RCAAP Repository
Association of pre and intraoperative variables with postoperative complications in coronary artery bypass graft surgery
OBJECTIVE: To associate the pre- and intraoperative variables with postoperative complications of patients undergoing coronary artery bypass graft surgery. METHODS: The pre- and intraoperative risk factors of individuals of both genders with diagnosis of coronary insufficiency undergoing coronary artery bypass graft have been studied. RESULTS: Fifty-eight individuals with median age 62 ± 10 year-old were included in the study, 67% of whom were male. Fourteen (24.1%) patients were smokers, 39 (67.2%) had previous myocardial infarction history, 11 (19%) had undergone coronary angioplasty, 74% had hypertension, 27% had diabetes mellitus, 64% had dyslipidemia and 15.5% had chronic obstructive pulmonary disease. Eighteen (31%) patients presented postoperative complications, most frequent being: infection in surgical incision, difficulties in deambulation, dyspnea, urinary infection and generalized weakness. Male patients had fewer complications than females (P=0.005). Patients with chronic obstructive pulmonary disease remained hospitalized for longer time periods (P=0.019). Postoperative complications occurred in 50% of the patients with creatinine increased, while only 27.1% of the patients with normal value of creatinine had complications (P=0.049). In addition, complications occurred in 50% of the patients with diabetes mellitus, while only 23.8% of patients without diabetes mellitus had complications (P=0.032). The intraoperative factors showed no statistically significant differences. CONCLUSION: The preoperative factors are associated with postoperative complications in patients undergoing coronary artery bypass graft surgery.
2013
Gimenes,Camila Barrile,Silvia Regina Martinelli,Bruno Ronchi,Carlos Fernando Arca,Eduardo Aguilar Gimenes,Rodrigo Okoshi,Marina Politi Okoshi,Katashi
Development of cardioplegic solution without potassium: experimental study in rat
INTRODUCTION: Myocardial preservation during open heart surgeries and harvesting for transplant are of great importance. The heart at the end of procedure has to resume its functions as soon as possible. All cardioplegic solutions are based on potassium for induction of cardioplegic arrest. OBJECTIVE: To assess a cardioplegic solution with no potassium addition to the formula with two other commercially available cardioplegic solutions. The comparative assessment was based on cytotoxicity, adenosine triphosphate myocardial preservation, and caspase 3 activity. The tested solution (LIRM) uses low doses of sodium channel blocker (lidocaine), potassium channel opener (cromakalin), and actin/myosin cross bridge inhibitor (2,3-butanedione monoxime). METHODS: Wistar rats underwent thoracotomy under mechanical ventilation and three different solutions were used for "in situ" perfusion for cardioplegic arrest induction: Custodiol (HTK), Braile (G/A), and LIRM solutions. After cardiac arrest, the hearts were excised and kept in cold storage for 4 hours. After this period, the hearts were assessed with optical light microscopy, myocardial ATP content and caspase 3 activity. All three solutions were evaluated for direct cytotoxicity with L929 and WEHI-164 cells. RESULTS: The ATP content was higher in the Custodiol group compared to two other solutions (P<0.05). The caspase activity was lower in the HTK group compared to LIRM and G/A solutions (P<0.01). The LIRM solution showed lower caspase activity compared to Braile solution (P<0.01). All solutions showed no cytotoxicity effect after 24 hours of cells exposure to cardioplegic solutions. CONCLUSION: Cardioplegia solutions without potassium are promised and aminoacid addition might be an interesting strategy. More evaluation is necessary for an optimal cardioplegic solution development.
2013
Reichert,Karla Carmo,Helison Rafael Pereira do Lima,Fany Torina,Anali Galluce Vilarinho,Karlos Alexandre de Souza Oliveira,Pedro Paulo Martins de Silveira Filho,Lindemberg Mota Severino,Elaine Soraya Barbosa de Oliveira Petrucci,Orlando
Revascularização cirúrgica do miocárdio com versus sem circulação extracorpórea: O que mostram as evidências?
