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Gerenciamento estratégico da informação : a convergência a partir da sociedade da informação
Reúne elementos para comprovar que a transformação da informação do dia-a-dia das organizações em elemento estratégico de tomada de decisão é a capacidade que as corporações possuem de monitorar informações ambientais para responder satisfatoriamente aos desafios e oportunidades que se apresentam continuamente. Essa situação é classificada pelos autores de inteligência organizacional, aquela que deve estar amparada em uma gestão proativa dos recursos informacionais que as organizações devem estabelecer nos moldes de um sistema de informação. Conclui, nesse contexto, que o gerenciamento estratégico da informação deve incorporar a idéia central da inteligência organizacional qual seja, monitorar sistematicamente informações ambientais, com a finalidade de apoiar proativamente a escolha da estratégia corporativa e o uso da informação como subsídio ao processo decisório. _________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:08:50Z
Araújo Júnior, Rogério Henrique de Alvares, Lillian Maria Araújo de Rezende
Scanning electron microscopy of the interaction between Cryptococcus magnus and Colletotrichum gloeosporioides on papaya fruit
ABSTRACT
2022-12-06T17:13:04Z
Capdeville, Guy de Souza Júnior, Manoel Teixeira Santos, Jansen Rodrigo Pereira Miranda, Simoni Paula Caetano, Alexandre Rodrigues Falcão, Rosana Gomes, Ana Cristina Menezes Mendes
Indexação automática e manual : revisão de literatura
Abordam-se as diversas pesquisas nacionais e estrangeiras que avaliam a qualidade da indexação manual e automática, em relação às técnicas e fontes empregadas para a extração dos termos significativos e a capacidade de recuperação da linguagem de indexação, nas bases de dados. ____________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:20:33Z
Vieira, Simone Bastos
Mortes evitáveis em menores de um ano, Brasil, 1997 a 2006 : contribuições para a avaliação de desempenho do Sistema Único de Saúde
Os óbitos de menores de um ano foram classificados em causas evitáveis, mal definidas e não evitáveis empregando a Lista Brasileira de Mortes Evitáveis, entre 1997-2006. Foram calculados tendências dos coeficientes de mortalidade infantil por causas de morte e se usou regressão não linear para avaliação de tendência. As causas evitáveis e as causas mal definidas apresentaram significativa redução (p < 0,001). As causas reduzíveis de mortalidade apresentaram redução de 37%. A mortalidade por causas reduzíveis por adequada atenção ao parto declinou em 27,7%; adequada atenção ao recém-nascido, 42,5%; e por adequada atenção à gestação cresceu 28,3%. Concluiu-se que os serviços de saúde contribuíram para a redução da mortalidade infantil. O declínio das causas mal definidas de morte indica ampliação do acesso aos serviços de saúde. O aumento do acesso e atenção ao parto e aos cuidados com recém-nascido contribuíram para a redução de óbitos infantis. O aumento da mortalidade por adequada atenção à gestação revela a necessidade de aprimoramento da atenção pré-natal.
2022-12-06T17:06:40Z
Malta, Deborah Carvalho Duarte, Elisabeth Carmen Cortez Escalante, Juan José Almeida, Márcia Furquim de Sardinha, Luciana Monteiro Vasconcelos Macário, Eduardo Marques Monteiro, Rosane Aparecida Morais Neto, Otaliba Libânio de
Fatores de risco para acidentes de transporte terrestre entre adolescentes no Brasil : Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE)
Os acidentes de transporte terrestre (ATT) causam expressivo número de mortes e hospitalizações entre jovens no mundo, sendo no Brasil responsável por 17,1% dos óbitos entre 10 e 14 anos. Este artigo apresenta resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), inquérito realizado em uma amostra probabilística de escolares do 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas das capitais brasileiras, em 2009. Foram estimadas as prevalências (e IC95%) das situações de risco para acidentes de transporte. Os 60.973 entrevistados indicam que (nos últimos trinta dias): 26,3% (IC95% 25,5%-27,0%) referiram nunca ter usado cinto de segurança; 18,5% (IC95% 18,0%-19,1%) dos menores de 18 anos referiram ter dirigido veículo motorizado (>1 vez); 18,7% (IC95% 18,1%-19,2%) referiram ter sido transportados em veículo conduzido por alguém que consumiu bebida alcoólica (>1 vez) e 35% (IC95% 33,8%-36,2%) referiram não ter usado capacete pelo menos uma vez quando andava de motocicleta. Os resultados estão de acordo com as elevadas taxas de morbimortalidade de jovens no país por ATT, o que reforça a importância de ações educativas para adolescentes e a necessidade de ações intersetoriais integradas, além de legislação específica e fiscalização rigorosa.
