Repositório RCAAP

Experimental study of low-pressure nitrogen dielectric barrier discharge

The electrical and spectral characteristics of a dielectric barrier discharge (DBD) are experimentally investigated in a sealed off coaxial cylinder filled with nitrogen at a pressure of 10 mbar. The discharge is a transient diffused glow at low frequency alternating voltage (60 Hz) and changes to a filamentary mode at high frequency alternating voltage (35 kHz). In case of pulsed voltage, the discharge is always transient diffused glow at any frequency. The intensity of a second positive system (SPS) of the nitrogen molecule has been also measured to characterize the discharge excitation. The effective vibrational temperature is estimated from the SPS vibrational band, Δv = -2. It is concluded that the intensity of the SPS of the nitrogen and the effective vibrational temperature depends upon the reduced electric field and the energy consumed per cycle by the device.

Ano

2010

Creators

Khatun,Hasina Sharma,A.K. Barhai,P.K.

Effect of thermo-mechanical parameters on microstructure and mechanical properties of microalloyed steels

In this work the effects of controlled rolling parameters and adding of Niobium have been studied. In this order two steel grades with and without Niobium are planed and after steelmaking and continuous casting, rolling process are done. Then, laboratory investigations such as microstructure, mechanical properties and grain size analysis were performed Tensile and Charpy impact tests specimens were machined out of the central part of the rolled billets. The microstructure of the specimens was examined for each experimental condition using optical microscopy. The results indicate that increasing the reheating temperature above the dissolution temperature of Nb (C, N) improved the impact energy values. By increasing the cooling rate from 0.5 to 1.5 ºC/s both tensile strength and impact toughness were improved. High elongation percent was also observed on samples reheated at higher temperature and/or cooled with the higher cooling rates. The obtained mechanical properties were related to the characteristics of microstructural components including acicular ferrite, retained austenite, pearlite and ferrite.

Ano

2010

Creators

Ebrahimi,G.R. Javdani,M. Arabshahi,H.

Optical and electrical diagnostics of microdischarges at moderate to high pressure in argon

Microdischarges at moderate to high pressure in argon were investigated. A hole opening diameter of 500 µm direct current (dc) microhollow cathode discharges (MHCD) were characterized by electrical measurements and optical emission spectroscopy (OES) for pressures ranging between 90 and 800 Torr and current from 5 to 20 mA. Current-voltage characteristic curves were obtained as a function of the pressure for this hole diameter. MHCD enables stable dc discharges for molybdenum electrodes material at constant Ar + 2%H2 flow of 0.03 l/min. Optical emission spectroscopy and analysis of the spectral line broadening of plasma line emissions were performed in order to measure gas discharge parameters. Electron number densities were obtained from Hβ Balmer line ( ~ 10(14) cm-3). For the above mentioned discharge conditions, gas temperature was estimated to be 550 - 850 K from OH rotational bands. Excitation temperature was measured based on two lines method (from atomic Mo lines) and from 4p - 4s and 5p - 4s Ar radiative transitions. Hydrogen atom temperature was measured for 800 Torr ( ~ 12000 K).

Ano

2010

Creators

Sismanoglu,B.N. Cunha,C.L.A. Gomes,M.P. Caetano,R. Grigorov,K.G.

Estados Unidos e Grã-Bretanha no Brasil: transição de poder no entreguerras

Com enfoque sobretudo na década de 20, este artigo tem por objetivo fornecer elementos para uma melhor compreensão da transição de poder no Brasil da Grã-Bretanha para os Estados Unidos, processo de longo prazo que teve conseqüências duradouras para as relações internacionais do país no século XX. A maciça penetração norte-americana na economia brasileira é abordada em termos de investimentos diretos (como no caso do setor automobilístico), comércio exterior e finanças. A influência britânica, por sua vez, entrou em crise devido ao impacto da Primeira Guerra Mundial e não logrou reverter a tendência ao declínio no período entreguerras. Sugere-se que, se o grande embate por supremacia nos anos 30 ocorreu entre os Estados Unidos e a Alemanha, nos anos 20 a principal disputa no Brasil se deu entre os interesses conservadores da Grã-Bretanha e o desafio norte-americano.

