RCAAP Repository
Os gêneros Rigidoporus Murr. e Flaviporus Murr. (Basiciomycetes) no Parque Nacional de Aparados da Serra, RS
Como parte do levantamento dos fungos xilófagos poliporóides da mata de Araucária do Parque Nacional de Aparados da Serra - RS, apresenta-se neste trabalho o estudo dos representantes de dois gêneros estreitamente relacionados, Rigidoporus e Flaviporus. Do gênero Rigidoporus foram identificados três espécies: R. lineatus (Pers.) Ryv, R. ulmarius (Sow. ex Fr.) Imazeki, R. umbonatipes Rajch., esta última constitui citação nova para o Brasil. O gênero Flaviporus também está representado por três espécies: F. subhydrophilus (Speg.) Rajch & Wright, F. venustus David & Rajch e Flaviporus sp. São apresentadas chaves para a identificação, descrições, comentários e ilustrações das espécies estudadas.
1989
Silveira,Rosa Mara B. da Guerrero,Rosa T
Conhecimento e utilização da floresta pelos índios Waimiri-Atroari do Rio Camanau - Amazonas
Os índios Waimiri Atroari têm hábitos e costumes bastantes intactos e retiram da floresta, roça e rio os materiais necessários para a alimentação, utensílios e moradia. Este trabalho objetivou fazer um levantamento preliminar do conheciamento e utilização da floresta pelos índios. Foram inventariados todas as árvores com DAP > 6cm em cinco parcelas de 10 x 20m, localizadas 0,5km da aldeia, ao longo de um transecto abrangendo um gradiente de terra firme - baixio. Foram coletadas amostras para herbário e anotadas informações sobre uso e nome indígena. Em 0.1 hectare foram encontradas 135 árvores de 60 espécies, sendo as famílias mais comuns: Lecythidaceae, Leguminosae sensu latu, Burseraceae, Bombacaceae e Lauraceae. Noventa e cinco por cento dessas espécies eram identificadas com um nome específico na língua Waimiri Atroari e as demais receberam um nome genérico ("wiwe ') que quer dizer árvore. De uma amostra de 34 espécies sessenta e cinco por cento tinham algum uso específico. Estes dados demonstram um alto grau de conhecimento e utilização da floresta pelos Waimiri Atroari.
1989
Miller,Robert P Wandelli,Elisa V Grenand,Pierre
Gêneros de poliporáceos xantocróicos
Chave para gêneros de poliporáceos xantocróicos. Os poliporáceos xantocróicos (sen. str.) são tipicamente castanho-amarelados, tornando-se permanentemente denegridos em KOH, possuem sistema hifálico monomítico ou dimítico, ansas e cistídios ausentes: hifas setiformes e/ou setas himeniais podem estar presentes, os esporos são Usos e de reação amilóide negativa; quando lignícolos, causam típica podridão branca na madeira. O grupo é carcterizado e cada gênero é descrito com lista de smônimos. Os gêneros aceitos são: Coltricia, Coltriciopsis, Fomitiporella, Inonotus, Phellinus e Phylloporia. Coltriciopsis é descrito como gênero novo.
1989
Teixeira,Alcides Ribeiro
Grau de hidrometria do córtex de seis espécies arbóreas da caatinga
O grau de hidrometria do córtex é um dos principais fatores que influenciam o estabelecimento de epífitas no tronco das árvores. Considerando a ausência de informações sobre o assunto na literatura para as espécies da caatinga, o grau de absorção de água pelo córtex de seis espécies típicas de região semi-árida (Salgueirc-PE) foi determinado. Oito amostras de 100cm², com três repetições de cada espécie, foram coletadas em árvores adultas e sadias; as amostras foram colocadas em estufa (100ºC) por três dias, para obtenção do peso seco, mantidas em seguida em atmosfera saturada (UR 90-100%) por quatro dias, pesadas, imersas em água por dois dias e pesadas, para determinar a capacidade de absorção de água. Para cada espécie, correspondendo ao peso (g/100cm²) de (1) córtex desidratado, (2) água absorvida em atmosfera saturada e (3) água absorvida após imersão, os seguintes valores foram obtidos: Schinopsis brasiliensis Engl. (braúna): (1) 43,15; (2) 7,75; (3) 27,77; Spondias tuberosa Arr. Cam. (umbuzeiro): (1) 17,98; (2) 3,50; (3) 20,97; Bumelia sartorum Mart. (quixabeira): (1) 30,80; (2) 7,17; (3) 46,40; Mimosa hostilis Benth. (jurema-preta): (1) 35,77; (2) 7,63; (3) 29,34; Aspidosperma pyrifolium Mart. (pereiro): (1) 16,36; (2) 2,64; (3) 12,72; Croton sonderianus Muell. Arg. (marmeleiro): (1) 13,73; (2) 2,22; (3) 13,53. Considerando a água absorvida pelo córtex após imersão, as forófitas foram classificadas como: muito xéricas (pereiro e marmeleiro), xéricas (umbuzeiro, braúna, jurema-preta) e pouco xéricas (quixabeira).
