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Citogenética evolutiva en Leguminosas americanas

RESUMEN Se presentan las características cromosómicas descriptas hasta el momento en Leguminosas americanas. A través del análisis de estos datos en conjunto con los morfológicos y las filogenias moleculares se proponen hipótesis acerca de los cambios cromosómicos ocurridos durante el proceso de divergencia y especiación de la familia. Los estudios cromosómicos indican una gran variación intergenérica, inter e intraespecífica, además de una amplia diversificación en el tamaño del genoma entre géneros, especies y poblaciones. A partir del número básico ancestral x=7 se deduce que la especiación híbrida poliploide ha sido muy importante en la diversificación de la familia. Por procesos de disploidía creciente y decreciente, tanto a nivel diploide como poliploide se originarían números básicos secundarios y series poliploides modificadas. En la parafilética subfamilia Caesalpinioideae habría predominado el proceso de disploidia decreciente de n=14 a n=11. En la monofilética subfamilia Mimosoideae, ocurrió un evento principal de evolución del número cromosómico de 14 a 13. Por último en Papilionoideae, la subfamilia más derivada de Leguminosae, se observó reducción del número básico de 14 a 7, pasando por números gaméticos de 11 y 8. Por otro lado, el origen recurrente de los poliploides y la ocurrencia de rearreglos intergenómicos, hibridación y poliploidía secundaria, son procesos que dificultan la agrupación natural de los taxones en algunos grupos de la familia Leguminosae.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Poggio,Lidia Espert,Shirley M. Fortunato,Renée H.

O gênero Mimosa (Leguminosae-Mimosoideae) na microrregião do Vale do Ipanema, Pernambuco

RESUMO O estudo taxonômico de Mimosa no Vale do Ipanema foi realizado através da análise morfológica de materiais de herbários e coletados em campo. Constataram-se 11 táxons distribuídos em três seções: 1) Mimosa sect. Batocaulon (M. adenocarpa, M. arenosa, M. gemmulata var. adamantina, M. lewisii, M. misera, M. ophthalmocentra e M. tenuiflora); 2) Mimosa sect. Habbasia (M. somnians); e 3) Mimosa sect. Mimosa (M. hirsutissima var. hirsutissima, M. modesta var. ursinoides e M. sensitiva var. sensitiva). Os principais caracteres morfológicos utilizados para separação das espécies foram os tipos de indumento e de inflorescências, número de pinas, foliólulos, de elementos do perianto e de estames, além do aspecto do fruto. A maior parte das espécies apresenta distribuição em vegetação de caatinga, apenas M. hirsutissima var. hirsutissima, M. gemmulata var. adamantina, M. misera e M. sensitiva var. sensitiva ocorrem em vegetação arbustiva perenifólia.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Silva,Juliana Santos Sales,Margareth Ferreira de

Bauhinia albicans e B. affinis: espécies ameaçadas de extinção no estado do Rio de Janeiro

RESUMO Visando o tratamento de Leguminosae tribo Cercideae no estado do Rio de Janeiro, este trabalho apresenta resultados relativos à taxonomia e Conservação de Bauhinia ser. Aculeatae. Com evidências em novas coleções botânicas, a descrição do material florífero de B. albicans é aqui apresentada e ilustrada pela primeira vez. Foi verificado o status de conservação de B. albicans, espécie vulnerável e endêmica da região dos Lagos. Além disso, é apresentada uma descrição de B. affinis, aparentemente extinta no estado do Rio de Janeiro.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Rodrigues,Ana Celina Lopes Nogueira Vaz,Angela Maria Studart da Fonseca

O gênero Copaifera (Leguminosae - Caesalpinioideae) na Amazônia brasileira

RESUMO O gênero Copaifera está presente na África (4 spp.), América Central (4 spp.), América do Sul (cerca de 37 spp.) e, provavelmente, na Ásia (1 sp.). Foram reconhecidas nove espécies de Copaifera na Amazônia brasileira: Copaifera duckei, C. glycycarpa, C. guyanensis, C. martii, C. multijuga, C. paupera, C. piresii, C. pubiflora e C. reticulata, representadas tanto por arbustos ou árvores que chegam a atingir até 40 metros de altura, fornecendo tanto madeira como o óleo-resina, extraído de seu tronco, utilizada na preparação de medicamentos, cosméticos, tintas e revelação de fotografias. O presente trabalho apresenta uma chave para identificação das espécies que ocorrem na Amazônia brasileira, incluindo ilustrações, descrições e comentários sobre morfologia e taxonomia.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Martins-da-Silva,Regina C. V. Pereira,Jorge Fontella Lima,Haroldo Cavalcante de

