Repositório RCAAP
Flora do Rio Grande do Norte, Brasil: Turneraceae Kunth ex DC.
Este trabalho consiste no levantamento da família Turneraceae no estado do Rio Grande do Norte, nordeste brasileiro. Foram registradas 13 espécies, distribuídas em dois gêneros: Piriqueta Aubl., com quatro espécies (P. duarteana (A. St.-Hil., A. Juss. & Cambess.) Urb., P. guianensis N.E.Br., P. racemosa (Jacq.) Sweet e P. viscosa Griseb.), e Turnera L., com nove espécies (T. blanchetiana Urb., T. calyptrocarpa Urb., T. cearensis Urb., T. chamaedrifolia Cambess., T. diffusa Willd. ex Schult., T. melochioides A. St.-Hil. & Cambess., T. pumilea L., T. scabra Millp. e T. subulata Sm.). São fornecidas chaves para separação de gêneros e espécies, descrições e ilustrações, além de comentários taxonômicos e biogeográficos para as espécies.
2012
Rocha,Lamarck do Nascimento Galdino da Melo,José Iranildo Miranda de Camacho,Ramiro Gustavo Valera
Levantamento das espécies de Amasonia (Lamiaceae) para o Brasil
O presente trabalho consiste no levantamento das espécies de Amasonia L.f. para o Brasil, com base em observações de campo e estudo de espécimes de herbários, além de fotografias de tipos e de documentação bibliográfica. Amasonia é um gênero neotropical, com distribuição na América do Sul e Antilhas. Oito espécies são reconhecidas para o gênero (A. angustifolia, A. arborea, A. calycina, A. campestris, A. hirta, A. lasiocaulos, A. obovata e A. spruceana) ocorrendo principalmente nas regiões amazônica e centro-oeste do país. Chave para a identificação, ilustrações e dados de floração e frutificação são fornecidos.
2012
Santos,Juliana Silva dos França,Flávio Silva,Marcos José da Sales,Margareth Ferreira de
Alstroemeriaceae na Região Sul do Brasil
Alstroemeriaceae compreende ervas perenes eretas ou volúveis, rizomatosas de folhas geralmente ressupinadas. É encontrada em quase todos os tipos de hábitats, de florestas a brejos e até desertos. A família está representada na Região Sul do Brasil pelo gênero Alstroemeria L., incluindo 9 espécies: Alstroemeria albescens M.C.Assis, A. amabilis M.C.Assis, A. apertiflora Baker, A. cunha Vell., A. inodora Herb., A. isabelleana Herb., A. malmeana Kraenzl., A. psittacina Lehm., A. sellowiana Seub. ex Schenk, e pelo gênero Bomarea Mirb. incluindo apenas a espécie B. edulis (Tussac) Herb. Neste trabalho são apresentadas nova sinonimização, chaves de identificação, descrição das espécies, ilustrações e comentários.
2012
Assis,Marta Camargo de
Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Ochnaceae e Quinaceae
Ochnaceae s.s., Quiinaceae e Medusagynaceae são filogeneticamente relacionadas e por vezes consideradas como Ochnaceae s.l., sendo apenas as duas primeiras conhecidas para o Brasil. Ochnaceae s.s. ocorre nas regiões tropicais e subtropicais, enquanto Quiinaceae é exclusivamente neotropical e predominantemente amazônica. No nordeste do Brasil, estão registrados os gêneros Elvasia DC., Luxemburgia A.St.-Hil., Ouratea Aubl., Sauvagesia L. (Ochnaceae s.s.) e Lacunaria Ducke e Quiina Aubl. (Quinaceae). Na Usina São José (USJ), Ochnaceae está representada por Ouratea castaneifolia (DC.) Engl., O. crassa Tiegh., O. hexasperma (A.St.-Hil.) Baill. e Sauvagesia erecta L., e Quiinaceae por Q. florida Tul. O trabalho inclui chave de identificação, descrições, comentários gerais sobre distribuição geográfica e habitats, caracteres diagnósticos e ilustrações.
