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Padrões fitogeográficos em Bromeliaceae dos campos de altitude da floresta pluvial tropical costeira do Brasil, no Estado do Rio de Janeiro

Resumo Este trabalho relaciona as espécies e variedades de Bromeliaceae ocorrentes nos campos de altitude do Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Foram encontrados quatro padrões básicos de distribuição geográfica: 1. Ampla distribuição. 2. Costa leste do Brasil. 3. Disjunção Rio de Janeiro - Minais Gerais, e 4. Endemismo para o Estado do Rio de Janeiro. Foram verificados os demais habitats onde ocorrem e seus respectivos hábitos.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Martinelli,Gustavo Vaz,Angela Maria Studart da Fonseca

Ecologia da polinização e biologia da reprodução de Miconia stenostachya DC (Melastomataceae)

Resumo Neste trabalho os autores apresentam os dados obtidos nas observações realizadas sobre a ecologia da polinização e biologia da reprodução de Miconia stenostachya DC., referentes aos espécimes cultivados no Parque do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Acredita-se que nessa espécie o sistema de reprodução efetivo seja a apomixia por agamospermia, e que a ocorrência de reprodução alogâmica seja uma possibilidade muito remota. Suas flores possuem atributos melitófilos, tendo anteras com 90 a 95% de grãos de pólen estéreis e recebendo poucas visitas das abelhas em busca do alimento, quando ocorre, então, a polinização do tipo "vibrátil" e "ordenha", esternotribo, pelas abelhas Trigona {Trigona) trínidadensis (Pruv.) e Melipona fasciata scutellaris (Lat.). Não ocorre divisão de trabalho nas anteras de diferentes tamanhos, e a mudança de cor das peças florais não se dá por polinização ou por fecundação e, provavelmente, está relacionada com a fisiologia da planta.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Baumgratz,José Fernando A. Silva,Nilda Marquete Ferreira da

Tocoyena bullata (Vell.) Mart. (Rubiaceae). Anatomia foliar

Resumo No presente trabalho, o autor contribui para o conhecimento da anatomia da folha Tocoyena bullata (Vell.) Mart., destacando a ocorrência de emergência de coléter na estipula, estômato do tipo paracítico, mesofilo dorsiventral e feixes vasculares do tipo colateral. O sistema vascular adquire formato circular na lâmina foliar ou no pecíolo, envolvendo ocasionalmente pequenos feixes medulares neste último. Idioblastos taníferos e cristalíferos encontram-se distribuídos pelo parênquima fundamental da estipula, pecíolo, nervura mediana e no clorênquima do mesofilo.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Vieira,Ricardo Cardoso

Leucobryaceae do Parque Nacional da Tijuca, no Estado do Rio de Janeiro (Brasil)

Resumo No Parque Nacional da Tijuca, situado no Estado do Rio de Janeiro, foram encontrados dois gêneros de Leucobryaceae, Leucobryum Hampe e Octoblepharum Hedw., representados pelas seguintes espécies: Leucobryum albicans (Schwaegr.) Lindb; Leucobryum clavatum Hampe; Leucobryum crispum C. Muell.; Leucobryum martianum (Hornsch.) Hampe; Leucobryum sordidum Angstr.; Octoblepharum albidum Hedw.; Octoblepharum cocuiense Mitt. Sobre essas espécies são apresentadas descrições, distribuição geográfica e ilustrações.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Costa,Denise Pinheiro da

Monnina Ruiz et Pavon (Polygalaccae) no Brasil

Resumo 0 gênero Monnina é caracterizado, dentro das Poligaláceas, principalmente por apresentar fruto nucóide com ou sem alas e uma ou duas sementes. No Brasil está representado, até o presente, por 11 espécies e uma subespécie, para as quais são feitas chaves analíticas para identificação, descrições e ilustrações de detalhes morfológicos. São também apresentados estudos da nervação e epiderme foliar; são assinaladas novas localidades geográficas para as espécies, bem como descrita uma nova subespécie (M. tristaniana St.-Hil. ssp. richardiana (St.-Hil.) Marq.) e feito um novo sinônimo (M. emarginata St.-Hil.).

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2022-12-06T13:14:02Z

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Marques,Maria do Carmo M.

