Repositório RCAAP

EXPERIENCIAS ESCOLARES-COMUNITARIAS Y ETNICIDAD EN UNA COMUNIDAD MOCOVI DE ARGENTINA

El presente artículo recupera una de las experiencias de campo con un grupo socio étnico, que forma parte de la investigación doctoral sobre políticas y prácticas educativas de atención a la diversidad/inclusión educativa concretado entre el 2007-2013 en Argentina. Puntualmente, nos interesa abordar las reconfiguraciones de la etnicidad a partir de experiencias escolares-comunitarias en una comunidad Mocoví de la provincia de Santa Fe. Entendiendo a la etnicidad como la dimensión ideológica en el entramado de los procesos sócioétnicos identitarios (VÁZQUEZ, 2000). Durante el trabajo de campo pudimos documentar, a través de entrevistas en profundidad, observaciones participantes y análisis de diseños curriculares los conocimientos, valores y tradiciones que forman parte de la etnicidad y orientan la lucha etnopolítica de esta comunidad, como son: la organización comunitaria colectiva, el respeto por la naturaleza, la reconstrucción de la lengua, entre otros. A su vez, pudimos advertir como la etnicidad se iba articulando en la trama escolar-comunitaria.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Martínez, María Eugenia

FAZER ESCOLA E ESTAR NA CULTURA: O CASO DOS TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, BAHIA

Nesse artigo, mesmo diante dos limites que se impõem, posto que não é possível apresentar a densidade dos dados produzidos durante a pesquisa do doutorado a partir da etnografia que realizamos sobre a escola dos Tupinambá de Olivença, entre abril de 2011 e maio de 2012, interessa-nos lançar pistas acerca dos modos e formas como este povo têm produzido suas escolas e do como, neste processo, são atualizadas relações de parentesco, sentidos para a cultura e o estar na cultura e do como, no limite, a escola atua em defesa do território, no fortalecimento das áreas de retomadas e na luta por sua demarcação.

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2022-12-06T15:50:27Z

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de Santana, José Valdir Jesus Cohn, Clarice

IMAGEM, BRANQUEAMENTO E BRANQUITUDE NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Este artigo propõe uma análise investigativa das produções imagéticas que ornamentam os espaços das instituições de educação infantil, particularmente painéis, fotos, gravura e como estas imagens representam uma relação de saber e poder sobre processos racistas de branqueamento nas instituições de educação infantil. A partir de uma abordagem qualitativa e de base pós-estruturalista, buscamos analisar os discursos imagéticos encontrados em doze instituições de educação infantil no município de Itapetinga-BA. A referida pesquisa aconteceu nos anos de 2013 e 2014. Os resultados da pesquisa apontam para a necessidade de se desmistificar os conceitos de raça e cor nos espaços escolares, pois estas ainda se encontram enraizadas na cultura do branqueamento na qual seus espaços são ornamentados, na sua grande maioria, com crianças com fenótipos brancos sendo que o quadro real das escolas é composto por crianças negras. Faz-se necessário ainda se pensar a formação continuada desses profissionais da educação, enfatizando um conhecimento maior sobre as questões étnicas e raciais. 

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2022-12-06T15:50:27Z

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de Souza, Edmacy Quirina Dinis, Nilson Fernandes

O PRINCÍPIO DA INTERCULTURALIDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA:DIÁLOGOS COM PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, ILHÉUS/BAHIA

Este artigo apresenta resultados da pesquisa Práxis Pedagógicas e saberes culturais: diálogos com as professoras Tupinambá de Olivença, Ilhéus-Bahia.  O estudo realizou uma discussão acerca dos princípios que regem a nova escola indígena a partir da Constituição Federal de 1988 e entre tais princípios, a interculturalidade/intercientificidade. Pretendemos, portanto, refletir acerca da interculturalidade numa concepção crítica, a partir do que apresentam os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena, no sentido de perceber em que medida essa perspectiva dialoga com as práticas pedagógicas das professoras Tupinambá que participaram dessa pesquisa. Trata-se, nesse sentido, de uma Pesquisa-ação, como defendida por Barbier (2007). Os resultados apresentam desafios para a efetivação de tal implementação na prática pedagógica das professoras Tupinambá, visto que esta não corresponde apenas à ações didáticas, mas ao rompimento de paradigma de um país monocultural e defensor de conhecimentos antidiferencialistas, por razões históricas diversas.