2012
Silva,Fernanda Oliveira Lourenço,Ana Raquel de Lima Pessoa,Maria do Céo Rodrigues Alves,Marccus Vinícius
Consumo e dispersão secundária de sementes de Mucuna urens (Fabaceae) em Floresta Atlântica no Sul do Brasil
No presente estudo foram avaliados o consumo, a remoção e a dispersão secundária de sementes de Mucuna urens (Fabaceae - Faboideae) em um fragmento de Floresta Atlântica, no Parque Municipal da Lagoa do Peri, Florianópolis, SC. O padrão biométrico e o consumo por invertebrados foram avaliados em 100 sementes. A remoção e a dispersão secundária foram avaliadas em 120 e 25 sementes, respectivamente. A média do comprimento, largura e massa das sementes foi de 2,87±0,19 cm, 2,83±0,23 cm e 5,04±1,60 g, respectivamente, e 41% estavam consumidas por besouros Curculionidae, Scolytinae. Não houve relação do comprimento e da largura das sementes consumidas e não consumidas, sendo a massa das consumidas significativamente menor do que as não consumidas, devido aos escolitíneos se alimentarem do cotilédone. As cutias (Dasyprocta azarae) removeram 74,16% (n = 89) das sementes. Esse roedor dispersou 48% e enterrou 36% das sementes, a uma distância média de 8,06 m (± 7,46 m), variando de 1,00 a 35,90 m. A dispersão secundária e o estocamento das sementes de M. urens por cutias diminui a probabilidade de predação por outros vertebrados e invertebrados e aumenta as chances de ocorrer a germinação em sítios favoráveis, ajudando na propagação da espécie.
2012
Zimmermann,Thalita Gabriella Begnini,Romualdo Morelatto Castellani,Tânia Tarabini Lopes,Benedito Cortês Reis,Ademir
New records in Schizachyrium (Poaceae - Andropogoneae) for Rio Grande do Sul and for Brazil
The genus Schizachyrium Nees includes ca. 60 species, 15 of them previously cited for Brazil. Schizachyrium bimucronatum Roseng., B.R. Arrill. & Izag. is a new record for Brazil and S. lactiflorum (Hack.) Herter, for the State of Rio Grande do Sul. Morphological data to aid in the identification of the two species, including short descriptions and illustrations, as well as data on their geographical distribution and habitat, are provided.
2012
Welker,Cassiano Aimberê Dorneles Longhi-Wagner,Hilda Maria
Novos registros de samambaias para a Amazônia Brasileira
Novos registros de ocorrência de samambaias são apresentados: dois para o Brasil, dois para a Amazônia Brasileira e 19 para o estado do Pará.
2012
Góes-Neto,Luiz Armando de Araújo Pietrobom,Marcio Roberto
Kielmeyera aureovinosa (Calophyllaceae): a new species from the Atlantic Rainforest in highlands of Rio de Janeiro state
Kielmeyera aureovinosa M. Gomes is a tree of the Atlantic Rainforest, endemic to the highlands of Rio de Janeiro state, occurring in riverine forest. The new species is distinguished in the genus by having a wine colored stem with metallic luster, peeling, with golden bands: it differs from other species of Kielmeyera section Callodendron by having leaves with sparse resinous corpuscles and flowers with ciliate margined sepals and petals. This paper provides a description of the species, illustrations and digital images; morphological and palynological features of Kielmeyera section Callodendron species are discussed and compared.
