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Relatório de estágio profissional
O Relatório de Estágio Profissional requer uma estrutura organizada, clara e concisa. A estrutura deste relatório inicia-se com os agradecimentos, seguindo-se os três tipos de índice (geral, figuras e quadros), a introdução, que se encontra dividida em sete pontos: identificação do local de estágio, descrição da estrutura do Relatório de Estágio Profissional, importância da elaboração do Relatório de Estágio Profissional, identificação do grupo de estágio, metodologia utilizada, pertinência do Estágio Profissional e, por último, o cronograma de estágio e, ainda, três capítulos fundamentais, são eles: Capítulo 1 – Relatos diários – encontra-se dividido em quatro secções: 1.º grupo – Bibe amarelo B (3 anos de idade); 2.º grupo – Bibe encarnado B (4 anos de idade); 3.º grupo – Semana de contacto com a realidade educativa e 4.º grupo – Bibe azul B (5 anos de idade). Em cada uma das secções apresento a caraterização da turma, a caraterização do espaço, as rotinas, os horários e os todos os relatos diários observados durante o estágio, com as respetivas inferências e fundamentações teóricas. Capítulo 2 – Planificações – encontra-se dividido em três pontos: descrição do capítulo, fundamentação teórica e planificação em quadro. Neste capítulo, apresento três planificações de aulas dadas por mim, sendo uma da Área de Conhecimento do Mundo; outra da Área de Expressão e Comunicação, do Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita e uma da Área de Expressão e Comunicação, do Domínio da Matemática. Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação – encontra-se dividido em três pontos: descrição do capítulo, fundamentação teórica e três dispositivos de avaliação referentes às áreas e domínios referidos no capítulo anterior. Em cada um dos dispositivos apresento a descrição de parâmetros, critérios e cotações; a grelha de avaliação; a descrição da grelha de avaliação; a apresentação dos resultados em gráfico e a análise do gráfico. Posteriormente, apresento a reflexão final, dividida em três pontos: considerações finais, limitações e novas pesquisas. No fim, encontram-se as referências bibliográficas.
Necessidades educativas especiais de carácter permanente e as suas implicações no núcleo familiar:um estudo regional
A filosofia inclusiva tem encorajado muitos investigadores a darem o seu contributo, através de múltiplos estudos, para que esta seja realmente efetiva e para que as crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais de carater permanente (NEEcp) tenham direito a um sistema educativo de qualidade, ao lado dos seus pares ditos “normais”. Assim, surgiu este trabalho centrado no impacto das crianças com NEEcp no seio familiar. Este tema deve-se ao facto de se considerar que, só ouvindo as famílias destes alunos, é que se pode ter um verdadeiro conhecimento das suas necessidades e expectativas face à escola e à sociedade em geral. Para se conhecer as implicações da presença de uma criança com NEEcp no núcleo familiar, começou-se por fazer uma revisão da literatura que consubstanciasse a compreensão do tema, seguindo-se um estudo quantitativo, com recurso a um questionário, cujo tratamento estatístico foi feito com recurso ao programa informático Statistical Package for the Social Sciences 1.0 (SPSS 20.0.). A amostra deste estudo é constituída por 82 familiares de crianças com NEEcp, residentes na região de Viseu, sendo maioritariamente pais e mães. Os dados apurados do estudo prático possibilitaram atingir os objetivos inicialmente delineados. Salienta-se que apenas o sexo, a idade da criança e o agregado familiar constituíram variáveis que influenciaram alguns dos itens da escala utilizada, aceitando-se as hipóteses formuladas para as mesmas. Constatou-se que alguns sujeitos da amostra referiram que os professores lhes transmitem todas as informações necessárias, nomeadamente acerca do desenvolvimento de competências e acerca da avaliação e do comportamento da criança com NEEcp. Verificou-se que metade da amostra aludiu ter acesso a algum tipo de apoio e a outra metade referiu não ter acesso a qualquer tipo de apoio. Quanto ao futuro do filho, verificou-se que a maioria da amostra referiu que este será muito difícil, que é uma incógnita e que no futuro gostariam que o seu filho conseguisse satisfazer as suas necessidades básicas, fosse feliz e referiu a instituição como futuro. Quando questionados sobre os sentimentos em relação ao futuro do filho mais de metade dos sujeitos da amostra referiu sentimentos negativos, sentimentos de incerteza em relação ao futuro.
