Repositório RCAAP
Pneumonia por Influenza A(H1N1) em paciente imunossuprimido após transplante cardíaco
O papel da resposta imunológica durante a infecção pelo vírus Influenza H1N1 não está totalmente estabelecido, mas acredita-se que atue de forma decisiva no agravamento do quadro e no aparecimento da síndrome de desconforto respiratório agudo. O papel de terapias imunomoduladoras no controle de infecções virais também não é consensual e faltam dados de literatura para se definir as indicações de seu uso. Neste relato de caso, apresentamos, segundo nosso conhecimento, pela primeira vez, o relato de um paciente transplantado cardíaco que apresentou infecção pelo vírus H1N1 e evoluiu de forma favorável, trazendo um questionamento sobre o real papel da terapia imunossupressora como fator de risco para a forma grave da doença.
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Bacal,Fernando Seguro,Luis Fernando Ogawa,Tania Mangini,Sandrigo Fiorelli,Alfredo Bocchi,Edimar
Introdução
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Tedoldi,Citânia L. Zouvi,João Paulo
3. Profilaxias na gestação
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Bub,Théo Fernando
5. Assistência pré-natal obstétrica
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Bacha,Clóvis Antônio Péret,Frederico José Amedee
6. Fármacos cardiovasculares na gestação e amamentação
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Oliveira,Maria Hebe Nóbrega de Costa,Maria Elizabeth Navegantes Caetano Toscano,Paulo Roberto Pereira Tedoldi,Citânia Lúcia
7. Doença valvar
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Ávila,Walkiria Samuel Freire,Cláudia Maria Vilas
8. Cardiopatia congênita
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Born,Daniel
9. Infarto agudo do miocárdio
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Castro,Marildes Luiza de
11. Doença de Chagas
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Achá,Renato Enrique Sologuren
13. Endocardite infecciosa na gravidez
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Rombaldi,Alfeu Roberto
15. Tromboembolismo venoso agudo
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Gazzana,Marcelo Basso Tedoldi,Citânia Lúcia Barreto,Sérgio Saldanha Menna
16. Hipertensão arterial pulmonar
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Callou,Marlene Rau de Almeida Ramos,Paulo Roberto Miranda
17. Hipertensão arterial na gestação
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Freire,Cláudia Maria Vilas Tedoldi,Citânia Lúcia
19 - Anestesia e analgesia de parto
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Schmidt,Sérgio Renato Guimarães Schmidt,André Prato Schmidt,Adriana Prato
20. Planejamento familiar e anticoncepção
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Ávila,Walkiria Samuel Tedoldi,Citânia Lúcia
Formação in vitro de túbulos capilares a partir de células de sangue de cordão umbilical humano com perspectivas para aplicação terapêutica
OBJETIVO: As células progenitoras endoteliais (CPE), caracterizadas pelo marcador CD133+, contribuem para a neovascularização, e o aumento no número dessas células pode ser uma ferramenta terapêutica promissora. O sangue de cordão umbilical humano contém um número significante de CPE, sugerindo a possibilidade do uso destas células para a revascularização de tecidos isquêmicos. O objetivo desse trabalho foi analisar a funcionalidade das células CD133+ diferenciadas in vitro. MÉTODOS: As células diferenciadas foram caracterizadas por citometria de fluxo; a expressão do mRNA de VEGF foi avaliada por RT-PCR e a funcionalidade, por meio de ensaios de formação de túbulos capilares. RESULTADOS: As células diferenciadas perderam os marcadores de CPE, mantiveram em níveis baixos os marcadores das linhagens hematopoética e monocíticas e aumentaram a expressão dos marcadores de células endoteliais adultas. As células diferenciadas apresentaram transcritos no mRNA de VEGF e mostraram-se capazes de formar túbulos capilares in vitro. CONCLUSÃO: As células CD133+ diferenciadas in vitro em células endoteliais demonstraram serem funcionalmente ativas, abrindo perspectiva para seu uso futuro em aplicações terapêuticas.
