RCAAP Repository
Uma política externa engajada: a diplomacia do governo Lula
Ensaio comparativo, contrastando as políticas externas das administrações Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, com base em suas características gerais e nas tomadas de posição em relação a um conjunto de temas da agenda internacional, nomeadamente: multilateralismo e Conselho de Segurança das Nações Unidas; OMC, negociações comerciais multilaterais e cooperação Sul-Sul; terrorismo; globalização e capitais voláteis; FMI e política de condicionalidades; Brasil como líder; América do Sul; Mercosul; Argentina; Europa; relação com os Estados Unidos e Alca, ademais dos instrumentos diplomáticos mobilizados por cada um dos governos. Os elementos de ruptura são mais evidentes no estilo do que na substância da diplomacia brasileira, que continua a ostentar fortes traços de continuidade.
2022-12-06T13:17:31Z
Almeida,Paulo Roberto de
O Homem, o Estado e a Guerra: uma análise teórica
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2022-12-06T13:17:31Z
Resende,Carlos Augusto Rollemberg de
A evolução da sociedade internacional: uma análise histórica comparativa
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2022-12-06T13:17:31Z
Farias,Rogério de Souza
O mundo muçulmano
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2022-12-06T13:17:31Z
Santos,Norma Breda dos
Introdução às Relações Internacionais: temas, atores e visões
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2022-12-06T13:17:31Z
Silva,André Luiz Reis da
Free Trade For The Americas? The United States' Push for the FTAA Agreement
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2022-12-06T13:17:31Z
Pecequilo,Cristina Soreanu
O alargamento da União Européia e a América Latina
O alargamento da União Européia em 2004, com a adesão inédita de dez países de uma só vez, representa um movimento de concentração endógena, com a absorção de meios e esforços intra-europeus. Esse alargamento acarreta dificuldades adicionais para as relações externas da União, inclusive com a América Latina. O legado cultural parcialmente comum da Europa com países como os latino-americanos é insuficiente para alterar o campo das relações econômicas e comerciais prevalentes. Um obstáculo adicional está na inconsistência política e conceitual de "América Latina", que não é um interlocutor ou parceiro orgânico. As iniciativas políticas da União e seus eventuais desdobramentos não ultrapassam o plano da retórica afável e das boas intenções ou ficam no plano da assistência do desenvolvimento. A União Européia e seus países-membro, em virtude das competências concorrentes em matéria de relações bi e multilaterais, preferem lidar com os blocos equivalentes, como o Mercosul ou a Comunidade Andina, cujos perfis se delineiam melhor.
2022-12-06T13:17:31Z
Martins,Estevão de Rezende
Unipolaridade, governabilidade global e intervenção unilateral anglo-americana no Iraque
As intervenções humanitárias (Bósnia 1995-2003, Somália 1992-1993, Kosovo 1999-2003) e de substituição de regimes ditatoriais (Haiti 1994, Afeganistão 2001-2003, Iraque 2003) na política internacional têm sido objeto de muitas controvérsias acadêmicas durante a última década. O presente artigo, à luz dos teóricos das relações internacionais e da ciência política, analisa a legitimidade dessas atitudes por meio do unilateralismo norte-americano.
2022-12-06T13:17:31Z
Viola,Eduardo Leis,Héctor Ricardo
Taiwan: um futuro formoso para a Ilha? Aspectos de segurança e política
A partir de declaração de Lee Teng-Hui, em 1999, de que existe "um Estado em cada margem do estreito", foi estabelecida nova cena de partida que dificulta a realização de um futuro formoso para a ilha de Taiwan. Em março de 2004, por ocasião de eleições para renovar sua liderança, os taiwaneses defrontaram-se com problemas de segurança e políticos, influenciados por poderosas forças externas, que contribuem para o clima de incerteza que se vive. Parece difícil crer que autoridades em Taipé sejam capazes do engenho e arte de exercitar a ambigüidade necessária para manter o "status quo".
2022-12-06T13:17:31Z
Pinto,Paulo A. Pereira
Meio ambiente e relações internacionais: perspectivas teóricas, respostas institucionais e novas dimensões de debate
O artigo tem como objetivo analisar as opções e oportunidades que emergem para a governança ambiental a partir da definição de crise ambiental global. Para tal, faz-se um exame detalhado dos três grupos em torno dos quais a teoria das relações internacionais tem analisado o processo de gestão coletiva da referida crise, bem como a eficácia das respostas institucionais já existentes. Finalmente, o artigo faz uma releitura das questões de comércio e meio ambiente e segurança ambiental.
2022-12-06T13:17:31Z
Barros-Platiau,Ana Flávia Varella,Marcelo Dias Schleicher,Rafael T.