A proposta da revascularização do miocárdio sem emprego da circulação extracorpórea visa à diminuição da morbimortalidade decorrente dos potenciais efeitos deletérios da circulação extracorpórea. Todavia, embora a maioria dos estudos demonstre que a revascularização sem circulação extracorpórea é factível e forneça resultados similares à operação com circulação extracorpórea, no que se refere à morbimortalidade hospitalar, e pode mesmo diminuir a incidência de alguns eventos, sua eficácia a médio e longo prazo tem sido questionada. Alguns estudos demonstram menor sobrevida em pacientes submetidos à revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea, levantando a hipótese de que a revascularização incompleta e/ou a pior evolução dos enxertos realizados na operação sem circulação extracorpórea em comparação à operação com circulação extracorpórea, observadas em alguns estudos, seriam responsáveis por essa evolução desfavorável.
2013
Rodrigues,Alfredo José Évora,Paulo Roberto Barbosa Tubino,Paulo Victor Alves
Nursing assistance at the hospital discharge after cardiac surgery: integrative review
The study aimed to analyze the available evidence in the literature on nursing care in the hospital post-cardiac surgery. Data were collected from electronic databases LILACS, SciELO, MEDLINE, via DeCS thoracic surgery, hospital, nursing care, in the period 2001 to 2011. Ten articles were selected that showed the need to develop a plan of nursing discharge focusing on prevention of complications and coping with physical limitations resulting from heart surgery. Thus, the discharge should be considered from the time of admission, with carefully planned actions involving patient and family.
2013
Jesus,Daniela Fraga de Marques,Patrícia Figueiredo
Antropometria e fatores de risco cardiovascular
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2011
Silva,Mariana Lerch Belomé da Zortéa,Karine
Escore de risco GRACE versus escore de risco TIMI
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2011
Rossi,Luiza Rosa,Eduardo Maffini da Guerra,Marina Bertoni
Caso 1/2011 - mulher de 74 anos, com dipneia súbita e colecisitite aguda 5 dias após infarto agudo do miocárdio sem lesões coronárias críticas
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2011
Moraes,Ricardo Casalino Sanches de Mangili,Leonardo Celeste Benvenuti,Luiz Alberto
Síndrome de Heyde: relato de caso e revisão da literatura
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2011
Figuinha,Fernando Côrtes Remisio Spina,Guilherme Sobreira Tarasoutchi,Flávio
Avaliação intraoperatória e planejamento cirúrgico na cardiomiopatia hipertrófica
Paciente de 45 anos do sexo masculino, com diagnóstico de cardiomiopatia hipertrófica septal assimétrica, tendo sido submetido a implante de cardiodesfibrilador no passado. Apesar do tratamento clínico otimizado, evoluiu com progressiva deterioração clínica suscitando tratamento invasivo. Entretanto, não havia gradiente importante na via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE) ao ecocardiograma de repouso e o teste provocativo com dobutamina foi inconclusivo por não atingir a frequência cardíaca preconizada. A avaliação intraoperatória com ecocardiograma transesofágico em uso de isoproterenol foi fundamental no diagnóstico de obstrução da VSVE. A miectomia septal foi realizada com sucesso e o paciente apresentou boa evolução pós-operatória.
2011
Garcia,Maria Fernanda Maretti A Otto,Maria Estefânia B Vieira,Núbia Welerson Santos,Linda Maria B. C Souza,Juliana Ascensão de Atik,Fernando Antibas
Triagem pré-participação do atleta jovem: é essa a hora para um consenso?
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2011
Peidro,Roberto Froelicher,Victor Stein,Ricardo
Abordagem otimizada na ressuscitação cardiocerebral
A ressuscitação cardiocerebral (RCC) é uma nova abordagem à ressuscitação de pacientes com parada cardíaca fora do hospital (PCFH). O primeiro componente principal da RCC são as compressões torácicas contínuas (CTC), também chamadas de RCP com compressões torácicas isoladas ou "RCP somente com compressões torácicas" ("Hands-only" CPR), recomendadas como parte da RCC por todos os observadores que testemunhem um colapso súbito de origem presumidamente cardíaco. O segundo componente é um novo algoritmo de tratamento de Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) para Serviços Médicos de Emergência (SME). Esse algoritmo enfatiza compressões torácicas ininterruptas a despeito de outros procedimentos contínuos como parte do esforço de resgate. Um terceiro componente foi recentemente adicionado à RCC, e é o cuidado agressivo pós-ressuscitação. A RCC tem aumentado a participação de testemunhas e tem melhorado as taxas de sobrevivência em varias comunidades. Essa é a hora para outras comunidades re-examinarem seus próprios desfechos com parada cardíaca e considerar a possibilidade de se juntar a essas cidades e comunidades que dobraram e até mesmo triplicaram as suas taxas de sobrevivência de PCFH.