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Senegaglia,Alexandra Cristina Brofman,Paulo Roberto Slud Aita,Carlos Alberto Mayora Dallagiovanna,Bruno Rebelatto,Carmen Lúcia Kuniyoshi Hansen,Paula Barchiki,Fabiane Krieger,Marco Aurélio
Resposta cronotrópica ao exercício após isolamento das veias pulmonares ou cirurgia de Cox-maze
OBJETIVO: Avaliar a resposta cronotrópica ao exercício nos períodos pós-operatório imediato e tardio, após tratamento cirúrgico de fibrilação atrial e valva mitral por técnicas distintas. MÉTODOS: Estudo clínico prospectivo controlado, com amostra de 42 pacientes, portadores de fibrilação atrial crônica associada à valvulopatia mitral, submetidos a cirurgia pela técnica de isolamento de veias pulmonares (n=16), pela técnica do labirinto (Cox-maze modificado, sem uso de crioblação) (n=13), ambas com correção de valvulopatia mitral, ou para correção de valvulopatia isolada (n=13). As características clínicas pré-operatórias, indicações para cirurgia tipo e etiologia da lesão valvar foram semelhantes entre os três grupos. Os pacientes foram acompanhados em ambulatório e submetidos a testes ergométricos seriados. RESULTADOS: A resposta cronotrópica no pós-operatório imediato foi semelhante nos grupos analisados, em média 73,6% ± 12,3% da freqüência cardíaca máxima prevista. No grupo de isolamento das veias pulmonares, houve aumento de 64,4% ± 12,4% da freqüência cardíaca máxima, no pós-operatório imediato, para 78,9% ± 10,5% no 12º mês de pós-operatório (P=0,012). No grupo Cox-maze, a freqüência cardíaca máxima variou de 73,9% ± 11,14% para 78.8% ± 15,2% (P=1,000) e no grupo controle (apenas correção da valva mitral), de 67,2% ± 14,3% para 71,9% ± 12,9% (P=0,889). CONCLUSÃO: A atenuação pós-operatória imediata da resposta cronotrópica ao exercício foi semelhante no pós-operatório das três diferentes técnicas cirúrgicas. Houve melhora significativa da mesma, na evolução pós-operatória, no grupo de isolamento das veias pulmonares. Estes resultados sugerem que o procedimento de simples isolamento cirúrgico das veias pulmonares pode estar relacionado à melhor preservação do cronotropismo atrial.
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Flores,Daniela Marchiori Kalil,Renato A. K. Lima,Gustavo Glotz de Abrahão,Rogério Sant'anna,João Ricardo Michelin Prates,Paulo Roberto Castro,Iran Nesralla,Ivo A.
Prevenção de aderências pericárdicas pós-operatórias com uso de carboximetilquitosana termoestéril
OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo avaliar alterações físico-químicas da carboximetilquitosana após termoesterilização e sua eficácia na prevenção de aderências pericárdicas pós-esternotomia. MÉTODOS: Após ser submetida a termoesterilização em autoclave, a carboximetilquitosana termoestéril (CMQte) foi submetida a análises físico-químicas. Doze animais foram divididos em dois grupos e submetidos à pericardiotomia e a protocolo de indução de aderências. A seguir, foi aplicada de forma tópica a CMQte ou solução salina. Após 8 semanas, foi realizada esternotomia e avaliação macroscópica do grau de aderências, tempo de dissecção e quantidade do uso de dissecção cruenta e avaliação microscópica. RESULTADOS: As análises físico-químicas não mostraram diferença entre a CMQ e CMQte. A avaliação macroscópica mostrou que a intensidade das aderências foi significantemente menor no grupo CMQte (P=0,007). O tempo de dissecção e o uso de dissecção cruenta também apresentaram reduções significativas (P=0,007, P=0,008; respectivamente). CONCLUSÃO: O método de esterilização empregado não alterou as propriedades físico-químicas da carboximetilquitosana. O uso de biopolímeros de barreira como a CMQte pode reduzir a intensidade das aderências pós-cirúrgicas no pericárdio, diminuindo as complicações da esternotomia em reoperações cardiovasculares.