Colômbia: mais insegurança humana, menos segurança regional

No contexto da grave crise que atravessa a região andina em seu conjunto, o exemplo da Colômbia é o mais dramático e serve potencialmente de modelo de intervenção externa nos assuntos internos de um país do hemisfério. Nesse sentido, analisa-se o tipo de guerra que vive a Colômbia, assim como o chamado novo intervencionismo e as possíveis saídas para o conflito armado no referido país. Trata-se de uma situação complexa e instável em que se misturam e confundem guerra política, violência criminal, demolição do Estado, violação dos direitos humanos e expansão do poderio estadunidense na região. Como decorrência do aumento dos confrontos internos, da persistência da "guerra contra as drogas" e do começo da "guerra contra o terrorismo", a ingerência dos Estados Unidos é cada vez mais eloqüente e preocupante. Enquanto isso, uma América do Sul passiva não parece querer comprometer-se com uma saída viável para um conflito expansivo no coração dos Andes.

Redes transnacionais de advocacia pública: estratégias e impactos - O projeto Planafloro e o painel de inspeção do banco mundial

O projeto Planafloro, financiado pelo Banco Mundial em Rondônia durante os anos 90, tinha como objetivo principal o manejo dos recursos naturais no estado. A incapacidade e falta de vontade política dos órgãos executores motivaram organizações da sociedade civil rondoniense a pedir a investigação do Planafloro pelo Painel de Inspeção. O painel é um mecanismo independente de prestação de contas à sociedade civil global no que se refere às políticas e procedimentos do Banco Mundial. As estratégias de mobilização que culminaram no pedido de investigação do Planafloro se processaram em um contexto de ativismo socioambiental orquestrado por uma rede transnacional de advocacia pública. O pressuposto teórico dominante na literatura sobre redes transnacionais de advocacia pública é que a participação de grupos locais nessas redes proporciona um aumento relativo da capacidade política destes. O caso do Planafloro revela, no entanto, que a participação de grupos locais em redes transnacionais acarreta, além do aumento relativo de sua capacidade política, novas responsabilidades e desafios que estes nem sempre estão preparados para enfrentar. No longo prazo, esse despreparo pode comprometer os eventuais ganhos políticos conquistados pelos grupos locais no âmbito da mobilização transnacional.

Direitos de propriedade e cidadania em sociedades pós-conflito: uma comparação entre Guatemala e África do Sul

Este estudo mostra como as disputas de terra dificultaram a solução de conflitos e limitaram a cidadania democrática na Guatemala pós-guerra e na África do Sul pós-apartheid. A agenda de pesquisa fundamenta-se historicamente nos legados da dominação colonial e da ditadura racial. A convergência de regra autoritária e discriminação racial resultou em atos deliberados de expropriação de terras comunais e forçou a remoção e o deslocamento de comunidades nativas. A erradicação de povoados inteiros, a migração de refugiados e a situação de populações transitórias acarretaram um notório abuso do Estado e o enriquecimento das elites. No entanto, o apoio da comunidade internacional à resolução do conflito e à reconciliação negligenciou a importância da terra para a estabilidade democrática e a paz social.

O Crescimento da área de relações internacionais no Brasil

O artigo analisa a produção acadêmica brasileira no campo das relações internacionais nos anos 90, ressaltando as mudanças qualitativas ocorridas durante o período. Um breve histórico da disciplina no âmbito global é oferecido para que seja possível contextualizar a experiência brasileira. As principais tendências, características e ausências da bibliografia produzida no país durante esse período são consideradas. Os temas contemplados são: política externa dos Estados, instituições internacionais, natureza do sistema internacional e da política internacional e estratégia e política de defesa.