2011
Kern,Karl B. Timerman,Sergio Gonzalez,Maria Margarita Ramires,José Antônio
Estenose aórtica supravalvar em adulto com anomalia de vasos da base e insuficiência aórtica
A estenose aórtica supravalvar é uma rara cardiopatia congênita, bastante incomum em adultos. Apresentamos um caso de estenose aórtica supravalvar em adulto com anomalia de vasos do arco aórtico, já com presença de insuficiência aórtica importante, tratado com êxito por meio de plastia da aorta ascendente e troca valvar aórtica.
2013
Valente,Acrisio Sales Alencar,Polyanna Santos,Alana Neiva Lobo,Roberto Augusto de Mesquita Mesquita,Fernando Antônio de Guimarães,Aloyra Guedis
Use of a stent-graft and vascular occlude to treat primary and re-entry tears in a patient with a Stanford type B aortic dissection
Thoracic endovascular aortic repair for aortic dissections is recognized as an effective treatment. We herein report the case of a 72-year-old male with a Stanford type B aortic dissection. A stent-graft and double-disk vascular occluder was used to repair the primary and re-entry tears, respectively. At 3 month postoperatively, computed tomographic angiography revealed no endoleaks, the stent-graft and vascular occluder to be in optimal positions, the false lumen was almost completely thrombosed, and the visceral arteries were patent. This case illustrates that it is feasible to treat re-entry tears with a vascular occluder after primary proximal stent-graft repairs.
2013
Shi,Huihua Lu,Min Jiang,Mier
Terminal right coronary artery fistula to right ventricle
No summary/description provided
2013
Evora,Paulo Roberto B. Bassetto,Solange Rodrigues,Alfredo J.
EuroSCORE II e a importância de um modelo local, InsCor e o futuro SP-SCORE
Introdução: O modelo mais utilizado para predição de mortalidade em cirurgia cardíaca foi recentemente remodelado, mas dúvidas referentes à sua metodologia e desenvolvimento têm sido relatadas. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar o desempenho do EuroSCORE II na predição de mortalidade em pacientes submetidos a cirurgia de coronária e/ou valva na instituição. Métodos: Mil pacientes, operados consecutivamente de coronária e/ou valva, entre outubro de 2008 e julho de 2009, foram analisados. O desfecho de interesse foi mortalidade intra-hospitalar. A calibração foi realizada pela correlação entre mortalidade esperada e observada por meio do teste de Hosmer Lemeshow. A discriminação foi calculada pela área abaixo da curva ROC. O desempenho do EuroSCORE II foi comparado com os modelos EuroSCORE e InsCor (modelo local). Resultados: Na calibração, o teste de Hosmer Lemeshow foi inadequado para o EuroSCORE II (P=0,0003) e bom para os modelos EuroSCORE (P=0,593) e InsCor (P=0,184). No entanto, na discriminação, a área abaixo da curva ROC para o EuroSCORE II foi de 0,81 [IC 95% (0,76-0,85), P<0,001]; para o EuroSCORE foi de 0,81 [IC 95% (0,77-0,86), P<0,001] e para o InsCor foi de 0,79 [IC 95% (0,74-0,83), P<0,001], revelando-se adequada para todos. Conclusão: O EuroSCORE II se tornou mais complexo e, à semelhança com a literatura internacional, mal calibrado para predizer mortalidade nos pacientes operados de coronária e/ou valva em nosso meio. Esses dados reforçam a importância do modelo local.
2014
Lisboa,Luiz Augusto Ferreira Mejia,Omar Asdrubal Vilca Moreira,Luiz Felipe Pinho Dallan,Luís Alberto Oliveira Pomerantzeff,Pablo Maria Alberto Dallan,Luís Roberto Palma Massoti,Maria Raquel B. Jatene,Fabio B.
