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Ultraestrutura de Protozoários parasitas de Peixes da região Amazônica
Neste trabalho descrevemos alguns detalhes ultraestruturais de novas espécies de protoparasitas do phylum Myxozoa (Henneguya adherens, Η. malabarica, Η. striolata, Η. testicularis, Tetrauronema desaequalis and Myxobolus braziliensis), recentemente encontrados e descritos em peixes da bacia amazônica. São descritos os aspectos ultraestruturais do ciclo de vida dos parasitas, incluindo o esporo, vetor biológico responsável pela transmissão do parasita. Por outro lado, é analizada a ação do parasita no hospedeiro e referidos efeitos nefastos da ação parasitária.
2022-12-06T14:40:28Z
MATOS,Edilson AZEVEDO,Carlos CORRAL,Laura CASAL,Graça MATOS,Patricia
Euglossine Bees (Hymenoptera: Apidae) of Buriticupu, Amazonia of Maranhão, Brazil1
Male euglossine bees attracted to cineole, vanillin, methyl salicylate, eugenol and benzyl benzoate, were collected from October 1995 to September 1996, twice a month, between 06.00 and 12.00 hours, at the Companhia Vale do Rio Doce Forest Reserve, Buriticupu-MA. It were sampled 1740 individuals, 37 species and 4 genera. Euglossa was the most abundant genus (23 species), followed by Eufriesea (8), Eulaema (4) and Exaerete (2). The most frequent species were Euglossa pleosticta (33% of the collected individuals), Euglossa truncata (12,7%), Euglossa avicula (6,3%), Eufriesea superba (5,2%), Euglossa fimbriata (4,8%) Euglossa violaceifrons (4,4%), Eulaema nigrita (4,1%), Euglossa cordata (4,0%), Eulaema meriana (3,4%). Cineole attracted 66% of males and 70% of species, vanillin (20%; 59%), methyl salicylate (7,4%; 54%), eugenol (5,6%; 44%) and benzyl benzoate (0,7%; 10,8%). The highest abundance of individuals (78,3%) and species (34) occurred in the rainy season (January-June). The species of the genus Eufriesea occurred only in this period. Regarding the hourly activity, the euglossine bees were more frequently found between 10.00 and 11.00 hours, accounting for 33,5% of the individuals and 86,4% of the species.
2022-12-06T14:40:28Z
SILVA,Francinaldo Soares REBÊLO,José Manuel Macário
Two new Haploporidae (Trematoda) of Fishes from the Brazilian state of Rondônia
Two new Haploporidae (Trematoda) are described from fishes of the State of Rondônia, Brazil. Rondotrema microvitellarum gen. et sp. n., an intestinal parasite of Hemiodus microlepis, is characterized as having intercecal vitellaria limited to one small cluster on either side postero-lateral to the ovary. Lecithobotrioides elongatus sp. n., from Prochilodus nigricans, has an elongate, cylindrical body, short thick ceca, a small hemaphroditic sac and extensive vitellaria.
2022-12-06T14:40:28Z
THATCHER,Vernon E.
Surface morphology of some Amphistomes (Trematoda) of Amazonian Fishes and the description of a new genus and species
The surface morphology of specimens from ten different genera of amphistomes (Trematoda, Cladorchiidae) from Amazonian fishes is described and illustrated. The importance of body shape as a generic character is considered. Morphological changes as a result of growth are shown and explained in relation to the species Dadaytrema oxycephala. Additionally, Doradamphistoma bacuensis gen. et sp. n. is described from the catfish, Megalodoras irwini Eigenmann, 1925.The new genus and species is elongate and flattened, with external pharyngeal pouches, an esophageal bulb, a spherical cirrus sac, a post-bifurcal genital pore and pre-equatorial testes.
2022-12-06T14:40:28Z
THATCHER,Vernon E.
