Repositório RCAAP

Subsídios para a história de Cadernos de biblioteconomia, arquivística e documentação

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Ano

2003

Creators

Faria, Maria Graça Paiva, Margarida Godinho, Matos Faria, Isabel

A leitura pública em Portugal - Manifesto

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Ano

2003

Creators

Branco, Alberto Cabral, Luís Cruz, Helena Braga Fernandes, João Teixeira Flores, Alexandre Magno Guerreiro, Augusto D. Mesquita, Mariana Nunes, Henrique Barreto Palma, Amélia Mana Patrício, Maria Carmo Portilheiro, Joaquim Revez, Idálio Silva, Matos Sottomayor, José Sousa, José Motta Trindade, Francisca Portugal, Rui Lobo, Mata

Uma biblioteca para Ribeira de Pena

Propõe a criação de uma biblioteca pública a partir da doação de um fundo erudito ao Concelho e chama a atenção para a necessidade de aquisição de obras actuais e de carácter popular.

Ano

2003

Creators

Botelho, Francisco

Algumas observações sobre o desenvolvimento das bibliotecas públicas em Portugal

Regista algumas impressões sobre as bibliotecas públicas portuguesas, em contraste com as suas congéneres em países anglo-americanos e escandinavos e aponta algumas vias para o desenvolvimento de um tipo de biblioteca pública ou «popular» em Portugal mais centrada no utilizador.

Ano

2003

Creators

Jones, Ken

As bibliotecas de Camden

Funcionamento, actividades e implantação social de uma rede de bibliotecas públicas no Reino Unido.

Ano

2003

Creators

Camotim, Nitah

O desenvolvimento das bibliotecas universitárias em Portugal

Apresentam-se alguns contrastes entre as bibliotecas universitárias portuguesas e anglo-americanas e propõem-se acções concretas para melhorar as condições de acesso e utilização das bibliotecas universitárias em Portugal.

Ano

2003

Creators

Jones, Norah

A transferência da informação num cenário de mudança

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Ano

2003

Creators

Azevedo, Manuela

Entrevista com o Presidente da Eusidic, Harry Collier

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Ano

2003

Creators

bad, Cadernos

Os problemas de formação no uso das novas técnicas em Portugal

Apresenta-se de forma sintética o panorama da formação profissional no domínio da Informação em Portugal. Salientam-se algumas características do curriculum do novo curso de especialização para bibliotecários e documentalistas que revelam a preocupação de preparar estes profissionais para a aplicação das novas tecnologias neste campo.

Ano

2003

Creators

Silva, Gabriela Lopes

Informação e informações

O conceito de informação, no sentido de informação noticiosa e de informação científica, é abreviadamente analisado. Alguns aspectos da sua produção e transferência, bem como a necessidade de uma política de informação são ainda focados.

Ano

2003

Creators

Cunha, Isabel Ferin

A normalização no campo da Informação em Portugal

É apresentado um breve resumo histórico da normalização em Portugal e especificamente da normalização em Documentação, descrevendo-se, em seguida, a estrutura e funcionamento da Comissão Técnica de Documentação - CT7. Fazem-se algumas referências à maneira como as normas na informação estão a ser aplicadas e aos factores que contribuem para o seu inadequado uso. Apresenta-se, finalmente, um conjunto de medidas que visam o pleno estabelecimento da normalização da informação em Portugal. Em anexo faz-se uma listagem das Normas Portuguesas de Documentação que foram revistas em 1981-1982 e das novas Normas apresentadas à Direcção-Geral da Qualidade para estudo.

Ano

2003

Creators

Paiva, Lucília

Imagens da revolução ou graffiti de 1974

A propósito dos graffiti da revolução de Abril de 1974, o autor refere a documentação existente e tece considerações ao papel do arquivista no tratamento da imagem.

Ano

2003

Creators

Nagel, Rolf

Leituras

ENCONTRO LUSO-ESPANHOL DE CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO ESPECIALIZADOS EM COMUNICAÇÃO SOCIAL. 3, Viana do Castelo, 1981 - Programa, comunicações e conclusões. Lisboa, Direcção-Geral de Informação, 1982,95 p. MATOS, Sebastião - Biblioteca... património cultural e meio de educação permanente, «Boletim Cultural de Esposende», 1, Jun . 1982, pp. 34-48 . OLIVEIRA, Eduardo Pires de - «O Correio do Minho» e o seu contributo para o estudo do património cultural minhoto, «Barcelos Revista», Barcelos, 1 (1) 1982, p. 179-212. «BOLETIM DA FACULDADE DE DIREITO. ÍNDICE GERAL: VOLS.1 A 50». Coimbra, Universidade de Coimbra, 1981. ALARCÃO, Jorge de – Introdução ao estudo da história e património locais, Coimbra, Faculdade de Letras, 1982, 67 p. UNE, Maurice B. - Library surveys: an introduetion to the use planning proeedure and presentation of surveys, revised by Sue Stone. 2nd ed. - London: Clive Bingley, 1982. PINGAUD, B, BARREAU, J. C. - Pour une politique nouvelle du livre et de la léeture: rapports de la Commission du livre et de la léeture - Paris: Dalloz, 1982.

