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Expediente

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2022-12-06T15:49:37Z

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Expediente, Expediente

Apresentação

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2022-12-06T15:49:37Z

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Freitag, Raquel Meister Ko. Lima, Marcus Eugenio Oliveira

RACISMO E IDENTIFICAÇÃO DE ARMAS: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DOS PROCESSOS AUTOMÁTICOS E CONTROLADOS

Este trabalho discute o efeito do racismo na identificação de armas e apresentar alternativas de redução deste efeito baseando-se na teoria dos processos automáticos e controlados. Foi feita uma análise dos conceitos de automatismo e controle, apresentando a sua relação com as noções de sistema 1 e 2 trazidas pela teoria dos processos duais e como este arcabouço pode contribuir no entendimento dos processos que podem conduzir alguém a confundir um utensílio com uma arma, quando portado por uma pessoa negra. Por fim, foram apresentados paradigmas de pesquisa e formas de redução do efeito do racismo na identificação de armas.

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Dantas, Gilcimar Santos Pereira, Marcos Emanoel

ENGENHEIRAS E ENFERMEIROS: ESTEREÓTIPOS, DISCRIMINAÇÃO E DESAFIOS DE PROFISSIONAIS CONTRANORMATIVOS

Analisou-se a influência da inserção profissional contranormativa na estereotipização e na avaliação de homens e mulheres. Realizaram-se três estudos com universitários. O Estudo 1 mostrou uma forte atribuição de estereótipos masculinos às mulheres engenheiras e ausência de uma representação  social estruturada sobre o homem enfermeiro. O Estudo 2 demonstrou que as professoras são vistas como mais sociáveis e competentes pelas alunas e nos cursos tipicamente femininos; já os professores foram vistos como mais competentes nos cursos tipicamente masculinos. O Estudo 3 aponta que os desafios enfrentados por profissionais contranormativos se ancoram na divisão sexual do trabalho, levando ao preconceito e discriminação.

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Viana, Hyalle Abreu de Sousa, Amanda Wanderley Leite Torres, Ana Raquel Rosas

ATITUDES E ESTEREÓTIPOS EM RELAÇÃO A VELHICE LGBT

A partir emergência social de discutir a velhice LGBT, aborda-se aqui as atitudes e estereótipos em relação ao tema. Encontrou-se assuntos direcionados a estereótipos e atitudes negativas, preconceito duplo, homofobia internalizada e dificuldade de acesso aos serviços de saúde, suporte psicossocial e invisibilidade do idoso LGBT.

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Santos, José Victor de Oliveira de Araújo, Ludgleydson Fernandes Negreiros, Fauston

CRENÇAS E ATITUDES LINGUÍSTICAS NO PROCESSO DE REVITALIZAÇÃO DA LÍNGUA MUNDURUKÚ: O VIÉS GERACIONAL

Este artigo pretende fazer um recorte de um fato sociolinguístico referente à comunidade indígena mundurukú do Estado do Amazonas no que concerne ao uso da língua portuguesa e mundurukú nas três últimas gerações. A metodologia adotada é de cunho quantitativo e qualitativo, e o corpus da pesquisa foi coletado a partir da realização de entrevistas sistematizada por questionário. Observou-se uma ordem cronológica e geracional para a preferência da língua portuguesa desde a geração dos avós dos informantes desta pesquisa, o que mostra ruptura no ensino da língua nativa às crianças da comunidade. A falta de transmissão linguística deve ter sido fruto de uma avaliação negativa que a comunidade apresentou diante da língua nativa, e, a avaliação positiva da língua portuguesa gerou maior preferência de uso, tornando-a a língua de prestígio.

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Júnior, Celso Francês

SOCIOLINGUÍSTICA E ENSINO: AVALIAÇÃO E ATITUDE LINGUÍSTICA NO CONTEXTO ESCOLAR

Os falantes de todas as línguas emitem, a todo momento, julgamentos sobre as variedades linguísticas; tais julgamentos podem culminar em preconceito linguístico e este pode ser disseminado em qualquer ambiente social, inclusive o escolar. Neste trabalho, objetivamos verificar como a noção de variação linguística está sendo vista/vivenciada no ambiente escolar e identificar qual a avaliação e atitude linguística de estudantes quanto ao uso de formas pronominais de referência à segunda pessoa do singular. Para tanto, aplicamos um questionário a docentes e discentes do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe contendo perguntas referentes ao universo da variação linguística e um teste de avaliação e atitude linguística para estudantes da rede municipal e estadual da cidade de Moita Bonita/SE. Os resultados obtidos demonstram que ainda há estigma quanto às variedades linguísticas não padrão, o que evidencia a necessidade de uma ampla discussão pela escola a esse respeito.

