Repositório RCAAP
Fetichismo, ideologia e direito em 'O capital':
Este artigo estuda as categorias de fetichismo e de ideologia por meio de uma análise d’O capital de Marx, buscando conexões entre elas. O direito, entendido como forma jurídica capitalista, apresenta elementos que fortalecem essa abordagem e que aparecem nas elaborações do autor. Tanto o fetichismo quanto a ideologia emergem da forma mercadoria e das relações burguesas de produção, e ambas possuem um aspecto jurídico fortemente acentuado. Essa é a tese proposta nesse breve estudo.
2022-12-06T16:09:09Z
Biondi, Pablo
O papel da história no modo de exposição de 'O capital' de Marx
No presente artigo procuramos evidenciar que as categorias da obra principal de Marx possuem uma dimensão histórica que está intimamente relacionada com as incursões nas formas sociais que antecederam o capitalismo. Tais incursões históricas não seriam, como comumente se interpreta, meros recursos literários ou ilustrativos. Ao contrário, são um momento necessário para a apreensão e crítica da forma específica por meio da qual a riqueza é apropriada no modo de produção capitalista, revelando a impossibilidade de uma derivação meramente lógica das categorias. Nessa direção, acreditamos que este artigo auxilia na compreensão das radicais diferenças entre a dialética de Marx e a de Hegel.
2022-12-06T16:09:09Z
Machado, Gustavo
Breve histórico das recepções de 'O capital' no Brasil (1867-1917)
As ideias de Karl Marx chegaram ao Brasil tardiamente, deparando-se com grande dificuldade para encontrar espaço entre os intelectuais brasileiros e no movimento operário que, pelo menos até a Revolução Russa de 1917, utilizava-se de outras tradições econômicas e filosóficas. Sendo assim, a principal obra do autor alemão, O capital, publicada em 1867, levou décadas para ser recebida pelos brasileiros e, enfim, revolucionar o pensamento crítico e a compreensão da realidade brasileira. O objetivo do presente artigo é apresentar, brevemente, as principais recepções de O capital no Brasil desde a provável primeira leitura até a Revolução Russa, quando a obra de Karl Marx atingiu mais amplamente os socialistas do mundo todo.
2022-12-06T16:09:09Z
Prates, Bruno Prado
Las dictaduras y democracias latinoamericanas por Alain Rouquié
Lanzado en el año 2010 en lengua francesa y traducido al castellano en 2011, À l’ombre des dictatures. La démocratie en Amérique latine, es el último libro escrito por el politólogo francés Alain Rouquié. Dicho libro se inscribe en el cenit de los gobiernos populistas contemporáneos en el continente americano, y en aniversario del Bicentenario de la Revolución de Mayo en la Argentina. Rouquié se da a la tarea de determinar la especificidad de estos nuevos regímenes democráticos y se pregunta por las nuevas formas de populismo que encarnan Hugo Chávez en Venezuela, Evo Morales en Bolivia, Rafael Correa en Ecuador y el matrimonio Kirchner en Argentina.
2022-12-06T16:09:09Z
Paris, Sebastián Federico
Ubi Lenin, ibi Jerusalem? Ernst Bloch sobre la Revolución de Octubre
Resumen: El objetivo del artículo es analizar las posiciones tempranas de Ernst Bloch sobre la Revolución Rusa –ante todo, tal como aparecen desplegadas en los artículos publicados en la Freie Zeitung de Berna–, así como las transformaciones filosóficas y políticas que sufrieron dichas posiciones en los años siguientes, y que aparecen fundamentalmente expresadas en Thomas Münzer, teólogo de la revolución. Se indagan también las causas fundamentales para los cambios en la valoración de la Revolución de Octubre, así como de la figura, el pensamiento y la praxis de Lenin. Palabras-clave: Revolución Rusa; marxismo; leninismo; teología.