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Daroz,Luiz Renato Dias Lopes,Jackson Brandão Dallan,Luis Alberto Oliveira Campana-Filho,Sérgio Paulo Moreira,Luiz Felipe Pinho Stolf,Noedir Antônio Groppo
Pressão venosa central em cateter femoral: correlação com acesso superior após cirurgia cardíaca
OBJETIVO: É comum a obtenção de acesso venoso femoral em pacientes submetidos a cirurgia cardíaca em associação ou como alternativa ao acesso superior (veia jugular interna ou veia subclávia). O objetivo deste estudo foi comparar as medidas de pressão venosa central (PVC) em dois sítios diferentes (superior vs. femoral). MÉTODOS: Estudo prospectivo e aberto com 60 pacientes submetidos a cirurgia cardíaca no período de julho a novembro de 2006. Foram obtidas três medidas de cada paciente em cada sítio (admissão, 6 e 12 horas após a cirurgia) em duas inclinações diferentes da cabeceira do leito (zero e 30 graus), totalizando 720 medidas. RESULTADOS: Cinqüenta e cinco por cento dos pacientes foram submetidos a revascularização do miocárdio, 38% a cirurgia valvar e 7% a outras cirurgias. A média de PVC ± desvio padrão (DP) medida no acesso superior foi de 13,0 ± 5,5 mmHg (zero grau) e 13,3 ± 6,1 mmHg (30 graus), enquanto que as medidas no acesso inferior foram 11,1 ± 4,9 mmHg (zero grau) e 13,7 ± 4,6 mmHg (30 graus). A correlação linear (r) entre as medidas nos dois sítios foi de 0,66 (zero grau) e 0,53 (30 graus), ambas com p < 0,0001. CONCLUSÃO: A PVC pode ser medida com acurácia no acesso venoso femoral no pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca, com melhor correlação linear obtida com as medidas feitas com a cabeceira do leito posicionada em zero grau.
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Pacheco,Sirley da Silva Mauricio de Nassau,Machado Amorim,Renée Costa Rol,James da Luz Corrêa,Léa Carolina de Lima Takakura,Isabela Thomaz Palmegiani,Eduardo Maia,Lilia Nigro
Seguimento a longo prazo de pacientes submetidos à revascularização do miocárdio com uso exclusivo de enxertos arteriais
OBJETIVO: Avaliar os resultados a longo prazo da cirurgia de revascularização do miocárdio com o uso exclusivo de enxertos arteriais em pacientes com doença coronariana triarterial. MÉTODOS: Avaliamos 136 pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio isolada, no período janeiro de 1995 e dezembro de 1997. Utilizaram-se 353 enxertos para revascularizar 449 artérias (média: 3,30 por paciente). Foram utilizadas a artéria torácica interna esquerda (99,2%), artéria torácica interna direita (56,6%), artéria radial (87,5%), artéria gastroepiplóica direita (20,5%) e uma artéria epigástrica inferior. Setenta e seis (55,8%) pacientes receberam enxertos compostos (em "Y") e 66 (48,5%) receberam anastomoses seqüenciais. RESULTADOS: A mortalidade hospitalar foi de 4,4%. No seguimento a longo prazo, (9,5 a 12,8 anos), 82,1% dos pacientes não apresentaram nenhum evento cardíaco. Vinte (17,9%) pacientes necessitaram de reinternação por eventos cardiovasculares; 15 com angina e cinco com infarto agudo do miocárdio, sendo que três apresentaram insuficiência cardíaca associada. Oito (7,1%) pacientes necessitaram de reintervenção por doença coronariana, sendo um reoperado e os demais submetidos a angioplastia com stent. A probabilidade estimada livre de eventos cardíacos foi de 98,2%, 95,4% e 84,2% em 1, 5 e 10 anos, respectivamente. Ocorreram 16 (14,2%) óbitos tardios, sendo quatro deles (3,6%) de causa cardíaca. Sobrevida actuarial em 12,8 anos por todas as causas foi de 85% neste grupo. CONCLUSÃO: Revascularização do miocárdio com o uso exclusivo de enxertos arteriais em pacientes com doença coronariana triarterial é um procedimento seguro, com bons resultados a longo prazo.
2022-12-06T14:00:48Z
Abdouni,Ahmad Ali Lisboa,Luiz Augusto Ferreira Puig,Luiz Boro Tossuniam,Carlos Eduardo Dallan,Luís Alberto Oliveira Jatene,Fabio Biscegli Oliveira,Sergio Almeida de Stolf,Noedir Antonio Groppo