As implicações do 11 de Setembro para o estudo das relações internacionais

É lugar-comum dizer que o estudo das relações internacionais é fortemente influenciado por acontecimentos correntes. Assim, quais as implicações do 11 de setembro na maneira como se estuda Relações Internacionais? O evento de 11 de setembro é transformador, como a Segunda Guerra Mundial, ou algo menor, como a crise dos mísseis de Cuba? Particularmente, como o 11 de setembro afeta os argumentos das principais teorias de RI e o equilíbrio de poder entre elas? Este artigo revê os argumentos do neo-realismo, globalismo, regionalismo e construtivismo, tomando-os como um conjunto de verdades parciais que, coletivamente, constituem a estrutura básica de debate sobre relações internacionais. O autor afirma que cada linha teórica tem defendido a relevância da mesma para explicar o 11 de setembro e suas conseqüências imediatas, e que essas alegações são ampla e genericamente válidas. Conclui que nenhuma das principais teorias foi invalidada, que não é necessária uma nova teoria para preencher as lacunas expostas pelo 11 de setembro e que nem o equilíbrio de argumentos nem a natureza das tensões entre essas teorias se modificaram. Isto não significa defender uma idéia de complacência com o estado da teoria de RI em geral. Assim como a crise dos mísseis de Cuba, o 11 de setembro sugere que o foco nos processos internos de elaboração de política externa dos Estados Unidos será especialmente importante.

Promoção e proteção da democracia na política externa brasileira

A partir da restauração da democracia em 1985, a política externa brasileira vem demonstrando tanto continuidade como mudança. Ao mesmo tempo que o Brasil tem reforçado significativamente seu compromisso normativo com a promoção da democracia, com base na defesa do interesse nacional fundada em princípios, seu engajamento na defesa da democracia fora de casa tem sido cerceado por sua dedicação tradicional ao princípio da soberania nacional. A política externa brasileira, contudo, evoluiu significativamente desde o retorno da regra civil. A diplomacia presidencial de Fernando Henrique Cardoso representou um reforço decisivo para o fortalecimento do compromisso normativo com a democracia, tanto através da introdução de cláusulas de democracia nas instituições regionais como em suas próprias relações bilaterais. No entanto, há uma tensão inerente à dualidade de objetivos da política externa brasileira que gera ambigüidade na sua condução. Existem barganhas multifacetadas entre os princípios de interferência democrática e soberania nacional, assim como entre as finalidades de estabilidade e democracia. Este estudo explora essa tensão através da avaliação dos esforços do Brasil no que se refere à promoção da democracia além de suas fronteiras, e sua resposta às ameaças à democracia e aos casos de eleições viciadas que aconteceram na última década. Examina dez ocorrências em que a democracia esteve sob risco. Alega que é improvável que a defesa do interesse nacional fundada em princípios, sobre os quais a promoção da democracia se apóia, sobreviva à presidência de Cardoso. O Brasil precisa resolver com sucesso a tensão entre o princípio da soberania nacional e seu compromisso com a promoção e proteção da democracia fora de casa, tanto para aclarar seus objetivos de política externa, como para fortalecer os mecanismos regionais de ação coletiva.

Ilusão de acesso: o modelo ALCA

O presente artigo tem como foco a estrutura da ALCA e suas implicações nas disparidades econômicas no hemisfério. Analisa, em particular, as possibilidades de satisfação dos objetivos dos países da América Latina e do Caribe de acesso a mercados, levando em consideração as negociações hemisféricas em curso. Suas seções fornecem uma visão geral das contribuições, no sentido de demonstrar as conseqüências da ALCA para as economias pequenas; uma análise do processo de liberalização de tarifas de um ponto de vista fiscal; e, com base na noção de que várias barreiras não-tarifárias usadas pelos Estados Unidos tendem a continuar em operação depois de 2005, a última seção trata do significado de um processo de liberalização desigual nas Américas. No seu todo, pretende evidenciar a idéia de que a ALCA impõe um regime de comércio incapaz de servir como fonte de distribuição igualitária de benefícios econômicos dentro do hemisfério ocidental.