Phytogeographical patterns of Crotalaria L. species (Leguminosae-Papilionoideae) in Brazil

ABSTRACT The phytogeography and preferred habitat of Crotalaria species from Brazil are studied. Four species are widely distributed in Brazil, while C. goiasensis and C. irwinii are endemic to the state of Goiás, C. clausseni to São Paulo, C. rufipila to Minas Gerais and C. brachycarpa and C. harleyi to Bahia. Crotalaria species occurs in the following biogeographical provinces: Amazonian, Atlantic, Caatinga, Cerrado, Chaqueña, Guayana, Pampeana and Paranaense. The Cerrado province presents the largest number of species with restricted distribution, followed by the Paranaense province. The geographical distribution of species in Brazil shows higher species diversity in the highlands (800 - 2000 m.s.m.), such as the Serra Geral de Goiás, Chapada dos Veadeiros, Espinhaço Range (15-16 spp.), Serra da Mantiqueira and Serra do Mar (14 spp.). As well as the altitude, vegetation and climate influence the distribution of Crotalaria in Brazil.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Flores,Andréia S. Tozzi,Ana Maria G. Azevedo

Formação de raízes em estacas de duas espécies de Calliandra (Leguminosae - Mimosoideae)

RESUMO Calliandra brevipes e Calliandra tweedii, também conhecidas como caliandra ou esponjinha, são espécies nativas do Brasil cultivadas como plantas ornamentais. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da aplicação de diferentes concentrações de ácido Indolbutírico (AIB) no enraizamento de Calliandra tweedii e Calliandra brevipes e relacioná-los com a estrutura anatômica das estacas. Ambas as espécies apresentaram um aumento na porcentagem de enraizamento e no número de raízes quando tratadas com AIB. Todos os tratamentos de Calliandra brevipes obtiveram porcentagens de enraizamento superiores às de Calliandra tweedii, sendo que os melhores resultados desta foram com 2000 mg.L-1 AIB (56,67%). C. brevipes teve 90% de enraizamento sem a necessidade de aplicação de AIB. A raiz tem origem direta em ambas as espécies, podendo originar-se na região interna ou externa do floema. Provavelmente, os fatores limitantes ao enraizamento de C. tweedii são devidos à estrutura anatômica e fisiológica, como a ausência de grânulos de amido na região da medula.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Mayer,Juliana Lischka Sampaio Cardoso,Nerio Aparecido Cuquel,Francine Bona,Cleusa

Caracterização dos frutos, sementes e germinação de quatro espécies de leguminosas da restinga de Maricá, Rio de Janeiro

RESUMO No presente trabalho foi estudada a morfologia dos frutos e das sementes e características de plântulas de: Canavalia rosea, Ormosia arborea, Pithecellobium tortum e Swartzia apetala var. apetala, de janeiro de 2004 a outubro de 2006, na restinga de Maricá, Rio de Janeiro. As espécies possuem frutos deiscentes com dispersão autocórica. As sementes de S. apetala var. apetala sugerem também dispersão zoocórica pela presença de um arilo. As sementes recém-coletadas apresentam médias altas de germinação: C. rosea (99%), O. arborea (100%), P. tortum (75%) e S. apetala var. apetala (93%), entretanto, no habitat natural, só foram encontradas plântulas de C. rosea. A germinação é criptocotiledonar em O. arborea e S. apetala var. apetala e fanerocotiledonar em C. rosea e P. tortum.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Gonçalves,Isabele Pagels Gama,Michele da Costa Correia,Maria Célia Rodrigues Lima,Heloísa Alves de

Anatomia das plântulas de Mimosa pilulifera (Leguminosae) crescendo em solo contaminado com petróleo e solo biorremediado

