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A importância de brincar com a matemática no ensino pré-escolar: um estudo de caso
O tema deste estudo, enquanto trabalho de investigação, surgiu da prática e do contexto profissional. Pretendo analisar os processos de aprendizagem de conceitos lógico-matemáticos com crianças em idade pré-escolar, em particular com 26 crianças de três anos de idade. Procurarei aferir e compreender de que forma a utilização de jogos e materiais matemáticos podem ajudar e contribuir para potenciar o desenvolvimento destes conceitos e da criança em geral e em particular com crianças de 3 anos de idade. Foram preparadas 12 atividades diferentes que foram desenvolvidas com as crianças e das quais obtivemos registos de observação. A investigação decorreu num espaço de 4 meses, entre outubro de 2012 e final de janeiro de 2013. No presente trabalho vou ter em linha de conta a convergência e respetiva análise de quatro fatores: a criança, a matemática, o lúdico e a sua importância, as suas aprendizagens e o papel da Educadora neste processo. Com base nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) (ME,1997), definirei um conjunto de critérios e de níveis de desempenho para avaliar a aquisição dos conceitos matemáticos. Do ponto de vista metodológico vai ser um estudo qualitativo, cuja pesquisa se caracteriza por um “estudo de caso”. Para a sua concretização foi necessário recorrer a diferentes técnicas para fazer a recolha de dados: observação naturalista participante, notas de campo e pesquisa documental. Desta forma o presente trabalho de investigação, destina-se a compreender a forma como deve o educador agir para potenciar a aquisição e desenvolvimento de competências lógico-matemáticas. Os resultados sugerem que as crianças adquirem e desenvolvem com mais facilidade estas competências quando confrontadas com uma metodologia de aprendizagem em que o lúdico e o brincar desempenham um papel fundamental. Palavras-
2013-09-19T13:08:07Z
Silva, Ana Maria Monteiro dos Santos Gonçalves da
A perspetiva CTSA (ciências, tecnologia, sociedade e ambiente) para a promoção da literacia científica no 1º ciclo do ensino básico
O presente estudo pretendeu saber se a perspetiva Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente (CTSA) contribui positivamente para a promoção da literacia científica dos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico e particularmente, dos alunos do 4.º ano de escolaridade. Estes foram sujeitos a estratégias de ensino diferentes para conteúdos programáticos incluídos no estudo dos tópicos “O contacto entre terra e o mar” e “A qualidade do Ambiente” e uma prática pedagógica que incluía atividades dentro e fora de sala de aula (saídas de campo), para as quais foram elaborados diversos materiais específicos. Para o desenvolvimento do nosso estudo, de natureza qualitativa foram utilizadas como técnicas de recolha de dados a entrevista semiestruturada (antes e após a intervenção pedagógica), a observação participante e a análise documental, numa perspetiva eminentemente exploratória. O estudo mostrou que a perspetiva CTSA contribui para a promoção de aspetos da literacia científica, uma vez que os resultados obtidos nos provam que os alunos foram adquirindo conhecimentos que lhes permitiram no fim da intervenção pedagógica tomarem decisões informadas sobre a resolução da problemática dos sistemas litorais e relevando, progressivamente, maior domínio em opinar sobre a problemática em estudo. Os resultados mostram que a nossa intervenção pedagógica contribuiu para a aquisição de conhecimentos científicos por parte dos alunos e para a sensibilização dos mesmos para as questões de gestão das zonas costeiras.
A satisfação dos pais de alunos com PEA relativamente à escola que os acolhe:agrupamento de escolas de Escariz
A inclusão das crianças com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA) é uma realidade em Portugal cujo sucesso envolve a parceria entre inúmeros intervenientes. A investigação encontrou a adesão de 16 famílias que revelaram a sua Satisfação em relação ao Agrupamento de Escolas (AE) de Escariz. O universo único de cada pai e de cada mãe, os mecanismos de defesa e proteção psíquica, as conquistas afetivas, angústias, desilusões e expetativas em relação ao percurso escolar dos filhos com PEA influenciam a relação escola/família, nomeadamente, a implementação de um ambiente inclusivo à luz do decretolei 3/2008. Ora o sentimento/atitude de Satisfação desenvolve-se a partir da grande decisão: a escolha da melhor escola para os filhos com PEA. Na verdade, ambicionámos identificar os fatores que influenciam essa Satisfação em relação ao AE de Escariz cuja Unidade de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbação do Espetro do Autismo (UEEA) desenvolve a sua intervenção pedagógica a partir do Modelo TEACCH. Atendendo à falta de instrumentos e escala de validade credível para o contexto português, construímos um questionário que foi aplicado aos pais dos alunos com PEA. A análise dos dados recolhidos conferiu a este estudo um carácter válido e pertinente complementado com a revisão bibliográfica. Comprovámos que as variáveis género; comunicação regular com a escola; progressos na autonomia; oferta escolar de uma equipa multidisciplinar especializada e as expetativas a médio-prazo dos pais de alunos com PEA influenciam a sua Satisfação. Relativamente à variável medida educativa, não verificámos diferenças significativas na Satisfação dos pais, pois a maioria desconhece a terminologia da medida o que nos faz acreditar que a inclusão escolar, a manifestação positiva do educando em relação à escola e os seus progressos académicos e sociais testemunham a eficácia da intervenção especializada, estruturada e diferenciada. Sintetizamos que a maioria dos pais/mães dos alunos com PEA manifestou-se Muito Satisfeita com o AE de Escariz considerando-o uma escola inclusiva e a melhor opção educativa para o seu filho(a). É importante Sentir para Incluir, pois a inclusão é um exercício de cidadania. Dando voz à família, evocámos a importância da sua Satisfação e desenhámos uma investigação – ação junto do AE de Escariz para melhorar a qualidade do ensino junto dos alunos com PEA.
