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Relatório de estágio profissional
Neste relatório, em primeiro lugar e nesta introdução, reflete-se sobre a importância da elaboração do relatório de estágio profissional e a pertinência do estágio profissional, após o que se identifica o local e o grupo de estágio, a metodologia utilizada e, por último, é apresentado um cronograma. De seguida, no Capítulo 1 – Relatos Diários, que se encontra dividido por oito secções, são relatados e comentados os momentos de estágio em cada grupo/turma. Cada relato abarcará uma breve descrição do dia, inferências e respetiva fundamentação teórica, sempre que tal se justifique. Ao longo deste capítulo, será seguida a ordem de ocorrências de cada um dos momentos de estágio. Por sua vez, em cada secção, antes da apresentação dos relatos diários, será feita uma breve caracterização do grupo, do espaço, das rotinas e exposto o horário da turma. No capítulo 2 – Planificações, após uma fundamentação científica respeitante ao ato de planificar, serão apresentados quatro planos de aula (dois para a Educação Pré-Escolar e dois para o 1.º Ciclo do Ensino Básico), com os respetivos conteúdos e estratégias que foram seguidas por mim em quatro aulas dadas. Os dois primeiros planos foram feitos para um grupo de 5 anos e para um grupo de 4 anos e referem-se, respetivamente, às Áreas de Expressão e Comunicação, Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, e domínio da Matemática. Quanto aos planos de aula do 1.º Ciclo do Ensino Básico, eles foram feitos para uma turma do 2.º ano e do 4.º ano e são sobre Português e Estudo do Meio. Juntamente com os planos, apresento inferências e fundamentações teóricas relativas às quatro aulas dadas. 5 No capítulo 3 – Dispositivos de avaliação, depois de feita uma fundamentação científica respeitante à importância da avaliação, encontram-se os dispositivos de avaliação elaborados durante a minha prática pedagógica e aplicados em quatro momentos distintos. No nível do Pré-Escolar, estes dispositivos referem-se a duas Áreas Curriculares: a Área de Conhecimento do Mundo e a Área de Expressão e Comunicação, Domínio da Matemática, um aplicado num grupo dos 5 anos e o outro aplicado num grupo dos 4 anos. No nível do 1.º Ciclo do Ensino Básico, os dispositivos são sobre a Área curricular de Português e a da Matemática, ambos aplicados numa turma de 2.º ano. Na Reflexão Final, abordarei o modo como o Estágio Profissional contribuiu para o meu crescimento, não só a nível pessoal como profissional, as dificuldades e limitações encontradas neste percurso.
2013-07-31T15:31:46Z
Santos, Ana Cláudia Pinto dos
Relatório de estágio profissional
Este relatório encontra-se dividido em cinco partes. O capítulo 1 está dividido por quatro secções, e cada secção corresponde a um momento de estágio, ou seja, o período de estágio nas três diferentes salas, mais o período de estágio intensivo. Nas secções, podemos encontrar todos os relatos diários identificados com as respetivas datas, assim como as inferências pessoais fundamentadas cientificamente por vários autores, e também por imagens, que demonstram algumas das atividades que foram realizadas. O capítulo 2 é composto por três planificações de aula/atividade com as respetivas metodologias e estratégias, com inferências pessoais fundamentadas cientificamente, no Domínio da Matemática, Área do Conhecimento do Mundo e Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita. 3 No capítulo 3 estão os dispositivos de avaliação, executados durante a prática, referentes às duas áreas curriculares: Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, Domínio da Matemática e Área do Conhecimento do Mundo. Por fim, apresento a Reflexão Final com o balanço sobre o meu percurso na Prática Pedagógica e a sua interação com a teoria. Ainda neste ponto, apresento as maiores limitações encontradas e as perspetivas para futuras investigações.
