RCAAP Repository
Florística e ecologia das Orchidaceae das restingas do estado do Espírito Santo,
RESUMO Este trabalho teve como objetivo inventariar as Orchidaceae das restingas do estado do Espírito Santo, detectar as formas de vida e proceder a uma análise da similaridade entre as formações vegetais das restingas, através da flora orquidológica. As coletas de material botânico foram feitas ao longo de todo o litoral sendo incluídas as coleções dos herbários CVRD, MBML e VIES. Foram identificados 73 táxons, sendo 71 espécies, dentre estas uma nova para ciência, e dois híbridos naturais. O maior número de espécies foi encontrado em Epidendrum (7) e Pleurothallis (6). Foram encontrados 31 táxons holoepífitos, 28 táxons terrestres, 12 táxons epífitos facultativos e dois táxons hemiepífitos. Das 10 formações vegetais de restinga as Orchidaceae estiveram representadas em oito. A floresta arenosa litorânea apresentou 58 táxons, seguida pela formação aberta de Clusia (31), formação aberta de Ericaceae (20), floresta periodicamente inundada (14), formação póspraia (13), formação Palmae (10), formação brejo herbáceo (3) e formação praial graminóide (2). A maior similaridade florística, utilizando o índice de Sorensen, foi encontrada entre as formações arbustivas fechadas (pós-praia e Palmae) seguidas pelas formações arbustivas abertas (de Ericaceae e de Clusia). Estes dois grupos se ligam, com menor similaridade às formações florestais, enquanto as formações herbáceas são as mais dissimilares.
2022-12-06T13:14:02Z
Fraga,Claudio Nicoletti de Peixoto,Ariane Luna
Piperaceae do Nordeste brasileiro I: estado do Ceará
RESUMO Este trabalho trata das espécies de Piperaceae representadas no estado do Ceará, Brasil, com interesse assentado no conhecimento taxonômico, como também no seu valor medicinal. O tratamento taxonômico compreende descrições, chaves para identificação dos táxons e distribuição geográfica com base no exame de exsicatas de herbários, incluindo tipos. Comentários sobre utilidades e dados ambientais são atribuídos a algumas espécies. Para o Ceará, segundo o material examinado, são assinalados 4 gêneros, separados principalmente pelo hábito e pela disposição das inflorescências, constantes de 35taxa que se distinguem pelos padrões de nervação foliar, bractéolas florais e frutos. Os indivíduos destes táxons ocorrem nas áreas úmidas das serras de Baturité, Maranguape, Aratanha e Machado; a maioria apresenta distribuição ampla, enquanto que Piper rufipilum Yunck. é espécie endêmica da Chapada do Araripe e Ottonia leptostachia Kunth constituiu-se em uma nova localidade.
2022-12-06T13:14:02Z
Guimarães,Elsie Franklin Giordano,Luiz Carlos da Silva
A distribuição geográfica da família Rubiaceae Juss. na Flora Brasiliensis de Martius
RESUMO A Flora Brasiliensis, obra idealizada e editada, em sua maior parte por Karl Friederich Philipp von Martius, entre os anos de 1840 e 1906, trata do conjunto de espécies da flora brasileira até então conhecidas. Nessa obra, a família Rubiaceae, representada por 99 gêneros e 1043 espécies, teve o tratamento taxonômico feito por K. Schumann e Mueller Argoviensis. O estudo descritivo da distribuição geográfica, apresentado às páginas 415 a 422 do volume 6, parte 6, foi elaborado apenas por Schumann. A leitura e interpretação do tratamento dado às Rubiaceae, nessa obra, ainda hoje é muito importante e, muitas vezes, imprescindível para estudiosos da flora brasileira, especialmente para aqueles que se dedicam à taxonomia, à florística e à fitogeografia. A dificuldade de leitura do texto descritivo, em latim, sobre a distribuição geográfica deste grupo assim como as muitas alterações sofridas nos nomes genéricos e binômios específicos criam empecilhos à interpretação da visão primorosa de Schumann sobre o conjunto de Rubiaceae da flora brasileira e da contribuição dos táxons desta família nos diferentes biomas brasileiros. Apresenta-se, neste trabalho, a tradução para o português de texto latino elaborado por Schumann sobre a distribuição geográfica das Rubiaceae, acompanhada da atualização dos nomes científicos nele contidos.
