Repositório RCAAP
Metodologia para identificação das margens Urbanas Metropolitanas por abordagem multi-estratégica
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2025-10-28T12:19:23Z
Estanqueiro, Rossana Tenedório, José A. Rocha, Jorge Abrantes, Patrícia
Decomposição do uso do solo através do modelo VIS: aplicação da análise linear discriminante de mistura espectral à Grande Área Metropolitana de Lisboa
O trabalho apresentado nesta comunicação é baseado na abordagem AME. Na AME supõe-se que a paisagem é formada a partir de variações contínuas das proporções de tipos idealizados de usos do solo com espectros puros, chamados membros finais. Os membros finais são reconhecidos na imagem como sendo abstracções de materiais com propriedades uniformes que compõem o uso do solo. Num ambiente urbano, estes podem incluir superfícies impermeabilizadas, espaços verdes, espelhos de água e solo a descoberto. A AME linear corresponde ao processo de resolução das fracções dos membros finais, supondo que o espectro medido para cada pixel representa uma combinação linear de espectros do membro final, que corresponde à mistura física de alguns componentes da superfície, ponderada pela área total. Com a AME, as (fracções de) áreas dos membros finais são quantificadas ao nível do sub-pixel, permitindo a inferência das características morfológicas da paisagem urbana em termos da composição dos membros finais.
2025-10-28T12:25:40Z
Tenedório, José A. Rocha, Jorge Encarnação, Sara Morgado, Paulo
Modelos geográficos e sistemas complexos: técnicas de geocomputação aplicadas à previsão de alterações na linha de costa
Este trabalho apresenta um método para simular a evolução da linha de costa (e do uso do solo), com recurso à integração de redes neuronais e autómatos celulares em ambiente SIG. A simulação das alterações no uso do solo recorrendo unicamente a autómatos é desaconselhada, em virtude destes modelos, na sua forma mais convencional, apresentarem limitações na definição dos parâmetros espaciais e das regras de transição. Neste trabalho foi utilizada uma rede neuronal para aferir o grau de importância que cada variável de predição (probabilidade) tem nos constrangimentos geográficos. Estas variáveis são obtidas com recurso ao SIG, que também é utilizado num fim de todo o processo com o intuito de verificar a validade dos resultados obtidos. A aplicação decorre num contexto periurbano (concelho de Almada), mais precisamente numa área actualmente sobre grande pressão urbanística: a Cova do Vapor.
2025-10-28T12:19:09Z
Tenedório, José A. Rocha, Jorge Encarnação, Sara Ferreira, José Carlos
Cartografia de uso e ocupação do solo: classificação vectorial com redes neuronais orientadas para objecto
O aumento na resolução espacial dos satélites e o detalhe contido desse modo numa imagem trouxeram novos contornos à cartografia de uso e ocupação do solo, numa escala grande e com posterior (sub)divisão adicional da nomenclatura a ser utilizada. Entretanto, a classificação automática e/ou semiautomática ainda não fornece o detalhe desejado, principalmente nas áreas fundamentalmente heterogéneas, como se verifica nas áreas urbanas. Esta dificuldade não está somente ligada à complexidade geométrica/espacial destas áreas mas também à complexidade semântica das suas entidades físicas - isto é a identificação de algumas classes do uso não depende tanto das características físicas de seus objectos, mas das funções a elas atribuídas. As abordagens adoptadas, ao nível do pixel, apresentam as suas próprias dificuldades, porque trabalham sobretudo na área da resposta espectral presente na imagem, quando a diferenciação empírica destes mesmos objectos incorpora outros elementos inerentes à natureza física e social do objecto. Tentando resolver este problema, a detecção remota e os SIG estão a ser cada vez mais usados para desenvolver fontes úteis de informação. Mas o ambiente urbano, por causa de sua paisagem heterogénea e dinâmica, tem sido exigente à aplicabilidade destes métodos e tecnologias. Auspiciosamente, as inovações modernas nos dados, nas tecnologias, e nas teorias municiaram os cientistas e utilizadores com o conhecimento necessário para o estudo de áreas urbanas complexas.