RESUMO A demanda de petróleo e derivados provoca acidentes que contaminam extensas áreas. A maioria dos trabalhos sobre os efeitos dessa contaminação refere-se à germinação e desenvolvimento vegetal, pouco se sabendo sobre os efeitos na estrutura de tecidos e células. Este trabalho teve como objetivo analisar o efeito do solo contaminado por petróleo e solo biorremediado na anatomia de plântulas de Mimosa pilulifera (Leguminosae). O experimento foi realizado com solo da REPAR/PETROBRÁS, Araucária-PR, onde ocorreu um vazamento de petróleo em 2000. O experimento constou de três tratamentos: solo contaminado com petróleo, solo biorremediado e solo não contaminado, com cinco repetições. Após 30 dias da semeadura, foram analisados anatomicamente a raiz, hipocótilo, cotilédone e eofilo e realizados testes microquímicos com sudan III, lugol e cloreto férrico. Mensuraram-se: diâmetro do cilindro vascular e espessura do córtex da raiz, diâmetro do hipocótilo e espessura dos cotilédones e eofilos. A estrutura celular radicial de M. pilulifera sofreu maior interferência no solo contaminado que no biorremediado. Na parte aérea, a única alteração foi a redução da espessura do eofilo em solo contaminado.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Inckot,Renata Charvet Bona,Cleusa Souza,Luiz Antonio de Santos,Gedir de Oliveira

Leguminosae em dois fragmentos de floresta estacional semidecidual em Araponga, Minas Gerais, Brasil: arbustos, subarbustos e trepadeiras

RESUMO É apresentado o estudo taxonômico dos arbustos, subarbustos e trepadeiras de Leguminosae em dois fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual em Araponga, próximo ao Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (PESB). A coleta do material botânico foi realizada entre agosto de 2005 e setembro de 2006, durante visitas mensais ao entorno e interior de dois fragmentos florestais. Foram amostrados 21 táxons, distribuídos em 13 gêneros. O gênero com maior número de espécies foi Desmodium (4 spp.), seguido por Chamaecrista, Senna, Mimosa, Centrosema e Crotalaria (2 spp. cada). O hábito subarbustivo foi o mais representado com 13 espécies. O estudo apresenta chave, descrições e ilustrações dos táxons, comentários sobre taxonomia, fenologia, distribuição geográfica e hábitat.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Fernandes,José Martins Garcia,Flávia Cristina Pinto

ESTUDO TAXONÔMICO DE STYLOSANTHES (LEGUMINOSAE - PAPILIONOIDEAE - DALBERGIEAE) EM MATO GROSSO DO SUL, BRASIL

RESUMO (Estudo taxonômico de Stylosanthes (Leguminosae - Papilionoideae - Dalbergieae) em Mato Grosso do Sul, Brasil) Stylosanthes é um gênero pantropical constituído por 50 espécies, sendo a metade destas registradas no Brasil. Neste estudo é apresentado o levantamento das espécies de Stylosanthes ocorrentes em Mato Grosso do Sul, por meio de análises de material depositado em herbários nacionais e de coletas efetuadas no estado. Stylosanthes está representado em Mato Grosso do Sul por 17 espécies, distribuídas em duas seções. Stylosanthes seção Styposanthes está representada por cinco espécies: S. bracteata, S. capitata, S. hamata, S. macrocephala e S. scabra e Stylosanthes seção Stylosanthes por 12 espécies: S. acuminata, S. gracilis, S. grandifolia, S. guianensis, S. hippocampoides, S. humilis, S. linearifolia, S. longiseta, S. maracajuensis, S. montevidensis, S. nunoi e S. viscosa. São ocorrências inéditas para o estado: S. capitata, S. hamata, S. hippocampoides, S. humilis, S. linearifolia, S. macrocephala, S. montevidensis e S. nunoi. Em Mato Grosso do Sul verifica-se que as espécies de Stylosanthes podem ocorrer no cerrado, cerradão, campo sujo e chaco.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Costa,Leila Carvalho da Sartori,Ângela Lúcia B Pott,Arnildo

MIMOSOIDEAE (LEGUMINOSAE) NOS CAMPOS RUPESTRES DO PARQUE ESTADUAL DO ITACOLOMI, MINAS GERAIS, BRASIL

RESUMO (Mimosoideae (Leguminosae) nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil) Este trabalho trata do estudo taxonômico das espécies de Mimosoideae encontradas nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi (PEI), situado no sul da Cadeia do Espinhaço. As coletas foram mensais, no período compreendido entre setembro de 2003 e outubro de 2004, em oito trilhas preestabelecidas. Foram encontradas 11 espécies de Mimosoideae, reunidas em três gêneros: Abarema (1 sp.), Inga (2 spp.) e Mimosa (8 spp.). São apresentadas chaves, descrições e ilustrações para as espécies. Além disso, são fornecidos dados sobre a distribuição geográfica, fenologia, taxonomia e hábitat das espécies estudadas.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Dutra,Valquíria Ferreira Garcia,Flávia Cristina Pinto Lima,Haroldo Cavalcante de

