Repositório RCAAP
Uma perspectiva prática para lidar com a eficiência energética em edificações no país.
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Um olhar abrangente sobre a paisagem urbana e o paisagismo brasileiro na contemporaneidade.
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2013
Queiroga, Eugenio Fernandes
Desenho de arquitetura: entre o documento e a obra de arte
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1º Seminário Acervos de Arquitetura: administração, conservação e difusão
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2013
Uliana, Dina Elisabete Marques, Eliana de Azevedo Azevedo, Ricardo Marques de Miguez, Stella Regina
Comprometimento, motivação e processo criativo: um ponto de vista e sua aplicação na introdução ao projeto arquitetônico
O presente trabalho apresenta um estudo de caso sobre o ensino do projeto, em uma disciplina introdutória do 2º período do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, em que a interação professor-aluno é estratégia fundamental, para alcançar as metas pretendidas. Tem por base a experiência da autora como docente, junto a Concepção da Forma Arquitetônica 2 (CFA2), integrante do Departamento de Análise e Representação da Forma daquela instituição. O método de ensino ali praticado então representa uma atuação específica para o desenvolvimento do processo projetual, atuação esta inserida numa esfera maior de discussão e experimentação conjunta de procedimentos, para capacitação do estudante de Arquitetura na criação do objeto arquitetônico. O objetivo central é, por meio do comprometimento de todos com as metas traçadas, instrumentalizar o aluno para uma postura projetual mais consciente e crítica sobre como pensar e realizar seu fazer, assim como estimular nele a vontade de caminhar para além dos estereótipos e das efemeridades contemporâneas, em que a informação excessiva anestesia a motivação e embota sua aptidão reflexiva.
Expertise em projeto: como conhecimentos, experiências e habilidades diferenciam arquitetos expertos dos novatos
A análise do processo de projeto, sob a teoria cognitiva, propõe o entendimento das atividades mentais internas, a partir do processamento de informações oriundos dos conhecimentos, das experiências e das habilidades do arquiteto. Embora seja difícil rastrear as fontes dos pensamentos dos arquitetos, os desenhos produzidos por eles permitem identificar as sucessivas aproximações realizadas, durante a elaboração de um projeto. Como a cognição, ou o ato de pensar, em si, não pode ser observado, só nos compete analisar os resultados do pensamento que norteou as ações cognitivas. As etapas da pesquisa realizada pelos autores deste artigo foram as seguintes: 1) três arquitetos experientes e três novatos foram filmados, individualmente, durante 60 minutos, realizando um projeto; 2) estes profissionais foram entrevistados por trinta minutos após o término do projeto; 3) as ações cognitivas físicas, perceptivas, funcionais e conceituais foram identificadas a partir da segmentação e da codificação das ações realizadas durante as filmagens; 4) estes dados foram transpostos em gráficos 5) foram identificadas diferenças entre novatos e expertos, a partir do tempo de reposta em cada um dos quatro níveis de ações cognitivas; 6) a análise qualitativa das ações e a eficácia foram avaliadas. É notável como arquitetos experientes recuperam mais rapidamente da memória conhecimentos específicos e, a partir de poucos indícios, identificados nos croquis de concepção, selecionam, combinam e geram diferentes ideias, durante o ato projetual. Isso ocorre porque os conhecimentos codificados, de situações típicas, lhes permitem tomar decisões melhor alicerçadas e com maior rapidez. Expertise é a faculdade humana que permite realizar operações diárias de pensamento e ação, com qualidade, agilidade e vigor. É considerado experto aquele que desempenha uma tarefa de um modo significativamente melhor do que a maioria das pessoas. Concluiu-se que arquitetos expertos realizam projetos com maior desenvoltura do que os novatos não apenas porque têm maiores conhecimentos e experiências, mas porque utilizam ações cognitivas de um modo mais eficaz. O artigo contribui para o debate sobre a prática de projeto e os fatores que contribuem para o desenvolvimento da expertise em Arquitetura.
