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ESTIMATIVA DA MELHOR ÉPOCA DE COLHEITA DO MILHO DOCE PARA A PRODUÇÃO DE SEMENTES
A pesquisa para determinar o melhor ponto de colheita do milho doce para a produção de sementes foi realizada no Departamento de Fitotecnia - UFSM nos anos agrícolas de 1984/85 e 1985/86. Foram usadas uma população, uma cultivar híbrida e uma linhagem. Para as avaliações, as espigas foram colhidas em 10 épocas no período de 23 a 64 dias após a polinização controlada Foi constatado que as sementes de milho doce apresentam germinação e vigor máximos antes de alcançarem o maior conteúdo de matéria seca A maior germinação, vigor e conteúdo de matéria seca variam com o genótipo. A colheita manual pode ser efetuada na maturidade fisiológica quando a umidade situa-se entre 32,5% e 38,4%, com a secagem imediata das sementes nas espigas.
1992
Menezes,Nilson Lemos de Storck,Lindolfo
CONTROLE DA LAGARTA DA SOJA (Anticarsia gemmatalis Hübner, 1818 - LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE). I - PROFENOFÓS
Para o controle da lagarta da soja, Anticarsia gemmatalis, avaliou-se o efeito do inseticida profenofós (Curacron 500 CE) nas doses 0; 3,1; 6,2; 12,5; 25; 50; 75; 100 e 125g i.a./ha em condições de campo. As plantas de soja, no dia da aplicação, apresentavam um (1) metro de altura, no estágio R1, e uma infestação de 39 a 42 lagarta grandes (>1,5cm) por dois metros de fileira Foram realizadas observações do número de lagartas vivas aos 0, 2, 4, 7 e 10 dias após a aplicação, de desfolha aos 15 e 30 dias após a aplicação, e de produção de grãos. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que o inseticida profenofós a partir da dose de 50g i.a./ha foi eficiente no controle da lagarta da soja.
1992
Silva,Mauro Tadeu Braga da
SANIDADE DE SEMENTES DE FEIJÃO NO ESTADO DE SANTA CATARINA - RESULTADOS PRELIMINARES
Na safra de 1985/86 foram coletadas 212 amostras de sementes de feijão (Phaseolus vulgaris L.) em sete municípios produtores do Estado de Santa Catarina As amostras foram categorizadas segundo locais de coleta, origem de produção e cultivares. Foram realizadas determinações de patologia de sementes, poder germinativo e vigor. Levou-se em consideração apenas a ocorrência de Colletotrichum lindemuthianum, Fusarium spp, Rhizoctoni solani e fungos de armazenamento (Aspergillus spp e Penicillium spp). Considerado as variáveis medidas, foi possível distinguir diferenças entre as diversas categorias de amostras no tocante à presença de patógenos de campo e condições de colheita, secagem e armazenamento.
1992
Balardin,Ricardo Silveiro Dal Piva,Celso Antonio Ogliari,Paulo José
ANÁLISE DE EQUAÇÕES EXPLICITAS PARA O CÁLCULO DO COEFICIENTE "f" DA FÓRMULA UNIVERSAL DE PERDA DE CARGA
Neste estudo foram comparadas três equações explícitas para o cálculo do coeficiente "f da fórmula universal de perda de carga com a equação de Cole-brook-White. A equação obtida pela substituição do segundo termo (<img border=0 width=26 height=21 src="../../../../../../img/revistas/cr/v22n2/a06img01.gif">) do argumento do logaritmo da equação de Colebrook-White, pela aproximação de Konakov (NEKRASOV, 1968), foi a que apresentou o melhor ajuste (r² = 0.9996), quando se correlacionou os resultados obtidos pelas três equações explícitas aos valores fornecidos pela fórmula de Colebrook-White. O erro relativo máximo foi da ordem de 2.72 %.
