RCAAP Repository

Tackling urban disparities through participatory culture-led urban regeneration. Insights from Lisbon

In the last few decades, the diffusion of culture-led urban regeneration schemes has intercepted the growth of participatory approaches across a wide range of policy domains. Partnerships between private and public agencies have sought, accordingly, the engagement of citizens and stakeholders to push forward context-specific interventions. From the participatory action research developed in Lisbon, one of the cities funded under the EU-funded project ROCK, we analyse the ways in which this project has tackled spatial divides and socioeconomic inequalities in the project demonstration area. Our main argument is that operational decisions and substantive mismatches have given rise to opportunities and bottlenecks throughout the implementation of the project. While the public investment has been directed to regenerate a deprived area, it has fallen short of promoting greater connections within the area and with the surrounding neighbourhoods. ROCK’s actions have only partially met local community expectations regarding the project’s objectives for the optimisation of tangible and intangible cultural heritage, with impacts over degrees of citizen engagement in the local Living Lab.

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2025-10-28T12:14:55Z

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Falanga, Roberto Nunes, Mafalda Corrêa

Processo de avaliação nas escolas públicas e privadas em São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe, ao longo da sua história, sempre esteve atento à problemática da qualidade do seu sistema educativo. Todavia, a avaliação das escolas nunca foi associada à consolidação das reformas já introduzidas no país no quadro das questões da qualidade e da melhoria de escola. Partindo de uma abordagem à avaliação organizacional, que recorre às questões da aprendizagem organizacional e aos processos de melhoria, o estudo teve como objetivo conhecer e analisar as perceções sobre avaliação escolar e institucional de atores chave que trabalham no sector da educação em São Tomé e Príncipe. Para a recolha de dados recorreu-se à análise documental, entrevista semiestruturada e pesquisa arquivística. Os resultados indicam a existência de dispositivos (manuais de autoavaliação e avaliação externa) para avaliar a qualidade das escolas santomenses que, não obstante existirem, carecem de um enquadramento político-normativo que regulamente a aplicação da autoavaliação e avaliação externa nas escolas. A avaliação das escolas nas vozes destes atores foi vista como restrita apenas à avaliação dos aspetos mínimos da gestão escolar, de maneira a aprofundar o conhecimento por parte dos membros da comunidade educativa e da sociedade em geral, apoiando as escolas, o Ministério da Educação e os serviços da Inspeção na tomada de decisão. De igual modo, proporcionar o desenvolvimento da escola, o nível de qualidade do serviço prestado, bem como a satisfação da comunidade educativa e da sociedade em geral. Concluiu se, ainda, que as constantes mudanças de Governo, a falta de iniciativa dos líderes educativos e de motivação da comunidade educativa são apontadas como constrangimentos à implementação da avaliação nas escolas em São Tomé e Príncipe, com consequências na qualidade e eficácia do sistema de ensino deste país.

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2025-10-28T12:23:40Z

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Tiny, Damaide Jeni Sacramento das Neves

Croma: vol.5, nº9 (Jan./Jun. 2017)

Implicação e viragem. O paradigma é cada vez mais relacional ao mesmo tempo que a criação de públicos entra dentro da esfera de ação do autor. É um dos aspectos multiformes do “educational turn” nas artes: o discurso artístico, curatorial, mediático e de gestão institucional orienta-se para uma maior interação relacional, através da convocação de novos públicos, mais visitantes, mais interação pelas redes e dispositivos móveis, mais implicação informal através de novos espaços e de novos circuitos de circulação, mais implicação formativa dos artistas na produção de discursos sobre a arte, mais ênfase na formação artística através da formação pós graduada de artistas, com novas soluções de inserção académica, como a pesquisa baseada na prática, entre muitas outras instâncias. Aqui, nesta revista, centramos aquelas instâncias de implicação, comprometimento, intervenção.

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2025-10-28T12:26:46Z

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Queiroz, João Salvatori, Maristela Figueiredo Vieira Da Cunha, Eduardo Nunes, Fábio Oliveira Dolores Gallego, María Geirinhas Blanco-Arroyo, María-Antonia Velloso, Beatriz Pimenta Rodríguez-Palacios, Daniel Teixeira, Ângela Castelo Branco Sousa, Ana Matilde Diogo de Fernández-Nóvoa Vicente, Elena García Becerra, Iria Bouzas Loureiro, Nuria Mibielli, Bruna Penna

Croma: vol.5, nº10 (Jul./Dez. 2017)

Cidadania e arte, uma questão de revolução. A perfeição do gosto académico reproduz a perfeição do Estado absoluto, a disciplina é descoberta e lança mão de toda a coreografia: os gestos significam, e por isso os gestos são determinados no novo ballet da política esclarecida. Então como é que a revolução chega às artes? Precisamente por as artes funcionarem a um ponto tão modelar e exigente, nas academias, que vão ser chamadas a fornecer novos espelhos da nova perfeição programática. Quando a revolução começa a anunciar-se, os artistas vão reivindicar a representação apolínea da revolução, perfeita como as artes decorativas, como as alamedas de Versailles. Neste número da revista Croma apresenta-se uma seleção de artigos que, além de tratarem a obra de artistas pelo olhar de outros artistas, fazem-no apontando perspetivas implicadas, comprometidas, relacionais.

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2025-10-28T12:24:33Z

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Queiroz, João Maneschy, Orlando Pereira, Teresa Matos Lópes Páez, M. Montserrat Gonçalves, Flávio Padilla Machó, Oscar Paraguai, Luisa Pires, Susana Maria RAMÍREZ-DOMÍNGUEZ, SARA GONZÁLEZ PALACIOS, MARÍA DEL ROCÍO Corbato, Román Silva, Thais Gomes da Azevedo De Souza, Samara Rita, Dora Iva Loureiro, Domingos Geraldo, Sheila Cabo Suniaga Marín, Susana

Croma: vol.6, nº11 (Jan./Jun. 2018)

Astúcias para uma implicação. A proposta é de convocar o público, transportá-lo para dentro da obra, implicá-lo, transformá-lo, modificá-lo. O mundo global comporta ameaças sociais, culturais, ecológicas, identitárias. As obras contemporâneas recorrem a todos os possíveis suportes, e fazem das tecnologias mais um tecido discursivo de mediação. O que importa é fazer chegar as notícias, que tendem a ser más. A crise atual potencia talvez uma maior criatividade e uma menor arrogância retórica. Todos podem passar a intermediar o processo artístico, de dentro para fora.