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2022-12-06T15:50:27Z

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de Almeida Santos Tupinambá, Marcinéia Vieira

[E] QUANDO A UNIVERSIDADE É O CAMPO [?]:NOTAS DE PESQUISA SOBRE INGRESSO E PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES INDÍGENAS NA UNIVERSIDADE

A nova diversidade étnico-racial que passou a caracterizar, desde 2005, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) através do seu Programa de Ações Afirmativas e o ingresso de estudantes indígenas e quilombolas, levou-me a observar o espaço universitário para a compreensão de como esses novos sujeitos se apropriam desse espaço e protagonizam essa nova realidade. Desse modo, na pesquisa realizada envidei esforços para reconstituir a história da presença dos estudantes indígenas nesses dez anos de ações afirmativas da UFBA, a partir do levantamento de dados etnográficos produzidos na interação com os estudantes. No presente artigo apresento e problematizo algumas das questões que suscitei ao realizar o trabalho de campo, tomando como locus de investigação a universidade, o protagonismo dos universitários indígenas cotistas e a interação que desenvolvemos em campo.

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2022-12-06T15:50:27Z

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de Souza, Ana Cláudia Gomes

PESSOAS, SANTOS E FÉ: CELEBRANDO SÃO SEBASTIÃO NO JIRO DO REIS DO MULUNGU DE BONINAL

O interesse em estudar a religiosidade popular na comunidade negra rural do Mulungu e suas práticas de sociabilidade desenvolvidas pelas mulheres para a manutenção e afirmação das suas festividades se explica por esse tema se constituir em um campo rico para a compreensão dos diferentes lugares de saber e de produção de identidades. O principal objetivo é compreender em que medida as redes de sociabilidade construídas no cotidiano da comunidade são responsáveis pela manutenção e preservação de duas festas religiosas do Mulungu. A pesquisa etnográfica é a nossa escolha metodológica, uma vez que parece ser o caminho que melhor traduz a rotina diária e os eventos especiais que nos levam a uma compreensão das redes de significações do real entre as manifestações culturais, as festividades, as crenças, os modos de viver, o perceber e o imaginar que são partilhados pelo indivíduo e com seu grupo social.

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2022-12-06T15:50:27Z

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de Jesus, Maria Eunice Rosa

POLÍTICA, RELIGIÓN Y RACIALIDAD EN SUDÁFRICA CONTEMPORÁNEA

El tema de la presente investigación se centra en las características del proceso de interrelación entre sectores políticos y las principales vertientes cristianas protestantes de la República de Sudáfrica, desde mediados del siglo XX hasta el presente. Los autores que tangencialmente lo habían tratado, eludían ahondar en cuestiones socio – culturales, en el impacto ocasionado, y en el papel desempeñado por los actores más vulnerables. Las justificaciones explicativas hasta los años ´80 casi lo naturalizaban como una forma política más, a la vez que sólo unos pocos escritos superaban la censura sudafricana y exponían una parte de la dramática trama local. Desde entonces, la desigualdad institucionalizada durante décadas, basada en criterios raciales, comenzó a ser estudiada desde diferentes ámbitos disciplinares, por lo cual, con el fin de obtener como resultado un conocimiento interpretativo /  analítico / explicativo, fue investigada la presencia de cuatro vertientes cristianas protestantes en Sudáfrica, particularizando en las instancias de reelaboración producidas a partir de la diversidad etnorreligiosa local, para comprender el modo a través del cual aquellas se interrelacionaron con los representantes políticos desde la segunda mitad del siglo XX y hasta el presente. El principal objetivo buscó comprender los mecanismos a partir de los cuales las ideas y prácticas, tanto políticas como de las vertientes religiosas estudiadas en Sudáfrica, utilizaron argumentos teológicos como forma de legitimación sobre sistemas ideológicos y políticos impuestos a la sociedad, tanto en el caso represivo del apartheid, como en la resistencia antiapartheid. Tal sistema fue instaurado en 1948 y devino en el control total de la población blanca, creando fronteras internas, racializando y despolitizando a la mayoría no blanca. Las vertientes protestantes actuaron en general, legitimándolo, evitando confrontaciones por medio de una tácita neutralidad, o bien otorgando argumentos para la resistencia antiapartheid.       

