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Diversidade taxonômica e distribuição geográfica das solanáceas que ocorrem no Sudeste Brasileiro (Acnistus, Athenaea, Aureliana, Brunfelsia e Cyphomandra)
RESUMO Os gêneros registrados para a região Sudeste (Acnistus, Athenaea, Aureliana, Brunfelsia e Cyphomandra) são analisados com base na documentação bibliográfica e de herbário. Para interpretar os diversos aspectos do hábito, habitat e distribuição geográfica, foram elaboradas tabelas específicas. Os resultados identificam a região como um provável Centro de Diversidade específica. É acrescentada uma análise da situação dos 39 táxons quanto à preservação, citando as Unidades de Conservação onde estão localizados. Uma chave analítica é desenvolvida para o reconhecimento dos táxons visando auxiliar taxonomistas e estudiosos da florística.
2022-12-06T13:14:02Z
de Carvalho,Lucia d’Ávila. Freire Costa,Lucio Heron P. Duarte,Aline Castellar
Plantas comercializadas como medicinais no Município de Barra do Piraí, RJ
RESUMO O município de Barra do Piraí localiza-se na região média do rio Paraíba do Sul e engloba áreas de Floresta Atlântica de encosta em diferentes estágios sucessionais. Os dados foram obtidos através de entrevistas semi-estruturadas a dois informantes (erveiros) que comercializam plantas medicinais na única feira-livre da cidade, bem como pela aplicação de questionários com perguntas diretas e fechadas a 100 consumidores dessas plantas. Visitaram-se quatro sítios de coleta e/ou cultivo onde foram coletadas 100 espécies pertencentes a 42 famílias botânicas. Elaborou-se uma tabela organizada em ordem alfabética de família acompanhada pelo nome científico, nome vulgar e dados fornecidos pelos informantes. Dentre as espécies coletadas, cerca de 25% foram obtidas em áreas florestadas, evidenciando-se o importante papel dos erveiros na coleta e fornecimento de plantas medicinais da Floresta Atlântica.
2022-12-06T13:14:02Z
Parente,Cláudio Ernesto Taveira da Rosa,Maria Mercedes Teixeira
Annonnaceae from Central-eastern Brazil
ABSTRACT An annotated checklist of the Annonaceae from Central-Eastern Brazil, comprising the Distrito Federal and the States of Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, and Tocantins is presented. Nineteen genera and 153 species are listed for this region. An identification key for genera, information about most recent revisions, short descriptions, notes on geographical distribution, and comments are provided.
2022-12-06T13:14:02Z
Maas,Paul J. M. de Kamer,Hiltje Maas-van Junikka,Leo de Mello-Silva,Renato Rainer,Heimo
Definições de clareira natural e suas implicações no estudo da dinâmica sucessional em florestas
RESUMO Clareiras naturais são essenciais à regeneração de florestas tropicais. Diferentes definições de clareira são utilizadas em trabalhos nestas florestas, dificultando uma análise comparativa de seus resultados. Procurou-se comparar duas destas definições com o intuito de verificar se levariam a diferentes resultados florísticos e estruturais. Uma delas baseia-se na abertura no dossel, enquanto a outra na abertura ao nível do solo. Cinco clareiras naturais tiveram sua vegetação de borda estudada. Foram encontradas florística e estrutura da vegetação semelhantes para as duas definições aplicadas. Tais resultados foram creditados principalmente à estrutura heterogênea da mata, que torna seu dossel altamente permeável à luz solar, o que parece minimizar o gradiente microclimático, relativo à incidência de luz, que se esperaria encontrar entre as áreas amostradas segundo as diferentes definições.
2022-12-06T13:14:02Z
Armelin,Renato Soares Mantovani,Waldir
Malvaceae A. Juss. no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil
RESUMO O presente trabalho compreende o levantamento florístico e o tratamento taxonômico das Malvaceae ocorrentes no Parque Estadual do Rio Doce. Foram realizadas excursões mensais no período de outubro de 1997 a janeiro de 1999 para coleta de material botânico. Os caracteres morfológicos do tubo estaminal, demonstraram ser úteis para o reconhecimento dos gêneros. Chaves acompanhadas de descrições, ilustrações, distribuição geográfica e comentários taxonômicos de cada táxon, foram realizadas. Dezenove táxons distribuídos em nove gêneros (Herissantia, Hibiscus, Malvastrum, Pavonia, Peltaea, Sida, Sidastrum, Urena e Wissadula), foram reconhecidos, sendo Sida o gênero mais representativo com sete espécies. Sida santaremensis Monteiro é nova citação de ocorrência para o Estado de Minas Gerais e Sida acuta var. obidensis Monteiro foi proposta como um sinônimo de Sida planicaulis Cav.
