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REFLEXÕES SOBRE A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL A PARTIR DOS DISCURSOS DE FUNDAÇÃO DA LIGA DA DEFESA NACIONAL
Este artigo tem como objetivo problematizar a representação da identidade nacional, segundo os integrantes da Liga da Defesa Nacional, entre o final da I Guerra Mundial até a Revolução de 1930, a qual propõe um Projeto de Defesa, mas nele implicando um Projeto de Nação. Esta abordagem tem, como ponto de partida, os discursos proferidos por Olavo Bilac, na fundação da referida entidade, em 1916, identificando, neles, a tentativa da confluência de interesses, norteada pelo poeta, para um Projeto Nacional, baseado, inicialmente, no Serviço Militar Obrigatório, desdobrando-se em uma proposta de Instrução Primária (alfabetização) à população, como estratégias para a construção da identidade nacional. Tal Projeto tinha como objetivo propor a Unidade Nacional, por meio da centralização de Políticas de Estado pelo Governo Federal, objetivando a futura ocupação do espaço geográfico do país, conforme sua concepção própria de nacionalismo e cidadania. Em suma, procuraremos demonstrar, em nossa hipótese, que o objetivo em relação à fundação da Liga de Defesa Nacional, em 1916, era construir um projeto de modernização conservadora do Estado Brasileiro, momento em que os militares, juntamente com os civis, atuaram como Partido Militar, enquanto possibilidade histórica factual.
2022-12-06T14:05:49Z
OLIVEIRA, Tiago Siqueira de
A PARCERIA TRANS-PACÍFICO COMO UMA ESTRATÉGIA DE CONTENÇÃO DA CHINA
A presente intervenção visa discutir as relações entre Estados Unidos e China na Ásia-Pacífico e irá discorrer sobre a entrada dos Estados Unidos nas negociações da Trans-Pacific Partnership (TPP), em 2008. A complexa relação entre esses países faz necessária a discussão acerca sua interdependência econômica, as estratégias chinesas para a política internacional e as participações norte-americanas nos tratados de livre-comércio que abrangem a região. O foco da discussão na Parceria Trans-Pacífico se deve por esta se apresentar em muitos momentos, como o elemento chave na estratégica da administração Obama no objetivo de aprofundar o envolvimento norte americano na região do Pacífico. Os crescentes mercados na Ásia Pacífico já são os principais destinos para os produtos manufaturados dos Estados Unidos e estima-se que o grupo de países participantes do TTP é um mercado de grande significância para exportação de bens e serviços dos Estados Unidos. Assim, tem-se um panorama das perspectivas que podem ser aguardadas para as relações sino-americanas nos próximos anos.
2022-12-06T14:05:49Z
MATTOS, Gabriela Granço do AMARAL, Thais Caroline Lacerda
O ESGOTAMENTO DO SISTEMA MULTILATERAL DE COMÉRCIO: PERDA DE LEGITIMIDADE E DESAFIOS À GOVERNANÇA
Este artigo analisa a atual crise do Sistema Multilateral de Comércio, a partir da percepção de que houve um aumento significativo no número de Acordos Preferenciais de Comércio (APCs) assinados entre seus Estados membros. Questiona-se, a partir disso, se a Organização Mundial de Comércio – OMC, principal organismo regulatório do sistema multilateral, poderá superar os obstáculos que se colocam ao seu desenvolvimento, uma vez que os APCs além de regularem temas intocados pela organização têm criado mecanismos próprios, como, por exemplo, para solução de controvérsias. O aumento da complexidade das relações econômicas e comerciais explica, portanto, a crise do sistema e sua consequente perda de legitimidade. Está em curso um processo de esvaziamento institucional da OMC. Neste contexto, faz-se necessário também avaliar as consequências da atual conjuntura do comércio aos interesses do Brasil.
