Repositório RCAAP

Pneumonia por Influenza A(H1N1) em paciente imunossuprimido após transplante cardíaco

O papel da resposta imunológica durante a infecção pelo vírus Influenza H1N1 não está totalmente estabelecido, mas acredita-se que atue de forma decisiva no agravamento do quadro e no aparecimento da síndrome de desconforto respiratório agudo. O papel de terapias imunomoduladoras no controle de infecções virais também não é consensual e faltam dados de literatura para se definir as indicações de seu uso. Neste relato de caso, apresentamos, segundo nosso conhecimento, pela primeira vez, o relato de um paciente transplantado cardíaco que apresentou infecção pelo vírus H1N1 e evoluiu de forma favorável, trazendo um questionamento sobre o real papel da terapia imunossupressora como fator de risco para a forma grave da doença.

Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Bacal,Fernando Seguro,Luis Fernando Ogawa,Tania Mangini,Sandrigo Fiorelli,Alfredo Bocchi,Edimar

Introdução

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Tedoldi,Citânia L. Zouvi,João Paulo

3. Profilaxias na gestação

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Bub,Théo Fernando

5. Assistência pré-natal obstétrica

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Bacha,Clóvis Antônio Péret,Frederico José Amedee

6. Fármacos cardiovasculares na gestação e amamentação

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2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Oliveira,Maria Hebe Nóbrega de Costa,Maria Elizabeth Navegantes Caetano Toscano,Paulo Roberto Pereira Tedoldi,Citânia Lúcia

7. Doença valvar

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Ávila,Walkiria Samuel Freire,Cláudia Maria Vilas

8. Cardiopatia congênita

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9. Infarto agudo do miocárdio

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Castro,Marildes Luiza de

11. Doença de Chagas

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2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Achá,Renato Enrique Sologuren

13. Endocardite infecciosa na gravidez

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2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Rombaldi,Alfeu Roberto

15. Tromboembolismo venoso agudo

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2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Gazzana,Marcelo Basso Tedoldi,Citânia Lúcia Barreto,Sérgio Saldanha Menna

16. Hipertensão arterial pulmonar

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Callou,Marlene Rau de Almeida Ramos,Paulo Roberto Miranda

17. Hipertensão arterial na gestação

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Freire,Cláudia Maria Vilas Tedoldi,Citânia Lúcia

19 - Anestesia e analgesia de parto

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2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Schmidt,Sérgio Renato Guimarães Schmidt,André Prato Schmidt,Adriana Prato

20. Planejamento familiar e anticoncepção

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Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Ávila,Walkiria Samuel Tedoldi,Citânia Lúcia

Formação in vitro de túbulos capilares a partir de células de sangue de cordão umbilical humano com perspectivas para aplicação terapêutica

OBJETIVO: As células progenitoras endoteliais (CPE), caracterizadas pelo marcador CD133+, contribuem para a neovascularização, e o aumento no número dessas células pode ser uma ferramenta terapêutica promissora. O sangue de cordão umbilical humano contém um número significante de CPE, sugerindo a possibilidade do uso destas células para a revascularização de tecidos isquêmicos. O objetivo desse trabalho foi analisar a funcionalidade das células CD133+ diferenciadas in vitro. MÉTODOS: As células diferenciadas foram caracterizadas por citometria de fluxo; a expressão do mRNA de VEGF foi avaliada por RT-PCR e a funcionalidade, por meio de ensaios de formação de túbulos capilares. RESULTADOS: As células diferenciadas perderam os marcadores de CPE, mantiveram em níveis baixos os marcadores das linhagens hematopoética e monocíticas e aumentaram a expressão dos marcadores de células endoteliais adultas. As células diferenciadas apresentaram transcritos no mRNA de VEGF e mostraram-se capazes de formar túbulos capilares in vitro. CONCLUSÃO: As células CD133+ diferenciadas in vitro em células endoteliais demonstraram serem funcionalmente ativas, abrindo perspectiva para seu uso futuro em aplicações terapêuticas.

Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Senegaglia,Alexandra Cristina Brofman,Paulo Roberto Slud Aita,Carlos Alberto Mayora Dallagiovanna,Bruno Rebelatto,Carmen Lúcia Kuniyoshi Hansen,Paula Barchiki,Fabiane Krieger,Marco Aurélio

Resposta cronotrópica ao exercício após isolamento das veias pulmonares ou cirurgia de Cox-maze

OBJETIVO: Avaliar a resposta cronotrópica ao exercício nos períodos pós-operatório imediato e tardio, após tratamento cirúrgico de fibrilação atrial e valva mitral por técnicas distintas. MÉTODOS: Estudo clínico prospectivo controlado, com amostra de 42 pacientes, portadores de fibrilação atrial crônica associada à valvulopatia mitral, submetidos a cirurgia pela técnica de isolamento de veias pulmonares (n=16), pela técnica do labirinto (Cox-maze modificado, sem uso de crioblação) (n=13), ambas com correção de valvulopatia mitral, ou para correção de valvulopatia isolada (n=13). As características clínicas pré-operatórias, indicações para cirurgia tipo e etiologia da lesão valvar foram semelhantes entre os três grupos. Os pacientes foram acompanhados em ambulatório e submetidos a testes ergométricos seriados. RESULTADOS: A resposta cronotrópica no pós-operatório imediato foi semelhante nos grupos analisados, em média 73,6% ± 12,3% da freqüência cardíaca máxima prevista. No grupo de isolamento das veias pulmonares, houve aumento de 64,4% ± 12,4% da freqüência cardíaca máxima, no pós-operatório imediato, para 78,9% ± 10,5% no 12º mês de pós-operatório (P=0,012). No grupo Cox-maze, a freqüência cardíaca máxima variou de 73,9% ± 11,14% para 78.8% ± 15,2% (P=1,000) e no grupo controle (apenas correção da valva mitral), de 67,2% ± 14,3% para 71,9% ± 12,9% (P=0,889). CONCLUSÃO: A atenuação pós-operatória imediata da resposta cronotrópica ao exercício foi semelhante no pós-operatório das três diferentes técnicas cirúrgicas. Houve melhora significativa da mesma, na evolução pós-operatória, no grupo de isolamento das veias pulmonares. Estes resultados sugerem que o procedimento de simples isolamento cirúrgico das veias pulmonares pode estar relacionado à melhor preservação do cronotropismo atrial.

Ano

2022-12-06T14:00:48Z

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Flores,Daniela Marchiori Kalil,Renato A. K. Lima,Gustavo Glotz de Abrahão,Rogério Sant'anna,João Ricardo Michelin Prates,Paulo Roberto Castro,Iran Nesralla,Ivo A.

Prevenção de aderências pericárdicas pós-operatórias com uso de carboximetilquitosana termoestéril

OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo avaliar alterações físico-químicas da carboximetilquitosana após termoesterilização e sua eficácia na prevenção de aderências pericárdicas pós-esternotomia. MÉTODOS: Após ser submetida a termoesterilização em autoclave, a carboximetilquitosana termoestéril (CMQte) foi submetida a análises físico-químicas. Doze animais foram divididos em dois grupos e submetidos à pericardiotomia e a protocolo de indução de aderências. A seguir, foi aplicada de forma tópica a CMQte ou solução salina. Após 8 semanas, foi realizada esternotomia e avaliação macroscópica do grau de aderências, tempo de dissecção e quantidade do uso de dissecção cruenta e avaliação microscópica. RESULTADOS: As análises físico-químicas não mostraram diferença entre a CMQ e CMQte. A avaliação macroscópica mostrou que a intensidade das aderências foi significantemente menor no grupo CMQte (P=0,007). O tempo de dissecção e o uso de dissecção cruenta também apresentaram reduções significativas (P=0,007, P=0,008; respectivamente). CONCLUSÃO: O método de esterilização empregado não alterou as propriedades físico-químicas da carboximetilquitosana. O uso de biopolímeros de barreira como a CMQte pode reduzir a intensidade das aderências pós-cirúrgicas no pericárdio, diminuindo as complicações da esternotomia em reoperações cardiovasculares.

Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Daroz,Luiz Renato Dias Lopes,Jackson Brandão Dallan,Luis Alberto Oliveira Campana-Filho,Sérgio Paulo Moreira,Luiz Felipe Pinho Stolf,Noedir Antônio Groppo

Pressão venosa central em cateter femoral: correlação com acesso superior após cirurgia cardíaca

OBJETIVO: É comum a obtenção de acesso venoso femoral em pacientes submetidos a cirurgia cardíaca em associação ou como alternativa ao acesso superior (veia jugular interna ou veia subclávia). O objetivo deste estudo foi comparar as medidas de pressão venosa central (PVC) em dois sítios diferentes (superior vs. femoral). MÉTODOS: Estudo prospectivo e aberto com 60 pacientes submetidos a cirurgia cardíaca no período de julho a novembro de 2006. Foram obtidas três medidas de cada paciente em cada sítio (admissão, 6 e 12 horas após a cirurgia) em duas inclinações diferentes da cabeceira do leito (zero e 30 graus), totalizando 720 medidas. RESULTADOS: Cinqüenta e cinco por cento dos pacientes foram submetidos a revascularização do miocárdio, 38% a cirurgia valvar e 7% a outras cirurgias. A média de PVC ± desvio padrão (DP) medida no acesso superior foi de 13,0 ± 5,5 mmHg (zero grau) e 13,3 ± 6,1 mmHg (30 graus), enquanto que as medidas no acesso inferior foram 11,1 ± 4,9 mmHg (zero grau) e 13,7 ± 4,6 mmHg (30 graus). A correlação linear (r) entre as medidas nos dois sítios foi de 0,66 (zero grau) e 0,53 (30 graus), ambas com p < 0,0001. CONCLUSÃO: A PVC pode ser medida com acurácia no acesso venoso femoral no pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca, com melhor correlação linear obtida com as medidas feitas com a cabeceira do leito posicionada em zero grau.

Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Pacheco,Sirley da Silva Mauricio de Nassau,Machado Amorim,Renée Costa Rol,James da Luz Corrêa,Léa Carolina de Lima Takakura,Isabela Thomaz Palmegiani,Eduardo Maia,Lilia Nigro

Seguimento a longo prazo de pacientes submetidos à revascularização do miocárdio com uso exclusivo de enxertos arteriais

OBJETIVO: Avaliar os resultados a longo prazo da cirurgia de revascularização do miocárdio com o uso exclusivo de enxertos arteriais em pacientes com doença coronariana triarterial. MÉTODOS: Avaliamos 136 pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio isolada, no período janeiro de 1995 e dezembro de 1997. Utilizaram-se 353 enxertos para revascularizar 449 artérias (média: 3,30 por paciente). Foram utilizadas a artéria torácica interna esquerda (99,2%), artéria torácica interna direita (56,6%), artéria radial (87,5%), artéria gastroepiplóica direita (20,5%) e uma artéria epigástrica inferior. Setenta e seis (55,8%) pacientes receberam enxertos compostos (em "Y") e 66 (48,5%) receberam anastomoses seqüenciais. RESULTADOS: A mortalidade hospitalar foi de 4,4%. No seguimento a longo prazo, (9,5 a 12,8 anos), 82,1% dos pacientes não apresentaram nenhum evento cardíaco. Vinte (17,9%) pacientes necessitaram de reinternação por eventos cardiovasculares; 15 com angina e cinco com infarto agudo do miocárdio, sendo que três apresentaram insuficiência cardíaca associada. Oito (7,1%) pacientes necessitaram de reintervenção por doença coronariana, sendo um reoperado e os demais submetidos a angioplastia com stent. A probabilidade estimada livre de eventos cardíacos foi de 98,2%, 95,4% e 84,2% em 1, 5 e 10 anos, respectivamente. Ocorreram 16 (14,2%) óbitos tardios, sendo quatro deles (3,6%) de causa cardíaca. Sobrevida actuarial em 12,8 anos por todas as causas foi de 85% neste grupo. CONCLUSÃO: Revascularização do miocárdio com o uso exclusivo de enxertos arteriais em pacientes com doença coronariana triarterial é um procedimento seguro, com bons resultados a longo prazo.

Ano

2022-12-06T14:00:48Z

Creators

Abdouni,Ahmad Ali Lisboa,Luiz Augusto Ferreira Puig,Luiz Boro Tossuniam,Carlos Eduardo Dallan,Luís Alberto Oliveira Jatene,Fabio Biscegli Oliveira,Sergio Almeida de Stolf,Noedir Antonio Groppo