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Compêndio de edições

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2022-12-06T15:50:03Z

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NERA, Revista

Expediente

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2022-12-06T15:50:03Z

Creators

NERA, Revista

“TERRITORIOS INSURGENTES” APORTES CONCEPTUALES EN TORNO A LA DIMENSIÓN TERRITORIAL DE LOS MOVIMIENTOS SOCIALES DE AMÉRICA LATINA / “Insurgent Territories” The Social Movements territorial dimension in Latin America / “Territorios Insurgentes” Debates sobre a dimensão territorial dos Movimentos Sociais da América Latina

Resumo: En este artículo de carácter teórico-conceptual damos cuenta de la dimensión territorial de los movimientos sociales de América Latina, profundizando en definiciones acerca del territorio y la territorialidad específica que asumen los movimientos sociales urbanos y rurales de la región, con el objetivo de aportar tanto a los debates académicos como al propio devenir de estos movimientos sociales que disputan sus territorios frente a diversos actores hegemónicos como mega empresas y el Estado Nación en sus diferentes niveles (local, regional y nacional). Para ello proponemos la denominación de “territorios insurgentes” para dar cuenta de aquellos procesos de territorialización de diversos movimientos sociales que logran hegemonizar, aunque sea en forma transitoria, esos espacios en disputa, creando alternativas sociales ancladas en estos territorios a través de formas de autogobierno, de autogestión y agroecología, de educación popular, de salud y justicia comunitarias, de artes y culturas alternativas y con perspectivas de género antipatriarcales. Como citar este artigo:WAHREN, Juan. “Territorios Insurgentes”. Aportes conceptuales en torno a la dimensión territorial de los Movimientos Sociales de América Latina. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 15-35, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

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Wahren, Juan

POLÍTICA CONTENCIOSA TERRITORIAL E DESENVOLVIMENTO SOCIOTERRITORIAL: INTERAÇÕES E CONVERGÊNCIAS DESDE A AGROECOLOGIA / Contentious politics and socio-territorial development: interactions and convergences from agroecology / Política contenciosa territorial y desarrollo territorial: interacciones y convergencias desde la agroecología

Resumo: Neste artigo apresentamos o Desenvolvimento Socioterritorial (DS) como uma categoria de análise capaz de compreender as interações entre alguns processos que comumente são analisados em separado como a luta pela terra, na terra, os movimentos socioterritoriais e a transição agroecológica. Debatemos como o desenvolvimento socioterritorial apresenta-se enquanto uma ferramenta de análise comprometida com a leitura das transformações territoriais que resultam da convergência entre os princípios da agroecologia com os da luta política dos movimentos socioterritoriais. Discutimos o caráter subversivo da agroecologia, enquanto exemplo de Política Contenciosa Territorial (PCT), construída a partir de experiências agroecológicas camponesas. Advogamos que a agroecologia é um dos únicos sistemas produtivos que interpretado sobre a perspectiva teórica de Polanyi, oferece possibilidades de promover a “(re)embeddedness” (reincrustação) da “(dis)embeddedness” (desincrustação) da sociedade, pois permite desfazer ajustes espaço-temporais hegemônicos, impostos pela lógica do agronegócio e do regime alimentar corporativo. Como citar este artigo:SILVA, Anderson Antonio; SOBREIRO FILHO, José. Política Contenciosa Territorial e Desenvolvimento Socioterritorial: interações e convergências desde a agroecologia. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 36-60, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

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Silva, Anderson Antonio da Sobreiro Filho, José

A EXPERIÊNCIA DOS MOVIMENTOS SOCIOTERRITORIAIS NA AMÉRICA LATINA: RELATOS DE UM ESTUDO DE CASO AMPLIADO ENTRE SÃO PAULO E BUENOS AIRES / The experience of socio-territorial movements in Latin America: an expanded case study between Argentina and Brazil / La experiencia de los movimientos socio-territoriales en América Latina: visiones desde un estudio de caso ampliado entre Argentina y Brasil

