RCAAP Repository
O conto popular na literatura infantil contemporânea: a inscrição do leitor
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2009
Loyola, Juliana
A barca de Gleyre, de Monteiro Lobato: uma leitura de saber e/ou fruição
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2009
Pereira, Maria Teresa Gonçalves
Fanfics – um caso de letramento literário na cibercultura?
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2009
Zappone, Mirian H. Y.
Literatura e cinema: algumas reflexões sobre a produção voltada para o público infantil
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2009
Steyer, Fábio Augusto
Leitura e hipertexto: a lição da literatura infanto-juvenil
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2009
Rösing, Tania Rettenmaier, Miguel
Compreensão/interpretação de implícitos e aprendizagem da leitura
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2009
Flores, Onici Claro
Leitura e alfabetização
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2009
Rossa, Adriana Pereira, Vera Wannmacher
Leitura no oeste: talvez rudimentar, mas não selvagem
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2009
Ceccantini, João Luís Pereira, Rony Farto
Literatura infantil e juvenil: seleção de livros e textos, justificativas das escolhas sob o olhar do professor do Ensino Fundamental
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2009
Souza, Renata Junqueira de Girotto, Cyntia Graziella Guizelim Simões
Leitura e literatura: pesquisa em sala de aula, uma alternativa metodológica
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2009
Santos, Salete Rosa Pezzi dos Zinani, Cecil Jeanine Albert
De caso com a leitura
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2009
Cordeiro, Verbena Maria Rocha
Os alunos de especialização em literatura & a literatura infantil e juvenil: estudo de caso
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2009
Martins, Cláudia Mentz
Pesquisas sobre a fonologia da criança
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2009
Lamprecht, Regina Ritter Keske-Soares, Márcia
Mudanças fonológicas na terapia de sujeitos com desvio fonológico utilizando ‘contraste’ e ‘reforço’ do traço [voz]
A presente pesquisa teve como objetivo analisar as mudanças fonológicas ocorridas nos sistemas de sujeitos com desvio fonológico submetidos à fonoterapia por meio do modelo de Oposições Máximas Modificado (BAGETTI; MOTA; KESKE-SOARES, 2005), utilizando ‘contraste’ e ‘reforço’ do traço [voz]. Participaram desta pesquisa quatro sujeitos, sendo 2 do sexo feminino e 2 do masculino, com idades entre 5:2 a 7:3 no início do estudo. Foram realizadas 25 sessões terapêuticas por meio do modelo de Oposições Máximas Modificado. Os sujeitos foram divididos em dois grupos, sendo um grupo tratado pelo ‘contraste’ e outro pelo ‘reforço’. A cada cinco sessões foram realizadas sondagens para a verificação da generalização. Como resultado observou-se que todos os sujeitos apresentaram mudanças em seus sistemas fonológicos. O grupo tratado pelo ‘contraste’ apresentou desempenho superior na generalização a itens não utilizados no tratamento e para outra posição na palavra. O grupo tratado pelo ‘reforço’ apresentou desempenho superior em relação ao número de segmentos adquiridos, generalização dentro de uma classe de sons e para outras classes de sons. Assim, conclui-se que ambos os grupos apresentaram mudanças fonológicas em seus sistemas, sendo que alguns tipos de generalizações foram maiores para o grupo tratado pelo ‘contraste’ e outras para o grupo tratado pelo ‘reforço’.
2009
Mota, Helena Bolli Silva, Ana Paula Silva da Mezzomo, Carolina Lisbôa
O papel do contexto fonológico no desenvolvimento da fala: implicações para a terapia dos desvios fonológicos evolutivos
Este estudo consta de uma investigação a respeito do domínio dos segmentos pós-vocálicos /N, l, S, r/ no português brasileiro e teve como objetivo estudar o contexto fonológico que mais favorece a aquisição da coda final e medial por crianças com aquisição fonológica normal. As variáveis apontadas como relevantes, nesse processo, pela análise estatística foram a tonicidade (sílaba tônica), a vogal precedente (vogais baixas e médias) e o número de sílabas (palavras com menor número de sílabas). Com a realização desse estudo traz-se uma contribuição significativa, mostrando os ambientes lingüísticos que promovem ou desfavorecem o surgimento dos fonemas ausentes na coda silábica em indivíduos com desenvolvimento fonológico normal. Além disso, acredita-se que os resultados apresentam implicações importantes para a terapia dos desvios fonológicos evolutivos na medida em que os ambientes favorecedores ao surgimento de sons ausentes no sistema desviante podem ser usados na terapia fonoaudiológica, na seleção de palavras-estímulo.
2009
Mezzomo, Carolina Lisbôa Baesso, Janaína Sofia Athayde, Marcia de Lima Dias, Roberta Freitas Giacchini, Vanessa
Aquisição não-linear durante o processo terapêutico
O objetivo deste trabalho foi verificar a aquisição não-linear de duas crianças com desvio fonológico durante o tratamento. Participaram da pesquisa dois sujeitos (S1 e S2), do sexo masculino, S1 com 5:1 de idade, apresentava desvio fonológico de grau severo, e o S2 com 4:11 de idade, desvio fonológico moderado-severo. Os sujeitos receberam tratamento pelo modelo ABAB-Retirada e Provas Múltiplas durante 36 sessões de terapia. Observou-se descontinuidade no processo de aquisição fonológica principalmente das líquidas. Conclui-se que a atenção do clínico deve estar voltada para a generalização dos fonemas trabalhados, mas também é importante o conhecimento de que o processo de aquisição fonológica é não-linear, sendo o processo de regressão comum durante o estabelecimento dos fonemas.
