Repositório RCAAP

Colectomia direita associada à gastroduodenopancreatectomia em bloco por tumor infiltrativo de cólon: relato de caso

INTRODUÇÃO: A eficácia da ressecção em bloco duodenopancreático para tumores infiltrativos não periampulares ainda não está bem definida³, mas sabe-se que em tumores colorretais localmente avançados, a ressecção multivisceral é, na maioria das vezes, a chance de melhor qualidade de vida4. OBJETIVO: apresentar um caso de neoplasia de cólon direito com invasão duodenopancreática tratado com gastroduodenopancreatectomia. RELATO DE CASO: Paciente de 73 anos, branco, que há oito meses apresentava astenia, adinamia e emagrecimento de aproximadamente 20 kg. Ao exame físico: IMC: 20,3, descorado ++/4. Abdome com massa palpável em flanco direito de aproximadamente 15cm. A colonoscopia demonstrou tumor de cólon direito e o anátomo-patológico evidenciou adenocarcinoma moderadamente diferenciado. A Tomografia computadorizada demonstrou os vasos mesentéricos livres de invasão. No intra-operatório se observou massa tumoral envolvendo cólon ascendente até ângulo hepático invadindo segunda para terceira porção duodenal. Foi realizada colectomia direita associadaà gastroduodenopancreatectomia em bloco. O anátomo-patológico da peça revelou adenocarcinoma moderadamente diferenciado de intestino grosso com metástases em tecido duodenal e pancreático com infiltração angio-linfática. O paciente sobreviveu por 8 meses. CONCLUSÃO: A gastroduodenopancreatectomia deve ser considerada para tumores não periampulares na ausência de metástases à distância e quando a condição clinica do paciente permitir e foi a conduta adequada para este paciente.

Ano

2009

Creators

Cesar,Maria Auxiliadora Prolungatti Bassi,Deomir Germano Paula,Pedro Roberto de Alves,Priscila Teixeira Albuquerque,Eduardo Fortes de

Paniculite mesentérica (PM) e fibromatose mesentérica (FM): relato de casos

A paniculite mesentérica (PM) e a fibromatose mesentérica (FM) são doenças fibróticas de etiologia incerta. São mais frequentes no mesentério do intestino delgado, no grande omento e nos mesocólons. Clinicamente a FM pode apresentar-se de forma aguda na qual uma complicação da doença é sua primeira expressão. Na forma crônica é caracterizada por sintomas abdominais vagos e/ou massa abdominal palpável. A comprovação diagnóstica, assim como na PM, é feita através de laparotomia exploradora ou videolaparoscopia diagnóstica e biopsia. Os autores relatam dois casos sendo um de PM e outro de FM, apresentam um paralelo dos aspectos clínicos, tomográficos, diagnóstico, histopatológico e terapêutico destacando as semelhanças e as diferenças entre essas duas patologias.

Ano

2009

Creators

Balestrim Filho,Antônio Mercês,Roberta Lages das Pisi,Paulo Henrique Braga,Thiago Antonio Almeida,Ana Luiza Normanha R. Parra,Rogério Serafim Feres,Omar Rocha,José Joaquim Ribeiro da

Dor posterior baixa e dor pélvica: o que interessa ao proctologista?

Um do mais intrigante e frequente sintoma de doenças agudas ou crônicas é a dor, sobretudo quando aparece sem um substrato anatomo-patológico facilmente identificável, o que dificulta o tratamento e favorece sua persistência. A dor crônica, generalizada ou localizada, transtorna a vida da pessoa, cuja qualidade é significativamente afetada na proporção da intensidade e continuidade da dor. A dor pélvica e a dor posterior baixa são sintomas relativamente comuns, principalmente por estarem relacionados etiologicamente com mais de uma centena de doenças - desde as que são de origem infecciosa até as inflamatórias inespecíficas, passando pelas que são decorrentes de alterações osteomusculares carências ou funcionais, até às neoplásicas eàs de causas indeterminadas. Além disso, há fatores estruturais sobrecarregados pelos atuais estilos de vida, não só em relaçãoà postura física, como permanecer sentado por longo período de tempo, mas também por falta de exercícios que deveriam ser praticados como preparo para o cotidiano. Soma-se, ainda, a estimativa de que 60% das pessoas estão na faixa do sobrepeso e 25% são obesas. Pela frequência de aparecimento e por sua relação com os órgãos pélvicos, a dor pélvica e a dor posterior baixa, cuja investigação pode envolver profissionais de várias áreas, devem ser do obrigatório interesse do médico coloproctologista.