2013
Florio, Wilson Mateus, Rafael Peres
La forma y el programa de los grandes museos internacionales
O presente artigo trata da evolução da forma e do programa dos grandes museus internacionais, ao longo de cinco séculos. Foram analisados os museus surgidos entre os séculos 17 e 19; os museus modernos – Museu para uma Cidade Pequena (Mies van der Rohe), Museu Guggenheim de Nova York (Frank Lloyd Wright) e Museu do Crescimento Ilimitado (Le Corbusier); e os museus contemporâneos – Centro George Pompidou (Richard Rogers/Renzo Piano) e o Museu Guggenheim de Bilbao (Frank Ghery). Surgido do hábito de colecionar, até o século 19, o museu não constituía um envoltório identificável com a categoria que hoje conhecemos. Inicialmente constituído apenas de um corredor, seu programa evolui, de um conjunto de salas e biblioteca, a espaços que reproduzem uma vida urbana sintetizada em seus interiores. Em seu edifício, elementos arquitetônicos históricos, como a escadaria, o pórtico e a rotunda, foram consagrados. Contudo, a partir de meados do século 20, o museu tornou-se o lugar de ousadias formais, assumindo a transparência do vidro, a dinâmica da espiral, ou a movimentação da garrafa de Boccioni.
2013
Neiva, Simone Perrone, Rafael Antonio Cunha
História de um lugar moderno: Clorindo Testa e o centro cívico de Santa Rosa, La Pampa
Santa Rosa, capital da jovem província de La Pampa, Argentina, foi fundada em 1892, ao término das campanhas militares que exterminaram as populações indígenas e asseguraram o controle republicano sobre os territórios do sul, da região pampiana à Patagônia. Em 1955, a cidade promoveu um concurso público, para a construção do seu Centro Cívico. A tarefa colocada pelo concurso não correspondia a uma simples operação de preenchimento, destinada a renovar o centro urbano propriamente dito, com a elevação de uma nova fachada sobre um dos quatro lados da praça principal. Ao contrário, os competidores deveriam organizar um conjunto de novos edifícios e espaços públicos, sobre um terreno de nove hectares, excêntrico com relação ao core fundacional. Tratava-se de fazer, quase do zero, um pedaço novo de cidade, precisamente no limite entre a cidade existente e o imenso pampa que a circundava. A proposta de Clorindo Testa, vencedora, foi construí-lo como um pedaço de cidade moderna. Situado em meio ao pampa argentino, o Centro Cívico de Santa Rosa tem sido menos examinado que outros importantes edifícios de Clorindo Testa no mesmo período, como o Banco de Londres (1959) ou a Biblioteca Nacional (1962), ambos em Buenos Aires. A Casa de Governo, a Estação Terminal de Ônibus e a praça coberta se constroem antes de 1963. Testa finaliza o Palácio do Legislativo em 1976, e, ainda que em 2006 volte a construir em La Pampa, com a inclusão da pequena Biblioteca do Legislativo, a metade da área originalmente destinada ao Centro Cívico permanece livre. No entanto, como peça viva de um projeto moderno, talvez nunca concluído, instalado no extremo sul, o caso de La Pampa parece colocar questões urbanas relevantes. O artigo explora o caso em dois sentidos complementares. O primeiro focaliza o resultado do primeiro concurso, reconhecendo nele uma contribuição original para as relações entre modernidade, monumento e lugar. O segundo discute a condição inacabada do Centro Cívico como constitutiva da tradição moderna, no sentido intrinsecamente moderno da cidade mesma, como obra que jamais se completa.
