Repositório RCAAP

Entre Octávio da Veiga Ferreira et Pedro Bosch Gimpera. Le Néolithique du Portugal – Historiographie, souvenirs, commentaires

João Luis Cardoso me propose de rendre hommage à la mémoire de notre commun ami Octavio da Veiga Ferreira en évoquant notre rencontre et l’élaboration de l’article « le Néolithique ancien au Portugal » (Bulletin de la Société Préhistorique Française, 1970, pp. 304-322). Je réponds plus d’autant favorablement à cette requête que l’étude en question a donné lieu en 1971 à un courrier de Pedro Bosch Gimpera, l’un des maîtres fondateurs de la Préhistoire ibérique, alors retiré à Mexico et avec lequel j’ai entretenu quelques relations épistolaires. Je donne ci-après le contenu de cette lettre, jusqu’ici inédite, car elle me semble être un bon miroir des débats de l’époque et la discute. De sorte que la présente contribution mêlera souvenirs, aperçus historiographiques et commentaires archéologiques. C’est dans le contexte qui était celui il y a plus de 35 ans qu’il faut donc lire ces lignes.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Guilaine, Jean

Octávio da Veiga Ferreira: un recuerdo de amistad

Entre la documentación referida en este Homenaje al profesor Octavio da Veiga Ferreira se hallan algunas de las cartas que le envié en los años 1969 a 1971. La muestra aportada por esta correspondencia resulta bastante escueta. Son, en efecto, de muy limitada locuacidad unas cartas ceñidas a lo inmediato de algunas atenciones profesionales “entre colegas” (las habituales informaciones de hallazgos, gestiones de publicación, agradecimiento por facilidades de acceso a colecciones y datos, etc.) y resultan mínimamente expresivas de sentimientos míos personales y muy arraigados hacia Veiga Ferreira: los de mi admiración y provecho hacia sus ricos conocimientos e intuiciones y los de una buena amistad con la persona acogedora y entrañable que fue. Considero un atrevimiento que aporte unas líneas al merecido Homenaje que se le tributa en este volumen y sólo puedo justificarlas por mi relación científica con el homenajeado, en un plano exclusivamente personal ya que fue él quien me abrió más inmediatamente las vías de mi conocimiento directo de colecciones, bibliografía e ideas sobre la Prehistoria portuguesa, tan próxima. y tan a menudo ignorada a este lado de la frontera.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Maestu, Ignacio Barandiarán

Octávio da Veiga Ferreira – Colega e Amigo

Octávio da Veiga Ferreira esteve também ligado ao Instituto Arqueológico Alemão. Desde 1963 que pertencia a esta instituição como membro correspondente, e sempre a apoiou.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Schubart, Hermanfrid

Evocação de O. da Veiga Ferreira

O presente texto constitui a evocação da memória de um Homem extraordinário que tive o gosto e proveito de conhecer e com quem tive o privilégio de trabalhar, durante quatro anos e privar uns quantos mais. Foi meu Mestre e Amigo, também Professor (1979-1981) e Colega (1983-1987). Por tudo isso, confesso que sinto manifesta dificuldade em avaliar e tratar de um forma isenta, fria e objectiva a sua carreira e obra. Estaria a enganar os leitores se pretendesse fazer passar esta evocação, sentida e emotiva, do Mestre e Amigo, por mais um estudo de história da Arqueologia portuguesa, como outros que tenho publicado, onde sempre me foi mais fácil analisar e dissecar a obra de desconhecidos com o suficiente distanciamento e alguma (pretendida) objectividade.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Fabião, Carlos

Octávio da Veiga Ferreira: Uma visão pessoal no contexto do seu tempo

Octávio da Veiga Ferreira, nome adoptado. Ou Octávio Reinaldo dos Santos Ferreira, nome real (nascido em Lisboa, 28.3.1917 – falecido em Lisboa, 14.4.1997). Filho de um oficial do exército – que, coerentemente com os seus ideais, se havia batido pela Monarquia e cedo morreu – não beneficiou nem de meios materiais, nem de apoios significativos, políticos ou outros. Daí uma vida construída a pulso. Desde uma adolescência nos arredores de Sintra, entre festas e eventual pancadaria, e daí por diante. Segundo lhe ouvi, foi marinheiro e lutador, do que, todavia, não disponho de dados comprovativos, e elemento muito válido pelo seu trabalho de Investigação, sobretudo em Arqueologia mas abrangendo áreas da Geologia e da Paleontologia também. Além do mais, foi grande amigo dos seus amigos, de lealdade inultrapassável, modesto e activo, generoso, disponível para ajudar outrem. De tudo isso dou testemunho, acumulado ao longo de uma colaboração que perdurou longamente e que a morte interrompeu. Por isso sinto como dever moral o aderir à iniciativa de João Luís Cardoso, ao convidar-me a participar numa justa homenagem a Veiga Ferreira, embora depare com a dificuldade de não ser arqueólogo e, por conseguinte, de a minha perspectiva ser algo lateral.