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2025-10-28T12:26:07Z

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Queiroz, João PARDO, BEATRIZ CAVIA Cancio, Arturo Sousa, Ana Matilde Diogo de Morell Rovira, Jordi Kerinska, Nikoleta Tzvetanova García Calvente, Pablo Gordeeff, Eliane Muniz Cantalozella, Joaquim Negre, Marta Mibielli, Bruna Penna Marcondes, Neide Marcondes Martins, Nara Silvia Neves, Sónia Patrícia Inácio Valesini, María Silvina Rodrigues, Manoela Dos Anjos Afonso Bacildo, Walter Costa Cirillo, José Braga, Márcia Machado Rodrigues, Teresa Palma Nery, Roseli Aparecida da Silva

Aprender e ensinar : um estudo de caso sobre o processo de supervisão na formação inicial de professores

Este trabalho de investigação tem por objetivo estudar de que modo se concretiza o processo supervisivo de natureza reflexiva na formação inicial de professores. Durante nossa revisão da literatura, procuramos referenciais relativos à formação de professores, ao estágio pedagógico, à pratica reflexiva e à supervisão pedagógica. O estudo insere-se no paradigma interpretativo, desenvolvendo-se através de uma metodologia qualitativa e de abordagem descritiva. Os dados foram recolhidos entre 2018 e 2019 apoiados em documentos e entrevistas, sendo que após a análise do conteúdo, efetuou-se a triangulação de dados. Participaram do estudo dois estudantes, um orientador universitário e um orientador cooperante de instituições educativas de Lisboa. Os resultados nos permitiram concluir que o processo supervisivo de natureza reflexiva pode se concretizar num curso de formação de professores de diversas maneiras: através da reflexão individual ou coletiva, por meio do incentivo à cultura colaborativa, pela criação de oportunidades de aprendizagem em grupo, no estímulo à gestão de projetos educativos, na fomentação à pesquisa, entre outros. Pudemos inferir também que orientadores com boa capacidade de reflexão podem contribuir de maneira significativa para que o processo de supervisão seja mais eficiente no intuito de alcançar uma aprendizagem de caráter reflexivo. Ao tentarmos verificar de que modo as práticas reflexivas progridem e efetivam se dentro de um núcleo de estágio pedagógico, conseguimos observar que algumas estratégias são determinantes, entre elas: (i) criar um Guia de Estágio bem elaborado que apresente um forte viés de formação reflexiva; (ii) estruturar o estágio de maneira que as atividades solicitadas propiciem a reflexão; (iii) investir numa avaliação formativa; (iv) estimular a partilha de aprendizagens entre pares e (v) orientar os estudantes no sentido de elaborar um projeto de investigação. Pudemos desta forma constatar que este tipo de abordagem leva os alunos à uma prática reflexiva, e, consequentemente, à uma aprendizagem que possibilita a formação de um professor capaz de refletir sobre suas ações, seus posicionamentos, suas decisões, assim como sua capacidade de aprender e de ensinar.

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2025-10-28T12:11:30Z

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Fonseca, Márcia Regina van de Kamp

Estudo do prognóstico da lesão renal aguda no doente médico

A lesão renal aguda (LRA) é considerada uma das complicações mais graves em indivíduos hospitalizados, com incidência na população internada estimada em 18,3%. Este estudo pretende analisar o impacto de diversos fatores clínicos e laboratoriais no prognóstico destes episódios a nível da função renal. Realizou-se um estudo cohort retrospetivo no Hospital de Santa Maria, com 152 doentes. LRA foi definida de acordo com os critérios Kidney Disease; Improving Global Outcomes (KDIGO) e definiu-se sobrevivência renal de acordo com a recomendações de 2019 da UK Renal Association. O outcome primário foi a sobrevivência renal à data da alta e os secundários a sobrevivência renal 2 a 4 meses depois, mortalidade a 28 dias e necessidade de diálise de novo. A pandemia se SARS-CoV-2 impediu o acesso aos edifícios do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, pelo que os dados recolhidos não são suficientes para alcançar a amostra mínima calculada. Planeia-se expandir a amostra para o valor previamente calculado, realizando-se, posteriormente, a análise estatística de inferência e a construção de um modelo preditivo do prognóstico com recurso à ferramenta WEKA, para mineração de dados. Não obstante, é apresentada a estatística descritiva da amostra já incluída e discutidas as reflexões sobre a mesma.

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2025-10-28T12:29:12Z

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Correia, Maria Madalena Sobral Cordeiro Pupo

Experience with Paul glaucoma implant in childhood glaucoma

Introdução: O glaucoma pediátrico é uma neuropatia ótica progressiva sendo responsável por cerca de 10% da cegueira em crianças. O principal fator de risco é o aumento da pressão intraocular (PIO) sendo uma patologia maioritariamente de tratamento cirúrgico. A cirurgia de dispositivos de drenagem do glaucoma (DDG) é uma das opções disponíveis quando a cirurgia do ângulo falha, é impossível de realizar ou tem baixa probabilidade de ser bem-sucedida. Os DDG podem ser considerados terapêutica de primeira linha em doentes com cicatrização prévia da conjuntiva, doentes muito novos ou afáquicos, com necessidade de uso de lentes de contacto ou intervenções cirúrgicas subsequentes. Em comparação com a trabeculectomia com mitomicina C (MMC), os DDG estão associados a menos complicações e a uma menor necessidade de procedimentos subsequentes e examinações sob anestesia, pelo que são vantajosos na idade pediátrica, em que a anestesia geral está associada a efeitos adversos a nível do neurodesenvolvimento. Existem vários tipos de DDG, que partilham uma estrutura básica comum, ainda que tenham algumas diferenças em termos de forma, tamanho e material – influenciando a resposta cicatricial e as características da cápsula fibrosa responsável pelo reservatório de humor aquoso que se forma sob o dispositivo. Os DDG mais estudados no contexto do glaucoma pediátrico são os dispositivos não valvulados como o Molteno e a Baerveldt (BGI) e os dispositivos valvulados como a válvula de Ahmed (AGV). Não existe uma clara superioridade em relação a um dispositivo específico, ainda que possa ser sugerida uma superioridade da BGI em termos de redução da PIO e uma superioridade da AGV no que diz respeito a perfil de segurança (nomeadamente em olhos com maior risco de hipotonia ou com necessidade de redução rápida da PIO).