1992
Robaina,Adroaldo Dias
ATIVIDADE MICROBIANA DO SOLO COM A APLICAÇÃO DE ESTERCO BOVINO E EFLUENTE DE BIODIGESTOR
No período de novembro de 1983 a fevereiro de 1984, em Santa Maria. RS, em solo da Unidade de Mapeamento São Pedro (Podzólico Vermelho-amarelo), foi conduzido um experimento de incubação com o objetivo de avaliar o efeito de doses crescentes (9, 18 e 27t/ha), em peso seco de esterco bovino in natura e efluente de biodigestor sobre a atividade microbiana do solo. A atividade microbiana, avaliada através da liberação de CO2 foi proporcional às doses de resíduo orgânico utilizadas. A quantidade de CO2 evoluída em 70 dias de incubação foi, em média, 29% maior nos tratamentos com esterco em relação ao efluente, embora os resíduos tenham apresentado a mesma relação C/N. Aproximadamente 14 e 21% do carbono orgânico do efluente e esterco, respectivamente, volatilizou como C-CO2 independente das doses de resíduos utilizadas.
1992
Alta,Celso Frios,Marcos Rubens
CONFECÇÃO E AVALIAÇÃO DE APARELHO PORTÁTIL PARA ANESTESIA GERAL VOLÁTIL E RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL EM EQÜINOS
Foram investigados os efeitos de um aparelho portátil confeccionado em material plástico de alta resistência sobre a anestesia com halotano em oito eqüinos. Os resultados demonstraram a ocorrência de acidose respiratória Os valores obtidos de freqüência cardíaca e respiratória e de hemogasometria arterial estiveram dentro dos parâmetros aceitos para eqüinos.
1992
Natalini,Cláudio Corrêa Campelo,Rui Afonso Vieira
O USO DO MÚSCULO ESTERNOMASTÓIDEO COMO " FLAP " NA RECONSTRUÇÃO PARCIAL DA PAREDE ESOFÁGICA CERVICAL EM BOVINOS
Com o objetivo de testar a eficiência do músculo esternomastóideo em forma de flap muscular como alternativa para a correção de defeitos na parede esofágica cervical, foram utilizados 20 bovinos, divididos em dois grupos (A e B) e quatro subgrupos (A1, A2, B1, B2). Esses animais foram submetidos à ressecção de segmento esofágico, que foi corrigido com a fixação do músculo esternomastóideo. Nos animais do grupo A foi removido segmento de 3 x 6cm e nos do grupo B, segmento de 3 x 3cm. O acompanhamento pós-cirúrgico foi feito clinicamente com exames laboratoriais (leucograma, fibrinogênio e proteínas plasmáticas) e radiológicos contrastados com sulfato de bário, por um período de trinta dias (subgrupos A1 e B1) e quarenta e cinco dias (subgrupos A2 e B2). Ao final desses períodos, os animais foram sacrificados, necropsiados e os esôfagos examinados macro e microscopicamente. Foi observado que o flap muscular é eficiente na vedação de feridas esofágicas oferecendo leito adequado para regeneração epitelial.
1992
Contesini,Emerson Antonio Pippi,Ney Luiz Cervo,Heitor José Silveira,Iandara Silva
REPARAÇÃO DE HÉRNIA PERINEAL EM CÃES COM PERITÔNIO DE BOVINO CONSERVADO EM GLICERINA
Foram utilizados 13 cães, machos, com idade entre 7 e 11 anos, de raças variadas, portadores de hérnia perineal. O exame radiográfico revelou que o principal conteúdo era a bexiga em retroflexâo. Para reparar as funções do diafragma pélvico, foi utilizado peritônico de bovino conservado em glicerina, sendo o mesmo fixado na cauda da pelve através de sutura simples contínua com fio de categute cromado n° 1. A micção normal foi restabelecida em todos os animais já no primeiro dia de pós-operatório. A orquiectomia foi realizada como medida coadjuvante em todos os animais. Não foi observado o processo de rejeição pós-cirurgico ao implante de membrana biológica.
1992
Daleck,Carlos Roberto Padilha Filho,João Guilherme Daleck,Cintia Lúcia Maniscaldo Costa Neto,João Moreira
PREPARAÇÃO DE RUFIÕES BOVINOS POR REMOÇÃO DO LIGAMENTO APICAL DO PÊNIS
Foram utilizados 12 novilhos, sem raça definida com idade variando de 16 a 20 meses, com objetivo de apresentar um novo método para preparo de rufiões, pela amputação do ligamento apical da glande do pênis. Os animais foram observados em monta natural 20 dias após a intervenção cirúrgica para avaliar a eficiência da técnica e a libido. Os rufiões apresentaram acentuado desvio ventral e lateral direita do pênis, com total incapacidade de realizar a cópula A técnica descrita é eficiente de fácil e rápida execução, podendo ser utilizada na detecção de vacas em do, em programas de inseminação artificial.
