Repositório RCAAP
EXPEDIENTE VOLUME 5, NÚMERO 5 - 2019
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2022-12-06T14:43:52Z
Freitas, Rodrigo Randow de
EDITORIAL VOLUME 5 NÚMERO 5 - 2019
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2022-12-06T14:43:52Z
Freitas, Rodrigo Randow de
EXPEDIENTE VOLUME 5, NÚMERO 6 - 2019
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2022-12-06T14:43:52Z
Freitas, Rodrigo Randow de
TEMPLATE PARA CONSTRUÇÃO DO ARTIGO
Versão BJPE 2020
2022-12-06T14:43:52Z
Freitas, Rodrigo Randow de
TEMPLATE PARA CONSTRUÇÃO DO ARTIGO
Normas BJPE Versão 2020
2022-12-06T14:43:52Z
Freitas, Rodrigo Randow de
EDITORIAL
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2022-12-07T01:02:47Z
Fortuna, Sandra Lourenço de Andrade
INDUSTRY 4.0: CONCEPTS, CHALLENGES AND EXPECTATIONS: INDÚSTRIA 4.0: CONCEITOS, DESAFIOS E EXPECTATIVAS
A manufatura inteligente, através do conceito Indústria 4.0, está se tornando a realidade de muitos segmentos da indústria hoje, e a tendência para o futuro é fortalecer esse conceito, tornando-se o modus operandi cotidiano usual dos ambientes industriais. Portanto, cabe aos profissionais e organizações da indústria investir em treinamento e qualificação avançados alinhados com os requisitos e desafios da Indústria 4.0. Alinhado neste contexto, o objetivo deste artigo de revisão é apresentar às comunidades acadêmicas e industriais informações compiladas com base na literatura sobre os conceitos, requisitos e desafios elementares que esse novo e emergente estágio industrial apresenta e impõe ao mundo moderno de agora em diante. A partir das informações apresentadas neste artigo, pode-se concluir que a manufatura inteligente, a base de operação da Indústria 4.0, apresenta entre outros benefícios a capacidade de enfrentar eventos indesejáveis, uma vez que os sistemas podem contar com planos de operação alternativos para emergências imprevistas e a manufatura propõe sistemas inteligentes de classificação que visam minimizar os custos de produção, como desperdício de insumos. Finalmente, a Indústria 4.0 deve ser entendida como um sistema de gerenciamento de processos industriais que integra uma infinidade de conceitos, ideias e tecnologias, a fim de otimizar a eficiência das produções industriais.
2022-12-06T14:43:52Z
Neiva, Laédna Souto de Menezes, Laura Nunes de Alencar Lira, Marcela Cristine Brasileiro, Maria Isabel
MICROSSIMULAÇÃO PARA ANÁLISE DE ROTATÓRIAS: UM ESTUDO BIBLIOMÉTRICO: MICROSIMULATION FOR ROUNDABOUTS ANALYSIS: A BIBLIOMETRIC STUDY
A microssimulação de tráfego tornou-se uma importante estratégia para verificação de propostas de melhorias viárias porque possibilita representar ou modelar o comportamento do tráfego e as interações dos elementos de um sistema para fornecer uma avaliação prévia do seu desempenho. Em relação à análise de rotatórias, essa realidade não é diferente. Muitos estudos utilizam microssimuladores de tráfego para avaliar a implantação de novas rotatórias, bem como indicar propostas de melhorias nas já existentes. Nesse sentido, este artigo busca, por meio de uma revisão bibliométrica, coletar e reunir estudos que utilizam microssimuladores para análise do desempenho de rotatórias. Os resultados indicam que o assunto continua em expansão, que o VISSIM se destaca como principal microssimulador e que esses estudos podem ser divididos em oito grandes áreas de aplicação.
2022-12-06T14:43:52Z
Porto, Ana Beatriz de Britto de Abreu, Victor Hugo Souza
Apresentação
Apresentação dossiê Animais e Antropologia
2022-12-07T01:00:17Z
Osório, Andréa Silveira , Flávio Leonel Abreu da
Doença, conflito e extinção: Sobre as relações entre humanos e macacos mediadas pelos surtos recentes de febre amarela no Brasil (2011-2018)
O objetivo dessa reflexão é tratar do lugar que as abordagens sobre animais, bem como sobre as relações entre humanos e animais, têm ocupado na antropologia contemporânea, a partir dos parâmetros que regem as categorias “semelhança” e “diferença” em relação aos fenômenos associados à saúde e à doença que envolvem transmissão, contágio e epidemias a fim de explorar as possibilidades do estabelecimento de relações sociais interespecíficas. Para isso, pretende-se analisar o caso particular das ações populares frente ao surto de febre amarela no Brasil em 2018, que, ao associarem o contágio pela doença às espécies de macacos-tropicais, entre elas os macacos-prego, promoveram ataques violentos e mortes dos animais com os quais, supunha-se, esses humanos haviam estabelecido relações pacíficas e protecionistas, a partir da adesão a princípios gerais de proteção ambiental. Tal análise pretende explorar a desconstrução do sujeito unitário e racional, projeto do pensamento moderno ocidental, buscando outros caminhos, que sugerem reflexões transversais, a partir da crítica aos processos de subordinação entre categorias de pensamento pré-fixadas e a fim de explorar os mecanismos de emergência e tratamento teórico da produção histórico-social das concepções de humano e de animal.