Síndrome de Angelman:inclusão no ensino regular (1º ciclo)
A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais em escolas do ensino regular tem revelado ser um grande desafio. A escola deve constituir uma gestão inclusiva adequada às suas diversas necessidades. Este estudo tem como objetivo percecionar se os alunos portadores com síndrome de Angelman estão incluídos nas turmas do ensino regular do 1º ciclo e analisar como os profissionais de educação e respetivos pais enfrentam a sua inclusão. Para tal, produzimos um inquérito destinado aos professores do 1º ciclo do ensino básico do concelho da Calheta (Região Autónoma da Madeira), aos professores e pais dos portadores de síndrome de Angelman. Assim, através das suas respostas, saberemos o que consideram da inclusão das crianças portadoras com síndrome de Angelman no 1º ciclo do ensino básico. Como resultado do presente trabalho, concluímos que a generalidade dos professores e pais consideram que existe uma prática inclusiva nas escolas, devido, em grande parte, à boa articulação entre os vários intervenientes envolvidos no processo educativo dos alunos portadores de síndrome de Angelman, referindo que a sua inclusão em turmas regulares beneficia o processo ensino/aprendizagem de todos no seu conjunto. Devemos referir ainda que existem professores que não se sentem preparados para trabalhar com estes alunos, referindo não possuírem formação especializada, comprometendo a resposta educativa que entendem ser a adequada.
O mutismo seletivo e a ludoterapia/atividade lúdica
O Mutismo Seletivo é uma problemática que envolve principalmente crianças em idade escolar, sendo aqui que mais frequentemente este se manifesta, e que compromete a sua performance nos contextos social e escolar. É um transtorno pouco conhecido e reconhecido o que dificulta não só o diagnóstico mas também a definição de estratégias de tratamento. Neste estudo é feito um trabalho ao nível da revisão da literatura existente no que diz respeito ao Mutismo Seletivo e que inclui o conceito e a sua evolução, a(s) etiologia(s) do problema, prevalência, diagnóstico, prognóstico e tratamento. Paralelamente são perspetivadas algumas hipóteses de tratamento com vista à superação do problema à luz dos conceitos de ludoterapia e atividades lúdicas, e que incluem uma análise dos conceitos de ludoterapia, de atividade lúdica, brincar, brinquedo, brincadeira, ludodiagnóstico, ludoterapia comportamental e atividades a desenvolver dentro e fora da sala de aula. Apresentamos, ainda, os resultados de um estudo exploratório que consistiu na aplicação de um questionário a educadores, professores, psicólogos e terapeutas acerca das temáticas referidas.