2013-09-13T10:28:59Z
Veríssimo, Andreia Filipa de Sousa
Relatório de estágio profissional
Este relatório está organizado do seguinte modo: Introdução; Capítulo 1 – Relatos Diários; Capítulo 2 – Planificações; Capítulo 3 – Dispositivos de Avaliação e a Reflexão Final. Primeiramente é apresentada a Introdução (Identificação do local de estágio, a descrição da estrutura do Relatório de Estágio Profissional, a importância da elaboração do relatório de estágio profissional; a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio e, por fim, a cronologia. Relatório de Estágio Profissional 2 No Capítulo 1 – Relatos Diários – está dividido por secções e cada uma corresponde a um momento de estágio. No Capítulo 2 – Planificações – é apresentada uma breve fundamentação teórica sobre o tema e serão apresentadas três planificações (planos de aula) elaboradas para três momentos de aulas com as respetivas inferências e fundamentação teórica. No Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação – é apresentada uma breve fundamentação teórica sobre o tema e três dipositivos de avaliação aplicados na prática pedagógica. Na Reflexão Final, serão abordadas as considerações finais e as limitações na elaboração do relatório, mas também, futuras novas pesquisas.
2013-09-13T10:32:46Z
Feliciano, Ana Sofia Lopes
Relatório de estágio profissional
O relatório está dividido em três capítulos: Introdução, capítulo 1 – Relatos Diários, Capítulo 2 – Planificações, no Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação, e por fim, a Reflexão Final. - 2 - A introdução contempla a descrição e identificação do local de estágio, a descrição da estrutura do local de estágio, a identificação do grupo de estágio, a metodologia que foi utilizada, a pertinência do estágio e, para concluir o cronograma. O capítulo 1- Relatos Diários, encontra-se dividido em 4 secções. Cada secção corresponde a um momento de estágio. Apresento em cada uma a caracterização das crianças de 3, 4 e 5 anos de idade, as suas rotinas, bem como os relatos de todas as aulas observadas, que serão sustentadas cientificamente. No Capítulo 2 – Planificações – apresento os 3 planos das aulas elaboradas, com as várias estratégias utilizadas, bem como as inferências e fundamentações teóricas. No capítulo 3 – Dispositivos de avaliação – incluo uma fundamentação sobre a importância da avaliação e os dispositivos de avaliação. Referentes às três áreas curriculares: a Área de Expressão e Comunicação, que se encontra o Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, o Domínio da Matemática e a Área do Conhecimento do Mundo. Por fim, na Reflexão final – farei as considerações finais, as limitações e as novas pesquisas e as respetivas referências bibliográficas.
2013-09-13T10:40:27Z
Costa, Mariana Meneses Pinheiro da
Relatório de estágio profissional
O Relatório de Estágio Profissional tem uma introdução, onde faço, referência à identificação do local de estágio, à importância da elaboração do relatório de Estágio Profissional, à identificação do grupo de estágio, à metodologia utilizada, à pertinência do estágio e dois cronogramas com a distribuição do tempo das várias atividades, três capítulos e a reflexão final. O capítulo 1 – Relatos diários – onde são registadas as observações mais pertinentes de toda a manhã, são apresentados inferências e aclaramento de conceitos às práticas observadas. No segundo capítulo – Planificações – é constituído pelas planificações didáticas e a sua fundamentação. Estas Planificações são baseadas no Modelo T de Aprendizagem. O capítulo 3 – Dispositivos de Avaliação – é onde exponho as avaliações que realizei durante as aulas que lecionei no Estágio Profissional e também, justifico as estratégias que apliquei, juntamente com o suporte de referência teórico. Na Reflexão Final expresso a pertinência do estágio para a minha formação profissional. Este relatório também apresenta uma lista de referências bibliográficas que utilizei na sua elaboração.
