Repositório RCAAP
Qualidade de vida de pessoas vivendo com HIV / AIDS no Norte de Minas Gerais e seus determinantes
A transformação do HIV/AIDS em doença crônica produziu indagações sobre a qualidade de vida das pessoas vivendo com essa doença. Neste estudo analisou-se a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV/AIDS na região Norte do estado de Minas Gerais, Brasil. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e analítico em que foram avaliados 226 indivíduos vivendo com HIV/AIDS com idade acima de 18 anos, residentes principalmente em 52 municípios da mesorregião Norte de Minas Gerais, em tratamento em dois Serviços de Assistência Especializada em HIV/AIDS e assistidos entre maio de 2013 e maio de 2014. Foram usados os seguintes instrumentos de coleta de dados: questionário sociodemográfico, questionário clínico, Mini Exame do Estado Mental, Inventário de Depressão de Beck, CAGE e o questionário específico para avaliar qualidade de vida proposto pela Organização Mundial de Saúde o WHOQOL-HIV Bref. Nessa população 51,8% são do sexo masculino, a idade mínima foi 19 anos, a máxima de 73 e média de 44 anos. São analfabetos 16,4%, 35,4% têm apenas o primário, 16,4% completaram o ensino fundamental, 25,7% têm o ensino médio e apenas 6,2% têm curso superior. Em relação à renda individual 56,3% ganham até um salário mínimo e 20,9% ganham entre 1,1 e 2 salários mínimos, 11,7 recebem entre 2,1 e 3 salários e 11,2% tem remuneração superior a 3 salários mínimos; de acordo com a classificação econômica 8,0% pertencem à classe B, 54,9% à classe C e 37,2% estão na classe D e não houve nenhum paciente da classe A neste estudo. O uso de medicação antirretroviral foi confirmado para 89,8% dos pacientes, 7,1% apresentaram contagem de linfócitos T CD4+ abaixo de 200 cels/mm3 37,2% entre 201 e 500 e 55,8% acima de 500cels/mm3. A qualidade de vida foi auto avaliada como boa ou muito boa por 65% dos entrevistados. A avaliação realizada com o uso do WHOQOL-HIV Bref demonstrou que, no geral, a qualidade de vida dessa população encontra-se num nível intermediário, com os maiores escores encontrados no domínio espiritualidade e os menores no domínio meio ambiente. Os sintomas depressivos impactaram a qualidade de vida em todos os domínios: físico OR=11,3, psicológico OR=12,4, nível de independência OR=7,2, relações sociais OR=4,1, meio ambiente OR=5,7, espiritualidade OR=5,3, e na qualidade de vida geral OR=3,0 todos com IC95% e p <0,001. Os sintomas de depressão estiveram presentes em 43,3% desses pacientes. Variáveis sociodemográficas como sexo feminino, não ter emprego, baixa renda individual, pertencer a classes econômicas mais baixas e variáveis clínicas como febre, sudorese, dor nas articulações e pneumonia também estiveram associados à pior qualidade de vida dessas pessoas. Conclui-se que de modo geral a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV/AIDS na região Norte do estado de Minas Gerais, apresenta-se num nível intermediário, ou seja, é boa. Todavia, os resultados demonstraram que os sintomas de depressão estão fortemente associados à pior qualidade de vida dessa população e com impacto muito maior que as variáveis sociodemográficas e clínicas.
Efetividade do tratamento antirretroviral em 48 semanas de acompanhamento em serviço de referência para pessoas vivendo com HIV/AIDS, Belo Horizonte, Minas Gerais 2010 a 2013
Introdução: A epidemia pelo HIV representa um grande problema de saúde pública mundial e um desafio a ser vencido. O diagnóstico tardio, situação frequentemente relatada na literatura em diversos países, gera implicações negativas para o indivíduo e a sociedade. A introdução da TARV transformou uma doença de alta letalidade em um processo crônico, de manejo clínico mais fácil e possibilitou aumento da sobrevida e qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA). Existem poucos dados brasileiros sobre a efetividade do primeiro esquema ARV o que justifica o desenvolvimento do presente estudo. Objetivos: Descrever as características clinico-epidemiológicas da população em estudo, sua resposta imunológica e virológica ao tratamento; analisar a efetividade do primeiro esquema ARV em 48 semanas de inicio da TARV. Metodologia: Trata-se de estudo de coorte conduzido para avaliar a efetividade do primeiro esquema antirretroviral em pacientes adultos iniciando TARV no Serviço de Referência em Doenças Infecto-parasitárias (CTR/DIP) Orestes Diniz entre outubro de 2010 e janeiro de 2013. O projeto foi aprovado pelo COEP-UFMG nº. ETIC 0251.0.203.000-11. Resultados: Foram incluídos 191 pacientes com predominância do sexo masculino, raça parda, idade média de 37,5 anos e com 8 a 11 anos de estudo. Quanto às sorologias para hepatites virais disponíveis, 2,4% eram HbsAg positivo e 4,6% apresentavam sorologia positiva para Hepatite C. A mediana inicial de CD4 foi baixa (275 céls/mL) e 11,7% apresentavam CV inicial maior 100.000 cópias/mL. O esquema ARV mais utilizado foi AZT/3TC e EFZ (49,7%). Os regimes contendo IP representaram apenas 17,7%. A taxa de efetividade medida através da CV< 50 cópias/mL foi 91,4% no período de tempo estudado. Discussão: Os dados sócio-demográficos encontrados foram semelhantes aos descritos pelo MS e os ARV prescritos seguiram as recomendações vigentes na época. Percebe-se inicio tardio dos ARV com boa resposta terapêutica. Conclusão: Apesar do inicio tardio da TARV as respostas imunológica e virológica foram superiores às estimadas demonstrando uma maior efetividade em relação a outros estudos.