O papel da consciência fonológica nas dificuldades específicas de leitura e escrita (DELE):na perspetiva dos docentes do 1º CEB
A realização deste estudo de investigação teve como objetivo esclarecer o papel da Consciência Fonológica, nomeadamente a sua importância, em crianças que revelam Dificuldades Específicas de Leitura e Escrita. Para a sua concretização foram analisadas várias investigações realizadas no âmbito desta temática bem como a opinião de um grupo de docentes do 1.º CEB com o intuito de avaliar a sensibilidade dos profissionais que desenvolvem competências fonológicas, ensinam a ler e a escrever e trabalham com crianças que revelam Dificuldades Específicas de Aprendizagem. De modo a contextualizar a temática, foram abordados o conceito, os níveis e o desenvolvimento de Consciência Fonológica. A leitura e a escrita também foram referidas neste trabalho, analisando métodos antigos e métodos atuais para o ensino das mesmas. Os conceitos de Dificuldades Específicas de Aprendizagem, Dificuldades de Leitura e Escrita e Dificuldades Específicas de Leitura e Escrita são analisados neste estudo, com o objetivo de esclarecer o leitor sobre as diferenças e características para que não sejam confundidos. A dislexia, a disgrafia e a disortografia foram as perturbações específicas de leitura e escrita, exploradas neste trabalho. Depois de examinadas as definições consideradas indispensáveis para a compreensão desta investigação, analisámos a relação entre a Consciência Fonológica e as Dificuldades Específicas de Leitura e Escrita. Por fim, é apresentada a análise dos dados recolhidos por meio de um questionário aplicado a docentes do 1.º CEB e os resultados obtidos são comparados com as opiniões de autores mencionados ao longo do presente estudo. Em suma, esta investigação aborda um conjunto de competências fonológicas essenciais para a aquisição da leitura e da escrita e apresenta características de crianças com Dificuldades Específicas de Aprendizagem, nomeadamente na leitura e na escrita, que estão fortemente relacionadas com um défice fonológico.
Ateliê de arte com crianças de risco
A presente investigação tem como temática a influência das artes no bem-estar emocional de crianças institucionalizadas em casas de acolhimento temporário, e como objecto empírico de estudo de investigação entender se as práticas de ateliês de arte promovem o bem-estar de crianças de risco, o que se insere, em termos teóricos, na problemática do papel da educação pela arte e arte-terapia na intervenção com crianças de risco, que vivem em casas de acolhimento. Em termos mais específicos, este estudo pretende analisar de que forma a vivência pelas artes pode ser utilizada como um método de intervenção com crianças de risco. Na sua singular contribuição, esta investigação visa verificar a eficácia do uso das artes como forma de atenuar as emoções negativas que as crianças de risco tendem a apresentar, conferindo-lhes um melhor equilíbrio emocional, que se refletirá no desenvolvimento da sua autoestima e melhor relacionamento com os outros. Este projeto situou-se na perspectiva de um estudo de caso, pelo que se optou por imergir na realidade de uma casa de acolhimento em concreto. Realizou-se um ateliê de arte durante vários meses, em que se propôs várias atividades de expressão de plástica, que culminou com uma exposição de todos os trabalhos realizados. Desenvolveu-se um trabalho de campo através das técnicas de observação direta (das sessões realizadas), inquéritos por questionário (ao grupo de crianças que participou no ateliê), entrevistas (à direção e à equipa técnica que trabalha com as crianças em questão), pesquisa documental, fotografias e vídeo. Procedeu-se à recolha de toda a informação que foi alvo de um tratamento qualitativo através da análise de conteúdo.
Relatório de estágio profissional
Este Relatório, para além da presente Introdução e da necessária Reflexão Final, está subdivido em três capítulos. No Capítulo 1, faço os Relatos Diários do meu Estágio Profissional; no Capítulo 2, apresento quatro planificações, feitas para algumas das aulas que tive oportunidade de lecionar. No Capítulo 3, apresento quatro Dispositivos de Avaliação por mim utilizados. Na Introdução, inclui-se a descrição da estrutura do Relatório de Estágio Profissional, a importância da elaboração do Relatório de Estágio Profissional, a pertinência do estágio, a metodologia utilizada, a identificação do local de estágio, a identificação do grupo de estágio, e por fim, o cronograma. O Capítulo 1, Relatos Diários, encontra-se dividido por secções. No início deste capítulo farei uma referência às rotinas presenciadas em todos os níveis de ensino. Cada secção corresponde a um momento de estágio, que aparecerão cronologicamente. Em cada secção encontrar-se-á a caracterização de Grupo/ Turma, do espaço e horário e os relatos diários de todas as práticas observadas, sendo que estes se encontram inferidos e sustentados cientificamente. O Capítulo que se segue compreende quatro planificações de aulas por mim lecionadas: duas de Pré-Escolar (uma na Área de Expressão e Comunicação, no Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, e outra na Área de Conhecimento 4 do Mundo); duas de 1.