Repositório RCAAP

Seguro-desemprego no Brasil : a possibilidade de combinar proteção social e melhor funcionamento do mercado de trabalho

A partir do Estado de Bem-Estar e de suas conexões com os dois principais tipos de economias capitalistas, Economia Liberal de Mercado e Economia de Mercado Coordenado, o artigo discute a experiência do Programa Seguro-Desemprego (PSD) brasileiro. O Programa é visto como chave na política de bem-estar no Brasil e como possibilitador da combinação de proteção social e eficiência econômica. Nesse contexto, esta última é associada a um melhor funcionamento do mercado de trabalho. O argumento principal do artigo é que a integração do benefício seguro-desemprego, serviços de intermediação de mão de obra e qualificação profissional – os três principais componentes do PSD – promove a combinação de proteção social e desempenho econômico. Em geral, ambas têm sido vistas como uma relação entre alternativas excludentes (trade-off). Por meio da análise dos dados de uma pesquisa de avaliação da política pública do Programa Seguro-Desemprego do Brasil, o artigo indica as barreiras a serem transpostas para obter a integração entre os componentes do PSD. Resultados da pesquisa revelaram uma clivagem entre eles. A integração pode tornar-se um caminho na superação da relação de trade-off no Estado de Bem-Estar em desenvolvimento no Brasil. A experiência brasileira contribui para a discussão sobre o desenvolvimento de importantes políticas sociais que outros países também estão enfrentando.

Existe um pensamento latinoamericano? Breve reflexões sobre o debate entre Salazar Bondy e Leopoldo Zea

O pensamento filosófico latinoamericano presente em José Vasconcelos, José Martí, Enrique Rodó, José Carlos Mariátegui e outros, encontra no debate entre o mexicano Leopoldo Zea e o peruano Augusto Salazar Bondy sua máxima expressão. A grande questão – se existe uma filosofia autêntica latinoamericana – segue atual. Apesar de ser uma discussão que vem desde o século XIX com Juan Bautista Alberdi, foi com estes dois filósofos que ganhou impulso e repercussão.

Ano

2022-12-06T17:09:12Z

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Pinto, Simone Rodrigues

Redes e participação social em campos políticos da cooperação internacional a experiência brasileira

Enfoco políticas, estratégias e mecanismos de representação e participação da sociedade civil em instâncias e processos decisórios e consultivos promovidos por organismos internacionais de cooperação sobre políticas públicas relacionadas ao desenvolvimento. As análises são baseadas em pesquisa direta e têm como objeto as inter-relações de conjuntos de atores: redes, movimentos sociais e outras formas coletivas de articulação e associação de organizações da sociedade civil brasileiras e diversas agências de cooperação multilateral. Viso a contribuir para discussões sobre novas forças sociais, novas estruturações de poder e novos espaços públicos de governança, participação e cidadania na contemporaneidade – internacionais, transnacionais e globais. Ao mesmo tempo, também para discussões sobre a capacidade e os limites da capacidade de adaptação e mudança de grandes instituições burocráticas modernas, que atuam como centros de governança global face ao fortalecimento de determinados atores da sociedade civil e às suas estratégias para a atuação em campos políticos internacionais-globais. Aponto algumas características das ações das redes de organizações da sociedade civil, por meio da diplomacia civil, que implicam em novas problemáticas relativas à democracia e ao papel dos Estados nacionais em âmbito internacional-global.

Ano

2022-12-06T17:06:40Z

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Barros, Flávia Lessa de

Reflexões acerca do multiculturalismo e dos direitos humanos

Este artigo pretende, a partir da crítica ao multiculturalismo, apresentar as propostas de Boaventura de Sousa Santos acerca de um multiculturalismo emancipatório. A crítica ao multiculturalismo surge principalmente de autores como Alain Touraine e Anibal Quijano, que chamam a atenção para algumas nuances de caráter eurocêntrico e discriminatório do conceito. Da mesma forma, percebemos que o conceito de multiculturalismo muitas vezes corrobora uma visão ocidentalizada dos direitos humanos, cujo conjunto de leis e tratados protetivos surgem a partir de uma tradição liberal do indivíduo e sua relação com a sociedade, que alijam outras concepções baseadas em tradições periféricas. É obvio que a diversidade cultural, econômica e política da comunidade internacional leva a dificuldades em encontrar um verdadeiro consenso global quanto ao significado dos direitos humanos.