Associação entre o lúpus eritematoso sistêmico e a periodontite crônica
Introdução: Vias imunológicas e fatores genéticos predisponentes comuns à doença periodontal e ao lúpus eritematoso sistêmico (LES) vêm sendo descritos. Estudos que avaliaram as associações clínicas e laboratoriais entre a periodontite e o LES, e as influências do tratamento de uma doença sobre as manifestações da outra apresentaram resultados conflitantes. Objetivo: Comparar a frequência e a gravidade da periodontite crônica em pacientes com LES com indivíduos sem doença reumática e estudar a relação dos parâmetros de avaliação periodontal com características clínicas, laboratoriais e terapêuticas dos pacientes com LES. Pacientes e métodos: Setenta e cinco pacientes adultos com LES, adultos, foram comparados com 75 indivíduos sem doenças reumáticas (grupo controle), pareados por idade, escolaridade e renda. A atividade do LES foi avaliada pelo Systemic Lupus Erythematosus Disease Activity Index 2000 (SLEDAI 2K) e a presença de dano pelo LES foi avaliada pelo Systemic Lupus International Collaborating Clinics/American College of Rheumatology Damage Index for Systemic Lupus Erythematosus (SLICC/ACR). A avaliação odontológica incluiu a medida do índice de placa e de parâmetros usados na avaliação da doença periodontal (profundidade de sondagem, nível de inserção clínica e percentual de sítios gengivais sangrantes). Foram realizadas sialometrias em repouso e estimulada durante cinco minutos e coletas de amostras de sangue e saliva. Resultados: Cinquenta e um (68%) pacientes com LES apresentaram periodontite, comparado com 42 (56%) indivíduos do grupo controle (p= 0,13). Considerando os 93 indivíduos com periodontite, aqueles com LES eram mais jovens que os indivíduos do grupo controle (40,7 ± 9,8 versus 46,14 ± 12,5 anos, p = 0,02). Os parâmetros periodontais avaliados e a gravidade da periodontite foram semelhantes entre os pacientes com LES e controles saudáveis. Os pacientes com LES e periodontite apresentaram maior idade, menor escolaridade, maior tempo de doença, maior dose acumulada de corticosteroides e menor sialometria estimulada comparados com os pacientes com LES sem periodontite. Os pacientes com LES muito ativo (SLEDAI 2 K 6) não apresentaram condição periodontal diferente dos pacientes com menor atividade ou inativos. No grupo de pacientes com LES, a profundidade de sondagem e o nível de inserção clínico apresentaram correlações significativas com idade, escolaridade, tempo de doença e dose acumulada de corticosteroides. O nível de inserção clínico apresentou também significativa correlação com o SLICC/ACR. Na análise multivariada a idade foi independentemente associada com a presença de periodontite nos pacientes com LES. Conclusões: A frequência e a gravidade da periodontite crônica foram semelhantes entre os pacientes com LES e indivíduos do grupo controle, porém os pacientes com LES apresentam esta condição em uma faixa etária mais jovem. Os parâmetros periodontais apresentaram correlação com tempo de doença, dose acumulada de corticosteroide e SLICC/ACR, sugerindo que a periodontite crônica pode associar-se a maior risco de dano pelo LES.