º Ciclo (uma da Área Curricular Disciplinar de Estudo do Meio e uma da Área Curricular Disciplinar de Matemática). Apresento as estratégias utilizadas, as inferências e fundamentação científica relativa às mesmas. No Capítulo 3, Dispositivos de Avaliação, começará por ser feita uma fundamentação teórica acerca da importância da avaliação. Neste capítulo, encontram- -se alguns dos elementos de avaliação realizados durante o estágio profissional no Pré- -Escolar. Estes referem-se a dois Domínios, sendo que estes estão dentro da Área de Expressão e Comunicação: Domínio da Matemática e Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita. Quanto aos dispositivos de avaliação apresentados para o 1.º Ciclo do Ensino Básico eles referir-se-ão às Áreas Curriculares Disciplinares de Estudo do Meio e de Matemática. Por fim, na Reflexão Final, serão expostos os objetivos que foram alcançados ao longo deste estágio profissional. Estará também presente uma reflexão sobre a contribuição deste estágio profissional para o meu enriquecimento em nível profissional e pessoal.
As conceções dos professores acerca da deficiência mental
A deficiência mental é uma das problemáticas com mais incidência no âmbito das Necessidades Educativas Especiais e é muitas vezes detetada em idade escolar. Perante este cenário, considerou-se importante perceber as conceções dos professores acerca da deficiência mental, verificando-se se essas conceções eram influenciadas pelo tipo de formação em deficiência mental e pela experiência na lecionação de alunos com essa problemática. Reuniu-se informação relevante sobre a deficiência mental e, por não haver nenhum questionário validado adequado aos objetivos da investigação, elaborou-se o instrumento para recolha de dados a partir do enquadramento teórico, de forma a ser aplicado a uma amostra da população - professores do ensino público não superior da ilha Terceira, nos Açores. Os resultados revelam divergência das conceções dos docentes em alguns assuntos, relativamente ao que é referido no suporte teórico. A análise de resultados também nos diz que a associação das conceções sobre deficiência mental com o tipo formação ou com a experiência não é tão significativa como se tinha previsto nas hipóteses levantadas. Mesmo assim, o estudo indica uma relação de dependência entre o tipo de formação em deficiência mental e o conhecimento acerca das causas da problemática, assim como demonstra que a procura de conhecimentos sobre a deficiência mental está associada à experiência na lecionação de alunos com essa problemática.
A educação física em crianças com Trissomia 21 na perceção dos professores do 1º e do 2º ciclo
Constantemente, ouvimos falar de crianças que possuem características evidentes, que nos levam a pensar que possuem um atraso ao nível do desenvolvimento cognitivo. E logo o nosso pensamento associa a deficiência mental. Entre ela está presente a Trissomia 21, que revela possuir algumas dessas características, uma vez que estas crianças possuem um atraso em todas as áreas do desenvolvimento. A participação em atividades físicas e desportivas sugere-nos um possível desenvolvimento físico e psíquico da criança, visando a melhoria das suas capacidades e habilidades. E deste modo achamos pertinente investigar com exatidão os benefícios possíveis às crianças portadoras de Trissomia 21 que praticam atividades físicas. O presente estudo teve por objetivo investigar a Educação Física no desenvolvimento das crianças com Trissomia 21 em contexto escolar. A amostra foi constituída por 105 docentes que lecionam no 1º Ciclo do Ensino Básico e por 208 docentes do 2º Ciclo, que tenham ou não trabalhado com alunos com Trissomia 21. Para a recolha de dados foi utilizado como instrumento um questionário da escala Likert, composto por 20 questões fechadas, a uma amostra de professores. Os resultados deste estudo permitiu-nos verificar que a Educação Física promove e melhora o desenvolvimento das capacidades e habilidades e do desenvolvimento motor das crianças com Trissomia 21. Além disso permite a prevenção de algumas doenças e melhora a qualidade de vida das crianças que a praticam, reduzindo o risco de morte.