O 2º Fórum Social Mundial de Porto Alegre e os desafios do movimento social global

O artigo se propõe a utilizar elementos analíticos relativos ao significado, alcance e perspectivas do movimento social transnacional contra a globalização neoliberal no conturbado contexto pós-11 de setembro da política mundial. Nas condições extremamente adversas desse novo contexto, a segunda edição do Fórum Social Mundial tornou-se um acontecimento político revelador, tanto da vitalidade e do potencial transformador do "movimento dos movimentos" contra-hegemônico, ainda em processo de constituição, como de suas limitações, contradições e dilemas.

O estado cortesão nas relações internacionais: a disputa por poder e lucro

A mudança de paisagem das relações internacionais depois do fim da Guerra Fria produziu novas conceituações a respeito de Estados que são percebidos como ameaça pelos Estados Unidos, o único superpoder remanescente, tanto para sua segurança nacional como para a ordem mundial. A mais comum dessas conceituações é o termo "Estado pária", adotado no vocabulário oficial de segurança da administração Clinton nos anos 90. Com a probabilidade de a "intervenção humanitária" transformar-se em um assunto cada vez mais importante na agenda internacional de Washington, o conceito de "Estado falido" foi inserido no debate político e acadêmico. Ambos os termos poderiam ser vistos como instrumentais para o incremento do novo intervencionismo americano. No entanto, uma terceira ameaça potencial para a estabilidade internacional tem sido completamente ignorada pelos Estados Unidos - ou por quaisquer outros formuladores de política externa de Estado: o "Estado cortesão", o qual, em sentido amplo, é um dos resultados do processo de globalização e de transformação do poder estatal. Mais precisamente, o "Estado cortesão" é um conceito analítico útil para a compreensão de certas ligações dos Estados com a economia global ilícita. Este ensaio considera que o conceito é crucial para se entender um aspecto fundamental da luta de poder que caracteriza as relações entre Estados no pós-Guerra Fria, e analisa o Estado cortesão através de sua dupla ligação em política internacional, com outros atores estatais legítimos, principalmente o superpoder global, e, simultaneamente, com atores globais não-estatais da economia ilícita.

Os cosmopolitas: Kant e os "temas kantianos" em relações internacionais

Este artigo discute o legado e os limites do paradigma kantiano em relações internacionais. Se as atuais reconstruções de Kant em relações internacionais enfatizam aspectos positivos das idéias liberais e institucionalistas, restringem-se, no entanto, à análise de princípios, não analisando o que na realidade impede sua realização. Na primeira parte, examina-se os princípios jurídicos que Kant apresentou como condição para a paz: 1) a pacificação da ordem internacional depende da democratização da ordem interna; 2) as relações entre os Estados devem ser submetidas ao direito internacional; 3) os indíviduos devem ser considerados como cidadãos do mundo, conforme um direito cosmopolita. Na segunda parte, mostra-se como estes princípios orientaram o movimento pacifista, bem como o assim chamado "idealismo-utópico" no entre-guerras. Em seguida, verifica-se como estes princípios foram objeto de crítica do realismo do pós-Segunda Guerra, para quem: 1) a democracia na ordem interna não influencia a paz na ordem externa; 2) a paz nas relações internacionais pode ser assegurada não pelo direito internacional, mas por alianças militares; 3) os ideais cosmopolitas "moralizam" as relações internacionais, transformando os conflitos políticos em conflitos entre o "bem" e o "mal". Por fim, investiga-se como análises contemporâneas se orientam pelos princípios kantianos, em oposição ao realismo da razão de Estado. Isso mostra que tal paradigma é necessário, mas não suficiente para a análise das relações internacionais, por não inserir a afirmação de princípios na análise das relações hegemônicas que caracterizam o cenário internacional.

