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A perceção dos docentes da educação regular e da educação especial sobre a sua prática colaborativa inclusiva, na educação pré-escolar e no ensino básico
A atual filosofia da educação inclusiva requer práticas inovadoras na organização das escolas e do trabalho docente, acentuando a necessidade de um maior intercâmbio e colaboração ativa entre todos os profissionais, em particular aqueles que têm a seu cargo crianças ou alunos com necessidades educativas especiais. Esta nova cultura colaborativa é essencial para o bom êxito de práticas efetivas de inclusão, pois a cultura tradicional do individualismo revela-se inadequada para responder às crescentes exigências que as mudanças sociais têm vindo a transferir para a cada vez mais complexa e heterogénea realidade escolar. Este trabalho de investigação tem como objetivo principal inquirir se existe uma cultura de colaboração entre os docentes de escolas portuguesas que lecionam na educação regular e na educação especial, a partir do ponto de vista dos próprios docentes inquiridos, e se esse trabalho em equipa, caso exista, favorece práticas mais inclusivas que beneficiem as crianças com necessidades educativas especiais. O projeto está centrado no estudo da relação que o docente de educação especial estabelece com os outros docentes detentores de grupo ou turma, no âmbito do exercício das suas funções profissionais, ao nível do trabalho conjunto e da colaboração mútua. Em termos metodológicos, a nossa pesquisa tem uma abordagem correlacional e quantitativa, que permite indagar as opiniões e atitudes da população estudada. A recolha de dados foi efetuada através de um inquérito por questionário, elaborado maioritariamente com perguntas fechadas, e preenchido por 181 docentes de todo o país – sendo a sexta parte docentes de educação especial e os restantes educadores e docentes do ensino básico. Os resultados obtidos confirmam as hipóteses inicialmente formuladas, revelando existir correlação entre a cultura docente colaborativa e a organização/gestão escolar, salientando ainda a importância das características pessoais dos docentes e o seu relacionamento como facilitador da colaboração, e mostrando que o trabalho em equipa entre o docente de educação regular e o docente de educação especial resulta em práticas pedagógicas mais inclusivas.
As perceções dos professores do ensino básico face à criança e jovem com hiperatividade e défice de atenção
O presente estudo pretende explorar e comparar as perceções de um grupo de professores do Ensino Básico de um agrupamento de escolas em particular, face à criança com PHDA. Apresenta um carácter sobretudo exploratório (descritivo) com uma análise quantitativa, qualitativa e correlacional dos resultados. O instrumento de pesquisa utilizado para a recolha de dados constou de um questionário por inquérito. De um total de N=190 inquéritos distribuídos, foram recebidos N=77, os quais foram sujeitos a tratamento estatístico. Os resultados mostram que os participantes demonstram ter um razoável conhecimento sobre a PHDA. No que diz respeito à comparação entre docentes e relativamente ao facto de terem mais ou menos experiência profissional, nível de ensino lecionado ou possuírem ou não especialização em Educação Especial os dados obtidos sugerem algumas diferenças entre os docentes.
Inteligência emocional em crianças com dificuldades de aprendizagem: uma perspetiva educativa
As emoções, sendo fundamentais ao ser humano têm suscitado interesse científico desde há longa data. O centro de comandos fundamental das emoções, é o cérebro que explica a sua base fisiológica, mas também é afetado e alterado ao longo do desenvolvimento pelas diferentes experiências e acontecimentos de vida, bem como pelo desenvolvimento emocional da pessoa (Shore, 1994). A par do interesse pelas emoções surge o interesse pelas crianças com dificuldades de aprendizagem. Estas constituem uma preocupação, para pais, educadores e demais intervenientes na ação educativa. As dificuldades de aprendizagem foram frequentemente atribuídas a deficits cognitivos, no entanto, hoje aceita-se a hipótese de que possam ter origem em problemas de mau relacionamento da criança consigo própria ou com os outros, isto é, pode estar relacionado com a inteligência emocional. Deste modo, torna-se pertinente estudar o impacto da inteligência emocional face às dificuldades de aprendizagem bem como as estratégias de remediação, com o intuito de desenvolver ferramentas que possam traduzir e avaliar os fatores da inteligência emocional. Foi desenvolvido um estudo em que a amostra, por conveniência, ficou constituída por cinco docentes. Realizaram-se entrevistas e após a análise de conteúdo das mesmas concluímos que na escola se valoriza mais o Quociente de Inteligência (QI) do que o Quociente Emocional (QE). Igualmente referem que as emoções nem sempre são valorizadas na escola e que uma criança que não é capaz de lidar com as suas emoções sentirá dificuldades de aprendizagem devido à sua instabilidade emocional.