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2022-12-06T15:50:27Z

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Arduino, Eugenia

ESTUDO SOBRE RELAÇÃO AFROINDÍGENA, ETNICIDADE E CONTRA(MESTIÇAGEM)

No presente artigo, buscamos dar uma contribuição a mais sobre a discussão dos termos etnicidade, (contra) mestiçagem e relação afroindígena, à luz de teorias da antropologia recente (GOLDMAN, 2015; LUCIANI, 2016, entre outros) e, ao que parece, “uma encruzilhada” que se caracteriza como um espaço onde se encontram diferentes caminhos que seguem sem se fundir (ANJOS, 2006), uma mestiçagem pensada sob o ponto de vista etnográfico, uma (contra)mestiçagem que “se opõem a noção de mestiçagem, mistura e sincretismo de forma radical e, também, tomam posse de tais noções, incluindo-as no modo de pensar os conceitos como forças estratégicas em movimento e um lugar onde se pode falar-pensar-fazer antropologia e uma experimentação etnográfica e entende a etnicidade como uma forma importante de protestos eminentemente políticos (CUNHA, 2017). Portanto, entendemos que a (contra)mestiçagem é um processo que tenta se livrar do mito das três raças (branco, índio e negro), dos (pre)conceitos e racismos e a identidade é sempre um fenômeno relacional e a etnicidade é uma ideologia, no sentido lato de fazer passar o outro pelo mesmo e pode ser mais bem entendida se vista em situação, como uma forma de organização política (CUNHA, 2017), um elemento de configurações das ações humanas nos espaços de convivências sociais, refere-se aos aspectos das relações entre grupos sociais que se reconhecem a si próprios como diferentes e possui caráter subjetivo de construção de nossas identidades sociais e hierarquias.  

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2022-12-06T15:50:27Z

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Ferreira, Maria de Fátima de Andrade

ASSIMETRIAS DE GÊNERO NA CIÊNCIA BAIANA:UMA ABORDAGEM INSTITUCIONALISTA

Resumen: Este artículo tiene como objetivo evaluar la proporción de mujeres en educación científica y producción científica en Bahia y verificar las posibles asimetrías de género en la ciencia de Baiana. Las estadísticas se utilizan de forma agregada y en análisis segmentados sobre la participación femenina: en proyectos de innovación, en la coordinación de proyectos en áreas estratégicas y de excelencia y en el liderazgo de grupos que trabajan en la frontera de la ciencia. La base del análisis de este trabajo es la Nueva Economía Institucional (NEI), a partir de la discusión sobre la calidad de las instituciones y su papel en canalizar, estandarizar o coordinar las interacciones entre los agentes sociales. El estudio utiliza como proxy de la participación femenina en la producción científica en Bahia la aprobación de proyectos en los edictos de la Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), entre los años 2008 y 2015. La formación científica por género es evaluada teniendo como base las becas de postgrado y de iniciación científica concedidas por la Fapesb, entre los años 2010 y 2017. La base para la evaluación del mérito científico fueron las becas de productividad en investigación del Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Los principales resultados muestran una reducción en la desigualdad en los datos agregados, pero la persistencia de fuertes asimetrías en la participación femenina en proyectos de innovación y en el liderazgo de grupos de excelencia, que termina reflejándose en la baja proporción de mujeres con bolsa de productividad 1 (PQ-1 ), del CNPq. La formación científica muestra una reversión de las desigualdades, con una gran ventaja femenina. Palabras clave: Desigualdades. Género en la Ciencia. Producción Científica. Nueva Economía Institucional.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Lopes, Roberto Paulo Machado

UM OLHAR SOBRE A TRAJETÓRIA POLÍTICA DE LEONEL BRIZOLA

Livro publicado em 2016 pela Civilização Brasileira, 348 páginas, “A Razão Indignada”, compõe-se de uma coletânea de textos (artigos acadêmicos) que fazem parte de dissertações, teses ou comunicações apresentadas em congressos sobre a trajetória política de Leonel Brizola. Fiel ao título, os trabalhos selecionados pelos professores Jorge Ferreira e Américo Freire estão organizados em duas partes, abordando momentos distintos da trajetória de Brizola. O livro ora resenhado não trata de uma trajetória de vida. Porém, demarca a direção do ator político em dois momentos distintos, apresentando a incidência da atuação deste personagem.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Silva Rego, Manoel Reinaldo

SAUCEROS, CRIOLLOS Y COLONOS EN LAS LLANURAS SANTAFESINAS A MEDIADOS DEL SIGLO XIX

En este artículo se intenta indagar sobre las relaciones interétnicas establecidas entre los abipones de la reducción del Sauce y sus vecinos criollos e inmigrantes europeos en la segunda mitad del S. XIX. La conflictividad evidenciada entre indios y colonos europeos, y la frecuencia con que se producen episodios violentos que enfrentan a miembros de ambas colectividades, es analizada a partir de la coexistencia de modos de vida y de pensamiento contrapuestos, y de la fuerte estigmatización que pesa sobre el grupo indígena; en un contexto de competencia por el espacio y los recursos, que tiene por base el desajuste entre el ideario de los promotores de la colonización agrícola –en el marco del proceso de conformación y expansión estatal –y una realidad que no se condice con la imagen de un “territorio inhabitado”.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Green, Aldo Gastón Green

