RCAAP Repository

Caracterização morfológica das sementes e plântulas de seis espécies invasoras do gênero Solanum L

As sementes do gênero Solarium L. são relativamente muito semelhantes, no entanto, a associação de características morfológicas externas da semente com as características anatômicas, como a forma do hilo, a textura e o tipo de esculturas da superfície do tegumento, bem como a forma do embrião curvo (circulado ou espiralado), são características da maior importância na identificação taxonómica à nível de espécie. São apresentadas ilustrações, chaves dicotômicas e descrições morfológicas do gênero Solarium e descrição detalhada das plántulas e das sementes de Solanum aculeatissimum Jacq., S. americanum Mill., S, ciliatum Lam., S. sisymbriifolium Lam., S. sordidum Sendt. e S. viarum Dunal. São apresentados, também, o nome vulgar, o tipo de reprodução e disseminação, as culturas nas quais é considerada invasora e as sementes agrícolas onde ocorre como "impureza".

Contribuição ao conhecimento dos algas do gênero Euglena (Euglenophyceae) no município do Rio de Janeiro e arredores, Brasil

Procedeu-se pioneiramente ao levantamento taxonômico das algas pigmentadas do gênero Euglena Ehr. (Euglenophyceae), baseado na análise de cerca de 150 amostras, coletadas de agosto de 1980 a novembro de 1982 em diversos corpos d'agua acessíveis do Município do Rio de Janeiro e arredores, Brasil. Do total de amostras coletadas, 68 continham euglenóides pigmentados e destas, 36 mostraram representantes de Euglena. Foram identificados 17 taxons distribuídos em 14 espécies e 3 variedades, dos quais, apenas 8 já haviam sido documentados para o Estado do Rio de Janeiro, constituindo os demais primeiros novos registros de ocorrência na área estudada. Euglena agilis H.J. Cart. foi o táxon melhor representado em número de amostras, aparecendo em 22% das 36 amostras analisadas. Todos os taxons foram descritos, medidos, ilustrados e comentados com base em seus caracteres morfológicos vegetativos a partir de material vivo e, sempre que possível, em amostras populacionais. Acrescentaram-se ainda informações quanto à distribuição geográfica dos 17 taxons identificados no Estado do Rio de Janeiro bem como uma chave artificial indentada para identificação das espécies inventariadas. Complementam o trabalho 48 figuras, um mapa do Estado e outro do Município, contendo este indicação dos locais de coleta.

Composição florística e estrutura comunitária da floresta de galeria do córrego da Paciência, Cuiabá, (MT)

A floresta de galeria de um dos braços do córrego da Paciência, no sopé da chapada dos Guimarães, Mato Grosso (15º 21'S. 55º 49' W), foi inventariada por meio de 67 parcelas de 30m² (0,201 ha), sendo amosdos os indivíduos com circunferência ao nível do solo > 9cm em três setores da floresta; Nascentes, Vereda e Cachoeira. Foram calculados os parâmetros fitossociológicos das espécies e das famílias botânicas para toda a área amostral e para cada um dos três setores da floresta. Foram obtidas medidas de dissimilaridade florística e estrutural entre os três setores amostrais e medidas de dissimilaridade florística entre a floresta do presente estudo e cinco outras florestas riparias do Distrito Federal e dos estados de São Paulo e Mato Grosso. As seis florestas apresentaram entre si índices muito altos de dissimilaridade florística, embora algumas delas apresentassem espécies em comum entre as mais abundantes. Os três setores amostrais mostraram igualmente uma considerável dessemelhança florística e estrutural entre si. O clima, os solos e a geomcrfologia das bacias hidrográficas são evocados como responsáveis pelas diferenças interregionais entre as florestas riparias. Já as dessemelhanças intrarregionais podem ser atribuídas à fertilidade dos solos e, sobretudo, ao regime de água nos solos e nos próprios rios, os quais, por sua vez, variam com a topografia local. Os padrões de distribuição espacial marcadamente diferentes que podem ser observados para várias espécies de árvores podem ser atribuídos à elevada heterogeneidade ambiental, peculiar às florestas de galeria.