O "sujeito sociológico" pelas ruas de Brasília
Este artigo pretende situar o “sujeito sociológico”, conceituado por Stuart Hall (2006), na arquitetura e urbanismo modernistas, utilizando como ícone a cidade de Brasília. Este “sujeito sociológico”, fruto da modernidade em transformação, com suas características de isolamento e individualismo acrescidas de um processo de fragmentação e descentramento das identidades, será conduzido pelas ruas da cidade símbolo de nosso modernismo, concebida, em grande parte, com base nos princípios da Carta de Atenas, que objetivava resolver os problemas decorrentes do rápido crescimento das cidades. Buscamos compreender de que forma os princípios modernistas da Carta de Atenas, manifesto mais significativo do Congresso Internacional de Arquitetura Moderna (Ciam), estão presentes em Brasília e como se dá a relação entre o coletivo e o individual, bem como de que maneira o “sujeito sociológico” pode transitar em seus espaços. Para isto, analisamos os princípios da Carta de Atenas aplicados ao projeto urbanístico de Brasília, e como resultou, na prática, a relação do indivíduo, nosso “sujeito sociológico”, com esta “cidade ideal”, pela observação das relações entre o coletivo e o individual, o público e o privado, o centro e a periferia. Consideramos, também, o período político e econômico do País, na década de 1950 e início da década de 1960, com a política desenvolvimentista do governo de Juscelino Kubitschek, em diálogo com os preceitos da cidade modernista ideal. Sendo assim, nossa análise gira em torno do “sujeito sociológico”, individualista, pertencente à sociedade moderna em transformação, em diálogo com as estruturas do estado-nação, da industrialização, da democracia e do capitalismo modernos, inserido em uma cidade modernista, com aspirações de coletividade e ordem social e espacial, em um País voltado para o futuro, o progresso e o desenvolvimento.
If this is paradise, I wish I had a lawnmower: sociedad y paisaje motorizado en los Estados Unidos de América
O presente artigo aborda o modo como os territórios contemporâneos - cruzados de ferrovias, rodovias e veículos motorizados - se projetam na literatura, música e cinema, tomando por cenário de fundo a realidade norte-americana: expoente máximo do triunfo da indústria do automóvel. Para esse propósito, são convocadas diversas representações paisagísticas, nesses variados campos da criação artística, da produção de autores de referência da era moderna estadunidense, dentre os quais salientamos Jack Kerouac, Tom Waits, David Byrne e David Lynch, nas formas literária, musical e cinematográfica.
2013
Saldanha, José Luís Possolo de
O sentido social do arranjo e ambiência em Amanã
This article studies the elements and conditions that assign an architectural space the status of a home. The research subjects - residents of the Boa Esperança community in the Amanã Sustainable Development Reserve, Amazonas (AM) - broadened my architectural perspective. My field work methods consisted of interviews and observations during my stay in the community. My findings suggest that the social sense of the arrangement of objects facilitates the interaction between residents and non-residents of a single home. The ambience elements support the arrangement and enable the required mobility and stability. However, what makes a house a home for those who live in it is a sense of being part of the Amanã Lake area. “My house is within here” summarizes the feeling of belonging to this region, which is the element that allows an architectural space to acquire the status of a home.
2013
Nascimento, Thatyana de Souza Marques do
Fotografía en la Amazonia Brasileña: consideraciones sobre el carácter pionero de Christoph Albert Fisch (1840-1918)
Este artigo discute a importância das fotografias como documento histórico, apresentando algumas das primeiras fotografias da Amazônia brasileira de que se tem notícia, feitas pelo alemão Christoph Albert Frisch, em 1865, a serviço da Casa Leuzinger. As fotografias podem ser olhadas por uma análise iconográfica descritiva e uma interpretação iconológica em busca do significado, rumo a uma compreensão maior da imagem como documento fotográfico.Destacando a memória visual da Amazônia brasileira, trazemos uma seleção de sete imagens da expedição fotográfica de Christoph Albert Frisch, que em seu acervo original compreende um total de 98 fotografias. A pesquisa fotográfica permite que nos deparemos com o passado visual que pertence à humanidade, norteou as gerações passadas em sua apreensão do mundo e hoje nos mostra informações sobre os lugares, as relações entre os homens, as relações dos homens com seu meio, e a construção dos olhares sobre os lugares.
