RCAAP Repository

Caso Clínico ARP Nº11: Estenose Pós-Operatória do Confluente Esplenomesentérico com HTP Severa

Apresentação do Caso 67 anos, sexo feminino. AdenoCa da porção cefálica do pâncreas envolvendo o confluente esplenomesentérico e submetida a DPC com plastia venosa do confluente e complicada com trombose completa do ramo esquerdo da veia porta. 6 meses depois apresentou o seguinte quadro clínico: -Ascite progressiva com anasarca com 3 meses de evolução. -Sem sinais de progressão tumoral (radiológica e bioquímica). -Sem sinais de infecção activa. -Realiza uma ecografia e TC abdominais.

Year

2017

Creators

Gonçalves, Belarmino

Colegio Radiologia - Radiologia – que Futuro?!!!

Já passaram mais de cem anos desde que Wilhelm Röntgen, (1895), produziu a radiação eletromagnética que viria a chamar-se – Raio X, que permitiu que se visualizassem as estruturas do interior do corpo humano, sem que este tivesse que ser mutilado e assim nasceu a Radiologia Desde então os avanços da tecnologia e a adaptação à medicina de outros princípios físicos (ultrassons, campos magnéticos) permitiram a visualização do interior do corpo humano, de forma cada vez mais aperfeiçoada e cada vez mais perto da realidade. De facto, a visualização do corpo humano auxiliado pelas técnicas de imagem, atingiu tal aperfeiçoamento, que na medicina contemporânea nenhum clinico faz qualquer diagnóstico sem recorrer a pelo menos um exame de imagem (radiografia, ecografia, TC ou RM). O diagnóstico auxiliado pela imagem assumiu tais proporções, que os serviços de imagiologia são hoje organizações centrais em todo o processo de diagnóstico e dos principais fornecedores de serviços numa instituição prestadora de cuidados de saúde.

Year

2016

Creators

Henriques, Nuno Miguel

Colegio Radiologia

O trabalho da Direção do Colégio de Radiologia é bastante diversificado, e, como órgão técnico consultivo da Ordem dos Médicos, emite pareceres quando lhe são solicitados pelo Conselho Nacional Executivo. Desde a resposta a processos disciplinares, análise de pedidos de inscrição no Colégio, pareceres sobre os mais diversos assuntos da Ordem e dos vários Colégios, reavaliação periódica da grelha e das orientações para o exame de Especialidade, ligação a painéis de trabalho da ACSS, passando pela definição de normas, tais como a de Telerradiologia, até aos projetos de licenciamento das unidades de Radiologia, e à nova Diretiva Europeia da 2013/59/ Euratom, que terá de ser transposta para a legislação nacional dos estados membros da UE até 6 de Fevereiro de 2018, obrigando à formação de várias comissões de trabalho conjuntas, todos estes trabalhos têm um só fim e desiderato: pugnar por uma Radiologia de qualidade e em melhoria contínua, em ligação com os Radiologistas.

Year

2016

Creators

Ribeiro, A. Manuel

Colegio Radiologia

Proposta de novo Currículo da Espacialidade de Radiologia O actual currículo da Especialidade de Radiologia da Ordem dos Médicos já data de 1999. Sentindo que se torna necessária uma actualização do mesmo, a Direção do Colégio da Especialidade de Radiologia fez uma versão adaptada do currículo europeu, que disponibiliza agora publicamente.

Year

2016

Creators

Ribeiro, Nuno Carrilho

Plasmocitoma da Coluna Lombar

O plasmocitoma ósseo solitário é uma lesão óssea solitária de células plasmocitárias. Mais comummente, o tumor localiza-se na coluna vertebral, sendo progressivamente menos frequente a nível da pélvis, costelas, extremidades superiores, crânio, fémures e esterno. Os sintomas são sobretudo locais. Na maioria dos casos, evolui para mieloma múltiplo (MM), pelo que tem um mau prognóstico. Os autores descrevem o caso de um doente com 53 anos de idade, do sexo masculino, que se apresentou com dor lombar persistente, sem causa aparente até à realização de uma radiografia da coluna lombar, que revelou uma lesão lítica, que se veio a comprovar tratar-se de um plasmocitoma, através de biópsia guiada por tomografia computorizada (TC).