A contribuição da escola de Copenhague aos estudos de segurança internacional

O objetivo do artigo é apresentar a contribuição da Escola de Copenhague para a área de estudos de segurança internacional. Para tanto, será brevemente examinado o debate metateórico da área, assim como o contexto histórico no qual a Escola foi fundada. Em seguida, o artigo apresenta as críticas feitas às teses por ela formuladas. Finalmente, tornar-se-á claro que, além de terem dado uma contribuição significativa aos estudos de segurança, os trabalhos da Escola também contribuíram para a área de teoria das Relações Internacionais.

Ética e violência na teoria das relações internacionais: uma reflexão a partir do 11 de Setembro

Os atentados de setembro de 2001 representaram a mais significativa expressão de emprego da violência contra um estado soberano por um agente não-estatal na história do sistema internacional moderno. Esta constatação, por si mesma, deveria convidar ao debate sobre o estatuto do estado soberano na política mundial hoje, bem como dos fundamentos éticos constitutivos do sistema internacional. Lamentavelmente, boa parte da discussão se concentrou na resposta norte-americana e suas conseqüências, circunscrevendo-a aos parâmetros convencionais da lógica da anarquia. As condenações ao ato terrorista em si reproduziram, freqüentemente, a dualidade entre avaliação ética e análise política e caíram, inevitável e rapidamente, na irrelevância. Este trabalho levanta algumas questões sobre o uso da força na política internacional, de maneira a contribuir para uma reflexão sobre os fundamentos éticos da economia da violência no mundo, como parte de um esforço mais amplo de reformulação da teoria de relações internacionais.

O papel do legislativo nas negociações do Mercosul e da ALCA

A elaboração da política externa brasileira é, segundo a Constituição de 1988, atribuída ao poder Executivo, restando ao Legislativo após negociações, a função de ratificar ou vetar os tratados internacionais. No entanto, mesmo reconhecendo a hegemonia do poder Executivo no processo decisório em matéria de política externa, acredito que o poder Legislativo tem uma participação efetiva no processo, ou seja, o comportamento dos parlamentares corresponde aos seus interesses. O papel de ambos poderes na formulação da política externa brasileira é mais complexo do que está estabelecido na Constituição. Nesse contexto, este artigo examina a relação entre os poderes Executivo e Legislativo na formulação da política externa relacionada com os acordos comerciais, tais como com o Mercosul e a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).

O despertar empresarial brasileiro para o mercado africano nas décadas de 1970 a 1990

Este artigo traz reflexões acerca da presença empresarial brasileira no mercado africano enfocando os empreendimentos nacionais que atuaram no comércio Brasil-África entre as décadas de 70 e de 90. O texto busca identificar os motivos que levaram ao acentuado crescimento do comércio naquele período e as perspectivas que se abriram para o empresário brasileiro que deseja efetuar negócios junto ao mercado africano. Por meio de pesquisa bibliográfica, entrevistas com executivos que atuaram na África no período mencionado e com especialistas em comércio exterior, constatou-se que nos anos mencionados o governo brasileiro concedeu generosos incentivos aos empreendimentos voltados para o mercado africano. Com o fim dessa política privilegiada, muitas empresas fracassaram mas algumas permanecem em atividade, propiciando importantes lições a empreendedores que desejam iniciar negócios no mercado africano. Verifica-se que a despeito da redução do apoio estatal e das mudanças no cenário econômico (interno e externo) brasileiro, as oportunidades comerciais no continente africano existem e muitas delas são ignoradas pelos homens de negócios, que tendem a julgar a África como um todo em função dos aspectos negativos ressaltados pela imprensa, da mesma forma que muitos empresários africanos desconhecem a qualidade dos serviços e produtos brasileiros.