Repositório RCAAP
PETRÓNIO, Satyricon. Versão portuguesa de Delfim F. Leão (Lisboa, Livros Cotovia, 2005) 245 pp.
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2022-11-18T14:17:26Z
Couto, Aires Pereira do
A ocupação do Neolítico Antigo do povoado do Carrascal (Leceia, Oeiras)
A presente publicação destina-se a apresentar os resultados obtidos do estudo dos primeiros materiais do Neolítico Antigo do Carrascal, recolhidos na campanha de 2003; deste modo, não se podem considerar os resultados ora apresentados como definitivos, limitando-se, para além da sua própria caracterização adequada, a respectiva comparação apenas a algumas das escassas estações coevas comparáveis, já publicadas, especialmente as mais próximas. Reservar-se-á para outro trabalho, contendo a análise da totalidade do espólio exumado do Neolítico Antigo, incluindo o recolhido em 2004 e em 2005, a apresentação de comparações mais desenvolvidas, tendo presente as mais recentes descobertas na própria área urbana de Lisboa, ainda em estado preliminar de publicação.
2022-11-18T14:17:27Z
Cardoso, João Luís Silva, Carlos Tavares da Soares, Joaquina
A gruta do Lugar do Canto (Alcanede) e sua importância no faseamento do Neolítico no território português
Este estudo encontra justificação na publicação adequada e completa, da totalidade do espólio da gruta do Lugar do Canto actualmente conservado, de acrescido interesse por corresponder a uma das raras associações fechadas, abundantes e diversificadas, representativas do Neolítico Médio do território português.
2022-11-18T14:17:27Z
Cardoso, João Luís Carvalho, António Faustino de
Octávio da Veiga Ferreira e o estudo do megalitismo da Serra de Monchique e do Baixo Alentejo
Uma das mais relevantes contribuições de Octávio da Veiga Ferreira para o conhecimento da Pré-história portuguesa centrou-se no estudo do megalitismo da Serra de Monchique, no Alto Algarve Ocidental, e do Baixo Alentejo. Foi naquela primeira área geográfica que, aliás, iniciou a sua carreira de arqueólogo. Com efeito, o primeiro trabalho que deu à estampa, em 1946, incidiu precisamente sobre a necrópole pré-histórica do Buço Preto, nas imediações das Caldas de Monchique, publicação onde se apresentam os resultados da intervenção ocorrida em três sepulturas, de colaboração com José Formosinho, no ano anterior.
2022-11-18T14:17:27Z
Silva, Carlos Tavares da
Do mundo das sombras ao mundo dos vivos: Octávio da Veiga Ferreira e o megalitismo da Beira Alta, meio século depois
Quando em 1983 começámos o percurso pessoal que nos conduziria à elaboração da nossa Dissertação de Doutoramento cedo se nos tornou evidente ser incontornável uma profunda revisão dos trabalhos anteriores na nossa área de estudo e espaços limítrofes. Dentre estes, os trabalhos, no final dos anos cinquenta do século passado, de Octávio da Veiga Ferreira, Luís de Albuquerque e Castro e Abel Viana e os três textos que deles resultaram, se bem que datados, representavam, nomeadamente pelos dados obtidos em Antelas, um contributo importante. É pois oportuno que iniciemos este ponto de situação sobre os nossos conhecimentos respeitantes ao megalitismo da Beira Alta, forma de participarmos nesta homenagem ao Mestre e amigo saudoso, com uma resenha dos resultados obtidos por aqueles investigadores.
2022-11-18T14:17:27Z
Senna-Martinez, João Carlos de Ventura, José Manuel Quintã
Octávio Veiga Ferreira – Percursos em Cascais e pela arqueologia clássica
Na referida impossibilidade de se abarcar, em breves notas, o contributo do Mestre para o conhecimento da arqueologia cascalense e romana, cingir-nos-emos, consequentemente, aos aspectos que, numa primeira assentada, reputamos de mais relevantes, aproveitando-se o ensejo para, aqui e além, se dar conta de como esse contributo frutificou.
2022-11-18T14:17:27Z
Encarnação, José d'
Reflexões em torno da Egitânia da antiguidade tardia
Tópicos reportados a uma conferência que proferi na Sé Catedral da Egitânia em 10 de Maio de 2003, a convite da Ex.ma Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. Agradeço ao Prof. Doutor João Luís Cardoso o convite para aqui me associar à Homenagem ao Professor Octávio da Veiga Ferreira, lembrando os gratos e frutuosos contactos que com ele mantive desde os primeiros anos da década de 1970. Os trabalhos de investigação arqueológica do Professor Octávio da Veiga Ferreira também se estenderam à Egitânia e seu território, destacando-se na área da Antiguidade Tardia aqueles que desenvolveu em colaboração estreita com D. Fernando de Almeida, permitindo um conhecimento mais aprofundado desta antiga sede de diocese suevo-visigótica.