2012
Gomes,Mario
Sobrevivência de plântulas, características fotossintéticas e crescimento de Discocarpus pedicellatus (Phyllanthaceae)
Discocarpus pedicellatus é uma espécie arbórea endêmica da Mata Atlântica que apresenta regeneração natural por meio da formação de bancos de plântulas, ocorrendo em populações com manchas de elevada densidade de árvores adultas nas florestas semidecíduas do sul da Bahia. Foram realizados dois estudos, um no campo e outro em casa de vegetação, visando analisar a sobrevivência de plântulas e os efeitos do sombreamento nas características fotossintéticas e no crescimento de plantas jovens de D. pedicellatus. No início das avaliações no campo a densidade de plântulas foi muita elevada, em torno de 700 plântulas m-2. Ao final de dois anos esses valores variavam entre 5 e 190 plântulas m-2, sendo raros os indivíduos que apresentavam folhas verdadeiras. Em casa de vegetação, os valores da taxa fotossintética líquida em saturação de radiação luminosa (Amax), da irradiância de compensação (Ic), da taxa de respiração no escuro (Rd), da taxa de crescimento relativo (TCR) e da taxa assimilatória líquida (TAL), indicam que essa espécie apresenta crescimento lento, típico de espécies que regeneram no interior de florestas com dossel fechado. Além disso, com o aumento do sombreamento observou-se uma diminuição significativa da Rd, indicando que a sobrevivência no sub-bosque está associada com baixas taxas metabólicas e de crescimento. Os resultados obtidos indicam que a estratégia de regeneração por bancos de plântulas e a capacidade de ajustar o seu metabolismo em função da radiação luminosa disponível são fatores importantes para o estabelecimento de populações de D. pedicellatus com manchas de elevada densidade populacional nas florestas semidecíduas do sul da Bahia.
2013
Mercês,Dinara de Andrade Pinheiro,Marayana Prado Oliveira Filho,Josafá Amaral de França,Solange Gomes,Fábio Pinto Fiaschi,Pedro Mielke,Marcelo Schramm
Similaridade florística entre estratos da vegetação em quatro Florestas Estacionais Deciduais na bacia do Rio São Francisco
Este estudo descreveu e comparou a similaridade florística de três estratos de quatro fragmentos de Floresta Estacional Decidual. Os fragmentos estudados estão distribuídos na Bacia do São Francisco, três em Minas Gerais e um na Bahia. A amostragem da vegetação seguiu o protocolo da Rede de Parcelas Permanentes nos biomas Cerrado e Pantanal para os estratos arbóreo, de arvoretas e juvenil. Foram contabilizadas a riqueza de espécies e famílias em cada área e estrato. A similaridade entre os estratos de cada área foi obtida por diagramas de Venn e índices de Jaccard e Czekanowski, já para a análise da similaridade entre os fragmentos, em cada estrato, foram calculados apenas os dois índices. Os quatro fragmentos e os três estratos apresentaram baixa relação florística, ou seja, baixo compartilhamento de espécies. As diferenças entre os estratos podem ser reflexo de variações ambientais ao longo do tempo, assim como da capacidade de reprodução das espécies dos estratos superiores. Já as diferenças entre as áreas devem-se à distribuição geográfica, que gera variações ambientais, as quais podem estar favorecendo a ocorrência de espécies adaptadas às condições de cada fragmento, contribuindo para uma composição florística diferenciada. Além disso, os contatos vegetacionais (ecótonos) provavelmente também contribuíram para as diferenças florísticas observadas.
2013
Gonzaga,Anne Priscila Dias Pinto,José Roberto Rodrigues Machado,Evandro Luiz Mendonça Felfili,Jeanine Maria
Icacinaceae s.l. da Mata Atlântica do Nordeste, Brasil
Icacinaceae s.l. na circunscrição atual é reconhecida como quatro famílias distintas: Cardiopteridaceae, Icacinaceae s.s., Stemonuraceae e Pennantiaceae. Cardiopteridaceae, Icacinaceae s.s. e Stemonuraceae têm representantes nas florestas tropicais da América do Sul. Na parte nordeste do Domínio da Floresta Atlântica estas famílias são representadas pelas seguintes espécies: Citronella paniculata (Mart.) R.A. Roward, Dendrobangia boliviana Rusby, Discophora guianensis Miers, Emmotum affine Miers, Leretia cordata Vell. e Pleurisanthes simpliciflora Sleumer. Tais espécies apresentam distribuição disjunta entre as Florestas Atlântica e Amazônica, exceto por Emmotum affine que é endêmica da Floresta Atlântica. Chave de identificação, ilustrações, comentários sobre a distribuição geográfica, habitats e caracteres diagnósticos das espécies são apresentados.