Avaliação do nível sérico de interleucina-3 como marcador prognóstico na sepse
Estudo recente demonstrou que a interleucina 3 (IL-3) exerce papel relevante na fisiopatologia da sepse e que níveis elevados dessa citocina predizem pior prognóstico. O objetivo do presente estudo foi o de avaliar o papel prognóstico da IL-3 em pacientes com sepse internados em terapia intensiva, considerando a mortalidade hospitalar como desfecho primário. Foi conduzida uma coorte ambispectiva no Centro de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Pacientes adultos com sepse ou choque séptico iniciados em até 48 horas foram incluídos e acompanhados até alta hospitalar ou óbito. Níveis de IL-3 foram dosados no soro coletado nos dias 1, 3 e 7 a partir da inclusão, sendo em seguida testada a associação desses níveis com variáveis clínicas e laboratoriais. Adicionalmente avaliaram-se os níveis circulantes de citocinas pró e anti-inflamatórias (perfil de resposta Th1, Th2 e Th17) mensurados à inclusão destes pacientes. 120 pacientes foram incluídos de outubro/2012 a janeiro/2016, sendo 20 (17%) com sepse e 100 (83%) com choque séptico. A idade média da população foi de 55 (± 18) anos, e 68 (57%) dos pacientes eram do sexo masculino. As medianas dos escores Apache II e SOFA à inclusão foram 17 (Q1-Q3:12-22) e 8 (Q1-Q3:6-11) pontos, respectivamente. A mortalidade observada aos 28 dias, na UTI (unidade de terapia intensiva) e no hospital foi de 24%, 22,5% e 34%, respectivamente. Os níveis séricos de IL-3 mensurados à inclusão mostraram-se significativamente mais elevados entre os pacientes que faleceram quando comparados aos pacientes que sobreviveram à internação hospitalar (91,2 pg/ml vs 36,0 pg/ml, p=0,024). Valores iniciais de IL-3 acima de 127,5 pg/ml mostraram-se significativamente associados a mortalidade hospitalar (p=0,019; OR= 2,97; IC 95% 1,27 - 6,97). Tal associação se manteve em análise multivariada (p=0,01) ajustada para o APACHE II e PCR. Em modelo de sobrevivência de Cox incluindo a idade do paciente e os valores sequenciais de SOFA, os níveis de IL-3 mensurados à inclusão mantiveram-se independentemente associados a mortalidade hospitalar (p=0,005). Os níveis das citocinas IL-6 e IL-10 mensurados no dia 1 também se mostraram significativamente mais elevados nos pacientes que faleceram na internação. Em conclusão, níveis séricos de IL-3 obtidos no momento da admissão do paciente séptico em terapia intensiva mostraram-se independentemente associados à mortalidade hospitalar, mesmo após ajustes para idade, APACHE II e SOFA.
Cardiomiopatia dilatada após apresentação inicial de insuficiência cardíaca descompensada em crianças e adolescentes: proposta terapêutica, fatores prognósticos e estratificação de risco
Introdução: a cardiomiopatia dilatada (CMD) é a causa mais comum de cardiomiopatias na infância e a insuficiência cardíaca (IC) é a principal apresentação. Crianças com quadro inicial de IC descompensada têm mais riscos de óbito ou transplante cardíaco. Escores para avaliar a probabilidade de evolução desfavorável possibilitam o encaminhamento precoce para centros especializados. Objetivos: avaliar os fatores clínicos e de exames complementares associados ao evento final (óbito ou transplante cardíaco), em crianças e adolescentes com apresentação inicial de CMD por IC descompensada, e desenvolver escore para estratificação do risco. Métodos: estudo observacional, longitudinal, incluindo pacientes em tratamento desde 1999 e, prospectivamente, os admitidos de janeiro de 2010 a dezembro de 2015. Foram incluídos pacientes de zero a 18 anos de idade, após alta da unidade de terapia intensiva com diagnóstico de CMD e IC em classe funcional III ou IV (New York Heart Association - NYHA). Foram excluídos pacientes com cardiopatias congênitas, hipertensão pulmonar ou disfunção miocárdica causada por sepse, arritmias primárias, neuromiopatias, valvopatias ou isquemias. Após seis meses do tratamento completo realizou-se nova avaliação (clínica, laboratorial e dopplerecocardiográfica), que foi relacionada ao evento final. A probabilidade de ocorrência do evento foi estimada de acordo com a pontuação no escore proposto. Análise estatística: utilizou-se o programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS) versão 14.0. Os resultados foram expressos em números e proporção ou medidas de tendência central e de dispersão. O teste de Mann-Whitney e qui-quadrado ou de Fisher foram utilizados para comparar as diferenças das variáveis contínuas e categóricas, respectivamente. Foi utilizada a curva Receiver Operating Characteristic (ROC) para avaliar a sensibilidade e especificidade de variáveis com significância estatística e a curva de Kaplan-Meier para análise da sobrevida livre de eventos. Fixou-se em valor p 0,05 o nível de rejeição da hipótese de nulidade. Resultados: incluíram-se 57 pacientes acompanhados por seis meses a 18,3 anos e com idade média à apresentação de 48 meses. A causa da CMD foi identificada em 79%. Houve melhora clínica em 30 pacientes (52,6%) e 16 (28,1%) evoluíram para óbito ou transplante. As taxas de sobrevivência livre de eventos foram 94,7%, 76,2%, 54,0%, respectivamente, em um, cinco e 10 anos. Não houve diferenças na sobrevivência quanto a etiologia, sexo ou idade. À análise multivariada os fatores prognósticos independentes foram o índice de massa corporal, a classificação na escala de Ross e o aumento de bilirrubinas. O escore desenvolvido foi relacionado a faixas de risco, sendo elevado quando maior ou igual a 15 (área sob a curva 94%, p<0,001, intervalo de confiança 95% 0,89-0,99). Curvas de sobrevida para as faixas de riscos foram diferentes em relação ao evento final (p<0,0001). Conclusão: pacientes com risco elevado devem ter a terapêutica otimizada rapidamente e, na falência de resposta ao tratamento, devem ser encaminhados para avaliação de transplante.