2022-12-06T14:05:49Z
NONATO, Luiza Gimenez
DÉFICITS PREVIDENCIÁRIOS: PARA A INCLUSÃO DE MATO GROSSO NO DEBATE
Este trabalho introduz análise sobre a questão do déficit da Previdência dos servidores do estado de Mato Grosso no período de 2001 a 2011 como variável da questão social. Ajustes de gestão dos fundos orçamentários, assim como a tentativa de centralização dos fundos dos Poderes Legislativo e Judiciário, Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público que poderiam aderir gradualmente, mesmo com liberalidade, não ocorreram. As disputas pelo fundo previdenciário contemplam a realidade do estado na questão social, ou seja, instrumentaliza a desigualdade. A visão crítica do real que busca compreender como o Estado subsume-se às orientações capitalistas em que o real não é o real aparente e os déficits se incluem nesse real produzido, ou seja, é um produto dos homens, por isso, histórico. Submisso ao capital, o Estado traduz-se na manutenção da desigualdade e no comprometimento do processo de cidadania plena. Portanto, teima em submeter o social sob uma realidade de ficção substantiva em que se descreve sob um quadro teórico em que se insere no jogo do mercado proposto pelo neoliberalismo.
2022-12-06T14:05:49Z
VIANA, Nelson Corrêa
NO RUÍDO DO MUNDO
O artigo analisa o consumo de drogas a partir de observações e entrevistas em um centro de reabilitação no oeste paulista. Trabalha com a hipótese de que o uso de drogas não pode ser concebido apenas como respostas coletivas a carências, mas ele expressa um ordenamento contemporâneo mais abrangente que atua dentro de uma funcionalidade niilista no qual a droga é uma de suas manifestações. Demonstra-se essa perspectiva através de atividades rotineiras que visam formar indivíduos para o trabalho.
2022-12-06T14:05:49Z
MORALES, Lúcia Arrais
STANDING, GUY. THE PRECARIAT: THE NEW DANGEROUS CLASS. BLOOMBURY ACADÉMIC: LONDRES, 2011
A presente resenha consiste em um trabalho analítico e contextual da mais recente publicação de Guy Standing “The Precariat: the new dangerous class”, publicado em 2011. Guy Standing tem um vasto currículo, foi eleito em 2009 para Professor Permanente na Academia das Ciências Sociais do Reino Unido; é professor de Estudos e Desenvolvimento na Escola de Estudos Orientais e Africanos (SOAS) da Universidade de Londres; também atuou de 1999 a 2006, no Programa de Segurança Socioeconômico da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
2022-12-06T14:05:49Z
CUNHA, Yuri Rodrigues da
Ensaio Autoral
“Resolvi, há 12 anos, passear pelas ruas da cidade onde moro, munido de uma câmera como se fosse um caderno de anotações, registrando as minhas impressões sobre a arquitetura. Adotei o preto e branco por pensar que somente assim traduziria em fotos a cidade da forma como eu a "via" ou imaginava. Esse recurso foi uma espécie de fuga da realidade para encontrar uma Marília que somente existe nos meus devaneios. Feita de luz e sombra, de contrastes de vários tipos, a "minha" Marília é simples, nostálgica, silenciosa, em preto e branco e, quase sempre, através de uma pequena Leica. Hoje, porém, tento encontrar essa cidade com uma câmera digital. Andar pela cidade como um pedestre, por suas ruas e avenidas, dobrando esquinas, vencendo quarteirões, na velocidade dos passos, no tempo de um passeio, observando os detalhes, pode ser um ótimo exercício para o nosso olhar. Sem horário a cumprir, ou mesmo algum lugar para chegar, sentimos o urbano de outra forma. Uma cidade imaginária aparece.”