Seguimento dos doentes soropositivos e soronegativos para o HIV com carcinoma espinocelular do canal anal

A incidência do carcinoma espinocelular (CEC) anal e das neoplasias intra-epiteliais anais (NIA) é maior nos pacientes infectados pelo papilomavírus humano (HPV), e está relacionada à imunidade e à infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). A associação com viroses de transmissão sexual indica que seja tumor sexualmente transmitido. A infecção pelo HIV mudou o perfil dos portadores do CEC anal. A doença que anteriormente acometia mulheres na 6ª década de vida, hoje atinge preferencialmente homens na 3ª e 4ª décadas. Nos Estados Unidos, a expectativa de diagnóstico desse tumor aumentou de 19/100.000, na época pré-HAART (1992-1995), para 48,3/100.000 no período pós-HAART imediato (1996-1999) e para 78,2/100.000 pessoas por ano, nos anos mais recentes (2000-2003). O tratamento do CEC anal, descrito por Nigro em 1974, combina radio e quimioterapia. Operações de resgate estão indicadas caso haja persistência ou recidiva da doença. Estudos comparando, respectivamente, doentes imunodeprimidos e imunocompetentes vêm mostrado envolvimento linfonodal em 60% e 17%, recidivas em 75% e 6%, boa resposta à radio e quimioterapia em 62% e 85%, toxicidade a esse tratamento em 80% e 30%, e sobrevivência global de 1,4 e 5,3 anos. A contagem sérica baixa de linfócitos T CD4 prediz mau prognóstico. Quando acima de 200/mm³, os resultados são comparáveis aos observados entre os imunocompetentes.

Ano

2009

Creators

Nadal,Sidney Roberto Cruz,Sylvia Heloisa Arantes

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Importância da ultra-sonografia anorretal tridimensional na decisão terapêutica da endometriose profunda

OBJETIVO: Este estudo visa demonstrar a importância da ultra-sonografia anorretal tridimensional (US 3D) no diagnóstico da endometriose profunda e o grau de acometimento do trato intestinal na decisão terapêutica da endometriose do septo retovaginal. MÉTODOS: Estudo prospectivo realizado entre março de 2007 e julho de 2009. Sessenta e cinco mulheres com endometriose pélvica e com queixas gastrointestinais foram avaliadas e submetidas a US 3D. Vinte pacientes, média de idade 33,7anos, com suspeita de foco endometriótico intestinal foram submetidas ao procedimento laparoscópico para a realização de inventário da cavidade abdominal e tratamento cirúrgico. RESULTADOS: Em dezenove mulheres (95%), os achados laparoscópicos confirmaram a presença do foco endometriótico retal. O procedimento realizado à laparoscopia foi: exérese de foco peritoneais (n= 1); ressecção parcial do retossigmóide (n= 9); exérese de nódulo de reto (n= 10). O tempo operatório médio por procedimento foi de 120 minutos. O tempo médio de alta foi 1,7 dias. Duas pacientes apresentaram como complicação o aparecimento de fistula retovaginal. CONCLUSÃO: Conclui-se que a ultra-sonografia anorretal tridimensional é exame específico na avaliação do segmento anorretal, decisivo na detecção de focos endometrióticos do septo retovaginal e avalia eventuais doenças associadas nesse segmento, determinando a estratégica terapêutico-cirúrgica adequada.

Ano

2009

Creators

Sagae,Univaldo Etsuo Lima,Doryane Maria dos Reis Cavalli,Namir Sagae,Lucia Matiko Takamatsu Tanaka,Tomaz Massayuki Bonatto,Mauro Willemann Tsuchiya,Ricardo Shigeo Carvalho,Carlos Alberto de Shiratori,Andrea Ishikawa

Diagnóstico de HPV anal em mulheres com NIC: prevenção de câncer do ânus?

