Repositório RCAAP
As políticas linguísticas e a questão da tradução de literatura japonesa para a língua inglesa: um projeto político-ideológico estadunidense: The linguistic policies and the issue of literary manipulation in Japanese literature into English: an american ideological and political project
In this paper, we address the issue of literary manipulation in Japanese literature translations into English language, highlighting the power of translation as a form to create in readers’ cultural identities and domestic representations. We also bring the question of linguistic policies and their relation to literary manipulation, according to Calvet (2007), because, as we have seen, the USA used English language supremacy and political power in order to create in the readers of Japanese translated works a vision of a bucolic and friendly Japan, allied with the Americans and, no longer, a threatening force as it was before.
2022-12-06T14:11:54Z
Carlos Neto, Marcionilo Euro
A tradução dos nomes em Harry Potter: The translation of names in Harry Potter
This paper aims to discuss how and why the characters’ names as well as the creature’s names were translated on the Harry Potter book series. To this end we will use the first book of the series: “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” by J.K. Rowling, since it is the only one that has two different titles in English, and besides it is the first book. We will also use as a theoretical approach the articles by Germana de Souza et al. and by Dalila Lopez that talks about the first names translation. Our research has a quantitative method and so we are going to analyze eight tables containing 38 names and 17 chapter titles in English and translated.
2022-12-06T14:11:54Z
Nogueira Leite, Isabella Aparecida
Apresentação, vol 5 n 1
É com grande prazer que a Rónai: Revista de Estudos Clássicos e Tradutórios abre espaço, neste número, para mais um dossiê de trabalhos apresentados em evento da Universidade Federal de Juiz de Fora. Desta vez, trazemos quatro artigos que fizeram parte, em outubro de 2016, do Seminário Traduzindo a Tradução. Trazemos também, em tradução, quatro trabalhos inéditos em língua portuguesa que representam importantes contribuições para estudos e pesquisas nas áreas de crítica literária, estudos clássicos e linguística. Comecemos por estes.O artigo “Intertextualidade e o cânone retórico”, assinado por Richard Joseph Schoeck (1920-2008), da Universidade do Colorado, parte de uma história etimológica dos termos "retórica" e "cânone" para abordar a interdependência de métodos e meios entre a arte literária (produção e crítica) e o tradicional sistema retórico que esteve na base da educação europeia desde a Antiguidade. O autor reconhece a intertextualidade como uma "constante literária universal", apontando os modos pelos quais o ensino formal (particularmente britânico) na Idade Média e no Renascimento teve um papel central na validação do cânone literário. Ao final, Schoeck aponta caminhos para avaliar, decodificar e relativizar a tradição retórica no contexto da crítica moderna, ressaltando que o processo de desconstrução, tão em voga, não deve implicar o desmantelamento das estruturas, mas uma manifestação consciente de cada uma delas. Em seguida, temos a contribuição de Marc Baratin, professor da Universidade de Lile, na França. Seu artigo “Sobre a estrutura das gramáticas antigas” nos traz uma análise da estrutura e da constituição de um tipo de descrição gramatical que ocupou posição dominante no final da Antiguidade: os tratados intitulados Artes grammaticae. Embora seja destacada uma tentativa de inferir, a partir dos textos estoicos, um modelo grego original nas Artes latinas, o autor demonstra que a lógica interna da descrição gramatical artigráfica difere essencialmente da lógica que rege os textos estoicos.Os dois artigos seguintes correspondem a capítulos do livro Linguistique historique et linguistique générale, de Antoine Meillet (1866-1936), professor do Collège de France. O primeiro deles, “A evolução das formas gramaticais” (1912), é um marco para os estudos linguísticos modernos, pois empregou o então neologismo "gramaticalização" (grammaticalisation, no original francês), sendo citado ainda hoje nos mais diversos trabalhos sore o tema. Meillet se dedica à definição e análise do que seria o processo que denomina gramaticalização, combinado à maneira de agrupar palavras em uma língua e à necessidade que tem o falante de ser expressivo, a partir dessas diferentes possibilidades de agrupamento.Já em “A renovação das conjunções”, publicado originalmente na seção histórica e filológica do Anuário da École Pratique des Hautes Études de 