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Araujo, Andréia Silva de Jesus, Éccia Alécia Barreto

AS ATITUDES LINGUÍSTICAS DE SERRATALHADENSES SOBRE A REALIZAÇÃO DE ARTIGO DEFINIDO DIANTE DE ANTROPÔNIMOS

Tomando como arcabouço teórico-metodológico a teoria da Sociolinguística, mais especificamente, o campo das crenças e atitudes linguísticas (LAMBERT; LAMBERT, 1968; LABOV, 1972; CARDOSO, 1989; FREITAG; SEVERO, 2015), temos como objetivo investigar as atitudes linguísticas de falantes da cidade de Serra Talhada - PE acerca da realização de artigo definido diante do contexto de antropônimos. Para tanto, aplicamos teste de julgamentos subjetivos com 16 informantes domiciliados na cidade. Nessa comunidade, a variante de prestígio é aquela cujo artigo não antecede o antropônimo (PEREIRA, 2017). Partindo dessa observação, verificamos que o gênero feminino apresenta grande preferência pelo uso dessa variante.

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Pereira, Déreck K. Ferreira Silva, Cláudia Roberta Tavares

AVALIAÇÃO SOCIAL DA CONCORDÂNCIA VERBAL COM A PRIMEIRA PESSOA DO PLURAL NO SERTÃO ALAGOANO

Tendo em vista que as formas linguísticas variantes apresentam o mesmo valor de verdade, mas podem diferir quanto às avaliações sociais, mensuramos as normas subjetivas dos falantes do sertão alagoano referente à concordância verbal com a primeira pessoa do plural. Para tanto, recorremos à Teoria da Variação Linguística (WEINREICH; LABOV; HERZOG, 1968; LABOV, 1972) e elaboramos um experimento de percepção sociolinguística. Os julgamentos dos falantes sinalizam que tanto a concordância verbal com nós quanto a concordância verbal com a gente recebem uma avaliação negativa, reforçando o rótulo de estereótipo que é associado às variantes nós + 3PS e a gente + 1PP.

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Vitório, Elyne Giselle de Santana Lima Aguiar

EKPHRASIS E VANITAS EM ALMEIDA FARIA

Neste artigo interdisciplinar, analisaremos duas figuras retóricas clássicas, a ekphrasis e vanitas, presentes no conto “Vanitas, 51, Avenue d’Iéna”, de Almeida Faria. A primeira delas trata da descrição com signos verbais de obras compostas com signos não verbais, de acordo com os princípios teóricos de Heffernan e Cassin; a segunda, trata mais especificamente das chamadas “naturezas mortas”. Procuraremos mostrar, por meio da análise do conto e de pinturas, que o autor, ao se utilizar de tais figuras, considera que a arte é o único meio efetivo de se superar os efeitos nefastos da morte.

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Gomes, Álvaro Cardoso Teixeira, Eliane de Alcântara

REISADOS DE BOA NOVA (BA): DE GERAÇÃO PARA GERAÇÃO, PATRIMÔNIO IMATERIAL

A festa em homenagem aos Reis Magos acontece há cerca de 2.000 anos em diversas partes do mundo, principalmente em países ibero-americanos. No Brasil, destaca-se com grande expressão cultural a festa que moradores do município baiano de Boa Nova fazem anualmente, saindo de suas casas para anunciar nascimento do Menino Jesus e homenagear a visita dos três Reis Magos na sua manjedoura. Neste ensaio, serão trabalhadas as noções de cultura, identidade e memória para justificar esta manifestação cultural e sua concepção como patrimônio imaterial.

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Fontes, Daiane Saraiva, Juracy Assmann

ANÁLISE DISCURSIVA DA CAMPANHA DE MARCELO CRIVELLA NA MÍDIA BRASILEIRA EM 2016

O presente artigo analisa como a mídia brasileira discursivizou a campanha de Marcelo Crivella nas eleições municipais do Rio de Janeiro em 2016. Durante a referida campanha, foi possível verificar um funcionamento discursivo que diz respeito à relação de Crivella com a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Dessa forma, analisamos aqui qual memória é retomada/reconfigurada na/pela mídia, durante a referida campanha eleitoral, e quais posições-sujeito estão em funcionamento nas materialidades analisadas. Para tanto, mobilizamos os pressupostos teórico-metodológicos da Escola Francesa de Análise de Discurso (doravante AD).

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Alves, Tatiane dos Santos da Silva, Edvania Gomes

ETNOCARTOGRAFAR COM OLHOS REBELDES: INFANTILANDO IMAGENS COM “A CULPA É DO FIDEL”

Em diálogo com o filme A culpa é do Fidel (2006), a partir do entendimento da infância como uma experiência limite da/na linguagem, foi possível problematizar políticas de subjetivação, imagéticas, linguagem e atenção. Inspirados/a em nortes etnográficos e cartográficos, construiu-se um território de experimentação política, ética e estética, por meio do qual, como diria Walter Kohan, infantilou-se imagens, perscrutando nas mesmas uma força disruptiva de afirmação da multiplicidade e errância da vida humana.