Year

2014

Creators

Andrade, Daniel Ramos Magalhães, Mafalda Andrade, Luísa Costa Semedo, Luís Curvo Alves, Filipe Caseiro

Left Ventricular False Aneurysm Characterized by Cardiovascular Magnetic Resonance and Late Enhancemente Technique

Left ventricular pseudoaneurysm is a rare complication of myocardial infarction. Differentiation between true and false aneurysms, although difficult, is crucial, because of the different treatment options they entail. We present a rare case of a giant pseudoaneurysm of the left ventricle related with a previous myocardial infarction. The present case highlights the pivotal role of magnetic resonance imaging for differential diagnosis between these entities.

Year

2014

Creators

Andrade, Luísa Costa Donato, Paulo Ferreira, Maria João

Sonographic Diagnosis of Uterine Rupture

We present a case of a 36-year-old woman, with previous history of caesarean section who had uterine rupture during labour, induced at 22 weeks gestation, due to fetal malformation. The diagnosis was made because of severe vaginal bleeding after delivery of the fetus and placenta. The uterine rupture was verified by ultrasound imaging. Early diagnosis led immediately to surgical intervention and resolution of this frightening obstetric complication.

Year

2014

Creators

Inocêncio, Gonçalo Romo, José Mexedo, Carlos Carinhas, Maria Rodrigues, Olinda

Colegio Radiologia

É com grande entusiasmo que a Direção do Colégio de Radiologia inaugura a página de notícias da revista da Sociedade Portuguesa de Radiologia e Medicina Nuclear – Acta Radiológica Portuguesa. Queremos, em primeiro lugar, agradecer à Sociedade Portuguesa de Radiologia e Medicina Nuclear a oportunidade concedida ao Colégio de Radiologia da Ordem dos Médicos de partilhar as suas preocupações e, desta forma, informar sobre os pareceres e decisões do atual mandato. Uma das preocupações que consome a atenção desta Direção, é o possível comprometimento da qualidade da formação pósgraduada dos médicos radiologistas.

Year

2014

Creators

Estevão, Amélia

Radiologia e Medicina Nuclear

As descobertas da radiaçao X (Roentgen, 1895) e da radioactividade (Becquerel, 1896) aconteceram praticamente na mesma altura. A radiologia e a medicina nuclear, como actualmente as conhecemos, devem a sua origem àquelas descobertas fundamentais e são hoje instrumentos imprescindíveis ao exercício da prática médica. Sendo quase gémeas pelo seu nascimento, partilham ainda outra característica de família: ambas se baseiam, essencialmente, na utilização de radiação ionizante. Apesar da evidente proximidade, também manifestada pela utilização da imagem como forma preferencial de expressão da sua informação diagnóstica, a radiologia e a medicina nuclear apresentam, no entanto, várias diferenças entre si que justificam a sua independência como especialidades médicas. Entre outros exemplos, são particularidades da medicina nuclear a utilização de fontes radioactivas não seladas (o que lhe dá excelente sensibilidade para a detecção de concentrações de substâncias a um nível extremamente baixo - nano ou pico molar), a sua orientação preferencial para o estudo de patologias ao nível das vias metabólicas, bem como uma intervenção terapêutica específica, baseada na administração de radiofármacos de elevada radioactividade.

Year

2014

Creators

Lima, João Pedroso

Rastreio do Cancro da Mama – Controvérsias

O rastreio do cancro da mama cujo inicio data dos anos 80 do século passado, tem sido alvo nos últimos anos de um ataque à sua realização nos moldes previamente estabelecidos pelas diferentes sociedades cientificas e organizações internacionais de Oncologia e Radiologia. Apesar de sete estudos randomizados comprovarem que o rastreio do cancro de mama salva vidas, reduzindo a mortalidade, consoante os estudos, entre 15 a 49% (embora esta redução seja superior nas mulheres mais idosas, do que nas mulheres de idade compreendida entre os 40-49 anos) o papel do rastreio está a ser posto em causa.