2022-12-06T13:14:02Z
Chiquieri,Abner Maio,Fernando Régis Di Peixoto,Ariane Luna
Sistemática de Vellozia candida (Velloziaceae)
RESUMO São apresentadas a descrição de Vellozia candida J.C.Mikan, ilustrações e análise de sua distribuição geográfica e sistemática, bem como a lectotipificação de um de seus sinônimos.
2022-12-06T13:14:02Z
Mello-Silva,Renato de
Heliotropium L. (Boraginaceae - Heliotropioideae) de Pernambuco, Nordeste do Brasil,
RESUMO Foi realizado o estudo taxonômico do gênero Heliotropium L. no estado de Pernambuco, utilizando-se espécimes coletados em campo por um período de 16 meses, além de materiais de empréstimo e/ou doação provenientes de vários herbários nacionais. Verificou-se a ocorrência de sete taxa: H. angiospermum Murray, H. curassavicum L., H. elongatum (Lehm.) I.M. Johnst., H. indicum L., H. polyphyllum Lehm., H. procumbens Mill e H. ternatum. H. curassavicum e H. ternatum Vahl constituem nova referência para o Nordeste e Pernambuco, Brasil, respectivamente. As espécies mais amplamente distribuídas são H. angiospermum, H. elongatum e H. procumbens, ocorrendo desde a zona do litoral até a zona das caatingas.
2022-12-06T13:14:02Z
Melo,José Iranildo Miranda de Sales,Margareth Ferreira de
Beilschmiedia rigida (Mez) Kosterm. (Lauraceae): diferenciação e desenvolvimento da lâmina foliar
RESUMO Neste trabalho descreve-se o desenvolvimento da lâmina foliar de Beilschmiedia rigida (Mez) Kosterm., desde o surgimento do primórdio foliar no ápice vegetativo até sua completa expansão. São apontadas características como - presença de tricomas apenas nas folhas jovens; ocorrência de projeções parietais e invaginações protoplasmáticas nas paredes anticlinais e periclinais das células epidérmicas; estômatos paracíticos de origem mesoperígena; hipoderme em três estratos na face adaxial e em apenas um na face abaxial da lâmina foliar e células secretoras que surgem nos primeiros estágios de diferenciação da folha assim como idioblastos cristalíferos em grupos.
2022-12-06T13:14:02Z
Marques,Carlos Alexandre Barros,Cláudia Franca Costa,Cecília Gonçalves
O gênero Phyllanthus L. (Phyllantheae - Euphorbiaceae Juss.) no bioma Caatinga do estado de Pernambuco - Brasil
RESUMO O estudo taxonômico de Phyllanthus L. no bioma Caatinga de Pernambuco foi realizado através da análise morfológica de materiais herborizados e de observações de campo. Constataramse 11 taxa: Phyllanthus acuminatus Vahl., P. amarus Schumach. & Thonn., P. caroliniensis Walt. subsp. caroliniensis., P. claussenii Müll. Arg., P. jacobinensis Müll. Arg., P. klotzschianus Müll. Arg., P. minutulus Müll. Arg., P niruri L., P. heteradenius Müll. Arg., P. stipulatus (Raf.) Webster e P. tenellus Roxb. Os principais caracteres morfológicos utilizados para separação das espécies foram o hábito, o padrão de ramificação, a forma do disco glandular das flores de ambos os sexos, o número e união dos estames e a ornamentação das sementes. A maior parte das espécies apresenta distribuição nas subzonas do agreste e sertão em vegetação de Caatinga. Apenas P. acuminatus Vahl, P. minutulus Müll. Arg. e P. stipulatus (Raf.) Webster foram encontradas exclusivamente na subzona do Agreste, nas florestas Montanas.