1989
Ferrari,Marilena Andrade,Laise de H. C Brito,Maria Cleoneide S Brito Jr,Silas C
Líquens da reserva biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba
Com o objetivo principal de levantamento florístico foi efetuado estudo de material depositado no herbário do Instituto de Botânica de São Paulo mais coletas dos autores no ano de 1988. Foram encontradas ao todo 63 espécies, sendo que a maior parte do material antigo não foi recoletado e a amostragem atual revela uma flora heliófila composta principalmente por Parmeliaceae. Lobariaceae presentes nas coletas antigas não puderam ser encontradas, sendo notada também a ausência de liquens fruticosos como Usnea e Ramalina. A alteração da mata por poluição do ar proveniente de Cubatão aliada às condições de excessiva umidade e sombra podem ser os fatores responsáveis pela pobreza da flora liquênica encontrada.
1989
Pereira,Wilson Roberto Marcelli,Marcelo Pinto
Líquens da área de reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga
O objetivo deste trabalho é verificar a alteração da flora liquenica do parque neste século através da comparação de material de herbário com aquele encontrado atualmente na área de reserva do parque. Apenas 9 das 38 espécies levantadas em herbário puderam ser encontradas atualmente, sendo que a maioria apresenta sinais evidentes de perda de vigor e poderão desaparecer em pouco tempo. Pseudoparmelia texana (Tuck.)Hale aparece nas coletas posteriores a 1973 sendo agora abundante sobre troncos nas áreas mais expostas.
1989
Nagaoka,Lúcia Yoko Marcelli,Marcelo Pinto
El bosque del escarpe occidental del rio Parana (Argentina): composicion floristica y estructura
El borde occidental de la llanura aluvial del río Paraná en Argentina presenta un pronunciado escarpe que no es superado por las crecientes. Su vegetación en un bosque subtropical semideciduo de linaje paranaense-amazónico, dominado por Holocalyx balansae, Ficus luschnathiana, Patagonula americana, Gleditsia amorphoides y otras. Se analizaron seis stands de este bosque empleando el método de los cuadrantes de Cottam y Curtis. Los resultados del relevamiento se exponen aquí, suministrando frecuencia, densidad y dominancia relativas, el valor de importancia de cada especie, junto con la descripción estructural del bosque. Se discute su composición florística comparada con la de bosques semejantes em otras áreas de Argentina y Brasil.
1989
Prado,Darién E Franceschi,Eduardo A Bianchi,Marta B
Dados fenológicos de 10 espécies arbóreas de uma área de caatinga (Alagoinha-PE)
Foram efetuados estudos fenológicos de 10 espécies arbóreas de valor econômico, ocorrentes em uma área de caatinga (Alagoinha-PE). Durante 6 anos (1982 a 1988) observações fenológicas foram realizadas, porém o ano de 1986 foi considerado como ponto de referência para a análise, com registro de observações fenológicas, mensalmente. Analisaram-se as fenofases de queda foliar, formação de novas folhas, floração e frutificação, utilizando-se 3 indivíduos de cada espécie selecionada. As espécies estudadas apresentaram quanto aos aspectos fenológicos 2 grupos de comportamento: perenes, com substituição de novas folhas do início para o final do período seco e floração apenas no período chuvoso, exceto Ziziphus joazeiro Mart, que floresceu no final do período seco (dezembro). Decíduas, queda foliar, no intervalo de 1 a 3 meses, no final do período seco; 2 espécies floresceram no período seco (folhas novas e floração quase simultâneas); 2 espécies floresceram no período chuvoso (folhas novas e floração em etapas distintas) e 2 espécies (Aspidosperma pyrifolium Mart, e Caesalpinia pyramidalis Tul.) obtiveram 2 picos de floração em cada período, com formação de novas folhas de imediato. Quanto à frutificação 7 das 10 espécies, frutificaram no final do período seco para o início das chuvas, as demais no período chuvoso.
1989
Barbosa,Dilosa Carvalho de Alencar Alves,José Luiz de Hamburgo Prazeres,Severino de Monte Paiva,Astenilsen M. Azevedo
Estudos de briófitas do Brasil: 6. Phyllogoniaceae (Bryopsida)
O estudo da família monotípica Phyllogoniaceae (Bryopsida) baseiase na descrição da espécie Phyllogonium viride Brid. e inclui apresentação de esquemas e desenhos necessários para identificação sistemática e sua distribuição geográfica no Brasil.