2022-12-06T13:14:02Z
Bovini,Massimo G. Carvalho-Okano,Rita Maria de Vieira,Milene Faria
Myrsinaceae da APA de Cairuçu, Parati (Rio de Janeiro, Brasil)
RESUMO A Área de Proteção Ambiental de Cairuçu, localiza-se no município de Parati, Rio de Janeiro, Brasil (23º 10’-23’ S e 44º 30’-51’ W) e apresenta uma área de 33.800 ha, situada na vertente oceânica da Serra do Mar, além de uma parte insular com 63 ilhas. O clima é mesotérmico, superúmido com pouco ou nenhum déficit hídrico. São apresentados os resultados de estudo florístico realizado com as Myrsinaceae nativas da região, representadas pelos gênerosCybianthus Mart. (2 espécies), Rapanea Aubl. (4 espécies) e Ardisia Swartz (2 espécies).
2022-12-06T13:14:02Z
Jung-Mendaçolli,Sigrid L. Bernacci,Luís Carlos
Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae)
RESUMO A família Monimiaceae engloba 30 gêneros e cerca de 400 espécies de árvores ou arbustos distribuídos pelas regiões tropicais e subtropicais, especialmente do Hemisfério Sul. Está representada no Brasil por seis gêneros e cerca de 95 espécies, sendo os gêneros mais ricos em espécies Mollinedia e Siparuna. Macropeplus, gênero endêmico do Brasil, ocorre em áreas florestadas nos campos rupestres, cerrados e mata atlântica, acima de 1.000 m de altitude, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. Desde a sua criação, no final do século passado, e até o presente estudo era considerado monoespecífico e compreendendo oito variedades. O presente estudo reconhece quatro táxons, que foram elevados à categoria de espécie: Macropeplus dentatus (Perkins) I.Santos & Peixoto, M. friburgensis (Perkins) I.Santos & Peixoto, M. ligustrinus (Tul.) Perkins e M. schwackeanus (Perkins) I.Santos & Peixoto. As espécies são distintas predominantemente com base na margem e consistência das folhas bem como na coloração que adquirem quando secas, tanto em campo quanto em laboratório; utilizou-se também, como caracteres diferenciais, comprimento do pedúnculo, do pedicelo, dos lobos florais e o número de estames. M. ligustrinus é a espécie de maior área de distribuição, ocorrendo na Bahia, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal; M. friburgensis é exclusiva da Serra do Mar, no Rio de Janeiro, ocorrendo nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis; M. schwackeanus é endêmica de Minas Gerais, ocorrendo na Serra de Ouro Preto e Serra do Caparaó; M. dentatus ocorre na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no Rio Janeiro e São Paulo. Durante o presente estudo foram localizadas nove populações no campo: cinco de M. ligustrinus, uma de M. friburgensis e três de M. dentatus. Não se pode localizar ainda nenhuma população de M. scwackeanus no campo.
2022-12-06T13:14:02Z
Santos,Inês da Silva Peixoto,Ariane Luna
Briófitas do arboreto do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
RESUMO O trabalho apresenta os resultados do levantamento das espécies de briófitas do Arboreto do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Foram identificados 98 táxons (1 antóceros, 40 hepáticas e 57 musgos), distribuídos em 61 gêneros e 37 famílias, existindo um predomínio de musgos (58%) sobre hepáticas (41%). Seis formas de vida foram caracterizadas (coxim, pendente, taloso, tapete, trama e tufo), predominando tufo, trama e tapete (85%). Cinco tipos de substrato são colonizados (corticícola, epífila, epíxila, rupícola, terrícola), prevalecendo o corticícola (36%). Sete padrões de distribuição geográfica foram caracterizados (Cosmopolita, Pantropical, Neotrópico e África, América Tropical e Subtropical, Neotropical, Disjunto e restrito ao Brasil), predominando o Neotropical (46%). Bryum pseudocapillare, Calymperes tenerum, Ceratolejeunea laetefusca, Cololejeunea minutissima subsp. myriocarpa e Fissidens submarginatus são ocorrências novas para o Rio de Janeiro. Bryum pseudocapillare, Bryum renauldii e Calymperes tenerum são citadas pela segunda vez para o Brasil. Os dados foram comparados com aqueles obtidos para outros Jardins Botânicos e mata atlântica de baixada. Os resultados estão de acordo com os encontrados nas florestas secundárias de terra baixa ou urbanas, que são mais secas e abertas, e sofrem influência direta da poluição, temperatura e luminosidade altas.