2022-12-06T17:14:24Z
Morais Neto, Otaliba Libânio de Malta, Deborah Carvalho Mascarenhas, Márcio Dênis Medeiros Duarte, Elisabeth Carmen Silva, Marta Maria Alves da Oliveira, Klívia Brayner de Lima, Cheila Marina Porto, Denise Lopes
Cornélio Pires e Monteiro Lobato : da esperança à melancolia : o debate sobre o progresso
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, Programa de Pós-Graduação em Sociologia, 2012.
2022-12-06T17:09:33Z
Alves, Emiliano Rivello
Morbidade hospitalar por causas relacionadas à influenza em idosos no Brasil, 1992 a 2006
Este estudo ecológico objetiva descrever a morbidade hospitalar (MH) por causas relacionadas à influenza na população brasileira com 60 anos de idade e mais, no período de 1992 a 2006, a partir de dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde do Brasil. Constatou-se que, no Brasil, o coeficiente médio anual de MH é de 22/1.000 idosos. Nas Regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, a maior magnitude dos coeficientes MH foi identificada nos meses de maio a agosto, enquanto no Norte e no Nordeste, entre fevereiro e junho. Ao comparar o coeficiente médio de MH dos períodos anterior (1992-1998) e posterior (1999-2006) à introdução da vacinação contra influenza no país, percebeu-se redução do coeficiente neste último período, sobretudo nas Regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste. A configuração de perfis epidemiológicos diferenciados entre Regiões brasileiras pode ter sido influenciada pela densidade demográfica, composição etária da população e condições climáticas. A diminuição dos coeficientes após 1999 pode estar relacionada às campanhas de vacinação. Outros estudos são necessários para analisar tendências da MH e sua relação com vacinação. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:14:04Z
Daufenbach, Luciane Zappelini Carmo, Eduardo Hage Duarte, Elisabeth Carmen Campagna, Aide de Souza Teles, Carlos Antônio Souza
Avaliação de metodologias de sensibilização ambiental como instrumento para a formação de multiplicadores ambientais no Parque Nacional de Brasília
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Tecnologia, Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, 2013.
2022-12-06T17:22:50Z
Martins, Alcione Pereira
Mortalidade por causas relacionadas à influenza em idosos no Brasil, 1992 a 2005
Trata-se de um estudo ecológico de séries temporais que teve como objetivo descrever a mortalidade por doenças respiratórias relacionadas à influenza em pessoas com 60 anos ou mais de idade, no Brasil (1992-2005), utilizando dados secundários do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As taxas de mortalidade foram estratificadas por ano, mês, sexo, faixa etária, região e capitais agregadas por região e foram padronizadas pelo método direto (população padrão: Brasil – Censo de 2000). Observou-se tendência crescente nas taxas de mortalidade com o aumento da idade da população de estudo. Valores mais elevados também foram observados entre os homens, em todas as faixas etárias, e entre os residentes das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Outros estudos são necessários para analisar as tendências da mortalidade e ampliar o debate sobre os benefícios da vacinação. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:10:53Z
Campagna, Aide de Souza Dourado, Inês Duarte, Elisabeth Carmen Daufenbach, Luciane Zappelini
Nascimentos pré-termo no Brasil entre 1994 e 2005 conforme o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)
