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A imigração portuguesa para São Paulo: trajetória e perspectivas

<p>As recentes proj eções sobre os fenômenos migratórios vislumbram o estabelecimento de uma nova ordem demográfica. Não se pode prever todo o seu desencadeamento e amplitude, mas projetam-se vetares de deslocamentos e pólos de atração . Fronteiras foram abertas para a livre circulação de mercadorias, capitais, informações e não podem ser fechadas para as pessoas.</p> <p>A América, em particular o Brasil, que foi pólo de atração de eimigrantes , chega ao novo milênio em outra posição . Como tudo que desempenha a função de revelação dos conflitos e crises por que passam certas áreas, as migrações internacionais também criam oportunidades de reavivar as questões em torno do tema e recuperar sua traj etória na história.</p>

Associativismo português no Rio de Janeiro, 1903-1909

<p>Este trabalho visa fornecer informações sobre associações portuguesas existentes no Rio de Janeiro entre 1903 e 1909, com base nos registres feitos nesses anos por associações civis junto ao 1 º Ofício de Registro de Títulos e Documentos. Trata-se de um recorte , tanto em termos de obj eto quanto de período, de uma pesquisa maior acerca de sociedades civis existentes no Distrito Federal entre 1903 e 1923. O ano de 1903 é o da criação do 1 º Ofício e o ano de 1909 foi determinado pelo estágio de cole ta de dados em que se encontra a pesquisa maior.</p> <p>Dado que na vigorosa vida associativa da época é marcante a existência de associações portuguesas de variados tipos, lidar com esse grupo de entidades foi interessante como ensaio de análise para a tarefa maior. Além disso , creio que é uma boa forma de obter indicações sobre a vida daquela que no início do séc . XX era a maior colônia portuguesa no Brasil e que hoje, se muito diminuída em número, continua presente nas associações - hospitais, entidades culturais e casas regionais - que legou a seus descendentes e à própria sociedade carioca.</p>

Imigração Portuguesa [planejada] para o Sul do Brasil. A Colônia de Nova Ericeira.

<p>Porto Belo localiza-se na costa atlântica sul-brasileira, pertence ao Estado de Santa Catarina. Apresenta uma área de 95 km2 . e uma população de 11.141 pessoas, de origem portuguesa, em sua maioria; no verão chega a ter de 60.000 a 1 00.000 pessoas 1 .</p> <p>O território de Porto Belo já foi vastíssimo. Hoje (2006) é um dos menores municípios do Estado de Santa Catarina.</p> <p>Porto Belo possui variadas e belas praias de areia branca, é um verdadeiro paraíso.</p>

Em torno da herança cultural de duas nações: a emigração portuguesa para o Brasil

<p>A emigração portuguesa para o Brasil na época contemporânea, mais concretamente nos séculos XIX e XX, embora objecto de numerosos trabalhos científicos, constitui um tema em aberto, a obrigar ainda, por vários anos, a uma longa pesquisa que, para ser coroada de êxito, necessita de ser levada a efeito por uma vasta equipa de investigadores, de forma a obterem-se resultados que ultrapassem os meros contributos parciais até agora alcançados e o carácter impressionista de alguns estudos que, embora meritórios, a partir de universos reduzidos procuram extrapolar os resultados a que chegaram para toda a emigração portuguesa.</p>

A pobreza urbana e a ação assistencial da Misericórdia do Porto (1517-1518)

<p>Com este trabalho pretendemos dar a conhecer alguns segmentos da pobreza e os meios de assistência em Portugal, no início do século XVI. Na Idade Média, os pobres, os desqualificados voluntários e involuntários eram encaminhados para instituições de caridade, de fundação familiar, régia, profissional ou religiosa. As misericórdias surgiram a partir de finais do século XV com o objetivo de dar uma certa coesão a algumas destas instituições dispersas e de reunir e administrar o seu património para dar uma resposta mais eficaz no âmbito da assistência.<br />A Misericórdia da cidade do Porto apresentava uma estrutura orgânica, comum a tantas outras. O provedor, o escrivão e outros oficiais serviam a instituição durante um ano administrativo, no apoio aos pobres urbanos, aos peregrinos em trânsito pela cidade a caminho de Santiago de Compostela, aos clérigos empobrecidos, aos encarcerados nas prisões da cidade e às viúvas pobres e abandonadas.</p>