Relatório de Estágio Profissional
O presente Relatório de Estágio Profissional surge no âmbito das Unidades Curriculares de Estágio Profissional I, II e III, que se iniciaram no dia 27 de setembro de 2011 e terminaram a 25 de janeiro de 2013. Este estágio foi realizado durante três dias por semana, às segundas, terças e sextas-feiras, das 9h às 13h. Ao longo do período de Estágio Profissional estive presente nas três faixas etárias de ensino da Educação Pré-Escolar e nos quatro anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico. De seguida, é descrita a forma como o relatório está organizado e referido o seu interesse. Inicia-se com uma Introdução, onde refiro a descrição da estrutura do relatório de estágio profissional, identifico os locais onde estagiei, a importância da elaboração do relatório de estágio profissional, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência utilizada e, por fim, o cronograma de estágio. Ao longo do relatório serão expostas algumas ideias e opiniões de vários autores retiradas de artigos, livros, revistas e sites da internet para que sejam fundamentadas as situações vividas durante o estágio.
Percepção dos professores do 1º ciclo do ensino básico face aos comportamentos perturbadores de crianças com perturbação de hiperactividade com défice de atenção
Parece consensual na literatura que a Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA) é das perturbações neurocomportamentais mais diagnosticadas, a que mais afecta a população em idade escolar. O desenvolvimento de comportamentos anti-sociais e relacionais com pares e professores é um risco acrescido para estas crianças, resultando em dificuldades de adaptação no contexto escolar. Neste estudo, analisamos as percepções dos professores sobre o impacto que os problemas de comportamento destas crianças causam no quotidiano escolar. O presente estudo pretende analisar uma amostra (N=100) de professores do primeiro ciclo do ensino básico, quanto ao seu conhecimento, percepções e práticas, perante tal perturbação. Para tal, o instrumento de medida mais adequado foi a construção de um questionário. Da análise dos resultados verificou-se que a maior parte da amostra já teve contacto com a PHDA (59%), mas que os seus conhecimentos são manifestamente insuficientes. A PHDA gera impacto ao nível das actividades lectivas, destacando-se particularmente o efeito dos comportamentos de hiperactividade. Nas suas práticas junto destes alunos, os professores privilegiam a utilização de estratégias educativas específicas e de organização da sala de aula. Será essencial providenciar formação aos professores, de modo a poderem incrementar uma intervenção mais exacta e que promova o sucesso escolar destas crianças.
Percepção dos professores do 1º ciclo do ensino básico face à construção do raciocínio lógico matemático por crianças com trissomia 21
A discussão, respeitante ao contributo do raciocínio lógico matemático em crianças com Trissomia 21 é, ainda um pouco escassa. No entanto, sabe-se que a Matemática está em todo o lado e, apesar de nem sempre nos apercebermos, usamo-la todos os dias em diversas tarefas. Por sua vez, o raciocínio lógico matemático permite-nos resolver inúmeros problemas e situações do quotidiano. O objectivo principal deste trabalho é ficar a saber qual a percepção dos professores do 1º Ciclo do Ensino Básico face à construção do raciocínio lógico matemático por crianças com Trissomia 21. Nesse sentido o trabalho compreende duas partes. Na primeira, através de uma revisão da literatura, são abordados assuntos como a definição desta síndrome congénita e algumas das suas características físicas, cognitivas e de aprendizagem. Refere-se também, a importância da Matemática e, mais concretamente, do raciocínio lógico matemático. Na segunda parte apresenta-se o estudo empírico, este desenvolve-se no âmbito de um modelo quantitativo de investigação. A metodologia utilizada privilegiou a aplicação de um questionário, para a recolha de dados, que foi aplicado a cinquenta Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro. Os resultados obtidos atestam que os professores de Educação Especial demonstram uma percepção mais positiva relativamente à construção do raciocínio lógico matemático por crianças com Trissomia 21.
