santos,Iná da S. dos
Curso de diagnóstico por imagem do tórax: capítulo V - imagem da embolia pulmonar
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2022-12-06T14:05:49Z
Souza Junior,Arthur Soares de
Tomografia computadorizada na insuficiência respiratória aguda
O objetivo do presente trabalho é revisar o uso da tomografia computadorizada (TC) na insuficiência respiratória aguda (IRA) - lesão pulmonar aguda ou acute lung injury (ALI) e síndrome da angústia respiratória aguda (SARA). Foram revisados os principais trabalhos publicados na literatura em língua inglesa e localizados por pesquisa na Medline, que estudaram o uso da TC na IRA. A TC permite, num primeiro momento, uma avaliação qualitativa da morfologia pulmonar buscando a presença de hiperdensidades difusas e/ou localizadas e de outras anormalidades concomitantes (como derrame pleural e pneumotórax). Além disso, permite avaliar os histogramas de densidade pulmonares a partir dos quais podem ser efetuados o cálculo dos volumes pulmonares totais e regionais (volume das regiões ventiladas, parcialmente ventiladas, não ventiladas e de hiperdistensão). Isso possibilita quantificar recrutamento alveolar e hiperdistensão decorrentes de estratégias ventilatórias, como por exemplo do uso de diferentes níveis de pressão expiratória final positiva (PEEP).
2022-12-06T14:05:49Z
Vieira,Silvia Regina Rios
Doenças respiratórias: problemas e soluções
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2022-12-06T14:05:49Z
Dalcolmo,Margareth Pretti
"Que fazer"
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2022-12-06T14:05:49Z
Cardoso,Alexandre Pinto
Ensaio clínico, aberto, controlado sobre a adição de brometo de ipratrópio ao fenoterol no tratamento da crise de asma em adultos
No tratamento da crise de asma, empregam-se doses repetidas de drogas b2-agonistas por via inalatória. O efeito da adição do brometo de ipratrópio (BI) ao b2-agonistas é controverso em adultos. OBJETIVO: Avaliar se adição de BI ao fenoterol, em tratamentos inalatórios repetidos, induz a maior broncodilatação, com reversibilidade da crise e alta da emergência em pacientes em crise grave de asma. LOCAL DO ESTUDO: Serviço de Pronto-Atendimento de Pneumologia, Disciplina de Pneumologia da Unifesp-Hospital São Paulo, no período de julho de 1995 a fevereiro de 1997. TIPO DE ESTUDO: Aberto, randomizado, paralelo. Alta da emergência determinada pelo VEF1 e PFE > 60% do previsto. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Cento e vinte pacientes em crise de asma foram divididos em dois grupos (N = 60): fenoterol (F) e brometo de ipratrópio + fenoterol (BIF) com VEF1 e PFE < 50% do previsto. Cada grupo recebeu três tratamentos inalatórios, através de nebulímetro e câmara de expansão, administrados em intervalos de 30 minutos. No grupo F foram administrados 4 jatos de fenoterol (400mcg) e no grupo BIF, 160mcg de BI e 400mcg de fenoterol (4 jatos). RESULTADOS: A média (± DP) do PFE basal (F = 36 ± 7% vs. BIF = 35 ± 9% previsto) e do VEF1 basal (F = 33 ± 9% vs. BIF = 32 ± 9%). Trinta e dois pacientes no grupo F e 33 pacientes no grupo BIF tiveram alta após tratamentos inalatórios. O VEF1 e PFE ao final dos tratamentos inalatórios foram, respectivamente, F = 60 ± 13% vs. BIF = 61 ± 11% e F = 74 ± 18% vs. BIF = 77 ± 13% (NS). CONCLUSÃO: A adição de brometo de ipratrópio ao fenoterol resulta em efeito funcional insignificante e sem impacto clínico no tratamento da crise de asma em adultos.
2022-12-06T14:05:49Z
Diccini,Solange Silva,Clystenes Odyr Soares Nakatani,Jorge Pereira,Carlos Alberto de Castro
Adequação dos descritores em Ciências da Saúde para a indexação de dissertações acadêmicas, na área de doenças respiratórias
INTRODUÇÃO: O processo de indexação consiste em duas fases: primeira, identificar e representar o conteúdo intelectual de um documento; segunda, traduzir a análise do assunto para uma linguagem específica, utilizando descritores. Na biblioteca do Instituto de Doenças do Tórax da UFRJ, a indexação era realizada por meio de um vocabulário controlado - DeCS (Descritores em Ciências da Saúde). O objetivo deste trabalho foi verificar se são adequados, para indexação, os descritores empregados pelos autores de teses e dissertações de mestrado, na área de doenças respiratórias. MÉTODO: Os descritores de 29 teses e dissertações de mestrado em Tisiologia e Pneumologia, de 1990 a 1996, foram estudados. RESULTADOS: A coleta de dados evidenciou que 29 autores empregaram 101 descritores (3,48 descritores/autor). Dos 101 descritores, 47 (47%) eram adequados. CONCLUSÃO: Quarenta e sete por cento dos descritores empregados, nas teses e dissertações do Curso de Mestrado em Tisiologia e Pneumologia do IDT-UFRJ (1990 a 1996), são adequados segundo o DeCS.