Ano

2022-12-06T17:17:25Z

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Vieira, Marcia Guedes Pinto, Simone Rodrigues

Identidade brasileira no espelho interétnico. Essencialismos e hibridismos em San Francisco

A identidade nacional, ela mesma uma construção que se direciona para uma homogeneização instrumental de uma determinada população, se transforma, também instrumentalmente, em uma identidade étnica, isto é, em uma identidade contrastiva internamente ao âmbito de um outro estado nacional onde as diferenças são marcadas por distinções linguísticas e culturais, acima de qualquer coisa.É neste âmbito que a experiência dos brasileiros emigrantes deve ser incluída.As ciências sociais brasileiras têm uma larga tradição de interpretar o Brasil e a cultura brasileira. Neste final de século, especificamente a partir de meados da década de oitenta quando se delineia pela primeira vez na história do país uma clara tendência emigratória para diferentes locais nos Estados Unidos, Paraguai, Japão e Europa, abrese definitivamente a oportunidade de pensar, antropologicamente, a inserção de diferentes populações brasileiras em distintos Estados nacionais e sistemas interétnicos. Nestes jogos de espelho, novas pistas surgirão, especialmente a partir de contextos onde a alteridade e o estranhamento se imponham com força notável. Em trabalho anterior (Ribeiro 1998a), a partir da apresentação do que denominei cenários e rituais de afirmação da identidade brasileira na Bay Area de San Francisco, procurei avançar nesta direção. Já que a dinâmica público/privado é crucial para a construção de identidades, centrei meu argumento sobre um continuum onde os cenários/rituais iam aumentando em visibilidade para os “outros” constitutivos da segmentação étnica em questão. Neste contexto, ficou claro o que informa a identidade brasileira: a comida, a música, a dança, futebol, rituais nacionais, o carnaval, especialistas do simbólico (pastores, jornalistas). Nada de novo. Todos os imigrantes carregam consigo formas e aparatos de reprodução cultural, até mesmo para domesticar o novo ambiente e apaziguar o stress da relocalização e do estranhamento. Mas, há várias combinações possíveis. Umas apontam para a confirmação de essencialismos, das sinédoques típicas das construções de identidades sociais. Outras apontam para a formação de novos hibridismos.

Ano

2022-12-06T17:08:50Z

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Ribeiro, Gustavo Lins

Tecnotopia versus tecnofobia : o mal-estar no século xxi

Atualmente, a tecnologia apresenta-se claramente como a ponta final da pesquisa científica, aquela parte materializada do conhecimento de alta complexidade que chega ao mercado para a consideração do cidadão-consumidor. Ao mesmo tempo, defrontamo-nos com uma relação hiper-complexa com a tecnologia. Agora o corpo pode ser engenheirado, reconstruído, reformatado, reconfigurado. Sonhos de felicidade instantânea, vida eterna, convivem com temores de perda da memória, identidade, integridade, agência e poder. A fascinação ambivalente da tecnologia revela-se inteiramente. Por um lado, o desejo de transcendência. Por outro, o medo da subjugação, da desumanização. A dupla face utópica (paradisíaca) e distópica (apocalíptica) da tecnologia é central para entendermos os dilemas que cada vez mais enfrentaremos. Por um lado, encontramos formulações utópicas apoiadas na maravilha que se levanta da ampliação das qualidades e ações humanas. A tecnotopia, caudatária da ideologia do progresso e de uma visão evolutiva da história da tecnologia (especialmente a partir da Revolução Industrial), é hegemônica e, neste momento de crises de utopias, é, em larga medida, o grande metarrelato salvífico do mundo contemporâneo. Por outro lado, estão discursos distópicos apoiados no terror às forças destrutoras desencadeadas por diversas invenções (controladas por grupos específicos) ou no temor à punição provocada pela manipulação radical da natureza. A tecnofobia, marcada pela desigualdade da distribuição sócio-política-econômica do acesso à tecnologia e por um imaginário onde cohabitam discursos alternativos ou cosmologias mágico-religiosas com seus demiurgos, é, em geral, relegada a um segundo plano, mas, ocasionalmente, sobretudo quando o homem parece querer brincar de Deus, reúne energias com poder normativo e regulatório. Para entendermos as características da tensão entre tecnotopia (a promessa salvífica utópica) e tecnofobia (o temor escatológico distópico) temos que montar um quadro mais amplo.