Páginas iniciais / Sumário

Resumo 

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2022-12-06T15:50:27Z

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Almeida, José Rubens Mascarenhas

Apresentação

Resumo.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Trombert, Alejandro Raúl Chartier, María Eugenia dos Santos, Bruno Ferreira Duarte, Ana Cristina Santos

BIOÉTICA GLOBAL Y DERECHOS HUMANOS EN LA FASE SUPERIOR DEL COLONIALISMO

Partiendo de la distinción entre dos perspectivas paradigmáticas de la bioética (la bioética biomédica que se circunscribe a la relación individual medicina-paciente y que se cobija en la ficción de una sociedad opulenta desconociendo las desigualdades sociales globales respecto del acceso a la salud, y, la bioética global que entiende que la salud humana está en vínculo directo y esencial con los derechos humanos en todas sus generaciones y la protección del medio ambiente como condición de posibilidad para aquellos), este trabajo busca situarla como campo de conocimiento asentado en la problematización del medio ambiente y los derechos humanos, su devenir y su futuro, tomando en consideración la situación geopolítica actual de Latinoamérica en el sistema mundo, en tanto atravesada por el colonialismo en su fase superior. Se visualiza la ontología política como un modo otro de habitar el mundo para hacer frente al estado capitalista, copartícipe y cómplice de los intereses económicos de empresas transnacionales que dañan nuestro medio, se apropian del territorio y atentan contra los derechos humanos. Frente a esta vacuidad estatal la ciudadanía se organiza entorno a colectivos que buscan hacer vigentes derechos humanos instituidos constitucionalmente, pero destituidos en la práctica, exigiendo al Estado que cumpla con su deber del cuidado del medio vital humano.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Ferramola, Ramón Sanz

CRISIS AMBIENTAL: RESPONSABILIDAD, SABIDURIA Y PRECAUCIÓN

Ante la crisis ambiental, ocasionada por la acción del hombre al planeta tierra, se precisa necesario y con urgencia hacer un alto en el camino y asumir posiciones que permitan frenar el deterioro hasta ahora causado a la naturaleza, para ello se propone retomar posturas de importantes autores como Hans Jonas, VR Potter y Aldo Leopold, que pueden ser resumidas en hacer un llamado a la responsabilidad, la sabiduría y la precaución, siempre buscando lograr conservar el medio ambiente a través del desarrollo sostenible y el equilibrio al que se pertenece   para dejarlo disponible con buenas condiciones a las generaciones venideras; las posiciones que se tomen deben también estar enmarcadas en los lineamientos propuestos por la Conferencia de las Naciones Unidas sobre los Objetivos de desarrollo sostenible que están directamente relacionados con los desafíos ambientales, políticos y económicos con que se enfrenta el mundo.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Flórez, Ángela María Wilches Hernández, Nazly Vargas Galvis, Vidal Fernando Peñaranda

INGENIERÍA AMBIENTAL PARA EL SIGLO XXI: ALGUNAS BASES PARA EL DESARROLLO SUSTENTABLE EN PERSPECTIVA BIOÉTICA

Este escrito se desarrolla mediante tres grandes aspectos, para presentar a la comunidad dedicada a pensar y trabajar por y desde la ingeniería ambiental para el siglo XXI, lo que implica reconocer y por ende asumir algunas bases para el desarrollo sustentable en perspectiva bioética. El primero, ¿cómo, por qué y para qué de la bioética? El segundo, algunas claridades sobre los modelos de desarrollo, en particular para América Latina y del Caribe con el fin de que cada quien busque y exija la inclusión de la dimensión ambiental en los modelos de desarrollo, esto con el propósito de que en este siglo se logre una verdadera cultura (social-política y económica) que de vida a lo que implica una concepción integral del desarrollo.  El tercero, la labor social del ingeniero ambiental para el siglo XXI como profesional que tiene como misión primordial orientar y crear estrategias para lograr desarrollos socialmente suficientes y necesarios en los territorios.