2013-10-14T10:55:40Z
Ferreira, Sílvia Gonçalves
A comunicação organizacional como estratégia de gestão
Com este trabalho pretendo descrever, analisar e problematizar o papel relevante desempenhado pela comunicação numa escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico e a sua influência no processo de desenvolvimento do Projeto Educativo, na imagem e projeção da escola, na sua cultura, no seu clima, no aproveitamento e comportamento dos alunos e, também, na articulação entre a escola, as famílias, a comunidade e os parceiros, enquanto organização aprendente. Procuro demonstrar a necessidade que o Professor/Coordenador tem de redefinir-se, de assumir o seu papel natural de educador e também de comunicador, numa clara mudança do tático para o estratégico, ajudando desta forma a repensar o papel da comunicação organizacional nas escolas, tornando mais ágeis os fluxos ascendente e descendente das informações, de modo a incentivar e facilitar a comunicação interpessoal nas equipas, pedra de toque de um ambiente propício às aprendizagens académicas, culturais e sociais. Partindo de um quadro teórico focalizado na comunicação organizacional das escolas e considerando os objetivos propostos para este estudo, optei por realizar uma investigação que privilegiasse a metodologia qualitativa. Assim, numa primeira fase, fiz observações, recolhi e analisei documentos da escola, que me permitiram caraterizar o seu contexto; e, depois, organizei um focus group. As conclusões desta investigação sugerem que a comunicação organizacional e a estratégia de gestão utilizadas na escola influenciaram, decisivamente, os resultados alcançados e que uma aposta nestes recursos pode alavancar a imagem da escola e o papel que desempenha na sociedade da informação e da cidadania. Observei que a escola, apesar de ser legalmente dependente de um agrupamento e da Administração Central, logo, dispondo de margens de autonomia curricular e organizacional limitadas, conseguiu, através da ligação aos novos meios de comunicação, como a Internet, ultrapassar fronteiras territoriais e trazer a si investigadores e académicos para estudarem o seu desempenho; e, ao mesmo tempo que organizou o seu trabalho pedagógico, logrou consolidar a sua identidade e a sua singularidade. Os dados deste estudo, corroborando outras investigações, indiciam que uma comunicação organizacional assertiva, estrategicamente definida e credível, tendo em conta as expectativas dos stakeholders, desempenha um papel preponderante na motivação de professores, alunos, restantes colaboradores/agentes de ensino, comunidade envolvente e demais parceiros, funcionando como um agente de mudança, de melhoria de qualidade e de desenvolvimento, o que permite problematizar os conceitos de comunicação como estratégia da gestão nas escolas do 1.º Ciclo.
