Repositório RCAAP

A abertura ao "outro": a língua e a cultura francesas. Uma experiência "d’ éveil", de sensibilização e descoberta

Vivemos, quer queiramos quer não, na era da globalização. Viver hoje é ser capaz de integrar, competindo, a sociedade à escala mundial. Tendemos a ser cada vez mais “cidadão do mundo”, não obstante o lutarmos ainda (por vontade, gosto ou necessidade) por ser “cidadão europeu” sem todavia deixarmos de ser “cidadão português”.  Viver no conjunto de nações tão diversas como as que compõem a Europa enquanto “família” é um desafio, implica a aceitação mútua de povos com uma história diferente mas com um futuro comum.  

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2022-11-18T13:11:37Z

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Escola Superior de Educação do Instituto Superior Politécnico de Viseu, Área Científica de Francês

Expectativas de formação dos enfermeiros do distrito de Viseu

RESUMO Investigar sobre as Expectativas de Formação dos Enfermeiros foi o objectivo do presente estudo. Métodos  O estudo transversal e exploratório foi desenvolvido numa amostra de 373 enfermeiros que desempenham funções no distrito de Viseu. Na colheita da informação foi utilizado um questionário e realizadas entrevistas aos Enfermeiros Directores das Instituições de Saúde do distrito de Viseu.  Resultados Os resultados revelaram que os enfermeiros optariam por realizar um curso de pós-licenciatura de especialidade em Enfermagem Médico-Cirúrgica, Enfermagem de Reabilitação e Enfermagem Comunitária. Como áreas de pós-graduação foram apontadas como prioritárias a Urgência/Emergência e os Cuidados Paliativos. Como áreas prioritárias de mestrado foram referidas a Administração/Gestão de Recursos em Saúde, os Cuidados Paliativos, a Urgência/Emergência e a Saúde Pública. Conclusão Os resultados sugerem que os enfermeiros do distrito de Viseu carecem de formação pós-graduada (especialidades, mestrados, pós-graduações) em Enfermagem e que a escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV) deve apostar numa oferta diversificada no que às áreas e níveis de formação diz respeito.  

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2022-11-18T13:11:37Z

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Nunes, Madalena Cunha

Cuidados de saúde primários e a sida

Os Cuidados de Saúde Primários (CPS) fazem parte integrante do sistema de saúde do qual constituem o centro, assim como do desenvolvimento social e económico global da comunidade. Proporciona o primeiro nível de contacto do indivíduo, da família e da comunidade, permitindo a aproximação da assistência de saúde o mais perto possível dos locais onde a população vive e trabalha e constituem o primeiro elemento de um processo permanente de assistência de saúde.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Chaves, Cláudia

Sida e o idoso. Metodologias educativas de âmbito preventivo

O síndroma da imunodeficiência adquirida (SIDA) foi considerado durante alguns anos como uma afecção exclusiva dos indivíduos jovens. Dutschmann (1998) descreve que só a partir de 1985 as manifestações clínicas da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH) foram observadas em doentes com mais de 60 anos.  Actualmente, este grupo está em franca progressão. Inicialmente, a transmissão pelo sangue e derivados era considerada a principal via epidemiológica, 46,5% a 54,5% dos casos; no entanto, na década de 90, o meio de transmissão mais frequente foi o contacto homossexual, seguindo-se o heterossexual. Neste grupo etário é urgente a utilização de medidas preventivas e de educação para a saúde eficaz, uma vez que só um sexto dos indivíduos com comportamentos de risco utiliza protecção.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Chaves, Cláudia

Envelhecimento e políticas sociais

Como já temos referenciado em artigos anteriores, as alterações sofridas pelas sociedades modernas e o seu reflexo nos contextos europeus e mundiais, onde prevalecem prioritariamente os conceitos de optimização da economia, levam-nos a dar particular atenção ao impacto que estes fenómenos produzem nas famílias, bem como nos grupos mais vulneráveis dos quais destacamos os idosos. A sociedade contemporânea, tida como sociedade de consumo, rege-se por valores materiais o que implica ter como principal objectivo a rentabilização da produção em que se privilegiam apenas os indivíduos activos. Em consequência, tudo isto exerce efeitos negativos sobre os cidadãos, criando situações “stressantes”, geradoras de doenças e que de algum modo poderão diminuir a capacidade produtiva da pessoa mais fragilizada.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Martins, Rosa Maria Lopes

Adolescências... Adolescentes...