Year

2014

Creators

Ramos, Isabel

Mamografia Espectral de Contraste

A mamografia de contraste é uma aplicação recente possível com a mamografia digital directa, que utiliza contraste iodado endovenoso tendo como princípio a neovascularização induzida no cancro da mama, permitindo obter informação morfológica e funcional. Na mamografia espectral de contraste realiza-se uma aquisição simultânea com alta e baixa energia para cada incidência após administração de contraste iodado endovenoso. É depois feita uma imagem recombinada em que são realçadas as áreas que captam contraste. As potenciais aplicações desta técnica são o esclarecimento de lesões equívocas na mamografia, a deteção de lesões em mamas densas, a avaliação da extensão das lesões e da recorrência tumoral, podendo ter um papel determinante em doentes que não podem realizar ressonância magnética.

Year

2014

Creators

Martins, Inês Santiago Pereira, Inês Pacheco, Hugo Pisco Moutinho, Leonor

Tumores Vasculares da Mama

Os tumores vasculares da mama são raros. Anatomicamente, o tecido mamário situa-se entre as camadas anterior e posterior da fáscia peitoral superficial. As lesões localizadas superficialmente à fáscia peitoral anterior, na gordura subcutânea, têm origem extra- parenquimatosa; são as mais comuns e geralmente são benignas (hemangiomas, linfangiomas e angiolipomas). A maioria das lesões intra-parenquimatosas são malignas (angiossarcomas, hemangioendoteliomas e hemangiopericitomas) e podem ser primárias ou secundárias à radioterapia. Estas lesões podem manifestar-se com descoloração da pele, placas ou nódulos cutâneos e/ou uma massa palpável. Nesta revisão pictórica pretende-se descrever e ilustrar os achados imagiológicos dos tumores vasculares da mama em mamografia, ecografia mamária e RM mamária. Foram revistos os registos de anatomia patológica de 2008 a 2013 do IPO - Porto. Casos com histologias compatíveis com tumores vasculares da mama, e estudos imagiológicos disponíveis foram selecionados, dos quais: sete tumores vasculares benignos (5 hemangiomas, 1 linfangioma, 1 angiolipoma) e quatro tumores vasculares malignos (3 angiossarcomas, 1 hemangioendotelioma epitelióide). Os achados imagiológicos dos tumores vasculares da mama são habitualmente inespecíficos, mas são hipóteses a considerar em determinados contextos, como o de exposição prévia à RT ou na presença de alterações cutâneas associadas.

Year

2014

Creators

Vilaverde, Filipa Reis, Alcinda Leal, Conceição Santos, António Guimarães Aguiar, Ana Teresa

Colangiopancreatografia por Ressonância Magnética

A colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM) pode constituir uma alternativa à colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) no estudo da maioria das patologias das vias biliares e do pâncreas. Esta técnica é considerada o exame diagnóstico de escolha após uma CPRE inconclusiva, sendo igualmente útil no planeamento pré-cirúrgico e acompanhamento pós-cirúrgico. O artigo descreve os protocolos adequados à realização do exame com e sem uso de secretina, demonstra as características da anatomia normal e possíveis alterações congénitas (pâncreas divisum, quistos do colédoco, Santorinicelo e Wirsungocelo) e faz uma revisão das principais patologias benignas (coledocolitíase, síndrome de Mirizzi, colecistolitíase, estenoses ductais, pancreatite aguda e crónica) e malignas (colangiocarcinoma, carcinoma da vesícula biliar, tumores pancreáticos e ampuloma) que podem ser ilustradas na CPRM. São ainda descritas algumas limitações e potenciais artefactos desta técnica.