Relatório de estágio profissional
O Relatório de Estágio Profissional encontra-se dividido em Introdução, três capítulos e reflexão final. Primeiramente, será apresentada a Introdução que inclui a identificação do local de estágio, a descrição da estrutura do relatório de estágio, a importância da elaboração do mesmo, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio e por fim é apresentado o cronograma. Em seguida, será exposto o capítulo 1 dedicado aos Relatos Diários, onde são registadas as observações mais importantes de todas as atividades realizadas nas manhãs de estágio. Depois das observações, são apresentadas as inferências cientificamente fundamentadas. No capítulo 2, designado por Planificações, são expostas as atividades realizadas. Estas representam-se por uma planificação baseada no Modelo T de Aprendizagem, assim como pela fundamentação científica e explicação das metodologias e estratégias utilizadas. No capítulo 3, denominado Dispositivos de Avaliação, exponho as avaliações que realizei durante as aulas que lecionei no Estágio Profissional. Por fim, a Reflexão Final, onde exprimo a pertinência do estágio para a minha formação profissional.
Relatório de estágio profissional
Este relatório está organizado do seguindo modo: Introdução; Capítulo 1 – Relatos Diários; Capítulo 2 – Planificações; Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação e Capítulo 4 – Reflexão final. A introdução incluiu a identificação do local de estágio, a descrição da estrutura do relatório de estágio profissional, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio e, por fim, o cronograma. Seguidamente será exposto o Capítulo 1 – Relatos Diários, que se encontra dividido por secções. Cada secção corresponde a um momento de estágio. Neste capítulo será efetuada a caracterização de cada bibe, a enunciação das suas rotinas, os relatos das práticas observadas, bem como as respetivas inferências sustentadas cientificamente. No capítulo 2, serão apresentados os planos de aula elaborados, baseados no Modelo T de aprendizagem, com as respetivas estratégias utilizadas, assim como inferências e fundamentação científica. No capítulo 3 estão expostos os dispositivos de avaliação elaborados durante as aulas propostas às crianças. Neste capítulo será também realizada uma fundamentação científica relativa à importância da avaliação. Por último, no capítulo 4, serão referidos os objetivos que foram alcançados no decorrer deste estágio profissional e a pertinência do mesmo para a minha formação profissional e pessoal.
Aprender para ajudar - PHDA
O presente estudo teve como objetivo investigar que estratégias poderão ser implementadas na sala de aula e fora dela, de modo a dar resposta a um aluno com PHDA. Esta temática surge devido a, cada vez mais, os professores serem confrontados com alunos com PHDA e por vezes não saberem dar as “respostas” mais corretas aos mesmos. Assumiu a forma de estudo de caso, onde foram realizados entrevistas a um aluno com PHDA e ao seu encarregado de educação, precedido de um inquérito a um grupo de professores do 1.º ciclo do Ensino Básico de um colégio privado, da área metropolitana de Lisboa. Com este estudo, foi possível verificar que os professores desempenham um papel muito importante, não só no processo de ensino aprendizagem, mas também na intervenção junto da família. Os participantes demonstram ter conhecimento sobre o PHDA, no que diz respeito às características bem como às estratégias a utilizar. No quotidiano do seu trabalho com estas crianças, revelaram utilizar metodologias diferentes e diversificadas.