Relatório de estágio profissional
A Introdução deste Relatório de Estágio Profissional contém, para além desta descrição, uma reflexão sobre a importância do estágio e do respetivo Relatório, a identificação do local e do grupo de estágio, a metodologia utilizada e, por último, um cronograma, no qual se pode encontrar o tempo que despendi quer com as aulas a que assisti e que lecionei ao longo dos anos letivos de 2011/2012 e de 2012/2013, com as reuniões de Prática Pedagógica daí recorrentes, quer com a preparação do Relatório (horas utilizadas em pesquisa bibliográfica, na redação e em reuniões com a minha orientadora). Na Parte I, apresento os Relatos Diários de estágio junto dos 8 Grupos/turmas em que estagiei, com as respetivas fundamentações científicas sobre as mesmas, bem como Fundamentação Teórica, sempre que julgue oportuno. Estes Relatos encontram-se subdivididos por capítulos, sendo que cada um corresponde aos diferentes períodos de estágio passados com Grupos das três faixas etárias correspondentes à Educação Pré-Escolar e com turmas dos quatro anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico, bem como no Seminário de Contacto com a Realidade Educativa. Na Parte II, estão incluídas as planificações das aulas por mim lecionadas, as estratégias utilizadas, devidamente justificadas. Foram objeto de planificação, designadamente para a Educação Pré-Escolar, a área de Expressão e Comunicação, domínio da Matemática, e a área de Conhecimento do Mundo; quanto ao 1.º Ciclo do Ensino Básico, a planificação recaiu nas áreas de Português e de Estudo do Meio (nomeadamente, História de Portugal). 4 Os dispositivos de avaliação para as aulas lecionadas durante o estágio profissional encontram-se na Parte III. Estes dispositivos foram aplicados, na Educação Pré-Escolar, à área de Expressão e Comunicação, no domínio de Linguagem Oral e Abordagem à Escrita e no de Matemática, e, no 1.º Ciclo do Ensino Básico, à área de Matemática e à de Estudo do Meio. Nesta Parte, também se encontra a fundamentação teórica acerca da importância e da essência da avaliação. Por fim, na Reflexão Final, como o próprio nome indica, faço considerações sobre o trabalho realizado e descrito ao longo deste relatório, e aludo às suas limitações. Seguem-se as indispensáveis Referências bibliográficas, bem como os Anexos.
Relatório de estágio profissional
O presente Relatório de Estágio Profissional está dividido em três capítulos, em que na introdução: há referência à caraterização do local de estágio, à descrição da estrutura do relatório, à importância da elaboração do mesmo, à identificação do grupo de estágio, à metodologia utilizada e à pertinência do Estágio Profissional. Na introdução está presente também uma cronologia que representa uma mancha horária de várias tarefas realizadas ao longo do mestrado. O primeiro capítulo corresponde aos relatos diários observados no estágio. Nesse capítulo poderão ver-se descrições, seguidas de opiniões fundamentadas com base em textos científicos, sobre o que se passou e pude observar nessas manhãs de estágio. Este capítulo está ainda dividido em três secções que correspondem, respetivamente, aos três períodos de estágio. No segundo capítulo poderemos encontrar planificações das áreas lecionadas por mim, bem como as respetivas estratégias e as devidas inferências com fundamentação teórica relativas às mesmas. O capítulo que se segue é constituído pelos instrumentos de avaliação utilizados por mim nas várias áreas curriculares e onde se pode observar uma breve revisão da literatura. Por fim, podem ver-se algumas reflexões finais, onde estão narradas algumas das limitações com que me deparei ao longo da realização deste relatório e sugestões e ambições que tenho para o meu futuro.