2022-12-07T01:00:17Z
Rapchan, Eliane Sebeika
Entre bichos e pontalistas: a noção e a previsão do tempo
O objetivo deste artigo é demonstrar como os habitantes da vila do Pontal do Leste (extremo sul da Ilha do Cardoso, Cananeia, SP), a partir dos envolvimentos com os bichos (animais não-humanos) e ventos, desenvolvem as suas noções concretas das condições do tempo. Animais não-humanos que adivinham o tempo, realizando projeções futuras sazonais ou diárias, estão profundamente emaranhados com as qualidades dos ventos locais, moldando as práticas pesqueiras e domésticas dos pontalistas (moradores da vila). Contudo, ao longo dos anos, com a chegada dos meios de comunicação eletrônico, essas noções começaram a ser contrastadas com as previsões diárias produzidas por meteorologistas e fornecidas nos noticiários. A segunda parte dessa descrição é entender como as previsões adentram a vila e se relacionam de diferentes formas com tais noções.
2022-12-07T01:00:17Z
Santos, Lucas Lima dos
Aprendendo a conviver com os tubarões: relações entre humanos e não humanos em Recife e no Arquipélago de Fernando de Noronha (BRA)
As relações entre humanos e tubarões em Pernambuco intensificaram-se a partir da década de 1990, com o aumento de incidentes (ataques) nas praias urbanas de Recife e Região Metropolitana. A partir de então, os encontros multiespécies se multiplicaram atingindo o Arquipélago de Fernando de Noronha, uma das maiores reservas marinhas do Brasil, com o primeiro caso registrado oficialmente em 2015. Tais eventos impactaram a sociedade e realçaram as visões distintas sobre a presença de animais selvagens que ora é evitada, como no caso do Recife, a partir de medidas como a proibição do uso das praias para esportes náuticos como o surf, ora estimulada como em Fernando de Noronha, com o incentivo a visitações à “Ilha dos Tubarões”. Várias hipóteses são apontadas para o aumento dos incidentes, como as modificações ambientais, entretanto, a excessiva presença de humanos nas praias, quer para banhos quer para prática de esportes, aparece como uma das principais causas desses incidentes. Abordagens sobre o convívio interespecífico na antropologia vêm mostrando como o contato entre humanos e animais desencadeiam relações complexas entre agências animal e humana, políticas de natureza e transformações socioeconômicas e culturais decorrentes desse contato.
2022-12-07T01:00:17Z
Silva, Ana Cláudia Rodrigues da Nascimento, Rayana Mendonça do
Aves e não aves em linguagem: Parque dos Falcões
As relações historicamente estabelecidas entre os humanos e diversas linhagens animais em espaços antropizados têm suscitado, na literatura, tanto debates sobre o alcance dos usos do conceito de domesticação, em razão da diversidade desses modos de relacionar, quanto sobre as consequências dessas relações, em termos da agência dos participantes e das mudanças fisiológicas e comportamentais por que os participantes atravessam e se fazem atravessar em seus afetos mútuos. O Parque dos Falcões, em Itabaiana, Sergipe, abriga aves de rapina – gaviões, águias, falcões, corujas, urubus – e outros grupos de aves em diferentes contextos de interação entre si e com seus cuidadores e outros atores humanos. A observação dessas histórias interacionais permite-nos questionar o princípio explicativo, recorrente no domínio da etologia, em que são postulados padrões fixos de ação para o animal, e essa resposta comportamental é unilateral e intencionalmente manipulada pelo humano. Em consonância com explicações sistêmicas e situadas da cognição e do comportamento, em especial a Biologia do Conhecer de Maturana e Varela, proponho abordar os fenômenos de acoplamento estrutural interespecífico observados no Parque dos Falcões como um domínio linguístico: um espaço relacional coontogênico recorrente e recursivo que nós, observadores, distinguimos como uma coordenação de ações a partir do encontro entre aves e não aves.