Uso do EuroSCORE como preditor de morbidade no pós-operatório de cirurgia cardíaca
Objetivo: Avaliar o uso do EuroSCORE como preditor de morbidade no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Métodos: Foram analisados, retrospectivamente, os prontuários de 900 pacientes operados no Real Hospital Português do Recife e admitidos na unidade de terapia intensiva pós-operatória. Foram incluídos todos os pacientes com prontuários completos, sendo excluídos aqueles que foram a óbito no transoperatório, submetidos a transplante ou a correção de cardiopatia congênita. Foi avaliado o desenvolvimento de infecção respiratória, acidente vascular cerebral e insuficiência renal dialítica, sendo o EuroSCORE comparado em relação às três complicações, usando-se o teste de Mann-Whitney. A calibração do modelo para predição das morbidades estudadas foi avaliado com o teste de ajuste de bondade de Homer-Lemeshow. A acurácia do modelo foi avaliada utilizando-se a área sob a curva ROC (ASROC). Resultados: O modelo apresentou boa calibração na predição de infecção respiratória, insuficiência renal dialítica e acidente vascular cerebral (P=0,285; P=0,789; P=0,45, respectivamente), tendo boa acurácia para infecção respiratória (ASROC=0,710 e P<0,001) e insuficiência renal dialítica (ASROC=0,834 e P<0,001) e sem acurácia para acidente vascular cerebral (ASROC=0,519). Os pacientes de alto risco apresentaram maior chance de desenvolver infecção respiratória (OR=9,05; P<0,001) e insuficiência renal dialítica (OR=39,6; P<0,001). A probabilidade de desenvolver infecção respiratória e insuficiência renal dialítica foi de menos de 10% com EuroSCORE até 7 e de mais de 70% com EuroSCORE maior que 15. Conclusão: O EuroSCORE mostrou-se um bom preditor das principais morbidades pós-operatórias em cirurgia cardíaca: infecção respiratória e insuficiência renal dialítica.
2014
Andrade,Isaac Newton Guimarães Moraes Neto,Fernando Ribeiro de Andrade,Tamirys Guimarães
Surgical treatment of aortic valve endocarditis: a 26-year experience
Objective: We have retrospectively analyzed the results of the operations made for aortic valve endocarditis in a single center in 26 years. Methods: From June 1985 to January 2011, 174 patients were operated for aortic valve endocarditis. One hundred and thirty-eight (79.3%) patients were male and the mean age was 39.3±14.4 (9-77) years. Twenty-seven (15.5%) patients had prosthetic valve endocarditis. The mean duration of follow-up was 7.3±4.2 years (0.1-18.2) adding up to a total of 1030.8 patient/years. Results: Two hundred and eighty-two procedures were performed. The most frequently performed procedure was aortic valve replacement with mechanical prosthesis (81.6%). In-hospital mortality occurred in 27 (15.5%) cases. Postoperatively, 25 (14.4%) patients had low cardiac output and 17 (9.8%) heart block. The actuarial survival rates for 10 and 15 years were 74.6±3.7% and 61.1±10.3%, respectively. In-hospital mortality was found to be associated with female gender, emergency operation, postoperative renal failure and low cardiac output. The long term mortality was significantly associated with mitral valve involvement. Male gender was found to be a significant risk factor for recurrence in the follow-up. Conclusion: Surgery for aortic valve endocarditis has significant mortality. Emergency operation, female gender, postoperative renal failure and low cardiac output are significant risk factors. Risk for recurrence and need for reoperation is low.
2014
Adademir,Taylan Tuncer,Eylem Yayla Tas,Serpil Donmez,Arzu Antal Polat,Ebru Bal Tuncer,Altug
IL-10 and ET-1 as biomarkers of rheumatic valve disease
Objective: To evaluate the immunological profile and gene expression of endothelin-1 (ET-1) in mitral valves of patients with rheumatic fever originated from a reference service in cardiovascular surgery. Methods: This was a quantitative, observational and cross-sectional study. Thirty-five subjects (divided into four groups) participated in the study, 25 patients with chronic rheumatic heart disease and ten control subjects. The mean age of the sample studied was 34.5 years. Seventeen of them (48.58%) were male and 18 (51.42%) were female. Inflammatory cytokines (TNF-α, IL-4 and IL-10) were measured and ten mitral valves of patients who underwent first valve replacement were collected for determination of gene expression of endothelin-1 by real time PCR. Results: Among the groups studied (patients vs. controls), there was a statistically significant difference in IL-10 levels (P=0.002), and no differences in other cytokines. Expression of endothelin-1 was observed in 70% of samples. Quantitatively, average of ET-1 expression was 62.85±25.63%. Conclusion: Inflammatory cytokine IL-10 participates in the maintenance of chronicity of rheumatic fever in patients who underwent valve replacement and those who are undergoing medical treatment. The expression of endothelin-1 in heart valve lesions in patients undergoing mitral valve replacement confirms its association with inflammatory activity in rheumatic fever.