Year

1989

Creators

Oliveira-Filho,Ary Teixeira de

Validação de Sorghastrum albescens (Hackel) Flores (Gramineae, Andropogoneae)

Na revisão do gênero Sorghastrum para o Rio Grande do Sul, a espécie S. nutans (L.) Nash foi excluída, por não ter sido encontrada no Estado. Por apresentar características bem distintas de S. nutans, é proposta a elevação de S. nutans (L.) Nash ssp. albescens (Hackel) Burkart, citado anteriormente para o Estado, para espécie, resultando na nova combinação S. albescens (Hackel) Flores.

Micropropagação de bananeira "prata" através de cultivo in vitro de ápices vegetativos

Ápices vegetativos de mudas de 2 a 4 meses de idade foram cultivados no meio MS com 30 g/l de sacarose e 22 µM benzilammopurina. Após 8 a 10 semanas, foram produzidos uma ou duas gemas laterais; a subcultura destas no mesmo meio produziu até 10 gemas após 6 a 10 semanas. A maior taxa de multiplicação em subculturas successivas foi de 40 plántulas novas por explante; a taxa de multiplicação média foi de 10 gemas novas por explante em 8 semanas. O enraizamento ocorreu no mesmo meio mas um melhor enraizamento foi observado nos meios diluidos pela metade da concentração de MS em presença de 1 µM AIB. As plántulas de diferentes subculturas transplantadas no campo apresentaram um crescimento mais uniforme e mais vigoroso do que as mudas tradicionais da mesma variedade. O sistema mostrou ser viável em escala comercial.

Year

1989

Creators

Haridasan,Padmaja Caldas,Linda S

Chlorophyta filamentosas do município de Cáceres e arredores, Mato Grosso, Brasil: uma contribuição ao seu conhecimento

São descritas, comentadas e ilustradas 12 espécies de Chlorophyta filamentosas coletadas durante a II Expedição do Programa Polonoroeste/Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro à região de Cáceres e arredores, Mato Grosso, Brasil. Do total de espécies apresentadas neste trabalho nove constituem primeiras citações de ocorrência no Estado de Mato Grosso e seis no Brasil.

Tipos de vegetação metalófila em áreas da serra de Carajás e de Minas Gerais, Brasil

Em áreas da Serra de Carajás, Pará, e em áreas da Cadeia do Espinhaço, Minas Gerais, Brasil, foram coletadas plantas e nelas analisadas as concentrações de Cu, Pb, Ni, Cd, Cr, Co, Mn e Fe. Os resultados indicam que as plantas das áreas de Carajás concentram Cu, Pb, Ni, Cr e Fe acima da normalidade e que as plantas das áreas da Cadeia do Espinhaço concentram Ni, Mn, Cu, Pb, Cd e também Fe. Com base nestes resultados e nos aspectos fisionômicos da vegetação, podemos supor a existência de diferentes tipos de vegetação metalófila nestas áreas, as quais podem pertencer a uma única provir ia biogeoquímica (Carajás - Espinhaço), rica em ferro e outros metais pesados.

Year

1989

Creators

Porto,Maria Luiza Silva,Manoela F. F. da

Tolerância ao cobre em ecótipos de Schinus lentiscifolius March (Anacardiaceae) de áreas de mineração no Rio Grande do Sul, Brasil

Sementes de Schinus lentiscifolius March, provenientes de duas áreas de mineração do Rio Grande do Sul, foram submetidas a testes de exposição ao CuSO4, visando comprovar a tolerância ao cobre na germinação e no desenvolvimento de plántulas. Os testes demonstraram que os dois clones reagem diferentemente ao cobre, porém ambos apresentaram mecanismos de tolerância. Plántulas provenientes de sementes da área de maior concentração de cobre no solo (minas do Seival) apresentam sintomas de toxidez mais tardios do que plántulas provenientes de sementes da área de menor concentração deste íon (mina Sanga Negra).

Contribuição para o conhecimento ecodendrométrico de matas ripárias da região Centro-Oeste brasileira

O estudo tem por escopo somar subsídios biológicos e dendrométrios com vistas à prática de manejo de rendimento sustentado em matas riparias (ciliares) da região Centro-Oeste brasileira. Dentre outros parâmetros, foram considerados o volume de madeira do fuste por hectare, incremento, número de árvores por classes de diâmetro e área basal. Nos 3 525 hectares estudados ocorrem 1 416 indivíduos arbóreos, ou seja, 402 indivíduos por hectares e 282 672 m³ de madeira.