Os objetivos deste estudo foram avaliar a frequência de HPV anal em pacientes com neoplasia intraepitelial cervical (NIC), verificar a concordância entre os subtipos encontrados nos dois locais e investigar os fatores que influenciaram a ocorrência de HPV anal em mulheres com NIC sem evidências clínicas de imunodepressão. Foram avaliadas 52 mulheres com idades entre 16 e 72 anos e diagnóstico de neoplasia intraepitelial cervical graus I, II e III. A identificação do DNA (ácido desoxirribonucleico) do HPV e de sete subtipos dos vírus foi realizada por meio da reação em cadeia da polimerase (PCR) em material colhido no ânus e colo uterino. Foram pesquisados fatores que poderiam contribuir para a infecção anal, como paridade, número de parceiros, tabagismo, manipulação e coito anal e o tipo de doença ginecológica. Das 52 mulheres, foi diagnosticado HPV na região anal em 25 (48%), das quais 23 (44%) também apresentavam HPV no colo uterino - resultado significativo para existência do HPV em portadoras de NIC. Em 16 (31%) o HPV foi diagnosticado somente no colo uterino e em 11 (21%) não foi identificado em colo ou ânus. Houve associação significativa nas variáveis paridade (p=0,02) e número de parceiros (p=0,04). Concluiu-se que: as mulheres com HPV genital têm mais probabilidade de serem acometidas por HPV anal; não há concordância unânime entre os subtipos do HPV do colo do útero e do ânus e a paridade e o número de parceiros contribuem para aumentar a incidência de HPV anal nas mulheres sem imunodeficiência e com HPV cervical.

Ano

2009

Creators

Capobiango,Alice Silva Filho,Agnaldo Lopes da Tarcizo Afonso,Nunes

Colonoscopia com polipectomia: análise crítica de fatores de risco e complicações

Objetivo: Analisar complicações de polipectomia com alça ditérmica em cólon. Pacientes e Métodos: Estudo retrospectivo de polipectomias em colonoscopias realizadas em dois hospitais de 2001 a 2007. Teste t de Student foi usado para média, desvio padrão e qui-quadrado para números absolutos. P< que 0,05 foi considerado significativo. Resultados: Foram 1687 polipectomias em 8447 colonoscopias. Sangramento imediato em 24 (11,8%) em pólipos maiores do que 2 cm contra 1 (0,07%) em menores p<0,01. Somente 1, maior que 2 cm, (0,49%) necessitou de cirurgia para controle do sangramento p<0,01. Sangramento tardio em 7 (3,4%), todos maiores que 2 cm p<0,01. Perfuração em 6 (2.9%), todas em cólon direito. Não houve necessidade de cirurgia. A idade foi 59,8±6,7 para sangramento imediato, 60±9,8 para tardio e 63,8±16,3 para os que não sangraram p>0,05. Síndrome pós-polipectomia em 6 (0,35%). Ressecção fatiada somente em maiores que 2 cm, 89/116 (77%) sésseis e 11/87 (13%) pediculados p<0,01. Carcinoma invasivo em 40 adenomas maiores que 2 cm (19,7%). Conclusão: Polipectomia com alça é segura, sangramento a complicação mais comum, relacionada ao tamanho da base. Perfuração vem a seguir. Ambas tem tratamento endoscópico prioritário.

Ano

2009

Creators

Silva,Edson Jurado da Pelosi,Alexandre Freitas,Gláucia Almeida,Eleodoro

Reparo transperineal de retocele: avaliação do grau de satisfação, dispareunia e recidiva pós-operatória

A retocele é uma disfunção pélvica pobremente diagnosticada, apesar de sua prevalência significativa. Seu reconhecimento é essencial para o tratamento de determinados casos, como constipação refratária. A sintomatologia é vaga, e nem sempre associada ao prolapso. O tratamento clínico é ineficaz quando utilizado isoladamente. Existem várias técnicas, e dentre elas a abordagem transperineal pode ser considerada uma opção adequada na correção do prolapso. Nas 12 pacientes objetos de nosso estudo, houve melhora significativa do padrão evacuatório, uma resposta aceitável no tratamento da dispareunia, com índice de recidiva tolerável e alto grau de satisfação pós-operatória. A comparação com as demais técnicas ainda exige estudos comparativos mais significativos, com amostras mais expressivas. Até o momento, qualquer análise comparativa entre as técnicas cirúrgicas utilizadas pode ser falha.