2022-12-06T13:14:02Z
Silva,Marcos José da Sales,Margareth Ferreira de
Variação sazonal de macronutrientes em uma espécie arbórea de cerrado, na Reserva Biológica e Estação Experimental de Mogi-Guaçu, estado de São Paulo, Brasil
RESUMO O presente estudo visou avaliar mensalmente a compartimentação mineral em Ouratea spectabilis (Mart.) Engl. nas diferentes fenofases, no período de agosto de 1995 a julho de 1996, em área de cerrado, na Reserva Biológica e Estação Experimental de Mogi-Guaçu, localizado no município de Mogi-Guaçu, em São Paulo. Foram analisados todos os macronutrientes (N, P, K, Ca, Mg e S) nos compartimentos folha, em 3 estádios de desenvolvimento foliar, ramo, flor e fruto. As observações fenológicas foram realizadas mensalmente em 20 espécimens distribuídos na área de cerrado, sendo consideradas as fenofases brotação, queda foliar, floração e frutificação. A distribuição dos elementos minerais nos compartimentos e nos diferentes estádios de desenvolvimento foliar revelou diferenças significativas e padrões sazonais bem definidos, permitindo identificar a importância de cada nutriente nas diferentes fases do desenvolvimento da planta, e sugerir sobre a capacidade de retranslocação destes elementos e manutenção do balanço nutricional. Face a essas análises, a espécie O. spectabilis comporta-se de maneira altamente eficiente na utilização de água e nutrientes, refletindo padrões fenológico e de distribuição que garantem a sua sobrevivência em ambientes de cerrado.
2022-12-06T13:14:02Z
Leitão,Adriana Carrhá Silva,Osvaldo Aulino da
A família Orchidaceae na Reserva Biológica da Represa do Grama - Descoberto, Minas Gerais, Brasil
RESUMO O estudo apresentado trata do levantamento das espécies de Orchidaceae ocorrentes na Reserva Biológica da Represa do Grama, localizada na Zona da Mata de Minas Gerais, no município de Descoberto. A Reserva abrange uma área de 263,8 hectares de floresta estacional semidecidual. A família Orchidaceae está representada na área por 23 gêneros e 28 espécies. Neste trabalho são fornecidas chave de identificação, descrições, ilustrações, distribuição geográfica e comentários para as espécies.
2022-12-06T13:14:02Z
Menini Neto,Luiz Almeida,Valquiria Rezende Forzza,Rafaela Campostrini
ALSTROEMERIACEAE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESUMO Neste trabalho são apresentadas as espécies de Alstroemeriaceae do estado do Rio de Janeiro, Brasil. A família e representada na área pelo gênero Alstroemeria, incluindo cinco espécies: A. caryophyllaea Jacq., A. cunha Vell., A. foliosa Mart. ex Schult. & Schult. f., A. isabelleana Herb., A. radula Dusén e pelo gênero Bomarea incluindo apenas a especie B. edulis (Tussac) Herb. Novas sinonimizações, chaves de identificação, descriçãoao das espécies, ilustrações e comentários são aqui apresentados.
2022-12-06T13:14:02Z
Assis,Marta Camargo de
PASSIFLORA L. SUBGÊNERO DECALOBA (DC.) RCHB. (PASSIFLORACEAE) NA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL
RESUMO Neste trabalho, aborda-se o estudo taxonomico de Passiflora subg. Decaloba na Região Sudeste do Brasil, sendo reconhecidas oito espécies - P capsularis L., P misera Kunth, P morifolia Mast., P organensis Gardn., P pohlii Mast., P suberosa L., P tricuspis Mast. e P truncata Regel. Apresenta-se uma chave para seções e espécies do subgênero no Sudeste do Brasil, além de descrições, citação dos tipos nomenclaturais e do material examinado, nomes vulgares, dados fenológicos e do habitat, distribuição geografica, etimologia e comentários taxonômicos, assim como ilustrações e mapas.
2022-12-06T13:14:02Z
Milward-de-Azevedo,Michaele Alvim Baumgratz,José Fernando A.
COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DO PARQUE NACIONAL SERRA DA CAPIVARA, PIAUÍ, BRASIL
RESUMO Dos grandes biomas brasileiros, a caatinga é um dos mais desconhecidos do ponto de vista florístico e fitogeográfico. No Piauí, este bioma reveste cerca de 37% do seu território, apresentando uma única Unidade de Conservação, o Parque Nacional Serra da Capivara. Este trabalho objetivou listar as espécies coletadas na área do Parque. Para isso, foi realizado um levantamento do material coletado na região, depositado no Herbario "Graziela Barroso" da Universidade Federal do Piauí - TEPBIUFPI, acrescidos de material resultante de coletas realizadas em duas unidades geomorfológicas (sedimentar e cristalino) no período de dois anos. Foram registradas um total de 210 espécies distribuídas em 149 generos e 62 famílias. As famílias com maior riqueza foram Caesalpiniaceae, Fabaceae, Mimosaceae, Bignoniaceae, Euphorbiaceae e Myrtaceae com 46% das espécies. Verificou-se que a heterogeneidade do ambiente físico influencia na distribuição das espécies nos diferentes biótopos da região. No que se refere a região semi-árida como um todo, observou-se que, com exceção de um pequeno grupo de espécies, há semelhança florística entre a área de estudo com outras áreas de caatinga do semi-árido nordestino, quer sejam instaladas em terrenos sedimentares ou sobre o embasamento cristalino.