1992
Eurides,Duvaldo Contesini,Emerson Antônio Viana,Silvana Maria
SEROLOGICAL DIAGNOSIS OF EQUINE INFECTIOUS ANEMIA VÍRUS INFECTION IN THE CENTRAL REGION OF THE RIO GRANDE DO SUL STATE
This paper consists of a brief review on equine Infectious anemia added of the results of serological diagnosis of this infection performed at the Federal University of Santa Maria, RS, Brazil, between 1979 to 1990. A total of 7,035 serum samples were tested by the agar gel immunodiffusion test (Coggins test), to which 40 (0,57%) reacted positively. This percentage of positivity is lower than in other regions of Brazil, probably due to the lack of predisposing factors for equine infectious anemia virus spread, such as, a low density of blood-sucking insects in the South of Brazil and the seldom use of massive therapies and vaccinations in the region.
1992
Rebelatto,Marlon Cezar Oliveira,Clóvis de Weiblen,Rudi Silva,Saul Fontoura da Oliveira,Luiz Sérgio Segala de
OCORRÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO ESTACIONAL DE HELMINTOS GASTRINTESTINAIS DE CAPRINOS NO MUNICÍPIO DE TERESINA, PIAUÍ
Este trabalho objetiva verificar a ocorrência e distribuição estacional de helmintos gastrintestinais parasitas de caprinos durante as estações seca e chuvosa visando o estabelecimento de medidas adequadas para o controle da verminose. O experimento foi conduzido na base física da EMBRAPA/UEPAE de Teresina, no município de Teresina. Em um piquete de Brachiaria humidicola medindo dois hectares, foram colocados oito caprinos machos, entre seis a oito meses de idade. Cinco animais ficaram permanentes no piquete e não receberam tratamento anti-helmíntico durante todo o período (Testemunhas) e três (incorporados ao trabalho a cada mês), após receberem três tratamentos anti-helmínticos, ficaram expostos à infecção helmíntica durante 30 dias no piquete (traçadores). Mensalmente, após 14 dias de estabulação, eram abatidos e necropsiados três caprinos traçadores e no final do experimento, os testemunhas para coleta, contagem e identificação dos helmintos. De janeiro/88 a fevereiro/90 foram necropsiados 70 caprinos traçadores e cinco testemunhas. Os helmintos identificados foram: Haemonchus contortus, Trichostrongylus colubriformis, Strongyloides papillosus, Moniezia expansa, Cooperia punctata, C. curticei, Oesophagostomum columbianum, Trichuris spp (T. ovis, Trichuris sp., T. skrjabini), Skrjabinema ovis, Cysticercus tenuicollis e Paramphistomum spp. As necropsias nos caprinos traçadores indicaram que ocorreu transmissão de helmintos durante o ano todo sendo em intensidades mais elevadas na época chuvosa e início da época seca e que o helminto de maior intensidade nos caprinos traçadores foi H. contortus, e nos testemunhas T. colubriformis.
1992
Girão,Eneide Santiago Medeiros,Luiz Pinto Girão,Raimundo Nonato
LEVANTAMENTO PARASITOLÓGICO EM Hoplias Malabaricus, Bloch, (1794) (TRAIRA) DE ÁGUAS DA REGIÃO DE SANTA MARIA - RS
No presente trabalho estudou-se os parasitos encontrados em 139 traíras coletadas nas diferentes estações do ano em lagoas e açudes do município de Santa Maria, RS. Os objetivos deste levantamento foram: determinar a localização preferencial dos parasites no hospedeiro, relacionar a prevalência dos parasites com as estações do ano e identificar os mesmos a nível de gênero e se possível espécie. Dos 139 peixes necropsiados, 2812 parasites foram coletados ficando assim distribuídos: 469 na primavera, 921 no verão, 482 no outono e 940 no inverno. Destes 2812 parasitos, 1637 foram nematódeos pertencentes as seguintes espécies: Contracaecum sp, Parasseuratum soaresi, Paracappilaria piscicola, Guyanema baudi, Spirocamallanus hilarii, Procamallanus peraccuratus e nematódeos não identificados; 931 trematódeos pertencentes a Ithyoclinostomulum dimorphum, Tylodelphylus sp. 1, Dendrorchis sp, Clinostomum sp e Halipegus overstreeti; 106 acantocéfalos pertencentes a Quadrigyrus machadoi; 138 microcrustáceos do gênero Ergasilus e 20 argulídeos do gênero Dolops.