Plano de ação para a prevenção e controle do tabagismo na USF Santo Antônio do Cruzeiro no Município de Nepomuceno/MG
O tabagismo é uma doença crônica endêmica que tem relação estreita com diversos agravos em saúde, como hipertensão, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença vascular periférica, eventos tromboembolíticos e os cânceres de vias aéreas e trato digestivo. Acarreta redução na expectativa e qualidade de vida dos usuários, além de gerar gastos financeiros a eles e aos governos. É causa de dependência física, psicológica e comportamental, devido à nicotina. Esse trabalho propõe um plano de ação, desenvolvido após a realização de um diagnóstico situacional pelo método da Estimativa Rápida, seguindo o método Planejamento Estratégico Situacional, para auxiliar na cessação do tabagismo nos pacientes interessados, além de ações para contribuir com a prevenção desse hábito nos não-fumantes, principalmente nas crianças e adolescentes. Para a base teórica do projeto, foi feita uma revisão na literatura a partir de consulta em dados e publicações científicas da Scientific Electronic Library On-Line (SciELO) e PubMed, além de pesquisa em sites do Ministério da Saúde, INCA e OMS. O enfrentamento desse problema está focado na terapia comportamental cognitiva dos grupos operativos, com auxílio de equipe multiprofissional e terapia farmacológica, além de atividades socioeducativas para a população geral. As medidas de controle e prevenção do tabagismo são importantes devido ao elevado custo com morbidade e mortalidade que esse hábito gera para os países. A avaliação do grau de dependência da nicotina é necessária para a indicação do tratamento farmacológico direcionado. Os grupos operativos e as ações educativas são ferramentas que podem auxiliar no controle e prevenção do tabagismo em uma população.
Intervenção educativa sobre fatores de risco para doenças Cardiovasculares
As doenças cardiovasculares são patologias que alteram o funcionamento do sistema circulatório. No Brasil, as doenças cardiovasculares representam a principal causa de mortalidade. Este trabalho tem como objetivo elaborar um projeto de intervenção para diminuir os fatores de risco para doenças cardiovasculares da população acompanhada no Programa Saúde da Família Santa Rosa, no município de Divinópolis. Para elaboração do plano de intervenção foi utilizado o Método do Planejamento Estratégico Situacional. Foi realizada pesquisa bibliográfica nas bases de dados informatizadas com os descritores: doenças cardiovasculares, fatores de risco e promoção da saúde. Acredita-se que o plano de intervenção proposto poderá direcionar a equipe de profissionais no atendimento à população visando melhorar o conhecimento desses pacientes em relação às doenças cardiovasculares, adoção de estilos de vida saudáveis e melhorias da qualidade de vida
Plano de intervenção para elevada prevalência da Hipertensão arterial sistêmica em idosos do PSF Santo Antônio do Município Cambuí MG
A Hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença crônica de elevada prevalência na população brasileira e com baixa taxa de adesão ao tratamento. É uma síndrome que se caracteriza pelo aumento dos níveis pressóricos, tanto sistólicos quanto diastólicos atingindo 10 a 20 % da população adulta e aparecendo como causa direta ou indireta de elevados números de óbitos. A hipertensão arterial é considerada um dos principais fatores de riscos para doenças cardiovasculares com elevados índice de óbitos na população adulta. A equipe de saúde da família escolheu a alta prevalência de hipertensão arterial sistêmica em idosos como problema prioritário da área de abrangência por ter constatado um subdiagnóstico dessa doença crônica, pelo baixo nível de informação sobre a doença na população, baixa adesão ao tratamento e pela importância desse problema para a saúde pública. Este trabalho teve como objetivo elaborar um plano de intervenção para diminuir a alta prevalência de hipertensão arterial e adesão ao tratamento em idosos do posto de saúde da família Santo Antônio do município de Cambuí- Minas Gerais. Após realizar o diagnóstico situacional e conhecer o território estudado, através do método da Estimativa Rápida, incluindo os principais problemas enfrentados em nossa área, foram planejadas intervenções para garantir a melhoria no atendimento de pacientes com HAS. Também fez pesquisa bibliográfica da base de dados do NESCON de manuais, revistas, diretrizes, livros de texto, materiais oferecidos no curso de especialização na atenção básica disponibilizados no programa agora, revista na biblioteca virtual em saúde, em SciELO, LILACS, dados oferecidos da unidade de saúde e secretaria municipal de saúde de Cambuí. O plano de ação foi elaborado seguindo o método do Planejamento Estratégico Situacional (PES) com a finalidade de ajudar a equipe a melhorar seu desempenho no atendimento junto aos usuários. Isto será possível através de ações como diagnosticar precocemente e cadastrar os hipertensos, modificar hábitos e estilos de vida, manter a população bem informada sobre o assunto e estratificar o risco cardiovascular de todos os pacientes hipertensos