2022-12-06T13:14:02Z
Lemos,Jesus Rodrigues
NOVOS SINÔNIMOS PARA ESPÉCIES DE SCHULTESIA MART. E XESTAEA GRISEB. (GENTIANACEAE)
RESUMO Foram sinonimizados seis táxons (Schultesia apiculata Huber, S. pallens Bunbury, S. stenophylla γ pallens (Bunbury) Progel, S. guianensis f. lutescens Standl. & Steyerm., S. hassleriana Chodat, S. brachyptera Cham. f. heterophylla (Miq.) Jonker) em espécies do gênero Schultesia e dois (Schultesia lisianthoides (Griseb.) Benth. & Hook. ex Hemsl., S. peckiana B.L. Rob.) em uma espécie de Xestaea (Gentianaceae).
2022-12-06T13:14:02Z
Guimarães,Elsie Franklin
Myrceugenia (Myrtaceae) ocorrentes no Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro
RESUMO Realizou-se o estudo morfológico e taxonômico dos táxons de Myrceugenia O. Berg (Myrtaceae) do Parque Nacional do Itatiaia e avaliou-se a utilização dos caracteres vegetativos e elementos florais como informação diagnóstica. O estudo consta de descrições, chave analítica, observações de campo efetuadas durante as coletas e levantamento de herbários. Foram assinalados para a area oito táxons: Myrceugenia alpigena (DC.) Landrum var. alpigena; M bracteosa (DC.) D. Legrand & Kausel; M campestris (DC.) D. Legrand & Kausel; M cucullata D. Legrand; M glaucescens var. latior Burret (Landrum); M miersiana (Gardner) D. Legrand & Kausel, M ovata var. regnelliana (O. Berg) Landrum e M seriatoramosa (Kiaersk.) D. Legrand & Kausel. Os caracteres diagnósticos considerados para os táxons foram forma da inflorescência, do botão floral, dos prófilos e lobos calicinais bem como presença e ausência de nervura intramarginal. Os caracteres vegetativos por si só não constituíram elementos suficientemente diagnósticos para os táxons ocorrentes na área. Foram registradas duas novas ocorrências para o estado do Rio de Janeiro: M campestris e M cucullata.
2022-12-06T13:14:02Z
Lima,William Gomes Guedes-Bruni,Rejan R
SWARTZIA (LEGUMINOSAE, PAPILIONOIDEAE, SWARTZIEAE S.L.) NA RESERVA NATURAL DA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE, LINHARES, ES, BRASIL
RESUMO Este trabalho consiste da taxonomia, com o auxílio de observações de campo dos táxons, de Swartzia na Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce. Além da chave de identificação e descrições detalhadas para cada um dos oito táxons detectados neste trabalho, são apresentadas observações sobre o porte, aspecto externo e interno da casca, com fotografias para todas as espécies, sendo que foram atribuídos padrões da casca externa para cada um dos táxons. Swartzia apetala var. apetala é encontrada nos mais diversos habitats presentes na área de estudo, enquanto S. acutifolia, S. apetala var. glabra, S. linharensis, S. myrtifolia var. elegans e S. simplex var. ochnacea são encontradas somente na Floresta Alta de Terra Firme e S. macrostachya var. macrostachya, na área focada aqui, é exclusiva do Campo Nativo. S. myrtifolia var. elegans e S. simplex var. ochnacea são os únicos táxons que não apresentam casca descamante.