1915-1916, Meillet afirma, a despeito da tendência esperada de manutenção das conjunções em línguas de uma mesma família, que ocorre o inverso, ou seja, a renovação constante das conjunções em função das necessidades expressivas dos falantes, e faz isso com base em extensas comparações entre as línguas indo-europeias. Ainda que sua origem remonte à linguagem familiar, é na língua erudita que as conjunções são desenvolvidas e fixadas, uma vez que esta última é particularmente suscetível ao empréstimo de palavras de todo tipo. Dessa forma, o pesquisador demonstra como, salvo algumas partículas indispensáveis, as conjunções são pouco empregadas na língua corrente e, ainda assim, estão sujeitas a se renovar ininterruptamente.Para abrir a seção Dossiê do Seminário Traduzindo a Tradução, apresentamos o artigo “A tradução de expressões idiomáticas da série Friends: legendas profissionais versus legendas amadoras”, de Andressa Christine Oliveira da Silva. Com a expansão da Internet, vimos surgirem as legendas amadoras ou fansubbing que, em geral, acompanham produções disponibilizadas de forma gratuita, enquanto os modos de distribuição pagos e outros mais tradicionais, como canais de TV e DVDs, trazem legendas realizadas por tradutores profissionais. O artigo busca comparar as soluções dadas nos dois tipos de legenda para as expressões idiomáticas, com análises bem abalizadas e interessantes. “A tradução dos nomes em Harry Potter”, de Isabella Aparecida Nogueira Leite, traz uma discussão acerca de opções tradutórias envolvendo nomes das casas, de títulos de capítulos, de personagens e criaturas da saga Harry Potter, de J.K. Rowling. Foi enfocada especificamente a obra “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, a primeira da série, que tem a característica de possuir dois títulos distintos em inglês, um para a Inglaterra, outro para os Estados Unidos. A autora se vale, como aporte teórico, dos artigos de Germana de Souza et al. e de Dalila Lopez, que discutem a tradução de nomes próprios. São analisadas as traduções de 38 nomes e 17 títulos de capítulos.O interessante artigo “Mia Couto em tradução: a escrita entre a subjetividade e as emoções do gesto pictórico”, de Iago Marques Medeiros, parte de uma aproximação dialógica entre literatura e artes plásticas para avaliar a tradução de algumas imagens literárias miacoutianas do português para o francês. Vale-se, para tal fim, da analítica proposta por Antoine Berman como instrumental para uma crítica da tradução de prosa literária. O artigo leva em consideração o contexto político-ideológico de surgimento das obras do escritor moçambicano, avaliando como a tradução das mesmas, consideradas parte de um sistema periférico, é feita para uma língua e cultura historicamente mais centrais. A análise conclui, nos termos de Berman, que aconteceram deformações da “letra” do original, momentos em que a tradutora implementou uma “normalização do diverso”. Encerrando este número, temos o artigo “As políticas linguísticas e a questão da tradução de literatura japonesa para a língua inglesa: um projeto político-ideológico estadunidense”, de Marcionilo Euro Carlos Neto. Nele, o autor enfoca a formação de identidades culturais a partir da leitura de obras traduzidas. Afastando-se do antigo paradigma da tradução como uma transferência neutra de conteúdos de uma língua para outra, o autor se baseia em teorias culturalistas dos Estudos da Tradução para apontar como posições política e ideologicamente marcadas podem levar a sutis manipulações, tanto no nível textual como, antes, na própria seleção do material a ser traduzido. Tais posições moldam a imagem que o leitor estrangeiro fará da cultura de origem a partir da leitura de obras literárias traduzidas.A todos, uma boa leitura.
2022-12-06T14:11:54Z
Villela, Adauto Lúcio Caetano Sousa, Fernanda Cunha Miotti, Charlene Martins
Os Hinos de Proclo: The Hymns of Proclus
Ofereço uma tradução poética para a coletânea integral dos Hinos de Proclo, acompanhada de breve introdução ao tema.
2022-12-06T14:11:54Z
Barbieri, Pedro
Discurso pela gramática: não se deve aprender latim com os gramáticos: Discourse based on grammar: one should not learn Latin from the grammaticians
Apresenta-se, pela primeira vez em português, a tradução do discurso inaugural ad Grammaticam, de Jacopo Facciolati, segundo a edição de alguns de seus discursos publicada no ano de 1723. Trata-se do texto em que o autor, de forma mais clara, procura entender os caminhos para o ensino de latim, buscando dissuadir o ouvinte do uso excessivo de regras gramaticais: "o jovem, lançando fora os gramáticos, deve persuadir-se de que a gramática nasceu do latim, e não o latim da gramática".