A busca de um novo paradigma: política exterior, comércio externo e federalismo no Brasil
O artigo examina o processo de inserção das entidades federativas no cenário do comércio internacional. Para tanto, faz uma análise das relações entre o Estado federativo do Brasil e as relações internacionais do mesmo, com vista ao comércio exterior. Ressalta a nova conjuntura, na qual se faz mister a participação dos Estados-membro articulados com o governo central brasileiro. Destaca o papel do Nordeste, em especial o Ceará, nesse novo contexto econômico.
2022-12-06T13:17:31Z
Saraiva,José Flávio Sombra
A crise do multilateralismo econômico e o Brasil
Partindo da Segunda Guerra Mundial, o autor traça uma análise sobre o desenvolvimento da economia mundial, que de uma estrutura marcada pelo liberalismo e pelo multilateralismo, passa ao crescente regionalismo/bilateralismo. Busca-se, assim, entender o porquê de tal transformação, examinando as diferenças entre o imediato pós guerra e a posterior conjuntura conseqüente das medidas adotadas em anterior época. O artigo traz também uma reflexão sobre posicionamento atual do Brasil, em especial, com relação aos acordos bilaterais.
2022-12-06T13:17:31Z
Souto Maior,Luiz A. P.
Origens e direção do Pragmatismo Ecumênico e Responsável (1974-1979)
Ao longo de seu governo, o presidente Geisel e seu chanceler, Azeredo da Silveira, promoveram mudanças sistemáticas na política externa do país sob a égide do Pragmatismo Ecumênico e Responsável (1974-1979). O programa buscava projetar o Brasil na hierarquia internacional de poder, tirando vantagens de um sistema internacional singularmente flexível. Sua lógica articulou aspectos tradicionais da política externa brasileira com elementos típicos do realismo político. Este artigo utiliza fontes recentemente disponibilizadas para interpretar os antecedentes, origens e tensões iniciais da noção de pragmatismo.
2022-12-06T13:17:31Z
Spektor,Matias
Instituto Brasileiro de Relações Internacionais: 50 anos de um grande empreendimento intelectual
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2022-12-06T13:17:31Z
Almeida,Paulo Roberto de
A aliança não escrita
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2022-12-06T13:17:31Z
Lima,Marcos Felipe Pinheiro
A política entre as nações: a luta pela guerra e pela paz
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2022-12-06T13:17:31Z
Farias,Rogério de Souza
Reagan and Gorbachev: how the Cold War Ended
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2022-12-06T13:17:31Z
Oliveira,Marcos Aurélio Guedes de
Multilateralismo e unilateralismo na política mundial: América Latina frente à ordem mundial em transição
No artigo se analisa a evolução da situação da América Latina no sistema internacional no início do século XXI. Traça, primeiramente, linhas panorâmicas sobre a configuração da ordem mundial subseqüente à guerra fria e sobre o impacto que as mudanças na política exterior norte-americana exerceram sobre o multilateralismo e o unilateralismo. Em segundo lugar avaliam-se as formas pelas quais esses impactos reverberaram na inserção internacional da América Latina. Procura-se, em seguida, listar e avaliar as mudanças introduzidas pelos Estados Unidos no exercício da sua política internacional após o 11 de Setembro.
2022-12-06T13:17:31Z
Bernal-Meza,Raúl
A política externa brasileira e os desafios da cooperação Sul-Sul
No artigo se examina a relação entre o Brasil, a África do Sul e a Índia, que apesar de apresentarem diferenças internas e históricas, são vistos como potências regionais, com relevante impacto na conjuntura internacional, principalmente na função de interlocutor entre as grandes e pequenas potências. Com um especial enfoque na política brasileira, revela uma semelhança entre a política externa dos dois últimos governos (FHC e Lula) quanto a estratégias de estabilidades na agenda diplomática, e ainda pela posição tradicional frente aos mecanismos multilaterais.
2022-12-06T13:17:31Z
Lima,Maria Regina Soares de
O Brasil e a organização internacional para os refugiados (1946-1952)
O artigo cuida da participação do Brasil, como Estado não-membro, nas atividades da Organização Internacional para os Refugiados (OIR). Após contextualizar do ponto de vista histórico, político e jurídico tanto o estabelecimento quanto o mandato da OIR, o autor analiza, com o uso de fontes primárias pesquisadas no Arquivo Histórico do Itamaraty, os bastidores, a implementação e os resultados da política exterior do Brasil no que respeita à proteção de refugiados no periodo que se estende de 1946 a 1952.
2022-12-06T13:17:31Z
Andrade,José H. Fischel de