Ano

2009

Creators

Leite,Sinara Mônica de Oliveira Oliveira,Rodrigo Guimarães Faria,Flávia Fontes Lima Júnior,Antônio Carlos Barros Rodrigues,Fábio Gontijo Braga,Áurea Cássia Gualberto Cruz,Geraldo Magela Gomes da

Retalhos de avanço no tratamento da fissura anal crônica: experiência inicial

A fissura anal é uma laceração do canal anal relacionada ao trauma, hipertonia esfincteriana e isquemia. A maioria cicatriza espontaneamente ou com tratamento conservador, e poucas requerem tratamento cirúrgico. O objetivo deste trabalho é verificar os resultados clínicos e alterações manométricas de pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da fissura anal com avançamento de retalhos em v-y. Métodos: Estudo prospectivo, realizado nos anos de 2007, 2008 e 2009, que abrangeu nove pacientes portadores de fissura anal crônica submetidos ao avançamento de retalho anal. Foram avaliadas as pressões do canal anal ao repouso, contração e esforço evacuatório; no pré e pós-operatório. Resultados: Na amostra, todos os pacientes apresentaram hipertonia esfincteriana prévia. seis (66,6%) obtiveram resolução total dos sintomas e das lesões. Um (11,11%) sofreu deiscência parcial do retalho, sem sintomas clínicos; e outros dois (22,22%), infecção com perda dos mesmos e persistência da fissura. A análise manométrica das pressões de repouso, contração e evacuação nos grupos não mostrou alteração estatisticamente significativa (p>0,05), o que comprova que a cirurgia não incluiu manipulação dos esfíncteres. Conclusão: Os retalhos anais mostraram-se efetivos no tratamento da fissura anal, com cicatrização da lesão, sem que ocorram alterações nas pressões anais desses pacientes.

Ano

2009

Creators

Cesar,Maria Auxiliadora Prolungatti Uemura,Lívia Alkmin Passos,Mariah Prata Soldi

A relação entre metástases em linfonodos regionais e fatores prognósticos no adenocarcinoma esporádico de intestino grosso

Introdução: O carcinoma colorretal corresponde a uma das neoplasias malignas mais frequentes no Brasil, sendo a terceira causa de óbito em mulheres e a quinta em homens. Determinadas características histopatológicas do tumor, como grau, tamanho e presença de metástases, podem ser correlacionadas com o tempo de sobrevida livre de doença. Objetivo: avaliar a associação entre metástases em linfonodos regionais e características histopatológicas no adenocarcinoma colorretal. Método: Foram avaliados cinqüenta espécimes de colectomia por adenocarcinoma no laboratório de patologia da Ulbra entre 2006 e 2008, sendo determinados os seguintes dados: topografia, tamanho tumoral, configuração macroscópica, grau histológico, borda microscópica, presença de metástases linfonodais e estadiamento (TNM, Dukes e Astler-Coller). Resultados: a idade média correspondeu a 63,7 anos, com predomínio em mulheres (n=26-52%) e no cólon esquerdo / reto (n=29-58%). Não houve associação entre a presença de metástases nodais e idade (p=0,802), sexo (p=0,786), borda microscópica (p=0,180), presença de áreas mucoprodutoras (p=0,860), grau de diferenciação (p=0,068) e tamanho tumoral (p=0,987). Conclusão: No adenocarcinoma colorretal, a presença de metástases em linfonodos não está associada ao tamanho tumoral, bordas microscópicas e grau histológico, sendo necessária a avaliação de novos fatores, possivelmente eventos moleculares, para predizer a presença de metástases nodais.

Ano

2009

Creators

Madeira,Bianca Cecchele Pêgas,Karla Lais Zettler,Cláudio Galeano Cambruzzi,Eduardo

Influência da idade e da doença colorretal na imunocompetência cutânea peri-colostômica