PALINOTAXONOMIA DE ESPÉCIES DE ACACIA (LEGUMINOSAE-MIMOSOIDEAE) NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

RESUMO (Palinotaxonomia de espécies do gênero Acacia (Leguminosae-Mimosoideae) no semi-árido brasileiro) Foi realizado o estudo palinológico de 12 espécies de Acacia: A. farnesiana (Acacia subg. Acacia) e A. bahiensis, A. globosa, A. kallunkiae, A. langsdorffii, A. martiusiana, A. monacantha, A. piauhiensis, A. polyphylla, A. riparia, A. tenuifolia e A. velutina (Acacia subg. Aculeiferum). Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e ilustrados sob microscópio de luz e eletrônico de varredura. Os grãos de pólen em Acacia são reunidos em políades calimadas, médias ou grandes, de contorno esferoidal, em vista frontal e elíptico, em vista lateral, com 16 grãos de pólen, organizados de forma regular, com oito grãos de pólen em cada face, 4-porados. Em A. farnesiana, são observados 24-32 grãos de pólen organizados de forma irregular, 3-sulcados. Os grãos de pólen da políade são pequenos, subquadrados na face distal e piramidal, quando em vista equatorial. A sexina é granulada ou rugulada, na maioria das espécies. Conclui-se que as espécies não podem ser separadas através das suas características palinológicas, com exceção de A. farnesiana.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Bocage,Ana Luiza Du Souza,Mariana Albuquerque de Miotto,Silvia Teresinha Sfoggia Gonçalves-Esteves,Vania

CHECKLIST DA FLORA DE MIRANDIBA, PERNAMBUCO: LEGUMINOSAE

RESUMO (Checklist da Flora de Mirandiba, Pernambuco: Leguminosae) A família Leguminosae é a mais representativa da caatinga, compreendendo cerca de um terço da riqueza de espécies catalogadas. Devido à importância das Leguminosae no bioma, foi realizado um inventário florístico no município de Mirandiba-PE, área considerada prioritária para investigação científica devido à carência de informação sobre a flora e a fauna. A coleta de material botânico foi realizada entre março de 2006 e janeiro de 2008. Foram registradas 81 espécies distribuídas em 42 gêneros representando cerca de 25 % das leguminosas já citadas para o bioma. Destas, 17 são endêmicas da caatinga, representando 25% do total de espécies amostradas. A subfamília Caesalpinioideae contribuiu com 22 espécies distribuídas em sete gêneros, Mimosoideae com 23 espécies distribuídas em 13 gêneros e Papilionoideae com 36 espécies distribuídas em 22 gêneros. Os gêneros mais representativos foram Senna (8 spp.), Mimosa (7 spp.), Chamaecrista (6 spp.), Macroptilium (4 spp.), Aeschynomene, Caesalpinia, Centrosema, Senegalia e Zornia (3 spp. cada), Bauhinia, Chloroleucon, Crotalaria, Desmodium, Dioclea, Indigofera, Piptadenia e Stylosanthes (2 spp. cada), e os demais com uma espécie cada.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Córdula,Elisabeth Queiroz,Luciano Paganucci de Alves,Marccus

Melastomataceae das serras do município de Delfinópolis, Minas Gerais, Brasil

RESUMO Um inventário florístico foi realizado entre abril de 2002 a novembro de 2003, e mais duas expedições em novembro de 2005 e outubro de 2006 nas serras do município de Delfinópolis, a sudoeste de Minas Gerais. Todos os espécimes coletados estão depositados no Herbarium Uberlandense (HUFU). As Melastomataceae são representadas por 52 espécies distribuídas em 17 gêneros. Miconia (17 spp.) é o gênero com o maior número de espécies, seguido por Microlicia (7 spp.), Leandra e Tibouchina (5 spp. cada), Svitramia (4 spp.) e Cambessedesia (3 spp.). Os gêneros Acisanthera, Chaetostoma, Clidemia, Comolia, Lavoisiera, Lithobium, Macairea, Marcetia, Ossaea, Pterolepis e Trembleya estão representados por uma espécie cada. É apresentada uma chave de identificação para as espécies, descrições, ilustrações e dados de distribuição geográfica das espécies.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Silva,Marina Aparecida de Oliveira e Romero,Rosana