Resumo:Este artigo pretende contribuir para o debate sobre movimentos sociais latino-americanos à luz do conceito de movimentos socioterritoriais (FERNANDES, 2005; PEDON, 2009). Verifica-se por meio de duas experiências distintas, uma em São Paulo e outra em Buenos Aires, a construção de novas territorialidades no cotidiano de lutas e enfrentamentos às lógicas hegemônicas de gestão dos espaços. O território é compreendido como espaço de conflito e construção de significados a partir das contradições entre as perspectivas dos movimentos sociais ali inseridos e os interesses dos segmentos hegemônicos. A legitimidade das lutas destes movimentos sociais está no rompimento com processos de opressão e expropriação, nos vínculos territoriais e comunitários, na formação identitária, política e crítica de suas bases, e no fortalecimento de seus processos comunicacionais, o que produz um conhecimento próprio que traz à tona a discussão de uma potência política dos territórios. Como citar este artigo:SILVA, Fabiana Félix do Amaral e; MACIEL, Lidiane Maria. A experiência dos movimentos socioterritoriais na América Latina: relatos de um estudo de caso ampliado entre São Paulo e Buenos Aires. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 61-86, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

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Amaral e Silva, Fabian Felix do Maciel, Lidiane M.

POR UMA LEITURA GEOGRÁFICA DOS TERRITÓRIOS DA MORTE, DO MEDO E DE RESISTÊNCIA LGBTQIAP+ NO BRASIL / For a geographical reading of the territories of death, fear and resistance LGBTQIAP+ in Brazil / Por una lectura geográfica de los territorios de muerte, miedo y resistencia LGBTQIAP+ en Brasil

Resumo:O objetivo deste artigo é evidenciar a existência dos Territórios da Morte, do Medo e de Resistência LGBTQIAP+ a partir da coleta, leitura e análise de dados que percorrem desde a violação dos Direitos Humanos até a construção de lutas, manifestações e reivindicações no Espaço Urbano. Os Territórios da Morte foram representados a partir da materialização dos crimes de ódio contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transgêneros e outras orientações e identidades a partir dos dados disponibilizados pelo Grupo Gay da Bahia entre os anos de 2000 a 2019. Os Territórios do Medo foram representados a partir dos processos de violação em curso contra os corpos LGBTQIAP+ a partir dos dados disponibilizados pelo Ministério da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos. Por fim, os Territórios de Resistência foram representados pelo número de paradas e ações congêneres construídas em diferentes municípios entre os anos de 2006 a 2019. A violência direcionada a esses corpos é motivada por alguns discursos que se sustentam, sobretudo, a partir da religião e por algumas personalidades públicas que alimentam e engajam esse tipo de aversão e ódio. O mapa “Território da Morte, do Medo e de Resistência LGBTQIAP+” evidencia o que temos de pior e de mais atroz. São corpos considerados “anormais”, “doentes” ou que se encontram em “pecado”, dessa forma, necessitam ou da “cura” que transformará esse corpo “desviante” em um corpo “normal”, ou da violência que punirá e eliminará os símbolos e códigos que determinados corpos carregam no contexto do espaço urbano. Para alcançar o objetivo proposto, serão utilizados os seguintes procedimentos metodológicos: coleta e tratamento de dados, análise comparativa dos dados estatísticos organizados em mapas e gráficos, levantamento, leitura da bibliografia e produção cartográfica. Como citar este artigo: SOUZA, Wilians Ventura Ferreira; FELICIANO, Carlos Alberto. Por uma leitura geográfica dos territórios da morte, do medo e de resistência LGTBQIAP+ no Brasil. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 87-111, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

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Ferreira Souza, Wilians Ventura Feliciano, Carlos Alberto

A FEIRA COMO MERCADO CAMPONÊS EM MATO GROSSO DO SUL: AS RESISTÊNCIAS PRODUTIVAS NO CONTEXTO DA LUTA PELA PERMANÊNCIA NA TERRA EM RIO BRILHANTE / The fair as a peasant market in Mato Grosso do Sul: productive resistances in the context of the struggle to stay on land in Rio Brilhante / La feria como mercado campesino en Mato Grosso do Sul: las resistencias productivas en el contexto de la lucha por permanecer en tierra en Rio Brilhante