2025-10-28T12:16:21Z
Tenedório, José A. Rocha, Jorge Encarnação, Sara Estanqueiro, Rossana
Delimitação de corredores verdes regionais recorrendo a dados fuzzy e análise multi critério
No contexto das ideias dos finais dos anos oitenta, sobre o desenvolvimento sustentado da paisagem, que assentam na manutenção, preservação e recuperação de espaços vitais ao funcionamento ecológico, surge o conceito de corredor verde, entendido como uma estratégia de ordenamento do território, popularizado como resposta às modernas exigências de compatibilização entre os efeitos espaciais negativos da evolução económica e a necessária salvaguarda da qualidade ambiental. Os corredores verdes podem ser definidos como “espaços livres lineares ao longo de corredores naturais, como frentes ribeirinhas, cursos de água, festos, canais, vias cénicas, linhas férreas convertidas em usos de recreio, que ligam entre si parques, reservas naturais, sítios históricos, património natural e áreas habitacionais”(Magalhães, 1992). A decisão correspondente à escolha entre os vários traçados alternativos, tem por base uma análise multi-critério (AMC).
2025-10-28T12:23:01Z
Ferreira, José C. Machado, João R. Tenedório, José A. Rocha, Jorge Morgado, Paulo
Litoral digital: os SIG ao serviço da monitorização da qualidade ambiental
Um dos muitos projectos que o GEOTA detém na área do ambiente é o Coastwatch. O Coastwatch Europe é um projecto de âmbito europeu, de caracterização ambiental da faixa costeira. Baseia-se nos resultados obtidos a partir do preenchimento de um questionário para cada unidade de 500 metros da faixa litoral. O Coastwatch Europe surgiu na Irlanda (onde se encontra a coordenação internacional) em 1988 e tem sido realizado em vários países da Europa. Em Portugal, o projecto arrancou também no ano de 1988, e, desde então, tem sido recolhida informação todos os anos. Embora os resultados destes questionários fossem sempre analisados estatisticamente, fazia-se sentir uma necessidade cada vez mais premente de obter uma perspectiva espacial dos indicadores recolhidos, bem como cruzá-los com outros existentes (por exemplo informação relativa à população e habitação). Foi a identificação desta necessidade que esteve na base da decisão de criar o Litoral Digital.
2025-10-28T12:23:27Z
Pontes, Saudade Rocha, Jorge Fernandes, Sónia Santos, Pedro Ramalhete, Filipa
Paisagens em (re)construção: análise qualitativa versus análise quantitativa da bacia hidrográfica da ribeira de Colares
O recurso paisagem articula valores ambientais e estético-culturais que, por si e em conjunto, são fundamentais às práticas de ordenamento e gestão paisagística. Este estudo assenta numa metodologia integrada das paisagens da bacia hidrográfica da Ribeira de Colares, nas suas diferentes valências geográficas. São apresentados dois tipos de classificação, uma inicial, de carácter qualitativo, e outra posterior, eminentemente estatística, ambas assentes em ferramentas SIG. A actualização e a comparação entre as unidades de paisagem obtidas pelos dois processos de investigação viabilizam a monitorização do território em análise, bem como permitem aferir o grau de pertinência das técnicas utilizadas. Estes procedimentos são ferramentas chave na qualidade das acções de planeamento.
As reformas do ensino na Casa Pia de Lisboa ou a primeira imagem da escola primária moderna (anos de 1860-1870)
O artigo analisa a série de reformas do ensino introduzidas na Casa Pia de Lisboa a partir do ano letivo de 1866-1867. O modelo escolar que se consolida nesse contexto - a escola graduada - é, em larga medida, tributário de uma conceção contemporânea de controlo e eficiência.
Integração de autómatos celulares e redes neuronais em ambiente SIG para previsão de alterações nos padrões de uso e ocupação do solo
A geocomputação é um campo emergente de investigação que advoga o uso de métodos de análise espacial computacionalmente intensivos como os que recorrem a pesquisas heurísticas, redes neuronais e autómatos celulares. Este trabalho apresenta um método de simular a evolução do uso do solo numa realidade periurbana, com recurso à integração de redes neuronais e agentes autónomos em ambiente SIG. A simulação das alterações no uso do solo recorrendo unicamente a agentes autónomos é desaconselhada, em virtude destes modelos, na sua forma mais convencional, apresentarem limitações na definição dos parâmetros espaciais e das regras de transição. Neste trabalho é utilizada uma rede neuronal para aferir o grau de importância que cada variável de predição (probabilidade) tem nos constrangimentos geográficos. Estas variáveis são obtidas com recurso ao SIG, que também é utilizado num fim de todo o processo com o intuito de verificar a validade dos resultados obtidos.