Chuva de sementes em uma área de vegetação de Caatinga no estado de Pernambuco

RESUMO Este estudo descreve a composição e a densidade da chuva de sementes em um hectare de vegetação de Caatinga. Quarenta coletores de semente, de 0,25 m2 cada, foram instalados e visitados mensalmente por um ano. Foram depositadas 76 sementes/m2 e 26 espécies. Os indivíduos de Tillandsia spp. (Bromeliaceae) contribuíram com a maioria (49%) das sementes. Não houve correlação estatística entre a densidade de deposição de sementes e a precipitação mensal. A autocoria prevaleceu nas sementes de plantas lenhosas (árvores e arbustos).

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2022-12-06T13:14:02Z

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Lima,Aurenívia Bonifácio de Rodal,Maria Jesus Nogueira Silva,Ana Carolina Borges Lins e

Composição, espectro biológico e síndromes de dispersão da vegetação de um inselbergue no domínio da caatinga, Ceará

RESUMO Comunidades de plantas sobre afloramentos rochosos no semi-árido brasileiro ainda são pouco conhecidas para a ciência. O município de Quixadá, no semi-árido cearense, destaca-se pela grande concentração de elevações de ilhas rochosas. Este estudo tem por objetivos levantar e analisar a composição, o espectro biológico e as síndromes de dispersão das espécies que ocorrem em um inselbergue no município de Quixadá, Ceará, e a similaridade florística deste com as espécies da vegetação circundante. Em 2000, foram realizadas coletas mensais de espécies e classificadas quanto às formas de vida e síndromes de dispersão em uma área situada a 4º 57'S e 39º 01'W e 270 m de altitude. A similaridade da flora com o entorno foi analisada através do índice de Jaccard. Foram inventariadas 77 espécies, 66 gêneros e 36 famílias. As porcentagens do espectro biológico foram: terófitos (44,2), fanerófitos (24,7), caméfitos (14,6), hemicriptófitos (13,4), geófitos (2,6) e aerófitos (1,2) e as do espectro de dispersão: anemocoria (49), autocoria (35) e zoocoria (16). A similaridade com flora do entorno foi de 13% (21 espécies), demonstrando que a caatinga local é a potencial fonte de propágulos. Os terófitos são as formas de vida dominante nos inselbergues de regiões áridas e semiáridas, cuja flora também é predominantemente dispersa por fatores abióticos, principalmente o vento. Assim, este estudo confirma o padrão esperado para os atributos síndromes de dispersão e espectro biológico da vegetação sob climas áridos e semi-áridos.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Araújo,Francisca Soares Oliveira,Rosilane Ferreira Lima-Verde,Luiz Wilson

Organização estrutural e ultra-estrutural das células vegetativas e da estrutura plurilocular de Hincksia mitchelliae (Harvey) P. C. Silva (Ectocarpales, Phaeophyceae)

RESUMO O presente estudo tem por objetivo contribuir para o estudo de caracteres sub-celulares que poderão ser utilizados na taxonomia das Phaeophyceae filamentosas, fornecendo dados sobre a estrutura e ultra-estrutura das células vegetativas e do estágio reprodutivo plurilocular de H. mitchelliae. Para tanto, estudos de microscopia de luz e eletrônica de transmissão foram realizados. As células vegetativas e reprodutivas de H. mitchelliae são uninucleadas, revestidas por uma parede celulósica, outros polissacarídeos e proteínas. A presença de um núcleo por célula, a organização dos tilacóides nos cloroplastos, formando bandas com três tilacóides, dispostos longitudinalmente ao eixo maior da organela e ausência de tilacóide no pirenóide foram similares a outras Phaeophyceae. H. mitchelliae também exibiu características ultra-estruturais que estão geralmente associadas a outras espécies, de ordens menos avançadas de Phaeophyceae como a presença de um proeminente pirenóide, dictiossomos perinucleares e plasmodesmos. A morfologia e a organização dos cloroplastos, bem como a presença ou ausência de pirenóide são características importantes dentro das Phaeophyceae. A formação de um novo pirenóide, em estágio de diferenciação, foi observada nos cloroplastos das células vegetativas. Ambas as células apresentaram núcleo com um grande nucléolo, sugerindo uma alta atividade metabólica. Muitos corpos osmiofílicos, os fisóides, foram vistos no citoplasma das células vegetativas e reprodutivas. As células da estrutura plurilocular madura de H. mitchelliae diferiram das células vegetativas por apresentar tamanho reduzido, citoplasma denso e desprovidas de vacúolos.