2013-09-13T16:05:37Z
Antunes, Carina Fernanda Silva
Relatório de estágio profissional
O relatório de estágio tem a seguinte estrutura: a Introdução; o Capítulo 1 – Relatos diários; o Capítulo 2 – Planificações; o Capítulo 3 – Dispositivos de avaliação; a Reflexão Final; as referências bibliográficas e os anexos. A Introdução contém a identificação do local de estágio, a descrição da estrutura do relatório de estágio profissional, a importância da elaboração do relatório de estágio profissional, a identificação do grupo de estágio, a metodologia utilizada, a pertinência do estágio profissional, e, por último, os cronogramas. O Capítulo 1 corresponde aos relatos diários das observações realizadas com as crianças, correspondente a 3 turmas do jardim-de-infância, 4 turmas do 1.º ciclo, e uma turma do 1.ºano no estágio intensivo. Os momentos de estágio, em cada sala, estão divididos por secções e, em cada uma, está a caracterização da turma e do espaço, rotinas, horário e, por fim, os relatos diários do estágio. No Capítulo 2 apresentamos as 4 planificações correspondentes a aulas lecionadas por mim, com as respetivas fundamentações teóricas e inferências. No Capítulo 3 encontramos os Dispositivos de Avaliação, onde desenvolvemos a importância e a essência da avaliação, a avaliação realizada às respetivas áreas curriculares, sendo elas, o domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita e domínio de Iniciação à Matemática, no jardim-de-infância e no 1.º ciclo, Estudo do Meio e Matemática. Para cada dispositivo de avaliação apresentamos a contextualização, a descrição de parâmetros e critérios de avaliação, a grelha de avaliação, apresentação dos resultados em gráfico circular e análise do mesmo e as respetivas inferências e fundamentação teórica. Por fim, apresentamos a Reflexão Final onde serão delineados os objetivos alcançados com o trabalho, as considerações finais, as limitações e novas pesquisas. De seguida, seguem-se as indispensáveis referências bibliográficas e eletrónicas bem como os anexos que considerámos ser pertinentes.
2013-09-13T16:20:32Z
Ribeiro, Ana Margarida Gomes
Relatório de estágio profissional
O presente relatório encontra-se dividido do seguinte modo: Introdução, Capítulo 1 – Relatos Diários, Capítulo 2 – Planificações, Capítulo 3 – Dispositivos de Avaliação e, por último a Reflexão Final. No que diz respeito à introdução, esta é constituída pela identificação do local de estágio, descrição da estrutura do relatório de estágio, importância da elaboração do Relatório de Estágio Profissional, identificação do grupo de estágio, metodologia utilizada, pertinência do estágio profissional e por último, a distribuição do tempo de estágio sob a forma de cronograma. No que diz respeito ao Capítulo 1 – Relatos diários, este encontra-se dividido por secções e cada uma das secções corresponde a um momento de estágio distinto. Todas as secções são compostas pela caracterização da turma, da sala de aula, o horário, as rotinas, bem como os relatos diários e as devidas fundamentações. Segue-se o Capítulo 2 – Planificações, no qual podemos encontrar quatro planificações de aulas lecionadas por mim e estas planificações dizem respeito ao estágio no Pré-Escolar: Domínio da Matemática e área de Conhecimento do Mundo; No 1.º Ciclo à área de Português e de Matemática. As planificações apresentadas estão acompanhadas pelas respetivas inferências e fundamentações teóricas. Posteriormente, no Capítulo 3 – Dispositivos de Avaliação, estão expostos os quatro dispositivos de avaliação: dois do Pré-Escolar e dois do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Este capítulo faz-se acompanhar por uma fundamentação científica acerca do processo de avaliação. Por último, na Reflexão Final, será apresentada uma reflexão na qual serão abordados os objetivos que foram alcançados no decorrer do estágio e de que modo este foi essencial para o meu crescimento enquanto futura docente, as limitações e as novas pesquisas. De seguida, apresento as Referências Bibliográficas e os anexos.