2025-10-28T12:26:07Z
Rocha, Jorge Tenedório, José A. Encarnação, Sara Pontes, Saudade
Análise multi critério e objectos de fronteira indefinida para a construção de uma matriz de corredores verdes
No contexto das ideias dos finais dos anos oitenta, sobre o desenvolvimento sustentado da paisagem, que assentam na manutenção, preservação e recuperação de espaços vitais ao funcionamento ecológico, surge o conceito de corredor verde, entendido como uma estratégia de ordenamento do território, popularizado como resposta às modernas exigências de compatibilização entre os efeitos espaciais negativos da evolução económica e a necessária salvaguarda da qualidade ambiental. Os corredores verdes podem ser definidos como “espaços livres lineares ao longo de corredores naturais, como frentes ribeirinhas, cursos de água, festos, canais, vias cénicas, linhas-férreas convertidas em usos de recreio, que ligam entre si parques, reservas naturais, sítios históricos, património natural e áreas habitacionais”. A decisão correspondente à escolha entre os vários traçados alternativos, tem por base uma análise multi-critério (AMC).
2025-10-28T12:13:20Z
Ferreira, José C. Rocha, Jorge Tenedório, José A. Morgado, Paulo
Paisagem transfigurada: Análise qualitativa e quantitativa da bacia hidrográfica da Ribeira de Colares
Os processos de classificação são um importante contributo para o ordenamento e gestão das paisagens. Estas últimas integram valores ambientais e estético-culturais que as tornam um precioso recurso, quer na procura da sustentabilidade dos sistemas naturais, quer na melhoria do bem-estar e da qualidade de vida humanos. A metodologia seguida neste artigo assenta numa investigação integrada da paisagem da bacia hidrográfica da Ribeira de Colares, nas suas diferentes valências geográficas. Apresentam-se dois tipos de classificação, uma qualitativa e outra assente em pressupostos estatísticos, ambas representadas por unidades de paisagem. Pretendeu-se actualizar a informação geográfica para as paisagens em avaliação e confrontar os resultados obtidos nas duas metodologias de investigação. Considera-se que a actualização e a monitorização são estruturantes das nas acções de planeamento.
Classificação de uso do solo urbano através de análise linear de mistura espectral em imagens de satélite
Os ambientes urbanos são heterogéneos, sendo necessário simplificá-los em combinações de materiais básicos de uso e ocupação do solo a fim permitir estudos quantitativos. O modelo VIS proposto por Ridd em 1995 é um modelo conceptual que permite simplificar ambientes urbanos através da combinação de três componentes básicos: vegetação (V), superfície impermeável (I), e solo (S). A maioria dos usos urbanos podem ser interpretadas à luz de combinações destes três componentes básicos. A análise da composição do VIS permite revelar que a maioria de características urbanas têm sua própria composição original destes três factores, a qual é difícil de observar através dos métodos de classificação de imagens de satélite que operam ao nível do pixel. Este trabalho examina as características das classes de uso e ocupação do solo urbano na Grande Área Metropolitana de Lisboa (GAML) utilizando técnicas de classificação baseadas no subpixel, nomeadamente a Análise de Mistura Espectral (AME), desenvolvendo um modelo conceptual para caracterizar os padrões de ocupação, sendo explorada e testada a aplicabilidade da AME para medir a composição física da morfologia urbana, através de imagens multiespectrais Landsat 7 ETM+ e SPOT 5 HRVIR, avaliando ao mesmo tempo o efeito que as diferenças de resolução espacial podem ter nos resultados obtidos.
2025-10-28T12:24:20Z
Tenedório, José A. Rocha, Jorge Encarnação, Sara Morgado, Paulo
Cartografia de uso/ocupação do solo por fotointerpretação: um exemplo de análise sobre o concelho de Oeiras
O artigo pretende demonstrar como as evoluções tecnológicas e científicas têm contribuído para um melhor conhecimento dos fenómenos que decorrem à superfície terrestre, e consequentemente para um mais correcto ordenamento do território. Nele se expõem alguns dos métodos e técnicas que se foram desenvolvendo e experimentando no decurso dum projecto1 de monitorização da evolução do uso do solo para área metropolitana de Lisboa. O que aqui se relata não são somente os procedimentos técnicos relativos à fotointerpretação de fotografias aéreas verticais, e consequente produção da cartografia de uso do solo, mas também uma proposta metodológica para análise, quer quantitativa, quer qualitativa da dinâmica de uso do solo, para os anos de 1991 e 1995. Para sua concretização recorreu-se às Tecnologias de Informação Geográfica (TIG), em que a integração de informação geográfica proveniente dos processos de fotointerpretação e análise espacial por aplicação de algoritmos complexos, mediante acesso a avançados programas de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), é realizado com relativa facilidade e em tempo útil. A área teste é um extracto do território do concelho de Oeiras, escolhida por duas razões: proximidade física, que permitiu as várias visitas ao terreno; e o facto de se tratar de uma área periurbana, onde a heterogeneidade de usos do solo é rica e é sabido terem ocorrido um conjunto significativo de transformações para os anos em estudo. O exercício foi desenvolvido no decurso dos trabalhos práticos da cadeira de Cartografia Temática do curso de licenciatura em Geografia, variante de Cartografia e Sistemas de Informação Geográfica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
2025-10-28T12:20:07Z
Abrantes, Ana Carvalho, Rui Farinha, Nuno Morgado, Paulo Pereira, Hugo Rocha, Jorge
Cartografia de uso do solo à escala regional com recurso a análise orientada a objecto e segmentação multiresolução
As metodologias actuais de classificação de uso do solo variam não só nas técnicas utilizadas, como no tipo de dados tratados e, fundamentalmente, no tipo de abordagem utilizada para a caracterização do objecto . Contudo, é possível identificar as componentes comuns que derivam da evolução das diferentes metodologias utilizadas, essencialmente a partir dos anos 60. É neste contexto, que apresentamos uma abordagem alternativa de tratamento de imagens de satélite, com base numa nova unidade mínima de análise – o objecto. .