2013-04-30T11:19:22Z
Branco, Maria Paula Pimentel Dias Coelho Pinho
A expressão plástica no desenvolvimento das crianças com trissomia 21 na perspetiva dos professores
Partindo da afirmação de Séneca “Toda a arte nada mais é do que a imitação da natureza", e sendo a Arte um abrangente conjunto de áreas, a Expressão Plástica, em particular, é uma das áreas que contribui para o desenvolvimento completo da personalidade do ser humano, reunindo em harmonia a atividade intelectual, a sensibilidade e a destreza. As crianças com Trissomia 21, normalmente associadas a dificuldades no desenvolvimento das capacidades físicas e cognitivas, necessitam de atividades mais práticas e repetitivas, para evitar a rotina, o aborrecimento e a desmotivação nas tarefas escolares. O contacto com vários materiais e atividades diversas permite uma maior liberdade e agrado à criança com Trissomia 21, ajudando-a a tornar-se plenamente adulta, autónoma, permitindo-lhe uma maior expressão da sua criatividade, dos seus sentimentos e pensamentos. De forma a enriquecer as práticas no âmbito Educação Especial, neste estudo tomámos em linha de conta o papel primordial que a Expressão Plástica pode ter na promoção do desenvolvimento das crianças, incluindo as crianças com Trissomia 21. Nesta perspetiva, consideramos pertinente a realização de dois estudos, onde se procedeu à recolha de dados relativos à experiência e opinião de professores relativamente às práticas relacionadas com a Expressão Plástica. Os dados recolhidos foram obtidos através de um questionário. Assim, o primeiro estudo foi dirigido a professores do primeiro ciclo do Ensino Básico, enquanto o segundo foi dirigido a professores de diferentes grupos disciplinares do segundo ciclo do Ensino Básico. Através dos questionários aplicados, efetuámos uma análise comparativa dos resultados obtidos nos estudos realizados e, desta forma, avaliámos a importância que os professores, de ambos os ciclos, atribuem verdadeiramente à Expressão Plástica.
2013-04-30T11:41:52Z
Ribeiro, Carla Sofia Gonçalves
A relação entre pares, no ensino básico, com alunos de necessidades educativas especiais integrados na turma
A Educação Inclusiva é um processo que teve o seu início efetivo na penúltima década do século passado, e representa uma importante tomada de consciência dos direitos que todas as crianças têm à educação, como parte integrante e fundamental do seu desenvolvimento pleno como seres humanos. Para além de almejar o sucesso educativo para todos os alunos da escola regular, existem também outras metas sociais e pedagógicas que se posicionam no caminho ainda longo que a inclusão terá de percorrer. Nessa jornada, rumo a um futuro mais justo e solidário, os pares representam uma quota-parte da chave que pode abrir as portas para um ambiente realmente inclusivo, ao darem um contributo essencial para a aquisição de competências sociais por parte das crianças que revelam maiores dificuldades em termos comunicativos, socioafetivos e cognitivos. Sprinthall e Sprinthall (1993) afirmam que a interação no grupo de pares pode desempenhar um papel maior no desenvolvimento da criança do que a interação com adultos, pois no grupo há mais igualdade, equilíbrio e necessidade de consenso. Este projeto de investigação tem como objetivo central inquirir se as crianças com necessidades educativas especiais (NEE) são bem aceites pelos seus pares, no ambiente da sala de aula e do recreio. Pretende-se avaliar que tipo de relação existe entre os alunos com e sem NEE, integrados na mesma turma do ensino básico, ao nível do seu relacionamento, interação e comunicação no grupo de pares. Para isso, realizámos uma pesquisa de tipo exploratório com uma abordagem metodológica quantitativa, em que o instrumento de investigação foi um inquérito por questionário. O estudo teve lugar no Agrupamento de Escolas de São João de Madeira, junto de uma amostra de 182 alunos sem NEE, pertencentes a dez turmas dos 1º, 2º e 3º ciclos, onde estão incluídos 17 alunos com NEE. Os resultados revelam, de um modo geral, um elevado grau de aceitação destas crianças, ao mesmo tempo que indicam existir uma atitude positiva e um bom nível de interação no grupo de pares da turma e da escola. Por outro lado, nesta faixa etária de crianças entre os 7 e os 17 anos, não se registaram diferenças significativas entre rapazes e raparigas quanto às atitudes e comportamentos que denotam aceitação dos seus colegas com NEE, embora as crianças mais novas do 1º ciclo tenham demonstrado índices ligeiramente mais positivos do que os seus colegas do 3º ciclo.
2013-05-09T17:42:26Z
Mota, Natália Gonçalves da
O estímulo emocional na criança com paralisia cerebral na perspetiva dos professores
O presente trabalho tem como tema “O estímulo emocional na criança com paralisia cerebral, na perspetiva dos professores”. Para realizar o objetivo proposto, efetuou-se este trabalho, que é constituído por um Enquadramento Teórico e por um Enquadramento Empírico onde se realiza a apresentação, análise e respetiva discussão dos resultados, os limites do projeto e prospetiva de divulgação. No Enquadramento Teórico, é apresentado o conceito de Paralisia Cerebral, segundo vários autores. São ainda abordadas as causas (Etiologia) da Paralisia Cerebral, bem como a classificação da mesma e os problemas associados… No Enquadramento é também apresentada a definição de emoção, de inteligência emocional, bem como, o estímulo emocional no desenvolvimento da criança com PC (papel da família, escola, docente) verificando se o desenvolvimento da educação emocional é um auxiliar no progresso da aprendizagem das crianças com PC. Finalizamos com a apresentação de algumas estratégias para se trabalhar com crianças com Paralisia Cerebral com o objetivo de aumentar a sua autoestima, autodeterminação e confiança. No Enquadramento Empírico, é apresentada a metodologia utilizada, com a finalidade de analisar se os professores estão sensibilizados para a importância da estimulação das emoções no desenvolvimento das aprendizagens; se os professores consideram importante e eficaz a utilização de estratégias/práticas diversificadas, ao nível do estímulo das emoções, para implementarem nas escolas; se os professores se sentem motivados e preparados para melhorarem a sua prática em relação à educação emocional, se os estímulos emocionais são utilizados nas escolas de forma permanente para o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos com PC. Por fim, são apresentados, analisados e discutidos os resultados obtidos, aferidos através de um questionário, junto de uma amostra 100 professores do concelho de Viana do Castelo.