2022-12-06T13:14:02Z
Molinaro,Lianna de Castro da Costa,Denise Pinheiro
Anatomia do lenho de espécies do gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae)
RESUMO Neste trabalho é apresentada a descrição anatômica do lenho de Nectandra leucantha Nees, Nectandra puberula (Schott) Nees e Nectandra rigida (H. B. K.) Nees. As três espécies apresentaram camadas de crescimento distintas; porosidade difusa; parênquima axial paratraqueal; placas de perfuração simples e escalariformes; pontoações intervasculares alternas e fibras septadas. As características que se mostraram úteis para a segregação das espécies foram: tipo e distribuição do parênquima axial, formato das pontoações intervasculares e presença de células oleíferas/ mucilaginosas.
2022-12-06T13:14:02Z
de Oliveira,Carlos Wagner Callado,Cátia Henriques Marquete,Osnir
Regeneração de um trecho de floresta de restinga na Reserva Ecológica Estadual de Jacarepiá, Saquarema, Estado do Rio de Janeiro: II - Estrato arbustivo
RESUMO O estrato arbustivo representa o estágio mais adiantado da regeneração da floresta de restinga da Reserva Ecológica Estadual de Jacarepiá, impactada em 25% da área total em 1986. As espécies Trema micrantha e Aegiphila sellowiana são as pioneiras mais abundantes. O método de parcelas, embora moroso, foi eficiente, pois permite o acompanhamento da regeneração. As trepadeiras, no momento não estão relacionadas à reversão da regeneração. Espécies arbóreas que ocorrem na floresta não perturbada parecem ser favorecidas com perturbação; outras são desfavorecidas e outras são capazes de rebrotar. De 110 táxons encontrados, somente 21 são comuns a outros estudos realizados no Brasil em áreas perturbadas de restinga e mata atlântica.
2022-12-06T13:14:02Z
de Sá,Cyl Farney Catarino
Colecções botânicas do Brasil em espaços verdes notáveis de Lisboa
RESUMO Em Portugal nos meados do século XVIII viveu-se o movimento iluminista, tornando-se perceptível a necessidade do conhecimento dos recursos naturais que o país possuía. Somente em meados do século XIX voltou-se a dar atenção aos estudos botânicos, a fundarem-se espaços verdes e a incrementar os já existentes, onde se começaram a reunir colecções de plantas com fins científicos e didácticos. O Jardim Botânico de Lisboa foi fundado em 1873, tendo vindo a ser enriquecido com grande número de espécies taxonomicamente importantes. O Jardim-Museu Agrícola Tropical, criado em 1906, foi instalado em 1914 no local onde hoje se encontra, tendo sido promovida a introdução de plantas económicas e exóticas. A Estufa Fria de Lisboa teve o seu início em 1912; nela incluem-se numerosas espécies oriundas de diversas regiões do mundo. Após diversos estudos botânicos já efectuados pelas autoras nos locais citados, foram agora seleccionadas as espécies originárias do Brasil, assim como as suas principais utilizações e ocorrência nos locais estudados, os quais se revelam possuidores de valiosas colecções de espécies vegetais brasileiras. Estes locais têm um papel importante na investigação botânica, bem como grande interesse didáctico, educacional e ambiental.