Ano

2003

Creators

Nunes, Henrique Barreto Silva, Armando Malheiro Faria, Isabel Cabral, Luis

A grande lição do II Encontro dos Bibliotecários e Arquivistas Portugueses

Se há anos nos dissessem que os bibliotecários e arquivistas portugueses iriam realizar grandes jornadas técnicas e de convívio, como são os ENCONTROS, por certo que não acreditaríamos. As razões eram evidentes: falta de condições de toda a ordem, inclusivé a pouca consideração social em que uma actividade tão útil ia desenvolvendo o seu labor. Presentemente, as coisas estão a modificar-se, e para melhor. Os motivos para que tal suceda entroncam-se em duas razões: a primeira consiste no facto de haverem sido os próprios bibliotecários e arquivistas que romperam o círculo vicioso, qual camisa de forças, onde estavam metidos, e resolveram então, por si, demonstrar ao País que existem, que são um valor técnico e que têm um peso a fazer sentir e uma palavra a dizer na estrutura intelectual daNação - e que ninguém pode desconhecer essa palavra de valor e de peso; a segunda consiste na circunstância actual de a actividade privada, em especial a da indústria, tal como sucede com os cientistas e investigadores mais capazes, reconhecer como indispensável, como estrutura fundamental, a informação bibliográfica e que esta só pode ser preparada por técnicos capazes, agora que há uma compreensível azáfama para o reapetrechamento tecnológico e científico das nossas actividades económicas de base.Ora é neste ambiente que se vai desenrolar de "30 de Março a 3 de Abril de 1966 o II Encontro dos Bibliotecários e Arquivistas Portugueses, sob o patrocínio da Biblioteca Nacional de Lisboa, presidindo à comissão de honra o Sr. Ministro da Educação Nacional. Esperamos todos que este novo Encontro seja uma feliz continuação do realizado no ano passado em Coimbra, sob o patrocínio das suas Universidade e Faculdade de Letras. Essa a primeira grande jornada de uma longa caminhada que há-de levar a um fim: o reconhecimento oficial da valia de uma classe que não tem sido até ao momento compreendida e daí esse êxodo que estamos a verificar nas principais bibliotecas e arquivos, com a debandada geral dos seus mais qualificados técnicos. E tal reconhecimento consiste na equiparação, sob o ponto de vista material, aos outros técnicos do Estado - engenheiros, professores liceais, agrónomos, arquitectos, etc., com idêntica formação universitária.Para que o II Encontro tenha o êxito que coroou já o I Encontro, uma única coisa se solicita: que todos os colegas nos dêem a sua mais decidida colaboração. Esta colaboração consiste apenas em inscrições, envio de comunicações a tempo e horas.Quanto à organização em si, será objecto de pormenorizadas informações, tal como já se fez ao enviarmos até ao momento duas circulares. Depois, a Imprensa, a Rádio e a Televisão dão igualmente largo noticiário sobre as nossas actividades, numa atitude que temos aqui de enaltecer, pois têm sempre demonstrado o melhor espírito de compreensão pelo bibliotecário e arquivista.Os esforços já desenvolvidos, as adesões já verificadas e as colaborações já dadas, são razões mais do que suficientes para augurarmos ao II Encontro dos Bibliotecários e Arquivistas Portugueses um êxito, um passo de gigante para um futuro melhor. E nem pode ser doutra maneira, pois isso seria pôr em dúvida a real capacidade dos' nossos técnicos de bibliotecas e arquivos, o que nunca esteve em causa. Evidentemente que se nos têm deparado dificuldades, que se avolumarão à medida que' a 'data do início do II Encontro se for aproximando. Mas isso não obstará ao êxito final, que será, sim, motivo de orgulho não para este ou para aquele, mas sim para todos os que abraçamos uma nobre carreira, como é a nossa, das mais altas que a sociedade moderna comporta.Na hora decisiva, neste momento angustioso que é o da viragem histórica de reconhecimento oficial e social da nossa carreira, uma só vontade deve existir, um só pensamento nos deve animar:COLABORAÇÃO TOTAL!Na medida em que o II Encontro vier a ser outro grande triunfo, outro marco miliário neste longo e penoso caminho que vimos a percorrer, mais orgulho devemos ter pela obra que todos - mas todos! -estamos a erguer. Quando amanhã um horizonte mais amplo, mais límpido, se rasgar ante nós, poderemos todos - mas todos! – dizer com justificada ponta de orgulho: «Também contribuí na medida das minhas forças para que possa agora disfrutar de toda esta perspectiva!.Eis a grande lição que o II Encontro nos vai trazer. Que todos nos regozijemos com ela!

Ano

2004

Creators

Cunha, Rosalina Silva

A formação profissional dos bibliotecários alemães (alemanhã ocidental)

Refere-se a traços largos o sistema de preparação profissional dos bibliotecários da República Federal Alemã, enquadrados em dois niveis de actividade na hierarquia dos serviços das bibliotecas, niveis que correspondem a dois graus distintos de formação, ou seja ao curso bibliotecário superior e ao curso bibliotecário médio.

Ano

2003

Creators

Lopes, Rosalina Pereira

A reorganização do centro de documentação técnica do laboratório de ensaios de materiais e mecânica do solo

O artigo trata da forma como se está executando a reorganização do Centro de Documentação Técnica do L. E. M. M. S., com os problemas e soluções daí provenientes, atendendo a que a actividade normal do C. D. T. não foi interrompida.

Ano

2004

Creators

Norton, Manuel Artur

A biblioteca de empresa: Esquema de uma planificação dos serviços de biblioteconomia

Partindo do princípio evidente de que a empresa moderna tem necessidade de recorrer à informação bibliográfica e de organizá-la com base numa biblioteca, definem-se as características e objectivos duma biblioteca de empresa, e as exigências da sua instalação, manutenção e desenvolvimento, planificando-se a seguir os serviços essenciais: registo, classificação, catalogação, colocação, leitura e empréstimo. Passa-se então ao tratamento e circulação de revistas, concluindo-se com a indicação de alguns serviços complementares: relatórios, estatísticas, orçamentos e reuniões de carácter técnico.

Ano

2004

Creators

Calado, Adelino