Year

2014

Creators

Cordeiro, Maria Clara Palas, João Matos, António Sousa, Marta Herédia, Vasco Camacho, Rui Ramalho, Miguel

Doenças Infeciosas do Rim – Revisão Pictórica

A pielonefrite aguda é o tipo de infeção renal mais frequente, no entanto, o rim pode ser afetado por vários outros processos infeciosos. Embora a avaliação imagiológica não seja necessária nos casos de pielonefrite não complicada, pode desempenhar um papel importante nos doentes de risco, nos que não respondem de modo adequado à terapêutica e naqueles com uma apresentação clínica atípica. A ecografia, embora pouco sensível nas fases iniciais da pielonefrite, é o exame de primeira linha por ser uma técnica acessível e não utilizar radiação ionizante. A tomografia computorizada (TC) é mais sensível que a ecografia, sendo considerado o método de referência na deteção de anomalias focais do parênquima renal, na avaliação da extensão da doença e suas complicações. A ressonância magnética (RM), incluindo estudo por difusão, é uma alternativa válida nos doentes em que a utilização de contraste iodado esteja contra-indicada bem como nas crianças e grávidas. Recorrendo a material iconográfico proveniente dos departamentos dos autores, é efetuada uma revisão pictórica das características imagiológicas (em ecografia e TC) de alguns processos infeciosos do rim, incluindo a pielonefrite aguda, a pionefrose, a pielonefrite enfisematosa, a pielonefrite xantogranulomatosa e a tuberculose renal.

Year

2014

Creators

Figueiredo, Ângela Andrade, Luísa Correia, Hugo Ribeiro, Nuno Branco, Rui Silva, Duarte

Colegio Radiologia

Foi com entusiasmo que aceitei o convite da Dra Amélia Estevão, presidente do Colégio Radiologia da Ordem dos Médicos (OM) para, neste espaço privilegiado de informação, dar-vos a conhecer aquela que consideramos a nossa maior contribuição para o futuro da Radiologia Portuguesa: a revisão do seu currículo de formação. A defesa e reconhecimento da qualidade em Radiologia é o principal âmbito de ação do Colégio, fato muitas vezes desconhecido. O Colégio é um órgão consultivo da OM e não pode, estatutariamente, interferir em assuntos laborais de outro âmbito.

Year

2014

Creators

Marques, Hugo

Perfuração da Vesícula Biliar – Rolling Stones

É apresentado o caso de uma mulher de 93 anos diagnosticada com colecistite aguda perfurada. No radiograma abdominal simples, observavam-se dois cálculos vesiculares em topografia pélvica, “caídos” da vesícula para o fundo de saco de Douglas, mimetizando leiomiomas uterinos calcificados. A condição descrita é rara e, caso não seja corretamente diagnosticada, pode condicionar complicações como abcessos, aderências intestinais, infertilidade ou dispareunia. É realizada uma breve revisão da literatura.

Year

2018

Creators

Nogueira, Miguel Figueiredo

Caracterização por RM das lesões do ovário hipointensas em T2

A avaliação de lesões anexiais indeterminadas em ecografia deve ser efectuada por Ressonância Magnética (RM). Em primeiro lugar, é fundamental a determinação da sua localização exacta, dado que os diagnósticos diferenciais e abordagem terapêutica são completamente distintos consoante o órgão de origem. Alguns sinais que podem auxiliar na determinação de origem ovárica são: presença de folículos e de parênquima ovárico normal em redor da lesão sem plano de clivagem (“embedded organ sign”); deformação do contorno do ovário pela lesão (“beak sign”); visualização de um pedículo vascular ou das veias gonádicas em continuidade com a lesão (“sinal do ligamento suspensor do ovário”); desvio dos vasos ilíacos lateralmente e dos ureteres pélvicos posterior ou póstero-lateralmente. A maioria das lesões do ovário têm componente quístico com elevado sinal em T2, sendo menos frequente a identificação de lesões hipointensas em T2. Existe uma ampla lista de diagnósticos diferenciais para lesões com hipossinal em T2, que inclui: lesões hemorrágicas (nomeadamente endometrioma), com componente de músculo liso (leiomioma), com tecido fibroso (fibroma, tecoma e cistadenofibroma) e tumores com celularidade mista (tumor de Brenner, “struma ovarii” e tumor de Krukenberg). De acordo com as recomendações da ESUR publicadas em 2017, é fundamental a sua avaliação em sequência de difusão com valor de b elevado. Quando nas sequências de b elevado estas lesões apresentam sinal baixo, tratam-se de lesões benignas, não sendo necessária investigação adicional. Por outro lado, quando demonstram sinal elevado ou intermédio é essencial a administração de contraste endovenoso, idealmente com estudo dinâmico.