2022-11-18T14:17:27Z
Maciel, Manuel Justino
O. da Veiga Ferreira e as primeiras datações de radiocarbono para a arqueologia portuguesa
Sabe-se que, em 1984, cerca de trinta e cinco anos após a obtenção por Libby das primeiras datas de radiocarbono, menos de 70 datas tinham sido determinadas para contextos arqueológicos portugueses, muitas delas não aceitáveis, quando largas centenas, se não milhares, tinham já sido determinadas para outros contextos arqueológicos europeus. No entanto, alguns (muito poucos) arqueólogos portugueses estiveram na origem da determinação de datas de radiocarbono numa altura ainda muito precoce da aplicação do método, ultrapassando as dificuldades de um país periférico, com uma investigação científica muito embrionária, nomeadamente no campo da Arqueologia. Valeram-se, muitas vezes, dos trabalhos de colaboração que tinham com arqueólogos estrangeiros ou da cooperação existente entre a instituição a que pertenciam e uma instituição estrangeira que dispusesse, entre as suas unidades de investigação, de um laboratório de datação pelo radiocarbono. Entre esses arqueólogos portugueses deverá destacar-se Octávio da Veiga Ferreira, a quem aqui se presta homenagem pelo seu pioneirismo na aplicação do método a contextos arqueológicos do nosso país e pelos caminhos novos que procurou abrir na anquilosada arqueologia portuguesa da altura.
2022-11-18T14:17:27Z
Soares, António M. Monge
Correspondência seleccionada enviada a O. da Veiga Ferreira. Cinquenta anos de actividades arqueológicas (1946-1995)
A correspondência que a seguir se publica, respeita à que O. da Veiga Ferreira recebeu no decurso da sua profícua actividade científica. A importância e diversidade dos seus correspondentes, tanto nacionais como estrangeiros, bem como o interesse das temáticas tratadas, evidencia a relevância das investigações por si conduzidas no País e, por via delas, o prestígio que lhe adveio além-fronteiras. O precioso acervo, que agora se publica, constitui, por outro lado, importante fonte documental para o conhecimento dos condicionalismos que imperaram sobre a prática arqueológica em Portugal nas décadas de 1940 a 1960, e seus principais protagonistas, tanto a título individual como institucional. Dos investigadores representados no epistolário de O. da Veiga Ferreira, apenas se tinha anteriormente publicado as cartas que lhe foram enviadas por Abel Viana. Publica-se agora o extraordinário conjunto de postais, o qual pormenoriza a imagem já obtida pela leitura do acervo anterior, permitindo conhecer ao pormenor a actividade arqueológica desenvolvida por Abel Viana e O. da Veiga Ferreira entre a segunda metade da década de 1940 e os finais da década seguinte.
2022-11-18T14:17:27Z
Cardoso, João Luís
Estudos Arqueológicos de Oeiras – Vol. 17: Volume comemorativo do XX aniversário do Centro de Estudos Arqueológicos do Concelho de Oeiras
718 páginas
2022-11-18T14:17:27Z
João Luís Cardoso e outros
Centro de Estudos Arqueológicos do Concelho de Oeiras: Vinte anos em imagens…
Vinte anos em imagens…
2022-11-18T14:17:27Z
Cardoso, João Luís
Estatuetas do Neolítico Final e do Calcolítico do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras) e o simbolismo a elas associado
Neste trabalho serão apresentados os cinquenta e três artefactos relacionados com o simbólico recolhidos no povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras), de cerâmica, osso e pedra polida ou afeiçoada. Embora alguns já tenham sido por diversas vezes publicados, é a primeira vez que se apresenta um estudo do conjunto sobre a colecção reunida, no decurso das escavações ali realizadas entre 1983 e 2002, incluindo os que até agora se mantinham inéditos.
2022-11-18T14:17:27Z
Cardoso, João Luís
Cerâmicas muçulmanas do Centro Histórico de Oeiras
As escavações arqueológicas dirigidas por um de nós (J. L. C.), com o apoio da terceira signatária, no local onde, desde 1903, se sabia da existência de um importante mosaico romano, no Centro Histórico de Oeiras, conduziram, aquando da escavação da área adjacente à implantação daquela importante peça musiva, entretanto estudada em pormenor, à recolha de abundantes fragmentos de cerâmicas medievais e pós-medievais, dos séculos XVI e XVII, testemunho da ocupação daquela zona em diversas épocas anteriores à fundação do concelho de Oeiras, em 1759. Uma análise preliminar desse conjunto, efectuada pelo Dr. Carlos Tavares da Silva, no âmbito de uma já longa e frutuosa colaboração científica daquele arqueólogo com o referido signatário deste trabalho, conduziu à identificação de um conjunto considerado sob reserva como islâmico, cuja atribuição àquela época foi depois confirmada pela Doutora Helena Catarino, através de uma análise sumária dos referidos materiais. Impunha-se, pois, o respectivo estudo científico, para o qual foi convidada, pelo responsável da intervenção arqueológica, a primeira signatária, que tem desenvolvido investigações sobre o mesmo período na Baixa Estremadura. Na verdade, o conjunto agora dado a conhecer, ainda que numericamente pouco expressivo, possui inquestionável importância dado que é a primeira vez que se comprova a presença muçulmana no território oeirense, colmatando-se deste modo uma lacuna no conhecimento da ocupação humana deste espaço geográfico na referida época, à semelhança dos resultados obtidos nos últimos anos para a região de Cascais e de Sintra.