2013
Gâmbera, José Leonardo Homem de Mello
As áreas verdes no contexto do planejamento urbano em São Paulo: os parques da gestão Setúbal (1976-1979)
Durante muito tempo, a imprensa e outros veículos de comunicação reforçaram a ideia de que Olavo Setúbal teria sido “o prefeito que mais fez pelo verde” em São Paulo. Nove parques públicos foram criados em sua gestão, com recursos orçamentais. Este artigo propõe uma investigação sobre os motivos que levaram Setúbal a adotar essa política. Na segunda metade da década de 1970, essa iniciativa inscrevia-se em um contexto de debates sobre a carência de áreas verdes urbanas, por parte dos órgãos públicos municipais, mas também no âmbito da orientação política de proteção da cobertura vegetal na esfera nacional. A diretriz implementada pelo governo federal, com amplo apoio internacional, voltava-se especialmente para a preservação da vegetação, legitimando a iniciativa encampada por Setúbal. Torna-se pertinente, portanto, compreender a influência, sobre a política urbana, do paradigma de defesa ambiental no Brasil, nos anos 70, como formadora de uma tendência, em pleno vigor até hoje.
2013
Barone, Ana Cláudia Castilho
A Vila Matarazzo na avenida Paulista e Tomaso Buzzi: projeto e obras (1938-1940)
La demolición de la Mansión Matarazzo en la avenida Paulista constituye un ejemplo complejo de la falta de reconocimiento y articulación de los mecanismos de protección del patrimonio cultural, debida en parte a una limitada integración de la investigación sobre edificios de gran valor arquitectónico. En una metrópoli como São Paulo, tan rica de gestos y joyas de la arquitectura del siglo 20, esta cuestión puede parecer menos importante. No obstante, y a pesar de que todos los días se pierden objetos arquitectónicos de gran valor cultural, no deja de ser importante conocerlos mejor, de forma a que su memoria no desaparezca juntamente con la materia de que están hechos. El texto tiene como objetivo principal revisitar el proceso proyectual y de remodelación de la mansión, entre 1938 y 1940, responsable por la imagen que ha perdurado hasta su demolición; contextualizar ese proyecto y contribuir para el reconocimiento de su justa atribución a Tomaso Buzzi, un arquitecto cuya fascinante obra se va conociendo mejor en Italia, y se espera que también en Brasil, con la presente contribución.
2013
Mateus, João Mascarenhas
Criando modelos tridimensionais para inclusão de requisitos de acessibilidade em projetos arquitetônicos.
Este artigo apresenta um conjunto de ferramentas que auxilia o arquiteto na representação gráfica de seus projetos de acessibilidade. A proposta é resultante da dificuldade dos profissionais de Arquitetura, para apresentar seus projetos aos clientes, uma vez que estes não possuem o repertório técnico necessário à compreensão dos desenhos técnicos tradicionais. Para minimizar tais dificuldades, desenvolveu-se uma ferramenta chamada SketchUp_Access, que integra uma biblioteca de modelos de acessibilidade para o software SketchUp, e oferece um conjunto de ferramentas que, considerando os padrões de acessibilidade, auxilia o arquiteto na representação gráfica de seu projeto.
2013
Rodrigues, Silvana da Rocha Sztajnberg, Alexandre Costa, Rosa Maria E. M. Bittar, William Seba Mallmann
Imaginário da arquitetura (Minicurso com Jean-Jacques Wenenburger na FAUUSP)
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O comércio de São Paulo: eixo de pesquisa sobre a cidade.
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Da arte do encontro do novo e do antigo: a filologia em arquitetura, de Giovannoni
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2013
Azevedo, Mirandulina Maria Moreira
Fissuras que se abrem a partir de um ponto sem perímetro.
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