A adolescência é hoje conceptualizada como o período situado entre a infância e a vida adulta. Inicia-se com os primeiros indícios físicos da maturidade sexual e termina com a realização social da situação de adulto independente. No mundo ocidental, corresponde mais ou menos à época entre os 12 e os 20 anos, contudo existem oscilações deste período etário impostas pelas diferenças entre os sexos, etnias, meios geográficos, condições sócio-económicas e culturais.  Num mesmo meio, encontramos grandes variedades de indivíduo para indivíduo: há puberdades muito precoces e outras muito tardias. Por outro lado uma mesma pessoa em diferentes momentos tem diferentes ritmos de maturação.  A adolescência é também um tempo de transição. Considerada no passado apenas como um breve interlúdio entre a dependência da infância e as responsabilidades da vida adulta atribuída ao jovem. Pouco depois da maturidade sexual, muitas vezes caracterizada por uma iniciação elaborada, o novo adulto trabalhava, casava e tinha filhos.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Ferreira, Manuela Nelas, Paula Batista

A doença mental: determinação individual ou construção social

Neste artigo procura-se reflectir sobre as representações da doença mental à luz da evolução social. Centra-se na discussão dos conceitos chave da Sociologia da saúde, desde logo, nos conceitos de saúde e doença, mas também de cultura, relações sociais, crenças e preconceitos acerca da doença mental. A este propósito distinguem-se alguns modelos de racionalidade que circulam na sociedade e abordam-se as principais determinantes sociais e culturais da sua construção e reprodução.  A análise da produção científica neste domínio sublinha a construção social da doença mental e valoriza a interpretação histórica e cultural deste fenómeno.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Gonçalves, Amadeu Matos

Cultura organizacional

Numa análise antropológica, tal como refere Neves (2000), o termo “cultura” começou por ser definido como um componente do sistema social, o qual se manifesta pelo modo de vida e pelos artefactos, onde se incluem o saber, a crença, a arte, a moral, a lei, os costumes, hábitos, assumidos pelo homem como membro da sociedade.  Esta concepção de cultura pluralista e sócio-cultural que permaneceu de 1900 a 1950, subdividiu-se em duas correntes, sendo a primeira, mais simples, um conjunto de padrões culturais, criada pelos indivíduos que interagem, realçada pelas estruturas padronizadas da cultura, traduzida nos artefactos e comportamentos. A segunda, mais complexa, associada às formas de organização económica, política e social, sistemas de religião, tipo de linguagem, filosofias, direito, ciência e arte. Esta considera a cultura como um conjunto de estruturas sociais, integrada numa rede ou sistema de relações sociais, sendo cada sistema estrutural, uma unidade funcional, que contribui de modo harmonioso para a sua existência e continuidade.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Ribeiro, Olivério de Paiva

Depressão e suporte social em adolescentes e jovens adultos. Um estudo realizado junto de adolescentes pré-universitários

O objectivo é analisar, através de um estudo quantitativo, descritivo e transversal, a relação entre a satisfação com o suporte social e os índices de depressão em adolescentes e jovens adultos. Através de questionário de aplicação directa um total de n=262 alunos, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 16 e os 21 anos de idade, matriculados no 12º ano de Escolaridade das duas Escolas Secundárias da rede do Ministério da Educação, situadas na cidade de Portalegre, Portugal, no ano lectivo 2004/2005. Foram utilizados, como instrumentos de medida, a Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS) (Ribeiro, 1999) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI) (Gorenstein & Andrade, 1996). Os resultados obtidos indicam que o suporte social influencia, de uma forma estatisticamente significativa o índice de depressão em adolescentes e jovens adultos. 

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2022-11-18T13:11:37Z

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Claudino, João Cordeiro, Raul Arriaga, Miguel

Níveis de ansiedade e depressão nos alunos do curso de licenciatura em enfermagem. O caso particular dos alunos da escola superior de saúde de Portalegre

O presente estudo aborda os níveis de Ansiedade e Depressão nos alunos da Escola Superior de Enfermagem de Portalegre. Um grupo de 112 alunos matriculados na referida instituição respondeu a um questionário (composto por 38 questões) que permite avaliar o Índice de Saúde Mental na população alvo – Mental Health Inventory (MHI) (Ribeiro, 2001), bem como a alguns dados de caracterização tais como Idade, Sexo, Distrito da Residência Habitual, Ano/Semestre do curso, Opção de par Curso/Escola e Residência em Tempo de Aulas.  Na elaboração deste estudo, recorremos a uma metodologia de cariz quantitativo, através de um estudo transversal, descritivo, tendo como objectivo primordial determinar os níveis de Ansiedade e Depressão nos respectivos alunos.  Assim concluímos, que existem diferenças significativas entre os inquiridos do sexo feminino e masculino, sendo os elementos do sexo feminino que apresentam os valores da Ansiedade e Depressão mais elevados. Os inquiridos que frequentam o 1º e o 3º ano do curso em licenciatura em Enfermagem apresentam, níveis de Ansiedade mais elevados do que os alunos do 2º e 4º anos do mesmo curso.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Claudino, João Cordeiro, Raul