Ano

2022-12-06T17:12:07Z

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Ribeiro, Gustavo Lins

Do nacional ao global : uma trajetória

Descrevo como a partir de um interesse inicial em questões locais e nacionais terminei estudando a globalização em uma perspectiva antropológica. A comparação da construção de Brasília com a construção de outros grandes projetos, como a Hidroelétrica de Yacyretá, levou-me ao estudo de formas de produção, elites, ideologias e discursos vinculados à expansão global do capitalismo. Após oferecer duas definições de trabalho de globalização, apresento cinco noções que julgo cruciais para qualquer análise da globalização: sistema mundial, compressão do espaço-tempo, níveis de integração, panoramas e segmentação étnica do mercado de trabalho. Considero, então, três dimensões interligadas da globalização - a circulação de pessoas, mercadorias e informação – por meio de diferentes estudos antropológicos que realizei durante minha carreira acadêmica. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT

Ano

2022-12-06T17:09:33Z

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Ribeiro, Gustavo Lins

Uma crítica da (des)razão indigenista

O artigo trata de um aspecto pouco abordado nas análises de Estado e poder: o voluntarismo de agentes de Estado e sua influência no estabelecimento de normas e resoluções que podem afetar povos inteiros. O caso empírico escolhido para demonstrá-lo é o dos Panará e sua saga pelo Parque Xingu sob o comando de Orlando Villas-Bôas nos anos 70. Como estratégia de demonstração, utiliza-se a proposta de Edward Said sobre a importância que o início de uma narrativa tem para o seu desfecho. Portanto, dependendo de onde comecemos a analisar um evento, este pode revelar ou mesmo ocultar contornos relevantes para a sua conclusão. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT

Ano

2022-12-06T17:15:18Z

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Ramos, Alcida Rita

Ambientalismo e desenvolvimento sustentado: nova ideologia/utopia do desenvolvimento

Este texto é francamente polêmico. Numa época onde "crise de paradigmas", "orfandade", "perplexidade", "ausência de interpretações totalizantes", tornaram-se expressões e sensações recorrentes entre a intelectualidade e políticos, a necessidade de estabelecer debates e encarar a controvérsia se impõe por si mesma. Não se trata de oportunisticamente tomar partido das mudanças políticas e econômicas em curso no mundo contemporâneo. Tanto porque qualquer prognóstico fechado, diante da fluidez e incerteza que as próprias mudanças instalam, carrega consigo uma alta probabilidade de fracasso. Trata-se sim de, a partir de uma situação instigante, procurar contribuir para que nos situemos no fluxo dos acontecimentos, visando compreender alternativas interpretativas que provarão ser mais ou menos adequadas de acordo com o desdobramento dos fatos. Com as idas e vindas que acompanham a chegada dos limites do "socialismo real", as discussões positiva ou negativamente vinculadas à pós-modernidade ou ao ambientalismo têm atraído boa parte da imaginação daqueles que se preocupam com uma possível solução para os dilemas atuais. Entendê-las como parte de uma luta por hegemonia interpretativa não as desqualifica, como grosseiramente poder-se-ia crer, enquanto alternativas que venham a se estabelecer ou a se esvanecer no horizonte.