1989
Yano,Olga Mello,Zélia Rodrigues de
Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil
O presente trabalho relaciona as espécies da família Euphorbiaceae Juss. encontradas nas restingas do Estado do Rio de Janeiro. As coletas foram realizadas no período de 1983 a 1988 em vários trechos do litoral fluminense, nas diferentes faixas de vegetação. Além da listagem contendo 31 espécies de 16 gêneros, aborda-se também a forma biológica (porte) destes taxa, para uma melhor compreensão desta famflia na composição florística das restingas.
1989
Oliveira,Arline Souza de Senna,Luci Mendonça de Pena,Eliani Mezzalira Alves,Marccus Vinícius da S
Fungos micorrízicos vesículo-arbusculares em rizosferas de plantas em dunas do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, São Paulo, Brasil: (1) Taxonomia
De março/1988 a março/1989, mensalmente, foram coletadas o total de 450 amostras de solo de rizosferas de plantas de dunas do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Estado de Sáo Paulo, com a finalidade de se verificar a ocorrência de fungos micorrízicos vesículo-arbusculares (MVA). As plantas mais constantemente investigadas foram: Baccharis trimera DC. (Compositae), Blutaparon portulacoides (St. Hü.) Mears (Amaranthaceae), Dalbergia hecastaphylla (L.) Taub. (Legurninosae), Hydrocotyle bonariensis Lam. (Umbelliferae),Ipomoeapes-caprae (L.)Sweet(Convolvulaceae), Polygaid cyparisseas St. Hül & Moq. (Polygalaceae), além de gramíneas, ciperáceas e outras, que foram coletadas mais esporadicamente. O solo foi tratado pela técnica de decantação e peneiramento em via úmida. Foram verificados 14 taxons de fungos MVA: Acaulospora scrobiculata Trappe, Acaulospora tuberculata Janos & Trappe, Cigaspora gigantea (Nicol. & Gerd.) Gerd. & Trappe, Glomus fasciculatum (Thaxter) Gerd. & Trappe emend. Walker & Koske, Glomus globiferum Koske & Walker, Glomus monosporum Gerd. & Trappe, Sclerocystis sinuosa Gerd. & Bakshi, Scutellospora calospora (Nicol & Gerd) Walker & Sanders, Scutellospora coralloidea (Trappe, Gerd. & Ho) (Walker & Sanders), Scutellospora gilmorei (Trappe & Gerd.) Walker & Sanders, Scutellospora gregaria (Schenck & Nicol.) Walker & Sanders, Scutellospora pérsica (Koske & Walker) Walker & Sanders, Scutellospora verrucosa Koske & Walker) Walker & Sanders e Scutellospora sp. São apresentadas descrições taxonómicas, comentarios e murônimos dos taxons verificados.
1989
Trufem,S. F. B Otomo,H. S Malatinszky,S. M. M
Distribuição de macrófitas aquáticas numa lagoa na fazenda Nhumirim, Nhecolândia, Pantanal, MS
A Nhecolândia, uma sub-região arenosa do Pantanal, possui muitas lagoas ("baías") rasas e subcirculares. Levantou-se, em outubro de 1988, através de duas transecções, a vegetação aquática de uma lagoa permanente, denominada "Baía da Sanguessuga", com 250m de diâm. e até 1,2m prof. (época seca), na fazenda Nhumirim (18º59'S e 56º39'W, e alt 90m). As plantas foram coletadas e depositadas nos Herbários CP AP e COR. São apresentadas lista de 37 plantas ocorrentes, suas formas biológicas, e gráficos de frequência das principais espécies. As espécies mais freqüentes são: Utricularia spp., Salvinia auriculata, Cabomba pyauhyensis, Hydrocieis nymphoides, Cyperus cf. polystachyos, Eleocharis spp., Pontederia cordata, Nymphaea amazonwn e Echinodorus spp. Observou-se zonação na distribuição das principais espécies, explicada pela relação entre profundidade e forma biológica das plantas.
1989
Pott,Vali J Bueno,Norma C Pereira,Rosana A. C Salis,Suzana M. De Vieira,Neuza L
Flora briofítica da Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, São Paulo: 1 - Lejeuneaceae (Hepaticopsida)
No levantamento de Lejeuneaceae (Hepaticopsida), na Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, São Paulo, a partir de 1982, foi constatada a ocorrência de 14 gêneros e 20 espécies. Em contrapartida, pelo exame feito na coleção do herbário do Estado Maria Eneyda P. Kauffmann Fidalgo do Instituto de Botânica, da Secretaria do Meio Ambiente (SP) e por citações bibliográficas, foi verificada a existência de 25 gêneros e 66 espécies entre as décadas de 1920-1960. A diminuição do número de espécies consideradas sensíveis, provavelmente deve-se à poluição emanada do Polo Industrial de Cubatão.
