RCAAP Repository

Uma reflexão sobre valores

<p>Vivemos numa época em que se, por um lado, se verifica um declínio de certos valores tradicionais ligados à família, à religião, às grandes ideologias, continua a existir, por outro lado, uma necessidade de referências, mesmo se num quadro de vida de lógicas plurais. Face à diversidade de estilos de vida, própria das nossas sociedades contemporâneas, não se será sempre fiel ao mesmo sistema de normas e valores; pode um indivíduo, em jovem, e em determinadas circunstâncias da sua vida, do grupo a que pertence, ou numa certa conjuntura política, aderir a um conjunto de valores e, numa fase ulterior da sua vida, numa situação socioprofissional nova, em novos contextos sociais ou numa nova conjuntura política, aderir a outros valores e referências. Interessada pelo estudo destas questões, pretendemos deter-nos na investigação empreendida por Eurico Figueiredo sobre Valores e gerações: anos 80 anos 90 (2001), com o intuito de reenviar as importantes conclusões a que o autor chegou aos contextos sociais de vida das sociedades contemporâneas.</p>

Imortalidade simbólica e identificação por delegação os contributos de Robert Jay Lifton e Eurico Figueiredo

<p>“Death is not a respectable topic for psychologists... Death is not a topic amenable to laboratory research, and psychology has been addicted to laboratory research” (Lester e Templer 1993, p. 243).</p>

Nas biomédicas (ICBAS)

<p>O Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Porto nasceu em 1976, como consequência do clima social resultante da Revolução de Abril de 1974.</p>

Os fundos do Public Record Office e da British Lybrary enquanto Complemento dos Arquivos Nacionais para a História do Vinho do Porto

<p>A História do Vinho do Porto está indissociavelmente ligada ao papel que os britânicos desempenharam no relacionamento económico externo de Portugal, ao longo da sua História. Os ingleses marcaram presença entre nós pelo menos desde os tempos medievais. O Tratado de Windsor (1386) celebrado entre os representantes de D. João I e Ricardo II de Inglaterra, fez cimentar a paz e germinar uma aliança entre as duas nações que não mais se quebrou.</p>

Los archivos da la región de la Ribera del Duero. Edad moderna

<p>El objetivo de este trabajo es profundizar en el conocimiento de las fuentes históricas de esta zona castellana referentes a la evolución del vino y los viñedos durante los siglos XVI, XVII y XVIII.</p>

Gerir arquivos. Construir memórias

<p>Sem memória não seria possível conceptualizar,<a class="vbbmzvkpvnz" href="#89174106" title="Click to Continue &gt; by MacVx"> conhecer<img src="http://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png" /></a> ou armazenar informação, no entanto “Para muitos, as sociedades contemporâneas estão a provocar rupturas no campo da assunção das heranças e das expectativas como se de sociedades amnésicas – atravessadas, segundo alguns, por uma espécie de mnemotropismo – se tratasse.</p>

O inventário da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

<p>A presente comunicação reflecte o trabalho da equipa, responsável pela elaboração do Inventário designado por Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, coordenada pelo Professor Doutor Fernando de Sousa, assessorada tecnicamente pelo Arquivo Distrital do Porto, através da sua Directora – Dra. Maria João Pires de Lima e do Técnico Superior de Arquivo – Dr. Silvestre Lacerda.</p>

Os fundos documentais da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro nos arquivos do Rio de Janeiro

<p>A comunicação que apresentamos resulta da pesquisa efectuada pela equipa do projecto Inventário do Arquivo da Real Companhia Velha, coordenada pelo Professor Doutor Fernando de Sousa, na qual nos integramos, e com ela pretendemos contribuir para a investigação da história da vinha e do vinho.</p>

Por um arquivo histórico do vinho do Porto

<p>As actividades de produção, transporte, armazenamento, comércio e fiscalização dos vinhos do Douro produziram, durante séculos, uma vasta documentação. Infelizmente, para os períodos mais antigos, perderam-se espólios importantíssimos. Arderam na sua quase totalidade, no século XIX, os cartórios dos conventos cistercienses da Beira Douro que mais investiram na actividade vinhateira desde finais da Idade Média.</p>

A estrutura orgânica do arquivo da Real Companhia Velha: proposta de um quadro de classificação

<p>A presente comunicação reflecte o trabalho de uma equipa coordenada pelo Prof. Doutor Fernando de Sousa no âmbito do projecto O Inventário da Real Companhia Velha. A proposta de apresentação de um Quadro de Classificação para o Arquivo da Real Companhia Velha, resultou do estudo dos diversos Estatutos da Companhia, no período compreendido, entre a data da sua instituição, em 1756, e 1890. A recolha da legislação regulamentadora da actividade da Companhia, assim como a análise da documentação produzida e recebida, por esta instituição, ditou-nos a necessidade de elaborar um Quadro provisório, que nos ajudasse a identificar a documentação, na fase de recenseamento.</p>

O vinho do Porto na margem certa

<p>Redimensionado em 1989, o Arquivo Municipal de Vila Nova de Gaia, como espaço e serviço de Arquivo Municipal, já existia anteriormente, como o prova o projecto de construção dos actuais Paços do Concelho, que data de 1916. Ao longo dos anos funcionou com pessoal sem preparação técnica e, em virtude do inevitável crescimento documental, transformou-se num armazém de informação inerte e inacessível, onde além do mais se efectuaram eliminações casuísticas de documentação, resultando em perdas graves no Fundo Documental.</p>

O arquivo histórico A. A. F.