2022-12-06T16:09:09Z
Vedda, Miguel
A Revolução de Outubro de 1917 e a planificação econômica socialista
Após a vitória dos bolcheviques na Revolução de Outubro de 1917 e os longos anos da Guerra Civil (1918-22), foi iniciada a experiência de implantação da economia de traços socialistas. A década de 1920 concentrou as possibilidades revolucionárias e os contornos nos quais a nascente economia socialista soviética testou seus limites revolucionários e democráticos. Os debates e os resultados das lutas políticas pelos rumos da revolução definiram também os limites alcançados pela economia planificada que surgia nesse período. Este texto busca construir um quadro geral da elaboração teórica e prática das medidas iniciais que levaram aos primeiros planos quinquenais e compreender a planificação socialista como processo e parte integrante da própria revolução em andamento, tendo em conta seus debates nos planos teórico e prático. Palavras-chave: Planificação socialista; coletivização na União Soviética; Preobrajensky; Revolução Russa e economia; Trotsky.
2022-12-06T16:09:09Z
Andrade, Everaldo de Oliveira
Marx, Engels e Lénine
Resumo: No presente artigo, com vista a assinalar a passagem dos 100 anos da Revolução Russa, procuramos, a partir da reflexão de Marx, Engels e Lénine, destacar a rutura e a transição na conceção marxista. Para o efeito, analisam-se três guerras civis – a Americana (1861-65), a Francesa (1871) e a Russa (1918-21) – que foram não apenas importantes nacionalmente, mas de enorme repercussão internacional. Interessa-nos reter os traços gerais da reflexão marxista acerca do processo histórico das sociedades humanas. Palavras-chave: Ditadura do proletariado; história; luta de classes; revolução; transição.
2022-12-06T16:09:09Z
Antunes, Paulo Fernando Rocha
Os comitês de fábrica e as propostas de controle operário da produção
O presente trabalho analisa os comitês de fábrica e a proposta de controle operário da produção no processo revolucionário russo de 1917. A pesquisa se relaciona às respostas às perguntas: qual o sentido da Revolução de Fevereiro de 1917? Como se estabeleceram os comitês de fábrica e a consigna de controle operário da produção no processo russo de fevereiro a outubro daquele ano? Os eventos de outubro de 1917 podem ser qualificados de revolução ou foram um golpe de estado? De que modo se constituiu a hegemonia dos bolcheviques nos acontecimentos de 1917? As fontes são textos produzidos por militantes que atuaram na Rússia no período da Revolução. O procedimento metodológico utilizado foi a análise imanente. Palavras-chave: Comitês de fábrica; controle operário; Revolução Russa.
2022-12-06T16:09:09Z
Melo, Wanderson Fábio de
Tática e estratégia na teoria política de Lênin
Este ensaio busca apresentar brevemente a conexão entre a discussão feita por Lênin sobre tática e estratégia na arena política e o debate geral sobre a crítica ao direito. Primeiramente, esboçamos aspectos gerais do pensamento leniniano (no caso, sua interpretação do marxismo e sua compreensão do direito), para, então, propor possíveis significados de tática e de estratégia em sua obra. Finalmente, discutimos as consequências e relevância dessas reflexões para orientar uma crítica ao direito. Palavras-chave: Vladimir Ilitch Lênin; tática e estratégia; crítica ao direito.
2022-12-06T16:09:09Z
Pazello, Ricardo Prestes Ferreira, Pedro Pompeo Pistelli
A burocratização, Stálin e a luta da Oposição contra a degeneração do Partido Bolchevique (1922-24)
Não é fácil compreender como o Partido Bolchevique, uma organização revolucionária e clandestina, tornou-se uma instituição burocratizada e autoritária que culminou no stalinismo. Uma tese bastante difundida é aquela que afirma que a concepção leninista de partido centralizado e de vanguarda foi o fator determinante para o desenvolvimento do fenômeno stalinista. O objetivo do presente artigo é apresentar uma crítica a esta tese, destacando as principais transformações implantadas por Stálin no regime interno do Partido e as críticas de Lênin e de Trotsky ao processo de burocratização. Palavras-chave: Burocratização; Stálin; Oposição; Partido Bolchevique.