A ‘revolução’ silenciosa na administração da Santa Casa da Misericórdia do Porto – o papel do provedor Lopes Branco

<p>A chegada de António Roberto de Oliveira Lopes Branco ao mais alto cargo da gestão da Santa Casa da Misericórdia do Porto, bem como a circunstância de aí ter permanecido por sete mandatos seguidos, entre 1854 e 1861, acrescido do facto de a partir de inícios de 1860 ele se ter ausentado da cidade do Porto, em virtude de, entretanto, ter sido eleito deputado da Câmara Baixa, cedo nos fez questionar sobre qual a verdadeira razão para este homem – um parlamentar, ex-ministro e maçom, ainda por cima originário da capital – ter ascendido e permanecido tanto tempo à frente desta instituição local que, já então, se destacava pela sua riqueza e importância social.<br />Ao escolhê-lo, a maioria letrada sabia com o que podia contar, pois tratava-se de um homem bem preparado para a gestão financeira de uma instituição com um orçamento significativo e cada vez mais relevante em virtude do crescente volume de doações, preocupado com o equilíbrio das contas, mas também, como se haveria de verificar, com o reforço dos mecanismos fiscalizadores das despesas e das receitas da Santa Casa e com a racionalização de recursos financeiros.</p>

O provedor Júlio Lourenço Pinto – anatomia de um pensamento cientificista em prol da educação feminina

<p>Este artigo pretende abordar a figura de Júlio Lourenço Pinto, provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto durante o mandato 1890-1891, que foi um reputado teórico da estética naturalista e adepto das teorias cientificistas, as quais nortearam todo o seu pensamento e ação, inclusivamente no governo da Misericórdia do Porto, como comprova o relatório de gerência que elaborou e no qual apresenta – à semelhança do que acontece na sua produção ficcional – numerosas reflexões sobre a educação e o trabalho, nomeadamente no universo feminino, premissas que acreditava serem fundamentais ao bem-estar da coletividade, devido à sua ação dissuasora de patologias morais e psíquicas que contaminavam a sociedade moderna.</p>

MENEZES, Lená Medeiros de; MATOS, Maria Izilda Santos de, 2017 – "Gênero e imigração: mulheres portuguesas em foco (Rio de Janeiro e São Paulo – XIX e XX)"

<p>A produção deste livro não surpreende, dir-se-ia até que surge com naturalidade no percurso de duas historiadoras brasileiras com longa investigação em estudos migratórios e de género – uma com carreira académica no Rio de Janeiro e outra em São Paulo, locais de observação do tema em análise.</p> <p>Com efeito, Lená Medeiros de Meneses (Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ), depois do seu doutoramento que deu origem ao livro Os Indesejáveis: Desclassificados da Modernidade. Protesto, crime e expulsão na Capital Federal (1890-1930), publicado em 1996, que analisou os imigrantes da grande cidade sob a perspetiva político-social, não mais abandonou este enfoque, a que viria a aliar o da nova história cultural, coordenando ou integrando linhas de pesquisa e projetos marcantes, como Estudos de E(I)migração e estrangeiros; História das Relações Internacionais; Imigração e Estudos de Gênero; Imigração Europeia no Brasil; e, mais recentemente, Imigração Portuguesa e comércio varejista no Rio de Janeiro em uma perspetiva de género (1945-2010), que lhe permitiram elaborar numerosos e inovadores trabalhos sobre a imigração lusa, mas também espanhola, italiana e francesa, num escopo temporal lato, do final do século XIX até ao tempo presente.</p>