2013
Amorim,Bruno S. Alves-Araújo,Anderson Stefano,Rodrigo Duno de Alves,Marccus
Composição florística de angiospermas no carste do Alto São Francisco, Minas Gerais, Brasil
A ocorrência de rochas carbonáticas delimita um tipo particular de relevo, o carste, o qual, pela geomorfologia e hidrologia específicas, difere das paisagens dominantes. Na região cárstica do Alto São Francisco, conhecida como "Mata de Pains", encontram-se exemplos marcantes de relevos cársticos ocorrentes em Minas Gerais. No cárste, a cobertura vegetal é composta por mosaico fitofisionômico apresentando áreas florestadas e áreas abertas, com notável diversidade florística. O objetivo deste estudo foi realizar o levantamento das espécies de angiospermas em áreas com afloramentos de rocha carbonática na Região Cárstica do Alto São Francisco, bem como verificar a relação florística da região estudada com a flora dos domínios fitogeográficos brasileiros. Para o levantamento, no período de 2002 a 2006, foram realizadas expedições mensais para coletas de material botânico fértil concentradas em áreas relacionadas a rochas carbonáticas. O material coletado totalizou 1.512 exsicatas e foi incorporado ao acervo do herbário BHCB. Foram encontradas 456 espécies de angiospermas, distribuídas em 299 gêneros e 77 famílias. O hábito herbáceo foi o melhor representado, com 161 espécies, seguido dos hábitos arbustivo e arbóreo (111 espécies cada), escandente (73 espécies). A flora encontrada na Mata de Pains apresenta influências, em ordem de importância, dos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia, Caatinga, Pantanal e Pampa. Inventários florísticos em regiões cársticas nos diferentes domínios fitogeográficos podem, em conjunto, fornecer informações importantes no entendimento histórico da vegetação neotropical.
2013
Melo,Pablo Hendrigo Alves de Lombardi,Julio Antonio Salino,Alexandre Carvalho,Douglas Antônio de
Limitação de polinizadores e mecanismo de autoincompatibilidade de ação tardia como causas da baixa formação de frutos em duas espécies simpátricas de Inga (Fabaceae - Mimosoideae) na Amazônia Central
Foram estudados os sistemas reprodutivos de Inga edulis Mart. e Inga stipularis D.C. em uma área de floresta, localizada na Fazenda Experimental da UFAM, Manaus, AM, entre novembro/2006 a novembro/2007. Os resultados mostraram que as espécies não formam frutos a partir de autopolinizações e que o percentual de frutos provenientes de polinizações cruzadas em I. edulis (5%) e I. stipularis (21%) é superior ao da polinização natural (controle), 1% e 7%, respectivamente. As análises de tubos polínicos, provenientes de autopolinizações e de polinização cruzada revelaram que apenas uma pequena fração atinge os óvulos de I. edulis após 8 e 12 horas e os de I. stipularis 24 horas após a polinização. Além disso, encontra-se um maior percentual de tubos penetrando os óvulos de I. edulis. A chegada dos tubos nos óvulos oriundos de autopolinizações e de polinizações cruzadas é semelhante nas duas espécies. Os baixos índices de formação de frutos em I. edulis e I. stipularis provavelmente decorrem do elevado índice de geitonogamia promovido pelos polinizadores e pela autoincompatibilidade de ação tardia.