Year

2018

Creators

Lima, Mariana Talina dos Santos

Abuso Físico na Criança: a Cintigrafia Óssea no Diagnóstico de Lesões Não Acidentais

Introdução: O abuso físico em crianças é um problema complexo que deve ser identificado e resolvido o mais rapidamente possível, numa abordagem multidisciplinar. As fraturas são um indicador muito forte de abuso, apesar de, maioritariamente, não causarem risco de vida. Assim, a imagiologia é crucial, uma vez que as fracturas são frequentemente ocultas, com sinais e sintomas difíceis de interpretar, e as crianças nem sempre têm capacidade de fornecer a história. A Cintigrafia óssea na suspeita de abuso físico em crianças surge em publicações desde os anos 80. Objectivo: Rever o papel da Cintigrafia óssea no abuso infantil. Discussão: A Cintigrafia óssea está incluída nas guidelines de abordagem de crianças vítimas de abuso em alguns países. No nosso país, o seu papel e a sua utilidade estão pouco divulgados. Estudos comparativos entre a Radiografia e a Cintigrafia óssea demonstraram que a cintigrafia foi o único método capaz de identificar lesões em 4 a 20% dos casos, para além de ajudar a esclarecer lesões equívocas na radiografia. Conclusão: Na suspeita clínica de abuso infantil, o método de eleição é a Radiografia do esqueleto. Contudo, concluímos que não existe um método ideal único e que a Radiografia e a Cintigrafia óssea apresentam um papel complementar, não competitivo. Propomos, assim, a realização regular da Cintigrafia óssea, quando a Radiografia não identifica qualquer lesão óssea, quando apresenta achados equívocos ou nos casos em que a determinação exata do número e da localização das lesões possa ter impacto legal.

Year

2019

Creators

Fernandes, Ana Faria, Teresa Oliveira, Ana Barata, Pedro Pereira, Jorge

Editorial

One year has now passed since the online submission and editing system was implemented, a further step was taken to index the main databases of medical journals. Starting with this issue, all articles published in Acta Radiológica Portuguesa will be available in English. Submission of the papers, as previously, may be done directly in English (without the Portuguese version), maintaining the possibility of submission in Portuguese. In this case, if the paper is accepted for publication, it will subsequently be translated into English by the Editorial Board of the Journal, according to the authors’ corrections. Thus, when submitting in English, the paper will be available only in that language and when submitting it in Portuguese, the two versions will be published, one in Portuguese and one in English. With this measure, we hope to maintain the national identity of the Journal and make international indexing easier. In view of the interest shown by a large number of Radiologists present at the last SPRMN Conference, the person responsible for the updating program in Mammary Imaging, Dr. José Carlos Marques, was invited for the authorship of the article of opinion in the present issue of the Journal.

Year

2018

Creators

Donato, Paulo

ARP Case Report nº 13: What is your diagnosis?

Presentation of the Case A 73-year-old woman who has been consulting the gynaecologist regarding persistent pelvic pain since last month. No other complaints including systemic symptoms or metrorrhagia. The ultrasound study showed a large pelvic tumour mass and it was not possible to determine the organ of origin. Values of Ca-125 are normal. Pelvic MRI was requested for additional characterization of the pelvic mass and to determine the organ of origin.

Year

2018

Creators

Silva, Ana Catarina