Levels of leaf Herbivory in Amazonian trees from different stages In forest regeneration
Leaves from 120 canopy trees and 60 understory tree saplings growing in primary and secondary forests near Manaus, Brazil, were collected for determination of standing levels of herbivory (percent leaf area lost). Overall, levels of herbivory on leaves of central Amazonian trees were low. About one quarter of the leaves examined (n = 855) had no damage at all. In most other Neotropical sites studied the mean percentage of herbivory was found to vary between 5.7 and 13.1%, whereas in Manaus it was only 3.1%. The data presented here support the contention that levels of herbivore damage are positively related to soil fertility. No significant difference was found in herbivory levels between canopy trees and understory saplings. Also, there was no difference in damage between leaves from pioneer and late successional trees. Field assays of preference, however, revealed that leaves from pioneer trees are more palatable to leaf-cutting ants (Atta laevigata). This effect was dependent upon leaf age, being observed in mature leaves, but not in young leaves. The greater rate of leaf production in secondary forests may be a factor accounting for the greater abundance of leaf-cutting ants in secondary compared to primary forests.
2022-12-06T14:40:28Z
VASCONCELOS,Heraldo L.
Biologia reprodutiva do Tambaqui, Colossoma macropomum Cuvier, 1818 (Teleostei, Serrasalmidae), no baixo Amazonas, Brasil
Analisaram-se aspectos da biologia reprodutiva do tambaqui (Colossoma macropomum) na região do Baixo Amazonas. Foram coletados 1232 exemplares entre outubro de 1994 e fevereiro de 1996, nos mercados e frigoríficos de Santarém no Estado do Pará. Indivíduos entre 20 e 120 cm foram pesados, medidos e observados o sexo e o estágio de maturidade. O tipo de desova e a fecundidade foram determinados através da análise dos ovócitos intraovarianos de 10 fêmeas maduras. Colossoma macropomum possui desova total. Existem variações macro e microscópicas cíclicas dos ovários associadas ao período hidrológico. A desova coincidiu com o início do período das chuvas. A proporção sexual varia com o tamanho dos peixes. A relação comprimento/peso indica diferenças nas estratégias de crescimento para ambos os sexos. O menor macho sexualmente maduro mediu 62 cm e o maior 95 cm, no caso das fêmeas, 70 cm e 112 cm respectivamente. A fecundidade média absoluta calculada para o tambaqui foi de 1.007.349 ovócitos (s = 67.279). Existe uma relação linear entre a fecundidade (F) e o peso total (W1) sendo a equação F = 885347 + 9,16 W1.
2022-12-06T14:40:28Z
VIEIRA,Elisabeth Farias ISAAC,Victoria Judith FABRÉ,Nídia Noemi
Controle De Acromyrmex laticeps nigrosetosus (Hymenoptera: Formicidae), em eucaliptal no Pará, com Iscas Granuladas com Sulfluramida ou Clorpirifós
Este trabalho foi realizado em reflorestamento de eucalipto da Jari Celulose S.A., no município de Almerim, Pará, de setembro de 1996 a janeiro de 1997. Objetivou-se testar a eficiência de duas iscas granuladas à base de sulfluramida e outra à base de clorpirifós, nas dosagens de 4, 6, 8 e 10 gramas por metro quadrado de formigueiro, para o controle de Acromyrmex laticeps nigroselosus Forel (Hymenoptera: Formicidae). As duas iscas com sulfluramida, nas dosagens testadas, apresentaram acima de 99,0% de transporte e nenhuma devolução. Todos os formigueiros tratados, com essas iscas, estavam mortos na avaliação final, enquanto a eficiência da isca com clorpirifós variou de 55,56 a 66,67%, para as diferentes dosagens testadas. As iscas à base de sulfluramida podem ser recomendadas para o controle de A. laticeps nigrosetosus na região do trópico úmido do Brasil.