2022-12-06T14:05:49Z
Rosas,Patrícia Guimarães,Carlos Alberto Júdice,Luiz Felippe Pereira,Carlos Alberto de Castro Válio,Else Benetti Marques
Tabagismo e etilismo em funcionários da Universidade Estadual do Ceará
O presente estudo pretendeu identificar os hábitos de tabagismo e etilismo de funcionários da Universidade Estadual do Ceará, em Fortaleza. O estudo abrangeu 317 funcionários. Aplicou-se um questionário contendo dados de identificação, socioeconômicos e referentes ao tabagismo e etilismo, que foram tabulados e analisados pelo Epi-Info 6.0. O grupo entrevistado foi constituído de 157 homens e 160 mulheres, com faixa etária predominante de 30-49 anos e alta escolaridade. A renda familiar para 146 funcionários situou-se na faixa igual ou superior a 10 salários mínimos mensais. Declararam-se fumantes 83 funcionários, observando-se maior prevalência no sexo masculino (56). Em média, o consumo de cigarros foi de 12,3/dia e tal atividade era exercida havia 23,2 anos. Quanto ao etilismo, 183 indivíduos ingeriam bebida alcóolica, também encontrando-se maior prevalência nos homens. A freqüência do consumo foi principalmente em fins de semana ou raramente. A bebida mais citada foi a cerveja - 96, seguida pela aguardente de cana - 20 pessoas. O consumo médio diário de etanol foi de 29,9g. Os consumidores simultâneos de tabaco e álcool foram eminentemente do sexo masculino. A escolaridade e a renda foram maiores nas mulheres exclusivamente fumantes e a renda foi maior entre as exclusivamente etilistas. Apesar de as prevalências de tabagismo e etilismo encontradas não terem sido elevadas, ainda configuram um risco para doenças crônico-degenerativas, principalmente quanto à quantidade de etanol ingerida pelos homens, devendo haver aprofundamento do estudo em relação à associação com outras diferentes variáveis ambientais.
2022-12-06T14:05:49Z
Sabry,Maria Olganê Dantas Sampaio,Helena Alves de Carvalho Silva,Marcelo Gurgel Carlos da
Curso de epidemiologia básica para pneumologistas. 4ª parte - Epidemiologia clínica
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2022-12-06T14:05:49Z
Menezes,Ana M.B. Santos,Iná da S. dos
Curso de diagnóstico por imagem do tórax. Capítulo VI - Diagnóstico por imagem na bronquiectasia
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2022-12-06T14:05:49Z
Souza Junior,Arthur Soares de
Curvas de complacência ou curvas pressão-volume na insuficiência respiratória aguda
O objetivo do presente trabalho é revisar o uso das curvas de complacência ou curvas pressão-volume (P-V) de pacientes com insuficiência respiratória aguda (IRA) - lesão pulmonar aguda ou acute lung injury (ALI) e síndrome da angústia respiratória aguda (SARA). Foram revisados os principais trabalhos publicados na literatura em língua inglesa, localizados por pesquisa via Medline, que abordavam o uso das curvas P-V na IRA. Idealmente as curvas P-V devem ser realizadas em pacientes com IRA visando uma monitorização e um manejo mais adequado dos mesmos a partir dos dados por elas fornecidos: ponto de inflexão inferior (Pinf), ponto de inflexão superior (Psup) e complacência estática. Todos os métodos disponíveis para a obtenção das mesmas (superseringa, oclusões inspiratórias e fluxo contínuo) são similares desde que fluxos contínuos baixos sejam utilizados e sejam tomados cuidados que permitam o esvaziamento pulmonar antes de realizar as curvas, evitando o surgimento de PEEP (pressão expiratória final positiva) intrínseca. Com estes cuidados o fluxo contínuo torna-se um método simples, não dispendioso, seguro e confiável, para realizar curvas P-V à beira do leito, facilitando a monitorização dos pacientes com IRA.
2022-12-06T14:05:49Z
Vieira,Silvia Regina Rios
Embolia pulmonar decorrente de coriocarcinoma metastático com apresentação atípica
É apresentado o caso de uma paciente de 36 anos, com coriocarcinoma metastático pulmonar com apresentação clínica e radiológica atípica. O achado de hipertensão pulmonar indicou a possibilidade de tromboembolia pulmonar; todavia, o diagnóstico definitivo e causa da embolia pulmonar foram dados na autópsia. Discutem-se as formas de apresentação das metástases do coriocarcinoma, sua repercussão e o período de latência que pode existir até evidenciar a neoplasia.
2022-12-06T14:05:49Z
Jhayya,Teresa de Jesus Francisco,Andreia Luisa Simões Silva,Clystenes Odyr Soares Ferreira,Rimarcs G.