RCAAP Repository

Estudo experimental do comportamento de fenóis em aquífero livre da área da Albras - Barcarena/Pa

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Year

2019

Creators

PACHECO JÚNIOR, Álvaro de Castro

Influência de diferentes práticas de uso da terra sobre a fauna de riachos amazônicos

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Year

2019

Creators

SOUSA, Híngara Leão

Utilização de medidas elétricas e eletromagnéticas para a prospecção de água subterrânea em Jacundá (Pa)

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Year

2019

Creators

MENDES, Marcelo Fernandes

Modelagem hidrodinâmica 2DH no furo de Laura - Nordeste Paraense

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Year

2019

Creators

LOPES, Matheus Santiago

Transformação de estimativas suaves aplicadas à interpretação de relevos descontínuos do embasamento

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Year

2019

Creators

MOREIRA, Mayra Moura

Identificação litológica com affinity propagation

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Year

2019

Creators

CALDAS, Nayara Safira da Silva

Modelagem hidrodinâmica aplicada ao estuário amazônico: uma abordagem em malha flexível

CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Year

2019

Creators

BORBA, Thaís Angélica da Costa

Identificação de fácies em perfis com algoritmo heurístico

CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Year

2019

Creators

ALMEIDA, Thelson Luiz Pinheiro de

Ostracodes da Formação Solimões, Neógeno do estado do Amazonas, Brasil: taxonomia, paleoecologia e bioestratigrafia

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Year

2019

Creators

PEREIRA, Ana Paula Linhares

Estudo geoquímico do sistema hidrotermal relacionado à mineralização cuprífera da área Bahia, Serra dos Carajás, Pará

A área Bahia, na Província Mineral de Carajás, engloba a seqüência vulcanossedimentar que hospeda uma mineralização cuprífera de baixo teor, onde a calcopirita é o principal mineral de minério. A seqüência é composta por rochas metabásicas (predominantes), metapiroclásticas e metassedimentares, e está intensamente venuiada. Os dados químicos das rochas metabásicas mostram grande semelhança com toleítos arqueanos. A similaridade também se estende às rochas metabásicas do Grupo Grão-Pará: apesar disso, a correlação desse Grupo com a Sequência Bahia ainda permanece em aberto. A despeito de a seqüência vulcanossedimentar Ter sido submetida a intensa alteração hidrotermal, as texturas primárias estão multo bem preservadas e o padrão de abundância das terras-raras indica uma mobilidade bastante limitada desses elementos durante o evento da alteração. A assembléia de alteração característica é marcada pela presença - em quantidades e combinações variáveis - de clorita, sericita, albita, tremolita-actinolita, epidoto, quartzo, calcita, titanita e escapolita. Nos veios hidrotermais, a principal associação mineralógica é composta por quartzo + clorita + calcita + calcopirita + pirita. Com o estudo microtermométrico em cristais de quartzo dos veios hidrotermais, dois tipos de inclusões fluidas foram caracterizados: inclusões bifásicas, com salinidade moderada (10 a 25% eq. peso NaCl) e temperaturas mínimas de aprisionamento entre 110 e 160°C, e as inclusões multífásicas, de salinidade alta (até 42% eq. peso NaCl) e temperaturas de homogeneização das fases fluidas mais baixas (100 a 130°C). Em relação ao modelo metalogenético, é discutida a participação de soluções relacionadas aos corpos graníticos presentes na região, além da provável mistura com fluidos mais salinos e de temperaturas mais baixas. Essas soluções teriam alterado e venuiado as rochas com as quais interagiram, precipitando aí, e principalmente nos veios, os sulfetos de Cu-Fe.

Year

2019

Creators

RIBEIRO, Ana Maria Rodrigues

Geologia, petrografia e geoquímica das rochas vulcânicas da área Sul de São Félix do Xingu (PA), Província Carajás

CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Year

2019

Creators

FERREIRA, Ana Tayla Rodrigues

Estudo sedimentológico e geoquímico em sedimentos de fundo na Baía de Guajará-Belém (PA)

CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Year

2019

Creators

SARAIVA, André Luis de Lima

O gênero Haplocytheridea Stephenson, 1936 (Crustacea-ostracoda) na Formação Pirabas, Pará

O gênero Haplocytheridea tem ampla distribuição estratigráfica do Cretáceo ao Recente. Embora apresente ampla distribuição paleobiogeográfica, o gênero é restrito à região Circumtropical e ocorre, predominantemente, na América do Norte e na América Central. Este é o primeiro registro do gênero no Brasil e na Formação Pirabas (Mioceno Inferior), estado do Pará, norte da costa brasileira. Dez espécies foram identificadas sendo que cinco deleas assemelham-se à espécies que ocorrem na Europa, América do Norte, América Central e América do Sul: H. aff. C. multipunctata; Haplocytheridea cf. H.larosaensis; H. cf. H. dacica elegantior, H. cf. H. placentiaensis e H.? cf. C. (Leptocytheridea) hopikinsi; três espécies novas são descritas: H. sandbergi n. sp. , H. pirabensis n. sp. e H. sinuosa n. sp.; além de outras duas espécies que permanecem em nomenclatura aberta: Haplocytheridea sp.1 e H.sp.2. De acordo com a distribuição do gênero na seqüência estratigráfica analisada, a Mina B17 representa uma sequência deposicional cíclica constituída por paleoambientes desde que varia de costeiro/transicional à marinho nerítico. Haplocytheridea é normalmente associada à ambientes costeiros, tropicais, associado a plataforma carbonáticas e, esporadicamente, a recifes de corais. Sua distribuição descontínua na sequência estudada atesta condições cíclicas (T-R) na Mina B-17 como anteriormente reconhecida para as sequências deposicionais da Formação Pirabas.

Year

2019

Creators

NOGUEIRA, Anna Andressa Evangelista

Geologia e petrologia do extremo norte da Serra do Estrondo (GO)

CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Year

2019

Creators

SOUZA, Antonio Celso Costa de

Quem somos nós hoje?: memes, subjetividades e malacos no facebook

A presente dissertação tem o objetivo de analisar discursivamente a construção de subjetividades sobre Belém do Pará. Para isso, seleciono como materialidades memes que foram publicados em páginas do Facebook, entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2018, que tematizam o estado e sua capital, Demonstrando como esse sujeito constrói a si e a seus pares por meio de enunciados verbais (FOUCAULT, 2012) e visuais (COURTINE, 2011). A ancoragem teórica é realizada por meio da Análise do Discurso e utiliza os postulados filosóficos de Michel Foucault que, ao questionar “Quem somos nós hoje?”, abre espaço para a busca da compreensão de como os sujeitos se constituem ao longo de uma história descontínua. Pensando na trajetória histórica de Belém a partir do dispositivo colonial (NEVES, 2015) e de seus sujeitos silenciados, analiso processos regulares de (in)visibilização de práticas culturais diversas, que expõem a complexidade de uma Belém heterotópica (FOUCAULT, 2001), em que a periferia é parte de um processo histórico constante e ininterrupto de exclusão. No entanto, esse mesmo processo alicerçado em um jogo colonialismo interno (GONZALES CASANOVA, 2015) de poder, permite a esses sujeitos marginalizados sua resistência, investido sobre si novas formas de poder, calcadas em uma nova ordem discursiva (FOUCAULT, 2014), que se coloca, de antemão, como uma contraordem à hegemonia.

Year

2019

Creators

GOMES, Daniel Loureiro