Repositório RCAAP
Formação de Professores no Brasil: um estudo análitico e bibliográfico.
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2013
Silva, Rose Neubauer da
Arquitetura escolar paulista 1890-1920
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2013
Corrêa, Maria Elisabeth Feirão
Escola pública em tempo integral: o PROFIC na rede estadual de São Paulo.
Síntese de um extenso relatório, este artigo é um estudo sobre a implantação do PROFIC - Programa de Formação Integral da Criança na rede estadual de ensino em São Paulo. Além de um mapeamento amplo das escolas que implantaram o Programa, de 1986 até o primeiro semestre de 1988, realizou-se também um estudo em profundidade em duas dessas escolas.Os resultados indicam que o PROFIC assumiu características centralistas, tanto em sua formulação quanto na implantação; que o índice de adesão das escolas da rede foi baixo; que o processo de implantação foi precário, criando vários problemas para as escolas que o adotaram. A apropriação do projeto, pelas duas escolas estudadas em profundidade, foi fortemente influenciada pela história de cada uma delas, caracterizando-se por atitudes simultâneas de aceitação/rejeição de maneira que, embora formalmente presente, o PROFIC não se integrou às escolas.
2013
Ferretti, Celso João Vianna, Cláudia Pereira Souza, Denise Trento Rebello de
A problemática das pesquisas político-eleitorais: o currículo de matemática para a compreensão social.
O amplo uso de dados estatísticos, determinantes em campanhas políticas, assim como a incapacidade do público em lidar com tais informações estão relacionados com o conteúdo e as práticas do currículo de Matemática. O exame desse currículo, especialmente na escola secundária americana, revela sua descontextualização, sua impregnação positivista:apresentando como "neutro", apolítico, não expõe os estudantes ao modo como a Matemática afeta suas vidas, direta ou indiretamente. Evidencia-se assim a natureza política da Matemática, pleiteando-se uma educação tecnológica voltada para a compreensão das origens e implicações dos cálculos e de suas aplicações à vida social e política.
Informática na educação escolar: a busca de uma nova didática magna.
O artigo sustenta que a Pedagogia moderna tem por pressuposto que há um e somente um método para se conhecer, portanto, apenas um método de ensinar, o que é uma concepção comum entre pensadores ocidentais, partilhada pelo fundador da Didática moderna - Comenio. Em nossos dias, vêem-se reciclados os pressupostos comenianos quando Pappert propõe a família de linguagens de programação de computadores, a "filosofia de educação" Logo, como meio para a efetiva ultrapassagem do estágio cognitivo concreto para o lógico-formal, bem como quando sustenta a matética enquanto fundamento de uma nova sociedade. Argumenta-se, ainda, que Pappert, embora se apóie na epistemologia genética, utiliza-a apenas como pano de fundo e não como suporte efetivo da teoria que estatui.
2013
Mazzotti, Tarso B.
O cuidado às crianças pequenas no Brasil escravista.
Este artigo descreve e analisa as transformações no discurso e na prática do cuidado à criança pequena no Brasil do século XIX, apoiando-se em textos da época. A análise destaca o surgimento do discurso sobre creches e salas de asilo, logo após a abolição da escravidão, sugerindo que tais instituições visavam conter as classes populares, liberar mão-de-obra feminina do cuidado com a própria prole para absorvê-la nos serviços domésticos e, ainda, melhorar o rendimento da mão-de-obra masculina.
2013
Civiletti, Maria Vittoria Pardal
A consciência fonológica e a aprendizagem inicial da leitura e da escrita.
O presente estudo investiga a relação entre consciência fonológica e progresso inicial na aprendizagem da escrita do português, tomando como sujeitos dois grupos de crianças das classes populares sendo alfabetizadas por métodos diferentes: 32 pelo método fonético e 26 pelo método silábico. Os resultados do presente estudo confirmam os de estudos anteriores: de uma maneira geral, variações na consciência fonológica correlacionaram-se com variações na aprendizagem da leitura e da escrita. Os resultados do presente estudo sugerem, no entanto, que variações na consciência de fonemas, observadas no início da alfabetização, podem ser menos importantes para a aprendizagem da leitura e da escrita quando o método de alfabetização é o silábico.
2013
Cardoso-Martins, Cláudia
A mulher como tema nas disciplinas da USP.
