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A arte dramática na literatura portuguesa

A morigeração dos costumes fez surgir na Grécia um pensador, Esopo, o qual, em textos breves, enunciava lições que, tendo como personagens, em geral, animais ou seres inanimados, objectivaram o comportamento negativo do homem, servindo de exemplo e concretizando, assim, a sua correcção. As fábulas podem, pois, considerar-se modelares para a moralização nesses tempos remotos. Entre os Romanos, Fedro aproveita a mensagem didáctica de Esopo e, como eles, ao longo dos séculos, proliferaram escritores que em tais textos encontram sugestão para concretizar a doutrina moral. Neste conjunto, na Idade Média, refira-se o Livro de Esopo ou Esopete cujos textos formados de uma parte narrativa e da conclusão moral, o epímitio, devem ter proveniência latina. Tal como Fedro, também, na Idade Média, se procura moralizar com uma produção literária animalista “Boosco deleytoso”, “horto do Esposo”, animizando os próprios animais para conseguir tal objectivo. 

Year

2016

Creators

Carriço, Lilaz dos Santos

Comunidade de diáspora em Montreal: uma primeira aproximação - imigração portuguesa e o papel da instituição escolar no Quebec nos séculos xx e xxi

Este artigo é fruto de pesquisa exploratória, realizada na cidade de Montreal, subsidiada pelo governo canadense no ano de 2006, e das reflexões que têm sido feitas acerca da relação entre o mundo lusófono e a instituição escolar no âmbito do grupo de pesquisa, ensino e extensão Acolhendo Alunos em Situação de Exclusão Escolar e Social: o papel da instituição escolar – certificado pela Universidade de São Paulo – que conta com o apoio do CNPq e da FAPESP.  A partir de contato com comunidade de diáspora portuguesa em Montreal e de um breve resgate da história da lusofonia, discutiremos a semiperifericidade econômico-social de Portugal – apesar de ter construído o mais longo império colonial da história da humanidade e, decorrente desta situação de antiga metrópole, analisaremos o papel da instituição escolar no contexto montrealense no sentido da difusão da língua e da cultura lusófona.

Operação cappuccino: os galegos, os cromos, os saldos, as vitaminas e os bacocos!...

Íamos até à Galiza por meia dúzia de dias. Assim sendo, apanhámos o comboio para Vigo no Porto, na velhinha Estação de São Bento. Logo aqui começa a primeira  surpresa, aquando da aquisição do bilhete, quando o solícito funcionário da CP nos disse que a bilheteira internacional(?) já estava encerrada(!). Assim sendo, vendeu-nos um bilhete só até Valença, e nós tínhamos que comprar o bilhete para o restante percurso já dentro do comboio. Lá seguimos viagem numa composição antiquada e pouco limpa, apesar de irmos mais ou menos bem instalados, uma vez que tínhamos comprado bilhete em primeira classe. Mas a história do bilhete ainda não tinha acabado! Afinal, não era bem como o funcionário da CP nos havia dito. O revisor que nos picou o bilhete vendeu-nos um outro, mas só até Tuy, o fim da linha nacional. Quando aí chegássemos, e só aí, o mesmo revisor iria vender-nos o bilhete para o restante percurso, ou seja, até Vigo. Feitas as contas, para chegarmos tivemos que comprar três bilhetes, num valor total de 14,20 Porto-Valença, por 11,10 Valença-Tuy, pela módica quantia de 0,85  

Year

2016

Creators

Pereira, Maria da Conceição Duarte

Quem são os verdadeiros políticos

Político é uma palavra derivada do latim politicus, do grego politikos, como adjetivo é empregado para designar tudo que se refere ao Governo ou ao Poder Público. Mas, como substantivo designa o homem que exerce atividades públicas, ou seja, a arte de bem governar os povos.  Em seu livro “A Política", Aristóteles definiu todo homem como político, pois vivemos em sociedade. Uma das principais e essenciais condições do ser humano é o fato de viver agregado a outros homens na intenção de realizar um fim, ou de cumprir um objetivo de interesse comum, para o qual todos devem cooperar, ou trabalhar. Sendo inconcebível um homem que vive sozinho ou aquele chamado auto-suficiente, pois assim ele deixa de ser homem, se torna um deus ou uma fera, ou simplesmente não sobrevive.