2013-05-09T17:41:14Z
Coutinho, Maria Alexandra dos Santos
Educação inclusiva - estudo de caso sobre as perceções dos docentes e dos encarregados de educação
O termo de educação inclusiva envolve um repensar radical da política e da prática pedagógica de uma escola, tendo como missão a ética, a justiça e os direitos humanos. Por este motivo, o objetivo deste relatório é analisar como decorre o processo de inclusão de alunos com necessidades educativas especiais (NEE) em turmas / escolas de ensino regular, tal como, as atitudes e práticas educativas dos docentes da escola em estudo. Para obter a informação pretendida realizaram-se inquéritos por entrevista a alguns docentes dessa instituição escolar, bem como, inquéritos por questionário aos docentes e aos encarregados de educação da turma com aluno com NEE. Perante a análise da informação recolhida verificou-se que para a maioria dos profissionais de educação não existiu qualquer preparação na sua formação inicial para trabalharem em simultâneo com alunos com e sem necessidades educativas especiais. Para estes profissionais de ensino existem dúvidas e interrogações em como atuar na prática num meio inclusivo, agindo diversas vezes de modo empírico. No entanto, é referido pelos mesmos a importância e gosto por lecionarem num paradigma inclusivo, assegurando a mais valia de um contacto com uma criança com NEE. Verificou-se que para esta amostra a inclusão é vista de uma forma profícua tanto para o desenvolvimento pessoal e social destes alunos, como para o enriquecimento dos seus pares. No entanto, os resultados obtidos manifestam, ainda, algumas inquietações em relação ao processo de inclusão destes alunos, anotando como pertinentes algumas condições importantes para a sua melhoria, tais como, a formação dos professores, as condições das escolas (recursos físicos e humanos) e o número de alunos por turma.
2013-05-15T14:56:53Z
Beato, Ana Sofia Henriques
Relatório de estágio profissional
Este relatório está organizado do seguinte modo: Introdução; Capítulo 1 – Relatos Diários; Capítulo 2 – Planificações; Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação e Capítulo 4 – Reflexão final. Na introdução, inclui-se a caracterização do local de estágio, a descrição da estrutura do relatório, a importância do mesmo, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio profissional, bem como o respetivo cronograma referente ao relatório de estágio profissional. Em seguida, será exposto o Capítulo 1, onde menciono os relatos diários, divididos respetivamente por secções. Cada secção corresponde a um momento de estágio. Neste Capitulo será apresentada a respetiva ordem cronológica dos momentos de estágio, mencionando em cada um a sua caracterização, enunciação das suas rotinas, assim como, os relatos de todas as práticas observadas, que serão devidamente inferidas e sustentadas cientificamente. O Capítulo que se segue, Capítulo 2, diz respeito às planificações das aulas lecionadas por mim, com as respetivas estratégias e as devidas inferências e fundamentação cientifica relativa às mesmas. Posteriormente, no Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação – encontram-se os dispositivos de avaliação elaborados ao longo da prática pedagógica. Neste capítulo, será efetuada uma fundamentação científica referente à importância da avaliação. Por último, no Capítulo 4, referente à reflexão final, serão referidos os objetivos que foram alcançados ao longo deste estágio e de que forma contribuiu para o meu enriquecimento a nível pessoal e principalmente a nível profissional.