2022-12-06T14:05:49Z
SAMPAIO, Marcelo
Apresentação
É com imensa satisfação que nós, membros da Equipe Editorial da Revista Aurora, publicamos mais esta Edição Especial. A revista se mantém coordenada, gerida e editada pelo corpo discente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia e Ciências, Campus de Marília, desde sua criação – segundo semestre de 2007. Esta edição está organizada em quatro seções: Entrevista, Dossiê, Miscelânea e Seção Especial, nas quais, buscou-se criar e articular espaços de discussões sobre temas clássicos e contemporâneos das Ciências Humanas. Trata-se de uma revista interdisciplinar que busca estabelecer unidade entre as quatro linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais – Linha 1: Pensamento Social e Políticas Públicas; Linha 2: Cultura, Identidade e Memória; Linha 3: Determinações do Mundo do Trabalho; Linha 4: Relações Internacionais e Desenvolvimento.
2022-12-06T14:05:49Z
Aurora, Conselho Executivo, Editor da Revista
Virginia Fontes
Entrevista: Marcelo Lira Silva
2022-12-06T14:05:49Z
SILVA, Marcelo Lira
A VERDADE EM HEGEL E EM MARX
O que é a verdade? Há uma verdade ou muitas? A verdade é absoluta ou relativa? Hegel e Marx proporcionam através de suas obras respostas a essas questões. As posições hegeliana e marxista orientam-se pela abordagem dialética segundo a compreensão de cada um. Tanto em Hegel quanto em Marx a verdade situa-se na relação sujeito-objeto. O esforço de ambos é resolver a dicotomia sujeito-objeto através do conceito de processo que remete à historicidade do real. No entanto, fica evidente neles que a resolução não se realiza senão através de passagem do sujeito pelo objeto (Hegel) e do objeto pelo sujeito (Marx). Desse modo a verdade em Hegel e em Marx deve ser compreendida como uma construção contínua enquanto exercício da liberdade (Hegel) e atividade eminentemente social (Marx).
2022-12-06T14:05:49Z
NOVELLI, Pedro Geraldo Aparecido
A NATUREZA DA GUERRA E AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS EM JEAN-JACQUES ROUSSEAU
Objetiva-se com este breve Ensaio recompor o fio epistemológico que existe na obra de Jean-Jacque Rousseau, de tal forma a articular o complexo categorial que é constituído a partir da totalidade de sua obra. Portanto, buscar-se-á expor o quadro-conceitual rousseauniano a partir de uma visão de totalidade, na qual as categorias são partejadas a partir da abertura de múltiplos processos sócio-culturais e político-econômicos que se relacionam em uma perspectiva de unidade de contrários. Desta forma, partir-se-á da concepção de guerra e de paz, que aparecem em sua obra Princípios do Direito de Guerra, como forma de se expor os fundamentos e a natureza das instituições públicas, que viriam a constituir o arranjo político-institucional do Estado Moderno. Destarte, a análise determina-se a partir de processos particulares da estrutura interna do Estado Moderno, todavia, articulada com as determinações, objetivas e subjetivas, que se determina de forma universal, no âmbito externo.
2022-12-06T14:05:49Z
SILVA, Marcelo Lira
O LEGADO FREUDIANO NA DIALÉTICA DO ESCLARECIMENTO: A IMPORTÂNCIA DA MEMÓRIA NOS PLANOS ONTOGENÉTICO E FILOGENÉTICO
O presente artigo busca demonstrar em que medida as indicações freudianas sobre a articulação entre os planos ontogenético e filogenético foram levadas a cabo por Max Horkheimer e Theodor Adorno em a Dialética do Esclarecimento. Para tal, se empenhou em reconstruir grande parte dos argumentos da Dialética do Esclarecimento, evidenciando a importância da memória na obra. Essa reconstrução foi amparada pelos conceitos freudianos ligados à memória (repetir, recalcar e elaborar), uma vez que a psicanálise é uma das influências teóricas dos escritos frankfurtianos. As conclusões indicam a conformação do plano filogenético sobre o plano ontogenético, sendo que ambos passam por processos semelhantes no que se refere à formação do Eu. A memória apareceria em Freud e Adorno e Horkheimer, correlativamente, como sendo repetição - recalque – reelaboração, correspondendo, cada uma dela, às estruturas do Eu.