2013-09-19T12:52:55Z
Veiga, Inês Sofia Rodrigues da Costa
Educação não formal: a importância das salas de estudo
A realização deste estudo para dissertação de mestrado resultou fundamentalmente de experiência profissional da investigadora, docente de 1º ciclo do Ensino Básico e do seu percurso frequente em contextos de Ensino Não Formal e pela necessidade de esclarecer e fundamentar a contribuição da Educação Não Formal na qualidade das aprendizagens dos alunos. Trata-se de um estudo atual, com interesse para os diversos atores da Educação Formal e Não Formal e que tem sido fortemente debatido na sociedade. O nosso propósito não é questionar o papel da escola como Ensino Formal, mas sim repensar na Educação Não Formal e na pedagogia que ultrapassa as funções tradicionais atribuídas à escola. Assim sendo, o presente trabalho obedece à metodologia qualitativa, cuja pesquisa se caracteriza por um estudo de caso, uma vez que se tem em vista chegar-se a uma conclusão que se aproxime da realidade em estudo. Foram utilizadas diferentes técnicas de recolha de dados, nomeadamente, inquéritos por questionários (aos alunos e respetivos Encarregados de Educação) e análise documental (regulamento interno e o projeto educativo). Deste modo, este estudo destina-se a obter algumas informações de forma a perceber qual o contributo das Salas de Estudo no processo de socialização do aluno, assim como é que elas influenciam o gosto pela aprendizagem. Também procurámos analisar em que medida as Salas de Estudo cumprem com os objetivos para as quais foram criadas e pretendemos ainda identificar as estratégias utilizadas pelas Salas de Estudo para combater o insucesso escolar. Concluímos que a integração de alunos nas Salas de Estudo está a ser feita de modo muito positivo e os professores do Ensino Não Formal têm contribuído para isso com a sua atitude, prática e formação, acreditando nos benefícios que esta envolvência trará aos alunos e ao Ensino Formal.
2013-09-19T12:57:27Z
Matias, Telma Patrícia Marques
O envolvimento da família na educação de crianças com necessidades educativas especiais
Neste trabalho de investigação apresentamos o tema: «O Envolvimento da Família na Educação De Crianças Com Necessidades Educativas Especiais», cuja pesquisa tem como objetivo contribuir para o despertar de consciências e sensibilizar para a importância desta participação ativa por parte deste agente educativo. Este estudo enquadra-se numa abordagem descritiva da problemática da relação entre a família e a escola, perspetivando-se as funções quer da família quer da escola, apelando à compreensão mútua e à co-responsabilização de pais e educadores/professores no processo educativo da criança. Este envolvimento que pretendemos despertar só terá sucesso se for encarado como um processo coletivo e partilhado. Neste sentido, tentamos percecionar e compreender o quando e como os pais e a escola estabelecem e mantêm uma relação. Ambicionamos analisar quais as conceções que educadores/professores têm sobre o envolvimento da família na educação de crianças com necessidades educativas especiais, sendo que optamos por realizar um estudo recorrendo ao inquérito por questionário como instrumento de pesquisa.
2012-10-27T10:32:06Z
Reis, Vânia Alexandra dos Santos
A inclusão de crianças com necessidades educativas especiais no 1º ciclo
No processo educativo das crianças com NEE, o estudo procura determinar qual o melhor contexto de aprendizagem e de que modo evoluíram as teorias, os conceitos e as práticas que determinam esse contexto. Nesse processo evolutivo procura-se determinar em que bases se pode defender uma mudança de paradigma e de que modo essa mudança se traduz nas atitudes, nas estruturas, nas práticas educativas e na formação dos professores. O estudo revela que, na atualidade muito se tem propugnado pela inclusão, mas nem sempre com assertividade, isto é, defendendo esta opção sem negar outras perspetivas que outros possam vir a defender e fundamentar. É nossa convicção que cada passo que é dado nesta matéria ele faz-se seguramente no sentido de melhor e maior aceitação da criança com NEE e que caminhamos para um futuro mais promissor. Só haverá verdadeiramente inclusão quando os técnicos/docentes, pais/ encarregados de educação, comunidade, etc, se sensibilizar para este “problema” da diferença. Tem de partir de dentro da pessoa. Não há receitas, não há saberes que se ensinam se não houver sensibilidade. Não é com teorias que apaixonamo-nos pelas coisas, mas sim com a sensibilidade e o querer agir para aprender. É urgente sentir para agir, senão for “cá de dentro”, não vale a pena impor um aluno numa turma onde o professor não o aceita.