2022-12-06T13:14:02Z
Caixinhas,Maria Lisete Liberato,Maria Cândida
Ação antrópica e resultantes sobre a estrutura e composição da Mata Atlântica na Ilha Grande, RJ
RESUMO A Floresta Ombrófila Densa na Ilha Grande (RJ) é constituída por um mosaico de florestas secundárias de diferentes idades. Foram estudados trechos de florestas utilizados anteriormente para cultivos de subsistência de populações caiçaras a 5, 25 e 50 anos. Para comparação, utilizou-se um trato de floresta primária. Nas áreas estudadas foi encontrado um total de 26 espécies na área de 5 anos, 70 na de 25 anos, 63 na de 50 anos e 134 na climáxica e a área basal foi de 5,6; 26,3; 32,4 e 57,9 m2/ha, respectivamente. A distribuição das espécies pelos grupos ecológicos permitiu a separação em 3 situações: a) com dominância de pioneiras (a área de 5 anos); b) com dominância das secundárias iniciais e tardias (as áreas de 25 e 50 anos) e c) com dominância das espécies climáxicas (a área climáxica). Os valores dos índices de Shannon foram de 2,51; 3,33; 3,10 e 4,28 nats/ind., para as mesmas. A participação das 10 espécies com maior Valor de Importância na densidade, freqüência e dominância tende a reduzir no sentido 5 anos-clímax. Em função da lenta evolução das variáveis estruturais nas áreas de 25 e 50 anos, estas foram classificadas como de clímax antrópico.
2022-12-06T13:14:02Z
de Oliveira,Rogério Ribeiro
Lauraceae Jussieu na Reserva Ecológica de Macaé de Cima, Município de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Brasil
RESUMO Este trabalho apresenta o estudo taxonômico das espécies de Lauraceae na Reserva Ecológica de Macaé de Cima, localizada no Município de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, Brasil. A vegetação da Reserva é do tipo Floresta Pluvial Atlântica Montana com altitudes entre 880 a 1.720 m. Com base nas coleções botânicas depositadas em vários herbários, especialmente nas do Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e em trabalho de campo, foram reconhecidas para a região 32 espécies subordinadas a nove gêneros: Aniba (1 sp.), Beilschmiedia (2 spp.), Cinnamomum (2 spp.), Cryptocarya (2 spp.), Endlicheria (1sp.), Nectandra (3 spp.), Ocotea (18 spp.), Persea (2 spp.) e Rhodostemonodaphne (1 sp.). O tratamento da família compreende descrições morfológicas das espécies, comentários e ilustrações. São fornecidos, também, dados sobre a distribuição geográfica, habitat, época de floração e frutificação, utilidade, além de uma chave analítica para a identificação dos gêneros e espécies ocorrentes na área. Revalidaram-se os binômios Ocotea domatiata Mez, O. pulchra Vattimo-Gil e O. teleiandra (Meisn.) Mez. Ampliou-se a distribuição geográfica conhecida de Cinnamomum glaziovii (Mez) Kosterm. e Ocotea urbaniana Mez. Descreveu-se pela primeira vez o fruto de O. domatiata Mez e de Cinnamomum glaziovii (Mez) Kosterm.
2022-12-06T13:14:02Z
Quinet,Alexandre Andreata,Regina Helena Potsch
Pachira aquatica (Bombacaceae) na obra “História dos Animais e Árvores do Maranhão” de Frei Cristóvão de Lisboa
RESUMO Pachira aquatica (Bombacaceae) na obra “História dos Animais e Árvores do Maranhão” de Frei Cristóvão de Lisboa - Muitos desenhos, relatos e outros documentos escritos pelos europeus nos primeiros séculos após o descobrimento do Brasil continuam até hoje inéditos. Chegaram a Portugal ou ao “Reino Unido”, foram vistos ou relatados junto à Coroa ou em Academias e depois arquivados ou passaram às mãos de alfarrabistas quando estes adquiriram espólios. Alguns destes documentos forampublicados, no todo ou em parte, muitos anos após sua realização. A História dos Animais e Árvores do Maranhão, de Frei Cristóvão de Lisboa, escrita, presumivelmente, entre 1624 e 1627, foi impressa apenas em 1967. Frei Cristóvão soube, durante seu trabalho de evan-gelização, captar e valorizar informações sobre os habitantes e a natureza maranhenses, cujos limites geográficos eram muito mais amplos que os atuais. O presente trabalho dá a identificação botânica de uma espécie arbórea (Pachira aquatica Aubl., chamada ibomguiva, ibonguiaba) descrita e debuxada na obra, e procura ressaltar detalhes do desenho e a acuidade da caracterização descritiva e dos comentários feitos pelo franciscano portu-guês. A interpretação sonora e a transcrição do nome pelo qual era conhecida a espécie pelos habitantes locais, bem como a citação do modo de tratar e usar como alimento as suas sementes, como feitos por Frei Cristóvão, trazem à tona uma pequena fração do saber sobre a natureza que as populações autóctones detinham antes da chegada dos europeus ao território brasileiro e de como este conhecimento pode ser captado e valorizado.