Year

1989

Creators

Heringer,Ezechias Paulo Paula,José Elias de

Uma nova espécie de Euterpe (Palmae - Arecoideae - Areceae) do Brasil

Euterpe espiritosantensis Fernandes é descrita e ilustrada a partir de coleções feitas no município de Santa Teresa, estado do Espírito Santo, sendo comparada com Euterpe edulis Martius, espécie dispersa nas florestas do leste do Brasil, com quem está relacionada. São feitas considerações sobre nomes vulgares, fenologia, ocorrência, habitat, usos e conservação.

Year

1989

Creators

Fernandes,Helio de Queiroz Boudet

Composição florística da floresta semidecídua de altitude do Parque Municipal da Grota Funda (Atibaia - Estado de São Paulo)

Foi desenvolvido um estudo florístico no Parque Municipal da Grota Funda, município de Atibaia, estado de São Paulo (46º25'W e 23º10'S), uma região montanhosa situada entre 900 e 1 400m de altitude. O clima é caracterizado por duas estações: uma quente e úmida, de outubro a março, e uma seca e fria, de abril a agosto, com ocorrência comum de geadas. O solo arenoso apresenta baixa fertilidade, e elevada acidez superficial. A pesquisa foi desenvolvida de abril de 1987 a novembro de 1988, e foram coletadas e identificadas 415 espécies, sendo 362 dicotiledóneas, pertencentes a 84 famílias e 224 gêneros, e 53 monocotiledôneas, pertencentes a 15 famílias e 43 gêneros. A riqueza específica observada em Atibaia pode ser atribuída à diversidade de ambientes, à variação edáfica e à baixa perturbação observada na vegetação. Foi feita uma comparação com outros estudos florísticos em matas de altitude, sendo apresentada uma lista das espécies mais comuns nessas matas.

Year

1989

Creators

Meira Neto,João Augusto Alves Bernacci,Luís Carlos Grombone,Maria Thereza Tamashiro,Jorge Yoshio Leitão Filho,Hermógenes de Freitas

Tratamento cirúrgico da "síndrome do roubo" em acesso vascular para hemodiálise com revascularização distal e ligadura arterial

OBJETIVO: O propósito do trabalho é apresentar o resultado do tratamento da "síndrome do roubo", sintomática em acesso vascular para hemodiálise, utilizando a técnica da revascularização distal com ligadura arterial. PACIENTES E MÉTODOS: No período de dezembro de 2003 a novembro de 2004, quatro pacientes que apresentaram síndrome do roubo sintomática em acesso vascular para hemodiálise foram submetidos à revascularização distal com ligadura arterial e acompanhados até dezembro de 2005. Os quatro pacientes apresentavam dor de repouso, e dois casos evoluíram para lesão trófica. RESULTADOS: Todos os casos apresentaram regressão dos sintomas, com cicatrização das lesões tróficas e manutenção do acesso vascular, que continuou sendo utilizado para realização de sessões de hemodiálise. CONCLUSÕES: Concluímos que, atualmente, o tratamento de escolha da síndrome do roubo sintomática é a revascularização distal com ligadura arterial, pois, além de tratar a isquemia do membro, mantém o acesso vascular funcionante.

Year

2006

Creators

Linardi,Fábio Linardi,Felipe de Francisco Bevilacqua,José Luis Morad,José Francisco Moron Costa,José Augusto

Fatores predisponentes para amputação de membro inferior em pacientes diabéticos internados com pés ulcerados no estado de Sergipe

OBJETIVO: Determinar os fatores predisponentes para a amputação de membros inferiores nos doentes internados com diabetes melito e úlceras nos pés. MÉTODOS: Foram acompanhados os pacientes diabéticos com úlceras nos pés internados no período de 6 meses e analisadas as amputações nesses doentes em relação à idade, sexo, amputação prévia, número de ulcerações, tempo de diagnóstico do diabete, tempo de ulceração, tempo médio de internação, gravidade das lesões, presença de pulso. RESULTADOS: Verificou-se que 55% (44/80) dos doentes evoluíram para algum tipo de amputação de membros inferiores; a mediana das idades foi de 61 anos, porém a ocorrência de amputação foi significativamente maior na faixa etária dos 60 aos 90 anos (P = 0,03). Não se observou uma variação significativa da mediana do tempo de diagnóstico do diabetes, do tempo de ulceração e do tempo médio de internação em relação ao grupo de pacientes que foram amputados. Entretanto, as lesões mais graves, quando avaliadas pela classificação de Wagner (P <0,001) e pela ausência de detecção dos dois pulsos distais (P <0,001) dos membros inferiores, revelaram-se bastante significativas com relação ao desfecho de amputação. CONCLUSÃO: Foram considerados fatores predisponentes para a ocorrência de amputação nesses doentes a gravidade das lesões, a ausência de pulsos e as idades acima de 60 anos.