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2022-12-06T15:50:27Z

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González, Diana María Rodríguez

UNA MIRADA REFLEXIVA DE LAS “PAUTAS ÉTICAS INTERNACIONALES PARA LA INVESTIGACIÓN RELACIONADA CON LA SALUD CON SERES HUMANOS” (2016) DEL CIOMS

La investigación y la experimentación con seres humanos constituyen prácticas complejas y altamente reguladas a nivel global. En el presente trabajo se pretende reflexionar sobre las “Pautas éticas internacionales para la investigación relacionada con la salud con seres humanos”, elaboradas por el Consejo de Organizaciones Internacionales de las Ciencias Médicas (CIOMS) en el año 2016. Se desarrollarán y sustentarán argumentativamente tres ideas principales íntimamente relacionadas entre sí. La primera de ellas se centra en la importancia que han tenido las pautas al proporcionar principios éticos aceptados a nivel internacional y comentarios detallados sobre la manera de aplicar dichos principios. Se demostrará de qué manera dichas pautas pueden ser consideradas superadoras de la Declaración de Helsinki de la AMM. La segunda idea a desarrollar tiene la intención de explicitar los principales avances que las pautas han tenido desde su primera versión, titulada “Propuesta de Pautas Éticas Internacionales para la Investigación Biomédica en Sujetos Humanos” (1982) a la versión de 2016. La tercera idea presenta algunas claves para pensar la legitimidad de las pautas CIOMS 2016, en torno al concepto de consenso pragmático (fáctico), que se relaciona con los actores responsables de su elaboración y al consenso racional, vinculado con la (pretensión de) universalidad de sus enunciados.  

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2022-12-06T15:50:27Z

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Trombert, Alejandro Raúl

AVANCE BIOTECNOLÓGICO… ¿RETROCESO ÉTICO?

El artículo, tras efectuar una breve descripción del extraordinario desarrollo biotecnológico, pretende inducir al lector a cuestionarse éticamente ciertos aspectos de la investigación en salud y las indecibles implicancias que la nueva medicina, a la que alude como “genómica”, acarrea para la vida humana en sí, invitándolo a compartir ciertas reflexiones que lejos están de dar por agotada la temática. Dedicaré algunos párrafos a la denominada medicalización de la vida y a la mercantilización de la salud, exhibiendo en su desarrollo una postura crítica al influjo del mercado en lo que atañe a la salud del ser humano.

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2022-12-06T15:50:27Z

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Caputto, María Carolina

COMITÉS DE BIOÉTICA: CLAVE PARA PENSAR LA CONSTRUCCIÓN DE UN ESPACIO ÉTICO-POLÍTICO

La reflexión ética acerca de los problemas que afectan la vida y la salud humana ha dado lugar al surgimiento de la bioética, cuyo desarrollo se ha presentado en una doble pretensión indisolublemente ligada: configurarse como saber y constituirse como discurso social, asumiendo desde esta dimensión una vocación ético-política. En el marco de esta dimensión político-institucional, se puede decir que los comités de bioética constituyen quizás su expresión paradigmática siendo un modo de institucionalización de la bioética misma. Si bien es innegable la importancia de los comités de bioética, la existencia de estos espacios puede resultar insuficiente como garantía de eticidad de las prácticas llevadas a cabo en instituciones de atención a la salud o de las prácticas investigativas. Situado desde la posibilidad de pensar la ética como una dimensión intrínseca de las prácticas de atención e investigación en salud, capaz de atravesarlas comprometiendo cada una de sus acciones en la consecución de una finalidad que las dota de sentido, este artículo propone una reflexión acerca de los comités de bioética, como factor importante en la configuración de una dimensión ético-política.

Ano

2022-12-06T15:50:27Z

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Chartier, María Eugenia

TRABAJO CIENTÍFICO Y TRABAJO DOMÉSTICO Y CUIDADOS NO REMUNERADOS. ESTUDIO DE CASO SOBRE MUJERES INVESTIGADORAS DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL DEL LITORAL (SANTA FE, ARGENTINA).

 El objetivo de este trabajo es analizar el desarrollo de las carreras profesionales de las mujeres investigadoras e identificar los modos en que se configuran los roles de género, tanto en el trabajo científico remunerado como en la articulación con el trabajo doméstico y de cuidados no remunerado. Metodológicamente, se recurrió a entrevistas en profundidad semiestructuradas a partir de una muestra seleccionada aleatoriamente de mujeres docentes de la Universidad Nacional del Litoral e Investigadoras de CONICET, organizadas por grupo etario, áreas de conocimiento y categorías en la carrera de investigación científica. Interesó atender a las particularidades que las mujeres entrevistadas asignan al trabajo científico y la relación/articulación de éste con el trabajo doméstico y de cuidados no remunerado. Como conclusiones preliminares se destacan dos tipos de barreras de género íntimamente relacionadas que dificultan, obstaculizan o retrasan el desarrollo de las carreras de investigación de las mujeres entrevistadas: por un lado, aquellas vinculadas al mundo de lo privado, doméstico y de cuidados no remunerado; y por el otro, las desigualdades de género presentes en las propias prácticas, formas y modos de la comunidad científica.

Ano

2022-12-06T15:50:27Z

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Lione, Sacha Victoria