Year

2016

Creators

Velloso, Renato Ribeiro

O crime do colarinho branco. Visão geral

O termo “crime do colarinho branco” (White-Collar Crime) surgiu em 1939 durante um discurso dado por Edwin Sutherland, a American Sociological Association.  Considerado um dos maiores criminalistas de sua época nos Estados Unidos foi eleito presidente da American Sociological Association, muito de seu estudo foi influenciado pela aproximação da escola de Chicago ao estudo do crime que enfatizou o comportamento humano como determinado por fatores ambientais, sociais e físicos.  Sutherland definiu o termo como o crime cometido por uma pessoa de respeitabilidade e elevado estatuto social, status sócio-econômico, no curso de sua ocupação, ocorrendo, quase sempre, uma violação de confiança. Embora haja algum debate a respeito de o que qualifica um crime do colarinho branco, o termo abrange geralmente os crimes sem violência cometidos geralmente em situações comerciais para ganho financeiro. Muitos destes crimes são de difícil percepção, pois são preparados por criminosos sofisticados, que usam de todos os artifícios possíveis para tentarem esconder suas atividades com uma série de transações complexas.

Year

2016

Creators

Velloso, Renato Ribeiro

África: um continente em mutação. A terceira vaga de transições democráticas e alguns dos impactos políticos da globalização em estados não-democráticos

O Continente africano tem como fronteiras naturais as seguintes incidências geográficas: o Mar Mediterrâneo, a Norte, o Oceano Atlântico, a Oeste, e o Oceano Índico e o Mar Vermelho, a Leste.

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2016

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Branco, Alberto Manuel Vara

A crise de sociabilidade em Portugal: um contributo histórico, etnológico e sociológico para a leitura da nossa sociedade actual

Em 1974 dá-se a Revolução de Abril, que vai dar por findo o Estado Novo, caduco e esgotado. De repente tudo muda, pois o que era preciso era transformar para melhor. Contudo, um vazio político imperou até 1975, com um certo reaccionarismo de esquerda. Como salienta Mattoso (1994), durante meses multiplicaram-se as manifestações que lançaram nas ruas e nas praças dos principais centros urbanos e rurais do país, mas muito especialmente em Lisboa e no Porto, centenas de milhares de pessoas (p. 211), o que evidencia a perturbação política e social que se viveu no país.  Com este panorama político por base, assiste-se a uma transformação repentina e descoordenada da sociedade portuguesa, cheia de equívocos e conflitos de contornos imprevisíveis, sem tempo disponível de absorção por parte de quem tem o interesse na ascensão social. Nas sociedades ditas abertas, o indivíduo possui as mesmas probabilidades de ocupar a posição social que deseja desde que tenha a aptidão ou a competência, única restrição à ascensão social. No entanto, a situação de Portugal, com o poder a cair na rua, com excessos nas limitações aos direitos individuais dos cidadãos, permitia a perturbação da vida pública. Sublinha-se que neste Portugal em transe, em transformação, Mattoso (1994) diz que o nosso país é uma república de revolucionários entre 1974/1975, uma república de políticos entre 1976/1982, uma república de empresários entre 1982/1990 e uma república de financeiros e jornalistas a partir de então.

Year

2016

Creators

Branco, Alberto Manuel Vara

A abertura ao "outro": a língua e a cultura francesas. Uma experiência "d’ éveil", de sensibilização e descoberta

Vivemos, quer queiramos quer não, na era da globalização. Viver hoje é ser capaz de integrar, competindo, a sociedade à escala mundial. Tendemos a ser cada vez mais “cidadão do mundo”, não obstante o lutarmos ainda (por vontade, gosto ou necessidade) por ser “cidadão europeu” sem todavia deixarmos de ser “cidadão português”.  Viver no conjunto de nações tão diversas como as que compõem a Europa enquanto “família” é um desafio, implica a aceitação mútua de povos com uma história diferente mas com um futuro comum.  

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2016

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Escola Superior de Educação do Instituto Superior Politécnico de Viseu, Área Científica de Francês

Expectativas de formação dos enfermeiros do distrito de Viseu

RESUMO Investigar sobre as Expectativas de Formação dos Enfermeiros foi o objectivo do presente estudo. Métodos  O estudo transversal e exploratório foi desenvolvido numa amostra de 373 enfermeiros que desempenham funções no distrito de Viseu. Na colheita da informação foi utilizado um questionário e realizadas entrevistas aos Enfermeiros Directores das Instituições de Saúde do distrito de Viseu.  Resultados Os resultados revelaram que os enfermeiros optariam por realizar um curso de pós-licenciatura de especialidade em Enfermagem Médico-Cirúrgica, Enfermagem de Reabilitação e Enfermagem Comunitária. Como áreas de pós-graduação foram apontadas como prioritárias a Urgência/Emergência e os Cuidados Paliativos. Como áreas prioritárias de mestrado foram referidas a Administração/Gestão de Recursos em Saúde, os Cuidados Paliativos, a Urgência/Emergência e a Saúde Pública. Conclusão Os resultados sugerem que os enfermeiros do distrito de Viseu carecem de formação pós-graduada (especialidades, mestrados, pós-graduações) em Enfermagem e que a escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV) deve apostar numa oferta diversificada no que às áreas e níveis de formação diz respeito.  