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2022-12-06T13:14:02Z

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Ouriques,Luciane C. Bouzon,Zenilda L.

A Família Asteraceae na Estação de Pesquisa e desenvolvimento Ambiental Galheiro, Perdizes, Minas Gerais, Brasil

RESUMO A família Asteraceae é uma das maiores famílias de Angiospermas, com cerca de 1.600 gêneros e 25.000 espécies aproximadamente. Para o estado de Minas Gerais, os únicos estudos com a família como um todo são os levantamentos realizados na Serra do Cipó, na Serra da Canastra, e em Grão-Mogol. O objetivo do presente estudo é o de apresentar as espécies de Asteraceae ocorrentes na Estação de Pesquisa e Desenvolvimento Ambiental Galheiro, Perdizes. Foram realizadas coletas mensais nesta estação, entre maio de 2002 e abril de 2004. O tratamento taxonômico inclui uma chave de identificação, descrições das espécies e comentários sobre distribuição geográfica, hábitat e características diagnósticas. Para os gêneros Eupatorium e Vernonia foram utilizados os conceitos tradicionais de classificação, uma vez que as novas propostas de classificação ainda necessitam de estudos taxonômicos mais aprofundados, particularmente para os táxons brasileiros. Foram encontradas 107 espécies em 34 gêneros. Os gêneros mais representativos foram Vernonia (24 spp.), Eupatorium (19 spp.), Mikania (10 spp.) e Baccharis (8 spp.). As espécies encontradas na área de estudo ocorrem principalmente nas formações campestres, o que explica a existência de aproximadamente 75% (81 de 107) das espécies encontradas na área de estudo em comum com a lista compilada da família para a flora do Cerrado.

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2022-12-06T13:14:02Z

Creators

Hattori,Eric Koiti Okiyama Nakajima,Jimi Naoki

Effects of pH, temperature and light intensity on spore germination and growth analysis of young sporophytes of Polypodium lepidopteris (Pteridophyta, Polypodiaceae)

ABSTRACT Polypodium lepidopteris is a terrestrial fern from coastal vegetation, and is used as medicinal. This work analyzed the effects of pH, temperature and light levels on the spore germination and the relative growth rate (RGR) of young sporophytes. Fertile fronds were collected in Florianópolis, SC, Brazil. The effect of pH (4.0 to 6.7) on spore germinability was observed in a growing room at 25 ± 2ºC (22 mmol m-2s-1) under a 16h photoperiod. No statistical differences between treatments were found. The effect of different temperatures on the germinability was analyzed (20, 25 and 30ºC). The test was carried out in a germination chamber (17 mmol m-2s-1) under a 16h photoperiod. The germination was inhibited at 30ºC. The effect of natural light levels (54, 38, 22 and 8%) was analyzed. The highest germination percentages were verified at 22 and 8% of natural light. The growth analyses show statistical differences in the number of fronds and height of the longest frond between time 1 (283 days of spore inoculation) and time 2 (343 days of spore inoculation). Sporophytes of P. lepidopteris produced 1.33 ± 0.09 fronds per month. The RGR (relative growth rate) was 0.15 ± 0,009 cm cm-1month-1.

Year

2022-12-06T13:14:02Z

Creators

Viviani,Daniela Randi,Áurea Maria

A new species of Begonia (Begoniaceae) from the Atlantic Forest of Espírito Santo, Brazil

ABSTRACT Begonia mysteriosa L.Kollmann & A.P.Fontana, a new species known only from the municipality of São Roque do Canaã in the Atlantic Forest of the state of Espírito Santo, Brazil, is described and illustrated. This new species is probably related to Begonia barckleyana L.B.Sm., section Knesebeckia, from which it differs by its leaf shape, stipule size, stigma more than two branches and pistillate flowers with six tepals. Description, diagnose, illustration and comments about the geographic distribution are provided.

Year

2022-12-06T13:14:02Z

Creators

Kollmann,Ludovic Jean Charles Fontana,André Paviotti