2025-10-28T12:25:13Z
Encarnação, Sara Tenedório, José A. Rocha, Jorge Estanqueiro, Rossana
Integração de Autómatos Celulares e Redes Neuronais em ambiente SIG para previsão de alterações nos padrões de uso e ocupação do solo
A geocomputação é um campo emergente de investigação que advoga o uso de métodos de análise espacial computacionalmente intensivos como os que recorrem a pesquisas heurísticas, redes neuronais e autómatos celulares. Este trabalho apresenta um método de simular a evolução do uso do solo numa realidade periurbana, com recurso à integração de redes neuronais e agentes autónomos em ambiente SIG. A simulação das alterações no uso do solo recorrendo unicamente a agentes autónomos é desaconselhada, em virtude destes modelos, na sua forma mais convencional, apresentarem limitações na definição dos parâmetros espaciais e das regras de transição. Neste trabalho é utilizada uma rede neuronal para aferir o grau de importância que cada variável de predição (probabilidade) tem nos constrangimentos geográficos. Estas variáveis são obtidas com recurso ao SIG, que também é utilizado num fim de todo o processo com o intuito de verificar a validade dos resultados obtidos.
2025-10-28T12:14:15Z
Rocha, Jorge Tenedório, José A. Encarnação, Sara Pontes, Saudade
Do pixel à paisagem: classificação da paisagem da bacia hidrográfica da Ribeira de Colares
Avaliar a paisagem é uma tarefa primordial na preservação dos valores ambientais e estético-culturais expressos nesse recurso. A metodologia seguida neste artigo assenta numa investigação integrada da paisagem, nas suas diferentes valências. Os estudos integrados são uma prática metodológica de elevado significado na procura da sustentabilidade dos sistemas naturais e humanos, preconizada no ordenamento e na gestão territorial. Classificam-se as paisagens da bacia hidrográfica da Ribeira de Colares a partir de uma avaliação qualitativa e uma outra estruturada a partir de pressupostos estatísticos, apresentando-se as respectivas representações em unidades de paisagem. Pretende-se confrontar os resultados obtidos pelas duas metodologias de investigação, bem como proceder a uma actualização dos dados. Parte-se do princípio que a actualização e a monitorização são ferramentas indispensáveis às acções de planeamento.
Ensaio de delimitação de corredores verdes na Área Metropolitana de Lisboa: integração de dados fuzzy através da análise multi-critério
No contexto das ideias dos finais dos anos oitenta, sobre o desenvolvimento sustentado da paisagem [2], que assentam na manutenção, preservação e recuperação de espaços vitais ao funcionamento ecológico, surge o conceito de corredor verde [28], entendido como uma estratégia [1] de ordenamento do território, popularizado como resposta às modernas exigências de compatibilização entre os efeitos espaciais negativos da evolução económica e a necessária salvaguarda da qualidade ambiental [29, 35]. Os corredores verdes podem ser definidos como “espaços livres lineares ao longo de corredores naturais, como frentes ribeirinhas, cursos de água, festos, canais, vias cénicas, linhas férreas convertidas em usos de recreio, que ligam entre si parques, reservas naturais, sítios históricos, património natural e áreas habitacionais” [28]. A decisão correspondente à escolha entre os vários traçados alternativos, tem por base uma análise multi-critério (AMC).
