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The conceptual and the linguistic factors in the use of metaphors

The purely cognitive representation of metaphor poses some difficulties. It is proposed that these difficulties can be tackled down in the alternative view proposed in this article, according to which there is an interdependence of conceptual and linguistic factors in the use of metaphor. Some linguistic regularities are identified in the interpretations of some types of metaphor, such as personification, and is argued that a richer description of these types of metaphor is obtained if the linguistic knowledge and semantic compositionality of topic and vehicle are taken into account.

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2022-12-06T14:16:13Z

Creators

Moura,Heronides Maurílio de Melo

Shifting meanings, forgotten meanings: metaphor as a force for language change

All living languages are in a constant state of evolution. Metaphorical usage is an important driving factor in that process of evolution; the blending of concepts within metaphor leads to the diversification of the reference of words used metaphorically. It can occur that a metaphorical usage becomes conventionalized. This, in turn, leads to shifts in the meanings of those words. Metaphorical usage can occur in a variety of forms, including metonymy, synecdoche, and euphemism. The effects of metaphorical usage-and the closely related figure, simile-can even be seen in the evolution of the grammatical structures of many languages. I present various examples which demonstrate the role of metaphorical usage in the evolution of word-meanings and grammatical structures from PIE to modern Indo-European languages.

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2022-12-06T14:16:13Z

Creators

Holmquist,Kelly

About primary metaphors

One important contribution to the Contemporary Theory of Metaphor is Grady's Primary Metaphor Hypothesis (1997), which claims that the emergence and nature of conceptual metaphors are often grounded in more experiential metaphorical patterns, called primary metaphors. The new hypothesis changes considerably the ideas concerning the generation of metaphors, in comparison to the former view. In this paper we discuss some of these main changes, namely the characteristics of source and target domain, the fundamental construct, and the licensing of metaphorical expressions.

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2022-12-06T14:16:13Z

Creators

Lima,Paula Lenz Costa

Novel metaphor and conceptual stability

This paper discusses three radically different approaches to the issue of novel metaphor: the classic view, according to which metaphor is itself defined by its novelty with respect to our established conceptual systems; the cognitivist view, in which novel conceptual metaphors are considered a possible but relatively rare phenomenon; and the deconstructionist view, in which novelty in metaphor is seen as either impossible or a non-issue. The possibility of reconciling valuable insights yielded in each of these approaches is explored, and the case is made for taking the matter under a non-representationalist, Wittgensteinian angle.

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2022-12-06T14:16:13Z

Creators

Martins,Helena

Metaphorical reasoning with an economical set of mappings

This paper discusses the nature of the metaphorical transfer from the source domain to the target domain. More specifically, it explores the question as to how the mapping links between features of the source and the target are created. It is argued that, for many metaphors, it is incorrect to assume that all the elements of the source domain map to elements of the target domain, and that a much more economical set of mappings should be used instead.

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2022-12-06T14:16:13Z

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Wallington,A.M. Barnden,J.A. Glasbey,S.R. Lee,M.G.

Conexões teóricas entre performatividade, corpo e identidades

Com base nas interpretações que Derrida (1990) e Butler (1997; 1998; 1999) fazem dos estudos de atos de fala de Austin (1976), este artigo discute as conexões teóricas entre performatividade, corpo e identidades. Uma visão performativa radical da linguagem propõe o corpo como elemento explicativo na análise das práticas identitárias. Os atos de fala repetidos dentro de um quadro normativo rígido constituem as identidades - atos ritualizados de um corpo que fala. Especificamente, as identidades de gênero são exemplos importantes para a compreensão dos aspectos lingüísticos na regulação dos corpos.

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2022-12-06T14:16:13Z

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Pinto,Joana Plaza

Ethos, gêneros e questões identitárias

Partimos da concepção de ethos presente na Retórica aristotélica e exploramos a noção de ethos em trabalhos de autores contemporâneos, como Maingueneuau (2005) e Amossy (2005). Enquanto estes autores aplicam sua teorização preferencialmente aos discursos político e publicitário, tentamos mostrar de que maneira é possível vislumbrar a construção do ethos, tanto em gêneros do discurso infantil, como em práticas discursivas de adultos com baixo grau de escolaridade. Através desses exemplos, buscamos relacionar a construção do ethos com a construção das identidades social e virtual (Cf. Goffman, 1975, 1996).

