Repositório RCAAP
Variedades de batatinha importadas da Irlanda do Norte
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1963
Boock,O. J. Nóbrega,Sylvio de A. Scivittaro,Adelmo
Adubação do algodoeiro: XIV - Experiências com mucuna e adubos minerais
Neste trabalho são apresentados os resultados de 10 experiências realizadas entre 1952-53 e 1954-55, para estudar o efeito, sôbre o algodoeiro, da adubação verde com mucuna preta (Stizolobium sp.) empregada sòzinha ou em conjunto com nitrogênio mineral, fósforo, potássio e suas possíveis combinações. Às experiências foram conduzidas no Planalto Paulista, em solos arenosos, derivados dos arenitos Bauru ou Botucatu. Quando se plantou a mucuna, os outros canteiros foram ocupados pelo algodoeiro, sem qualquer adubação. No ano seguinte é que todos êles foram subdivididos para a aplicação, ou não, dos adubos minerais. Quatro das experiências tiveram mais um ano de algodão, repetindo-se as adubações minerais, para verificar o efeito residual da mucuna. Em duas experiências, instaladas em áreas que ainda há poucos anos estavam cobertas de mata, nenhum dos tratamentos estudados aumentou apreciavelmente a produção do algodoeiro. Na média das demais, em solos bastante cultivados, o efeito do potássio foi pràticamente nulo e, o do fósforo, apenas sofrível. As áreas utilizadas não eram pobres de potássio e em vários casos haviam recebido fósforo nas culturas anteriores. Mesmo na ausência da mucuna, as respostas ao nitrogênio mineral não foram satisfatórias, o que se atribui à aplicação tardia de parte ou de tôda a dose. O efeito imediato da mucuna, em média das oito experiências em solos maia cultivados, correspondeu a +355 kg/ha (+37%) na ausência, baixando para +280 kg/ha na presença do nitrogênio mineral. Enquanto a presença do fósforo o tornou mais pronunciado, a do potássio praticamente não o modificou. A adubação com mucuna + fósforo, que se mostrou quase tão eficiente quanto outras mais dispendiosas, aumentou a produção de 51%. Nas quatro experiências que tiveram mais um ano de algodão, o efeito residual da mucuna correspondeu, em média, a tão somente 14% do efeito imediato.
1963
Cavaleri,Popílio Angelo Fuzzato,Milton G. Freire,E. S.
Produtividade de linhagens de feijoeiro em Campinas
Numerosas introduções de feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) já foram estudadas pela Seção de Genética do Instituto Agronômico de Campinas nestes últimos anos, procedentes das regiões fornecedoras de feijão ao Estado de São Paulo, de outros países produtores e dos centros de sua origem e de sua dispersão. Aquelas que se mostraram de potencialidade econômica foram avaliadas em ensaios comparativos de produção, os quais ascenderam a 28, no período 1958 a 1961, todos localizados em Campinas. Dêsses ensaios, 15 foram plantados no "período da sêca" e 13 no "período das águas", a fim de se terem informações sôbre a reação de mais de 160 linhagens nas condições prevalecentes nos dois períodos do ano. Em todos êles usou-se como testemunha a linhagem Mulatinho 1-208, produtiva e selecionada há alguns anos pela Seção de Genética. No período da sêca, 68 seleções chegaram a produzir, em pelo menos um ano, 25% mais do que a testemunha. Do material estudado em três anos consecutivos, apenas duas novas seleções, Rosinha 1454.9 e Prêto 147, deram, respectivamente, 36% e 32% mais do que a Mulatinho 1-208. Considerando as seleções avaliadas por dois anos nesse período, 11 chegaram a dar 25% mais do que a testemunha, sendo 9 do cultivar 'Rosinha' e duas do 'chumbinho'. No período das águas, das introduções examinadas em três anos consecutivos (1958/59 a 1960/61), 4 linhagens mostraram-se bem mais produtivas do que a testemunha, a saber: Rosinha 1454-10, Rosinha 1558, Rosinha 1277 e Prêto 147. Das seleções avaliadas por dois anos, 14 deram 25% mais do que a testemunha, c, destas, 11 eram do cultivar 'Rosinha' e 3 do 'Mulatinho'. Nesses 28 ensaios, as seleções do cultivar 'Roxinho', embora com boas qualidades culinárias, mostraram-se bem menos produtivas, não sendo recomendadas para plantio extensivo. As seleções do cultivar 'Rosinha' com maior capacidade de produção nas duas épocas do ano, Rosinha 1454-1, Rosinha 1454-4, Rosinha 1454-10, I-43-C-7, Rosinha 52, Rosinha 1459 e a seleção Prêto 147, vêm sendo avaliadas mais extensivamente em novos ensaios comparativos regionais, antes de serem preconizadas para plantio em larga escala.