2022-12-06T14:05:49Z
CORDEIRO, Veridiana Domingos
DO BEM COMUM DA VISÃO PLATÔNICO-ARISTOTÉLICA À LÓGICA HOBBESIANA DO CONTRATO SOCIAL (DA ORDEM MECÂNICA DA MATÉRIA À ORDEM FINAL DA VONTADE)
Detendo-se na investigação dos dois grandes modelos que caracterizam o pensamento político, a saber, o modelo clássico (grego ou aristotélico) e o modelo jusnaturalista (hobbesiano), o artigo em questão, distinguindo no âmbito daquele as teorias idealistas e realistas, empreende uma abordagem que, nas fronteiras deste último, sublinha desde a questão que envolve "Como nasceu o Estado?", proposta pela perspectiva historicista (paradigma aristotélico), que traz como fundamento o homem como "animal político", até a leitura racionalista (parâmetro hobbesiano), que acena com o problema "Por que existe o Estado?", identificando o homem como um ser naturalmente antissocial, salientando que, se o bem comum determina a visão platônico-aristotélica, a leitura hobbesiana instaura uma lógica que emerge através do contrato social e assinala a tendência natural da autopreservação como fundamento da ação humana, consistindo, em suma, na transição da ordem mecânica da matéria à ordem final da vontade.
2022-12-06T14:05:49Z
ROSA, Luiz Carlos Mariano da
PEQUENA CRÍTICA A UM GRANDE PREJUÍZO: TOTALIDADE E CLASSE SOCIAL CONTRA REDUCIONISMO CULTURAL NAS ANÁLISES DO EZLN
O Exército Zapatista de Libertação Nacional surge num momento enigmático: auge da devassa neoliberal sobre os países de capitalismo subordinado, que teve justamente como ideologia a afirmação de que não mais haveria espaços para os conflitos sociais; e demostrando justamente o caráter ideológico desta afirmação emergem as análises reducionistas sobre o movimento; assim tentaremos fazer aqui uma contraposição a tal lógica.
2022-12-06T14:05:49Z
ANJOS, Diego Marques Pereira dos
O TRABALHO NA SOCIEDADE INDUSTRIAL: UM BREVE ENTENDIMENTO DA RACIONALIZAÇÃO DO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA
A Revolução Industrial é o momento pelo qual a indústria começa a se postar no mundo do trabalho, tendo a criação e inserção da máquina no processo produtivo como o maior elemento de transformação das relações de produção. Este trabalho tem como objetivo abordar um pouco do complexo que é a sociedade industrial, centrando-nos naquilo que tange ao modo de produção que a caracteriza. Neste estudo foram utilizadas obras de diversos autores que trataram do trabalho industrial e das relações que decorrem deste. Além das mudanças ocorridas nas ferramentas de trabalho, também é a partir da prevalência da classe burguesa que são instituídas mais intrincadas racionalizações do trabalho, o que acaba por alterar necessariamente as relações sociais. Dentro deste processo, os Estados Unidos da América tem papel de destaque, principalmente no século XX. A partir disto, pode-se verificar os impactos das transformações trazidas pelo trabalho industrial, tanto no processo produtivo quanto no trabalhador.
2022-12-06T14:05:49Z
MARCHI, Guilherme Sávio
UMA ANÁLISE SOBRE A CONCEPÇÃO ATUAL DE CIDADANIA
O artigo analisa algumas características da concepção atual de cidadania. Com essa finalidade, num primeiro momento, discute-se a concepção clássica de cidadania formulada pelo autor inglês Thomas H. Marshall para, posteriormente, abordar a análise crítica de Décio Saes a respeito da formulação marshalliana, bem como a dinâmica da instauração da cidadania nas relações capitalistas. Por fim, a análise incide sobre os processos políticos e sociais que culminaram na nova concepção de cidadania a partir dos anos 1990 no Brasil, que se configurou num processo de desresponsabilização do Estado frente aos problemas sociais.