Objetivo: Caracterizar a resposta imunológica presente na camada dérmica da região peri-colostômica. Método: Foram incluídos quarenta e um doentes, portadores de colostomias realizadas há mais de oito semanas. Na determinação imuno-histoquímica foram avaliados os linfócitos Pan T, linfócito T - auxiliar, linfócito T - citotóxico, linfócito B, linfócito T - Natural Killer e os macrófagos. Resultados: Na análise da resposta imune-celular, independente da doença colorretal, foi observada uma relação com significância estatística quando se comparou os valores dos linfócitos Pan T, linfócito T - auxiliar, linfócito T - citotóxico e dos macrófagos, com as do linfócito B, linfócito T - Natural Killer. Na análise da resposta imune-celular de acordo com a idade, observou-se uma significância estatística da relação do linfócito Pan T, linfócito T - auxiliar e do macrófago, com as do linfócito B, linfócito T - Natural Killer, em ambas as faixas etárias, além do linfócito T - citotóxico com as do linfócito B, linfócito T - Natural Killer na faixa etária adulta. Conclusão: A presença da colostomia determina o desenvolvimento de uma resposta imune-celular na camada dérmica da região peri-colostômica, sendo composta em maior número pelo linfócito Pan T, linfócito T - auxiliar, linfócito T - citotóxico e macrófagos.

Ano

2009

Creators

Salles,Valdemir José Alegre Saad,Sarhan Sydney Franco,Marcello Fabiano Matos,Delcio Martins,Marcos Roberto

Novo método para tratamento da angiodisplasia de cólon

A utilização da colonoscopia como método de diagnóstico e tratamento possibilitou avanços na abordagem da angiodisplasia de cólon, anomalia vascular responsável por um terço das hemorragias gastrointestinais baixas. Trata-se de paciente com 65 anos, insuficiência renal crônica dialítica e coronariopata grave, apresentando episódios de hematoquezia volumosa ao iniciar uso de agregantes plaquetários, necessitando múltiplas hemotransfusões. Colonoscopia diagnosticou lesões vasculares no ceco, onde existe grande risco de perfuração durante intervenções terapêuticas. Há descrições na literatura do uso de agentes hemostáticos tais como plasma de Argônio e vasoconstrictores, aplicados separadamente. Foi realizado tratamento endoscópico das angiodisplasias com aplicação de Argônio, após elevação das lesões com soro fisiológico, e pela primeira vez descrita no Brasil, acrescentado vasoconstrictor à solução.

Ano

2009

Creators

Freitas,Antônio Hilário Alves Santos,Derival Nelmo dos Todeschi,Cássia de Melo Vital,Sérgio Aparecido Borges,Kanthya Arreguy de Sena Babo,Patrícia Ribeiro de

Tuberculose intestinal como causa de obstrução intestinal: relato de caso e revisão de literatura

A tuberculose intestinal geralmente é uma complicação da doença pulmonar, pela deglutição de escarro infectado. Com o advento da SIDA, houve aumento importante na incidência de tuberculose de uma forma geral. Ocorre com maior freqüência em países tropicais e subdesenvolvidos. A região ileocecal constitui o sítio de maior comprometimento. Palidez, perda ponderal, sudorese noturna e febre são os achados mais comuns ao exame físico. Dor abdominal é o principal achado no exame abdominal. A complicação mais freqüente é a obstrução intestinal. O diagnóstico pré-operatório é muito difícil, sendo o de certeza dado pelo exame histopatológico ou em culturas de tecidos. O tratamento cirúrgico está indicado nos casos das raras complicações.

Ano

2009

Creators

Mendes,Wilker Benedeti Batista,Carlos Augusto Marques Lima,Hélio Alves de Leite,Gerson França Paula,Joaquim Ferreira de Porto,Willian Borba Kim,Monika Pereira Magno Jr,Carlos

Adenocarcinoma de reto com metástase para mandíbula: relato de caso

Os autores relatam um caso de metástase de adenocarcinoma de reto para mandíbula, manifestação de rara incidência e que é sub-diagnosticada. Demonstram a radioterapia local como paliação e recuperação da função mastigatória.

Ano

2009

Creators

Balsamo,Flávia Formiga,Galdino José Sitonio

Amputação abdômino-perineal mais colostomia para-vaginal no tratamento do câncer reto-anal

O apresenta uma proposta e as tentativas iniciais para evitar a colostomia abdominal quando esta tem que ser definitiva. Na mulher foi possível a sua execução, desde que se aproveitou o tono da musculatura esfincteral vulvovaginal quando ela pode ser preservada na amputação de reto-ânus. O colo, preparado com as válvulas, desce posteriormente à vagina, por dentro do conjunto esfincteral vulvovaginal. As observações iniciais mostram que esta tentativa poderia ser incrementada para melhores estudos de continência.