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2025-10-28T12:23:14Z

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Severino, Mariana Faustino Botelho de Griné

Aetiological diagnosis of ischaemic stroke in young adults

Despite improvements in diagnosis and treatment, ischaemic stroke in young adults remains a catastrophic event from the patients’ perspective. Stroke can cause death, disability, and hamper quality of life. For the neurologist treating a young adult with suspected ischaemic stroke, the diagnostic challenge is to identify its cause. Contemporary neuroimaging of the brain and its vessels, and a comprehensive cardiac assessment, will enable identifi cation of the most frequent causes of stroke in this age group: cardioembolism and arterial dissection. Specifi c diagnostic tests for the many other rare causes of ischaemic stroke in young adults (angiography, CSF examination, screening for vasculitis and thrombophilia, genetic testing, and ophthalmological examination) should be guided by suspected clinical fi ndings or by the high prevalence of diseases associated with stroke in some countries.

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2025-10-28T12:18:14Z

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Ferro, José Massaro, Ayrton R. Mas, Jean-Louis

Evidence-based guidelines on the therapeutic use of repetitive transcranial magnetic stimulation (rTMS)

A group of European experts was commissioned to establish guidelines on the therapeutic use of repetitive transcranial magnetic stimulation (rTMS) from evidence published up until March 2014, regarding pain, movement disorders, stroke, amyotrophic lateral sclerosis, multiple sclerosis, epilepsy, consciousness disorders, tinnitus, depression, anxiety disorders, obsessive-compulsive disorder, schizophrenia, craving/addiction, and conversion. Despite unavoidable inhomogeneities, there is a sufficient body of evidence to accept with level A (definite efficacy) the analgesic effect of high-frequency (HF) rTMS of the primary motor cortex (M1) contralateral to the pain and the antidepressant effect of HF-rTMS of the left dorsolateral prefrontal cortex (DLPFC). A Level B recommendation (probable efficacy) is proposed for the antidepressant effect of low-frequency (LF) rTMS of the right DLPFC, HF-rTMS of the left DLPFC for the negative symptoms of schizophrenia, and LF-rTMS of contralesional M1 in chronic motor stroke. The effects of rTMS in a number of indications reach level C (possible efficacy), including LF-rTMS of the left temporoparietal cortex in tinnitus and auditory hallucinations. It remains to determine how to optimize rTMS protocols and techniques to give them relevance in routine clinical practice. In addition, professionals carrying out rTMS protocols should undergo rigorous training to ensure the quality of the technical realization, guarantee the proper care of patients, and maximize the chances of success. Under these conditions, the therapeutic use of rTMS should be able to develop in the coming years.

Year

2025-10-28T12:13:47Z

Creators

Lefaucheur, Jean-Pascal André-Obadia, Nathalie Antal, Andrea Ayache, Samar S. Baeken, Chris Benninger, David H. Cantello, Roberto M. Cincotta, Massimo Carvalho, Mamede De Ridder, Dirk Devanne, Hervé Di Lazzaro, Vincenzo Filipović, Saša R. Hummel, Friedhelm C. Jääskeläinen, Satu K. Kimiskidis, Vasilios K. Koch, Giacomo Langguth, Berthold Nyffeler, Thomas Oliviero, Antonio Padberg, Frank Poulet, Emmanuel Rossi, Simone Rossini, Paolo Maria Rothwell, John C. Schönfeldt-Lecuona, Carlos Siebner, Hartwig R. Slotema, Christina W. Stagg, Charlotte J. Valls-Sole, Josep Ziemann, Ulf Paulus, Walter Garcia-Larrea, Luis

Genome-wide analyses identify KIF5A as a novel ALS gene

To identify novel genes associated with ALS, we undertook two lines of investigation. We carried out a genome-wide association study comparing 20,806 ALS cases and 59,804 controls. Independently, we performed a rare variant burden analysis comparing 1,138 index familial ALS cases and 19,494 controls. Through both approaches, we identified kinesin family member 5A (KIF5A) as a novel gene associated with ALS. Interestingly, mutations predominantly in the N-terminal motor domain of KIF5A are causative for two neurodegenerative diseases: hereditary spastic paraplegia (SPG10) and Charcot-Marie-Tooth type 2 (CMT2). In contrast, ALS-associated mutations are primarily located at the C-terminal cargo-binding tail domain and patients harboring loss-of-function mutations displayed an extended survival relative to typical ALS cases. Taken together, these results broaden the phenotype spectrum resulting from mutations in KIF5A and strengthen the role of cytoskeletal defects in the pathogenesis of ALS.