Ano

2022-12-06T17:11:12Z

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Ribeiro, Gustavo Lins

Ser e não ser : explorando fragmentos e paradoxos das fronteiras da cultura

Meu trabalho e experiência na Argentina (Ribeiro 1991) permitem uma via de entrada a temas que sempre fascinaram os antropólogos assim como à complexa questão das fronteiras da cultura. Na Argentina pude ter não apenas uma experiência de estranhamento, como também me inserir na realidade de um outro país latino-americano, o que leva a repensar o nosso próprio a partir de uma perspectiva regional. Isto é especial ainda mais no caso de se tratar de um país vizinho com o qual o Brasil tem uma longa história de relações. Ademais, grande parte da minha pesquisa desenrolou-se em uma fronteira, a da Argentina com o Paraguai, na hidrelétrica de Yaciretá, no rio Paraná, cerca de 400Kms abaixo de Itaipú.

Ano

2022-12-06T17:17:08Z

Creators

Ribeiro, Gustavo Lins

A antropologia da globalização. Circulação de pessoas, mercadorias e informações

Esse texto discute uma abordagem para a compreensão da globalização, delineando algumas das ferramentas teóricas e metodológicas mais efetivas relativas a esse campo de pesquisa. Também apresenta vários exemplos de como a pesquisa antropológica pode ser útil para analisar o aumento da circulação de pessoas, mercadorias e informação em uma escala global. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT

Ano

2022-12-06T17:19:07Z

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Ribeiro, Gustavo Lins

O que faz o Brasil, Brazil : jogos identitários em San Francisco

Neste artigo privilegio a questão da(s) identidade(s) brasileira(s) em San Francisco pois ela condensa um grande número de dinâmicas e aponta para distintos percursos e indagações que podem estimular a imaginação de outros cientistas sociais. Baseio-me em pesquisa de campo, observação direta, participação em eventos e rituais, entrevistas, e em análise de material escrito, como notícias de jornais, panfletos e outros1. Os imigrantes brasileiros em São Francisco são uma abstração. Na verdade trata-se de uma população diferenciada por classe social, status, gênero, origem regional (uma nítida maioria de goianos, por exemplo) e raça. No entanto, novas populações de migrantes em contextos interétnicos onde as marcações de diferenças sócio-políticas e econômicas são altamente informadas por ideologias étnicas e raciais, como é notadamente o caso norte-americano, tendem a ser percebidas e representadas de maneira homogeneizante.

Ano

2022-12-06T17:16:31Z

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Ribeiro, Gustavo Lins

O mestiço no armário e o triângulo negro no atlântico : para um multiculturalismo híbrido

Motivado pelo instigante artigo de Marcos Chor Maio e Ricardo Ventura Santos, farei considerações sobre algumas questões suscitadas pela discussão sobre cotas, com um interesse especial sobre seus efeitos na antropologia e nas ideologias sobre interetnicidade brasileiras. O primeiro e mais visível dos efeitos da discussão sobre cotas refere-se à ausência de consenso sobre este assunto entre os antropólogos brasileiros. São várias as posições. Tentarei caracterizar apenas os dois campos mais evidentes, ainda que correndo o evidente risco de simplificá-los. Ambos coincidem em que há que combater o racismo no Brasil e têm argumentos antropologicamente relevantes. Também reconhecem que a escravidão foi um crime terrível que estruturou a relação entre negros e brancos no Brasil.