2022-12-06T13:14:02Z
Mansano,Vidal de Freitas Tozzi,Ana Maria Goulart de Azevedo
A FAMÍLIA PALMAE NA RESERVA BIOLÓGICA DA REPRESA DO GRAMA DESCOBERTO, MINAS GERAIS, BRASIL
RESUMO O presente trabalho trata do levantamento das espécies de Palmae ocorrentes na Reserva Biológica da Represa do Grama, localizada na Zona da Mata do estado de Minas Gerais, no município de Descoberto. A Reserva abrange uma área de 263,8 hectares, de floresta estacional semidecidual. Foram encontradas para a família sete espécies distribuídas em seis gêneros: Astrocaryum aculeatissimum, Attalea oleifera, actris vulgaris, Euterpe edulis, Geonoma brevispatha, G. rubescens e Syagrus romanzoffiana. São fornecidas chave de identificacao, descricoes, ilustracoes, dados sobre distribuicao geografica e comentarios para cada especie.
2022-12-06T13:14:02Z
Pivari,Marco Otávio Forzza,Rafaela Campostrini
Pteridófitas da Reserva Rio das Pedras, Mangaratiba, RJ, Brasil
RESUMO A Reserva Rio das Pedras situa-se no Município de Mangaratiba, estado do Rio de Janeiro, nas coordenadas 22º59'S e 44º05'W, com cerca de 1.260 ha. E uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), de propriedade do Clube Mediterranée, compreendendo um remanescente de Floresta Atlântica e altitudes que variam de 20 a 1.050 m alt., em diversos estágios de regeneração decorrentes de ações antrópicas distintas. A análise da flora pteridofítica indica a ocorrência de 17 famílias, 45 gêneros e 117 espécies. São apresentadas chaves de identificação e comentários para os táxons encontrados.
2022-12-06T13:14:02Z
Mynssen,Claudine M. Windisch,Paulo G.
FLORA DA RESERVA DUCKE, AMAZONAS, BRASIL
RESUMO A Reserva Ducke na Amazônia central foi o alvo de um estudo florístico intensivo entre 1992 e 1999. O projeto mostrou que a biodiversidade na Reserva era bem maior do que havia sido estimada anteriormente. São apresentados dados ilustrando a história de exploração botânica na área. Baseando-se na experiência do projeto, são feitas recomendações sobre procedimentos para realização inventário de espécies vegetais em floresta tropical.
2022-12-06T13:14:02Z
Hopkins,Michael J.G.
OS PRIMEIROS ANOS DA RODRIGUÉSIA - 1935-1938: EM BUSCA DE UMA NOVA COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
RESUMO Buscamos analisar os três primeiros anos do periódico científico Rodriguésia, publicado desde 1935. Essa primeira fase refere-se ao período em que a revista foi editada pelo Instituto de Biologia Vegetal, Jardim Botânico e Estação Biológica de Itatiaia e tinha uma proposta de alcançar um público mais amplo que a divulgação entre pares e abranger um escopo além da taxonomia botânica, como a entomologia agrícola, fitopatologia, genética e ecologia agrícola.
2022-12-06T13:14:02Z
Bediaga,Begonha
DIVERSIDADE E IMPORTÂNCIA DAS ESPÉCIES DE BRIÓFITAS NA CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESUMO Este trabalho representa uma contribuição ao “Projeto Flora do Estado do Rio de Janeiro” e objetiva: apresentar lista de táxons de briófitas para o estado; elaborar diagnóstico da diversidade e importância destes na conservação dos ecossistemas; criar banco de dados para os táxons. No total são reconhecidos 1.039 táxons, em 308 gêneros e 95 famílias de briófitas para o estado, das quais 11 são novas ocorrências. As 10 famílias com maior riqueza compreendem 50% do total de táxons. Para as hepáticas, predomina o padrão neotropical e, para os musgos, o endêmico do Brasil. Em relação à variação altitudinal, as hepáticas ocorrem desde a terra baixa até a montana, enquanto os musgos predominam nas faixas montana e altomontana. Dos 91 municípios levantados apenas 34 apresentam registros de briófitas. Quanto ao status de conservação, 125 táxons são consideradas vulneráveis (VU), 25 ameaçadas (EN) e 147 com dados deficientes (DD), as restantes incluídas na categoria de baixorisco (LR). Das 38 Unidades de Conservação do estado, nove são consideradas prioritárias para levantamentos florísticos de briófitas e 13 importantes centros de diversidade no estado. Dezoito áreas são indicadas como prioritárias para a implantação de novas Unidades de Conservação ou ampliação das já existentes.
2022-12-06T13:14:02Z
Costa,Denise Pinheiro da Imbassahy,Caio A. A. da Silva,Victor Paulo A. V.