A monitorização da prematuridade é muito importante, considerando seu impacto na morbidade e mortalidade infantis e seus custos econômicos e sociais. Este estudo utilizou dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), implantado em 1990 e expandido de forma gradativa até cobrir cerca de 90% de todos os nascimentos no país, para descrever a evolução da prematuridade no Brasil, regiões e capitais, entre os anos de 1994 e 2005. Observou-se um aumento na proporção de partos prematuros no país como um todo e uma diminuição no número de nascimentos sem informação da idade gestacional. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste acompanharam a tendência do país, ao contrário das regiões Norte e Nordeste. São comparados os achados do SINASC com os de estudos de base populacional. O SINASC vem apresentando progressiva melhora na cobertura e qualidade dos dados, mas ainda existem problemas com a acurácia da idade gestacional, levando a uma subestimação da prevalência de prematuridade. Por causa de sua importância, torna-se necessário aprofundar os esforços para o ganho de acurácia do sistema. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:22:16Z
Silveira, Mariângela Freitas da Santos, Iná da Silva dos Matijasevich, Alicia Malta, Deborah Carvalho Duarte, Elisabeth Carmen
Estado de conhecimento e padrões de variação de história de vida de fluvicolinae (Tyrannidae) no novo mundo
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ecologia, 2012.
2022-12-06T17:13:04Z
Heming, Neander Marcel
Fadiga por compaixão : quando ajudar dói
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2008.
2022-12-06T17:13:24Z
Lago, Kennyston Costa
Uma proposta de arquitetura genética da informação
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciência da Informação, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, 2012.
2022-12-06T17:12:07Z
Pereira Júnior, Romualdo Alves
Mortalidade por acidentes de transporte terrestre e homicídios em homens jovens das capitais das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, 1980-2005
O estudo descreve as tendências do risco de morte por acidentes de transporte terrestre (ATT) e homicídios (HO) em homens de 20 a 49 anos de idade nas capitais das Regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, entre 1980 e 2005. Foi conduzido um estudo ecológico descritivo de análise das séries temporais das médias móveis trianuais dos riscos de morte por ATT e HO, com uso de regressão linear. O risco de HO nas capitais estudadas passou de 49,8 para 91,6 por 100 mil homens (p≤0,001) no período de 1980-1982 a 2003-2005, merecendo destaque Cuiabá (β=7,8), capital do Estado de Mato Grosso, e Macapá (β=5,3), capital do Estado do Amapá. Em relação à mortalidade por ATT, após ajuste da tendência anual média, comparando os períodos pré e pós-implantação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB, 1998), observa-se redução média em -10,9 óbitos por 100 mil homens, merecendo destaque Brasília-DF (β=-33,9) e Goiânia (β=-24,8), capital do Estado de Goiás. Esses resultados podem direcionar estudos e intervenções futuras. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:12:07Z
Duarte, Elisabeth Carmen Duarte, Elisete Sousa, Maria Conceição Tauil, Pedro Luiz Monteiro, Rosane Aparecida
Causas de mortes evitáveis por ações efetivas dos serviços de saúde : uma revisão da literatura
Foram revisados os principais artigos que discutem conceitualmente ou empiricamente as listas de causas de morte evitáveis (CME) por ações efetivas dos serviços de saúde, publicados entre 1975 e 2004. O objetivo foi rever o conceito, a idade limite a ser considerada, os usos e tipos de análises e as classificações propostas para as CME. Além disso, foram revisadas as listas existentes de CME, com especial destaque à mortalidade infantil e perinatal. Identificou-se extensa publicação internacional, em contraste com escasso número de artigos nacionais. As CME podem ser definidas como aquelas que são totalmente ou parcialmente prevenidas pela efetiva ação dos serviços de saúde disponível (ou acessível) em um determinado local e momento histórico. Dessa forma, essas causas devem ser revisadas à luz da evolução do conhecimento e da tecnologia disponível para a prática da atenção à saúde. São discutidos os processos que poderiam apoiar o desenvolvimento de listas adequadas para o Brasil, incluindo definição das CME, validação e detalhamento de quesitos necessários para o aprofundamento do debate. Conclui-se que, apesar das dificuldades metodológicas, existe a necessidade de se iniciar processos para a definição das listas brasileiras de CME pela ação do Sistema Único de Saúde brasileiro.