2022-12-06T14:11:54Z
Neves Silva, Felipe Augusto
Review: GOURINAT, Jean-Baptiste (dir.). L’étique du stoïcien Hiéroclès. Villeneuve d’Ascq: Presses Universitaires du Septentrion, 2016. Pp. 175.ISBN 978-2-7574-1273-2.EUR 22,00.
No abstract since it is a review...
2022-12-06T14:11:54Z
Brito, Rodrigo Pinto de
Inventare una pelle per tutto: traduzione italiana di un estratto de Cujo, di Nuno Ramos: Inventing a skin for everything: an italian translation of an excerpt of Nuno Ramos's Cujo
O texto aqui apresentado é a tradução de um trecho do livro de Nuno Ramos Cujo (1993, p. 19-37) para o italiano, que nasce como acompanhamento de uma pesquisa de doutorado na área de tradução do livro Ó (2008) do mesmo autor. A pesquisa, além de uma análise sobre a visão de linguagem emergente da obra de Nuno Ramos e sua interseção com as práticas das artes-plásticas, parte, para a tradução, de uma análise dos elementos formais recorrentes da prosa poética do autor. Portanto na tradução do seguinte texto foram levados em conta: aspectos da prosa poética como reiteração de células sonoras, tais que rimas, assonâncias, consonâncias e aliterações, especialmente as com afinidades semânticas. Tentou-se reproduzir no estilo de escrita uma das técnicas que autor parece mutuar das artes plásticas, a justaposição, que, em entrevista inédita (abril 2017), ele define com “limites borrados”.
O Canto dos Ladrões: tradução e notas d’As Metamorfoses 4.8-22 de Apuleio.: The chanting of thieves: translation and notes from Apuleius Metamorphoses 4.8-22
O presente trabalho apresenta a tradução de um episódio do romance de Apuleio, As Metamorfoses 4.8-22, na qual buscou-se, por meio de uma tradução criativa, tornar visível ao leitor em português elementos de paródia do discurso épico, como o uso de um linguajar elevado, sintaxe empolada, uso de epítetos, entre outros.
2022-12-06T14:11:54Z
Cerdas, Emerson
Plínio, O Jovem, Epístola I, 20: Pliny the Younger, Epistle I, 20
Plínio discute critérios retóricos com o historiógrafo Cornélio Tácito
2022-12-06T14:11:54Z
Oliva Neto, João Angelo
Apresentação
Neste número, recebemos contribuições de diferentes gêneros. Além de cinco artigos, apresentamos aqui quatro traduções de textos antigos, uma tradução do português continental para o italiano e, ainda, uma resenha.Os artigos da área de Estudos Clássicos que compõem este volume tratam da recepção dos textos clássicos em autores brasileiros. No primeiro deles, “Raízes Clássicas da Construção da Tópica da Terra Pátria em Cláudio Manuel da Costa”, Carlos Versiani dos Anjos discute o paradoxo do peregrino em sua própria terra, observando, por meio de menções à capitania de Minas Gerais nos poemas do referido poeta do século XVIII, elementos como a contradição entre civilidade e rusticidade, entre a razão arcádica e o amor pela terra natal. Além disso, são apontadas influências, que dizem respeito a tal tema, de autores como Ovídio e Virgílio, na obra de Cláudio Manuel da Costa.Avançando um pouco na linha do tempo, o artigo “Félix ou o anti-Aquiles: diálogos entre Homero e Machado de Assis”, de autoria de Fernando Teixeira e do Prof. Dr. Edson Martins, trata da presença de aspectos da cultura clássica no romance Ressurreição, de Machado de Assis, renomado autor do fim do século XIX. Tendo como pressuposto a discussão de Bakhtin sobre elementos dialógicos, os estudiosos discutem o modo como referências clássicas são apropriadas e ressignificadas na caracterização psicológica de Félix, protagonista desse romance machadiano.Na área de Estudos Tradutórios, Olavo Cordeiro Soares parte das pesquisas e reflexões desenvolvidas em sua monografia de conclusão de curso para classificar os principais tipos de legendas encontrados em videogames e indicar diretrizes para suas traduções no artigo “Os tipos de legendas de jogos: uma proposta de classificação para fins de tradução”. O autor se baseia, para tanto, na Teoria do Escopo e no conceito de Gameplay Experience, oferecendo uma categorização inédita para legendas de games e indicando