Year

2016

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Nunes, Madalena Cunha

Cuidados de saúde primários e a sida

Os Cuidados de Saúde Primários (CPS) fazem parte integrante do sistema de saúde do qual constituem o centro, assim como do desenvolvimento social e económico global da comunidade. Proporciona o primeiro nível de contacto do indivíduo, da família e da comunidade, permitindo a aproximação da assistência de saúde o mais perto possível dos locais onde a população vive e trabalha e constituem o primeiro elemento de um processo permanente de assistência de saúde.

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2016

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Chaves, Cláudia

Sida e o idoso. Metodologias educativas de âmbito preventivo

O síndroma da imunodeficiência adquirida (SIDA) foi considerado durante alguns anos como uma afecção exclusiva dos indivíduos jovens. Dutschmann (1998) descreve que só a partir de 1985 as manifestações clínicas da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH) foram observadas em doentes com mais de 60 anos.  Actualmente, este grupo está em franca progressão. Inicialmente, a transmissão pelo sangue e derivados era considerada a principal via epidemiológica, 46,5% a 54,5% dos casos; no entanto, na década de 90, o meio de transmissão mais frequente foi o contacto homossexual, seguindo-se o heterossexual. Neste grupo etário é urgente a utilização de medidas preventivas e de educação para a saúde eficaz, uma vez que só um sexto dos indivíduos com comportamentos de risco utiliza protecção.

Year

2016

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Chaves, Cláudia

Envelhecimento e políticas sociais

Como já temos referenciado em artigos anteriores, as alterações sofridas pelas sociedades modernas e o seu reflexo nos contextos europeus e mundiais, onde prevalecem prioritariamente os conceitos de optimização da economia, levam-nos a dar particular atenção ao impacto que estes fenómenos produzem nas famílias, bem como nos grupos mais vulneráveis dos quais destacamos os idosos. A sociedade contemporânea, tida como sociedade de consumo, rege-se por valores materiais o que implica ter como principal objectivo a rentabilização da produção em que se privilegiam apenas os indivíduos activos. Em consequência, tudo isto exerce efeitos negativos sobre os cidadãos, criando situações “stressantes”, geradoras de doenças e que de algum modo poderão diminuir a capacidade produtiva da pessoa mais fragilizada.

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2016

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Martins, Rosa Maria Lopes

Adolescências... Adolescentes...

A adolescência é hoje conceptualizada como o período situado entre a infância e a vida adulta. Inicia-se com os primeiros indícios físicos da maturidade sexual e termina com a realização social da situação de adulto independente. No mundo ocidental, corresponde mais ou menos à época entre os 12 e os 20 anos, contudo existem oscilações deste período etário impostas pelas diferenças entre os sexos, etnias, meios geográficos, condições sócio-económicas e culturais.  Num mesmo meio, encontramos grandes variedades de indivíduo para indivíduo: há puberdades muito precoces e outras muito tardias. Por outro lado uma mesma pessoa em diferentes momentos tem diferentes ritmos de maturação.  A adolescência é também um tempo de transição. Considerada no passado apenas como um breve interlúdio entre a dependência da infância e as responsabilidades da vida adulta atribuída ao jovem. Pouco depois da maturidade sexual, muitas vezes caracterizada por uma iniciação elaborada, o novo adulto trabalhava, casava e tinha filhos.

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2016

Creators

Ferreira, Manuela Nelas, Paula Batista

A doença mental: determinação individual ou construção social

Neste artigo procura-se reflectir sobre as representações da doença mental à luz da evolução social. Centra-se na discussão dos conceitos chave da Sociologia da saúde, desde logo, nos conceitos de saúde e doença, mas também de cultura, relações sociais, crenças e preconceitos acerca da doença mental. A este propósito distinguem-se alguns modelos de racionalidade que circulam na sociedade e abordam-se as principais determinantes sociais e culturais da sua construção e reprodução.  A análise da produção científica neste domínio sublinha a construção social da doença mental e valoriza a interpretação histórica e cultural deste fenómeno.

Year

2016

Creators

Gonçalves, Amadeu Matos

Cultura organizacional

Numa análise antropológica, tal como refere Neves (2000), o termo “cultura” começou por ser definido como um componente do sistema social, o qual se manifesta pelo modo de vida e pelos artefactos, onde se incluem o saber, a crença, a arte, a moral, a lei, os costumes, hábitos, assumidos pelo homem como membro da sociedade.  Esta concepção de cultura pluralista e sócio-cultural que permaneceu de 1900 a 1950, subdividiu-se em duas correntes, sendo a primeira, mais simples, um conjunto de padrões culturais, criada pelos indivíduos que interagem, realçada pelas estruturas padronizadas da cultura, traduzida nos artefactos e comportamentos. A segunda, mais complexa, associada às formas de organização económica, política e social, sistemas de religião, tipo de linguagem, filosofias, direito, ciência e arte. Esta considera a cultura como um conjunto de estruturas sociais, integrada numa rede ou sistema de relações sociais, sendo cada sistema estrutural, uma unidade funcional, que contribui de modo harmonioso para a sua existência e continuidade.