2022-12-06T17:08:11Z
Malta, Deborah Carvalho Duarte, Elisabeth Carmen
Lista de causas de mortes evitáveis por intervenções do Sistema Único de Saúde do Brasil
As causas de mortes evitáveis ou reduzíveis são definidas como aquelas preveníveis, total ou parcialmente, por ações efetivas dos serviços de saúde que estejam acessíveis em um determinado local e época. Essas causas devem ser revisadas à luz da evolução do conhecimento e tecnologia para prática da atenção à saúde. Portanto, este estudo está fundamentado em uma revisão da literatura referente à base conceitual e empírica das listas de causas de morte evitáveis, publicadas entre 1975 e 2004, e nas reflexões de um grupo de trabalho organizado pelo Ministério da Saúde do Brasil. O artigo propõe duas listas brasileiras desses eventos – para menores de cinco anos; e para pessoas com cinco ou mais anos de idade –, tendo por referência a tecnologia disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Embora esse debate se encontre em estágio inicial, seu aprofundamento parece promissor para o desenvolvimento metodológico do monitoramento e avaliação de desempenho da atenção à saúde no Brasil. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:16:11Z
Malta, Deborah Carvalho Duarte, Elisabeth Carmen Almeida, Márcia Furquim de Dias, Maria Angélica de Salles Morais Neto, Otaliba Libânio de Moura, Lenildo de Ferraz, Walter Souza, Maria de Fatima Marinho de
Tendência da mortalidade por tuberculose no Brasil, 1980 a 2004
OBJETIVO: Analisar o perfi l atual e as tendências da mortalidade por tuberculose no Brasil, de 1980 a 2004. MÉTODOS: Estudo descritivo de tuberculose como causa básica ou associada de óbito do Brasil. Foram utilizados dados secundários do Sistema de Informação sobre Mortalidade. RESULTADOS: Houve redução inconstante do número e da taxa de mortalidade por tuberculose ao longo do período estudado, de 5,8 em 1980 para 2,8 por 100 mil habitantes, em 2004. Foi observada redução acentuada da mortalidade até 1985, mais evidente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Houve tendência de aumento da mortalidade por tuberculose em idades mais avançadas. Em 2004, foram notifi cados no Brasil 4.981 óbitos por tuberculose como causa básica, valor que aumentaria para 50% se fossem incluídos os óbitos por tuberculose como causa associada e por seqüela de tuberculose como causa básica. Em 2004, as maiores taxas padronizadas foram dos estados de Pernambuco (5,4) e Rio de Janeiro (5,0), e das capitais Recife (7,7) e Belém (5,8). CONCLUSÕES: Dada a conhecida associação entre tuberculose e Aids, a infl uência da epidemia de Aids refl ete indiretamente nas tendências de mortalidade de tuberculose.