2022-12-06T16:09:09Z
Prado, Carlos
As análises de Leon Trotsky sobre a União Soviética e o stalinismo
Conforme já apontaram diferentes analistas, a questão-chave para a compreensão do que foi a União Soviética é a compreensão do que foi o “stalinismo”. A intenção deste artigo é resgatar as contribuições analíticas a esse respeito vindas de uma das figuras centrais da Revolução e posterior opositor do regime soviético, Leon Trotsky. Apesar de Trotsky ser amplamente reconhecido como um dos principais, senão o principal, “antisstalinista”, as suas contribuições para a compreensão do que veio a ser a União Soviética e a política dos Partidos Comunistas ao redor do globo a partir dos anos 1930 e, consequentemente, do “stalinismo” não são tão conhecidas e difundidas. Estas reflexões estão centradas na noção de “degeneração burocrática” e no conceito de “estado operário (burocraticamente) degenerado”. Ao longo do artigo, serão apresentadas as suas análises acerca da União Soviética e seu regime, o conteúdo que atribuía ao termo “stalinismo” e as mudanças pelas quais seu pensamento passou ao longo de diferentes fases, que se distinguem por mudanças de análises e/ou posições políticas. Será privilegiada, na exposição, uma apresentação mais pormenorizada da fase “madura”, uma vez que é nela que esse pensamento assume uma forma mais estruturada e sistematizada. Dessa maneira, pretende-se trazer à tona para os/as leitores/as uma síntese dessas análises, que possa servir tanto como um resgate e divulgação de umtema pouco conhecido quanto de ponto de partida para possíveis reavaliações críticas das contribuições de Trotsky ao marxismo, necessárias à construção de um arsenal teórico-analítico capaz de nos auxiliar a melhor entender a experiência soviética em seu conjunto. Palavras-chave: Leon Trotsky; União Soviética; stalinismo; estado operário degenerado; revolução traída.
2022-12-06T16:09:09Z
Monteiro, Marcio Lauria
Percepções da Representação brasileira mediante as relações entre Angola/União Soviética
O artigo traz as percepções da Representação Brasileira em Angola a respeito dos conflitos internos no contexto do processo de libertação do país, por meio da análise de documentos inéditos do Itamaraty. Demonstramos que o principal interesse da presença brasileira em Angola se mostrava na intenção de se estabelecerem negócios e empreendimentos brasileiros no país. Refletimos que mesmo em meio à guerra fria, na qual Angola se situava no bloco que recebia apoio dos “socialistas”, o Brasil reconheceu a nova nação em função de determinantes muito mais econômicos que ideológicos. Palavras-chave: Libertação de Angola; União Soviética; Representação brasileira em Angola; relação Brasil – Angola; ideologia.
2022-12-06T16:09:09Z
Santos, José Francisco dos Rocha, Andréa Pires
Apresentação: uma conversa com György Lukács
A entrevista com a qual nos deparamos expressa muitos dos dilemas do século XX, caracterizado por um mundo moldado sob a sombra da Revolução Russa, que, em outubro de 2017 completou 100 anos. Para que sejamos honestos, é preciso que se aponte que este mundo, em grande medida, acabou. Isso, é claro, não quer dizer que os seus problemas centrais – relacionados à vigência do modo de produção capitalista – tenham sido superados. Antes, ocorre o contrário. Neste sentido, algumas questões que hoje são claras, como o caráter tosco e esquemático do “marxismo” soviético, bem como o caráter contrário ao espírito marxiano do stalinismo, aparecem de modo bastante destacado nas opiniões de Lukács, que até o final de sua vida acreditou ser possível a construção de um socialismo não burocrático nem marcado pela miséria ideológica, características que permearam a sociedade soviética.