2025-10-28T12:21:27Z
Ferreira, José C. Rocha, Jorge Tenedório, José A. Morgado, Paulo
Segmentação multiresolução e classificação orientada a objecto de imagens SPOT
Nesta comunicação é apresentado um exemplo de segmentação multiresolução e classificação orientada a objecto de imagens Spot, para a diferenciação de classes de uso do solo na cidade do Porto. A abordagem orientada a objecto procura a classificação da informação presente na imagem a partir da formalização das relações estabelecidas entre as entidades encontradas, entendendo-se a imagem como um espaço próprio de construção e representação da realidade, pela introdução de atributos de aproximação ao objecto real, como são disso exemplo a textura, a localização relativa e o contexto espacial. A criação de redes de objectos dá origem a uma tipologia de classes hierarquizada, a várias escalas, numa abordagem sistémica, representativa do território. A experimentação insere-se no projecto EURMET que procura o desenvolvimento de um protocolo de classificação em eCognition, comum a 10 cidades europeias. A análise de imagem é explorada no sentido de se encontrar o maior número de classes possíveis de serem extraídas e, simultaneamente, analisar o tipo de classes separáveis em imagens Spot e as classes que não são possíveis de serem identificadas, recorrendo a abordagem orientada a objecto.
2025-10-28T12:13:20Z
Encarnação, Sara Tenedório, José A. Rocha, Jorge
Prophage spontaneous activation promotes DNA release enhancing biofilm formation in Streptococcus pneumoniae
Streptococcus pneumoniae (pneumococcus) is able to form biofilms in vivo and previous studies propose that pneumococcal biofilms play a relevant role both in colonization and infection. Additionally, pneumococci recovered from human infections are characterized by a high prevalence of lysogenic bacteriophages (phages) residing quiescently in their host chromosome. We investigated a possible link between lysogeny and biofilm formation. Considering that extracellular DNA (eDNA) is a key factor in the biofilm matrix, we reasoned that prophage spontaneous activation with the consequent bacterial host lysis could provide a source of eDNA, enhancing pneumococcal biofilm development. Monitoring biofilm growth of lysogenic and non-lysogenic pneumococcal strains indicated that phage-infected bacteria are more proficient at forming biofilms, that is their biofilms are characterized by a higher biomass and cell viability. The presence of phage particles throughout the lysogenic strains biofilm development implicated prophage spontaneous induction in this effect. Analysis of lysogens deficient for phage lysin and the bacterial major autolysin revealed that the absence of either lytic activity impaired biofilm development and the addition of DNA restored the ability of mutant strains to form robust biofilms. These findings establish that limited phage-mediated host lysis of a fraction of the bacterial population, due to spontaneous phage induction, constitutes an important source of eDNA for the S. pneumoniae biofilm matrix and that this localized release of eDNA favors biofilm formation by the remaining bacterial population.
2025-10-28T12:29:12Z
Carrolo, Margarida Frias, Maria João Pinto, Francisco Rodrigues Cristino, José Melo Ramirez, Mário
Utilização de dados indiferenciados em detecção remota: Criação de mapas de uso e ocupação do solo em áreas periurbanas com recurso a dados indiferenciados (fuzzy)
A questão dos dados indiferenciados (fuzzy) mereceu, nos últimos anos, uma atenção considerável por parte da comunidade científica ligada à detecção remota. Reconhecendo-se que os classificadores tradicionais, baseados em classes rígidas e discretas, contribuem em grande parte para a inexactidão dos mapas temáticos produzidos por classificação de imagens de satélite, a noção de que um pixel pode pertencer parcialmente a uma classe constitui uma alternativa atractiva à lógica de dois valores implícita na maioria dos processos de classificação. O objectivo deste trabalho é o de comparar o valor informativo de um mapa temático produzido através do tradicional classificador de máxima verosimilhança e um outro produzido através de técnicas de classificação fuzzy. Esta análise comparativa foi realizada utilizando imagens Landsat 7 ETM+ relativas ao ano 2000 e cobrindo uma área teste correspondente a um rectângulo com 2300 m de altura por 4000 m de largura, conduzindo a uma área um pouco superior a 9 km2. A área de teste situa-se na Área Metropolitana de Lisboa, mais especificamente no concelho de Oeiras e constitui um exemplo típico de ocupação periurbana. Os resultados deste estudo comparativo revelaram que a abordagem fuzzy produz uma classificação mais detalhada e precisa, sugerindo que a indiferencialidade pode efectivamente expandir a utilidade dos mapas desenvolvidos com técnicas de detecção remota.
2025-10-28T12:27:27Z
Rocha, Jorge Tenedório, José A. Morgado, Paulo