1992
Weiblen,Ana Maria Brandão,Deodoro Atlante
DESCRIÇÃO ECOGRÁFICA DO ÚTERO E DOS OVÁRIOS DE ÉGUA VIRGEM DURANTE UM CICLO ESTRAL
Uma égua virgem de três anos de idade teve seu ciclo estral acompanhado diariamente, por exame clínico e ecográfico transretal, para a descrição das modificações estruturais do útero e dos ovários. Concluiu-se que é possível diagnosticar por ecografia a fase do ciclo estral na égua, desde que se leve em consideração o número e tamanho dos folículos, a presença e morfologia de um Corpo luteo (Cl) e as características da parede uterina.
1992
Corte,Flavio Desessards De La Luz,Ines Nicoloso Castro da Alda,Joaquim Lopes de Silva,Carlos Antonio Mondino
DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DE CATARROS GENITAIS EM VACAS LEITERAS
Cem vacas leiteras da região do Vale do Itajaí, de Santa Catarina, foram agrupadas, através do exame ginecológico, em quatro categorias, para um estudo bacteriológico dos catarros genitais inespecíficos. Os grupos compostos de 25 vacas, em fase pós-puerperal, foram assim caracterizados: A - sem alteração; B - catarro genital do primeiro grau; C - catarro genital de segundo grau; D - catarro genital de terceiro grau. O exame bacteriológico das secreções cérvico-uterinas demonstrou que ocorreu crescimento bacteriano em 57 vacas, das quais 46 com manifestação clínica de catarro genital. Os microrganismos mais freqüentemente isolados foram Staphylococcus epidermidis, Streptococcus beta - hemolítico, Bacillus sp., Escherichia coli, Actinomyces pyogenes, Serratia odorífera, Proteus mirabilis e Candida sp. Considerando que foi detectado crescimento bacteriano nos quatro grupos de vacas, conclui-se que não existe relação entre este crescimento e a existência de catarros genitais.
1992
Cordeiro,João Lari Félix Neves,Jairo Pereira Albuquerque,Antonio Jorge Dreon de Badke,Manoel Renato Teles
EFEITOS DA PASTAGEM DE AZEVÉM SOB DOIS PREPAROS DE SOLO, NO DESEMPENHO EM RECRIA E PESO À MONTA DE BORREGAS IDEAL
Determinou-se os efeitos do uso da pastagem de azevém (Lolium multiflorum Lam.) sob dois preparos de solo no desempenho em recria e peso à monta de borregas ideal. Utilizou-se borregas com 8 meses e 29,873Kg distribuídas ao acaso nos tratamentos: azevém em preparo convencional de solo (A/C), e azevém em preparo superficial (A/S). Dos parâmetros estudados, a análise de variância mostrou superioridade (P<0,05) de A/C apenas para o ganho de peso. Conclui-se que: 1) a pastagem de azevém em preparo convencional, em relação à mesma no preparo superficial, possibilita, na fase de recria, superioridade no ganho de peso: 2) a pastagem de azevém em ambos os preparos possibilita desempenhos superiores aos observados nas condições tradicionais de produção ovina em campo nativo do Estado do Rio Grande do Sul.
1992
Vieira,Ademir Martins Figueiró,Paulo Roberto Pires
DESEMPENHO EM CONFINAMENTOS DE NOVILHOS DE DIFERENTES GRUPOS GENÉTICOS
Foi avaliado o desempenho em confinamento, por um período de 112 dias, de vinte e quatro novilhos de quatro grupos genéticos de bovídeos (Aberdeen Angus, Charolês, Nelore e búfalo Mediterrâneo). A dieta alimentar, com 13% de proteína bruta, foi comum a todos os animais e continha na matéria seca oferecida, 72,24% de cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) e 27,76% de concentrado. O teor energético estimado da dieta foi de 2.270Kcal ED/Kg de MS. O ganho de peso médio diário do búfalo (1,044Kg), foi superior (P<0,01) ao Charolês (0,713Kg), Nelore (0,605Kg) e Angus (0,561 Kg). O consumo médio diário de matéria seca do Angus (7,58Kg), foi maior (P<0,05) do que o do Nelore (6,42Kg), sendo que este foi semelhante ao de Charolês (7,07Kg) e ao do búfalo (6,58Kg). Os bubalinos apresentaram a melhor conversão alimentar (P<0,05). Os resultados deste trabalho permitiram concluir que os bubalinos apresentam maior capacidade de aproveitamento de dietas compostas por altas proporções de volumosos, com elevado teor de fibra e baixa digestibilidade.