1963
Pompeu,Antonio Sidney
Adubação nitrogenada para arroz em solos argilosos de várzeas
Foi estudada a adubação nitrogenada do arroz irrigado, em solo argiloso de várzea, comparando-se a aplicação da dose total de sulfato de amônio nos sulcos de plantio, eom diferentes parcelamentos dessa dose. O experimento foi conduzido em solo da série Dourada, na Estacão Experimental de Pindamonhangaba, situada no Vale do Paraíba, e constou de 14 tratamentos. Os resultados mostraram grande influência da adubação nitrogenada sôbre a altura das plantas e na produção de palha e de grãos. A aplicação, da maior parte da dose em cobertura, mostrou-se superior à de tôda a dose nos sulcos de plantio. Não se observou aumento de produção quando se elevou o número de aplicações em cobertura: uma só aplicação foi suficiente para a obtenção da maior produção.
1963
Schmidt,Nélson C. Gargantini,Hermano
Efeito da densidade de plantio sôbre a produção do café "mundo nôvo"
A fim de averiguar o comportamento da linhagem de café 'Mundo Nôvo' LCP 376 em diferentes densidades de plantio, variando o espaçamento nas linhas e o número de plantas nas covas, estabeleceu-se, em 1954, um ensaio comparativo com quatro tratamentos, cujos resultados são apresentados. As produções de café cereja indicaram diferenças significativas em favor do tratamento com uma planta por cova e no espaçamento de 4,0 x 0,5 m no primeiro, bem eomo no total dos três primeiros anos de produção, e do tratamento com duas plantas por cova e espaçamento de 4,0 x 1,0 m, apenas na produção total dos três primeiros anos. As análises das produções acumuladas dos dois primeiros anos e do total dos quatro anos, não revelaram diferenças significativas entre os tratamentos. A produção total de café cereja, em quatro anos, do tratamento testemunha (4,0 x 2,0 m, quatro plantas por cova) foi de 4 290 kg; para o plantio de 4,0 x 1,0 m, com duas plantas, de 4710 kg; para o de 4,0 x 1,0 m, com uma planta por cova, de 4480 kg. A maior produção por área nos tratamentos com espaçamentos menores na linha, durante os primeiros anos dêste ensaio, sugere qne parte de um cafèzal, a ser estabelecido com o cultivar 'Mundo Nôvo' LCP 376, poderia ser assim plantado, para melhor fazer face ao custeio da formação. A altura média das plantas foi semelhante para os tratamentos com igual número de mudas por área, isto é, nos de 4,0 x 2,0 m com quatro cafeeiros, no de 4,0 x 1,0 m com duas plantas e naquele de 4,0 x 0,5 m com um único indivíduo por cova. Quanto ao diâmetro médio do conjunto de cafeeiros por cova, os tratamentos puderam ser reunidos em dois grupos: aquêles que incluem apenas uma muda por cova, apresentam diâmetro menor e os tratamentos com maior número de mudas por cova, dando diâmetro maior da copa, a 0,5 m do solo. Assim, no plantio de linhagens selecionadas de café 'Mundo Nôvo' a uma muda por cova, poder-se-ia reduzir o espaçamento nas entrelinhas, sem impedir a penetração dos raios solares, de importância no florescimento. Não se encontraram diferenças significativas entre os tratamentos no que se refere ao rendimento e ao tamanho das sementes do tipo chato. Estudos semelhantes, com linhagens de outras variedades comerciais e abrangendo diferentes práticas culturais., seriam desejáveis para determinar a reação dessas linhagens selecionadas a diferentes disposições de plantio, segundo o espaçamento e número de plantas na cova.
1963
Scaranari,H. J. Nogueira Neto,P.
Fertilizantes fosfatados na culutura da cana-de-açúcar em terra-roxa-misturada
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1963
Alvarez,R. Segalla,A. L. Vaz de Arruda,H.
Sensibilidade da mucuna prêta ao 2,4-D
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1963
Rodriguez,Ody
Suscetibilidade da soja perene a sete herbicidas
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1963
Rodriguez,Ody
Cruzamento natural dentro da "cova" do cafeeiro
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1963
Mônaco,L. C. Carvalho,A. Antunes Filho,Hermindo
Experiências sobre a ativação da brotação das batatas-semente pelo bissulfureto de carbono
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1963
Scivittaro,Adelmo Boock,O. j.