Year

2025-10-28T12:29:27Z

Creators

Nicolas, Aude Kenna, Kevin P. Renton, Alan E. Ticozzi, Nicola Faghri, Faraz Chia, Ruth Dominov, Janice A. Kenna, Brendan J. Nalls, Mike A. Keagle, Pamela Rivera, Alberto M. Couratier, Philippe Murphy, Natalie A. Pardina, Jesus Mora Mill, Jonathan Canosa, Antonio Ealing, John Johnson, Janel O. Brice, Alexis Tiloca, Cinzia Sims, Katherine B. Monsurrò, Maria Rosaria Moisse, Matthieu Cereda, Cristina Zatz, Mayana van den Berg, Leonard H. Pulit, Sara Filosto, Massimiliano Topp, Simon D. Malaspina, Andrea Pliner, Hannah A. Jackson, Carlayne Taylor, J. Paul Gotkine, Marc Gkazi, Athina Soragia Fraenkel, Ernest Mandrioli, Jessica Harris, Tim Van Blitterswijk, Marka LeNail, Alex Cooley, Anne Nicholson, Garth A. Cau, Tea B. Danel, Véronique Kaye, Julia Miller, Timothy M. Benatar, Michael Wu, Gang Femiano, Cinzia Bernard, Emilien Van Deerlin, Vivianna M. Tedeschi, Gioacchino Dubnau, Joshua Milia, Antonio Floris, Gianluca Brown, Robert H. Al-Sarraj, Safa Fratta, Pietro Turner, Martin R. Patsopoulos, Nikolaos A. Veldink, Jan H. Salvi, Fabrizio Murru, Maria Rita Trivedi, Jaya Marinou, Kalliopi Finkbeiner, Steven Tanel, Raffaella Troncoso, Juan C. Parish, Leslie D. Kowall, Neil W. Robberecht, Wim Spataro, Rossella Barberis, Marco Gwathmey, Kelly Lauria, Giuseppe Landi, Francesco Asress, Seneshaw Boylan, Kevin B. Guy, Nathalie Chung, Wendy K. Tienari, Pentti Corcia, Philippe De Marchi, Fabiola Nath, Avindra Van Eyk, Jenny Carrera, Paola Kolb, Stephen J. Staropoli, John F. Trojsi, Francesca Taroni, Franco Sherman, Alexander Fini, Nicola Pal, Suvankar Kiernan, Matthew Van Es, Michael A. Messina, Sonia Rademakers, Rosa Vourch, Patrick Shankaracharya Fasano, Antonio Xin, Winnie W. Middelkoop, Bas Rouleau, Guy A. Ostrow, Lyle W. Caredda, Carla Corongiu, Daniela Burns, Ted Gitler, Aaron D. Sidle, Katie C. Corti, Stefania Heiman-Patterson, Terry D. Orrell, Richard W. Day-Williams, Aaron G. Muñoz-Blanco, José Luis Ding, Jinhui Sapp, Peter C. Lu, Yi-Fan Wang, Quanli Caponnetto, Claudia Cuccu, Stefania Bruijn, Lucie Arepalli, Sampath Pulst, Stefan M. Manousakis, George Rollinson, Sara Myllykangas, Liisa Origone, Paola Kirby, Janine Khan, Shaida Zinman, Lorne Barohn, Richard Arosio, Alessandro Fogh, Isabella Clayman, Christine Heckmann, Jeannine Restagno, Gabriella Ferrucci, Luigi Sideri, Riccardo Kamalakaran, Sitharthan Ludolph, Albert C. Campbell, Roy H. Luigetti, Marco Lee, Edward B. Mosca, Lorena Wuu, Joanne Tazelaar, Gijs Petrucci, Antonio Ortu, Enzo Bertolin, Cinzia Van der Spek, Rick A. Stone, David J. Brady, Christopher B. Andersen, Peter M. Fuda, Giuseppe Marrali, Giuseppe Mora, Gabriele Thompson, Leslie M. Van Eyk, Jennifer E. Maragakis, Nicholas J. Chiò, Adriano Rampersaud, Evadnie Iacoangeli, Alfredo Levy, Shawn E. Lunetta, Christian Lattante, Serena Hornstein, Eran Lagrange, Emmeline Casale, Federico Hide, Winston Ravits, John M. Singleton, Andrew B. Marrosu, Francesco Raphael, Alya R. Pinto, Susana Kenna, Aoife Ossola, Irene Shaw, Christopher E. Hayes, Sebastian D. Simpson, Ericka Krueger, Brian J. Caress, James Fifita, Jennifer A. Newhouse, Stephen Zollino, Marcella Myers, Richard M. Landers, John E. Svendsen, Clive N. Comi, Giacomo P. Wimbish, Jack R. Calvo, Andrea Hussain, Sumaira Couthouis, Julien Cooper, Gregory M. Han, Yujun Goutman, Stephen A. Vance, Caroline Hamdalla, Hisham Valori, Miko Meitinger, Thomas Chesi, Alessandra Hardiman, Orla Allen, Andrew S. Dion, Patrick A. Wang, Leo Cooper-Knock, Johnathan Statland, Jeffrey Geiger, Joshua T. Harms, Matthew B. Troakes, Claire Dekker, Annelot Querin, Giorgia Redondo, Alberto Garcia Sareen, Dhruv Boone, Braden E. Costantino, Emanuela Besson, Gérard Ricci, Claudia McLaughlin, Russell L. Züchner, Stephan Van Den Bosch, Ludo Baas, Frank Dunckley, Travis L. Basak, A. Nazli Traynor, Bryan J. Baloh, Robert H. Pensato, Viviana Abhyankar, Avinash Cammarosano, Stefania Jones, Angela L. Marangi, Giuseppe Pamphlett, Roger Brunetti, Maura Loi, Daniela Weishaupt, Jochen H. Drory, Vivian E. Cannas, Antonino Blair, Ian P. Camu, William Borghero, Giuseppe Waite, Lindsay L. Trojanowski, John Q. Appel, Stanley H. Colletti, Tiziana Battistini, Stefania Pugliatti, Maura Zody, Michael C. Laaksovirta, Hannu Morrison, Karen E. Capasso, Margherita Pirisi, Angelo Berry, James D. Wallace, Marielle Ren, Zhong Santarelli, Marialuisa Hardy, John Sorarù, Gianni Musunuri, Rajeeva Lochan Peverelli, Silvia MacGowan, Daniel J.L. Bartolomei, Ilaria Melis, Maurizio Mouzat, Kevin Arcila-Londono, Ximena Broach, James R. So, Yuen Moglia, Cristina Cox, Gregory A. Bowser, Robert Goldstein, David B. Hammell, Molly G. King, Andrew Lacomis, David Talbot, Kevin McCauley, Jacob Maniatis, Tom van Rheenen, Wouter Meininger, Vincent Giannini, Fabio Pani, Carla Scholz, Sonja W. Pioro, Erik P. van Vugt, Joke J.F.A. Phatnani, Hemali Bauer, Denis C. Van Damme, Philip Keebler, Jonathan Wyman, Stacia K. Cirulli, Elizabeth T. Esteban-Pérez, Jesús Baxi, Emily Swenson, Andrea Logroscino, Giancarlo D’Alfonso, Sandra Gerhard, Glenn Clavelou, Pierre Piras, Valeria Glass, Jonathan D. ten Asbroek, Anneloor L.M.A. Smith, Bradley N. Elman, Lauren Petrovski, Slavé Eicher, John D. Silani, Vincenzo La Bella, Vincenzo Shatunov, Aleksey Rogaeva, Ekaterina Cudkowicz, Merit Corrado, Lucia McMillan, Corey Castellotti, Barbara Poletti, Barbara Zhang, Jinghui Moreno, Cristiane de Araujo Martins Lima, Leandro Tranquilli, Stefania Al-Chalabi, Ammar Del Bo, Roberto Al Kheifat, Ahmad Mandich, Paola Neto, Miguel Mitne Shneider, Neil A. Benigni, Michele Lemasson, Gwendal Conforti, Francesca L. Walk, David Corbo, Massimo Penco, Silvana Katz, Jonathan Puddu, Roberta Logullo, Francesco O. Tremolizzo, Lucio Piccirillo, Giovanni Ticca, Anna Gagliardi, Stella Inghilleri, Maurizio Van Eijk, Kristel R. Gellera, Cinzia Conte, Amelia Mora, Jesús S. Weber, Markus Ilardi, Antonio Simmons, Zachary Sabatelli, Mario Abramzon, Yevgeniya Floeter, Mary Kay Williams, Kelly L. Cavallaro, Sebastiano Ferrarese, Carlo Pinter, Giuseppe Lauria Strom, Tim M. Manera, Umberto Carulli, John P. Grassano, Maurizio Mazzini, Letizia Marrosu, Maria Giovanna Gibson, Summer B. Maiser, Samuel Kwan, Justin Verde, Federico Shaw, Pamela J. Twine, Natalie A. Polak, Meraida Hernandez, Dena G. García-Redondo, Alberto Ratti, Antonia Siciliano, Gabriele Simone, Isabella Chandran, Siddharthan Sproviero, William Zaitlen, Noah Penny, Michelle Volanti, Paolo Feldman, Eva L. McKenna-Yasek, Diane Pisano, Fabrizio Occhineri, Patrizia Jansson, Lilja Mancardi, Gianluigi Evani, Uday Shankar de Belleroche, Jacqueline Lasseigne, Brittany N. Schule, Rebecca Kamel, Freya Ceroni, Mauro Bedlack, Richard S. Rothstein, Jeffrey D. Le Ber, Isabelle Colombrita, Claudia Kooyman, Maarten Dardiotis, Efthimios Gibbs, J. Raphael Carvalho, Mamede Jenkins, Liberty Lumbroso, Serge Riva, Nilo Maderna, Luca Pickering-Brown, Stuart