2022-12-06T13:14:02Z
Peixoto,Ariane Luna Escudeiro,Alexandra
Aportes al conocimiento de la riqueza florística para la gestion ambiental de la Sierra de Najasa, Camagüey, Cuba
RESUMEN Se relacionan los aspectos más interesantes del recurso florístico de la elevación conocida como Sierra de Najasa en el municipio de Najasa, provincia Camagüey, Cuba. La riqueza total es de 132 géneros y 167 especies pertenecientes a 64 familias botánicas, lo que representa el 2.5% de las plantas vasculares cubanas en el área estudiada. El mapa de vegetación confeccionado muestra las formaciones vegetales y las estaciones de muestreo. El número más alto de especies se encuentra en las estaciones 6, 8 y 11 caracterizadas por dos variantes del bosque semideciduo. Los endémicos cubanos colectados representan el 8.6% respecto al total de especies muestreadas en el área y la estación 7 posee la mayor riqueza de endemismos. La relación florística más estrecha es con la flora neotropical (32.8%), aunque el 22.5% de las especies son afines a la caribeana y el 12.2% a la antillana. El 76.3% de las especies tienen potencialidades como recurso natural aprovechable por el hombre con propósitos diferentes.
2022-12-06T13:14:02Z
Valdés,Adelaida Barreto Carreras,Everardo Pérez Artiles,Grisel Reyes Salgueiro,Néstor Enríquez Fariñas,Josefa Primelles Bueno,Erick Sedeño
Primeiros estudos citotaxonômicos e distribuição geográfica de Rhynchosia naineckensis Fortunato (Leguminosae) para o estado de Goiás
RESUMO O objetivo deste trabalho foi determinar o número cromossômico e citar nova ocorrência na distribuição geográfica de Rhynchosia naineckensis Fortunato para o estado de Goiás. Foram coletados espécimes em três diferentes populações naturais ocorrentes em fragmentos de floresta decídua, localizados na região nordeste de Goiás, Brasil. A espécie é diplóide com 2n = 2x = 22 cromossomos. Foram observados cromossomos metacêntricos e submetacêntricos e núcleos interfásicos arreticulados. Rhynchosia naineckensis está sendo citada como primeira ocorrência para o estado de Goiás.
2022-12-06T13:14:02Z
Biondo,Elaine Nascimento,André RosalvoTerra Miotto,Sílvia Teresinha Sfoggia Schifino-Wittmann,Maria Teresa
Pteridófitas ocorrentes em fragmentos de Floresta Serrana no estado de Pernambuco, Brasil
Resumo Foi realizado um levantamento florístico e análise de aspectos ecológicos das pteridófitas ocorrentes no brejo de Serra Negra em Bezerros, estado de Pernambuco, Brasil. Caracterizada como Brejo de Altitude ou Floresta Serrana, a área de estudo apresenta flora diferenciada da vegetação semi-árida que a cerca, por isso, os Brejos de Altitude, em especial a Serra Negra de Bezerros, atualmente estão sofrendo acelerado processo de devastação. Em um período de um ano, foram encontradas 31 táxons específicos, sendo a família Polypodiaceae a mais representativa com 46% dos registros. A espécie Trichomanes angustifrons (Fée) Wess. Boer destaca-se como novo registro para o Nordeste do Brasil. Os aspectos ecológicos que predominaram no brejo de Serra Negra de Bezerros foram o hábito herbáceo, o habitat rupícola, o tipo de ambiente mesófilo, a forma de vida hemicriptófita e os afloramentos rochosos como ambientes preferenciais. O fator condicionante da área ainda possuir certa diversidade específica, mesmo com a ampla restrição da mata nativa é que foram mantidas importantes condições ambientais necessárias para a sobrevivência da pteridoflora, como temperaturas baixas, umidade relativa do ar elevada e garoa noturna e matinal sempre presente.