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2022-12-06T14:16:13Z

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Martins,Maria Sílvia Cintra

O conceito de letramento e a teoria da gramática: uma vinculação necessária para o diálogo entre as ciências da linguagem e a educação

O conceito de letramento construído em paralelo com uma discussão ampliada sobre a teoria da gramática e sua fenomenologia; adequação explanatória e condição de aprendizibilidade em sistemas metafóricos controlados pelas intenções comunicativas humanas; a permeabilidade entre diferentes sistemas textuais explicada em termos de prioridade dos modos do pensamento, envolvendo um conjunto de modelos mentais que comandam a estrutura da fala e da escrita. Este artigo analisa algumas determinações lógicas em favor de uma abordagem inter/multidisciplinar do letramento e gramáticas mentais.

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2022-12-06T14:16:13Z

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Senna,Luiz Antonio Gomes

"Todo" em contextos coletivos e distributivos

"Todo" pode tomar um NP (nome nu) ou uma descrição definida (DP) plural ou singular como argumento nominal. Esse quantificador opera sobre partes de sua restrição e de seu escopo nuclear e relaciona um ao outro. Uma sentença com "todo" é agramatical se um de seus argumentos não pode ser distribuído; predicados coletivos sem subeventos e com sujeitos que não apresentam são um exemplo. Predicados com Todo+NP não têm leitura coletiva porque um NP não denota uma entidade mas um predicado, e não pode remeter a um grupo em ação coletiva.

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2022-12-06T14:16:13Z

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Müller,Ana Lúcia de Paula Negrão,Esmeralda Vailati Gomes,Ana Paula Quadros

Produção de subjetividade: a lição de O homem que copiava

Tomando por base um quadro teórico que nos ajuda a pensar a Modernidade e assentados numa perspectiva discursiva visando ao tratamento das práticas linguageiras, o objetivo do presente artigo é explorar a produtividade do conceito de subjetividade segundo Deleuze, Guattari e outros autores que distinguem, por um lado, a produção de subjetividade e, por outro, formas-sujeito particulares que se atualizam como diferentes modos de existência. Para alcançar nosso objetivo, centramos nossa atenção na análise do filme de Jorge Furtado, intitulado O homem que copiava. Os resultados encontrados são relevantes no campo da Análise do Discurso no que concerne ao debate relativo às noções de condições de produção, enlaçamentos e prática discursiva.

Corpus linguistics: readings in a widening discipline

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2022-12-06T14:16:13Z

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Sardinha,Tony Berber

Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea

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2022-12-06T14:16:13Z

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Schmitz,John Robert

A política da língua na era Vargas

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Silva,Fábio Lopes da

Por uma lingüística aplicada indisciplinar

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2022-12-06T14:16:13Z

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Matos,Francisco Gomes de

Incursões em torno do ritmo da fala

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2022-12-06T14:16:13Z

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Santos,Raquel Santana

Maratona Atenas 2004: a (re)categorização em textos jornalísticos

O processo de referenciação implica (re)categorizar os objetos discursivamente (cf. Mondada 1997; Mondada e Dubois 2003). Este artigo consiste em uma reflexão epistemológica sobre processo de (re)categorização, voltando-se para o procedimento do enunciador ao referir e (re)categorizar os objetos. Focaliza-se a (re)avaliação que os objetos podem ter a cada designação. Esse processo é analisado em textos jornalísticos escritos de caráter informativo e opinativo, os quais têm como tema o episódio atípico ocorrido com o atleta brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima na prova de Maratona dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Os resultados apontam que, no texto informativo, em geral o ponto de vista e valores atribuídos, por exemplo, ao episódio e a Vanderlei, originam-se de discurso alheio, enquanto que, no texto opinativo, o autor geralmente mescla seu ponto de vista e valores com os do discurso alheio. Em ambos os tipos de texto, prevalece grande diversidade de categorias, a qual corresponde à heterogeneidade semântico-referencial dos textos.

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2022-12-06T14:16:13Z

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Francisco,Milton

Lexicografia pedagógica: atores e interfaces

Os dicionários para aprendizes de línguas estrangeiras são obras relativamente recentes no mercado editorial e atendem uma demanda por obras pedagógicas que foi ignorada pelos lexicógrafos durante muito tempo. Esse segmento do mercado lexicográfico vem se revelando promissor, com diversas possibilidades de inovações. A fim de delinear o campo de desenvolvimento da Lexicografia Pedagógica, este artigo analisa-a sob duas perspectivas: a de suas interfaces com outras áreas da Lingüística e a de seus atores, pessoas cuja atuação influencia a produção de suas obras. Esta exposição tem o objetivo de despertar o interesse de pesquisadores brasileiros pela Lexicografia Pedagógica e, indiretamente, promover a produção nacional de dicionários pedagógicos.

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2022-12-06T14:16:13Z

Creators

Duran,Magali Sanches Xatara,Claudia Maria