Relatório de estágio profissional
O seguinte relatório de estágio profissional está dividido em três capítulos, no entanto antes dos capítulos serem iniciados irá ser apresentada uma breve introdução a este trabalho no qual estarão identificados uma série de elementos, tais como, a identificação do local de estágio, a descrição da estrutura deste relatório, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio e ainda a duração e cronologia do mesmo. No capítulo 1 serão apresentadas sete secções referentes às diferentes salas por onde passei durante o tempo de estágio, em cada secção irei fazer relatos diários seguidos de inferências fundamentadas segundo as práticas observadas. O capítulo 2 destina-se com as planificações de algumas aulas dadas no Ensino do pré-escolar contendo os diferentes domínios que lecionei, bem como estratégias e as devidas inferências fundamentadas cientificamente. Posteriormente, o capítulo 3 abordará os dispositivos de avaliação utilizados no Ensino do 1.º ciclo do Ensino Básico ao longo do estágio englobando as três áreas. A última parte deste relatório refere-se à reflexão sobre o mesmo e o futuro. 4 Este relatório possui ainda uma lista de referências bibliográficas utilizadas na sua elaboração, sendo que todos os documentos utilizados para elaborar a fundamentação estarão presentes neste espaço.
Relatório de estágio profissional
Este Relatório é apresentado em três capítulos. Do primeiro capítulo fazem parte os Relatos Diários, devidamente comentados e fundamentados cientificamente. No capítulo dois, designado Planificações, estão descritas algumas das atividades realizadas. Estas são acompanhadas por uma planificação baseada no Modelo T de Aprendizagem, assim como pela fundamentação científica e explicação das metodologias/estratégias utilizadas. No terceiro capítulo, Dispositivos de Avaliação, estão as atividades que realizei, devidamente avaliadas. Ainda neste capítulo, é referida a importância da avaliação no Ensino Pré-Escolar. No fim, faço uma Reflexão Final, onde exprimo a minha opinião sobre a pertinência do estágio para a minha formação como futura profissional.
As dificuldades de aprendizagem da leitura e escrita / dislexia:que caminhos a seguir pelos professores do ensino básico?
A promoção do sucesso escolar é uma responsabilidade assumida pelo sistema de ensino. O sistema também se obriga a assegurar o direito à diferença mercê do respeito pelas personalidades, pelos objetivos individuais, bem como a valorização dos diferentes saberes e cultura (Lei de Bases do Sistema Educativo). Como tal, hoje, já não basta que o professor seja capaz de transmitir eficazmente os conteúdos curriculares. Estes devem ser integrados num conjunto de saberes e de práticas sociais abrangentes e em constante evolução, em que o conceito de aprender é substituído pelo conceito de aprender a aprender. O conhecimento não é algo acabado, mas uma construção que se faz e refaz constantemente, de forma construtiva. Neste sentido, o professor tem cada vez mais de estar atento às necessidades dos alunos que apresentam características diferentes e que frequentam as nossas escolas, necessitando da sua ajuda. Esta nova realidade é um desafio constante para a escola, mas sobretudo para o docente, pois obriga-o a desempenhar novas funções. Estas crianças colocam determinado tipo de exigências à escola, nomeadamente a sua reestruturação, de forma a responderem positivamente às suas necessidades. É nossa opinião que é imperioso alterar as práticas educativas relativamente às dificuldades de aprendizagem, se quisermos uma escola verdadeiramente inclusiva. Tendo em conta que as DEA da leitura e da escrita/dislexia é uma problemática muito ampla, onde várias hipóteses poderiam ser levantadas, circunscrevemos este estudo à perceção dos professores face às Dificuldades Específicas de Aprendizagem, mais especificamente às características das crianças disléxicas e a inerente Formação de Professores, relativamente às práticas educativas inclusivas que praticam no contexto da sala de aula. É nossa intenção, com este estudo, desenvolver uma reflexão acerca das perceções que os professores têm sobre DEA da leitura e da escrita e sobre alunos portadores de Dislexia. Por outras palavras, pretendemos saber se os docentes do Ensino Básico são capazes de reconhecer os alunos com dificuldades no aprender a ler e a escrever e, ainda, os alunos portadores de dislexia, a partir das suas características e especificidades em contexto escolar e que práticas pedagógicas utilizam para minimizar as suas limitações, nomeadamente o recurso às novas tecnologias da informação e comunicação.