2013
Santos, Vanda Cristina Mesquita Gomes dos
Contributo do projeto escola de pais para a participação da família na vida escolar dos alunos
É do conhecimento comum que uma boa relação escola–família e a consequente participação parental são essenciais na formação das crianças e contribuem para a motivação e interesse dos alunos nas tarefas escolares. No entanto, na maioria dos casos, a qualidade desta relação ainda se encontra aquém do que era desejável. A presente investigação tem como objetivo perceber em que medida é que o projeto Escola de Pais influencia e promove a relação entre a escola e a família, ajudando a melhorar as aprendizagens dos alunos. Com este projeto pretendia-se promover e melhorar a qualidade da relação existente, visando o envolvimento das famílias e tentando mudar mentalidades. Assim sendo, recorreu-se à investigação-ação participada, uma vez que este método permite envolver todos os participantes no processo, requer uma reflexão e intervenção contínuas, possibilitando uma avaliação processual e com vista ao seu melhoramento. As técnicas utilizadas foram de natureza qualitativa: observações, entrevista focus group, conversas informais e inquérito por questionário. No final do projeto podemos afirmar que os pais gostam de participar na vida escolar dos filhos, reconhecem importância a atividades que promovam a sua participação e que o envolvimento parental beneficia o processo de ensino/ aprendizagem das crianças. Este trabalho permitiu que a relação família-escola fosse incentivada, propiciando uma relação mais cooperante e próxima.
A inclusão de alunos com perturbação autística que frequentam uma unidade de ensino estruturado numa escola do 1º ciclo
A Escola contemporânea está cada vez mais, confrontada com desafios relacionados com a inclusão e o ensino de crianças com Perturbações do Espectro do Autismo. O presente relatório teve por objetivo investigar e perceber como pode uma Unidade de Ensino Estruturado, numa escola do 1.º ciclo, ser facilitadora para a inclusão dos alunos que a frequentam. Este relatório é constituído por uma componente teórica e por uma componente prática, orientado numa perspetiva ecológica e desenvolvido com base na metodologia de investigação-ação. Na componente teórica o objetivo era conhecer e caracterizar os conceitos, na componente prática foram aplicadas técnicas de análise e recolha de dados, através da pesquisa documental e pela observação naturalista, as duas com base na literatura de referência. Deste modo, permitiu-nos conhecer melhor o funcionamento da Unidade e a população-alvo que a frequenta. Assim, identificámos as suas potencialidades e dificuldades o que nos permitiu elaborar a intervenção, para posteriormente podermos fazer a referida avaliação das aprendizagens, nos diferentes contextos. No final conseguimos confirmar através da análise dos produtos de aprendizagem que a Unidade através das suas intervenções e estratégias utilizadas foi facilitadora para a inclusão dos alunos na Escola, capaz de proporcionar o direito de aprenderem juntas, isto é, garantir a Educação para Todos.
Relatório de estágio profissional
O presente relatório está organizado da seguinte forma: Introdução; Capítulo I – Relatos Diários; Capítulo 2 – Planificações; Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação; Capítulo 4 – Reflexão Final. Na introdução estão referenciados alguns aspetos referentes ao estágio, tais como a identificação do local de estágio, a descrição do relatório de estágio profissional, a importância da elaboração do relatório de estágio profissional, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio, bem como o cronograma. Seguidamente, apresenta-se o Capítulo 1 – Relatos Diários, que está dividido por 7 secções, correspondendo cada uma delas a um momento de estágio. Essas secções estão organizadas temporalmente, ou seja, de acordo com a ordem de acontecimentos. Em cada secção será feita a caracterização da turma/bibe correspondente, a caracterização do espaço, a identificação das suas rotinas, e por fim, os relatos diários das práticas observadas, com as inferências e a sustentação científica No Capítulo 2 – Planificações, serão expostos os planos de aula elaborados com as respetivas estratégias, bem como com inferências e fundamentação. No Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação, onde serão apresentados os dispositivos de avaliação elaborados durante todo o período de estágio. No Capítulo 4 – Reflexão final, encontram-se expostos os objetivos alcançados ao longo deste período de estágio e a sua pertinência no meu desenvolvimento profissional.