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de Vasconcelos, Michele Freitas Faria de Melo, Marcos Ribeiro Neto, Edson Augusto de Souza

A MELANCOLIA COMO IDENTIDADE EM JEAN RHYS: UMA ANÁLISE DO CONTO “OUTSIDE THE MACHINE”

A melancolia não é simplesmente um tema comum nas obras da escritora Jean Rhys; mais que isso, é o elemento formador da identidade da maioria de suas protagonistas. Sendo assim, este artigo busca analisar personalidade melancólica como um destino inevitável para as mulheres na literatura de Jean Rhys por meio do conto “Outside de Machine”. Para isso, além dos estudos sobre a melancolia, são importantes as reflexões acerca da literatura pós-colonial de autoria feminina.

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Attie, Juliana Pimenta

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Expediente, Expediente

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Ramalho, Christina Gomes, Simone Caputo

UM DIÁLOGO POÉTICO ENTRE CABO VERDE E BRASIL: OVÍDIO MARTINS E MANUEL BANDEIRA

Visando estabelecer um diálogo poético intercontinental entre o Cabo Verde e o Brasil, este artigo, sob viés comparatista, analisará o poema “Anti-evasão”, do poeta cabo-verdiano Ovídio Martins, e sua relação intertextual com o poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, do poeta brasileiro Manuel Bandeira. Percebendo o diálogo intertextual entre os autores, será feita uma análise sob o prisma da apropriação literária, processo que permitiu uma revitalização criativa do elemento apropriado. Também refletindo o sentido do poema, este será conectado ao ideário de engajamento social das lutas anticolonialistas do momento histórico. Ovídio apropria-se do elemento advindo da poesia de Bandeira, fazendo dele um impulsionador de sua criação, um grito nacionalista e anticolonialista que nutre uma proposta contra ideológica em Cabo Verde a partir de 1944. Esse artigo apresenta uma amostra pontual e precisa do que liga, estética e politicamente, o Brasil à Cabo Verde, Manuel Bandeira à Ovídio Martins.

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Deon, Robson Menon, Maurício Cesar

VERA DUARTE: ENTRE CENAS SOCIOCULTURAIS E PAIXÕES LITERÁRIAS

A dicção poética da escritora Vera Duarte, indubitavelmente, desenha-se como um vetor pulsante e dinâmico da cena artístico-cultural contemporânea de Cabo-Verde, no tocante a sua contribuição para o fortalecimento da identidade cultural e da tradição literária desse país. Diante disso, este texto tem como objetivos sinalizar alguns entrecruzamentos culturais e literários e tecer leituras interpretativas sobre recorrências de amor e solidão como experiências e contingências da existência humana e da vida em relações em Amanhã amadrugada (1993) e O arquipélago da paixão (2001). 

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Santiago, Ana Rita

A MULHER CABO-VERDIANA NA LITERATURA: POSSÍVEIS FORMAS DE REPRESENTAÇÃO

O presente trabalho se baseia na obra Mornas eram as noites (2002), da cabo-verdiana Dina Salústio, com foco nas questões que tangem à mulher e suas possíveis representações. Como parte de uma abordagem de caráter sociológico, tendo em vista o uso da teoria formada por Elódia Xavier em Que corpo é esse? (2007), o viés para análise dos contos “Foram as dores que o mataram” e “Álcool na noite” é direcionado para o corpo feminino. Nesse sentido, a literatura de Dina Salústio, além de dialogar com uma corrente de escritores cabo-verdianos anticoloniais, traz para seus contos os problemas, mas também alternativas de superação de questões ainda presentes na contemporaneidade. Como recurso teórico-metodológico, fizemos uso das contribuições teóricas de Maria Aparecida Santilli (1985) e Manuel Ferreira (1977), bem como de Benjamin Abdala Júnior (2008) e Simone Caputo Gomes (2008). 

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Côrtes, Daynara Lorena Aragão dos Santos, Isabela Batista Santos, Jeane de Cassia Nascimento

O NASCIMENTO DO ROMANCE CABO-VERDIANO

Este trabalho analisa o surgimento da literatura de longa ficção cabo-verdiana, bem como o processo de descolonização, ruptura e construção de identidade literária nacional por meio do romance Chiquinho (1947). Essa obra é pioneira em buscar no horizonte literário de Cabo Verde a verdadeira história, a autêntica cultura e os problemas sociais e reelaborá-los esteticamente. Para isso, laçaremos mão da filosofia estética de Gyorgy Lukács e dos conceitos relacionados ao engajamento literário e ao romance histórico. As reflexões sobre esse romance de Baltasar Lopes possibilitam perceber como a arte se alimenta da realidade, levando a inúmeros momentos de catarse e denunciando a mais precária forma de destruição do ser humano: a fome.

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2022-12-06T15:49:37Z

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de Miranda, Crisandeson Silva de Carvallho, José João