2022-12-06T17:16:11Z
Bierrenbach, Ana Luiza Duarte, Elisabeth Carmen Gomes, Adriana Bacelar Ferreira Souza, Maria de Fátima Marinho de
Fatores associados ao sobrepeso em escolares
Objetivo Identificar variáveis associadas ao sobrepeso em escolares de Cuiabá, MT, Brasil. Métodos Foi feito um estudo de caso-controle a partir de um inquérito antropométrico, aplicado em uma amostra aleatória de alunos da primeira série do ensino fundamental, com idades entre 6 e 11 anos. Foram incluídos, como casos, os 158 escolares que apresentaram sobrepeso (índice de massa muscular ≥P85) e, como controles, 316 crianças sorteadas entre as que apresentaram índice de massa muscular<P85. Informações socioeconômicas, do domicílio, da família e de atividade física dos escolares foram obtidas por meio de entrevistas. Foram tomadas medidas de peso e altura da criança e dos pais por antropometristas treinados. Os dados foram submetidos à análise de regressão logística múltipla hierarquizada. Resultados O sobrepeso foi maior em escolares com renda familiar per capita >3 salários mínimos (OR= 3,75), que tinham mães de idade entre 25 e 29 anos (OR=1,74) e com nível mais alto de escolaridade (OR=1,91) e com história de apenas uma união conjugal (OR=2,53); também foi maior nos escolares, de sexo feminino (OR=2,15), que possuíam no máximo um irmão (OR=1,94), brincavam ≤10h por semana (OR=2,58), tinham mães e pais com índice de massa muscular ≥30 (OR= 7,27 e 2,65, respectivamente) e nasceram com peso >3500g (OR= 2,27). Conclusão Os resultados apontam que variáveis de diferentes níveis hierárquicos se associam na configuração de contextos favoráveis ao aumento do sobrepeso em escolares e fornecem subsídios para o desenvolvimento de intervenções que considerem os grupos mais vulneráveis à presença de sobrepeso. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:21:40Z
Guimarães, Lenir Vaz Barros, Marilisa Berti de Azevedo Martins, Maria Silvia Amicucci Soares Duarte, Elisabeth Carmen
Validade interna de ensaios terapêuticos em malária : análise de estudos de avaliação da emergência de resistência in vivo do Plasmodium vivax a doses padronizadas de primaquina
Resistência parasitária pode ser definida como a habilidade da cepa parasitária de sobreviver e/ou multiplicar, a despeito da administração e absorção da medicação dada em doses iguais ou superiores àquelas usualmente recomendadas, porém dentro do limite de tolerância dos indivíduos. Assim sendo, o desenho de estudo ideal para monitorizar a emergência da resistência parasitária aos antimaláricos deveria utilizar controles históricos ou alguma informação prévia (baseline) válida. Além disso, é fundamental que se tenha algum tipo de controle sobre os demais determinantes de falha terapêutica, não diretamente relacionados ao fenômeno biológico da resistência do parasita, os quais poderiam variar através do tempo e teriam potencial de distorcer a interpretação dos resultados de estudos dessa natureza. No presente artigo são feitas considerações sobre a validade interna de estudos que objetivam avaliar a emergência da resistência in vivo do Plasmodium vivax à doses padronizadas de primaquina usadas rotineiramente pelos serviços de saúde. Poucos foram os estudos que atentaram para a necessidade de controlar os determinantes externos da falha terapêutica, ou que se preocuparam em comparar os resultados encontrados com as taxas de cura historicamente observadas em uma dada região geográfica. Assim, recomenda-se que maior ênfase seja dada à validade interna (e limitações) das conclusões de estudos dessa natureza. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:08:50Z
Duarte, Elisabeth Carmen Pang, Lorrin Fontes, Cor Jesus Fernandes
Influência do hipoclorito de sódio como fungicida na absorção de cálcio e silício pela soja
O objetivo da pesquisa foi verificar a ação do hipoclorito de sódio (NaOCl) no combate ao oídio na soja, quando aplicado só ou associado ao uso de fungicida, e a possível influência na absorção de cálcio e silício pela soja. Foram realizadas oito aplicações de NaOCl em parcelas que receberam apenas o sanitizante, com concentrações de 0,2%, 0,4% e 0,6%, parcelas que receberam essas mesmas concentrações e duas aplicações de fungicida e uma parcela controle. Não foram observadas diferenças estatísticas significativas no controle do fungo quando comparados os tratamentos iguais, com e sem fungicida. O hipoclorito de sódio apresentou eficiência semelhante ao fungicida nos parâmetros dessa pesquisa. Não houve redução quantitativa na concentração de cálcio. O tratamento fungicida associado à solução com 0,6% de hipoclorito de sódio proporcionou aumento na concentração de silício na soja. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT
2022-12-06T17:14:43Z
Resende, Anselmo Souza, Jurandir Rodrigues de Souza, Plínio Itamar de Mello de Blum, Luiz Eduardo Bassay