2022-12-06T13:14:02Z
Xavier,Sergio Romero da Silva Barros,Iva Carneiro Leão
Anatomia do lenho de três espécies do gênero Simira Aubl. (Rubiaceae) da Floresta Atlântica no estado do Rio de Janeiro
RESUMO A anatomia do lenho das espécies Simira glaziovii (K. Schum.) Steyerm., S. pikia (K. Schum.) Steyerm. e S. rubra (Mart.) Steyerm. (Rubiaceae) é descrita no presente trabalho. Os caracteres anatômicos são discutidos em relação à taxonomia das espécies estudadas, tendo sido observadas como principais diferenças entre os táxons: a presença de células envolventes e o tipo de inclusões inorgânicas nos raios; a freqüência, o diâmetro e o comprimento dos elementos de vaso; a freqüência, a largura e o comprimento dos raios e o comprimento das fibras. A coloração que a madeira adquire após o corte pode ainda ser utilizada como importante subsídio na identificação das espécies.
2022-12-06T13:14:02Z
Callado,Cátia Henriques da Silva Neto,Sebastião José
A regulamentação dos jardins botânicos brasileiros: ampliando as perspectivas de conservação da biodiversidade
RESUMO As tentativas de reverter o fracasso no desenvolvimento e na gestão do meio ambiente estão ligadas ao êxito das propostas relativas aos conceitos, ainda em construção, de desenvolvimento sustentável e de conservação da biodiversidade. Os jardins botânicos direcionam, hoje, sua atuação para os problemas da conservação, na interface entre a conservação in situ e ex situ, objetivando a preservação da biodiversidade, e buscam uma estratégia comum para implementar políticas e ações para a conservação, ganhando destaque uma estratégia mais voltada para a flora local, aliada a outras formas de contribuição para a sustentabilidade ambiental do planeta. O objetivo deste trabalho é efetuar uma análise crítica da Resolução/CONAMA 266, que estabelece diretrizes para a criação, normatiza o funcionamento, define os objetivos e uma classificação para os jardins botânicos brasileiros. A análise do processo de regulamentação em curso evidencia a necessidade de aperfeiçoar a Resolução 266 - vista e entendida à luz das principais questões ambientais que compõem o momento histórico atual; muito além de mero instrumento normativo, deve ser entendida como um elemento para promover o desenvolvimento dos jardins botânicos, na perspectiva colocada pela necessidade da conservação da diversidade biológica e da promoção do uso sustentável dos recursos naturais.
2022-12-06T13:14:02Z
Parreiras,Oraida Maria Urbanetto de Souza
Bauhinia ser. Cansenia (Leguminosae: Caesalpinioideae) no Brasil
RESUMO Este trabalho fornece chave para identificação, sinonímia, descrição, distribuição geográfica e habitat, comentários sobre taxonomia para 35 espécies e 4 variedades deBauhinia sect. Pauletia ser. Cansenia, nativas no Brasil. Além disso, o capítulo introdutório oferece um estudo preliminar dos caracteres morfológicos e relação inter-específica dos táxons estudados. O tratamento taxonômico é baseado em mais de 1.200 coleções e também em várias duplicatas destas coleções depositadas em mais de 60 herbários. Os caracteres taxonômicos também foram observados em árvores de 3 espécies cultivadas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Observações de campo foram feitas nos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Goiás e no Distrito Federal. Duas novas ocorrências − B. cinnamomea e B. conwayi − são relatadas para o Brasil. Três novas combinações para as variedades de B. ungulata são propostas. Vinte e nove sinônimos taxonômicos (heterotípicos) são aceitos, destes, 25 são apresentados pela primeira vez. A distribuição dos táxons de Bauhinia ser. Cansenia no Brasil foi assinalada em 9 mapas. Dezenove pranchas ilustrativas são apresentadas.
2022-12-06T13:14:02Z
da Fonseca Vaz,Angela Maria Studart Azevedo Tozzi,A. M. G.