1989
Giancotti,Cristina Vital,Daniel Moreira
Briófitas rupícolas de um trecho do rio Bethary, Iporanga, Estado de São Paulo
Foram encontradas 19 espécies de briófitas, sendo 14 espécies de musgos e 5 espécies de hepáticas, cobrindo uma maior extensão de rochas das margens que do centro do leito do rio. As rochas das margens do rio, bem üuminadas, porém sem receber luz direta do sol, apresentaram uma maior número de espécies, muito emaranhadas entre si. Já as rochas do centro do leito do rio, iluminadas pela luz direta do sol, apresentaram um menor número de espécies, formando tufos isolados ou pouco emaranhados entre si.
1989
Visnadi,Sandra Regina Vital,Daniel Moreira
Plantas medicinais de Minas Gerais, Brasil
No summary/description provided
1989
Grandi,Telma Sueli Mesquita Trindade,Jorge Antônio da Pinto,Marcio José Filardi Ferreira,Liliana Lobo Catella,Agostinho Carlos
Plantas invasoras da cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) no Estado de Minas Gerais
Nas áreas de cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.), no Estado de Minas Gerais, foram coletadas e identificadas 222 espécies de plantas invasoras (= plantas daninhas), pertencentes a 35 famílias botânias, representando 118 gêneros, sendo que as famílias Compositae, Leguminosae, Gramineae, Malvaceae, Convolvulaceae, Rubiaceae, Euphorbiaceae, Amaranthaceae, Cyperaceae e Solanaceae, são as mais importantes em relação à cultura. As plantas coletadas, devidamente etiquetadas e identificadas, foram anexadas no PAMG (Herbário da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, Belo Horizonte - (MG.).
1989
Laca-Buendia,Julio Pedro Brandão,Mitzi Gavilanes,Manuel Losada
Flora da Serra de Itabirito, Minas Gerais: primeira contribuição
Foi efetuado o levantamento das espécies ocorrentes na Serra de Itabirito, Município de Itabirito, Minas Gerais, em áreas de cerrado e campo-rupestre. Nesta primeira etapa foram coletadas e identificadas 366 espécies, pertencentes a 209 gêneros, agrupadas em 78 famílias. Compositae é a família mais representativa, com cerca de 57 espécies e 22 gêneros, vindo a seguir Leguminosae com 37 espécies e 14 gêneros e Gramineae com 14 espécies e 13 gêneros.
1989
Brandão,Mitzi Gavilanes,Manuel Losada Laca-Buendia,Julio Pedro Cunha,Lucia Helena de S Macedo,João Faria de
A vegetação de restinga no Município de Maricá - RJ
Este levantamento da vegetação de restinga no Município de Maricá, executado no período de 1985 a 1988, abrange 379 espécies, em continuação a estudos anteriores em Barra de Maricá, Rio de Janeiro, Brasil. Os estudos e observações realizadas, comparam as localidades de Barra de Maricá e Itaipuaçu e mostram a distribuição das espécies no ambiente em função de características topográficas e outras particularidades, permitindo relacionar e descrever 10 comunidades dentro do ecossistema.
1989
Silva,Janie Garcia da Oliveira,Arline Souza de
Apocynaceae tóxicas e medicinais ocorrentes nos Estados de Pernambuco e Paraíba, Brasil
É apresentada uma lista de 37 espécies da família Apocynaceae de Pernambuco e da Paraíba, Brasil, pela análise de dados da literatura e dos exemplares existentes nos herbários destes Estados. São fornecidas informações etnofarmacológicas de 14 espécies, bem como uma lista dos constituintes com atividades farmacológicas de 12 espécies.
1989
Moura,Maria Dulce Belo de Agra,Maria de Fátima
Pólen das plantas do nordeste setentrional do Brasil III: Sterculiaceae
Nesta parte do catálogo das plantas do nordeste setentrional do Brasil, foram estudadas 8 espécies da família Sterculiaceae. Os grãos apresentam características morfológicas relacionadas com os gêneros. Guazuma distingue-se por ser 3-colporado e de tamanho pequeno, Helicteris apresenta-se 3-porado, Sterculia é 3-colporado suprareticulado, e Waltheria (4) - 5-colporado suprareticulado em W. indica (isostOica). (4) - 6-colporado espiculoso em W. viscosissima brevistila e 3-colporado suprareticulado em W. viscosissima longistila. Os dados obtidos demonstram que se trata de uma família heterogênea do ponto de vista palinológico, onde o grão de pólen tem importância na sua taxonomia.
1989
Miranda,M. M. Barros de Andrade,T. A. Pessoa de