2022-12-06T16:09:09Z
Sartori, Vitor
Uma conversa com György Lukács
Tradução da entrevista concedida por György Lukács (1885-1971) que, em 19 de novembro de 1970, abriu a porta do seu apartamento, localizado às margens do Danúbio, para Franco Ferrarotti, sociólogo italiano; este, sem saber, faria uma das últimas entrevistas com o marxista húngaro, que faleceu sete meses depois. Publicado a partir de: FERRAROTTI, F. Conversation with Lukács. World View, Nova York, maio 1972. Tradução de Carolina Peters e Murilo Leite, com revisão técnica de Vitor B. Sartori. [NE]. Franco Ferrarotti foi um dos principais responsáveis pela institucionalização da sociologia na Itália, nos anos 1960. Em 1967 fundou a revista Crítica Sociológica. Dedicou-se, dentre outras questões, ao estudo do sindicalismo italiano, da sociologia urbana e da teoria social.
2022-12-06T16:09:09Z
Lukács, György
Glosas marginais ao Manual de economia política de Adolph Wagner
As Glosas Marginais ao Manual de Economia Política de Adolph Wagner foram redigidas por Marx em Londres da segunda metade de 1879 até novembro de 1880 e estão contidas em seu caderno de excertos dos anos 1879-81. As observações críticas de Marx se relacionam ao livro de Adolph Wagner Allgemeine oder theoretische Volkswirthschaftslehre. Erster Theil. Grundlegung (Doutrina geral ou teórica da economia nacional. Primeira parte. Fundamentos), 2. ed. revista e ampliada, Leipzig e Heidelberg, 1879, publicado como o primeiro volume de um Manual de economia política. Marx critica a desfiguração feita por Wagner da teoria do valor desenvolvida n’O capital e apresenta novamente as teses fundamentais de sua teoria econômica. No caderno de excertos de Marx, as observações são precedidas de uma lista de referências bibliográficas de 54 títulos, selecionados por ele a partir das indicações bibliográficas do livro de Wagner.
2022-12-06T16:09:09Z
Marx, Karl
Adorno e as antinomias da indústria cultural
O conceito de “indústria cultural” foi forjado por Theodor W. Adorno e Max Horkheimer em Dialética do esclarecimento, uma obra escrita durante a guerra e publicada em Amsterdã, em 1947. Eles o preferem a “cultura de massa”, que começa então a se espalhar no âmbito das ciências sociais, sobretudo nos Estados Unidos – devido à ambiguidade da expressão, suscetível de ser interpretada como um tipo de folclore, de cultura autêntica “jorrando” espontaneamente das massas.
2022-12-06T16:09:09Z
Traverso, Enzo
Revolução e contrarrevolução
Neste artigo buscamos dar continuidade à análise iniciada em nosso texto anterior sobre o pensamento conservador de Plinio Corrêa de Oliveira. Líder católico de importância destacada durante boa parte do século XX, Oliveira vem tendo seu pensamento retomado com impressionante força, ao longo dos últimos anos, como mola mestra de novos grupos que buscam agir e implantar sua agenda na realidade brasileira. No presente artigo analisamos de maneira detida sua “obra máxima” e manifesto de fundação da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP): Revolução e contra-revolução, publicada em abril de 1959. Palavras-chave: Pensamento conservador; Igreja Católica; Plinio Corrêa de Oliveira; Tradição, Família e Propriedade (TFP).