A utilização das TIC como meio de aprendizagem na educação especial
Em todos os domínios da sociedade atual, da Educação e da Educação Especial em particular, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são aplicadas no sentido de melhorar a qualidade de vida dos alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) e, neste contexto, de melhorar os processos de ensino e aprendizagem, promovendo novas formas de aprender, de ensinar e de pensar. Na perspetiva de uma escola inclusiva, o grande desafio, passa pela qualidade educativa, sendo necessária uma adaptação do ensino às características pessoais dos alunos, num ambiente o menos restritivo possível. Os alunos com NEE têm o direito de receber apoio apropriado e a escola deve responder às suas necessidades de modo a proporcionar-lhes condições físicas, intelectuais e sociais. Uma vez que as crianças com NEE necessitam de apoio especializado e personalizado, o estudo da utilização das TIC como meio de aprendizagem é detentor de uma enorme utilidade educativa e de extrema importância para a prática pedagógica dos docentes. O estudo que aqui se apresenta pretende conhecer as conceções e práticas dos docentes face à adoção das TIC na prática pedagógica com alunos com NEE, avaliar o impacto da utilização das TIC na aprendizagem de uma criança com NEE, compreender a real utilização das TIC nas escolas, perceber e conhecer que ferramentas utilizam no desenvolvimento das competências destas crianças. Procedemos à elaboração de um inquérito por questionário, destinado a professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico, com o intuito de recolher a informação necessária para esclarecer os objetivos do estudo. Os resultados foram alvo de tratamento e após a sua análise foram tiradas conclusões, tais como a importância e eficácia da utilização das TIC no processo de ensino-aprendizagem dos alunos com NEE, as TIC como recurso para uma intervenção pedagógica diferenciada e os conhecimentos e competências dos docentes face às TIC.
A inclusão escolar num agrupamento de escolas
A educação inclusiva assenta num novo conceito de escola, com uma estrutura organizativa própria, aberta à mudança, inovadora e que se baseie no respeito pela diferença. Deve-se assumir a diversidade, criar respostas adequadas, através da realização e aplicação de um currículo aberto e flexível, em construção permanente perante as necessidades de cada criança. Só criando uma rede adequada de recursos e privilegiando a coadjuvação dos intervenientes do processo educativo, é que se poderá conseguir e possibilitar o sucesso de todos. O papel do órgão de gestão assume grande importância na organização e funcionamento da escola em todos os aspetos. Este estudo tem como finalidade elaborar um diagnóstico de um agrupamento de escolas de Ovar sobre as práticas da gestão escolar orientada para a promoção da escola inclusiva. A recolha de dados foi efetuada através de um conjunto de entrevistas semidirigidas, realizadas a cinco elementos do órgão de gestão do agrupamento em causa: o diretor da escola, o coordenador dos professores do 1º ciclo, coordenador dos diretores de turma do 2º / 3º ciclo e o coordenador dos serviços especializados do apoio educativo. Os resultados do estudo sugerem que a gestão do agrupamento promova a divulgação da escola inclusiva e que divulgue a toda a comunidade educativa a informação ligada a este conceito. Também necessita de proceder a reestruturação ao nível da afetação dos recursos humanos, materiais e equipamentos específicos, para que se possa incentivar e promover a formação especializada aos professores e técnicos operacionais.