Resumo:O campesinato brasileiro necessita-se de formas de reprodução para sua sobrevivência e logo permanências nos lotes dos assentamentos rurais que estão territorializados. Assim, o trabalho familiar torna-se um elemento importante para a sua manutenção, diante do avanço do capitalismo no campo. A produção no território camponês tem por finalidade a sua subsistência e depois a comercialização dos seus produtos, em que as feiras são um dos principais instrumentos de realização do mercado camponês. Assim, o intuito deste trabalho é presentar a relação dos assentados do PA São Judas, PA Margarida Alves e PA Silvio Rodrigues em Rio Brilhante, com as feiras neste município e em Maracaju no estado do Mato Grosso do Sul. Estas feiras tornaram importantes, pois agregam valor a renda final dos camponeses que produzem e comercializam hortaliças, tubérculos, frutas etc. buscando através deste mercado a melhoria na qualidade de vida e permanência no território conquistado por meio da luta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Como citar este artigo:BUSCIOLI, Lara Dalperio. O mercado camponês em Mato Grosso do Sul: as resistências produtivas no contexto da luta pela permanência na terra em Rio Brilhante. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 112-137, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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Dalperio Buscioli, Lara

MOVIMENTOS SOCIOTERRITORIAIS: RELAÇÕES DE PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA DE JOVENS DO ASSENTAMENTO ROSELI NUNES, MT / Socioterritorial movements: relations of agroecological production of young people from the Roseli Nunes / MT Settlement / Movimientos socioterritoriales: relación de producción agroecológica de jóvenes del asentamiento Roseli Nunes/MT

Resumo:O presente trabalho apresenta uma reflexão acerca da atuação da juventude camponesa do Assentamento Roseli Nunes Mirassol D’Oeste, MT, que atua em grupo de produção agroecológica. O objetivo foi analisar como se articula a juventude camponesa para permanecer no campo, através de uma parcela da juventude do assentamento valendo-se da renda oriunda da produção agroecológica. Assim buscou-se compreender os trabalhos com agroecologia a partir das formações e reflexões da juventude camponesa nos diferentes espaços do assentamento. O desenvolvimento da metodologia ocorreu por meio de pesquisas campo. Esses grupos de jovens trabalham na perspectiva agroecológica, com autonomia necessária para se organizarem em seus territórios no cotidiano, acompanhando e melhorando todas as etapas, desde o plantio até a comercialização do que os assentados conseguem produzir. Como citar este artigo:RIBEIRO, Cristiane Gonçalves; DA SILVA, Renata Maria. Movimentos socioterritoriais: relações de produção agroecológica de jovens no assentamento Roseli Nunes, MT. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 138-161, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

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Ribeiro, Cristiane Gonçalves Silva, Renata Maria da

RESISTÊNCIA CAMPONESA: A CONQUISTA DA TERRA NO ASSENTAMENTO LIBERDADE CAMPONESA NO MUNICÍPIO DE CORGUINHO - MS / Peasant resistance: the conquest of land in the Liberdade Camponesa settlement in the municipality of Corguinho - MS / Resistencia campesina: la conquista de tierras en el asentamiento Liberdade Camponesa en el municipio de Corguinho - MS

Resumo: O trabalho apresentado teve como principal objetivo discutir a constituição do Projeto de Assentamento Liberdade Camponesa, localizado no município de Corguinho, estado de Mato Grosso do Sul. O assentamento tem sua origem ligada a emergência do Movimento Camponês de Luta pela Reforma Agrária (MCLRA), que se constitui de uma dissidência do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do estado, sendo, nesta perspectiva considerado com um movimento socioterritorial isolado. A metodologia utilizada no trabalho envolveu a pesquisa bibliográfica que forneceu o embasamento teórico-metodológico da problemática; informações secundárias foram obtidas junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e Prefeitura Municipal de Corguinho; fizemos também trabalho empírico no P. A. Liberdade Camponesa, coletando depoimentos sobre a história do assentamento junto às lideranças, que foram entrevistadas em diferentes ocasiões e forneceram materiais, como as Atas das assembleias e nos permitiu copiar os documentos de constituição da Associação Liberdade Camponesa, além de termos entrevistado diversos camponeses e camponesas e visitado seus lotes. Participamos, outrossim, de diversas reuniões da Associação e do MCLRA no assentamento. A análise desenvolvida é, portanto, resultado da articulação entre teoria e prática, ou seja, de uma práxis construída ao longo da trajetória de pesquisa. Como citar este artigo:OLIVEIRA, Roberto Carlos de; BERNARDELLI, Mara Lúcia Falconi da Hora. Resistência camponesa: a conquista da terra no assentamento Liberdade Camponesa no município de Corguinho- MS. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 162-186, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