Classification of current anticancer immunotherapies

During the past decades, anticancer immunotherapy has evolved from a promising therapeutic option to a robust clinical reality. Many immunotherapeutic regimens are now approved by the US Food and Drug Administration and the European Medicines Agency for use in cancer patients, and many others are being investigated as standalone therapeutic interventions or combined with conventional treatments in clinical studies. Immunotherapies may be subdivided into "passive" and "active" based on their ability to engage the host immune system against cancer. Since the anticancer activity of most passive immunotherapeutics (including tumor-targeting monoclonal antibodies) also relies on the host immune system, this classification does not properly reflect the complexity of the drug-host-tumor interaction. Alternatively, anticancer immunotherapeutics can be classified according to their antigen specificity. While some immunotherapies specifically target one (or a few) defined tumor-associated antigen(s), others operate in a relatively non-specific manner and boost natural or therapy-elicited anticancer immune responses of unknown and often broad specificity. Here, we propose a critical, integrated classification of anticancer immunotherapies and discuss the clinical relevance of these approaches.

Year

2025-10-28T12:15:10Z

Creators

Galluzzi, Lorenzo Vacchelli, Erika Bravo-San Pedro, José-Manuel Buqué, Aitziber Senovilla, Laura Baracco, Elisa Elena Bloy, Norma Castoldi, Francesca Abastado, Jean-Pierre Agostinis, Patrizia Apte, Ron N. Aranda, Fernando Ayyoub, Maha Beckhove, Philipp Blay, Jean-Yves Bracci, Laura Caignard, Anne Castelli, Chiara Cavallo, Federica Celis, Estaban Cerundolo, Vincenzo Clayton, Aled Colombo, Mario P. Coussens, Lisa Dhodapkar, Madhav V. Eggermont, Alexander M. Fearon, Douglas T. Fridman, Wolf H. Fučíková, Jitka Gabrilovich, Dmitry I. Galon, Jérôme Garg, Abhishek Ghiringhelli, François Giaccone, Giuseppe Gilboa, Eli Gnjatic, Sacha Hoos, Axel Hosmalin, Anne Jäger, Dirk Kalinski, Pawel Kärre, Klas Kepp, Oliver Kiessling, Rolf Kirkwood, John M. Klein, Eva Knuth, Alexander Lewis, Claire E. Liblau, Roland Lotze, Michael T. Lugli, Enrico Mach, Jean-Pierre Mattei, Fabrizio Mavilio, Domenico Melero, Ignacio Melief, Cornelis J. Mittendorf, Elizabeth A. Moretta, Lorenzo Odunsi, Adekunke Okada, Hideho Palucka, Anna Karolina Peter, Marcus E. Pienta, Kenneth J. Porgador, Angel Prendergast, George C. Rabinovich, Gabriel A. Restifo, Nicholas P. Rizvi, Naiyer Sautès-Fridman, Catherine Schreiber, Hans Seliger, Barbara Shiku, Hiroshi Silva-Santos, Bruno Smyth, Mark J. Speiser, Daniel E. Spisek, Radek Srivastava, Pramod K. Talmadge, James E. Tartour, Eric Van Der Burg, Sjoerd H. Van Den Eynde, Benoît J. Vile, Richard Wagner, Hermann Weber, Jeffrey S Whiteside, Theresa L. Wolchok, Jedd D. Zitvogel, Laurence Zou, Weiping Kroemer, Guido

Insulin receptor in the brain : mechanisms of activation and the role in the CNS pathology and treatment