Relatório de estágio profissional
Este relatório está organizado do seguinte modo: Introdução; Capítulo 1 – Relatos Diários; Capítulo 2 – Planificações; Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação e Reflexão final. Inicialmente será apresentada a introdução, que inclui a identificação do local de estágio, a descrição da estrutura do relatório de estágio profissional, a importância da elaboração do relatório de estágio profissional, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio e o cronograma. 4 O capítulo 1 corresponde aos relatos diários de cada momento de estágio. É efetuada a caracterização de cada grupo de crianças, a descrição das suas rotinas e os relatos das práticas observadas, que serão devidamente inferidos e sustentados cientificamente. Em seguida, no capítulo 2, serão apresentados os planos de aula elaborados, baseados no Modelo T de aprendizagem, com as respetivas estratégias utilizadas, assim como inferências e fundamentação científica. No capítulo 3 estão expostos os dispositivos de avaliação elaborados durante o estágio profissional. Neste capítulo será também realizada uma fundamentação teórica relativa à importância da avaliação. Por último, na Reflexão final, serão referidas as principais considerações finais, limitações e novas pesquisas.
Relatório de estágio profissional
O presente relatório é composto por uma introdução, três capítulos e uma reflexão final. Na introdução, inclui-se a caracterização do local de estágio, a descrição da estrutura do relatório e a importância da sua elaboração, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio profissional e a respetiva cronologia. O capítulo 1 é constituído pelos relatos diários e respetivas inferências fundamentadas cientificamente. Divide-se em cinco secções, cada uma relativa a um dos quatro momentos de estágio profissional e ao estágio intensivo. No início de cada secção será apresentada uma caracterização da turma e do espaço onde decorreu o momento de estágio correspondente, bem como as rotinas e horário do grupo. No capítulo 2, correspondente às planificações, irei definir o que é planificar, bem como sustentar teoricamente a importância da mesma. Serão apresentados os planos de aula relativos a algumas atividades lecionadas por mim, bem como as respetivas metodologias/estratégias sustentadas cientificamente. No terceiro capítulo, designado Dispositivos de Avaliação, encontram-se os dispositivos de avaliação elaborados durante a prática pedagógica. Será efetuada uma fundamentação teórica relativa à importância da avaliação, seguida da apresentação e análise dos dispositivos relativos ao 1.º Ciclo do Ensino Básico. Por último, na reflexão final, serão apresentados os principais objetivos alcançados ao longo do estágio, bem como uma reflexão sobre toda a prática pedagógica, as limitações sentidas e as novas pesquisas que pretendo efetuar.
Relatório de estágio profissional
O relatório de estágio profissional inicia-se com a introdução, onde é dividida em seis partes, sendo elas: a descrição da estrutura do relatório de estágio profissional, a importância da elaboração do relatório de estágio profissional, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio e no final da introdução é apresentado um cronograma do estágio profissional. Seguidamente, o relatório divide-se em três capítulos: Capítulo 1 – Relatos Diários; Capítulo 2 – Planificações; e Capítulo 3 – Dispositivos de Avaliação. O Capítulo 1 está dividido em cinco secções, representando cada uma, um ano de escolaridade diferente, estando presentes os relatos diários bem como as inferências e a fundamentação teórica relativa a cada período de estágio. Surge, posteriormente, o Capítulo 2 que corresponde à apresentação de três planos de algumas aulas lecionadas por mim, correspondentes a cada área curricular: Português, Matemática e Estudo do Meio, assim como também são apresentadas as inferências tendo por base fundamentação científica. No decorrer do período de estágio profissional foram realizados alguns dispositivos de avaliação que irão ser apresentados no Capítulo 3. O relatório termina com a apresentação de uma Reflexão Final, onde serão apresentados os objetivos alcançados com a elaboração deste trabalho.
2013
Pernas, Maria do Rosário Luiz Gomes de Castro
Relatório de estágio profissional
O presente relatório foi estruturado da seguinte forma: introdução, três capítulos e uma reflexão final. A introdução inclui a identificação do local de estágio, a descrição da estrutura do relatório, a importância da elaboração do mesmo, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio profissional, e o cronograma relativo ao estágio profissional. O primeiro capítulo está dividido em cinco secções. As quatro primeiras referem-se a cada um dos momentos de estágio, as quais correspondem aos quatros anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico. A última secção refere-se ao Seminário de Contacto com a Realidade Educativa nos Jardins-Escola. 4 Cada secção abrange a caracterização da turma e do espaço, rotinas diárias e horário de turma, e as respetivas inferências e fundamentação teórica de forma a sustentá-las cientificamente. O segundo capítulo contém as planificações das atividades por mim lecionadas, seguidas das respetivas estratégias e inferências sustentadas cientificamente. No terceiro capítulo são apresentados os dispositivos de avaliação elaborados de Português, Matemática e Estudo do Meio referindo a sua utilidade, importância, finalidade e objetividade. A reflexão final mostra uma ponderação geral sobre a elaboração deste relatório, bem como as limitações sentidas e novas pesquisas que pretendo realizar.