Creators

Oliveira, Roberto Carlos de Bernardelli, Mara Lúcia Falconi da Hora

AS TRAJETÓRIAS DE LUTA PELA TERRA NO ASSENTAMENTO TEIJIN DO MUNICÍPIO DE NOVA ANDRADINA/MS / The trajectories of land struggle in the Teijin settlement of Nova Andradina/MS / Las trayectorias de la lucha por la tierra en el asentamiento Teijin de Nova Andradina/MS

Resumo:Esta pesquisa busca apresentar as trajetórias de luta de assentados no Projeto de Assentamento (PA) Teijin, do município de Nova Andradina/MS. Além das trajetórias de luta pela permanência na terra pelos assentados, desde os acampamentos até o assentamento em seus lotes, buscamos amparar nossas discussões em torno das relações sociais nas distintas formas de lutas dos assentados. Utilizamos como método de pesquisa, a história oral, com o objetivo de descrever a trajetória de luta dos assentados, mediante entrevista semiestruturada aplicada aos participantes da pesquisa e analisadas através das transcrições das entrevistas e análise de conteúdo, em especial as lutas vividas pelos assentados na conquista e permanência em seus lotes. Entre os resultados encontrados na pesquisa, destacamos as dificuldades de infraestrutura dos lotes, às migrações de acampamentos para a conquista de terra, lutas judiciais com os proprietários de terras, e a capacidade de produzir em meio à conflitualidades do mercado e a carência de organizações coletivas ativas no assentamento. Como citar este artigo:MOREIRA, Fabiano Greter. As trajetórias de luta pela terra no assentamento Teijin do município de Nova Andradina/MS. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 187-209, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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Creators

Moreira, Fabiano Greter

COM AS BANDEIRAS NA RUA NINGUÉM PODE NOS CALAR: MEMÓRIAS DO 15 DE MAIO DE 2019 NA ILHA REBELDE DO MARANHÃO / With flags in the street no one can silence us: Memories of May 15th, 2019 on the Rebel Island of Maranhão / Con las banderas en la calle, nadie nos puede callar: Memórias del 15 de mayo de 2019 en Ilha Rebelde do Maranhão

Resumo:A história e experiências das lutas sociais podem ser reveladas pela fotografia. O registro de um momento se eterniza, mantêm vivo o filme. Nessas memórias fotográficas resgatamos as manifestações de 15 de Maio de 2019 no nosso cenário, a Ilha Rebelde do Maranhão. A primeira parte do texto consiste em explicar esse epíteto de São Luís. Seguidamente, apresentamos algumas imagens e descrições que ajudam mostrar as dimensões do 15M. Ao final, registra-se a importância desse tipo de manifestação diante do quadro em que se encontra o Brasil. Como citar esta memória fotográfica:SODRÉ, Ronaldo. Notas/Memórias Fotográficas: Com as bandeiras na rua ninguém pode nos calar. Memórias do 15 de maio de 2019 na Ilha Rebelde do Maranhão. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 210-218, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

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Barros Sodré, Ronaldo

“EN TIEMPOS DE PANDEMIA” ACCIONES POR LA VIDA Y POR LA PAZ EN TERRITORIOS COLOMBIANOS / "Em tempos de pandêmica" ações pela vida e pela paz nos territórios colombianos / In times of pandemic" actions for life and for peace in Colombian territories

Resumo:A Colômbia é um espaço constante de disputa territorial em que um modelo econômico neoliberal é imposto por quem está no poder há décadas, importou muitas políticas externas para um país multicultural e exportou muitas riquezas em um país megadiverso, nos últimos anos. O processo da paz contribuiu para poder vislumbrar os problemas político-econômicos do país, somado a isso o contexto de dois anos de pandemia trouxe à tona os problemas de desigualdade, precarização do trabalho, saúde, educação; os movimentos socioterritoriais fizeram muitas ações em matéria de direitos, hoje essas ações são mais intensas em todos os níveis territoriais. Como citar esta memória fotográfica:PACHON, Luis Fabian Camelo. “En tiempos de pandemia” acciones por la vida y por la paz en territorios colombianos. Revista NERA v. 24, n. 61, p. 219-227, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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2022-12-06T15:50:03Z