Plano de ações de saúde para diminuir a incidência de hipertensão arterial no PSF São Roque 2 Divinópolis,MG,Brasil
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) incluem uma serie de patologias, dentre elas a Hipertensão Arterial Sistêmica e representam uma ameaça para a saúde em todas as nações. O Brasil não esta fora dessa realidade. O objetivo desse trabalho é elaborar um plano de intervenção para diminuir os fatores de risco da hipertensão arterial sistêmica, assim como a incidência na população maior de 18 anos atendida pela equipe de saúde do Programa de Saúde da Família São Roque 2, em Divinópolis ,Minas gerais . A proposta de intervenção é educativa com a finalidade de realizar um conjunto de ações sistematizadas para capacitação, acompanhamento e avaliação das pessoas maiores de 18 anos com hipertensão arterial. O trabalho com educação em saúde evita possiveis complicaçoes futuras mantendo ou ate melhorando a qualidade de vida de destes individuos. Foram abordadas três etapas: diagnóstico situacional, revisão de literatura e elaboração do plano de intervenção. Acredita-se que a proposta elaborada representará uma possibilidade de melhoria da qualidade de vida da população assistida
Proposta de intervenção para reduzir o índice de Hipertensão arterial sistêmica na área de abrangência da Equipe de Saúde Santa Lúcia em Divinópolis - Minas Gerais
A hipertensão arterial sistêmica é uma das doenças mais prevalentes no mundo necessitando, para seu controle, de tratamento farmacológico e não farmacológico. No Brasil representa um dos principais problemas de saúde pública devido à sua alta prevalência e baixa adesão das pessoas ao tratamento, apesar de seus fatores de risco ser modificáveis. Suas complicações mais frequentes incluem: acidente vascular encefálico, doenças cardiovasculares e insuficiência renal crônica, gerando impactos socioeconômicos. Este estudo tem como objetivo elaborar um plano de intervenção com vistas a melhorar o controle da Hipertensão Arterial Sistêmica e suas complicações na área de abrangência da equipe de saúde Santa Lúcia em Divinópolis - Minas Gerais. Foram realizados o diagnóstico situacional e uma revisão de literatura sobre o tema para subsidiar a elaboração do projeto de intervenção. A partir da identificação das causas da alta incidência de hipertensão arterial sistêmica não controlada na comunidade, foram planejadas as ações para enfrentar o problema. Espera-se que este projeto de intervenção possa ser implantado e assim ocorra uma redução da incidência da hipertensão arterial sistêmica e suas complicações na área de abrangência da equipe, contribuindo assim para uma melhor qualidade de vida das pessoas
Adesão ao tratamento da Hipertensão arterial por idosos da ESF São Vicente
A Hipertensão Arterial Sistémica é um problema de saúde pública cujo controle, de forma continuada, visa prevenção de alterações irreversíveis no organismo e relacionadas a morbimortalidade cardiovascular. O controle da Hipertensão Arterial está diretamente relacionado ao grau de adesão do paciente ao regime terapêutico, seja ele medicamentoso ou não. A área de abrangência da ESF São Vicente, dentre seus principais problemas de saúde, possui como destaque a Hipertensão Arterial e a adesão ao tratamento da mesma principalmente na população idosa pelo seu predomínio. Portanto, o estudo tem por objetivo elaborar um projeto de intervenção para aumentar a adesão ao tratamento de pacientes idosos hipertensos. Para o desenvolvimento do Plano de Intervenção será utilizado o Método do Planejamento Estratégico Situacional PES. Portanto, foram realizadas entrevistas individuais semanais, com os pacientes portadores de HAS, abordando questões relativas às características sóciodemográficas, clínicas, cumprimento do tratamento não farmacológico e farmacológico e elementos intervenientes na sua adesão terapêutica. As ações de intervenção consistiram em práticas de educação em saúde com os usuários, a família e os profissionais por meio de palestras, oficinas temáticas, consultas educativas, criação de espaços para discussão de dúvidas e realização de consulta interdisciplinar com auxilio da psicologia, fisioterapia e educação física. Não obstante, os resultados obtidos através da implantação de programas efetivos de educação em hipertensão com estímulo ao autocuidado e as modificações do estilo de vida são notadamente positivos, sobrepondo os custos relacionados à sua implementação. Os resultados de este projeto apontam que é necessária uma constante e criteriosa avaliação dos determinantes da adesão e não da adesão do tratamento do paciente envelhecido, de forma a estabelecer estratégias para reduzir ou eliminar a não adesão e proporcionar promoção à saúde, longevidade a essa população com qualidade de vida