Relatório de estágio profissional
O presente Relatório de Estágio Profissional é constituído por três capítulos, uma Introdução e uma Reflexão Final. Na Introdução faço referência ao local de estágio, à importância da elaboração do Relatório de Estágio Profissional, à descrição da estrutura do relatório, à importância da elaboração do mesmo, à identificação do grupo de estágio, à metodologia utilizada e à pertinência do Estágio Profissional. Apresento também um cronograma alusivo ao estágio que realizei. Na Reflexão Final irei fazer uma pequena reflexão acerca da pertinência do estágio para a minha formação profissional, apresentarei as limitações e as novas pesquisas. Capítulo 1- Relatos diários – registo das observações que fiz durante o estágio, onde estão inseridas algumas inferências e aclaramento de conceitos às práticas observadas. Capítulo 2 – Planificações – é formado pelas planificações didáticas e pela sua fundamentação correspondentes a 4 aulas, duas para cada ciclo de ensino, contemplando as 3 áreas curriculares. Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação – exponho as quatro avaliações que realizei e justifico também as estratégias que apliquei juntamente com o suporte de referência teórico. Este relatório apresenta também as Referências Bibliográficas que utilizei na elaboração do mesmo e os anexos.
Relatório de estágio profissional
Este relatório é constituído por quatro capítulos, sendo que, na introdução faz-se referência ao local de estágio, a descrição da estrutura do relatório, a importância da sua elaboração, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência e a respetiva cronologia do estágio profissional. O capítulo 1 compreende os Relatos Diários, contendo todas as observações dos acontecimentos, algumas inferências e a devida fundamentação teórica. O capítulo 2 contém às planificações das aulas por mim lecionadas, bem como as estratégias utilizadas e as inferências fundamentadas cientificamente sobre as mesmas. O capítulo 3 apresenta os dispositivos de avaliação durante o estágio 4 profissional nas várias áreas curriculares (Estimulação à Leitura, Domínio da Matemática e Conhecimento do Mundo), também eles fundamentados teoricamente acerca da importância da avaliação. Para concluir, no capítulo 4 são feitas considerações finais e descritas algumas limitações e novas pesquisas. Este relatório apresenta também referências bibliográficas utilizadas para a sua elaboração.
Trabalho colaborativo entre docentes:um estudo de caso
A dissertação de Mestrado em Ciências de Educação que a seguir se apresenta, intitulada Trabalho Colaborativo entre Docentes - Um Estudo de Caso, procura compreender as características e âmbito do trabalho colaborativo entre os docentes de um Jardim-Escola da Zona de Abrantes. Esta investigação partiu do nosso contexto profissional e pela convicção de que um trabalho colaborativo entre os docentes poderá trazer inúmeros benefícios em diferentes áreas. Tendo em conta o contexto da nossa investigação, estabelecemos os seguintes objetivos: Promover o trabalho colaborativo entre os docentes; Definir vantagens do trabalho colaborativo e destacar aspetos que impedem que o trabalho colaborativo seja produtivo e positivo. Foi adotada uma metodologia qualitativa, com opção de um estudo de caso, onde participaram todos os docentes do jardim-escola. As técnicas, utilizadas para a recolha de dados, foram as entrevistas, questionários e análise documental, para, posteriormente, se proceder à triangulação dos dados recolhidos. Em síntese, o estudo indica que os docentes desta escola não realizam um verdadeiro trabalho docente de uma forma colaborativa, na medida em que, não planificam e não estabelecem os objetivos de conjunto. No entanto, estão disponíveis para começarem a trabalhar de uma forma colaborativa, porque têm a perceção que traz inúmeros benefícios para todos e é meio caminho para a obtenção do sucesso. Concluímos que muito há a fazer nesta temática, o que estimulou a construção de uma proposta para promover a prática do trabalho colaborativo entre os docentes.