<p>Parte do Grupo Sogrape desde 1987, o Arquivo Histórico A. A. F. nasce em 1981 quando a administração da Casa Ferreirinha convida Maria Luísa Rosas Nicolau de Almeida de Olazabal a proceder à inventariação e organização do espólio existente, trabalhos que levou a cabo até Junho de 2000.</p>

Reencontro Peninsular: predomínio dos factores exógenos

<p>A longa história dos países europeus, não obstante a identidade assumida em comum perante o resto do mundo, desenvolveu uma linha dura, que caracteriza as relações entre os Estados fronteiriços, e que é a de se considerarem mais como inimigos íntimos do que como vizinhos.</p>

Análisis comparativo del mercado de trabajo y fiscalidad entre Portugal y Espana

<p>Antes de iniciar el estudio de las principales magnitudes del mercado de trabajo en Portugal y Espana conviene recordar las diferencias existentes en el ciclo vital de muj eres y hombres para comprender mejor la persistente elevada tasa de inactividad femenina en muchos países. Para ello el gráfico de Freyssinet reflej a el comportamiento real de la oferta de trabajo en consideración no sólo de situaciones de actividad, empleo o desempleo sino también de inactividad.</p>

A especificidade demográfica da fronteira luso-espanhola. O exemplo de Bragança e Zamora (1860-1991)

<p>Ao longo dos séculos XIX e XX é possível encontrar, no território peninsular, diferenças regionais acentuadas e tendências por vezes opostas nas várias manchas geográficas em que Portugal e Espanha se foram dividindo durante os séculos da contemporaneidade. Elas traduzem-se em ritmos distintos, ou mesmo antagónicos, face ao crescimento do número dos seus residentes e às características desses indivíduos em termos de sexo e idade. Mas, mais importante que a simples constatação dos fenómenos em causa, há que definir as causas da diferencialidade, quer no plano dos comportamentos colectivos face à vida e à morte, quer no que respeita a outros fenómenos exógenos ao estritamente demográfico, onde adquirem especial importância os graus de desenvolvimento regional e a vitalidade das sociedades locais.</p>

El iberismo en el contexto de la expansion del nacionalismo en la Península Ibérica

<p>Con estas palabras lamentaba Juan Sempere y Guarinos desde su exílio en Francia el error de Felipe II al no trasladar la capitalidad a Lisboa. Este tipo de lamentos son un lugar común en la historiografia espaiíola y han constituído para muchos espaiíoles un punto de arranque para reflexionar sobre las identidades ibéricas. En el fondo no pasaban de ser unas valoraciones anacromcas realizadas desde una posición nacionalista sobre una época en la que la nación aún carecía de valor político.</p>

El nuevo marco territorial de la región del Duero/Douro

<p>Para introducimos en el tema se hace preciso partir de que estamos ante una región natural, la región fluvial o cuenca dei Duero y al mismo tiempo ante un fenómeno nuevo, el de una región virtual, más bien una "geoidea", la de una region-proyecto, un espacio para el desarrollo común, regional y local, y una eurorregión en el marco de la Unión Europea. En efecto, son dos concepciones diferentes: de una parte, un espacio o marco natural, territorio físico de soporte, y, de otra parte, un ámbito para un proyecto común a las dos regiones de Castilla y León y Norte de Portugal, separadas por límites fronterizos nacionales y que en el marco de las regiones de la Unión Europea se traduce en una eurorregión, pues se percibe desde las instituciones y la sociedad que ambas regiones, unidas por su vecindad y por un mismo rio principal, deben participar en un proyecto de complementariedad y cooperación.</p>

As relações do norte de Portugal com a região de Castela e Leão

<p>Durante séculos, Portugal e a Espanha viveram ignorando-se mutuamente, por força de acontecimentos e rivalidades históricas da mais variada natureza, é certo, mas também, por razões de natureza geográfica, económica e social.</p>

População e Sociedade n.º 6

<p>Esta edição reúne as comunicações apresentadas no I Encontro Internacional "Relações Portugal-Espanha: Cooperação e Identidade", organizado pelo CEPESE em Outubro de 1999, com o objetivo de promover o estudo das relações Portugal-Espanha, evidenciando esse relacionamento nas áreas da política, economia e cultura, bem como no âmbito da cooperação transfronteiriça.</p>

Year

2012

Creators

Adriano Moreira Alberto A. Herrero de la Fuente Álvaro Santos Carlos Gaspar Celso Almuiña Fernández Eloy Fernández Clemente Fernando de Sousa João Paulo Avelãs Nunes João Cosme Jorge Carvalho Arroteia José António Rocamora Lorenzo Lopéz Trigal Maria da Conceição Meireles Pereira Maria João Guardado Moreira Paloma de Villota Teresa Rodrigues

Os grandes cenários de evolução do envelhecimento demográfico de Portugal no contexto da União Europeia até ao ano 2050

<p>A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o ano de 1999 com o sendo o Ano Internacional das Pessoas Idosas «Construir uma sociedade para todas as Idades» para chamar a atenção para o enorme potencial que representa as pessoas idosas.</p>