While the insulin receptor (IR) was found in the CNS decades ago, the brain was long considered to be an insulin-insensitive organ. This view is currently revisited, given emerging evidence of critical roles of IR-mediated signaling in development, neuroprotection, metabolism, and plasticity in the brain. These diverse cellular and physiological IR activities are distinct from metabolic IR functions in peripheral tissues, thus highlighting region specificity of IR properties. This particularly concerns the fact that two IR isoforms, A and B, are predominantly expressed in either the brain or peripheral tissues, respectively, and neurons express exclusively IR-A. Intriguingly, in comparison with IR-B, IR-A displays high binding affinity and is also activated by low concentrations of insulin-like growth factor-2 (IGF-2), a regulator of neuronal plasticity, whose dysregulation is associated with neuropathologic processes. Deficiencies in IR activation, insulin availability, and downstream IR-related mechanisms may result in aberrant IR-mediated functions and, subsequently, a broad range of brain disorders, including neurodevelopmental syndromes, neoplasms, neurodegenerative conditions, and depression. Here, we discuss findings on the brain-specific features of IR-mediated signaling with focus on mechanisms of primary receptor activation and their roles in the neuropathology. We aimed to uncover the remaining gaps in current knowledge on IR physiology and highlight new therapies targeting IR, such as IR sensitizers.

Year

2025-10-28T12:28:46Z

Creators

Pomytkin, Igor Nunes, João Kasatkin, Vladimir Veniaminova, Ekaterina Demchenko, Anna Lyundup, Alexey Lesch, Klaus-Peter Ponomarev, Eugene D. Strekalova, Tatyana

Prevalence of cerebral amyloid pathology in persons without dementia

Importance: Cerebral amyloid-β aggregation is an early pathological event in Alzheimer disease (AD), starting decades before dementia onset. Estimates of the prevalence of amyloid pathology in persons without dementia are needed to understand the development of AD and to design prevention studies. Objective: To use individual participant data meta-analysis to estimate the prevalence of amyloid pathology as measured with biomarkers in participants with normal cognition, subjective cognitive impairment (SCI), or mild cognitive impairment (MCI). Data sources: Relevant biomarker studies identified by searching studies published before April 2015 using the MEDLINE and Web of Science databases and through personal communication with investigators. Study selection: Studies were included if they provided individual participant data for participants without dementia and used an a priori defined cutoff for amyloid positivity. Data extraction and synthesis: Individual records were provided for 2914 participants with normal cognition, 697 with SCI, and 3972 with MCI aged 18 to 100 years from 55 studies. Main outcomes and measures: Prevalence of amyloid pathology on positron emission tomography or in cerebrospinal fluid according to AD risk factors (age, apolipoprotein E [APOE] genotype, sex, and education) estimated by generalized estimating equations. Results: The prevalence of amyloid pathology increased from age 50 to 90 years from 10% (95% CI, 8%-13%) to 44% (95% CI, 37%-51%) among participants with normal cognition; from 12% (95% CI, 8%-18%) to 43% (95% CI, 32%-55%) among patients with SCI; and from 27% (95% CI, 23%-32%) to 71% (95% CI, 66%-76%) among patients with MCI. APOE-ε4 carriers had 2 to 3 times higher prevalence estimates than noncarriers. The age at which 15% of the participants with normal cognition were amyloid positive was approximately 40 years for APOE ε4ε4 carriers, 50 years for ε2ε4 carriers, 55 years for ε3ε4 carriers, 65 years for ε3ε3 carriers, and 95 years for ε2ε3 carriers. Amyloid positivity was more common in highly educated participants but not associated with sex or biomarker modality. Conclusions and relevance: Among persons without dementia, the prevalence of cerebral amyloid pathology as determined by positron emission tomography or cerebrospinal fluid findings was associated with age, APOE genotype, and presence of cognitive impairment. These findings suggest a 20- to 30-year interval between first development of amyloid positivity and onset of dementia.

Year

2025-10-28T12:28:46Z

Creators

Jansen, Willemijn J. Ossenkoppele, Rik Knol, Dirk L. Tijms, Betty M. Scheltens, Philip Verhey, Frans R. J. Visser, Pieter Jelle Aalten, Pauline Aarsland, Dag Alcolea, Daniel Alexander, Myriam Roe, Catherine M. Rot, Uros Rowe, Christopher C. Rüther, Eckart Sabri, Osama Sanchez-Juan, Páscual Santana, Isabel Sarazin, Marie Schröder, Johannes Schütte, Christin Almdahl, Ina S. Seo, Sang W. Soetewey, Femke Soininen, Hilkka Spiru, Luiza Struyfs, Hanne Teunissen, Charlotte E. Tsolaki, Magda Vandenberghe, Rik Verbeek, Marcel M. Villemagne, Victor L. Arnold, Steven E. Vos, Stephanie J. B. van Waalwijk van Doorn, Linda J. C. Waldemar, Gunhild Wallin, Anders Wallin, Åsa K. Wiltfang, Jens Wolk, David A. Zboch, Marzena Zetterberg, Henrik Baldeiras, Inês Barthel, Henryk van Berckel, Bart N. M. Bibeau, Kristen Blennow, Kaj Brooks, David J. van Buchem, Mark A. Camus, Vincent Cavedo, Enrica Chen, Kewei Chetelat, Gael Cohen, Ann D. Drzezga, Alexander Engelborghs, Sebastiaan Fagan, Anne M. Fladby, Tormod Fleisher, Adam S. van der Flier, Wiesje M. Ford, Lisa Förster, Stefan Fortea, Juan Foskett, Nadia Frederiksen, Kristian S. Freund-Levi, Yvonne Frisoni, Giovanni B. Froelich, Lutz Gabryelewicz, Tomasz Gill, Kiran Dip Gkatzima, Olymbia Gómez-Tortosa, Estrella Gordon, Mark Forrest Grimmer, Timo Hampel, Harald Hausner, Lucrezia Hellwig, Sabine Herukka, Sanna-Kaisa Hildebrandt, Helmut Ishihara, Lianna Ivanoiu, Adrian Jagust, William J. Johannsen, Peter Kandimalla, Ramesh Kapaki, Elisabeth Klimkowicz-Mrowiec, Aleksandra Klunk, William E. Köhler, Sebastian Koglin, Norman Kornhuber, Johannes Kramberger, Milica G. Van Laere, Koen Landau, Susan M. Lee, Dong Young de Leon, Mony Lisetti, Viviana Lleó, Alberto Madsen, Karine Maier, Wolfgang Marcusson, Jan Mattsson, Niklas De Mendonça, Alexandre Meulenbroek, Olga Meyer, Philipp T. Mintun, Mark A. Mok, Vincent Molinuevo, José Luis Møllergård, Hanne M. Morris, John C. Mroczko, Barbara Van der Mussele, Stefan Na, Duk L. Newberg, Andrew Nordberg, Agneta Nordlund, Arto Novak, Gerald P. Paraskevas, George P. Parnetti, Lucilla Perera, Gayan Peters, Oliver Popp, Julius Prabhakar, Sudesh Rabinovici, Gil D. Ramakers, Inez H. G. B. Rami, Lorena Resende de Oliveira, Catarina Rinne, Juha O. Rodrigue, Karen M. Rodríguez-Rodríguez, Eloy