Elaboração de um plano de intervenção para redução de hipertensos na população do município de Santa Maria do Salto, Minas Gerais
A hipertensão arterial sistêmica é classificada como uma doença crônica, de natureza multifatorial e é fator de risco para outras doenças, como as cardiovasculares. É uma doença de alta prevalência, considerada um problema de saúde pública de âmbito mundial devido ao seu risco e dificuldade de controle. É considerada a principal causa de morte no Brasil segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão. A equipe do Programa de Saúde da Família do município de Santa Maria do Salto no Estado de Minas Gerais utilizou o método de Planejamento Estratégico Situacional para levantar os problemas da comunidade e eleger o problema prioritário para intervenção. A partir do conhecimento das consequências da hipertensão na saúde da população do município, o tema escolhido foi a alta incidência de hipertensos no município. Foi elaborado um plano de intervenção com o objetivo de reduzir o número de pacientes hipertensos no município. Na revisão bibliográfica para o tema deste trabalho foram utilizados livros, artigos e publicações de agências governamentais como Ministério de Saúde, além dos módulos de Planejamento e Avaliação das Ações em Saúde e Iniciação à Metodologia Cientifica do curso de Especialização em Estratégia Saúde da Família. A Proposta de Intervenção busca modificar hábitos e estilos de vida, aumentar o nível de conhecimento da população sobre a doença e suas complicações, corrigir os tratamentos farmacológicos inadequados, melhorar a organização dos serviços para atendimento a pacientes hipertensos com qualidade, melhorar a abordagem da equipe em relação aos pacientes hipertensos e finalmente lograr a redução do número de pacientes hipertensos no município de Santa Maria do Salto, com uma melhoria da qualidade de vida sem deterioração das suas condições e uma redução dos custos monetários para o indivíduo, família, sociedade e o sistema de saúde
Controle da utilização de benzodiazepínicos na Unidade de Saúde Tia Lita em Santa Luzia Minas Gerais: um plano de intervenção: um plano de intervenção
Santa Luzia é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, que possui 205.666 habitantes de acordo com a estimativa de 2012, pertencendo à Região Metropolitana de Belo Horizonte. A Unidade Básica de Saúde Tia Lita, onde atuo profissionalmente, fica na área urbana e foi inaugurada no dia 11 de novembro de 2010. Nossa Equipe de Saúde atende, aproximadamente, 12 mil pacientes, sendo este um dos fatores dificultadores do processo de trabalho. A maior parte dos pacientes apresenta Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes Mellitus e o uso indiscriminado de Benzodiazepínicos. Assim, este estudo objetivou elaborar um plano de intervenção para reorganização e prescrição e utilização de benzodiazepínicos na Unidade Básica de Saúde da família Tia Lita, em Santa Luzia Minas Gerais. Para o desenvolvimento do Plano de Intervenção foi utilizado o Método do Planejamento Estratégico Situacional e pesquisa na Biblioteca Virtual em Saúde, na base de dados da SciELO e da PUBMED, além da Biblioteca Virtual da Universidade Federal de Minas Gerais a partir dos descritores: benzodiazepínicos, adesão, autocuidado e Atenção Primária à Saúde. Espera-se com a implantação do plano de intervenção alcançar os seguintes resultados: diminuir o consumo de benzodiazepinas pelos usuários, participação das famílias no cuidado e atenção aos pacientes em tratamento, aumentar o nível de conhecimento sobre o uso dos Benzodiazepínicos na equipe multidisciplinar
Plano de ação para redução do número de idosos obesos e com sobrepeso na esf bem viver no município de virgem da lapa
Após diagnóstico situacional da área de abrangência da Estratégia Saúde da Família Bem Viverno município de Virgem da Lapa observou-se elevado número de idosos com sobrepeso e obesidade. Sendo assim, este estudo teve como objetivo elaborar um plano de ação para reduzir o número de idosos obesos e com sobrepeso na Estratégia Saúde da Família Bem Viver. A metodologia foi executada em três etapas: realização do diagnóstico situacional; revisão de literatura e desenvolvimento de um plano de ação. Neste estudo foram selecionados os seguintes nós críticos: alimentação não adequada; inatividade física; falta de informação sobre obesidade, alimentação saudável e exercícios físicos. Baseado nesses nós críticos foram propostas as seguintes ações de enfrentamento: criação dos projetos Alimentar para viver para incentivar as pessoas a adotarem uma alimentação saudável e reduzirem o peso corporal; Vida ativa para incentivar a participação e adesão dos idosos nas práticas de atividade física; Grupo da melhor idade para informar as pessoas sobre assuntos pertinentes à saúde e hábitos saudáveis. Acredita-se que este plano de ação possa servir de direcionamento para o processo de trabalho dos profissionais da saúde e também como ponto de partida para que os idosos adotem hábitos saudáveis de vida