2022-12-06T14:40:28Z
ZANUNCIO,José Cola CRUZ,Adalton Pinheiro da OLIVEIRA,Harley Nonato de GOMES,Francisco Sérgio
Germinação de sementes de azedinha (Oxalis hirsutissima), espécie medicinal de Mato Grosso, Brasil
Sementes de azedinha (Oxalis hirsutissima Mart. & Zuc.) apresentam um baixo percentual de germinação, dificultando a propagação dessa espécie medicinal, tão utilizada pelas populações tradicionais da região contra as inflamações oculares. Sementes coletadas de uma população nativa em Poconé, no Estado de Mato Grosso, foram submetidas a dois ensaios de quebra de dormência. No primeiro foram usados 12 tratamentos: pré-embebição em água por 24, 36, 48, 69 e 96 horas, imersão em acetona por 10 e 40 minutos, imersão em ácido clorídrico por 10 e 40 segundos, imersão em álcool etílico 96° por 10 e 40 segundos, e sem pré-tratamento. No segundo ensaio foram usados 14 tratamentos: imersão em água quente (70 ºC) por 20, 40, 60 e 300 segundos; em água muito quente (85 ºC) por 20, 40, 120 e 300 segundos, em água fervendo (100 °C) por 10, 20,40, 120 e 300 segundos, e sem pré-tratamento. A imersão em ácido clorídrico por 40 segundos diferiu estatisticamente dos demais, e mesmo assim a porcentagem de germinação foi baixa (47%). A imersão em água quente (70 ºC) por 300 segundos e em água muito quente (85 ºC) por 40 segundos mostraram os melhores resultados, com 89 e 92% de germinação, respectivamente. A água fervendo (100 ºC) por 300 segundos reduziu a percentagem de germinação a 4%.
2022-12-06T14:40:28Z
COELHO,Maria de Fátima B. ALBUQUERQUE,Maria Cristina de F. DOMBROSKI,Jefferson Luis D.
Fenologia e produtividade do araçá-boi (Eugenia stipitata, Myrtaceae) na Amazônia Central
O araçá-boi (Eugenia stipitata McVaugh ssp. sororia McVaugh, Myrtaceae) é uma frutífera nativa da Amazônia Ocidental com potencial para a indústria de sucos e flavorizantes. Embora pouco plantada na Amazônia brasileira devido a sua acidez, é frequentemente cultivada na Amazônia peruana. O conhecimento de sua fenologia pode ajudar no planejamento do manejo do plantio e da comercialização dos frutos. A fenologia de dez plantas, crescendo num latossolo amarelo degradado, foi observada durante cinco anos. O araçá-boi geralmente floresceu e frutificou três vezes ao longo do ano e sempre teve pelo menos um pico de floração forte durante a estação seca (julho a setembro) e um pico de frutificação mais acentuado na estação chuvosa (janeiro a março). A floração é um evento complexo e demorado que pode durar de dois a três meses, embora o período entre o aparecimento do botão floral até a antese do flor é curto (~15 dias) e o período entre a antese e a maturação dos frutos dura 50 a 60 dias. As regressões múltiplas usadas para determinar o efeito das variáveis climáticas na floração e frutificação não apresentaram altos coeficientes de determinação, embora os modelos tenham sido significantes, provavelmente porque o araçá-boi floresce várias vezes durante o ano e ainda não se sabe qual o estímulo mais importante para iniciar o processo. O vingamento dos frutos variou de menos de 5% a aproximadamente 15%. O peso médio dos frutos avaliados em janeiro de 1988 foi 135 g, com 77% de polpa. Ao longo do período, estimou-se que as dez plantas produziram cm média 1000 frutos/ano, com uma mediana de 890 frutos/ano. Os insetos visitantes eram principalmente abelhas, especialmente Apis mellifera, Eulaema mocsaryi e Ptilotrigona lurida.