Prevalence and prognosis of Alzheimer’s disease at the mild cognitive impairment stage

Three sets of research criteria are available for diagnosis of Alzheimer's disease in subjects with mild cognitive impairment: the International Working Group-1, International Working Group-2, and National Institute of Aging-Alzheimer Association criteria. We compared the prevalence and prognosis of Alzheimer's disease at the mild cognitive impairment stage according to these criteria. Subjects with mild cognitive impairment (n = 1607), 766 of whom had both amyloid and neuronal injury markers, were recruited from 13 cohorts. We used cognitive test performance and available biomarkers to classify subjects as prodromal Alzheimer's disease according to International Working Group-1 and International Working Group-2 criteria and in the high Alzheimer's disease likelihood group, conflicting biomarker groups (isolated amyloid pathology or suspected non-Alzheimer pathophysiology), and low Alzheimer's disease likelihood group according to the National Institute of Ageing-Alzheimer Association criteria. Outcome measures were the proportion of subjects with Alzheimer's disease at the mild cognitive impairment stage and progression to Alzheimer's disease-type dementia. We performed survival analyses using Cox proportional hazards models. According to the International Working Group-1 criteria, 850 (53%) subjects had prodromal Alzheimer's disease. Their 3-year progression rate to Alzheimer's disease-type dementia was 50% compared to 21% for subjects without prodromal Alzheimer's disease. According to the International Working Group-2 criteria, 308 (40%) subjects had prodromal Alzheimer's disease. Their 3-year progression rate to Alzheimer's disease-type dementia was 61% compared to 22% for subjects without prodromal Alzheimer's disease. According to the National Institute of Ageing-Alzheimer Association criteria, 353 (46%) subjects were in the high Alzheimer's disease likelihood group, 49 (6%) in the isolated amyloid pathology group, 220 (29%) in the suspected non-Alzheimer pathophysiology group, and 144 (19%) in the low Alzheimer's disease likelihood group. The 3-year progression rate to Alzheimer's disease-type dementia was 59% in the high Alzheimer's disease likelihood group, 22% in the isolated amyloid pathology group, 24% in the suspected non-Alzheimer pathophysiology group, and 5% in the low Alzheimer's disease likelihood group. Our findings support the use of the proposed research criteria to identify Alzheimer's disease at the mild cognitive impairment stage. In clinical settings, the use of both amyloid and neuronal injury markers as proposed by the National Institute of Ageing-Alzheimer Association criteria offers the most accurate prognosis. For clinical trials, selection of subjects in the National Institute of Ageing-Alzheimer Association high Alzheimer's disease likelihood group or the International Working Group-2 prodromal Alzheimer's disease group could be considered.

Year

2025-10-28T12:28:20Z

Creators

Vos, Stephanie J. B. Verhey, Frans Frölich, Lutz Kornhuber, Johannes Wiltfang, Jens Maier, Wolfgang Peters, Oliver Rüther, Eckart Nobili, Flavio Morbelli, Silvia Frisoni, Giovanni B. Drzezga, Alexander Didic, Mira van Berckel, Bart N. M. Simmons, Andrew Soininen, Hilkka Kłoszewska, Iwona Mecocci, Patrizia Tsolaki, Magda Vellas, Bruno Lovestone, Simon Muscio, Cristina Herukka, Sanna-Kaisa Salmon, Eric Bastin, Christine Wallin, Anders Nordlund, Arto De Mendonça, Alexandre Silva, Dina Santana, Isabel Lemos, Raquel Engelborghs, Sebastiaan Van der Mussele, Stefan Freund-Levi, Yvonne Wallin, Åsa K. Hampel, Harald van der Flier, Wiesje Scheltens, Philip Visser, Pieter Jelle

Croma: vol.6, nº12 (Jul./Dez. 2018)

A Inflação de imagens e as imagens armadilha. A formatação industrial de discursos, as crescentes movimentações de mercadorias e agências publicitárias fazem surgir novas autorias, imagens não artísticas mas muito persuasivas. São as imagens armadilha, imagens com uma capacidade bélica, imagens destruidoras, que vão ocupar todo o território do imaginário. A liberdade está ameaçada, o pensamento parece ser cada vez mais único, a criatividade exprime-se nos divertidos consumos.

Year

2025-10-28T12:28:46Z

Creators

Queiroz, João Paiva, Francisco García-Gil, Teresa Fernanda Apolónio, Laura Gonçalves, Sandra Maria Lúcia Pereira Rauscher, Beatriz Araújo, Viviane Gil Nascimento, Cinthya Marques do Martins, Tatiana da Costa Viladomiu Canela, Àngels Barachini, Teresinha Makowiecky, Sandra Venzon, André Maio, Ana Zeferina Ferreira Zanatta, Cláudia Vicari Fandiño, Alba Souza, Marise Berta de caseirao, armando Mello, Regina Lara Silveira Campoy, Rafael