Year

2006

Creators

Nunes,Marco Antonio Prado Resende,Karla Freire Castro,Aldemar Araújo Pitta,Guilherme Benjamin Brandão Figueiredo,Luis Francisco Poli de Miranda Jr.,Fausto

Profilaxia para tromboembolismo venoso em um hospital de ensino

OBJETIVO: Verificar se a profilaxia da trombose venosa profunda está sendo utilizada de maneira correta e rotineira em um hospital de ensino. MÉTODOS E CASUÍSTICA: Foi realizado um estudo transversal de pacientes internados em sete setores (enfermarias) do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (Hospital de Ensino), no período de agosto de 2004 a agosto de 2005. Para estratificação do risco de trombose venosa profunda de cada paciente, foram pesquisados fatores clínicos e cirúrgicos, segundo o protocolo preconizado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. No período estudado, foram analisados 216 prontuários, dos quais 30 eram da cirurgia abdominal, 30 da cirurgia vascular, 30 da urologia, 31 da clínica médica, 31 da unidade de terapia intensiva, 31 da ortopedia e 33 da ginecologia/obstetrícia. RESULTADOS: Do total de pacientes, foi efetuada profilaxia para trombose venosa profunda em 57 (26%), sendo que, em 51 (89%), a execução foi de maneira correta e, em 6 (11%), não-preconizada. O método profilático mais utilizado foi o medicamentoso; 49 de 57 pacientes fizeram uso de heparina de baixo peso molecular. Também foi verificada a utilização de meias elásticas em cinco pacientes e deambulação precoce em sete. Já a compressão pneumática intermitente não foi utilizada em nenhum deles. CONCLUSÃO: De acordo com os resultados e com base no protocolo, concluiu-se que, no período da pesquisa, a profilaxia para trombose venosa profunda, no Conjunto Hospitalar de Sorocaba, foi executada rotineiramente e de forma adequada em apenas 23,6% (51 do total de 216 pacientes).

Year

2006

Creators

Franco,Rafael de Melo Simezo,Victor Bortoleti,Rafael Rodrigo Braga,Elias Lobo Abrão,Ana Rita Linardi,Fábio Costa,José Augusto

Métodos físicos utilizados para oclusão de varizes dos membros inferiores

A terapia das varizes dos membros inferiores tem sido realizada classicamente por cirurgia e escleroterapia, sendo a escolha basicamente dependente do seu calibre. Entretanto, a associação de técnicas costuma ser uma necessidade para a obtenção de bons resultados. Os meios físicos surgiram no final da década de 50 e continuaram a progredir com grande diversidade quanto à natureza, princípio físico e efeitos. A complexidade tecnológica é bastante variável. Eletrocoagulação, laser, luz intensa pulsada, crioesclerose endovascular, ultra-som e microondas são meios físicos potencialmente viáveis para esta condição. Entretanto, com algumas exceções, pouco tem sido descrito fora dos centros de pesquisa, e a participação como opção terapêutica ainda necessita de uma melhor definição do papel. O artigo tem como objetivo descrever os métodos físicos empregados ou em estudo para a terapia de varizes.