2013-05-15T16:17:00Z
Mosqueira, Patrícia de Matos Ribeiro Alves
O role playing game pedagógico e a socialização de alunos com síndrome alcoólica fetal
O presente trabalho de investigação tem como objetivo estudar a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), analisando os transtornos de comportamento associados e a utilização do Role Playing Game (RPG) como estratégia pedagógica. Neste âmbito e a um nível mais específico pretende-se verificar as possibilidades de exploração do RPG quer como recurso quer como estratégia pedagógica e averiguar, segundo a prática dos docentes, a sua aplicação no processo de socialização de alunos portadores de Síndrome Alcoólica Fetal, assim como estabelecer uma relação entre aluno-escola-sociedade. A investigação foi sustentada por uma revisão de literatura onde se aborda o conceito de Síndrome Alcoólica Fetal, segundo vários autores e os transtornos comportamentais a ela associados. Focou-se também na aplicação do jogo como estratégia no processo ensino-aprendizagem; na definição do RPG e a sua certificação enquanto jogo de interpretação de personagens, a sua utilização como recurso pedagógico e a viabilidade de uma aplicação específica em crianças com SAF. Neste sentido, delineamos uma metodologia mista de investigação, recorrendo, numa primeira fase, ao questionário dirigido aos professores do Ensino Básico, da zona norte do país, com a finalidade de analisar se os professores estão conscientes e sensibilizados para a problemática da SAF, se legitimam o jogo baseado em regras como um instrumento facilitador de interação, integração e da consequente inclusão dos alunos com SAF; se conhecem o jogo RPG e a sua utilização como metodologia pedagógica; e finalmente, se reconhecem que as práticas educativas devem promover a consolidação do processo de socialização dos alunos. Numa segunda fase, fazendo recurso à entrevista semiestruturada, realizada a professores do Ensino Básico, Secundário e Universitário, de Portugal Continental, com a prática da aplicação do RPG em sala de aula e comparadas as opiniões acerca da sua aplicação
2013-05-17T11:17:30Z
Carvalho, Vera Lúcia Leite
Relatório de estágio profissional
É de extrema importância a elaboração do Relatório de Estágio Profissional, pois, ao fazê-lo, fui obrigada a refletir sobre as aulas a que assisti, nomeadamente sobre a forma de lecionar do docente e a reação dos alunos, a refletir também sobre as aulas dadas por colegas meus e, sobretudo, sobre as aulas que eu própria dei. Para esta reflexão, tive de confrontar a bibliografia aconselhada e estudada, durante as minhas aulas de Licenciatura em Ensino Básico e nas de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, com as práticas a que assisti. Como refere Reis (2006, p. 3), “os professores precisam de desenvolver as suas capacidades de pensamento crítico para identificarem as suas ideias, valores morais, éticos, políticos e sociais, de modo a superarem as complexas situações de ensino com que são diariamente confrontados”. O método que utilizei para recolha de dados para a elaboração deste Relatório foi a de observador participante.
2013-07-18T11:16:41Z
Rocha, Ana Rita Monteiro Dias da
A importância da comunicação aumentativa/alternativa em alunos com paralisia cerebral no 1º ciclo do ensino básico
O conceito de inclusão é explorado em diferentes contextos e situações. No âmbito da educação ganha especial relevância uma vez que surge num contexto favorável à criação de cidadãos responsáveis e solidários. Nas escolas é comum existirem alunos com diferentes níveis, com diferentes dificuldades. Os métodos de ensino utilizados nem sempre são os mais adequados para todos. O que pode resultar com um aluno não quer dizer que esteja a ajudar o outro a ter sucesso. Uma escola inclusiva preocupa-se com isso mesmo, com a inclusão. Mas é uma inclusão em todos os aspetos, não se trata de incluir apenas por estar presente, mas sim incluir, partilhar, cooperar, existir uma relação de duplo sentido. Uns aprendem com os outros. E aprender em conjunto faz com que os alunos cresçam não só intelectualmente e academicamente, mas também a nível pessoal e social. Neste trabalho explora-se a inclusão e o sucesso de alunos com Paralisia Cerebral em turmas do 1º ciclo do ensino regular associados ao recurso a instrumentos de Comunicação Aumentativa/Alternativa.
A importância do jogo no ensino da matemática
A Matemática é uma ciência de grande consideração para o desenvolvimento social e cultural do indivíduo, sendo que a sua aprendizagem deve incentivar a curiosidade e desenvolver a capacidade da criança de formar e resolver problemas que contribuam para a compreensão, auxílio e intervenção no mundo que as rodeia. O educador tem um papel fundamental no desenvolvimento pelo gosto da mesma e na construção de noções matemáticas, devendo proporcionar múltiplas experiências, apoiando a reflexão das crianças e colocando questões que lhes possibilitem a construção dessas mesmas noções. Para construir essas noções matemáticas e incentivar o gosto pela Matemática a introdução de jogos é fundamental, pois estes permitem que as crianças aprendam a partir dos seus próprios erros e a partir dos erros dos outros, possibilita o respeito pela diversidade, a aprendizagem de novos conteúdos matemáticos sem medo de fracassarem e desenvolve os processos psicológicos básicos necessários à aprendizagem dos conceitos matemáticos como a atenção, concentração, perceção, memória, resolução de problemas, procura de estratégias.. Como tal foram realizados seis jogos a fim de desenvolver nas crianças conteúdos matemáticos, nomeadamente relacionados com o sentido do número e a geometria, embora neste artigo nos focarmos apenas no sentido do número. Estas atividades foram efetuadas numa sala de Educação Pré-Escolar com 13 crianças de 5 anos. Foi utilizada uma abordagem qualitativa como forma de recolha de dados, nomeadamente a investigação-ação, tendo sido utilizadas grelhas de observação com recurso à observação participante, entrevista registo fotográfico e registo audiovisual. Com o presente estudo verificou-se uma evolução nas crianças nas noções matemáticas no que diz respeito ao sentido do número. Identificou-se um desenvolvimento no reconhecimento dos grafismos dos números, contagem até 10 elementos e execução de cálculo mental (em operações de adição e subtração). Atividades como os jogos são essenciais para permitir uma aprendizagem lúdica e interativa do domínio da matemática.