um ponto de partida para a criação de regras específicas, a serem aproveitadas pela indústria de localização de games e por tradutores profissionais, que levem em conta o objetivo dessas legendas na sua integração com o jogo e com a experiência do usuário final.Em “A tradução dos termos gastronômicos de Tocaia Grande a Showdown”, Renato Gonçalves Peruzzo e Laura de Almeida abordam a questão da tradução, do português para o inglês, de termos da gastronomia baiana no romance de Jorge Amado. Pautando-se na análise dos métodos de tradução aplicados à versão de Tocaia Grande, intitulada Showdown em inglês, os autores investigam possíveis perdas e ganhos para o leitor de língua inglesa quanto a determinados sentidos específicos e à cultura retratada na obra.Encerrando a seção de artigos deste número, trazemos o trabalho de Letícia Campos Resende, “Tradução de variedades linguísticas: uma análise das obras Manual Prático do Ódio e Manuel Pratique de la Haine”. Tendo em vista a questão das variedades linguísticas, um dos grandes desafios linguístico-culturais de muitas traduções literárias, o artigo aponta que a impossibilidade do estabelecimento de correspondências nesses casos leva os tradutores a optarem por tendências ou de estrangeirização ou de domesticação. A fim de identificar a predominância de uma dessas posturas, a autora apresenta uma análise dos procedimentos tradutórios empregados em diálogos do romance Manual Prático do Ódio, de Ferréz, comparativamente às suas traduções para o francês.Na seção de traduções, apresentamos contribuições que, além de versarem sobre assuntos bastante variados, distinguem-se seja quanto à língua do texto traduzido, seja quanto ao seu gênero ou, ainda, quanto à data de sua produção.Em “Plínio o Jovem no debate entre ‘aticismo’ e ‘asianismo’”, o Prof. Dr. João Angelo Oliva Neto apresenta sua tradução da vigésima epístola do primeiro dos doze livros de cartas de Plínio o Jovem (c. 61–c. 114 d.C.). A correspondência trata de uma importante questão retórica para os romanos: a oposição entre a prática oratória dos chamados oradores “aticistas” e “asianistas”. Acompanhada de notas, a tradução é precedida por uma apresentação, que destaca aspectos da obra e vida de Plínio, e um comentário sobre o mencionado debate oratório, que fora tratado não só por autores anteriores a Plínio, como Cícero, mas também contemporâneos a ele, como Quintiliano e Tácito.Já em “O Canto dos Ladrões: tradução e notas d’As Metamorfoses 4.8-22 de Apuleio”, Emerson Cerdas oferece-nos a tradução de um excerto desse romance de Apuleio (c. 125 d.C.–c. 170 d.C.). Intitulado pelo estudioso como “O canto dos ladrões”, o episódio narra o momento em que o personagem principal da obra, Lúcio, a essa altura já metamorfoseado em asno, ouve a narrativa de um grupo de ladinos sobre o assalto outrora realizado. Com intuito de colocar em destaque o caráter paródico com o canto épico presente no texto de Apuleio, o estudioso busca tornar presentes em sua tradução elementos típicos de tal gênero, como vocabulário e tom elevados, e ainda adjetivos hiperbólicos e vocábulos cuja etimologia possa remeter à poesia épica.Em seguida, apresentamos a tradução “Os Hinos de Proclo”, de Pedro Barbieri. Trata-se de tradução poética de uma coletânea feita por Proclo (séc. V d.C.), composta por sete hinos em língua grega, dedicados a deuses com um papel estratégico no imaginário do filósofo neoplatônico. A versão em dodecassílabos, atenta à sonoridade e aos efeitos poéticos do texto grego, é antecedida por uma breve introdução em que se discutem opções tradutórias e ainda aspectos relacionados à função dos hinos e sua performance.A tradução intitulada “Discurso pela gramática: não se deve aprender latim com os gramáticos”, de autoria de Felipe Augusto Neves Silva, traz a público, em português, o primeiro discurso ad Grammaticam de Jacopo Facciolati (1682-1769). Esse é um dos discursos inaugurais feitos pelo, assim chamado, “paduano”, dedicados a cada uma das disciplinas comumente ensinadas no