Rivina humilis L. (Phytolaccaceac), anatomia da raiz, caule e folha

Resumo No presente trabalha estudou-se a anatomia da raiz, caule e folha de Rivina humilis L. O sistema vascular ao longo do pecíolo é constituído por feixes do tipo colateral, não apresentando grandes variações no trajeto, desde a região proximal até o ápice da lâmina foliar. A folha é hypostomática, com estômatos do tipo anomocítico, paracítico e anisocítico, assim como ocorrem estômatos vizinhos e estômatos geminados. O mesofilo apresenta estrutura dorsiventral. Os idioblastos com cristais prismáticos e estilóides de oxalato de cálcio encontram-se na raiz, caule e folha. O caule apresenta projeções, formadas por colênquimas do tipo angular. Os estômatos são do tipo anomocítico e anisocítico. Em estrutura primária a raiz é do tipo tetrarca. Encontram-se fibras simples, apresentando grande quantidade de amido.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Pugialli,Helena Regina Lima Marquete,Osnir

Morfología e anatomia do fruto de Combretum rotundifolium Rich. (Combretaceae)

Resumo O fruto de Combretum rotundifolium Rich, é proveniente de ovário ínfero, de natureza receptacular, com placentação apical. O anfistego no fruto adulto exibe três camadas distintas - uma externa fina, uma intermediária fibrosa e uma interna esponjosa -, que juntamente com as alas proporcionam sua dispersão pelo vento. Inicialmente o anfistego é constituído pela epiderme, colênquima, parênquima e tecido vascular. Mais tarde, nota-se que as células parenquimáticas começam a espessar suas paredes e, posteriormente, a constituir o esclarênquima. Esse anfistego exibe grande quantidade de drusas de oxalato de cálcio e cristais rômbicos. Pelas suas características, tipifica-se o fruto, segundo a Classificação de Barroso (no prelo), como do tipo nucóide, subtipo betulídio. As sementes acompanham a forma do fruto, e o embrião é do tipo axial, com cotilédones foliáceos e plicados. Como as características do fruto estão intrinsecamente inseridas na estrutura da flor, também se fizeram observações anatómicas, inclusive sobre a vascularização do botão floral ao nível do receptáculo inferior.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Valente,M. da C Silva,Nilda Marquete F. da Guimarães,Delphos José

Contribuição ao inventário das algas marinhas bentônicas de Fernando de Noronha

Resumo O Arquipélago de Fernando de Noronha localiza-se acerca de 546km da cidade de Recife, Pernambuco. A partir de coletas realizadas em julho de 1986, nas zonas supralitoral, mesolitoral e infralitoral, o presente trabalho apresenta a listagem das 106 espécies identificadas, sendo 33 Chlorophyceae, 22 Phaeophyceae e 51 Rhodophyceae, e sua distribuição ao longo de 11 pontos de coleta selecionados do lado noroeste da Ilha de Fernando de Noronha e da Ilha Rata. Dentre as espécies citadas, 25 são referências novas para a região. Comentários s3o feitos a respeito dos grupos de interesse taxonômico e ecológico.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Szechy,M.T.M. de Nassar,C.A.G. Falcão,C. Maurat,M.C.S.

Listagem preliminar da flora fanerogâmica dos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi - Ouro Preto/Mariana, MG

Resumo 0 Parque Estadual do Itacolomi situa-se nos municípios de Ouro Preto e Mariana, Minas Gerais, Brasil, abrangendo toda a Serra do Itacolomi, uma das componentes da Cadeia do Espinhaço. É apresentada uma listagem preliminar da flora fanerogâmica dos campos rupestres que ocorrem na área do parque, que consta de 67 famílias e cerca de 300 espécies.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Peron,Marcos Valério

Histogênese de calo de explante caulinar de Datura insignis Barb. Rodr.

Resumo Calos não-homogêneos e compactos foram induzidos a partir de explantes Internodais de Datura insignis Barb. Rodr. cultivados em meio B5 (Gamborg, 1968) suplementado com 1mg/l BAP + 0,25 e 1mg/1 NAA. A análise histológica do calo revelou que, embora tenham ocorrido divisões periclinais na epiderme, no colênquima e no parênquima cortical, interfascicular e medular, apenas os tecidos situados entre a epiderme e o cilindro central transformaram-se em tecido calogênico. Constatou-se a diferenciação de elementos xilemáticos e centros meristemáticos dispersos pelo calo. Em meio com 1mg/l BAR + 0,25mg de NAA observou-se a presença de estruturas globulares constituídas de células em divisão periclinal com arranjo radial e inúmeros centros meristemáticos. Não foi possível identificar a presença de embriões somáticos, considerando-se os calos como não-embriogênicos.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Figueiredo,Solange Faria Lua Vieira,Ricardo Cardoso Esquibel,Maria Aparecida Costa,Cecília Gonçalves

Estudos em Asclepiadaceae - XXV. Uma nova espécie de Matelea Aubl.

Resumo Uma nova espécie de Matelea Aubl. (M. matogrossensis) do Estado de Mato Grosso do Sul é descrita.