A sociedade da informação. A criança com deficiência e as novas tecnologias

Neste artigo, pretende-se reflectir acerca do emergir de Novas Tecnologias da Informação e Comunicação, que promovem um novo paradigma de sociedade baseada na informação e no conhecimento. As Novas Tecnologias podem melhorar significativamente a vida da criança com deficiência, ajudando-a a ultrapassar determinadas barreiras. A Escola deverá estar atenta às inovações tecnológicas, para benefício do sucesso educativo.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Silva, Carlos Fernandes

Manuel de Pina Cabral. Notas biográficas de um (des)conhecido latinista do século XVIII

Algumas figuras pelo facto de se notabilizarem em determinadas épocas tiveram a particularidade de permanecer na memória colectiva no decurso dos séculos. Ao invés, a passagem inexorável dos anos condenou ao ostracismo certos vultos da política e da cultura que, assim, foram relegados para o limbo do esquecimento. Não procurarei aqui determinar a razão de ser deste facto. Certo é que Manuel de Pina Cabral foi um desses homens, que se evidenciou na sua época, mas que depois da morte foi ostracizado pelo devir do tempo. Notável latinista do século XVIII, com um percurso igualmente notável na Ordem Terceira Regular de S. Francisco2, a obra que deixou foi esquecida e a sua vida encontra-se envolta por uma nebulosa.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Nunes, João Augusto Guerra da Rocha

Visão eclética do cosmos. Lógica matemática aplicada ás idéias de Einstein

Foi publicado um estudo, há algum tempo, onde é sugerido que o universo não seria infinito. Mas a equipe de pesquisadores que chegou a essa consideração baseou-se na idéia de que a idade do universo seria de 13 bilhões e 700 milhões de anos. Podemos mostrar, no entanto – através de lógica matemática – que o universo é eterno e, sendo assim, o estudo da radiação derivada do “Big Bang”, no qual se basearam, não pode servir de vestígio para conceber o cosmos, pelo menos no que se refere a sua origem. 

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2022-11-18T13:11:37Z

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Husth, Sthull

Paradoxo da razão no caos. Teoria do caos aplicada na das probabilidades

São estabelecidas as bases de um ensaio sobre a aplicabilidade da Ciência da Computação, sustentadas pela Teoria do Caos, para resolução de certas questões tipicamente probabilísticas onde, através de experimentos computacionais conclusivos, as evidências apontam para o fato de que há fortes indícios a favor deste estudo. O estudo consiste em mostrar um paradoxo que é criado em situações específicas na Teoria das Probabilidades porque elas de fato estão intrinsecamente relacionadas a questões sistemáticas que têm tendência ao comportamento caótico e, portanto, próprias para as soluções que emergem da Teoria do Caos. 

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2022-11-18T13:11:37Z

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Filho, David Magalhães Filho Magalhães Cavalcante, Klaus Ribeiro

Conceitos teóricos sobre figuras multidimensionais – a matemática implícita de Pitágoras a Fermat

O matemático britânico Andrew Wiles deu prova definitiva para o Último Teorema de Fermat – UTF – como ficou conhecida a conjectura do matemático amador francês Pierre de Fermat (1601-1665). A odisséia desse gênio dos nossos tempos está registrada no livro de Simon Singh e relata bem a história do enigma intrincado e a busca comovente por uma demonstração “perdida” há mais de 350 anos. Os matemáticos de todo o mundo estão convencidos de que Fermat não teria como unir conexões nos elos de lógica, capazes de provar o UTF em uma época onde a matemática ainda passava por sua infância.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Asafkan, Homam

A construção do estigma em migrantes lusófonos no século XXI

Este artigo trata de conjunto de reflexões nascidas nos encontros do grupo de pesquisa, extensão e ensino “Acolhendo Alunos em Situação de Exclusão Escolar e Social”, apoiado pelo CNPq, sobre dois temas que reincidem e inquietam sobremaneira os componentes do referido grupo: 1- O “estigma” atribuído aos alunos lusófonos com pouca escolaridade no Brasil e aos lusófonos, independentemente da escolaridade, na Europa. 2- As “diferentes estratégias” utilizadas por estes atores com a finalidade da sobrevivência nas sociedades de acolhimento letradas em que se inserem. Para subsidiar esta discussão, optamos pelo estudo dos teóricos: E. Goffman, Pierre Bourdieu e Z. Bauman, pois mostraram-se necessários para a discussão sobre o processo de formação do estigma de falantes lusófonos em situação de (i)migração, assim como, para a compreensão da necessidade da elaboração de máscaras de sobrevivência na “selva” letrada da sociedade de recepção, seja da Comunidade Européia ou da cidade de São Paulo. 