Ano

2022-11-18T14:17:27Z

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Antunes, Miguel Telles

Três notas (muito pessoais) sobre Octávio da Veiga Ferreira

Não sei em que grau exacto contribuiu Veiga Ferreira para o percurso que eu vim a seguir, numa aproximação crescente aos estudos sobre Pré-História Antiga, intimamente ligados aos enfoques disciplinares das Ciências da Terra. Bem vistas as coisas e com a isenção que a distância do tempo permite, creio que foi uma influência muito maior do que eu poderia supor ou até aceitar. Nada de mais refrescante para um estudante de Letras do que a autenticidade telúrica da ligação à terra que Veiga Ferreira nos oferecia, ainda por cima num quadro de grande (para a época inusitada) convivialidade e abertura aos jovens. Numa altura em que a ideia da interdisciplinaridade não passava ainda na minha cabeça de propósito algo piedoso, Veiga Ferreira foi quem, pelo que escreveu e pelas lições informais que nos dava, mais contribuiu para dar conteúdo prático àquele propósito.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Raposo, Luís

O Arqueólogo Octávio da Veiga Ferreira

Foi-nos sempre difícil falar ou escrever sobre aqueles de quem mais gostamos. Por um lado, sempre associámos isso a panegírico; por outro, tememos que não consigamos dizer quanto esse amigo mereça, acabando por ficar muito aquém das nossas próprias expectativas. Veiga Ferreira foi para nós um mestre e um desses raros amigos maiores que nos transmitiu os seus conhecimentos e a sua amizade desinteressadamente durante três décadas.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Cardoso, Guilherme

Veiga Ferreira – Mais do que uma recordação

Conto aqui algumas coisas que não eram conhecidas e que, saindo do currículo oficial, lançam uma outra luz sobre a vida deste homem excepcional.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Salvado, Salete

El Solutrense y el arte rupestre en Portugal. Reflexiones acerca de la obra de O. da Veiga Ferreira y su proyección actual

Este trabajo rinde homenaje a un prehistoriador con una dilatada vida científica, Octávio da Veiga Ferreira (1917-1997), autor de estudios y excavaciones de referencia en la Prehistoria portuguesa, incluidos algunos de los grandes yacimientos del Paleolítico superior. Entre otras contribuciones relevantes, la definición moderna de la secuencia del Solutrense en Portugal es tributaria de sus investigaciones en el centro de Portugal, particularmente en la Cueva de Salemas.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Rodríguez, Maria Soledad Corchón

A Estação mesolítica da Amieira (Sesimbra)

A localização da estação da Amieira, efectuada no decurso de prospecções arqueológicas na zona ocidental do concelho de Sesimbra, em Janeiro de 1989, deve-se ao Sr. João Pinhal; foi já objecto de uma publicação, tendo sido atribuída ao Neolítico Antigo, na curta nota que dava conta da sua existência. Uma recente revisão dos mesmos materiais, com base em critérios mais recentes, veio alterar aquela classificação, sem prejuízo de, já naquela data, se terem identificado produções de cunho mesolítico, como o trapézio de Téviec. Com efeito, o estudo aprofundado e exaustivo do conjunto lítico, agora pela primeira vez efectuado, permitiu atribuir a estação ao Mesolítico Final, conclusão de grande interesse, no quadro dos conhecimentos actuais sobre a ocupação mesolítica da orla costeira da Estremadura. Assim, considerou-se como plenamente justificada a re-publicação da estação da Amieira, no volume de Homenagem a O. da Veiga Ferreira, que, como é sabido, tanto se distinguiu no estudo do Mesolítico Final do território português.