2022-12-06T14:40:28Z
FALCÃO,Martha de Aguiar GALVÃO,Rozana de M. Souza CLEMENT,Charles R. FERREIRA,Sidney A. do Ν. SAMPAIO,Sebastiana das Graças
Métodos de extração e limpeza de sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata)
O araçá-boi (Eugenia stipitata McVaugh, Myrtaceae), espécie de origem amazônica, possui frutos de aroma e sabor agradáveis, com alto rendimento em polpa. O presente trabalho objetivou avaliar a qualidade física e fisiológica das sementes após extrações manual e mecânica, limpeza por fricção com diferentes materiais (areia, serragem, areia+serragem, cal hidratada, em peneira e sem fricção) e limpeza por fermentação natural (com e sem substituição diária da água, por 0, 1, 2, 3, 4 e 7 dias). Com o método mecânico obteve-se a maior quantidade de polpa (78% do peso e 81% do volume dos frutos). A fricção com cal hidratada proporcionou as maiores percentagem (98 %) e velocidade de emergência (0,989). Na fermentação natural, a manutenção da mesma água por mais de 1 dia afetou negativamente a qualidade fisiológica das sementes.
2022-12-06T14:40:28Z
GENTIL,Daniel Felipe de O. FERREIRA,Sidney Alberto do N.
Uma proposta metodológica de adequação de épocas de cultivo desenvolvida na região de Manaus - AM, através de balanço hídrico seriado
O presente trabalho propõe uma metodologia para estabelecer os períodos adequados ao desenvolvimento vegetativo, trafegabilidade de máquinas e condições de colheita na região de Manaus — Amazonas, Brasil, a partir de balanço hídrico decendial de Thornthwaite & Mather (1955). Os níveis de 30, 50, 70 e 100 mm de capacidade de água disponível do solo foram arbitrados em função das características físico-químicas dos solos predominantes da região. De acordo com os resultados obtidos com o balanço seriado foram definidos critérios com três níveis de aptidão A (apto), R (restrito) e I (inapto) para cada parâmetro de avaliação. A consistência da metodologia é constatada pela concordância do modelo de adequação de cultivo às experimentações locais de otimização de época de plantio.
2022-12-06T14:40:28Z
HAMMES,Valéria Sucena NOVA,Nilson Augusto VILLA
Qualidade nutricional de três espécies de clorofícias cultivadas em laboratório
Três espécies de algas clorofíceas, Scenedesmus quadricauda (Brèbisson, 1835), Ankistrodesmus gracilis (Korsikov, 1953) e Pediastrum duplex (Meyen, 1829), foram cultivadas no laboratório, usando como meio de cultura adubo químico N:P:K na proporção 20:5:20, respectivamente. O valor nutricional das algas foi avaliado pela concentração de clorofila-a e pelo carbono orgânico. As três espécies algais apresentaram alto valor nutricional, particularmente Scenedesmus quadricauda, que apresentou a maior percentagem de carbono em relação ao peso seco (21%), sendo considerada como alimento adequado para os organismos filtradores.
2022-12-06T14:40:28Z
HARDY,Elsa R. CASTRO,José Gerley D.
Anatomia foliar de pedra-hume-caá (Myrcia sphaerocarpa, Myrcia guianensis, Eugenia punicifolia - Myrtaceae)
As folhas de Myrcia multiflora (Lam.) DC, Myrcia guianensis (Aubl.) Urb. e Eugenia punicifolia (H. B. K.) DC. são anatômica c morfologicamentc descritas. As espécies revelaram diversos elementos histológicos universais para a família, bem como peculiares das mesmas e importantes para orientar a diagnose desses vegetais e para o reconhecimento de fraudes, que ocorrem através de substituições intencionais ou não. Entre os elementos histológicos característicos, destacam-se: ornamentações de cutícula foliar, tipos de estômatos, tipos de contornos celulares das células epidérmicas em vista facial, tipo e abundância relativa de inclusões celulares inorgânicas.
2022-12-06T14:40:28Z
JORGE,uzia I. F. AGUIAR,Jaime P. L. SILVA,Maria de Lourdes P.