Year

2006

Creators

Araújo,Marcelo Velasco,Fermin de C. Garcia

Diagnóstico etiológico da trombose venosa profunda de repetição dos membros inferiores

No summary/description provided

Year

2006

Creators

Lichtenfels,Eduardo Becker,Aline S. Pires,Vinicius C. Bonamigo,Telmo Pedro

Aneurisma de artéria poplítea com rotura e formação de pseudo-aneurisma

Paciente relatava história aguda de dor e edema em membro inferior direito há 5 dias, e a semiologia caracterizava pulsos poplíteos amplos e perfusão distal satisfatória. Exames laboratoriais mostraram insuficiência renal, e o exame de ultra-som duplex evidenciou um aneurisma de artéria poplítea à direita roto, com formação de pseudo-aneurisma e um aneurisma de artéria poplítea à esquerda. O paciente foi submetido à exploração cirúrgica por via de acesso posterior, sendo evidenciado pseudo-aneurisma secundário a aneurisma de artéria poplítea roto e realizada endoaneurismorrafia com interposição de veia. A evolução pós-operatória foi boa. A ruptura de um aneurisma de artéria poplítea é uma complicação rara, e apenas um relato de formação espontânea de pseudo-aneurisma foi encontrado na literatura.

Year

2006

Creators

Barbato,Heraldo Antônio Cunha,Marcelo Tavares Clauzo,Alexandre Volpini Petisco,Ana Cláudia Gomes Rossi,Fabio Henrique Malheiros,Fernando Dagli Oliveira,Lannes Alberto Vasconcelos Izukawa,Nilo Mitsuru

Tratamento endovascular de pseudo-aneurisma da artéria subclávia em criança hemofílica

O uso de cateteres venosos centrais em pacientes hemofílicos é muito freqüente, devido às próprias características terapêuticas da doença. As complicações desses procedimentos, tais como pseudo-aneurisma, geralmente são mais graves nesses pacientes. A correção cirúrgica do pseudo-aneurisma que acomete a artéria subclávia constitui um dos maiores desafios da cirurgia vascular. Em pacientes hemofílicos, à dificuldade habitual de exposição cirúrgica somam-se os problemas de alteração no processo normal de coagulação. Como alternativa ao tratamento cirúrgico convencional, a utilização de técnicas endovasculares constitui uma solução segura e com bons resultados.

Year

2006

Creators

Silva,Emanuella Galvão de Sales e Moreira,Ricardo Wagner da Costa Arcenio Neto,Elias Silva,Camila de Campos Zurstrassen,Charles Edouard Ribeiro,Flávio Roberto Cavalleiro de Macedo Barros,Orlando da Costa Burihan,Marcelo Calil Nasser,Felipe Ingrund,José Carlos Neser,Adnan

Diagnóstico etiológico da trombose venosa profunda de repetição dos membros inferiores

No summary/description provided

Year

2006

Creators

Lichtenfels,Eduardo Becker,Aline S. Pires,Vinicius C. Bonamigo,Telmo Pedro

Ecoescleroterapia com microespuma em varizes tronculares primárias

OBJETIVO: Avaliar o tratamento de varizes tronculares primárias por ecoescleroterapia com microespuma. MÉTODOS: A amostra foi constituída de 25 membros de seis pacientes do sexo masculino e 19 do sexo feminino, com incompetência das veias safenas magna (21 membros) ou parva (quatro membros). Eles foram avaliados de acordo com a classificação clínica, etiológica, anatômica e fisiopatológica (CEAP) e classificados nos graus C³ (10 membros), C4 (seis membros), C5 (cinco membros) e C6 (quatro membros). A microespuma (5 ml), preparada pela mistura de 1 ml de polidocanol a 3% e 5 ml de ar, era injetada na veia do paciente, em posição de Trendelenburg, com monitoração por ultra-sonografia com Doppler colorido. Os membros eram enfaixados com atadura inelástica por 3 dias; depois disso, os pacientes usavam meias elásticas, 30-40 mmHg, 3/4 ou 7/8, durante 3 meses. A eficiência do tratamento foi avaliada pelo escore clínico da classificação CEAP para dor, edema e claudicação e pelas alterações ultra-sonográficas 12 meses depois. Os escores clínicos antes e depois do tratamento foram comparados pelo teste de Wilcoxon. RESULTADOS: Houve diminuição significante nos escores clínicos (P < 0,05) e sucesso terapêutico, com oclusão total e recanalização parcial sem refluxo, em 84% dos casos. Do total, 16% dos casos apresentaram recanalização parcial, com refluxo, ou recanalização completa. CONCLUSÃO: A ecoescleroterapia, método simples, de baixo custo, que dispensa internação e anestesia, mostrou ser promissora no tratamento de varizes tronculares primárias.

Year

2006

Creators

Figueiredo,Marcondes Araújo,Salustiano Pereira de Penha-Silva,Nilson