Mudança, Contexto e Liderança na política externa dos EUA de Bush a Obama

<p>Este artigo desenvolve uma análise sobre a dialética continuidade e mudança em política externa e a sua consequente relação com o dinamismo da política internacional. Parte da problemática da agência e da estrutura nas relações internacionais e procura explicitar alguns dos fatores que contribuíram para a mudança da política externa dos EUA durante as presidências de George W. Bush e Barack Obama. Neste quadro, traça uma análise comparativa das lideranças de Bush e Obama e avalia a sofisticação das suas visões e estratégias. O principal argumento é que não é possível compreender a política externa dos Estados sem incorporar os seus aspetos dinâmicos, quer ao nível dos contextos e estruturas, quer dos estilos de liderança, nomeadamente das capacidades de adaptação dos decisores face às constantes e imprevisíveis crises na política internacional.</p>

Nas trilhas de Lebrão: laços familiares e cadeias migratórias

<p>No contexto dos processos migratórios e, em particular, da emigração portuguesa para o Brasil, os laços familiares mostram-se importante fator para os deslocamentos. Na verdadeir diáspora portuguesa dos séculos XIX e XX, muitas famílias assistiram seus filhos partirem, em fluxos que desafiaram o tempo. Esse processo possibilitou a formação de elos entre o “lá” e o “cá”, estabelecendo vínculos entre os locais de partida e de chegada. Utilizando o conceito de “cadeia migratória”, este artigo destaca a família Lebrão como objeto de estudo, mapeando os elos que ligaram a aldeia de Sopo – no Minho – a bairros do Rio de Janeiro. Para tanto, analisa as trajetórias de Manuel José Lebrão, que emigrou em finais dos oitocentos, e Alberto Lebrão Cancela, que, cerca de um século depois, seguiu caminhos abertos não só por seu tio famoso, como por outros tios e primos, responsáveis pela transmissão da imagem do Brasil como terra de oportunidades.</p>

O turismo e a projeção da vida nacional por António Ferro: o papel dos concursos

<p>O presente artigo centra-se na relação entre o turismo e o demótico no Estado Novo, isto é, o turismo enquanto cenário propício à divulgação da designada “cultura popular nacional”, investigando-se um leque de iniciativas que propunham recuperar e manter vivas as “verdadeiras” tradições nacionais, via a ação do SPN/ SNI dirigido por António Ferro.</p> <p>Nas últimas décadas, tem sido significativo o desenvolvimento crescente no âmbito dos estudos culturais na historiografia portuguesa,  através de investigações que permitem o enquadramento da problemática da cultura popular no espaço mais amplo da esfera cultural, por um lado e, por outro, que explicam o papel que o turismo desempenhou na construção identitária da Nação.</p>

D. Gualdim Pais (c. 1118/20-1195)

<p>Neste artigo, apresenta-se uma leitura sobre a vida e a obra de D. Gualdim Pais, mestre da Ordem do Templo em Portugal na segunda metade do século XII. Reapreciam-se algumas das fontes que permitem traçar alguns quadros da sua vida, valorizando-se o quadro memorial da Ordem em que ele foi exaltado, e sublinha-se a singularidade do seu percurso enquanto cavaleiro cruzado e herói templário português. Apresentam-se, ainda, alguns textos documentais pouco conhecidos que elucidam a vida do mestre templário português.</p>

Emigração portuguesa contemporânea e o Estado: uma Nação dispersa, um Estado longínquo