2022-11-18T14:17:27Z
Fernandes, Isabel Cristina Ferreira Cardoso, João Luís André, Maria da Conceição
Violence and death rituals among mesolithic men from Muge (Portugal): Evidence from Moita do Sebastião
Although anthropological studies on Muge have been published since the 19th century, crushing and other modifications undergone by many specimens were ascribed to the weight of overlying sediments. This was refuted by us (loc. cit.). It had become evident that these modifications are indeed spectacular lesions resulting from high violence at death, most related to death rituals.
2022-11-18T14:17:27Z
Antunes, Miguel Telles
Sistemas de povoamento, subsistência e relações sociais dos últimos caçadores-recolectores do Vale do Tejo
O objectivo do presente trabalho é focar algumas das teorias mais controversas das ocupações mesolíticas de Muge, nomeadamente o aparecimento dos concheiros e os padrões de povoamento e subsistência na região do vale do Tejo. Nalguns casos, os dados de base são objectivos e permitem, de facto, chegar às conclusões agora apresentadas; noutros, os dados são claramente insuficientes para provar as hipóteses ora apresentadas, mas estas, no actual estado dos conhecimentos, serão tão ou mais plausíveis do que as perspectivas tradicionais tomadas como correctas na bibliografia dos últimos 50 anos. Assim, este trabalho, em certa medida, aproxima-se mais de um ensaio do que de um artigo científico.
2022-11-18T14:17:27Z
Bicho, Nuno
Ainda antes do 4.º milénio a.C.: As práticas simbólicas das comunidades neolíticas, no ocidente peninsular
As práticas simbólicas das comunidades neolíticas, no ocidente peninsular.
2022-11-18T14:17:27Z
Diniz, Mariana
Espólio humano da Gruta da Casa da Moura (Cesareda): Observações osteológicas crânio-faciais
O trabalho ora apresentado insere-se numa linha de estudos antropológicos de jazidas clássicas portuguesas. O estudo presente diz respeito a restos cranianos e mandibulares da Casa da Moura que pareceram interessantes. O restante, muito fragmentado, é praticamente inútil. Após selecção, abordámos as peças com elementos da dentição, maxilares e mandíbulas. Depois, os demais ossos cranianos susceptíveis de fornecer informação.
2022-11-18T14:17:27Z
Antunes, Miguel Telles Cardoso, João Luís Cunha, Armando Santinho
Mapear o povoamento estremenho do 4.º e 3.º milénios a.C.: Um caso de estudo e algumas reflexões sobre os processos de identificação
Reflectir sobre o povoamento pré-histórico da Estremadura requer naturalmente um exercício de desconstrução da informação disponível. Numa perspectiva exclusivamente “territorial”, procura-se aqui analisar o processo de pesquisa que configura a imagem que actualmente possuímos para o povoamento dos 4.º e 3.º milénios na Estremadura.
2022-11-18T14:17:27Z
Sousa, Ana Catarina
Construir para os mortos, grutas artificiais e antas na Península de Lisboa. Alguma leituras prévias
Na Península de Lisboa, no 3.º milénio a.n.e., antas, tholoi, grutas artificiais e grutas naturais são quatro espaços diferentes para acolher os mortos. Será que têm uma firme conexão com «culturas» ou fases culturais?
2022-11-18T14:17:27Z
Gonçalves, Victor S.
O povoado pré-histórico do Outeiro da Assenta (Óbidos)
O povoado pré-histórico do Outeiro da Assenta é conhecido na bibliografia arqueológica portuguesa desde 1914, quando o seu explorador, o Dr. Félix Alves Pereira, iniciou a publicação de desenvolvida notícia, nas páginas de “O Arqueólogo Português”, em que deu conta dos principais resultados da primeira campanha de escavações ali efectuada em 1911. Contudo, apesar do evidente interesse arqueológico da estação, sublinhado pela importância dos espólios arqueológicos recolhidos, nem as escavações tiveram a continuidade adequada, pois apenas se efectuou uma segunda campanha, no ano de 1913, dirigida por Luís Chaves, nem os materiais conheceram a publicação sistemática e exaustiva que mereciam. Só a partir de 2006 se deu início ao desenho dos materiais que agora se publicam – quase todos inéditos – guardados no Museu Nacional de Arqueologia, embora nem todos os representados nos trabalhos publicados por aqueles dois autores tivessem sido agora identificados nas colecções. Tal fica-se a dever a diversas reorganizações dos depósitos daquela Instituição, ao longo das últimas décadas.
2022-11-18T14:17:27Z
Cardoso, João Luís Martins, Filipe