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2016

Creators

Ribeiro, Olivério de Paiva

Depressão e suporte social em adolescentes e jovens adultos. Um estudo realizado junto de adolescentes pré-universitários

O objectivo é analisar, através de um estudo quantitativo, descritivo e transversal, a relação entre a satisfação com o suporte social e os índices de depressão em adolescentes e jovens adultos. Através de questionário de aplicação directa um total de n=262 alunos, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 16 e os 21 anos de idade, matriculados no 12º ano de Escolaridade das duas Escolas Secundárias da rede do Ministério da Educação, situadas na cidade de Portalegre, Portugal, no ano lectivo 2004/2005. Foram utilizados, como instrumentos de medida, a Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS) (Ribeiro, 1999) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI) (Gorenstein & Andrade, 1996). Os resultados obtidos indicam que o suporte social influencia, de uma forma estatisticamente significativa o índice de depressão em adolescentes e jovens adultos. 

Year

2016

Creators

Claudino, João Cordeiro, Raul Arriaga, Miguel

Níveis de ansiedade e depressão nos alunos do curso de licenciatura em enfermagem. O caso particular dos alunos da escola superior de saúde de Portalegre

O presente estudo aborda os níveis de Ansiedade e Depressão nos alunos da Escola Superior de Enfermagem de Portalegre. Um grupo de 112 alunos matriculados na referida instituição respondeu a um questionário (composto por 38 questões) que permite avaliar o Índice de Saúde Mental na população alvo – Mental Health Inventory (MHI) (Ribeiro, 2001), bem como a alguns dados de caracterização tais como Idade, Sexo, Distrito da Residência Habitual, Ano/Semestre do curso, Opção de par Curso/Escola e Residência em Tempo de Aulas.  Na elaboração deste estudo, recorremos a uma metodologia de cariz quantitativo, através de um estudo transversal, descritivo, tendo como objectivo primordial determinar os níveis de Ansiedade e Depressão nos respectivos alunos.  Assim concluímos, que existem diferenças significativas entre os inquiridos do sexo feminino e masculino, sendo os elementos do sexo feminino que apresentam os valores da Ansiedade e Depressão mais elevados. Os inquiridos que frequentam o 1º e o 3º ano do curso em licenciatura em Enfermagem apresentam, níveis de Ansiedade mais elevados do que os alunos do 2º e 4º anos do mesmo curso.

Year

2016

Creators

Claudino, João Cordeiro, Raul

A sociedade da informação. A criança com deficiência e as novas tecnologias

Neste artigo, pretende-se reflectir acerca do emergir de Novas Tecnologias da Informação e Comunicação, que promovem um novo paradigma de sociedade baseada na informação e no conhecimento. As Novas Tecnologias podem melhorar significativamente a vida da criança com deficiência, ajudando-a a ultrapassar determinadas barreiras. A Escola deverá estar atenta às inovações tecnológicas, para benefício do sucesso educativo.

Year

2016

Creators

Silva, Carlos Fernandes

Manuel de Pina Cabral. Notas biográficas de um (des)conhecido latinista do século XVIII

Algumas figuras pelo facto de se notabilizarem em determinadas épocas tiveram a particularidade de permanecer na memória colectiva no decurso dos séculos. Ao invés, a passagem inexorável dos anos condenou ao ostracismo certos vultos da política e da cultura que, assim, foram relegados para o limbo do esquecimento. Não procurarei aqui determinar a razão de ser deste facto. Certo é que Manuel de Pina Cabral foi um desses homens, que se evidenciou na sua época, mas que depois da morte foi ostracizado pelo devir do tempo. Notável latinista do século XVIII, com um percurso igualmente notável na Ordem Terceira Regular de S. Francisco2, a obra que deixou foi esquecida e a sua vida encontra-se envolta por uma nebulosa.

Year

2016

Creators

Nunes, João Augusto Guerra da Rocha

Visão eclética do cosmos. Lógica matemática aplicada ás idéias de Einstein

Foi publicado um estudo, há algum tempo, onde é sugerido que o universo não seria infinito. Mas a equipe de pesquisadores que chegou a essa consideração baseou-se na idéia de que a idade do universo seria de 13 bilhões e 700 milhões de anos. Podemos mostrar, no entanto – através de lógica matemática – que o universo é eterno e, sendo assim, o estudo da radiação derivada do “Big Bang”, no qual se basearam, não pode servir de vestígio para conceber o cosmos, pelo menos no que se refere a sua origem. 

Year

2016

Creators

Husth, Sthull