Intervenções sobre o não aleitamento materno exclusivo em crianças menores de seis meses no PSF III, Carmo do Cajuru, Minas Gerais
Carmo do Cajuru possui pouco mais de 20.000 habitantes e vive principalmente da indústria moveleira e da produção de ração e granja. O município conta com 100% da população coberta pela Estratégia de Saúde da Família. Ao todo são seis equipes atuando no município, com uma cobertura não inferior a 80% da população adscrita. A equipe PSFIII engloba os bairros Alvorada e Bonfim, que são mais periféricos na cidade, principalmente o primeiro, considerado, um dos bairros mais pobres e violentos da localidade. Esses bairros quase não apresentam uma infraestrutura de esporte e lazer. Exceto pela quadra, não há outro local para a prática de esportes nesses bairros. Assim como em outras unidades básicas de saúde no Brasil, a equipe PSFIII de Carmo do Cajuru também possui vários problemas na sua comunidade adscrita. Um dos problemas que salta aos olhos, além dos problemas sociais citados anteriormente e o abuso de psicotrópicos, não adesão ao tratamento de diabetes e hipertensão, uso e abuso de álcool e outras drogas, ente outros, é a questão do aleitamento materno exclusivo. A maioria das mães deixa de alimentar seu filho com seu próprio leite muito precocemente. Por isso, este trabalho tem por objetivo elaborar uma proposta de intervenção com vistas a melhorar a adesão ao aleitamento materno na área de abrangência do PSF III, no município de Carmo do Cajuru
Proposta de intervenções para a redução do sedentarismo entre os idosos na Equipe Luar da Pampulha em Ribeirão das Neves MG
O envelhecimento populacional representa um grande desafio para a comunidade científica e para a sociedade em geral. Nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, o impacto gerado pelas mudanças no perfil demográfico da população tem favorecido a implementação de políticas públicas, mesmo que de forma incipiente, voltadas para a valorização e a proteção do idoso. Por sua vez, as doenças crônicas avançam consideravelmente interferindo na qualidade de vida dessa população e na dinâmica dos gastos com a recuperação da saúde. O sedentarismo representa um dos fatores de risco geradores dessa situação. Este estudo tem o objetivo de elaborar um plano de ação para estimular os moradores da área de abrangência da Unidade Básica de Saúde Luar da Pampulha, em Ribeirão das Neves, Minas Gerais, a reduzir o sedentarismo com práticas de atividades físicas simples e acessíveis aos idosos. O percurso trilhado até a escolha deste tema teve inicio com o diagnóstico situacional da área de abrangência que identificou a falta de atividade física entre os idosos como um grande problema de saúde. Em seguida foram selecionados os nós críticos e estabelecidas as intervenções a serem realizadas pelos profissionais do Centro de Saúde. O referencial teórico utilizou artigos e publicações disponibilizadas em órgão oficiais que tratam sobre o tema
Intervenção sobre a Hipertensão arterial e risco cardiovascular na Equipe de Saúde da Família Ermida I município Divinópolis - Minas Gerais
A Equipe de Saúde da Família Ermida 1 em Divinópolis /MG presta serviços em saúde a portadores de HAS adscritos ao território da equipe. Para reduzir o elevado índice de hipertensos, elaborou-se uma proposta de intervenção, estimulando a redução dos fatores de risco modificáveis. Este trabalho foi proposto após a realização da análise situacional e pelo levantamento dos principais problemas de saúde existentes no território. A partir de então, foram planejadas ações em saúde, utilizando o método de Planejamento Estratégico Situacional (PES) e com as informações coletadas nos registros da equipe, consulta médica e contato com pacientes durante as visitas domiciliares e fichas A. O método da Estimativa Rápida Participativa proporcionou conhecer as condições de vida da população do território da equipe Ermida 1, suas características, meio ambiente onde vivem e da maneira e a forma como se distribui no território. Os nós críticos identificados foram: O Processo de trabalho da equipe de saúde inadequado para assistir os hipertensos; Níveis de informação da população hipertensa sobre o problema; Costumes, hábitos e estilos de vida da população; Exposição dos hipertensos a determinados fatores de risco modificáveis. A realização desta intervenção necessita da participação da equipe multidisciplinar. Para melhor acompanhamento através do aumento quantitativo e qualitativo das consultas médica e de enfermagem, assistência farmacêutica e nutricional capazes de contribuir com a melhoria dos níveis pressóricos melhorando a qualidade de vida dos hipertensos