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2022-11-18T14:17:27Z

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Carvalho, António Faustino de Cardoso, João Luís

Álvaro de Campos – himself Álvaro de Campos – himself

Álvaro de Campos’s work came to violently shake modernism, either the Portuguese or the European kind; his intellectual and artistic trajectory has influenced countless creators and thinkers, cementing him as wholesomely important to Portuguese Thought, and the Portuguese Soul as a concrete unit. In this work we aim, not just observe Álvaro de Campos in his entirety - whatever such a totality that is -, building ideas and concepts about its three essential phases, but also to seize  synoptic vision that the work contains, in the three complete articles, each one on each phase-slice of Alma de Campos: a first of profound decay, centered around the Opiary; a second, grand and ingenious, modernist-futurist, in the Ode Triunfal; and the last one, twilight, of authentic becoming, at the Tobacaria. We pursue a Cosmo vision, a style –a personality similar to itself and dissimilar to Pessoa's. This also means that we refer to Campos himself, inwardly, and not to Campos when ruminated in the idea of ​​Pessoa; We are interested in the Unique-Fields.

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2022-11-18T14:17:21Z

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Rodrigues , João Bartolomeu Ribeiro, André Magalhães, Cristiana Rodrigues , Sofia Nunes, António

Relação entre Expectativas e Perceção de Treinadores Futebol sobre o Conteúdo da Instrução em

A presente investigação pretende estudar as expectativas e a perceção de treinadores sobre o conteúdo da instrução em competição e verificar de que forma se relacionam. Foram questionados antes e no fim da competição, 4 treinadores de futebol jovem que orientavam equipas que disputavam os campeonatos nacionais de Portugal. Utilizamos para o efeito questionários adaptados e validados para este estudo (Mesquita, Isidro, & Rosado, 2010; Hill & Hill, 2009; Tuckman, Manual of Research in Education, 2002). Os resultados demonstram que os treinadores têm expectativas e auto perceção de emissão durante a competição de instrução com conteúdo psicológico e tático. Apesar de terem sido registadas algumas correlações entre as variáveis estudadas, verifica-se pouca congruência ao nível do pensamento do treinador

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2022-11-18T14:12:32Z

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Santos, Fernando Jorge Louro, Hugo Lopes, Hélder Rodrigues, José

Direito internacional: rumo a uma ética universalizante de direitos humanos

Partindo do enquadramento genericamente aceite em termos da história do Direito Internacional e da Diplomacia em torno da minimização ou amenização dos efeitos dos conflitos armados, este texto procura identificar alguns antecedentes medievais e humanistas que se apresentam como centrais para a emergência de uma ética e filosofia de direitos humanos, tradutoras de um sentido cada vez mais alargado da sua natureza universal. Trata-se de uma abordagem mais antropológica do que histórica que encara a lenta universalização da ideia de compaixão pelo Outro como um processo que se inicia pelo ideal de “civilizar a guerra”, mas cuja afirmação implicará a superação dos argumentos iniciais de cariz religioso e a adoção de uma ideia mais ampla do Outro como semelhante em termos mais absolutos. É a afirmação dessa ideia que permitirá a emergência de uma ética universalizante de direitos humanos.

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2022-11-18T14:12:32Z

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Duarte, Alice

PARTICIPAÇÃO DESPORTIVA NA REGIÃO DO ALENTEJO

No âmbito territorial da região do Alentejo foi realizado o estudo da participação desportiva com o objetivo de caracterizar a prática desportiva da população residente. Como método foi utilizada a recolha dos dados através de inquérito sociográfico, por entrevistas telefónicas, a 791 indivíduos. Como instrumento de recolha utilizou-se questionário construído para o estudo, que pretendeu analisar o comportamento da população face ao desporto. Os resultados mostraram que a prática de atividades desportivas é realizada por 47,9% da população do Alentejo entre os 15 e os 74 anos. A taxa de sedentarismo é de 52,1%. Os homens evidenciaram uma participação em atividades desportivas mais elevada (51,0%) do que as mulheres (44,9%). A prática de desporto decresce com o aumento da idade e aumenta com o nível de escolaridade. A existência de uma vontade de iniciar a prática desportiva no futuro foi observada em 19,3% dos indivíduos não praticantes, resultado que expressa um índice de procura desportiva não satisfeita de 10,0%. As razões mais referidas para a prática de atividade desportiva foram a melhoria da saúde (96,2%) e a melhoria das capacidades e aptidão física (88,1%).