2012-10-27T10:32:23Z
Henriques, Julieta Cadete
As perceções dos professores de educação visual e tecnológica face à inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais
A inclusão de alunos com Necessidades Educativas Especiais na escola atual constitui um processo que assenta em princípios democráticos, de justiça social e igualdade de oportunidades ao propiciar o direito à educação de todos os alunos com ou sem deficiência numa nova perspetiva de conceito e prática da Escola Inclusiva. O presente trabalho apresenta como temática central recolher, analisar, compreender, e objetivar quais as perceções e atitudes dos professores de Educação Visual e Tecnológica face à inclusão dos alunos com NEE. A estratégia de investigação seguiu a observação quantitativa, utilizando o inquérito por questionário com repostas fechadas. Envolvemos no questionamento um número limitado de inquiridos (professores de EVT a lecionar nas escolas da RAM), para a obtenção de respostas objetivas e credíveis, no que diz respeito à experiência e formação adquiridas no domínio da Educação Especial, dificuldades vivenciadas face à inclusão dos alunos com NEE e opiniões relativas à Inclusão dos alunos com NEE. Os resultados, advindos do presente trabalho de investigação, levam-nos a concluir que a maioria dos docentes inquiridos revela: sentirem-se preparados para atuar com alunos com NEE; não terem recebido formação no âmbito da Educação Especial e declaram manifestar um desconhecimento dos normativos legais respeitantes a essa área, à exceção do Decreto Legislativo Regional Nº 33/2009/M de 31 Dezembro de 2009. Por último, de forma antagónica, a generalidade declara não sentir dificuldades no plano do relacionamento pessoal e/ou pedagógico com alunos com NEE.
2012-10-27T10:32:48Z
Martins, Cristovão Rodrigues
Escola de inclusão vs sociedade integradora
O presente trabalho visa proporcionar uma visão global do processo de integração de crianças portadoras de deficiência no ensino público, bem como as perspetivas futuras e respetiva integração profissional. O objetivo basilar foi abordar a inclusão escolar na sua dimensão psicossocial, legal e educativa, por um lado. Numa segunda fase procurou-se recolher dados relativos à integração profissional, às medidas legislativas existentes, bem como as críticas/sugestões de portadores de deficiência a exercer algum tipo de atividade profissional. Neste ponto também se recolheram informações junto de profissionais intervenientes no processo (professores, psicólogos, terapeutas, intérpretes, assistentes sociais, pais/responsáveis legais, empregadores), com vista a uma maior abrangência e objetividade de todo o processo. As entrevistas recolhidas visam essencialmente recolher o testemunho pessoal de quem é afetado diretamente quer pela deficiência, quer pelas medidas legislativas que têm vindo a ser implementadas. A inclusão escolar, de acordo com os testemunhos recolhidos, tem sido um sucesso, embora ainda existam arestas a limar. Por outro lado, a integração no mundo laboral nem sempre é fácil. É neste ponto que as maiores falhas continuam a sentir-se, como se poderá evidenciar nas entrevistas realizadas. Contudo, há a salientar que, aquando da escolarização dos entrevistados, o ensino especial ainda não era ministrado em regime de inclusão. No entanto, a maioria reconhece que a escola de inclusão é uma mais-valia para uma integração social e profissional de sucesso. Embora os resultados recolhidos da amostra se reportem à realidade açoriana, existem elos comuns com a realidade nacional. As dificuldades sentidas na conquista profissional só tende a ser dificultada em contexto nacional, onde a procura é muito mais significativa.