2013-09-17T15:34:42Z
Alves, Raquel Brito, Rita
"Era uma vez..." a matemática
O conto de histórias é uma atividade usual em educação pré-escolar. No entanto, é pouco comum a realização de atividades matemáticas relacionadas com estas. A presente investigação surge com o objetivo de promover atividades matemáticas em educação pré-escolar relacionadas com contos tradicionais. Para tal, foram escolhidos dois contos e realizadas atividades relacionadas com estes, com vista a desenvolver competências relativas à classificação, o número e espaço. Nesta comunicação iremo-nos apenas reportar às atividades relacionadas com o sentido do número, nomeadamente contagens, adição e subtração. O trabalho foi desenvolvido com um grupo com 25 crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos . No entanto, por forma a tornar o estudo mais consistente, foi feito um acompanhamento mais direto a um grupo de 5 crianças com 5 e 6 anos, embora as atividades tenham sido realizadas com todo o grupo. Foi utilizada uma metodologia qualitativa, tendo sido elaborado um diário de bordo, grelhas de observação, fotografias, gravações de vídeo e entrevista. Verificou-se que é possível a realização de atividades matemáticas através de contos tradicionais, tendo sido observado que as atividades permitiram desenvolver as contagens. Durante a realização das atividades as crianças, para além de manifestaram motivação e interesse, adquiriram o conceito de contagem. Relativamente à adição e subtração, apesar de existirem algumas dificuldades a este nível, as crianças conseguiram atingir o objetivo, que consistia em realizar adição e subtração de forma correta.
2013-09-17T16:03:15Z
Antunes, Ana Beatriz Brito, Rita
A funcionalidade da linguagem escrita em educação pré-escolar: um projeto de intervenção
No processo de aprendizagem da leitura e escrita, a descoberta da funcionalidade da linguagem escrita pela criança é crucial, pois permite-lhe reconhecer a importância da aprendizagem da leitura e escrita. Estando num contexto educativo de Prática Pedagógica onde mais de metade das crianças de uma turma de pré-escolar irá transitar para o 1º Ciclo e verificando-se algumas dificuldades e lacunas no âmbito da linguagem oral e abordagem à escrita, achámos pertinente a realização desta investigação nesta temática. Tendo como questão de partida “Qual o contributo de um projeto de intervenção pedagógica na vertente - funcionalidade da linguagem escrita, no pré-escolar?”, foram implementadas várias atividades numa sala de jardim-de-Infância no distrito de Lisboa, com o intuito de promover a interiorização das finalidades da escrita, de modo a contribuir para a formação do projeto pessoal de leitor/escritor. Este estudo segue uma abordagem qualitativa, baseando-se no paradigma interpretativo e descritivo. Optámos pelo desenho de um projeto de Investigação- Ação (IA), dado que esta abordagem permite determinar problemas diagnosticados em contextos específicos. Como ferramentas de recolha de dados foram utilizadas gravações de vídeo, sendo acompanhadas de um diário de bordo. Os resultados que aqui relatamos reportam-se somente a duas atividades, nomeadamente, Construção de uma página de jornal e O telemóvel gigante. Utilizámos o suporte de escrita Jornal e Lista Telefónica para avaliar os conhecimentos que as crianças tinham acerca dos mesmos. Foram colocadas três questões que visaram a identificação, o conteúdo e a função. Os resultados permitem concluir que as crianças possuem diferentes concepções sobre os suportes de escrita Jornal e Lista Telefónica, que foram evoluindo progressivamente após a implementação das ditas atividades, principalmente no que diz respeito aos conteúdos e funções dos mesmos.