Um plano de ação para o controle da Hipertensão arterial, na Estratégia Saúde da Família Ermida II, Divinópolis/MG
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é hoje uma epidemia dentro das doenças crônicas, atingindo populações no mundo inteiro com uma frequência muito alta. A hipertensão arterial sistêmica e suas complicações reduzem a qualidade de vida dos afetados, pois as pessoas que possuem essa doença, com pouco ou nenhum controle, tem risco maior de cardiopatia isquêmica, retinopatia hipertensiva, acidentes vasculares encefálicos (AVC), de insuficiência cardíaca, insuficiência renal crônica, aneurismas e, da até pouco conhecida, insuficiência arterial crônica. Na Estratégia de Saúde da Família Ermida II foram diagnosticados altos índices de hipertensos descontrolados evoluindo para as complicações já citadas. Tornou-se necessário construir um plano de ação que permita prolongar a qualidade de vida desta população além de ensiná-la a prevenir a doença ou, pelo menos, controlá-la. Foi realizada uma revisão bibliográfica nas bases de dados LILACS e SciELO e o plano de ação proposto e desenvolvido priorizou ações de informação para população geral e hipertensa sobre fatores de risco modificáveis como o sedentarismo, a obesidade, o mau hábito de fumar, o consumo em excesso de bebidas alcoólicas, consumo indevido de medicação e automedicação, controle de outras doenças envolvidas como a Diabetes Mellitus e ainda, ações de individualização dos protocolos de atuação e encaminhamento oportuno dos casos refratários. A integração de atividade no plano comunitário, a educação em saúde, em conjunto com a equipe mostrou melhora nos índices de controle e adesão terapêutica dos pacientes afetados e gerando conhecimentos úteis na população
Plano de intervenção para promover a adesão de pacientes ao tratamento de Hipertensão arterial no município de Córrego Danta- Minas Gerais
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é considerada um dos grandes problemas para a saúde pública no Brasil, agravada por sua prevalência e detecção quase sempre tardia, além de constituir um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares e cerebrovasculares. A HAS é uma síndrome multifatorial, e multissistêmica. Seu aparecimento está relacionado ao estilo de vida inadequado, considerando também os fatores constitucionais, como: sexo, idade, raça/cor e história familiar; e os ambientais, como: sedentarismo, estresse, tabagismo, alcoolismo, alimentação insalubre e obesidade. O presente trabalho seguiu a metodologia de análise conceitual e foi realizado através de um levantamento bibliográfico de artigos científicos da área médica e de enfermagem pertinentes á temática com objetivo de avaliar os fatores associados à má adesão ao tratamento anti-hipertensivo. A partir do estudo elaboramos um plano de ação apontando como foco a proposta de mudanças do estilo de vida, com o objetivo de uma melhor adesão ao tratamento de Hipertensão Arterial dos usuários da equipe de Saúde Córrego Danta, Minas Gerais. É importante a equipe de saúde conhecer as dificuldades dos pacientes em aderir ao tratamento anti-hipertensivo para planejar ações para tentar superá-las e alcançar assim melhor controle de HAS. Visamos aumentar assim a qualidade de vida da nossa comunidade
Plano de intervenção para o controle eficiente em pacientes hipertensos ESF Sacramento. Manhuaçu/MG 2015
A Unidade Básica de Saúde Sacramento, de Manhuaçu- MG, tem uma área de abrangência de aproximadamente 1096 famílias e 3893 habitantes, distribuídos em 6 microrregiões, com uma maior porcentagem de pacientes em idade adulta sobre tudo da terceira idade. O principal problema da UBS é o aumento de atendimentos de demanda espontânea por condições agudas de doenças crônicas não transmissíveis como a hipertensão arterial. Seus determinantes são: o inadequado controle e acompanhamento de pacientes hipertensos, os maus hábitos e estilos de vidas inadequados da população como o habito do tabagismo, uso de álcool, dietas não saudáveis; desconhecimento de doenças crónicas pela população; aumento do estrese; baixa prevalência de pacientes hipertensos conforme o percentual esperado. Dos 420 hipertensos esperados, só tem acompanhamento 113. O objetivo do projeto de intervenção foi melhorar o controle nos pacientes hipertensos e deste jeito diminuir a demanda espontânea por condições agudas desta doença crónica e assim diminuir a mortalidade por seus agravos. A metodologia constou de três etapas: primeiro um diagnóstico situacional, uma revisão bibliográfica do tema e da elaboração de um plano de ação. Propõe-se uma parte educativa com atividades de promoção e prevenção, organizar o trabalho de grupos operativos, identificar fatores de risco associados na consulta de HIPERDIA e realizar busca ativa dos pacientes hipertensos na área de abrangência. Com isso pretende-se melhorar a qualidade de vida da população hipertensa