2012-10-27T10:33:06Z
Silva, Luís Fernando de Madureira Ferrás da
Relatório de estágio profissional
Considerando que a Educação é a etapa decisiva na vida da criança justifica- -se que o Educador/Professor utilize programas de qualidade, segundo as Orientações Curriculares da Educação Pré-Escolar, estes têm efeitos permanentes na vida das crianças. Sendo a criança um ser ativo, ela constrói a sua aprendizagem através de atividades que planeia, desenvolve e reflete. Mas não é possível a criança ter um ensino de qualidade se os Educadores/Professores não possuírem uma formação “inicial” que lhes proporcione uma visão da Prática Pedagógica.
2012-10-27T11:45:08Z
Leocádio, Talma Alexandra Santos Miranda
Relatório de estágio profissional
Este Relatório de Estágio Profissional surge no âmbito da Unidade Curricular de Estágio Profissional I e II, que teve início a 27 de setembro de 2011 e terminou a 22 de junho de 2012. Realizou-se durante três dias por semana, sendo estes às segundas, terças e sextas-feiras, das 9h às 13h. Ao longo do período de Estágio Profissional estive presente nos três níveis do Ensino Pré-Escolar. De seguida, é identificado o local onde foi realizado o estágio profissional, é descrita a estrutura deste Relatório de Estágio Profissional e referida a importância da sua elaboração. Será depois identificado o grupo de estágio, a metodologia utilizada para a elaboração do presente relatório e também a pertinência do estágio profissional. Por fim, será apresentado o cronograma. O Relatório de Estágio Profissional será o último momento de avaliação que me habilitará a exercer a docência, sendo já redigido segundo o novo acordo ortográfico.
Relatório de estágio profissional
Este relatório refere-se ao Estágio Profissional no âmbito da Unidade Curricular de Estágio Profissional I e II, referente ao Mestrado em Primeiro Ciclo (2.º Ciclo de estudos segundo o Modelo de Bolonha). O estágio foi realizado no Jardim-Escola João de Deus – Estrela e no Externato As Descobertas, no período entre 26 de setembro de 2011 e 27 de junho de 2012. Os tempos semanais foram distribuídos da seguinte forma: 7 horas no Jardim Escola (às quartas e sextas feiras, entre as 9 horas e as 12 horas e 30 minutos) e 5 horas no Externato As Descobertas (segundas feiras das 9 horas às 14 horas).
2012-11-03T10:32:10Z
Pereira, Maria Aurora Assis Camilo Lopes
Relatório de estágio profissional
No âmbito das Unidades Curriculares de Estágio Profissional I, II e III, a elaboração do Relatório de Estágio Profissional é um dos pré-requisitos para a sua conclusão com vista à obtenção do grau de mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O Estágio Profissional teve início a 12 de outubro de 2010 e terminou a 10 de fevereiro de 2012. Foi organizado da seguinte forma: numa primeira etapa, no Jardim Escola João de Deus de Albarraque, de 12 de outubro a 25 de fevereiro de 2011, passando por todos os grupos etários do Pré-Escolar. Numa segunda etapa, o estágio realizou-se no Jardim Escola João de Deus da Estrela, com início a 14 de março de 2011, e terminou a 10 de fevereiro de 2012, passando por todos os grupos etários do 1.º Ciclo do Ensino Básico, sendo este sempre às segundas, terças e sextas feiras, das 9horas às 13horas.