Espécies de Pilocarpus Vahl (Rutaceae) da Amazônia brasileira
Pilocarpus é gênero neotropical constituído de 16 espécies distribuídas desde o sul do México e América Central até o sul da América do Sul. O Brasil abriga 13 espécies, sendo que 11 delas ocorrem exclusivamente no território brasileiro. O objetivo do trabalho é apresentar as espécies ocorrentes na Amazônia brasileira, à luz dos dados mais recentes obtidos com a revisão taxonômica do gênero pelo autor. Antes disso, eram reconhecidas apenas duas espécies de Pilocarpus naquela região, a saber: P. microphyllus Stapf ex Wardl. na porção leste, e P. peruvianus (Macbride) Kaastra na porção oeste. Os últimos dados revelaram a existência de mais dois táxons: P. alatus J. C. Joseph ex Skorupa e P. carajaensis Skorupa. São apresentadas chave de identificação, descrições, ilustrações, assim como informações sobre a distribuição geográfica, habitats e fenologia das espécies consideradas.
2022-12-06T14:40:28Z
SKORUPA,Ladislau A.
Alterações em características químicas de solos da região amazônica pela introdução de pastagens
O presente trabalho objetiva avaliar os impactos decorrentes da remoção da cobertura original e seu posterior uso com pastagem, tendo como atributos principais de análises, as modificações nas propriedades químicas do solo. As amostras foram retiradas na região de Porto Velho/RO, junto a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) em latossolo vermelho-amarelo. Estas foram coletadas ao longo de uma transeção contendo 24 pontos, 12 sob vegetação natural (floresta) e 12 sob pastagem plantada à aproximadamente 15 anos em dois horizontes distintos: superficial e subsuperficial. Os atributos químicos mostraram diferenças significativas na substituição floresta-pastagem para V%, CTC, H+A1, N-total e C-orgânico, sendo os maiores valores encontrados no horizonte superficial do solo de floresta, ocorrendo também uma estocagem mais nítida de P, Ca, Mg e maiores valores de CTC, N-total e C-orgânico no horizonte superficial das duas situações estudadas (vegetação natural e pastagem), evidenciando o efeito da cobertura vegetal sobre o conteúdo e distribuição dos componentes orgânicos e minerais em solos tropicais.
2022-12-06T14:40:28Z
LONGO,Regina M. ESPÍNDOLA,Carlos R.
Amazon landforms and soils in relation to biological diversity
Thirteen main landform units are distinguished for the whole of the forested Amazon region, each with its specific soil pattern and vegetation structure. These landform-soil-vegetation units are delineated on a small-scale map and illustrated by a schematic cross-section. Floristic diversity of the gamma type is to be highest on the steepland-and-valley complexes of the Andean fringe, on the crystalline shield uplands, on the inselberg complexes, and on the eutric variant of the western sedimentary plains. Endemism is expected to be highest on the sandy plains, and parts of the table lands and inselberg complexes. Speciation, linked to the concept of forest refuge areas, is likely to be highest on the sandstone table lands, on the stretches of Amazon planalto, and in the areas of relict valleys, in view of the prolonged geomorphological stability of these units.
2022-12-06T14:40:28Z
Sombroek,Wim
On the occurrence of cyanolipids In Paullinia carpopodea cambess And P. cupana Kunth seed oils
Paullinia carpopodea seed oil contains 70% type Icyanolipids with cyanogenetic properties, as proven by chemical and spectrometric techniques. P. cupana seed oil also contains cyanogenic type I cyanolipids, according to its 1Ή-NMR spectrum. The existing controversy in the literature about the presence and/or type of cyanolipids in P. cupana seed oil is probably due to the low amount of these compounds (0.2%) in the seeds.
2022-12-06T14:40:28Z
LAGO,Regina C. A. SIMONI,Maria de Lourdes P. S. C. PINTO,Ângelo da C.