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2022-11-18T14:12:32Z

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Santos, Abel Silva, Alfredo Vieira, Elsa Raposo, Pedro

Programa de intervenção para pais no desporto: Estudo piloto

Face a inexistência de uma prática sistemática sobre o envolvimento parental em contexto desportivo, o presente artigo expõe os resultados da avaliação da eficácia de um programa de intervenção psicológico realizado junto de um grupo de pais de uma equipa de futebol de Sub-11. O objectivo da intervenção consistiu em promover comportamentos positivos e de apoio em relação aos vários intervenientes da competição, tais como, os atletas, os treinadores e os árbitros, tendo subjacente a aplicação de um programa para a optimização da eficácia parental no deporto e um sistema de avaliação do comportamento parental. Os resultados do estudo sugerem a eficácia da intervenção realizada sobre os pais, devido ao aumento de comportamentos de apoio e à diminuição dos comportamentos de instrução e recriminação relativamente a atletas, treinadores e árbitros durante a competição.

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2022-11-18T14:12:32Z

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Silva, Carlos Marques Teques, Pedro Borrego, Carla Chicau

A torre defensiva que D. João II mandou construir em Cascais : novos elementos para o seu estudo

Mandada edificar por D. João II na extremidade Sul de Cascais, a torre de Cascais terá começado a ser construída em 1494. Neste estudo aduzimos novos dados que permitem uma proposta interpretativa mais segura quanto à problemática cronológica em torno da construção desta torre e que revelam igualmente alguns dos bombardeiros que serviram na mesma.

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2022-11-18T14:12:32Z

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Borges, Marco Oliveira

ANALISE DA ESTABILIDADE DO YOP CHAGI NO TAEKWONDO-ESTUDO PRELIMINAR

Resumo   O objetivo deste estudo foi identificar os desvios técnicos mais comuns, na técnica de perna Yop chagi do Taekwondo. A amostra foi constituída por 28 atletas de Taekwondo com idades compreendidas entre os 12 e os 59 anos (23,96±12,29 anos), sendo 7 atletas femininos e 21 masculinos com 4,54±2,58 anos de prática. Para identificação dos desvios utilizamos o instrumento de observação ad hoc validado para o efeito (Mata, C. & Louro, H. 2014). O Yop chagi foi dividido por três fases: 1º) Saída do pé do chão, 2º) Inicio da extensão da perna momento de contacto, 3º) Inicio da flexão da perna extensão da coxa, dando especial importância a três critérios taxionómicos que agregam na forma de códigos alfanuméricos a informação decisiva para descrever comportamentos que definem a técnica Yop Chagi. Os resultados, obtidos em percentagens, mostram que na fase 1, obtivemos uma média de estabilidade de 89,7 % e de instabilidade através dos desvios de 10,3%, na fase 2, 54% de estabilidade e de46% de instabilidade através dos desvios. Na fase 3, 61%de estabilidade contra 39% de instabilidade. Permitindo-nos concluir que a fase 1 será a mais estável, a fase 2, obteve maior instabilidade por parte dos atletas, na fase 3, identificamos a colocação do tronco como mais instável. Estes resultados permitem-nos propor uma bateria de exercícios específicos para corrigir os desvios detetados, ocorrendo numa otimização da técnica.   Palavras-chave: Taekwondo; Observação; Análise técnica; Yop Chagi

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2022-11-18T14:12:32Z

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Mata, Carlos Daniel Gomes Rocha, Fernando Louro, Hugo

SISTEMA DE OBSERVAÇÃO DO COMPORTAMENTO TÉCNICO

Resumo O presente artigo teve como objetivo central construir e validar um sistema de observação do comportamento técnico do Dólio Chagi. Este sistema pretende uma aplicação a todos escalões e categorias regulamentares do taekwondo, permitindo hierarquizar os executantes segundo a classificação do padrão e seu índice de estabilidade. O sistema de observação é constituído por três fases em cada uma subdividindo-se em duas subfases a que corresponde seis momentos de observação, como setenta e três códigos e num total de trinta e duas configurações. A amostra de observadores do nosso estudo é de 5 tendo como características mais de 10 anos de prática e com categoria mais de 3º DAN/KKW. Após análise do executante por cada elemento da amostra verificamos um índice de fiabilidade intra-observador de 0,994 e inter-observador de 0,967 fazendo com que o instrumento seja valido e fiável.  

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2022-11-18T14:12:32Z

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Sousa, José Louro, Hugo