2013-09-18T10:58:39Z
Ferrão, Ana Carina Brito, Rita
Prática, reflexão e supervisão
Este estudo consiste numa reflexão sobre a supervisão pedagógica na ESE JDEUS, no quadro do Processo de Bolonha. Surgiu da necessidade de introduzirmos alterações na iniciação à prática profissional do 1.º ciclo de estudos. Aplicámos um questionário aos alunos que frequentam a Licenciatura e Mestrados em Educação. A supervisão pedagógica emerge como uma ação que se pretende dinamizadora, reflexiva e contínua em que a aprendizagem, a integração de saberes e o desenvolvimento de competências requer diversas práticas colaborativas de trabalho, em que o supervisor é o mediador que promove o desenvolvimento dos formandos que se pretendem responsáveis, empenhados, conscientes da sua auto-(re)construção para benefício da construção da sua identidade profissional. O estágio permite um percurso com diversas experiências aos estudantes, promovendo a comunicação, interação, a colaboração, em que as múltiplas interações validam o conhecimento individual. Os resultados sugerem que é possível articular a experiência adquirida e implementar mais estratégias e dessa forma contribuirmos para uma melhoria da formação em contexto, tornando-a cada vez mais reflexiva e eficaz. Numa sociedade em constante mudança, é pertinente (re)pensar na formação e supervisão de docentes adequada aos sinais do tempo.
2013-09-23T10:48:39Z
Silveira-Botelho, Ana Teresa da Pereira, Paula Colares
Relatório de estágio profissional
O presente Relatório de Estágio Profissional encontra-se dividido em três capítulos, antecipados por uma introdução. O primeiro capítulo refere os relatos diários, onde são registadas as observações mais relevantes de cada manhã de estágio, que se dispõem subdivididas por secções. Posteriormente, reflito acerca das inferências, cientificamente fundamentadas. No segundo capítulo encontram-se as planificações pelas quais me guiei durante o estágio profissional, assim como a fundamentação teórica de cada uma. Com este propósito, os planos de aula são descritos segundo o Modelo T de Unidade de Aprendizagem, devidamente fundamentados consoante as metodologias utilizadas. No terceiro capítulo abordo a questão dos dispositivos de avaliação, onde são visíveis os instrumentos de avaliação que utilizei e considerei pertinentes ao longo do estágio. Todos os dados são devidamente fundamentados, sendo feito um breve comentário sobre as metodologias utilizadas, assim como sobre os resultados obtidos pelos alunos. Por último apresento a reflexão final onde apresento a Reflexão Final sobre o meu percurso de estagiária, onde reflito e avalio os vários momentos pelos quais passei Ao elaborar este relatório, refleti e fundamentei a prática pedagógica que pratiquei e observei. Citando Quintas et al. (1997) […] a prática pedagógica, enquanto primeiro grande momento de contacto com a realidade educativa dos alunos em formação, deverá 4 proporcionar-lhe experiências que lhes permitam refletir sobre as suas práticas, tornando-se capazes de analisar as suas acções, sucessos/insucessos e, deste modo, pode tornar-se num precioso instrumento educacional. (p.77) Neste relatório encontram-se também as referências bibliográficas e os anexos que foram utilizados.
2013-09-25T15:30:10Z
Rosa, Marta Raquel Batista da
A importância da musicoterapia na paralisia cerebral:perceção da equipa multiprofissional
Esta dissertação foca quais os benefícios que uma criança com Paralisia Cerebral pode alcançar ao frequentar a Musicoterapia. Neste sentido, a temática-alvo em análise é a paralisia cerebral, debruçando-se no contributo da área da Música no desenvolvimento cognitivo de uma criança com Paralisia Cerebral segundo vários autores e segundo uma equipa multiprofissional. O indivíduo com paralisia cerebral pode ter os seus movimentos afetados bem como a postura que pode ser causada por uma lesão fixa não progressiva que ocorre antes, durante ou depois do nascimento. O dano cerebral numa paralisia não é reversível, produzindo incapacidade física para o resto da vida. A classificação clínica refere a existência de vários tipos de Paralisia Cerebral, tais como: espástica onde o movimento é difícil, atetósica em que o movimento é descontrolado e involuntário e atáxica onde o equilíbrio e a sensibilidade profunda são anormais. Os sintomas variam consoante a área de extensão da lesão, podendo incluir: tiques; perturbação da marcha; espasmos; convulsões e fraco tónus muscular. Para além da motricidade, a Paralisia Cerebral também pode afectar a visão, a audição, a inteligência e a fala. A necessidade de um diagnóstico precoce presenteia-se com o facto de dar início à terapia o mais cedo possível. Em caso de suspeita, deve-se consultar um neurologista pediátrico a fim de determinar a extensão e localização da lesão cerebral, de forma a colocar de parte outras doenças. O tratamento deve circundar uma equipa de profissionais ao nível da saúde: Fisioterapeutas, Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais, Psicólogos, Neurologistas, entre outros. A Paralisia Cerebral não tem cura e o objetivo do