RCAAP Repository
Anatomia floral de Barjonia erecta (Vell.) Schum. (Asclepiadaceae)
No presente trabalho as autoras fazem um estudo da anatomia floral da espécie Barjonia erecta (Vell.) Schum. Nas peças florais, foram observadas as seguintes características anatômicas: presença de feixes bicolaterais no pedicelo e receptáculo; feixes colaterais no tubo da corola, segmentos do cálice, lacínios das pétalas, anteras e ginostégio. Em cada carpelo notam-se 24-25 feixes vasculares. Destes, três são mais desenvolvidos: dois são os marginais secundários e o maior, o feixe dorsal. A corona consiste de dez segmentos parenquimatosos, não-vascularizados, com epidermes papilosas.
1984
Valente,M. da C. Silva,Nilda Marquete Ferreira da
Anatomia do desenvolvimento floral de Cassia macranthera DC. ex Peckolt. (Leguminosae-Caesalpinoidae)
Foi estudada em Cassia macranthera D. C., a anatomia do desenvolvimento de todos os verticilos florais, bem como a formação dos grãos de pólen, a germinação destes e a formação do óvulo. Como características anatômicas principais evidenciou-se: desenvolvimento não-simultâneo dos verticilos florais; desenvoivimento simultâneo das sete anteras, dos tecidos esporogênicos e semeihança das estruturas das anteras; conteúdo açucarado em certos tecidos da antera, em tricomas situados entre as bases das peças florais, bem como na epiderme que reveste o lóculo do ovário; estratos esclerificados sob a epiderme das anteras, o que impede a deiscência; e a fertilidade de todas as anteras.
1984
Guimarães,Delphos José Fontenelle,Gerusa Brunow Oliveira,Benedicto Antonio Duarte de
Rubus rosifolius J. Sm. var. Rosifolius. (Rosaceae) - anatomia floral
Rubus rosifolius J. Smith, var. rosifolius, vulgarmente chamado amora e framboesa, é uma planta cosmopolita encontrada principalmente em mata de encosta. Pesquisas bibliográficas relativas ao gênero Rubus, não fazem referências ao estudo anatômico em espécies brasileiras. Isto motivou-nos a realizar trabalhos de anatomia floral em espécies do referido gênero. Inicialmente, escolhemos a flor adulta de Rubus rosifolius onde tratamos das estruturas dos verticilos: sépalas e pétalas, pedúnculo, estames e carpelos, bem como, a natureza química relacionada com os conteúdos celulares.
1984
Fuks,Rosa Guimarães,Delphos José
Catálogo de nervação e epiderme foliar das Polygalaceae do Brasil-I. Gênero Polygala L. seção Polygala, subseção Apterocarpae Chod., série Timoutoideae.
No presente trabalho os autores apresentam o estudo do padrão de nervação e epidermes foliares das espécies da série Timoutoideae Chod. (Polygala L.) do Brasil.
1984
Baumgratz,José Fernando A. Marques,Maria do Carmo M.
Plantas vasculares dos morros da Urca, Pão de Açúcar e Cara de Cão
Apresenta-se uma lista original das plantas vasculares para uso de botânicos e conservacionistas no Rio de Janeiro. São incluídas 90 familias e 198 espécies, representadas por 104 ervas, 14 samambaias, 46 arbustos e 34 árvores. A lista foi preparada tendo por base determinações taxonómicas de material do Herbarium A. Castellanos (GUA) e Jardim Botânico (RB). As famílias com maior número de espécies são: Polypodiaceae (s.l.), Moraceae (s.L), Leguminosae, Euphorbiaceae, Melastomataceae, Rubiaceae, Compositae, Bromeliaceae, Gramineae, Araceae e Orchidaceae.
1984
Carauta,Jorge Pedro Pereira Oliveira,Rogério Ribeiro de
Estrutura das madeiras brasileiras de Dicotiledôneas - XXVI. Euphorbiaceae.
Os autores descrevem detalhadamente a anatomia comparada de seis espécies de euforbiáceas e resumem as suas propriedades gerais, aplicações e ocorrência no Brasil, objetivando a organização de chaves dicotômicas para identificação e/ou determinação dos gêneros ou espécies indígenas, produtoras de madeiras ou outros produtos florestais.
1984
Araújo,Paulo Agostinho de Matos Mattos Filho,Armando de
O gênero Styrax L. (Styracaceae) do Estado do Rio de Janeiro. Nervação e epidernne foliares.
O presente trabalho trata dos caracteres epidérmicos e da nervação foliar das espécies de Styrax L. (Styracaceae), ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro.