Seminário de Pádua a sua época. Neste caso, como adianta o título da tradução, Facciolati dedica-se a discutir o ensino da gramática, argumentando acerca do tratamento que os gramáticos haviam dado a tal matéria e da necessidade de os discípulos se familiarizarem com os oradores e poetas latinos.Completando as traduções apresentadas neste volume, temos “Inventare una pelle per tutto: traduzione italiana di un estratto de Cujo, di Nuno Ramos”. Como o próprio título já indica, trata-se de uma tradução do português para o italiano, realizada por Irma Caputo, de um trecho do livro Cujo, do lisboeta Nuno Ramos (1993). Este trabalho leva em consideração uma análise dos elementos formais percebidos pela tradutora na prosa poética do autor, bem como um estilo de escrita que reflete a interseção do autor com artes plásticas.Por fim, concluindo as contribuições para este volume, apresentamos a resenha, em língua inglesa, do Prof. Dr. Rodrigo Pinto de Brito ao livro de Jean-Baptiste Gourinat L’étique du stoïcien Hiéroclès, publicado em 2016.Mais uma vez, desejamos a todos uma boa leitura. Os EditoresCarol Martins da RochaAdauto Lúcio Caetano Villela
2022-12-06T14:11:54Z
Villela, Adauto Lúcio Caetano
O mito de Orfeu e Eurídice no Livro IV das Geórgicas de Virgílio: tradução e notas: The myth of Orpheus and Eurydice in Virgil's Georgics Book IV: a translation and notes
Virgílio, poeta do período Clássico da Roma Antiga, escreveu as Geórgicas, uma obra poética dividida em quatro Livros cuja temática volta-se à agricultura. Mais especificamente, no Livro IV, Virgílio aborda o tema da apicultura. Nessa passagem, conta-se o episódio mítico entre Aristeu, um famoso apicultor, e Eurídice, noiva de Orfeu. Este trabalho tem como intuito apresentar uma tradução em prosa dos versos de número 453 a 527 do Livro IV das Geórgicas de Virgílio, que narram o mito de Orfeu e Eurídice. O intuito é democratizar o texto latino ao leitor brasileiro que, com o apoio de notas de dados mítico-culturais, possa ter uma compreensão do episódio, principalmente, em seu nível temático.
2022-12-06T14:11:54Z
Veiga, Paulo Eduardo de Barros
Review : VEZZOLI Simone, Arcesilao di Pitane: l'origine del platonismo neoaccademico. Analisi e fonti. Philosophie hellénistique et romaine. Turnhout: Brepols Publishers, 2016. Pp. 300. ISBN 9782503550299. €65.00.
Review : VEZZOLI Simone, Arcesilao di Pitane: l'origine del platonismo neoaccademico. Analisi e fonti. Philosophie hellénistique et romaine. Turnhout: Brepols Publishers, 2016. Pp. 300. ISBN 9782503550299. €65.00.
2022-12-06T14:11:54Z
Brito, Rodrigo Pinto de
Proposta de tradução do Discurso de agradecimento ao povo romano, de Cícero: A translation proposal for Cicero's Speech to the Citizens after his Return
Ofereço uma tradução para o Discurso em agradecimento ao povo romano, de Cícero (57 AEC), acompanhada de breve introdução ao tema.
2022-12-06T14:11:54Z
Santos, Gilson Charles dos
Uma tradução de Décoloniser l’esprit de Ngugi wa Thiong’o: A translation of Ngugi wa Thiong’o, Décoloniser l’esprit
Este artigo objetiva, além de traduzir para o português, fazer uma longa contextualização de Décoloniser l’esprit, um depoimento concedido a Le Monde Diplomatique pelo professor e crítico literário queniano Ngugi wa Thiong’o. No depoimento, Ngugi critica veementemente a classe política africana destacando a necessidade de se repensar novas políticas, novas atitudes perante as línguas africanas para, a partir disso, se pensar um desenvolvimento real do continente. Pudemos, a partir dos trabalhos de Antunes (2018) e Omari (1985), perceber como as implicações políticas constituem um entrave real ao ideal ngugiano, legitimando, de alguma maneira, as críticas tecidas neste depoimento.
Latim ativo: falando, escrevendo, ouvindo a língua: Active Latin: Speaking, Writing, Hearing the Language
Esta é uma tradução de artigo científico publicado no New England Classical Journal em 2012, de autoria de Milena Minkova e Terence Tunberg, com autorização dos autores e do periódico original.