Observações preliminares sôbre a variabilidade da niacina em linhagens de café
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1963
Carvalho,A
Fertilizantes fosfatados na cultura da cana-de-açúcar em terras de baixada do litoral
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1963
Alvarez,R. Miranda,C. A. B. de Oliveira,H. de
Poliploidia artificial em seringueira (Hevea Brasiliensis Muell.-Arg.)
Tendo em vista verificar se, com a duplicação do número de cromossômios, obter-se-iam seringueiras com vasos laticíferos de maior diâmetro que o observado em plantas normais e, conseqüentemente, de maior produção de látex, os autores, por meio de soluções de colchicina, trataram plantas recém-germinadas, assim obtendo poliplóides artificiais. No decurso dos trabalhos foi desenvolvida uma técnica especial, pela qual, de uma mesma semente de seringueira, eram obtidas duas plantas, uma normal e outra com o número duplo de cromossômios; dessa maneira, a planta normal se constitui em perfeita testemunha da planta poliplóide, podendo-se, assim, atribuir à poliploidia tôda e qualquer alteração que se venha a verificar na planta com o número duplo de cromossômios. Acreditam os autores que êsse mesmo processo poderá ser utilizado com êxito em outras plantas dicotiledôneas. Os resultados mostram que, nas plantas poliplóides, os estornas são maiores e em menor número, por unidade de superfície foliar, que nas plantas normais; observam-se também diferenças morfológicas nessas plantas, que se desenvolvem satisfatòriamente. Ainda não foram feitos estudos para a determinação do diâmetro dos vasos laticíferos. O material foi multiplicado por enxertia e está sendo incluído em experimentos a cargo da Seção de Plantas Tropicais.
1963
Mendes,Luiz O. T. Mendes,A. J. Teixeira
Variabilidade em algumas das características da bebida do café
Várias linhagens de café pertencentes aos cultivares 'Mundo Nôvo', 'Bourbon Amarelo' e 'Bourbon Vermelho', vêm sendo estudadas em ensaios comparativos de produção, nos quais há repetições a pleno sol e outras em lote sombreado com ingàzeiros. Além da produtividade, investigam-se vários outros fatôres, dentre os quais aquêles que podem afetar a bebida, Analisaram-se, neste trabalho, os dados obtidos no ensaio de Campinas e referentes à acidez total, quantidade de sólidos solúveis e qualidade da bebida. A acidez total para o 'Bourbon Amarelo' foi de 1,3, média das repetições ao sol e à sombra e, para 'Mundo Nôvo', de 1,2 para os dois lotes. Quanto à porcentagem de sólidos solúveis, verificou-se que as linhagens de 'Bourbon Amarelo' têm, em média, mais sólidos solúveis, 29,19% para as repetições ao sol e 29,49% para as da sombra, do que as do 'Mundo Nôvo' com 28,90 e 28,58%, respectivamente. As porcentagens encontradas no 'Bourbon Vermelho' aproximam-se das linhagens de 'Bourbon Amarelo'. Em relação à qualidade da bebida, as amostras examinadas não diferiram do padrão de bebida mole, com exceção das linhagens do cultivar 'Mundo Nôvo' LCP 391, ao sol, e LCP 379-19, à sombra, que se mostraram superiores à amostra dêsse padrão. As linhagens de 'Mundo Nôvo' revelaram-se melhores do que as de 'Bourbon Vermelho' neste particular. A acidez total e a porcentagem de sólidos solúveis da bebida das linhagens de 'Bourbon Vermelho' não diferiram em relação às de 'Bourbon Amarelo' e 'Mundo Nôvo'. A análise revelou ainda que o sombreamento com o ingàzeiro não exerceu nenhuma influência nesses componentes e nem na qualidade da bebida, em relação às linhagens cultivadas a pleno sol.
1963
Toledo,Odette Z. de Garruti,Ruth S. Carvalho,A. Venturini,W. R. Jorge,Joassy P. N.