Ano

2022-12-06T17:11:12Z

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Ribeiro, Gustavo Lins

Diversidade cultural como discurso global

Neste trabalho concebo a “diversidade cultural” como um discurso global de elites envolvidas na cooperação internacional e na governança global. Primeiro, discuto as relações entre diversidade e globalização. Depois, exploro a tensão particular/universal para oferecer a noção de cosmopolítica como um tipo diferenciado de discurso global. Cosmopolítica permite ir além da tensão particular/universal. Antes de considerar os limites das pretensões à universalidade de discursos globais contemporâneos como direitos humanos e desenvolvimento, discuto “diversidade cultural” no contexto dos “discursos fraternos globais”. Este exercício serve de ponte para explorar as relações entre diversidade cultural e outro discurso global, o do Patrimônio Cultural da Humanidade. A definição de Patrimônio Cultural da Humanidade depende do que se entenda por “valor universal excepcional”. “Valor universal excepcional” define o quê (na verdade quem) é universal e merece ser parte do patrimônio mundial, isto é, o quê/quem transcende os confins de uma localidade e é capaz de ser admirado por outros em uma economia simbólica global. VUE mostra a força ilocucionária de alguns discursos. Cria reconhecimento em uma época na qual abundam demandas por reconhecimento. As discussões sobre VUE não podem ser reduzidas à luta para controlar uma definição abstrata, sem impacto, de universalidade. Ao contrário, VUE tornou-se uma questão a ser debatida graças à sua força ilocucionária. VUE é um artefato taxonômico e artefatos taxonômicos em geral provocam efeitos de poder que estruturam relações entre distintos atores coletivos. VUE é também um significante flutuante. Como não pode ser definido, sua força ilocucionária torna-se mais importante do que o seu significado. A noção de VUE congrega elites profissionais e políticas, nacionais e transnacionais, ao redor de discursos sobre que símbolos de identidades coletivas são mais legítimos para serem disseminados em fluxos simbólicos nacionais e globais nos quais abundam discursos globais sobre diversidade cultural.

Ano

2022-12-06T17:16:11Z

Creators

Ribeiro, Gustavo Lins

Avaliação do potencial energético de Eucalyptus spp. em gaseificador do tipo contracorrente

Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Tecnologia, Departamento de Engenharia Mecânica, 2014.

Ano

2022-12-06T17:19:59Z

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Nakai, Diogo Keiji

Incorporção do saber de parteiras e benzedeiras às práticas de saúde

Introdução: O presente artigo discute os resultados de uma pesquisa que visou explicitar a base epistemológica que ancora o cuidado das parteiras e benzedeiras, à luz da teoria crítica pós-moderna de oposição, de Boaventura de Sousa Santos. Para melhor compreensão do assunto, apresenta-se uma breve revisão acerca do pensamento do autor, da sociologia das ausências, da sociologia das Emergências e do trabalho de tradução. Método: A pesquisa de campo foi viabilizada por meio de estudo exploratório de abordagem qualitativa realizado no Distrito Federal e região de entorno. Utilizou-se a técnica de entrevista guiada com roteiro semiestruturado. Resultados: A apresentação dos resultados da pesquisa visa credibilizar o saber/fazer dos sujeitos do estudo como uma contribuição ao estudo das monoculturas do saber e do tempo. Conclusão: Considera-se que a diversidade e flexibilidade epistemológica no campo da saúde podem ampliar as redes de cuidado, favorecendo uma epistemologia de conhecimento solidário. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT

Ano

2022-12-06T17:19:42Z

Creators

Borges, Moema da Silva

A gestão da educação básica em Valparaíso de Goiás : os sentidos da descentralização

Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2014.

Ano

2022-12-06T17:09:54Z

Creators

Gomes, Lêda Maria

Prevalência e fatores de risco da tuberculose bovina no estado de Santa Catarina

Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Programa de Pós-Graduação em Saúde Animal, 2014.

Ano

2022-12-06T17:09:54Z

Creators

Veloso, Flávio Pereira

UNISUS : do projeto político à política do processo

Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, 2014.

Ano

2022-12-06T17:10:14Z

Creators

Baseggio, Igor D´Ávila