2022-12-06T14:11:54Z
Ribeiro Leite, Leni Ribeiro Santana, Ariane
Uma traducão – “Nada de não ficção: PL2658.E8” de Emily Goedde: A translation of Emily Goedde's No Nonfiction: PL2658.E8
O autora e tradutora do chinês Emily Goedde, então editando como convidada uma revista chamada 91st Meridian para Universidade de Iowa, em 2008, preocupou-se a dar espaço para que seus autores-contribuintes pudessem explorar todas as intersecções entre tradução e não ficção literária (forma de criação em que o estilo e literariedade se encontrarm com o preocupação em retratar uma realidade). Da sua parte, abordou o tema no ensaio “nada de não ficção: PL2658.E8”, em que tratava da não ficção clássica chinesa como sua falta de presença no mundo da tradução servia como base para compreender como a própria China atual era vista no mundo literário. Neste paper, trazemos o ensaio de Goedde pela primeira vez traduzido e publicado em outro veículo que não a revista em que foi originalmente lançado. Segue-se uma breve entrevista com a autora em que ele explica em mais detalhes alguns pontos levantados pelo texto. Seu trabalho procura levantar pontos importantes sobre a tradução e suas implicações em como vemos o mundo a nossa volta.
2022-12-06T14:11:54Z
Lakomy, Livia
A história de Egialeu (Efesíacas, V.1): tradução e comentário: The Aegialeus’ tale (The Ephesian tales, Vol. 1): a translation and comment
“A história de Egialeu” é uma narrativa intercalada em Efesíacas ou Ântia e Habrocomes, romance de Xenofonte de Éfeso (II. d.C.). Considerado como um autor de poucos méritos literários, Xenofonte se destaca pela habilidade com que compõe essas narrativas secundárias em sua obra, que, paradigmáticas, se oferecem como exemplo para os protagonistas. O objetivo desse artigo é apresentar a tradução dessa passagem (Efesíacas, V.1), antecedida por uma breve exposição sobre autor e obra e sua discussão.
2022-12-06T14:11:54Z
Duarte, Adriane da Silva
Tradução dos contos Cacoethes scribendi e A razão por trás da razão, de Charles Bukowski: Translation of the Charles Bukowski's short stories "Cacoethes scribendi" and "The Reason Behind Reason"
No presente artigo são apresentadas duas propostas de tradução para o português dos contos Cacoethes Scribendi e The Reason Behind Reason, do livro Absence of the Hero, de Charles Bukowski. Primeiramente, busca-se se apresentar o poeta e escritor Charles Bukowski e situar temporalmente suas publicações traduzidas no Brasil. Procura-se discutir alguns aspectos particulares sobre a tradução das obras desse autor, bem como, trazer uma breve análise sobre os dois contos traduzidos. Por ser Bukowski um autor que, comprovadamente, trazia dados autobiográficos para as suas produções, ao analisar os dois contos do livro Absence of the Hero pretende-se também traçar essas ligações entre a representação do personagem que se espelha em traços da personalidade do autor. Bukowski colocou em seus romances elementos de sua vida encobertos por certo teor de ficção a fim de criar um personagem picaresco para o leitor, esses elementos são descritos ao longo de seus trabalhos. Além de trazer uma discussão sobre o autor e o teor autobiográfico de sua obra, são discutidos alguns caminhos tradutórios traçados para a tradução desses dois contos que ainda não possuem traduções publicadas em português.
2022-12-06T14:11:54Z
Toledo, Beatriz Furlan
Tradução dos capítulos da obra Vom Roroima zum Orinoco, de Theodor Koch-Grünberg (1924), em que são narradas lendas do mito indígena Makunaima: Translation of Theodor Koch-Grünberg's "Vom Roroima zum Orinoco" (1924), in which are narrated legends about the indigenous myth Makaunaim
O presente trabalho de tradução objetiva fornecer apoio para pesquisas no livro Macunaíma de Mário de Andrade, particularmente em uma análise comparativa entre o seu protagonista, de mesmo nome, e o mito indígena Makunaima, cujos relatos foram coletados pelo etnógrafo alemão Koch-Grünberg (1924), no norte do Brasil e Venezuela, nos anos 1911-1913, e serviram de inspiração ao próprio Mário de Andrade (REDEL, 2016, p. 34). Foram traduzidos os capítulos de Vom Roroima zum Orinoco (p. 39-51), em que se encontram as lendas nas quais Makunaima está envolvido.
2022-12-06T14:11:54Z
Mesquita, Clélio Kramer de
Pítica 1 de Píndaro: Pindar’s Pythian 1
Apresenta-se uma tradução para o português da Pítica 1 de Píndaro, realizada com base no texto grego editado por Snell e Mahler (1980), acompanhada de uma pequena introdução e notas.
2022-12-06T14:11:54Z
Brito, Ricardo Tieri de Werner, Christian