<p>Portugal é um país de emigração que, afinal, nunca deixou de ser mesmo quando se tornou um país de imigração. Este artigo mostra que, às diferentes vagas migratórias ao longo dos últimos 30 anos para destinos tradicionais, se juntou o aparecimento de novos destinos migratórios de natureza temporária ou permanente numa dinâmica migratória assinalável. A emigração portuguesa atual está mais dispersa geograficamente e é mais diversa quanto aos perfis dos emigrantes. No que se refere à geometria sistémica das migrações portuguesas, ao longo da última década, a integração no sistema migratório europeu e a intensificação da participação, enquanto país emissor, no designado sistema migratório lusófono sublinhou a semiperiferia de Portugal no sistema migratório mundial. A análise da forma como o Estado português se procura relacionar com os portugueses não residentes no território nacional permite, no entanto, defender que a maioria das políticas de vinculação adotadas pelo Estado português assentam ainda na imagem da emigração dos anos 60 e inícios dos anos 70 não se tendo adequado a esta evolução sociológica dos emigrantes e à geopolítica dos destinos migratórios.</p>

O Estado Novo face à criação de Israel (1946-1953)

<p>Os emergentes movimentos de descolonização na Ásia, a democracia, o multilateralismo da ONU e o comunismo na Europa eram uma ameaça para o império português. Portugal procurou conter as ações descolonizadoras de Nova Deli nas suas províncias na Índia. Recorrendo a uma estratégia semelhante à Grã-Bretanha, Lisboa estava preocupada em obter algum apoio dos países muçulmanos ou, pelo menos, mantêlos neutros nesta questão. Contudo, o presidente do Conselho Oliveira Salazar criticava a atitude das políticas britânicas de dividir para governar; não fazia sentido que os britânicos recorressem ao auxílio muçulmano na Ásia, enquanto lutavam para manter as suas posições no Médio Oriente, especialmente no Canal do Suez. Apenas o peso da Santa Sé na política externa portuguesa coincidia o suficiente para, neste caso, Lisboa adotar as mesmas políticas do Vaticano. Israel, para os países católicos, ameaçava Jerusalém e os Lugares Santos e, como tal, não podia ser reconhecido.</p>

Veiros, uma localidade da Mesa Mestral da Ordem de Avis, objeto de uma sentença de D. João III (1531)

<p>Neste artigo tivemos por objeto de estudo uma sentença outorgada por D. João III em 1531. O seu conteúdo versa uma questão jurisdicional em torno de Veiros. A mediação do rei era essencial no controlo das jurisdições senhoriais e concelhias, no caso concreto, num território que se encontrava sob a alçada da Ordem de Avis e do seu governador, D. Jorge. A nossa principal preocupação, para além de dar a conhecer os trâmites do processo, foi a de explicar a lógica da deliberação régia, influenciada pelo estatuto da localidade no âmbito da Ordem, pela cronologia do diferendo, altura em que as relações entre a coroa e as ordens militares se encaminhavam para um controlo total da monarquia, pela importância dos Mendonça de onde era originário o alcaide da fortaleza e pelo posicionamento geoestratégico de Veiros, o qual justifica a menção a questões militares. Este quadro de referências explica as razões pelas quais D. João III decide em favor do Mestrado e em detrimento do concelho.</p>

Cultura popular em Portugal: de Almeida Garrett a António Ferro

<p>Os fenómenos nacionalistas desde sempre revelaram a necessidade de formas de identificação coletiva. Esta (re)descoberta de uma identidade nacional pretendia apresentar a Nação como enraizada na mais remota antiguidade. Neste sentido, o culto dos costumes populares revelou-se de particular importância. Em grande parte dos Estados europeus, no período entre meados de Oitocentos e as décadas de vinte e trinta do século XX, verificou-se a mobilização do demótico através da via científica da etnografia, transformado em espelho da nacionalidade, conferindo-lhe um caráter único, singular, por um lado e, por outro, comprovando a antiguidade da Nação. Neste artigo, procurar-se-á mapear três períodos, no que concerne a esta relação entre nacionalismo e cultura popular, em Portugal, desde o século XIX, até ao Estado Novo, passando pela I República.</p>