Modo e época de aplicação de nitrogênio na cultura da batatinha - Parte I
De 1960 a 1962 foram conduzidas, em diferentes localidades do Estado de São Paulo, sete experiências comparando as seguintes maneiras de aplicar nitrogênio na cultura da batatinha (Solanum tuberosum L.): a) tôda a dose nos sulcos de plantio, conforme o método tradicional; b) tôda a dose em cobertura, por ocasião da amontoa; c) dois terços nos sulcos e um têrço em cobertura; d) um têrço nos sulcos e dois terços em cobertura; e) dois terços nos sulcos e um têrço em aspersões; f) dois terços em cobertura e um têrço em aspersões; g) um têrço nos sulcos, outro em cobertura e o outro em aspersões. O nitrogênio foi sempre empregado na presença de PK, na forma de uréia e na dose total de 80 kg/ha. As aspersões, em número de seis, foram repetidas durante o período de vegetação ativa. Em média das sete experiências, o nitrogênio empregado segundo o método tradicional (tratamento a) aumentou a produção de apenas 7%; nos demais casos, porém, os aumentos variaram entre 29 e 39%. O tratamento que mais se destacou foi o g, que constou de oito aplicações (duas sólidas e seis líquidas) e, por isso mesmo, talvez só seja compensador em culturas particularmente intensivas. Os outros tratamentos em que figuraram aspersões (e e f) não se mostraram mais eficientes que aquêles em que tôda ou parte da dose foi aplicada em cobertura (b, c e d). Os aumentos que êstes provocaram, de 30 a 32%, foram satisfatórios; contudo, examinando as observações efetuadas sôobre os "stands", a marcha da emergência das plantas e o aspecto da vegetação, os autores concluíram que, nesses tratamentos, o efeito médio do nitrogênio ainda foi prejudicado, parte porque se aplicou a parcela inicial nos sulcos de plantio e parte porque, em alguns casos, a cobertura foi efetuada tardiamente.
1963
Nóbrega,Sylvio de Azevedo Schmidt,Nelson C. Freire,E. S.
Um rápido teste de campo para exocorte
Procurando encontrar um teste de campo rápido e prático para identificar a presença do virus da exocorte em plantas cítricas, foram feitas sôbre-enxertias no viveiro e no pomar em plantas portadoras do virus, usando borbulhas de limoeiro cravo e de trifoliata. Em cinco meses apareceram os sintomas da exocorte nos ramos de limoeiro cravo e em 6-7 meses nos de trifoliata. Inoculando pés francos de limoeiro cravo, no viveiro, com borbulhas portadoras do virus e provocando a formação de ramos novos e vigorosos nessas plantas, os sintomas da exocorte apareceram nesses ramos quatro meses depois da inoculação. Êste último parece ser o melhor e mais rápido teste de campo para a exocorte, até agora descoberto.
1963
Moreira,S.
Nova técnica para a contagem de cromossomos em amendoim (Arachis Hypogaea L.)
Dificuldades constantemente encontradas na determinação do número de cromossomos em Arachis trouxeram a necessidade de pesquisar novos métodos. Uma técnica eficiente foi então desenvolvida no laboratório de Citologia do Instituto Agronômico de Campinas e que consta do seguinte: a) pré-tratamento das raízes com solução saturada de paradiclorobenzeno à temperatura de 16 a 20°C durame 4-8 horas ou por uma solução 0,002 mo/1 de oxiquinoleína a 16°C durante 6 a 7 horas; b) hidrólise em orcenína acética (2% de orceína em ácido acético a 70%) e ácido clorídrico na proporção de 9:1; c) coloração e esmagamento em orceína acética a 1% em ácido acético a 45%. Tanto o paradiclorobenzeno como a oxiquinoleína produzem o eteito c-mitótico sôbre os cromossomos do amendoim, aumentando o número de células em metáfase e produzindo o espalhamento e o encurtamento dos cromossomos. Isso permite contá-los com a maior facilidade. São apresentados os detalhes da técnica bem como comentários sôbre o modo de ação do paradiclorobenzeno no material em questão.
1963
Medina,Dixier M. Conagin,Cândida Helena T. M.
A seringueira (Hevea brasiliensis Muell.-arg.) na região de campinas, sua adaptação e produtividade
Realizou-se um estudo sôbre o desenvolvimento de seringueiras (Hevea brasiliensis Muell.-Arg.) e sua produção de borracha em Campinas, Estado de São Paulo, objetivando conhecer as possibilidades do cultivo e exploração dessa planta no planalto paulista. O local da experiência situa-se à latitude 22°53'5, longitude de 47°05'W, e altitude de 663 m, com pluviosidade média anual de 1.400 milímetros. São apresentados os dados de produção de seringueiras de pé franco e do cruzamento Tj-1 X Tj-16, colhidos durante 7 anos consecutivos de sangria, os quais indicam ser a região ecològicamente favorável, permitindo prever a possibilidade de exploração dessa cultura, a qual poderá contribuir para o aumento da produção de borracha natural no Brasil.
1963
Cunha,João Ferreira da
Influência da posição das sementes no fruto do cacaueiro sôbre a germinação e desenvolvimento das mudas
Foram plantadas separadamente, para comparação, amostras de sementes oriundas da ponta, do centro e da base de frutos de cacaueiro. Não foram notadas diferenças, quer na germinação das sementes, quer no desenvolvimento das mudas, em duas variedades estudadas.
1963
Cardoso,Mário