1992
Moletta,José Luiz Restle,João
LEVANTAMENTO DA OFIOFAUNA NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DA BARRAGEM DE DONA FRANCISCA/RS
O presente trabalho visa determinar as diferentes espécies da ofiofauna na área de influência da barragem hidroelétrica de Dona Francisca, localizada no município de Agudo, Rio Grande do Sul, no período de abril a novembro de 1988. Constatou-se 16 espécies de serpentes, distribuídas em 10 gêneros, sendo 4 peçonhentas e 12 não peçonhentas.
1992
Deprá,Gilberto Toniolo Lippold,Horst Oscar Radunz Neto,João
EPIDEMIOLOGIA DA LEPTOSPIROSE EM BOVINOS
A leptospirose é uma zoonose causada por 'ima bactéria que pertence ao gênero Leptospira e a espécie L. interrogans a qual apresenta mais de 200 sorovares diferentes. A principal fonte de infecção desta doença são os roedores peri-domésticos, tais como o rato e o camundongo. Dentre os animais domésticos, os suínos são os principais reservatórios de leptospiras. Esses animais eliminam o agente através da urina, contaminando a água, o solo e os alimentos, principais vias de transmissão da doença. O sêmen de touros infectados também pode transmitir o agente, através da monta natural e da inseminação artificial. A suscetibilidade dos bovinos varia de acordo com alguns fatores, tais como idade, estado fisiológico, utilização e densidade populacional. No Continente Americano, os sorovares predominantes nesta espécie são hardjo, pomona e grippotyphosa. A prevalência varia considerável mente entre rebanhos, entre regiões e entre países.
1992
Brod,Claudiomar Soares Fehlberg,Marta Fernanda
DESORDENS FISIOLÓGICAS EM MACIEIRA INDUZIDAS POR DEFICIÊNCIA DE CÁLCIO E SEU CONTROLE
Muitas das desordens fisiológicas que afetam os frutos estão relacionadas com baixo conteúdo de cálcio nos tecidos, sendo sua ocorrência diminuída quando há incremento deste nutriente. A deficiência de cálcio em madeira afeta os frutos que apresentam manchas de cortiça próximos a colheita e durante a frigoconservação. Em vista disto, é importante o estudo sobre a absorção, distribuição e funções bioquímicas, bem como a apresentação de alternativas para prevenir ou reduzir desordens fisiológicas causadas por deficiência de cálcio em macieira.
1992
Brackmann,Auri Ribeiro,Nerinéia Dalfollo
CONTROLE DA LAGARTA DA SOJA (Anticarsia gemmatalis Hübner, 1818 - LEPIDOPTERA: NOCTUIDADE).: II. Baculovirus anticarsia
Foram realizados, de 1982 a 1990, oito ensaios, para testar a eficiência de Baculovirus anticarsia no controle da lagarta da soja, Anticarsia gemmatalis. Os tratamentos empregados foram: 1) B. anticarsia na dose de 50LE/ha; 2) inseticida de acordo com o Programa de Manejo Integrado de Pragas da Soja e 3) testemunha sem controle. Nas safras 1983/84, 84/85 e 85/86, determinou-se, diariamente, em laboratório, a mortalidade por B. anticarsia por inseticida e por outras causas, e o número de lagartas que se transformaram em pupas. Avaliou-se, em condições de campo, o número de lagartas grandes vivas, o percentual de desfolha e o estádio de desenvolvimento das plantas, além da produção de grãos. Pode-se concluir que o B. anticarsia é tão eficiente quanto o inseticida evitando perdas significativas na ordem de 315kg/ha (83/84), 490kg/ha (84/85), 1665kg/ha (88/89) e 1654kg/ha (89/90), em relação à testemunha sem controle, sendo uma importante alternativa para o controle da lagarta da soja, com vantagens econômicas, sociais e ecológicas sobre os inseticidas atualmente usados.
1992
Silva,Mauro Tadeu Braga da