Importância da educação física no currículo do 1º ciclo do ensino básico
A Educação Física infantil tem vindo a assumir-se, cada vez mais, como uma preocupação da sociedade onde vivemos. Esta realidade confere responsabilidades às instituições educativas e aos professores na organização dos Currículos. O tema do nosso trabalho de investigação surgiu pela necessidade sentida em perceber qual o grau de importância da Educação Física Infantil no Currículo do Primeiro Ciclo do Ensino Básico. Consideramos ser esta temática de grande atualidade, uma vez que tem vindo ultimamente a suscitar grande interesse e preocupação junto dos pais, professores e comunidade educativa em geral. Para a realização deste estudo, tivemos o cuidado de, no âmbito da revisão de literatura, desenvolver pesquisas no campo da Educação Física, que passaram pelos conceitos, importância e benefícios, da Educação Física como fator Promotor de Saúde e, por último, a família e a criança associadas ao exercício físico, ao jogo, à saúde e ao bem-estar. Esta investigação foi realizada na base de uma metodologia qualitativa sustentada nas seguintes questões: (i) Qual a opinião e a perceção que os pais têm sobre a importância da Educação Física no processo de crescimento e desenvolvimento de capacidades e competências dos seus filhos? (ii) Como se operacionaliza a Educação Física numa perspetiva de Promoção da Saúde e Bem-estar? (iii) Qual o grau de satisfação dos alunos face às aulas de Educação Física? (iv) Que atividades físicas desenvolvem os alunos para além das atividades da escola? E porquê? (v) Como vêm os professores e os pais a inclusão da Educação Física no currículo do 1.º Ciclo do Ensino Básico? (vi) Que articulação existe entre os currículos próprios da Educação Física e as competências gerais a adquirir no 1.º Ciclo do Ensino Básico? Para a concretização do nosso trabalho foi necessário recorrer a instrumentos de recolha de dados: entrevistas e inquéritos por questionário, que nos proporcionaram elementos importantes que, após terem sido tratados, analisados e interpretados, nos permitiram chegar à discussão dos resultados e às conclusões. Acreditamos que este estudo possa vir a contribuir para uma outra visão da Educação Física infantil, permita desenvolver novas estratégias, que possam ajudar a comunidade educativa a olhar pra esta disciplina de uma forma diferente.
Relatório de estágio profissional
Este Relatório de Estágio apresenta-se estruturado pela seguinte forma: introdução, capítulo 1, capítulo 2, capítulo 3 e, por fim, a reflexão final. Na introdução, encontra-se a caracterização do local de estágio, a descrição e estrutura do relatório, a importância da elaboração do mesmo, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio profissional e, por fim, a cronologia referente ao relatório. No capítulo 1, estão inseridos os relatos diários, com os acontecimentos presenciados nos dias de estágio. A maior parte dos relatos serão completados com inferências e sustentações científicas relativas a práticas observadas nas diferentes salas de aula. 2 No capítulo 2, serão apresentadas as quatro planificações das três áreas, cada uma delas fundamentada com as respetivas estratégias utilizadas. No capítulo 3, serão apresentados quatro dispositivos de avaliação elaborados por mim relativos às três áreas curriculares do ensino Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Para finalizar, na reflexão final, serão apresentadas as considerações finais, as limitações e as novas pesquisas. Também será apresentada, no final deste relatório, uma lista de referências bibliográficas e os anexos.