2013
Barros,Eduardo Cristo de Oliveira Webber,Antonio Carlos Machado,Isabel Cristina
A família Nymphaeaceae no estado do Ceará, Brasil
No estado do Ceará, onde predomina um clima Tropical Quente Semiárido, são observados diferentes tipos de corpos d'água. Nestes são frequentemente encontrados representantes de Nymphaeaceae. Dos seis gêneros da família apenas Nymphaea ocorre no Ceará. Foram identificadas sete espécies de Nymphaea: N. amazonum e N. lasiophylla possuem uma ampla distribuição, estando presentes desde a zona costeira ao interior do estado; N. jamesoniana, N. lingulata e N. pulchella ocorreram nas regiões semiáridas no interior do estado; N. rudgeana e N. tenerinervia apresentaram populações apenas nos ambientes litorâneos. N. lasiophylla é a espécie mais frequente. São apresentadas descrições, comentários, ilustrações e chaves de identificação dos táxons.
2013
Sousa,Danilo José Lima de Matias,Lígia Queiroz
Caracterização dos frutos, sementes e plântulas de espécies de Clusiaceae das restingas do Rio de Janeiro
No presente trabalho foi estudada a morfologia dos frutos, sementes e plântulas de cinco espécies de Clusiaceae presentes em vegetação de restinga do estado do Rio de Janeiro. Os frutos das espécies estudadas apresentam características ligadas à zoocoria (Clusia fluminensis, C. lanceolata, C. criuva e Garcinia brasiliensis) e à anemocoria (Kielmeyera membranacea). As sementes recém-coletadas apresentam altas taxas de germinação: C. fluminensis (100%), C. lanceolata (100%), C. criuva (99,2%), G. brasiliensis (90,45%) e K. membranacea (91%). A germinação fanerocotiledonar foi registrada em C. fluminensis, C. lanceolata, C. criuva e K. membranacea e criptocotiledonar em G. brasiliensis. Plântulas de espécies de Clusia são frequentemente encontradas no habitat natural, especialmente associadas a espécies de Bromeliaceae, que funcionam como plantas-berçário.
2013
Correia,Maria Célia Rodrigues Lima,Heloisa Alves de Silva,Renata Carolina P. da
Paepalanthus subgen. Xeractis (Eriocaulaceae) na porção central da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais, Brasil
Dentre as famílias botânicas que ocorrem nos campos rupestres, Eriocaulaceae destaca-se como uma das mais representativas, tanto pela grande riqueza, como pelo elevado número de endemismos. A família é composta atualmente por 10 gêneros. Paepalanthus Mart. possui ca. 400 espécies agrupadas em vários táxons infragenéricos, entre eles Paepalanthus subgen. Xeractis Koern., grupo endêmico da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais. Foi efetuado o levantamento das espécies de Paepalanthus subgen. Xeractis que ocorrem na porção central da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais, principal centro de diversidade do gênero. Foram registradas 10 espécies e duas variedades: P. argenteus (Bong.) Koern. var. argenteus, P. calvulus (Ruhland) Hensold, P. chrysolepis Silveira, P. comans Silveira, P. dianthoides Mart., P. homomallus (Bong.) Mart., P. latifolius Koern., P. mollis var. itambeensis Hensold, P. nigrescens Silveira, P. plumosus (Bong.) Koern., P. revolutus Hensold e P. superbus (Silveira) Hensold. São apresentadas chaves de identificação para os subgêneros de Paepalanthus e espécies de P. subgen. Xeractis, além de descrições e comentários sobre morfologia, distribuição geográfica, hábitat e conservação das espécies.
2013
Andrino,Caroline Oliveira Costa,Fabiane Nepomuceno
Review: computer vision applied to the inspection and quality control of fruits and vegetables
This is a review of the current existing literature concerning the inspection of fruits and vegetables with the application of computer vision, where the techniques most used to estimate various properties related to quality are analyzed. The objectives of the typical applications of such systems include the classification, quality estimation according to the internal and external characteristics, supervision of fruit processes during storage or the evaluation of experimental treatments. In general, computer vision systems do not only replace manual inspection, but can also improve their skills. In conclusion, computer vision systems are powerful tools for the automatic inspection of fruits and vegetables. In addition, the development of such systems adapted to the food industry is fundamental to achieve competitive advantages.