2022-12-06T14:05:49Z
SILVA, Luana Maria de ANDRADE, Simone da Conceição
DIREITO AO NÃO TRABALHO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ENQUANTO PRESSUPOSTO PARA O DESENVOLVIMENTO MENTAL E FÍSICO
O presente estudo teve por objetivo a apresentação dos aspectos históricos dos Direitos da Criança e do Adolescente no plano internacional e nacional com ênfase no trabalho infantil em contraponto com o direito ao lazer. Abordou-se a influência do processo evolutivo obtido pelo Direito Internacional no direito do menor no Brasil, trazendo à discussão suas principais características e sua legislação, propondo meios que assegurem estes direitos, partindo do princípio da proteção integral em especial na fase de desenvolvimento psicológico e físico da criança e do adolescente. No Brasil, verificou que as crianças e os adolescentes estão no mercado de trabalho por necessidade ou por não terem outra opção de utilização do tempo livre. Constatou-se que no presente momento, o trabalho da criança e do adolescente no Brasil se apresenta de forma indigna e desumana, em razão dos mais variados fatores. Verificou-se que a efetividade do Direito ao não Trabalho da criança e do adolescente é dever da família, da sociedade e do Estado, estes devem atuar para que a valorização do estudo, do desenvolvimento intelectual e físico, de forma que a prática de atividades divertidas e descompromissadas façam parte do cotidiano.
2022-12-06T14:05:49Z
OLIVEIRA, Marcela Andresa Semeghini PEREIRA, Lourival José de
A GESTÃO DO PATRIMÔNIO DOCUMENTAL ARQUIVÍSTICO EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS: CONSIDERAÇÕES SOBRE UMA EFICAZ FISCALIZAÇÃO
O objetivo do presente trabalho gira em torno da compreensão dos mecanismos de controle em relação à gestão do patrimônio documental. Utilizou-se como procedimento metodológico a pesquisa teórica. Assim, a partir da análise do patrimônio documental como categoria do patrimônio cultural utilizamos como fundamentação teórico-metodológica a Constituição Federal de 1988, a Lei de Arquivos, a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de textos de autores que tratam a respeito do conceito e da gestão do patrimônio cultural, a fim de obtermos um aprofundamento teórico sobre a temática tratada. Verificou-se, com a análise dos textos legais e científicos, a ausência fiscalizadora de caráter preventivo por parte dos administradores públicos em relação ao patrimônio documental. Dessa forma, percebeu-se a necessidade de uma eficaz fiscalização dos atos exercidos no sentido de uma preservação e gestão dos documentos públicos. Partindo do pressuposto de que o Tribunal de Contas é o órgão público responsável pela fiscalização das normas contábeis, fiscais, orçamentárias e ambientais, concluímos que a ele também se atribuiria a competência de fiscalizar o cumprimento das normas relativas à proteção e gestão do patrimônio documental arquivístico.
2022-12-06T14:05:49Z
MARTINS, Aline Elis ARBOIT, Rúbia
DUAS CRÍTICAS À DOMINAÇÃO MODERNA: GIORGIO AGAMBEN E DOMENICO LOSURDO
Este artigo analisa obras de Giorgio Agamben e Domenico Losurdo, apontando aspectos comuns à compreensão crítica da dominação moderna.
2022-12-06T14:05:49Z
SOUZA, Angelita Matos
Ensaio Autoral
Natural de Lins/SP, iniciou sua carreia em 2007, durante a graduação em Filosofia na UNESP de Marília/SP, onde reside atualmente. Com mais de 40 exposições pelo interior paulista, faz parte da equipe de colaboradores da Café Espacial. Já organizou saídas fotográficas, ministrou cursos e oficinas de fotografia em projetos do Governo do Estado de São Paulo e no Laboratório de Fotografia da UNESP. Em 2010 deu início ao projeto de arte urbana Cola Aqui, que chega em sua quinta edição com a articulação de mais 100 artistas de 30 países. O olhar autoral em todos os seus trabalhos se dá pela fotografia não ser apenas seu modo de ver as coisas, mas de senti-las.
2022-12-06T14:05:49Z
MELLO, Paula