2014
Leão,Sydney Correia Lima,Maria Regina Menezes Nascimento,Hertaline Menezes do Octacilio-Silva,Shirlei Rodrigues,Tania Maria de Andrade
Terapia de ressincronização cardíaca em pacientes com cardiomiopatia chagásica crônica: seguimento de longo prazo
Introdução: A doença de Chagas é a maior causa de miocardiopatia e morte súbita em nosso país. Apresenta alta mortalidade quando seus portadores evoluem para classe funcional IV da New York Heart Association (NYHA). Objetivo: O objetivo deste trabalho é analisar a evolução clínica dos pacientes portadores de cardiomiopatia chagásica com insuficiência cardíaca avançada e terapia farmacológica otimizada submetido a terapia de ressincronização cardíaca. Métodos: Entre janeiro de 2004 e fevereiro de 2009, 72 pacientes com cardiomiopatia chagásica em classe funcional III e IV da NYHA foram submetidos à terapia de ressincronização cardíaca e acompanhados para avaliar sua evolução clínica. Para comparar a mesma variável em dois momentos diferentes utilizamos o Teste t pareado ou o Teste de Wilcoxon. Um valor de P<0,05 foi estabelecido como estatisticamente significante. Resultados: O acompanhamento clínico médio foi de 46,6 meses (variando de 4 a 79 meses). Ao final do seguimento, 87,4% dos pacientes estavam em classe funcional I ou II da NYHA (P<0,001). Houve resposta à terapia em 65,3% dos pacientes (P<0,001), com mortalidade total de 34,7%. Conclusão: Nos pacientes com cardiomiopatia chagásica crônica submetidos à terapia de ressincronização cardíaca, encontramos as seguintes alterações estatisticamente significativas: melhora da classe funcional segundo NYHA; melhora da fração de ejeção do ventrículo esquerdo; diminuição do diâmetro sistólico final e volume sistólico final do ventrículo esquerdo e maior sobrevida destes pacientes.
2014
Araújo,Edgard Ferreira de Chamlian,Eduardo Gregório Peroni,Alexey Pomares Pereira,Wilson Lopes Gandra,Sylvio Matheus de Aquino Rivetti,Luiz Antonio
Avaliação de aspectos da qualidade de vida em pacientes pós-implante de marca-passo cardíaco
Objetivo: Avaliar aspectos da qualidade de vida em pacientes pós-implante de marca-passo e relacionar com gênero, idade e tempo de implante. Métodos: Foram estudados 107 indivíduos de ambos os gêneros (49,5% do sexo feminino e 50,5% do sexo masculino), tempo de implante três a 12 meses (média de 6,36±2,99 meses), estáveis clinicamente com idade acima de 18 anos (média de 69,3±12,6 anos). A avaliação constou de: dados pessoais, clínicos, do implante e questionários de qualidade de vida (AQUAREL e SF-36). Análise estatística empregou teste t e correlação de Pearson, com significância de 5%. Resultados: No SF-36, o menor escore ocorreu no domínio aspectos físicos e o maior, em aspectos sociais. No AQUAREL, o menor escore foi em dispneia e o maior em desconforto. Verificou-se associação significante entre gênero e qualidade de vida no SF-36 (capacidade funcional e aspectos emocionais) e no AQUAREL (dispneia). Observaram-se correlações negativas entre idade e qualidade de vida (capacidade funcional do SF-36 e em desconforto do AQUAREL) em relação ao tempo de implante, correlação com vitalidade do SF-36. Conclusão: Menores escores de qualidade de vida foram encontrados em aspectos físicos e dispneia; maiores em aspectos sociais e desconforto. Homens apresentaram maiores escores de qualidade de vida em capacidade funcional, aspectos emocionais e dispneia. Conforme aumenta a idade, pior é a qualidade de vida em capacidade funcional e desconforto, e, quanto maior o tempo de implante de marca-passo, pior a qualidade de vida em vitalidade. Gênero, idade e tempo de implante influenciam na qualidade de vida, dessa forma, essas variáveis devem ser consideradas nas estratégias para melhora da qualidade de vida em portadores de marca-passo.
2014
Barros,Rubens Tofano de Carvalho,Sebastião Marcos Ribeiro de Silva,Marcos Augusto de Moraes Borges,Juliana Bassalobre Carvalho