2012-11-03T10:32:18Z
Domingues, Susana Serpins
Relatório de estágio profissional
Este trabalho é um Relatório de Estágio Profissional, realizado no âmbito das Unidades Curriculares de Estágio Profissional I, II, III e IV, na Escola Superior de Educação João de Deus (ESE JDEUS). Este Relatório de Estágio Profissional é referente ao 2.º Ciclo de Estudos do Mestrado em Ensino dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, tendo como duração dois anos letivos. Durante este período estive em contacto com a realidade educativa no Jardim-Escola João de Deus, nos Olivais e no Jardim-Escola João de Deus, na Estrela. Ao longo do primeiro ano de mestrado o período de estágio decorreu sempre entre as 9h e as 13h, distribuídos por três dias semanais, sendo sempre realizado à segunda, terça e sexta-feira.
2012-11-03T10:32:24Z
Costa, Rute Carvalho Catarino
A importãncia do exercício físico na vida do idoso
O tema deste trabalho é “A Importância da Exercício Físico na Vida do Idoso”. O formando sentiu a necessidade de analisar este tópico a fim de ter uma noção da eficácia do exercício físico na vida das pessoas com mais de 65 anos e o que isso poderá proporcionar tanto a nível físico como a nível mental e social. Quanto à metodologia foi utilizada a investigação académica, sob a forma de uma monografia, onde foram estudados diversos artigos em livros, revistas e publicações avulsas. As respostas foram positivas, mostrando o relevante grau de importância do exercício físico na vida do idoso, com o objetivo de promover a saúde e o bem-estar social. Com esta monografia pretende-se entender até que ponto o exercício físico pode interferir na vida de um idoso e conhecer quais as consequências que esta interferência poderá trazer.
2012-11-12T11:57:29Z
Silva, Luciano Flausino da
Os homens velhos - cui(dar) em gerontologia
Tendo em conta o aumento crescente de idosos a viver em Instituições de apoio à velhice, torna-se necessário a existência de profissionais devidamente capacitados no sentido de responder às necessidades da população idosa, tendo como objetivo primordial a segurança e o bem-estar geral dos idosos, portadores ou não de patologias, assim como também dar uma resposta adequada àqueles que vivem sozinhos. A pensar nas necessidades que a idade avançada impõe, um grupo de investigadores independente, criou e desenvolveu um Rodapé Inteligente no sentido de facilitar a mobilidade de indivíduos idosos que se façam movimentar em cadeiras de rodas, assim como aos idosos que apresentem défices cognitivos, e em particular àqueles que apresentam sinais da Demência de Alzheimer. Após um estudo experimental, os investigadores concluíram que o Rodapé Inteligente teve um efeito bastante positivo na qualidade de vida dos idosos que participaram na experiência, quer no que respeita às capacidades psicomotoras quer no que respeita ao bem-estar geral dos indivíduos de idade avançada.
Relatório de estágio profissional
O presente relatório de estágio profissional terá a estrutura dividida em quatro capítulos. Primeiramente efetuarei uma introdução, referindo a importância da elaboração do mesmo, qual a metodologia utilizada, a caracterização tanto do meio envolvente como do próprio Jardim-Escola e a pertinência deste relatório. Concluirei a introdução com um cronograma. No primeiro capítulo surgem os relatos dos acontecimentos presenciados nos dias de estágio, nas diferentes salas. Paralelamente, os relatos terão inferências onde os conceitos e/ou práticas observadas serão trabalhados e devidamente fundamentados. 2 O segundo capítulo prende-se com as planificações de algumas das aulas dadas ao longo do estágio, sendo que figurará uma planificação para cada área: Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio, bem como as 4 planificações referentes à Prova Prática de Avaliação da Capacidade Profissional. Cada planificação será fundamentada. O terceiro capítulo abordará a avaliação, bem como alguns dos dispositivos de avaliação elaborados ao longo do estágio como suporte avaliativo das várias áreas curriculares. No quarto e último capítulo surgirá uma pequena reflexão em torno deste relatório, onde serão focadas algumas limitações e possíveis sugestões para novas pesquisas.
2012-11-15T10:23:57Z
Macedo, Maria Francisca de Vasconcelos Cabral