1984
Bastos,Antonia Rangel Silva,Nilda Marquete Ferreira da
Piperaceae do Município do Rio de Janeiro - II. Peperomia Ruiz et Pavon
No presente trabalho as autoras apresentam diagnoses de 24 espécies de Peperomia Ruiz et Pav. levantadas para o Município do Rio de Janeiro, através do exame do material depositado nos herbários consultados e da bibliografia existente. Fornecem uma chave para diferenciá-las e desenhos dos frutos, feitos com auxílio de câmara clara.
1984
Ichaso,Carmen Lúcia Falcão Guimarães,Elsie Franklin
Aspectos históricos dos recursos genéticos de plantas medicinais
O trabalho consiste em uma revisão de alguns aspectos históricos da botânica, bem como na avaliação da viabilidade econômica das plantas medicinais, que justificam seu enquadramento no sistema de conservação de recursos genéticos. 0 Centro Nacional de Recursos Genéticos - Cenargen, da Embrapa iniciou em 1983 uma nova linha de pesquisa de plantas medicinais, através do estabelecimento de um Banco Ativo de Germoplasma, onde representantes de espécies prioritárias que foram, podem ou poderão ser, utilizadas como objetivo de pesquisas mais avançadas, serão mantidas, estudadas e documentadas.
1984
Pires,Maria Joaquina Pinheiro
Plumeria rubra L. Var. Alba - Apocynaceae. Anatomia foliar
Focalizase neste trabalho, a anatomia foliar de Plumeria rubra L. var. alba. Observou-se no pecíolo e na lâmina foliar a presença de feixes vasculares bico laterais e de canais laticíferos, característicos da família. A iâmina foliar tem estrutura dorsiventral, anfiestomática, tendo-se detectado a ocorrência de estômatos anomocíticos e paracíticos e de pêlos simples, unicelulares, sendo que estes ocorrem somente sobre as nervuras ao nível da epiderme adaxial.
1984
Araújo,Rosângela Ramos de Silva,Angela Maria da Silva e Gil,Fátima Sérgio
Rubiáceas ornamentais nativas do Distrito Federal
No presente trabalho, o autor pretende divulgar algumas espécies da família das Rubiáceas nativas do Distrito Federal, as quais podem ser introduzidas em parques e jardins, pelo seu valor ornamental.
1984
Pereira,Benedito Alísio da S.
Quatro novas espécies do Gênero Jacaranda Jussieu (Bignoniaceae)
O autor encontrou quatro novas espécies de Jacaranda Jussieu (Bignoniaceae), as quais denominou de: Jacaranda duckei It. Vattimo n. sp. em homenagem a Adolpho Ducke, um dos maiores botânicos brasileiros, Jacaranda bahiensis It. Vattimo n. sp. e Jacaranda alagoensis It. Vattimo n. sp., em homenagem aos estados onde foram encontradas e Jacaranda purpurea It. Vattimo n. sp., pelas vistosas flores púrpuras que possui. O estudo destas quatro espécies foi realizado em material muito escasso e incompleto, o que dificultou redigir diagnoses mais detalhadas, entretanto, logo que o autor consiga outras exsicatas, que possibilitem uma melhor descrição, publicará um trabalho complementar. No estudo da espécie Jacaranda alagoensis não foi possível verificarse a seção a que ela pertencia, pela falta da flor no material, pelo que, o autor a coloca temporariamente como species incertae sedis, até que consiga outras exsicatas, que possibilitem dirimir essa dúvida.
1984
Vattimo,Italo de
Contribuição ao conhecimento da distribuição geográfica das Lauraceae-IX
Este artigo versa sobre a distribuição geográfica das Lauraceae, além de outras informações, tais como: habitus, habitat, fenología, nomes vulgares e uso das espécies tratadas. Foram identificadas ou revisadas exsicatas das seguintes espécies de Ocotea Aubl.: O. aciphylla (Nees et Mart, ex Nees) Mez, O. acutangula (Miq.) Mez, O. acutifolia (Nees) Mez, O. angustifolia (Schott in Sprg.) Mez, O. basicordatifolia Vattimo, O. baturitensis Vattimo, O. beyrichii (Nees) Mez, O. blanchetii (Meissn.) Mez, O. brachybotrya (Meissn.) Mez, O. bracteosa (Meissn.) Mez, O. catharinenses Mez, O. cernua (Nees) Mez, O. commutata (Nees) Nees ap. Meissn., O. complicata (Meissn.) Mez, O. cordata (Meissn.) Mez, O. corymbosa (Meissn.) Mez, O. crassifolia (Nees) Mez, O. cuneifolia (R. et P.) Mez, O. cuprea (Meissn.) Mez, O. daphnifolia (Meissn.) Mez, O. declinata (Meissn.) Mez, O. densiflora (Meissn.) Mez, O. diospyrifolia (Meissn.) Mez, O. discolor (Meissn.) Mez, O. dispersa (Nees) Mez, O. divaricata (Nees) Mez, O. effusa Hemsley, O. eggersiana Mez, O. eichleri Mez, O. elegans Mez.