2013
Milheiro, Rute Isabel Antunes Garrett Lourenço
Relatório de estágio profissional
Este Relatório de Estágio está organizado da seguinte forma: Introdução, três capítulos e a Reflexão Final. Na introdução, são apresentados a identificação do Estágio, o grupo de estágio, a importância da elaboração do Relatório, a Metodologia utilizada para a sua elaboração, a pertinência do estágio e por último o Cronograma do estágio. No primeiro capítulo, são apresentados os Relatos Diários, comentados e fundamentados cientificamente. Do segundo capítulo constam as Planificações, também elas fundamentadas cientificamente. No terceiro capítulo, os Dispositivos de Avaliação que são utilizados em todo o processo de aprendizagem com a sua fundamentação teórica. Seguidamente, no terceiro capítulo é exposta a Reflexão Final do trabalho elaborado, onde faço uma breve reflexão sobre o meu estágio profissional e a importância que este teve ao longo do meu percurso. Refiro ainda as dificuldades que tive na sua realização e a forma como me ajudou a crescer profissionalmente. Por último, são apresentadas as referências bibliográficas, utilizadas por mim neste relatório de estágio.
Relatório de estágio profissional
Este Relatório de Estágio Profissional é constituído por três capítulos: Relatos Diários, Planificações e Dispositivos de Avaliação e, ainda, pela Reflexão Final. Ao longo deste relatório poder-se-á verificar que os relatos de todas as práticas observadas são escritos, comentados e fundamentados devidamente, no Capítulo 1 sobre os Relatos Diários. No Capítulo 2 que corresponde às Planificações, encontram-se alguns dos planos de aulas que apliquei ao longo do estágio, assim como as respetivas inferências e fundamentações teóricas. Durante o estágio, foram elaborados alguns dispositivos de avaliação que serão apresentados no Capítulo 3 sobre Dispositivos de Avaliação e que se referem a três áreas curriculares: Área da Expressão e da Comunicação – Domínio da Matemática/Matemática, Área da Expressão e da Comunicação – Domínio da Estimulação á leitura e abordagem à escrita/Língua Portuguesa e Área do Conhecimento do Mundo/Estudo do Meio. Este capítulo contém ainda a fundamentação teórica relacionada com a importância da avaliação. Relativamente à Reflexão Final, é onde ficam determinados e claros os objetivos que foram alcançados com este trabalho.
A abordagem da multiculturalidade em educação pré-escolar
Se olharmos em nosso redor damos conta que a sociedade se transformou numa sociedade multicultural. Esta realidade está presente nas nossas escolas e deu origem a transformações no sistema educativo. A escola multicultural aceita e defende o pluralismo das famílias e das comunidades dos alunos, estruturando-se para acolher crianças de todas as culturas, pressupondo a igualdade de oportunidades para todos. Sendo a Multiculturalidade o tema do Projeto Curricular da escola onde é realizada a minha Prática Pedagógica e tendo crianças em sala cujos pais são de várias nacionalidades, decidi desenvolver mais aprofundadamente esta temática, tendo como objetivo explorar os diferentes tipos de culturas de forma a demonstrar às crianças as diferenças étnicas e culturais que existem entre pessoas e que as devem respeitar. As atividades centraram-se na exploração de todos os continentes, especificando alguns países destes e explorando as suas características, nomeadamente a gastronomia, a língua, a habitação e o vestuário. Este projeto foi desenvolvido numa sala de educação pré-escolar constituída por vinte e duas crianças com idades entre os três e os cinco anos, onde foram realizadas seis atividades. Foi utilizada uma metodologia qualitativa, do tipo investigação-ação, tendo sido realizadas entrevistas, observações e diário de bordo como métodos de recolha de dados. Para concluir é importante abordar que todos os objetivos inicialmente pedidos foram conseguidos sendo que isso é possível de verificar após as entrevistas direcionadas para a educadora e para as crianças.