2022-12-07T01:00:17Z
Vianna, Beto
Entre laços e gravatas: gênero e animais de companhia
Ao serem considerados indivíduos e ganharem nome e espaço na organização familiar, os animais eleitos para o afeto são alvo de expectativas e projeções de gênero e, para compreender como tal fenômeno ocorre, utilizamos três estratégias metodológicas: 1 - observação participante e conversas informais com tutores, tendo como critério de seleção estabelecimentos comerciais de produtos para animais de estimação localizados em Cuiabá - capital do estado de Mato Grosso, escolhidos pelo porte; 2 - entrevistas com atendentes e médicos veterinários; 3 - classificação dos objetos vendidos para os animais de acordo com o gênero. Por haver mais objetos, tais como roupas e acessórios, dirigidos a cães, restringimos a análise a essa espécie. A pesquisa foi realizada entre 2015 e 2017 como parte de um projeto maior intitulado: O lugar social dos animais na sociedade contemporânea. Através dos dados construídos, observamos como os objetos refletem as expectativas dos tutores sobre os atributos de masculinidade e feminilidade dos animais tutelados numa concepção binária de gênero. Os produtos dirigidos às fêmeas destacam-se pela predominância da cor rosa e por laços e presilhas para cabeça, vestidos e saias, além de peças com brilhos. Para os machos, são ofertados produtos que objetificam a noção de masculinidade, tais como gravatas, camisetas de times de futebol e réplicas de uniformes de profissões ocupadas tradicionalmente por homens, como policial, bombeiro e segurança.
2022-12-07T01:00:17Z
Abonizio, Juliana Baptistella, Eveline Costa, Susana
O que a corrida de touros andamarquina pode nos dizer sobre as relações entre humanos e animais nos Andes peruanos?
A corrida de touros figura como um importante acontecimento anual em Andamarca (povoado quéchua andino do departamento de Ayacucho, Peru), muitíssimo esperada por todos. A atração faz parte das atividades da Festa da Água, a maior e principal celebração local realizada sempre em agosto, início do ano agrícola. Trata-se de um ritual herdeiro de duas tradições associadas ao que alguns chamariam de violência: no caso das corridas espanholas, isso aconteceria com a morte do touro ou, eventualmente, do toureiro; e no caso das corridas andinas peruanas, em sua expressão mais sangrenta, conhecida como Festa de Sangue ou Yawar Fiesta, os ferimentos envolveriam touros e condores, uma vez que estas imponentes aves são amarradas ao dorso dos primeiros. Entretanto, esta versão andina das corridas foi se tornando cada vez mais rara ao longo da segunda metade do século XX no Peru, sendo raríssima nos dias de hoje. Em diversos povoados altoandinos o que se vê atualmente é uma transformação de ambos os estilos de corrida em um evento que desperta sobretudo o riso, não havendo mortos nem feridos. O objetivo deste trabalho é realçar alguns aspectos relacionados a tais rituais, tanto da Festa de Sangue como das corridas de touros contemporâneas a partir de dados oriundos de pesquisa etnográfica em Andamarca, na medida em que possam ser reveladores das relações entre humanos e animais nos Andes peruanos.
2022-12-07T01:00:17Z
Caballero, Indira Viana
A controvérsia dos jegues: tabus alimentares e espécies companheiras no Nordeste
Neste artigo abordamos a controvérsia envolvendo a substituição dos jegues por motocicletas na região Nordeste do Brasil. Trata-se de uma situação na qual elementos culturais, ecológicos e políticos se articulam em um emaranhado de relações socioambientais, que podem envolver conflitos e disputas, mas também podem produzir alianças inusitadas. O caso nos remete inicialmente a uma discussão clássica no pensamento antropológico, voltada para os tabus alimentares e os significados culturais das espécies de animais comestíveis. Em seguida, buscamos situá-lo em uma discussão mais contemporânea acerca das relações multiespécies e das redes sociotécnicas, investigando os processos recíprocos de domesticação e identificação em curso nas interações entre humanos, jegues e veículos motorizados.
2022-12-07T01:00:17Z
Süssekind, Felipe Azevedo, Elaine Maria
CAMPHORA, Ana Lúcia. Animais e sociedade no Brasil dos séculos XVI a XIX. Rio de Janeiro: Abramvet/Camphora, 2017
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2022-12-07T01:00:17Z
Osório, Andréa
RAPCHAN, Eliane Sebeika. Somos todos primatas, e o que a Antropologia tem a ver com isso? Curitiba: Apris, 2019
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2022-12-07T01:00:17Z
Osório, Andréa