A elite vista de dentro – uma análise à Nova Classe Dirigente de Milovan Djilas

<p>A partir do momento em que Milovan Djilas escreve A Nova Classe Dirigente, passa a ser encarado como um opositor do sistema comunista – este artigo faz a análise dessa obra, primeiramente à luz das teorias elitistas, depois escrutinando as suas palavras. A crítica do jugoslavo encontra alvo no espetro dos partidos políticos, sobretudo nos de cariz comunista. Para ele há nessa ideologia um alicerçar fundado na história do ser humano, isto no que à origem da propriedade privada e à divisão do trabalho concerne. Djilas acusa de degeneração a realidade prática do sistema comunista, tal acontece particularmente adentro da Ideologia de Partido. Com um tom irónico e sarcástico, afirma que os comunistas tendem mais a mudar o mundo para que este obedeça às suas próprias conceções, do que a interpretá-lo. A grande novidade desta obra é a crítica interna, vinda de um conhecedor da realidade praticada, que com a escrita destas palavras sofreu consequências políticas e outras.</p>

Regularidade e civilidade nas vilas e cidades luso-brasileiras: uma contribuição ao estudo dos espaços públicos

<p>Especialmente a partir da segunda metade do século XVIII, planejaram-se assentamentos urbanos para serem “comunidades-modelo”. Essas comunidades visavam a estimular novos comportamentos com o sentido de europeizar indígenas e outros moradores acostumados aos sertões. Nessas circunstâncias, o planejamento foi utilizado como instrumento de controle político-administrativo para forjar noções de autoridade, ordem, regularidade e civilidade em diversas regiões do Brasil. Os conjuntos concebidos, de uma maneira geral, promoviam centralidades, estabeleciam diretrizes de ocupação do solo, induzindo a ocorrência de alinhamentos e enquadramentos perspetivos no espaço urbano. Nessa época, nada era mais apropriado a um governante do que abraçar a causa pública. Ficou patente a noção do ordenamento global, difundida nas principais cidades e vilas coloniais. Isso nos leva a balizar e a compreender o surgimento dos Jardins Botânicos e dos Passeios Públicos na realidade brasileira, nos finais do século XVIII e nas primeiras décadas do XIX. Nessa conjuntura, os Passeios surgem como lugares modernos que representaram aspirações de um novo tempo.</p>

A visitação à Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira, de Canha, em 1565

<p>O documento que aqui apresentamos insere-se na longa lista de visitações levadas a cabo nos domínios da Ordem de Santiago, durante o século XVI. A sua divulgação permitirá conhecer melhor os comportamentos religiosos, económicos, sociais, culturais e demográficos dos habitantes desta vila, submetida ao poder da Ordem e ao poder do concelho.</p>

Filipe II de Portugal e a reforma das Ordens Militares (1615-1620)

<p>Após a incorporação dos mestrados das ordens militares no património da Coroa, facto que ocorre em 1551, no reinado de D. João III, estas instituições vão viver essencialmente das bases estatutárias saídas do capítulo geral de Tomar realizado no reinado de D. Manuel I e da marca deixada pelo longo mestrado de D. Jorge à frente das ordens de Avis e de Santiago. D. Sebastião, ao elaborar o Regimento de 1572, compreende a necessidade de reformar estas instituições, processo que será continuado nos reinados seguintes. Filipe II (1598-1621) vai protagonizar uma reforma que se tornava urgente e que justificou a presença régia nos capítulos gerais das três milícias, procurando dotá-las de instrumentos legislativos mais próximos da realidade social. As fontes apresentadas são constituídas por um conjunto de consultas dirigidas ao rei formuladas por uma junta que em 1613 foi encarregada de trabalhar na reforma da ordem de Avis; às quais se juntam os novos Estatutos de 1615 do Colégio das Ordens de Santiago e Avis integrados na Universidade de Coimbra; as preocupações saídas do Capítulo Geral da Ordem de Cristo realizado em Outubro de 1619 que preparou o de Abril do ano seguinte e dele saíram as novas Definições e Estatutos da Ordem Militar de Cristo, ratificadas apenas no reinado do seu filho Filipe III (1627).</p>