Energética de polimorfos e co-cristais

A Engenharia de Cristais tem, nos últimos anos, emergido como uma disciplina focada na síntese seletiva de novas fases sólidas com estequiometria, empacotamento, morfologia e propriedades físicas (e.g. solubilidade) direcionadas para aplicações específicas. Um dos problemas centrais em indústrias como a farmacêutica ou a agroquímica, é o facto de muitos dos compostos orgânicos que são desenvolvidos serem demasiado insolúveis em meios aquosos para poderem cumprir adequadamente o fim a que se destinam. Uma das técnicas mais promissoras para melhorar a solubilidade de compostos orgânicos consiste na síntese de cristais multicomponentes (cristais contendo duas ou mais moléculas diferentes na rede cristalina). Durante o desenvolvimento deste tipo de materiais é essencial avaliar a sua estabilidade relativamente aos seus componentes sólidos puros, para garantir que não se decompõem durante o período de armazenamento. A entalpia da reação (A:B )(cr) A(cr) B(cr) b → + b , que reflete a diferença de energia de rede entre o co-cristal e seus precursores A e B, é um parâmetro importante para esta avaliação. Uma forma simples de o determinar é através da medição de entalpias de dissolução. O presente trabalho teve por objetivo utilizar esse tipo de medidas para avaliar a influência da estequiometria na estabilidade (entálpica) relativa de cristais multicomponentes constituídos por precursores com interesse farmacêutico. Para o efeito, foi desenvolvida uma célula calorimétrica adaptável a um calorímetro LKB 2277 Thermal Activity Monitor que permite trabalhar com quantidades de amostra <20 mg. A nova célula foi testada em termos de qualidade e sensibilidade do sinal calorimétrico. A precisão e exatidão das determinações foram avaliadas usando como reação padrão a dissolução de cloreto de potássio em água desionizada. Foi ainda usada como teste a determinação da diferença entálpica entre as formas polimórficas I e II da 4’-hidroxiacetofenona (HAP), o trs m  → H (II I) , com base em medidas de entalpia de dissolução em DMSO. Todos estes ensaios foram realizados a 298,15K. Os testes de dissolução de cloreto de potássio permitiram obter uma entalpia de dissolução molar padrão de o sln m H =17,40±0,06kJ·mol -1 , em excelente acordo com o valor calculado a partir de dados retirados das Tabelas NBS, o sln m H =17,40±0,11kJ·mol-1 . O estudo da dissolução dos polimorfos da HAP conduziu a o trs m  → H (II I) =0,48±0,10kJ∙mol-1 , também em excelente acordo com a literatura, o trs m  → H (II I) =0,49±0,13kJ∙mol-1. A nova célula foi testada em termos de qualidade e sensibilidade do sinal calorimétrico. A precisão e exatidão das determinações foram avaliadas usando como reação padrão a dissolução de cloreto de potássio em água desionizada. Foi ainda usada como teste a determinação da diferença entálpica entre as formas polimórficas I e II da 4’-hidroxiacetofenona (HAP), o trs m  → H (II I) , com base em medidas de entalpia de dissolução em DMSO. Todos estes ensaios foram realizados a 298,15K. Os testes de dissolução de cloreto de potássio permitiram obter uma entalpia de dissolução molar padrão de o sln m H =17,40±0,06kJ·mol -1 , em excelente acordo com o valor calculado a partir de dados retirados das Tabelas NBS, o sln m H =17,40±0,11kJ·mol-1 . O estudo da dissolução dos polimorfos da HAP conduziu a o trs m  → H (II I) =0,48±0,10kJ∙mol-1 , também em excelente acordo com a literatura, o trs m  → H (II I) =0,49±0,13kJ∙mol-1,  H (MA:LPhe ) =447,3±7,4kJ·mol-1 , o Lat m  H (MA:DLPhe) =278,2±4,3kJ·mol-1 e o Lat m 2  H (MA:DLPhe ) =447,1±7,4kJ·mol-1 . Neste caso é interessante notar que as diferenças de entalpia de rede entre os pares de estequiometria 1:1 e 1:2 são aproximadamente iguais à entalpia de sublimação do precursor responsável pela diferença de estequiometria: o Lat m 2  − H (MA:Phe ) o o Lat m sub m   H H (MA:Phe) (Phe).

Year

2025-10-28T12:15:53Z

Creators

Feliciano, Inês de Oliveira

Transparent Governments, Social Innovation, and Their Role in Achieving the SDGs

In the late 1990s, research on transparency, accountability and corruption in the context of public sector emerged. This research was motivated by heavy criticism concerning the presuppositions of the New Public Management (NPM) and traditional theories of public administration (Pedersen, Sehested, & Sørensen 2010) and offered a new perspective. According to this new paradigm, interactive collaboration between state, market, and society, was vital. Consequently, the importance of accountability, transparency, open government, and the democratic rule of law should be reinforced (Lyrio, Lunkes & Taliani 2018). The concept of transparency itself is an old concept. It started being discussed back in the French Revolution, and it was built from an idea of representative democracy, culminating in an idea of participatory democracy. What was emphasised was the importance of the relationship between the government and society (Meijer 2015).

Year

2025-10-28T12:16:48Z

Creators

Soeiro, Diana

Early release from prison in time of COVID-19: Determinants of unfavourable decisions towards Black prisoners

On the onset of the COVID-19 pandemic, the overcrowding in prisons led to efforts to decarcerate in order to prevent and control outbreaks in prisons. This study analyses how public support for such exceptional measures are determined by cognitive and ideological factors known to create and maintain racial biases in the criminal system. Participants were asked to express their level of agreement with the early-release of hypothetical prisoners. Results showed participants to be less favourable to the early-release of Black compared to White prisoners, when they had committed a stereotypically Black crime. As expected, the congruency between the crime stereotypicality and the colour of the prisoner's skin did not emerge for White prisoners. Moreover, the difference between the agreement with the release of the Black vs. the White prisoner when both committed a stereotypically Black crime was higher as the level of endorsement of Meritocracy increased. Contrastingly, Anti-egalitarianism only predicted an overall disagreement with prisoners' early-release. This paper highlights the cumulative explanation by different levels of analysis of this current problem and implications for the development of the public opinion on penal subjects.

Year

2025-10-28T12:15:53Z

Creators

Miranda, Mariana P. Costa-Lopes, Rui Freitas, Gonçalo Carvalho, Catarina L.

Educação

No summary/description provided

Year

2025-10-28T12:11:16Z

Creators

Novoa, Antonio Ó, Jorge Ramos do