2009
Keske-Soares, Márcia Pagliarin, Karina Carlesso Ghisleni, Maria Rita Leal Lamprecht, Regina Ritter
A generalização em desvios fonológicos: o caminho pela recorrência de traços
O presente artigo discute a construção do sistema consonantal, em caso de desvio fonológico, a partir de processo de terapia. Defende serem a adição de novos segmentos e classes naturais, bem como a ocorrência de generalização, o resultado da ativação de novos traços distintivos, motivada por dois movimentos – de expansão e de solidificação –, sendo o primeiro responsável pelo alargamento do sistema de contrastes e o segundo, pelo alargamento do sistema com base em traços já recorrentes/estáveis na fonologia da criança. Em caso de terapia, o movimento de solidificação passa a integrar a idéia de compartilhamento de traços, visto que se entende que a expansão do sistema segue o caminho dos traços compartilhados pelo segmento-alvo e pelos segmentos emergentes na aquisição.
2009
Matzenauer, Carmen Lúcia Barreto
O uso da estratégia de alongamento compensatório em crianças com desenvolvimento fonológico normal e desviante
Esta pesquisa teve como objetivo investigar, com auxílio da análise acústica, a presença de alongamento compensatório em casos de simplificação do onset complexo (OC) na fala de crianças com desenvolvimento fonológico normal (GDFN) e desviante (GDFE). Para tanto, analisou-se a fala de 28 crianças, monolíngües, falantes do português brasileiro, de ambos os sexos, com idades entre 1:0 e 8:0 anos. A análise temporal dos segmentos foi realizada com o auxílio do software de áudio-processamento, o PRAAT, versão 4.4.16 (BOERSMA e WEENINK, 2006). Os resultados mostraram maior ocorrência de alongamento compensatório a partir da análise acústica, em comparação com a análise perceptual. Verificou-se, nos OCs formados por fricativa, o emprego da estratégia principalmente pelo GDFE. Nos OCs com “plosiva+líquida” o GDFN e o GDFE utilizaram o alongamento compensatório de forma semelhante. Não se constatou diferenças quanto ao gênero. A análise acústica mostrou ser capaz de validar o conhecimento fonológico em relação à presença do OC, quando este ainda não é preenchido com os segmentos-alvo, apontando para a necessidade do uso da espectrografia para a realização de descrições fonológicas mais confiáveis.
2009
Mezzomo, Carolina Lisbôa Mota, Helena Bolli Dias, Roberta Freitas Giacchini, Vanessa
Caracterização da preferência sistemática por um som em casos de desvio fonológico
O objetivo deste trabalho foi analisar o sistema fonológico de cinco crianças com preferência sistemática por um som de acordo com os estudos de Weiner (1981) e Yavas e Hernandorena (1989, 1991). A amostra está composta por cinco sujeitos (quatro meninos e uma menina), com idade de 6:4 (S1), 4:11 (S2), 4:4 (S3), 5:5 (S4) e 5:1 (S5). Os dados de fala foram analisados através da avaliação fonológica. Para análise da fala utilizaram-se análises contrastiva e de traços. Os resultados obtidos na análise dos dados de fala dos cinco sujeitos são descritos e comparados aos padrões identificados pelos autores acima citados quanto à preferência sistemática por um som. O S1 apresenta preferência por /s/ e /z/, afetando a classe das fricativas; S2, por /f/ e /v/, substituindo fricativas e plosivas; S3, por /t/ e /d/, afetando as fricativas; S4, por /k/ e /g/ afetando plosivas e fricativas; S5, pela glotal /ʔ/, substituindo fricativas e plosivas. Conclui-se que os resultados confirmam que o nível do desvio é variável, com o sistema fonológico ininteligível devido à perda de contraste. Porém, é necessário estudar um número maior de sujeitos e saber o tipo de desordem para atentar para o diagnóstico e a terapia. Além disso, é importante que os terapeutas da fala, ao detectarem e tratarem o desvio fonológico, conheçam as características dos sistemas com preferência sistemática por um som.
2009
Keske-Soares, Márcia Ceron, Marizete Ilha Brancalioni, Ana Rita Lamprecht, Regina Ritter
A severidade do desvio fonológico com base em traços
Este artigo apresenta uma proposta de classificação do grau de severidade do desvio fonológico, com base em traços, levando em consideração a natureza fonológica do sistema desviante. A proposição é feita após a referência a algumas abordagens de categorização de desvios já existentes na literatura. Ao final, são descritos os dados de cinco sujeitos portadores de desvios fonológicos e é analisado o grau de severidade desses desvios com base na proposta apresentada no artigo.
2009
Lazzarotto-Volcão, Cristiane Matzenauer, Carmen Lúcia Barreto