1984
Vattimo-Gil,Ida de
Combretaceae do Estado do Rio de Janeiro. Subtribo Terminaliinae
O presente trabalho trata do estudo taxonómico das espécies da família Combretaceae, ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro. Iniciou-se este levantamento pela subtribo Terminaliinae e a escolha deve-se ao fato de a mesma ser pouco estudada, principalmente no que se refere às espécies ocorrentes nessa área que, no momento, desperta o nosso interesse. Consta o trabalho de chaves analíticas, descrições e ilustrações dos gêneros e espécies, visando facilitar a identificação e acrescentar um maior conhecimento taxonómico. Segundo Exell e Stace (1966) a subtribo Terminaliinae pertence à subfamilia Combretoideae, tribo Combreteae, compreendendo os seguintes gêneros: Buchenavia, Bucida, Conocarpus, Anogeissus, Finetia, Terminalia, Ramatuella e Terminaliopsis. No Estado do Rio de Janeiro esta subtribo está representada pelos gêneros: Buchenavia, Conocarpus e Terminalia.
1984
Silva,Nilda Marquete Ferreira da
Plantas do Brasil - Angiospermas do Estado de Mato Grosso-I
Com o presente trabalho o autor apresenta uma contribuição para o conhecimento da flora mato-grossense, compilando 43 famílias de angiospermas, sendo 39 de dicotiledôneas e quatro de monocotiledôneas, num total de 186 espécies, que ocorrem nos mais variados habitats, tendo em vista a própria diversificação fitogeográfica do estado, atualmente circunscrito a três grandes ecossistemas - o cerrado (com suas variações), o pantanal e a floresta tropical úmida, propriamente dita, onde ocorrem as árvores magnas.
1984
Guarim Neto,Germano
Polígalas do Brasil-l. Seção Acanthocladus (Kl. ex Hassk.) Chod. (Polygalaceae)
O presente trabalho trata do estudo taxonômico da seção Acanthocladus (Kl. ex Hassk.) Chod. Esta seção engloba quatro espécies e duas variedades que são ilustradas com desenhos analíticos de flores e frutos, padrão de nervação e epidermes foliares. Descrevemos pela primeira vez, o fruto de P. pulcherrima e acrescentamos duas variedades à antiga sistemática da seção. Para a identificação das espécies e variedades da seção Acanthocladus, uma chave analítica é apresentada.
1984
Marques,Maria do Carmo Mendes
Cianofíceas: um peculiar e importante grupo de microorganismos
Diante das crescentes pressões geradas pelos inúmeros problemas enfrentados atualmente pela sociedade moderna, torna-se imperativo um maior conhecimento dos recursos naturais renováveis à nossa disposição. Este trabalho se propõe a difundir os conhecimentos sobre um grupo de organismos pouco abordado e demonstrar as possibilidades de aproveitamento do mesmo em benefício do homem.
1984
Perlingeiro Neto,Francisco
A nervação foliar das Sapindáceas do Estado do Rio de Janeiro - I. Gênero Paullinia L. e Thinouia Planch, et Triana
No presente trabalho os autores apresentam o estudo da nervação e epiderme foliar das espécies dos géneros Paullinia L. e Thinouia Planch, et Triana, ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro e assinalam dois padrões de nervação simples e um misto.
1984
Valente,M. da C. Silva,Nilda Marquete Ferreira da Baumgratz,José Fernando A.
Parapiptadenia Brenam (Leguminosae-Mimosoideae) - Estudo taxonômico das espécies brasileiras
O gênero Parapiptadenia Brenan (Leguminosae - Mimosoideae: Tribo Mimoseae) está representada no Brasil por quatro espécies. Os autores redescrevem, ilustram e reavaliam os caracteres morfológicos usados na delimitação dos táxons. São apresentados também chave para identificação das espécies e mapa de distribuição geográfica. Sinonimiza-se P. rígida var grandis Lindman e propõe-se uma nova combinação para Piptadenia zehntneri Harms. (Parapiptadenia zehntnerí (Harms.) M.P. Lima et Lima).
1984
Lima,Marli Pires Morim de Lima,Haroldo Cavalcante de
Polígalas do Brasil-III. Seção Gymnospora Chod. do gênero Polygala L. (Polygalaceae)
A revisão das espécies da seção Gymnospora Chod. é apresentada. Duas espécies são citadas para o Brasil e uma para o Suriname. Uma espécie foi colocada em sinonímia. Para o reconhecimento das espécies consta uma chave analítica.
1984
Marques,Maria do Carmo Mendes