Influência do sombreamento no crescimento de mudas de cumaru (Dipteryx odorata (Aubl.) Willd. - Fabaceae), cultivadas em viveiro
Este trabalho apresenta os resultados de um experimento realizado com mudas de Dipteryx odorata (Aubl.) Willd. no viveiro da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, do Inpa, em Manaus, Amazonas. O objetivo foi avaliar o desempenho da espécie cultivada em viveiro sob diferentes níveis de sombreamento. O experimento foi instalado em blocos ao acaso, com cinco tratamentos: dois tratamentos com sombra temporária, passando a pleno sol e três tratamentos com sombreamento de 30%, 50% e 70%, obtidos com o uso de telas de poliolefinas, de cor preta. Aos 3 e 5 meses foram avaliados após a semeadura, diâmetro do colo, altura, comprimento das raízes, peso de matéria seca de raízes, caule e folhas e as relações altura/ diâmetro do colo e parte aérea/sistema radicular. Tanto aos 3 quanto aos 5 meses, o sombreamento não afetou o crescimento em altura e o comprimento das raízes. O diâmetro do colo foi maior sob 0% de sombreamento, sendo superior estatisticamente ao tratamento com 70% em ambos períodos. Com relação ao peso de matéria seca, o tratamento com 70% de sombreamento foi inferior aos demais na primeira medição. Na segunda medição verificou-se uma tendência de aumento do peso de matéria seca com a diminuição dos níveis de sombreamento. Os menores valores das relações altura/diâmetro do colo e parte aérea/sistema radicular foram obtidos a pleno sol. Dipteryx odorata, uma espécie típica das matas altas de terra-firme, cresce melhor a plena luz, quando cultivada em viveiro.
2022-12-06T14:40:28Z
UCHIDA,Toshihiro CAMPOS,Moacir A. A.
Flebotomíneos (diptera: psychodidae) no estado do Mato Grosso, município de Chapada dos Guimarães, Brasil
Estudo sobre a fauna de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae), no Município de Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, Brasil, mostrou a presença de duas espécies de Brumptomyia e 43 espécies de Lutzomyia, todas registradas pela primeira vez no Estado de Mato Grosso. Durante o período de três anos (1993 a 1995), coletamos espécimes para conhecer a diversidade de espécies e aspectos ecológicos da fauna de flebotomíneos da área. Chama-se a atenção para a presença de L. ayrozai, L. flaviscutellata e L. whitmani vetores incriminados na transmissão da leishmaniose cutânea e L. longipalpis, vetor da leishmaniose visceral no Brasil.
2022-12-06T14:40:28Z
BIANCARDI,Ceclie M. B. CASTELLÓN,Eloy Guillermo
A dieta das larvas de Mylossoma aureum e Μ. duriventre na Amazônia central
Mylossoma aureum e M. duriventre são duas espécies abundantes na várzea do rio Solimões/Amazonas, entretanto, pouco se conhece sobre a ecologia de suas larvas. Aqui, são descritas as dietas de larvas de 4,5 a 16 mm de comprimento padrão, no rio e em cinco lagos de várzea. As capturas foram feitas com rede de ictioplâncton e rede de mão nos principais mesohabitats do rio e da sua planície de inundação. A contribuição relativa dos alimentos foi analisada pelos seus pesos secos no conteúdo estomacal. Os mesohabitats e o comprimento das larvas foram considerados na avaliação da dieta. Verificou-se que as duas espécies alimentaram-se com maior intensidade nas áreas inundadas, principalmente nos capins aquáticos, e raramente no canal do rio. Os alimentos que mais contribuíram nas dietas foram os copépodos ciclopóidos e os quironomídeos. As principais fontes de variação na composição da dieta foram os locais de captura e o comprimento da larva. Tanto as larvas de M. aureum como as de M. duriventre consumiram alimentos cujas larguras não ultrapassaram 50% do diâmetro de abertura bucal e larvas que ingerem alimentos maiores apresentam uma menor quantidade de presas no trato alimentar.
2022-12-06T14:40:28Z
LEITE,Rosseval Galdino ARAUJO-LIMA,Carlos A. R. M.