2022-12-06T16:09:09Z
Foresti, Luiz Felipe Loureiro
Do genocídio nazista à escalada contrarrevolucionária da guerra fria
Partindo da contrarrevolução nazifascista da década de 1920, o artigo sistematiza a formação do Bloco Anti-Bolchevique de Nações (ABN) por meio de seus principais líderes e organizações ultranacionalistas de extrema-direita, especialmente os grupos anticomunistas do Leste Europeu que, na II Guerra Mundial, perpetraram, em aliança com o estado nazista, verdadeiro crime de genocídio contra dissidentes políticos, etnias e populações civis. São abordados Yaroslav Stetsko e sua Organização de Nacionalistas Ucranianos (OUN/B), a milícia ustashi e o poglavnik Ante Pavelic (respectivamente, a “SS” e o Führer croatas), bem como os católicos “fascistas” da Guarda de Ferro romena. O ABN, fundado entre 1943-6 comauxílio dos estados estadunidense, britânico e alemão ocidental, interessados nas operações encobertas antissoviéticas, ajudou a criar, em 1966, a Liga Mundial Anticomunista (WACL), ao lado de seu eixo fundador oriental, a Liga Anticomunista dos Povos Asiáticos (APACL), sobressaindo a conexão repressiva Stetsko-Chiang Kai-shek. “Esquentando” a détente da guerra fria, situa-se a WACL como veículo de globalização efetiva da contrarrevolução anticomunista. Em alguns de seus “capítulos” nacionais, destaca-se a presença do ABN, particularmente no estadunidense e, via Confederación Anticomunista Latinoamericana (CAL), naqueles auxiliados pelas respectivas ditaduras militares (que atuaram conjuntamente com taisorganizações transnacionais anticomunistas no Plano Condor), quais sejam, o capítulo paraguaio e o brasileiro. Palavras-chave: anticomunismo; Bloco Anti-Bolchevique de Nações (ABN); Liga Mundial Anticomunista (WACL).
2022-12-06T16:09:09Z
Machado, Rodolfo Costa
O trabalho pedagógico e suas possibilidades enquanto práxis no contexto da perspectiva crítica, histórica e cultural
Presente no debate educativo como proposta de superação das problemáticas resultantes da ausência do cumprimento da finalidade social da educação, especialmente na relação ensino/aprendizagem, a práxis pedagógica, como ação transformadora, requer a consideração de elementos teóricos. O objetivo deste trabalho é investigar esses elementos teóricos fundamentais para a compreensão de uma práxis consciente, real e radical no seu aspecto transformador, para refletir sobre as necessárias mudanças no âmbito escolar, no esclarecimento de seus limites e de suas possibilidades. De cunho bibliográfico, recorre-se à base teórico-filosófica do materialismo histórico e dialético para fundamentar o conceito de práxis numa análise histórica e ontológica e buscar sua essência como princípio do conhecimento, que revela as categorias constitutivas da práxis pedagógica. Identifica-se o indivíduo como ser social, histórico e genérico, visto que, nessa concepção, sua formação se dá por meio das objetivações resultantes das elaborações históricas do gênero humano, decorrendo a necessidade de condicionar a reflexão aos aspectos subjetivos e psicológicos do indivíduo para a efetivação do processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Educação; materialismo histórico e dialético; práxis pedagógica.
2022-12-06T16:09:09Z
Hamada, Isabel Akemi
A abortada revolução feminina
GOLDMAN, Wendy. Mulher, estado e revolução: política familiar e vida social soviéticas, 1917-1923. São Paulo: Boitempo/Edições Iskra, 2014. 399 p. No centenário da Revolução Russa, nada mais propício e atual que pensar como ela abordou a questão da emancipação das mulheres. Ferramenta fundamental para essa tarefa, o belo livro Mulher, estado e revolução, de Wendy Goldman, historiadora estadunidense especializada em Rússia e União Soviética, foi publicado no Brasil em 2014. Nele a autora reconstrói a forma como a questão da mulher apareceu na vida cotidiana (“por baixo”) e na legislação (“por cima”) na Rússia revolucionária: recolhe estatísticas, atas de congressos, instruções oficiais e partidárias e, ainda, aborda alguns textos publicados sobre o tema no calor da hora. Reconstrói, assim, com riqueza o debate e nesse processo dá voz aos grupos de mulheres esquecidos pela história e pelo feminismo atual.
2022-12-06T16:09:09Z
Assunção, Vânia Noeli Ferreira de