Creators

Camelo, Luis Fabian Pachón

Sumário

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2022-12-06T15:50:03Z

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NERA, Revista

MOVIMENTOS SOCIOTERRITORIAIS E SOCIOESPACIAIS NA AMERICA LATINA: EDITORIAL DOSSIÊ I ENCONTRO LATINOAMERICANO DE MOVIMENTOS SOCIOESPACIAIS E SOCIOTERRITORIAIS (I ELAMSS) / The Socioterritorial and socioespatial movements of Latin America: Dossier Editorial 1st Latin American Meeting of Sociospatial Movements and Socioterritorial Movements (I ELAMSS) / Movimientos socioespaciales y socioterritoriales de América Latina: Editorial Dossier I Encuentro Latinoamericano de Movimientos Socioespaciales y Movimientos Socioterritoriales (I ELAMSS)

Resumo:O segundo número deste dossiê contém o conjunto de textos resultantes tanto trabalhos apresentados durante I Encontro Latino-americano de Movimentos Socioespaciais e Movimentos Socioterritoriais (I ELAMSS) como dos trabalhos que posteriormente atenderam a chamada para dar continuidade ao debate em torno da leitura geográfica dos movimentos sociais. Além de conter alguns dos trabalhos apresentados no evento e os aprovados no processo seletivo do edital da Revista NERA, incluímos memórias fotográficas que abordam, desde outra linguagem, os processos de luta e resistência de movimentos socioterritoriais e socioespaciais em alguns países da América Latina e Caribe. Assim como a primeira parte do dossiê, esta publicação possibilita ao leitor conhecer temas centrais que emergiram dos debates que foram desenvolvidos no I ELAMSS e os trabalhos de pesquisadoras e pesquisadores que desde o Brasil e outros países latino-americanos e do Caribe, ressaltam uma leitura riquíssima, das formas territoriais que os processos de luta e resistência tomam num contexto de profunda repressão. Neste contexto se destacam a luta pela terra, a produção agroecológica e a luta da comunidade LGBTIQIAP+, abordados pelas autoras e autores desde a teoria geográfica. Como citar este artigo:PERTUZ, Marcia Arteaga; DE BRITO WANDERLEY, Lucas.  Movimentos Socioespaciais e Movimentos Socioterritoriais da América Latina: Editorial Dossiê I Encontro Latino-americano de Movimentos Socioespaciais e Movimentos Socioterritoriais. Revista NERA, v. 24, n. 61, p. 08-14, Dossiê I ELAMSS, 2021.

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Arteaga Pertuz, Marcia Wanderley, Lucas de Brito

Folha de rosto

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NERA, Revista

Folha de rosto

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NERA, Revista

Expediente

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NERA, Revista

Capa

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NERA, Revista

RESISTÊNCIAS TERRITORIAIS CAMPONESAS NO BRASIL / Peasant territorial resistances in Brazil / Resistencias territoriales campesinas en Brasil

Resumo:O artigo aborda a construção de resistências territoriais camponesas no Brasil, assim como as suas potencialidades. As resistências territoriais camponesas são ações pautadas nos territórios, nas temporalidades e territorialidades camponesas. São ações, lutas, agendas, práticas, movimentos, técnicas e tecnologias socioterritoriais que visam garantir maior autonomia ao campesinato na produção de alimentos, desvinculando-o parcial ou totalmente das amarras do capital. Entender as dimensões, as escalas e as caraterísticas das resistências territoriais camponesas no Brasil, sobretudo aquelas gestadas no âmbito dos movimentos socioterritoriais, em um contexto agrário que cada vez mais expropria, marginaliza e subordina o campesinato, é a contribuição deste trabalho para a geográfica agrária e áreas afins.Como citar este artigo:ORIGUÉLA, Camila Ferracini; PEREIRA, Lorena Izá. Resistências territoriais camponesas no Brasil. Revista NERA, v. 25, n. 62, p. 08-21, jan.-abr., 2022.

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2022-12-06T15:50:03Z

Creators

Origuéla, Camila Ferracini Izá Pereira, Lorena

Sumário

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NERA, Revista