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Pereira,Jorge Fontella

Contribuição ao estudo das Asclepiadaceae brasileiras - XXIV. Checklist preliminar do Estado da Bahia

Resumo Os autores apresentam uma lista dos táxons pertencentes à família Asclepiadaceae e ocorrentes no Estado da Bahia, com a atualização da maioria dos nomes, observações de campo e citação de novas localidades. Nesse estado ocorrem 25 gêneros (sendo três introduzidos), 75 táxons específicos (três exóticos) e dois infra-específicos. Duas espécies descritas recentemente e três outras pouco conhecidas foram ilustradas.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Pereira,Jorge Fontella Valente,Maria da Conceição Harley,Raymond Silva,Nilda Marquete Ferreira da

Osmóforos: Retrospectiva dos Últimos 20 Anos de Pesquisa

Resumo Foram levantados os trabalhos produzidos nos últimos 20 anos de pesquisa em osmóforos, uma estrutura glandular floral envolvida na secreção de substâncias voláteis acompanhada, em muitos casos, de termogênese. As informações abrangem as tendências de pesquisa na estrutura e ultraestrutura anatômica da glândula, no perfil químico dos voláteis secretados, seu envolvimento na ecologia da polinização de angiospermas e nas respostas etológicas e eletrofisiológicas de insetos, induzidas pelos osmóforos e suas secreções.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Silva,Ary Gomes da

Novas Espécies de Ditassa (Asclepiadaceae) para o Estado do Rio de Janeiro

Resumo São descritas duas novas espécies do gênero Ditassa, para o Estado do Rio de Janeiro. Brasil.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Silva,Nilda Marquete Ferreira da Valente,M. da C.

Variações morfológicas das Chlorophyta da Lagoa de Araruama, Rio de Janeiro

Resumo O levantamento taxonômico da lagoa hiperhalina de Araruama revelou que cinco táxons pertencentes as Ulvales e as Cladophorales foram os que apresentaram as variações morfológicas mais marcantes. São fornecidas as descrições, variações morfológicas, comentários e ilustrações de Enteromorpha flexuosa subsp. flexuosa. Ulva lactuca, U. rigida, Cladophora vagabunda e Rhizoclonium tortuosum e são discutidos os fatores abióticos que ocasionaram estas variações.

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Reis,Renata Perpetuo

Feofíceas novas e raras para o litoral brasileiro

Resumo Durante estudo sobre a flora marinha bentônica do litoral de Saquarema a Itacoatiara, Estado do Rio de Janeiro, foram coletadas feofíceas de pequeno porte epífitas em Sargassum filipendula C. Agardh, dentre as quais destacam-se: Myrionema strangulans Greville (Myrionemataceae) como primeira citação da ocorrência do gênero no litoral brasileiro. Hecatonema floridana (Taylor) Taylor (Myrionemataceae) como primeira citação do gênero no litoral sudeste e Elachista mlnutissima Taylor (Elachistaceae) como primeira citação do gênero no litoral do Estado do Rio de Janeiro.

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Amado Filho,Gilberto M. Yoneshigue-Valentin,Yocie

Víguiera paranensis (Malme) J. U. Santos. (Composítae-Heliantheae). Um nova combinação para o gênero.

Resumo Descrição, ilustração e transferência de Aspilia paranensis Malme, para o gênero Viguiera Kunth.

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Santos,João Ubiratan Moreira dos

Espécies de Áphelandra R. Br. (Acanthaceae) no Estado do Rio de Janeiro - Morfologia foliar e das brácteas

Resumo O presente trabalho apresenta um estudo sobre a morfología das folhas e das brácteas de 10 espécies de Aphelandra R. Br. para o estado do Rio de Janeiro. Destaca-se a análise da nervação foliar, epiderme e tricomas. Na epiderme das brácteas são observados tricomas simples e glandular. Os tricomas glandulares podem ser de 2 tipos: subséssil com cabeça globular e pedicelado. É fornecida uma chave analítica para identificação das espécies. Estabelecido um novo sinônimo para Aphelandra neesiana Wassh. e assinalado, pela primeira vez, a ocorrência de Aphelandra ornata (Nees) T Anderson para o Rio de Janeiro.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Profice,Sheila Regina

Cactaceae da Área de Proteção Ambiental da Massambaba, Rio de Janeiro, Brasil.

Resumo Cactaceae da Área de Proteção Ambiental da Massambaba, Rio de Janeiro, Brasil. Foi realizado um levantamento das espécies de Cactaceae encontradas na planície arenosa da Área de Proteção Ambiental da Massambaba, que ocupa parte dos Municípios de Saquarema. Araruama e Arraial do Cabo, no Estado do Rio de Janeiro. Registrou-se 13 espécies pertencentes aos gêneros: Pereskia, Opuntia, Cereus, Melocactus, Pilosocereus, Epiphyllum, Hylocereus, Selenicereus, Lepismium e Rhipsalis. As espécies foram caracterizadas morfológicamente, com ênfase nas observações de campo e sua distribuição nas zonas de vegetação.

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Freitas,María de Fátima

Novas ocorrências de briófítas no Brasil

Resumo Três espécies de musgos estão sendo referidas como novas ocorrências para o território brasileiro, pertencentes a duas famílias e três gêneros. Para cada espécie são apresentados dados quanto ao basiônimo, localidade-tipo, descrição, ilustração e comentários sobre o substrato, características importantes para a identificação e distribuição no mundo.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Costa,D. P. Yano,O.