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2022-11-18T13:11:37Z

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Silva, Nilce

A morte de Ivan Iltich

O livro escrito por Léon Tolstoi, “A morte de Ivan Ilitich”, é considerado a obra artística mais perfeita da história mundial, a agonia de um juiz ao saber que está com uma doença incurável e próximo da morte, ou seja, o destino de cada um de nós.  Ivan Ilitch um homem de meia idade, sem grandes qualidades ou defeitos, que vive uma existência inútil. Um burocrata russo, frio, pacato e acima de tudo banal, juiz de um tribunal onde, julgava o destino das pessoas da maneira mais asséptica e impessoal possível. E subitamente vê-se doente, uma doença terrível de cura e diagnóstico impossível, e com dores cada vez mais crescentes, incontroláveis, angustiantes e a certeza de estar cada vez mais próximo da morte, e que é inevitável. Esse é o ponto de partida para um sofrimento atroz, que o persegue por meses. 

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2022-11-18T13:11:37Z

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Velloso, Renato Ribeiro

Do mito aos mitos irrecicláveis: reflexões

No Dicionário da Língua Portuguesa encontramos as seguintes definições de mito: narrativa fabulosa de origem popular; relato das proezas de deuses ou de heróis, susceptível de dar uma explicação do real satisfatória para um espírito primitivo; alegoria, etc. O Dicionário esclarece ainda que a palavra mito provém do grego mÿthos, que significa palavra expressa, dando mais tarde origem à palavra latina mythu, que significa fábula. Nenhuma das definições anteriores parece convincente no contexto da sociedade pós-industrial, pós-capitalista, pós-moderna, pós-humana(?) em que vivemos. Assim, e porque esta matéria me interessa, tanto em termos pessoais, como académicos, centro-me em obras que abordem a temática com maior acuidade.  Começo com um nome que dispensa apresentações: Mircea Eliade (quem não conhece O Mito do Eterno Retorno?) Porém, também a sua visão poderá parecer pouco esclarecedora no que toca aos mitos que a sociedade contemporânea tem vindo a privilegiar. 

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2022-11-18T13:11:37Z

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Lopes, Ana Maria Marques da Costa Pereira

A mitologia grega, uma concepção genial produzida pela humanidade: os condicionalismos religiosos e históricos na civilização helénica

A mitologia grega, um fascinante e vivido espelho da multifacetada natureza humana, evoluiu significativamente com a integração progressiva dos antigos deuses e cultos pré-helénicos, vinculados aos ciclos agrícolas e de outros elementos saídos das cosmogonias orientais. A mitologia grega introduziu aspectos vinculados à natureza, que eram elementos renovadores nesse campo e deram origem a uma ampla série de entidades mitológicas, cuja dimensão foi determinante e significativa para o conhecimento do espírito dos povos mediterrânicos.  Desse processo surge a cristalização de uma complexa cosmogonia sistematizada por Hesíodo e a existência de um panteão politeísta, que adquiriu características definidas na obra de Homero. De assinalar a componente iconográfica comum em certos aspectos imagéticos, que haveriam de encontrar um complemento realístico, adequado à introdução de referências dóricas e aqueias na cultura grega clássica. As características comuns a todos os deuses gregos deram a conhecer a sua relação com os fenómenos da natureza, cujas forças regiam e a sua figura antropomórfica, baseada em modelos e costumes humanos. A riqueza do mundo mitológico grego não acaba nos relatos sobre os deuses olímpicos e as suas frequentes intervenções nos assuntos humanos. Nas suas lendas, é aflorada uma vasta trama de divindades menores, relacionadas com a natureza. Por outro lado, são figuras de destaque os heróis, descendentes ou protegidos pelos deuses, cujas façanhas são narradas em ciclos individuais ou relatos genéricos, nomeadamente a Odisseia.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Branco, Alberto Manuel Vara

Cenário urbano para o estudante do ensino superior noturno na cidade de São Paulo: triste realidade ou palco de heróis?

O ensino superior no Brasil tem nos cursos de graduação 3.479.913 matrículas, das quais, 57,6% estão no período noturno. A cidade de São Paulo, a mais populosa do país, com 10.434.252 habitantes, tem 377.471 matrículas, das quais estima-se que mais de 250.000 estejam no período noturno. O estudante do período noturno, que em geral, trabalha durante todo o dia e vai direto do local de trabalho para a instituição de ensino, enfrenta um cenário urbano hostil: trânsito caótico, dificuldades de transportes e problemas de segurança pública, entre outros. Pesquisa realizada em 2002, junto a 244 estudantes de um curso de Administração de Empresas de uma instituição privada localizada na zona norte da cidade evidenciou estes aspectos. Em 2004, pesquisa realizada a junto 16 alunos de pósgraduação de curso noturno (latu sensu) em Docência do Ensino Superior, os quais também são professores, ratificou as constatações anteriores.

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2022-11-18T13:11:37Z

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Filho, Armando Terribili Quagl, Paschoal