tratamento médico é ajudar a criança a conseguir uma maior independência possível. Para além disso, este trabalho refere que através da Musicoterapia o indivíduo com paralisia cerebral pode obter uma melhor qualidade de vida. A musicoterapia é uma ciência paramédica que usa a música e todos os seus elementos constituintes com objetivos terapêuticos. O seu objetivo é possibilitar aos pacientes a abertura de canais de comunicação e/ou reabilitação de necessidades emocionais, mentais, sociais, físicas e cognitivas. A musicoterapia trabalha o conjunto de sons de forma a produzir efeitos biológicos e eliminar patologias ou dificuldades. O uso da música e dos seus elementos (melodia, som, ritmo e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, 10 consegue promover mudanças positivas físicas, mentais, sociais e cognitivas numa pessoa, ou num grupo de pessoas, com problemas de saúde ou de comportamento. O musicoterapeuta avalia o estado cognitivo, emocional, físico, comportamental, comunicativo através de respostas dadas pela música. As sessões individuais/grupo, dependem das necessidades de cada indivíduo, abarcando a improvisação musical, a criatividade, a audição, a composição, a discussão, a imaginação e o desempenho através da música. O indivíduo não precisa ter nenhuma habilidade musical para que o seu tratamento seja beneficiado, uma vez que não existe um estilo particular de música que é mais ou menos eficaz que outro. Trata-se da relação e combinação duma terapia (musicoterapia) com a paralisia cerebral com o intuito de melhorar a qualidade de vida destes indivíduos.
2013-04-30T12:17:35Z
Ribeiro, Emanuela Aurora Nunes
Relatório de estágio profissional
Neste relatório apresento informação que considero pertinente relativo a todo o período de estágio durante o referido Mestrado. Na Introdução, é feita a identificação do local de Estágio, a descrição da estrutura do Relatório de Estágio Profissional e a importância da sua elaboração, a identificação do grupo de Estágio; é desenvolvida a Metodologia utilizada, a pertinência do Estágio Profissional, e, por fim, um cronograma com a duração do mesmo. No Capítulo 1 – Relatos diários, apresento a caracterização das turmas e das respetivas salas por onde passei, faço referência às rotinas e ao horário das mesmas, os relatos de todas as práticas observadas e as respetivas inferências fundamentadas. 5 No Capítulo 2 – Planificações, exponho quatro planificações; uma do domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, uma da área Conhecimento do Mundo, e uma da área curricular disciplinar de Matemática e outra de Estudo do Meio, relativas à Educação Pré-Escolar e Ensino 1.º ciclo do Ensino Básico, com base no Modelo T, respeitantes a aulas por mim lecionadas, respetivas inferências e fundamentação teórica. No Capítulo 3 – Dispositivos de Avaliação, mostro dispositivos de avaliação que produzi durante o estágio profissional, relativos à área de Conhecimento do mundo e do domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, e às áreas curriculares disciplinares, Português e Matemática. Para concluir, na Reflexão Final realizo uma reflexão geral sobre o estágio, reforçando a sua importância na minha formação profissional.
Utilização de recursos TIC, por parte dos professores do 1º ciclo, em crianças com dificuldades na aprendizagem da leitura e escrita
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são as ferramentas chave da sociedade em que hoje vivemos, a Sociedade de Informação. A necessidade de atender novas populações de alunos com características diferentes coloca um desafio permanente a toda a comunidade educativa, exigindo o alargamento das suas funções em especial aos professores do ensino regular. Atualmente pretende-se colocar em prática o conceito de escola inclusiva. Assim deve-se trabalhar no sentido de atender adequadamente todo o tipo de alunos nas turmas de ensino regular e, no caso do presente estudo, os alunos com dificuldades no desenvolvimento das competências básicas de leitura e escrita. Paralelamente ao referido, com a presença dos computadores nas nossas vidas e com o crescente número de investigações sobre a sua utilização no ensino, pareceu-nos importante investigar o que se vai passando nas salas de aula do ensino regular, relativamente à utilização de recursos TIC com os alunos com DA, especificamente no desenvolvimento dos processos básicos de leitura e escrita. O presente estudo tem como principal finalidade verificar até que ponto os professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico recorrem às TIC no trabalho com alunos com dificuldades de aprendizagem, nomeadamente no desenvolvimento das competências básicas de leitura e escrita. Concluiu-se que os professores do 1.º Ciclo recorrem, com frequência, à utilização de recursos TIC no trabalho com alunos com DA, nomeadamente no desenvolvimento da leitura e escrita e consideram que esses recursos permitem o aumento da motivação dos alunos para a aprendizagem, fomentam a sua autonomia e melhoram a autoestima do aluno.
2013-05-09T17:42:40Z
Silva, José Pedro Ornelas Baptista da