Um levantamento das disciplinas lecionadas em todas as unidades da Universidade de São Paulo - USP (na capital), até 1989, permitiu identificar aquelas que abordam questões de gênero ou relativas à mulher, nas áreas das ciências humanas e biológicas. Além de constatar a predominância do interesse por tais questões nos cursos em nível de pós-graduação, relativamente aos de graduação, o artigo analisa os enfoques dados à questão nas diferentes unidades da USP, salientando que, à escassa incorporação dos estudos sobre a mulher na universidade, contrapõem-se algumas áreas que adotam uma perspectiva inovadora e crítica, demonstrando a insuficiência dos estudos "que ignoram a metade da população".
2013
Blay, Eva Alterman Conceição, Rosana R. da
Mesa-redonda: três perguntas a Vygotskianos, Wallonianos e Piagetianos.
Este artigo nasceu de uma mesa-redonda da qual os autores participaram durante a XX Reunião de Psicologia da Sociedade de Psicologia de Ribeirão Preto (SP), no dia 26 de outubro de 1990. A formulação das perguntas assim como sua resposta na perspectiva de Jean Piaget são de autoria de Yves de la Taille. As respostas eleboradas na perspectiva de Vygotsky e Wallon são assinadas por Marta Kohl de Oliveira e Heloísa Dantas, respectivamente.
2013
Taille, Yves de la Dantas, Heloísa Oliveira, Marta Kohl de
A questão da autoridade na educação.
Pelo horário, a aula deveria ser de comunicação e expressão. No entanto, nada mais formal. O barulho e a movimentação impedem qualquer trabalho produtivo. A professora grita, na tentativa de se fazer ouvir: os alunos - salvo raras exceções - mal a escutam, dando, assim, continuidade a outras atividades que não aquelas que supostamente deveriam estar realizando. Preponderam a balbúrdia, o tumulto e a agitação típica da recreação, agora deslocadas e desprovidas de sentido porque em sala de aula. Perde-se um precioso tempo que poderia estar a serviço do processo de ensino-aprendizagem - com conversas, brigas, idas ao cesto de lixo ou pura ambulação
2013
Davis, Cláudia Luna, Sérgio
Mulher, casa e família: cotidiano nas camadas médias paulistanas.
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2013
Bilac, Elisabete Dória
Historia dos movimentos sociais no campo.
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Compendio de estatísticas relativas ao analfabetismo.
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2013
Office de Statisques, UNESCO -
Ensino superior brasileiro: transformações e perspectivas.
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2013
Martins, Carlos Benedito
Alfabetização: catalogo de bases de dados
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2013
Barbosa, José Juvêncio
De olho no preconceito: uma guia para professores sobre racismo em livros para crianças.
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2013
Negrão, Esmeralda Vaillati Pinto, Regina Pahim
Alfabetização e educação básica no Brasil.
Numa perspectiva que considera a educação no contexto social, apresentam-se as taxas de analfabetismo no país até 1987, com suas gritantes diferenças regionais, a partir de fontes diversas (PNADs, dados do MEC e da UNICEF). Essas taxas estão associadas ao atendimento das redes de ensino básico cuja expansão quantitativa, notável nas décadas de 40e 50, mostra tendência declinante na última década. Apesar disso, o grande desafio atual não é o do acesso à escola, mas o da permanência nela; e, quanto ao contingente de adultos analfabetos, a sociedade não se tem mostrado capaz de incorporá-los à cultura letrada. A taxa de 21% de analfabetos de 15 anos e mais não é disfuncional em relação à organização sócio-política do país, mas corresponde de forma inequívoca ao modelo de desenvolvimento adotado até hoje. Erradicar o analfabetismo e o semi-analfabetismo impõe-se como uma revolução necessária na política educacional, para a qual são imprescindíveis a vontade política e a mobilização da sociedade.
2013
Gatti, Bernardete A. Silva, Rose Neubauer da Esposito, Yara Lúcia
Um saber sem escrita: visão de mundo do analfabeto.
A sociedade complexa, em sua diversidade cultural, é fundada na leitura e escrita. Para aprender como o analfabeto se situa nessa sociedade, a pesquisa acompanhou, durante dois anos, dez adultos analfabetos de condições diversas quanto à escolarização, atividade, crença religiosa e sexo, residentes em Porto Alegre (RS), através do convívio e da análise de seus depoimentos e histórias de vida. Seus valores e atitudes no trabalho, nas relações com posse de propriedade, sucessão hereditária, os direitos de cidadão ou compromissos comerciais, assim como sua visão da escola e sua adesão e crenças religiosas baseadas na palavra escrita da Bíblia permitem apreender como, numa vivência conduzida pela oralidade, podem ser percorridos os espaços sociais construídos e regidos pela cultura letrada. A visão de mundo do analfabeto decorre de sua convivência com o mundo da escrita, do qual participa e no qual faz emergirem as incoerências e conflitos.