2013
Saldaña,Erick Siche,Raúl Luján,Mariano Quevedo,Roberto
Influencia del campo magnético estático en la turbidez de la cerveza de alta gravedad
Se aplicó el campo magnético estático a la cerveza de alta gravedad en tres etapas distintas del proceso, a partir de un diseño multifactorial D-óptimo de tres factores (intensidad de corriente, tiempo de residencia y tipo de cerveza). Se determinó la turbidez variable de respuesta por la diferencia de absorbancia por espectrofotometría a 580 nm. Se obtuvo un modelo lineal en los rangos evaluados que relaciona dicha variable con el régimen de tratamiento magnético con efecto significativo sobre la aglutinación de las partículas coloidales en suspensión lo cual favorece la clarificación. La mejor combinación de factores estuvo en el rango de 0,40-0,55 A (100-120 mT) y tiempo de residencia 10 s en la cerveza no diluida y en la diluida, sin afectación de las características sensoriales.
2013
Anaya Villalpanda,Matilde Almaguer,Hilda Cobo Fiallo,Carlos Manuel Acea Almeida e Silva,João Batista de
Propriedades termofísicas da carne branca de frango: efeito da temperatura e do conteúdo de umidade
O Estado do Paraná vem consolidando-se como o maior produtor e exportador da carne de frango no Brasil. As propriedades termofísicas, entre as quais a condutividade térmica, a difusividade térmica e a massa específica, são parâmetros importantes a ser considerados em projetos e operações que envolvam processamento térmico, como pasteurização, esterilização e cocção, e sistemas de refrigeração e congelamento. Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi investigar estas propriedades termofísicas - condutividade térmica, difusividade térmica e massa específica - da carne do peito de frango, em função da umidade e da temperatura. A condutividade térmica foi avaliada pelo método da sonda linear com geração interna de calor; a difusividade térmica baseou-se no método de Dickerson, e a massa específica foi quantificada por picnometria. As três propriedades foram bastante afetadas pelo conteúdo de umidade, com um aumento nos valores da condutividade e difusividade térmica em teores de umidade mais altos, enquanto a massa específica teve um resultado inverso, com amostras mais densas à medida que o teor de umidade era reduzido. O efeito da temperatura conduziu a um aumento nos valores da difusividade e da condutividade térmica; porém, para a massa específica, de um modo geral, promoveu seu abaixamento.
2013
Pereira,Thalles Eduardo de Jesus Ströher,Gylles Ricardo Turbiani,Franciele Rezende Barbosa Nicoleti,Joel Fernando
Rheological evaluation of Prunus mume pulp
The rheological behaviour of mume pulp at 6, 7, 8 and 9 °Brix was investigated using a rotational viscometer at temperatures ranging from 15 to 75 °C. The rheological models of Herschel-Bulkley and Ostwald-Waele (Power Law) were fitted to obtain the rheological parameters of the mume pulp. The product was described as time non-dependent and presented a viscosity of 1.9 Pa.s at 15 °C and 1.1°Pa.s at 65 and 75 °C for the 9 °Brix pulp. The pulp showed non-Newtonian behaviour and the Herschel-Bulkley model was used to describe this behaviour. The activation energy ranged from 6.6-10.6 kJ.mol-1 and the consistency index from 18.0-22.9 Pa.s n for the 9 °Brix pulp and 8.3-12.2 Pa.s n for the 8 °Brix pulp at temperatures varying from 15 to 75 °C. The models presented high correlation values for all the rheological data obtained in the present work.
2013
Quast,Ernesto Mezzomo,Lucas Quast,Leda Battestin Schmidt,Flávio Luis